Mostrar mensagens com a etiqueta Brancas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Brancas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quando o feminismo colide com a raça

Por Michael McGregor

Mais um dia que passou, mais um vídeo esquerdista que se tornou viral. Desta vez temos um episódio horrível duma jovem mulher a ser assediada na rua por uma série de homens. Filmado durante uma caminhada de 10 horas em várias partes de Nova York, o pequeno vídeo gerou a raiva previsível perante a opressão que as mulheres sofrem quando recebem pirosos e são elogiadas enquanto andam pela cidade.

Naturalmente, este clip de vídeo é o aríete de ataque perfeito com o qual se investir contra os homens - especialmente os homens Brancos - pela sua misoginia e pelo seu comportamento quase-de-violação. Dêem sinal de entrada às comparações com o #GamerGate bem como com outros episódios de homens a atacar as mulheres.

Mas há um gigantesco elefante na sala que está a receber pouca atenção: todos os homens a assediar esta mulher são Negros e Hispânicos. Em vez de ser um problema do "homem", isto parece ser mais um problema dos não-Brancos.....e é precisamente isso que isto é.

O problema do "assédio nas estradas" surgiu recentemente largamente devido à ascenção do número de Brancos com educação universitária nos infernais centros urbanos. Ao mesmo tempo que mais Brancos e Asiáticos se estão a mudar para dentro, nem todos os não-Brancos se estão a mudar para fora. Logo, nós temos agora mais mulheres que passaram quatro anos a aprender a teoria do género a dar de caras com minorias viris que não se importam nada com a etiqueta urbana dos elfos. Agora, sim, temos um problema de assédio nas ruas.

Levando em conta que estamos a lidar com elfos urbanos, o ângulo racial nunca será discutido. Em vez disso, a raiva será canalizada ao monolítico "patriarcado". Se por acaso estes assediadores chegam a ser retratados, há uma tentativa desesperada de mostrar que eles são de "todas as origens", ou que são camaradas elfos urbanos.

O segmento do The Daily Show sobre este fenómeno fez isso mesmo, e retratou todos os homens imagináveis a levar a cabo este tipo de comportamento. (Houve até uma mulher Negra como forma de mostrar como "os corpos negros" são objectificados.) O vídeo do BuzzFeedinverteu” os papéis do assédio e exibiu exclusivamente homens Brancos e Asiáticos com baixa Testosterona, implicando que estes são os responsáveis por esta grave injustiça.

O motivo que levou a que só fossem colocados homens Brancos é simples: eles são os únicos que irão prestar atenção a estas asneiras e a sua subjugação é o propósito do feminismo. É por isso que a cultura de violação e o #GamerGate dominam o discurso feminista mais do que o assédio de rua. É muito mais fácil conjurar vilões quando se está a lidar com video-jogadores nerds e rapazes de fraternidades universitárias. É muito mais difícil quando os perpetradores são as amorosas vítimas da opressão Branca.

A campanha intencional que tenta pintar este caso como um que se estende a todas as raças e a todas as classes (quando isso é falso) faz, então, perfeito sentido. Se não fosse assim, ficaríamos com um tópico que seria uma propaganda excelente para aqueles racistas arrepiantes. É neste ponto que o feminismo entra em rota de colisão com a verdade racial. Se o feminismo tem, de modo contínuo, promovido a noção de que os homens Brancos são aqueles que têm que ser temidos, um vídeo a demonstrar que não é bem isso que acontece pode causar alguma consternação,para dizer o mínimo.

Hanna Rosin está mais à frente ao notar na subversiva mensagem racial do video do assédio, ao mesmo tempo que passa o artigo inteiro a alegar que não é verdade que os não-Brancos são, em larga maioria, os perpetradores. A sua evidência? O segmento do The Daily Show. A sério, isso é tudo o que ela tem. A aspirante a actriz que estrelou no vídeo também usou a argumentação dos "homens de todas as origens" quando o seu vídeo refuta isso.

Embora actualmente seja alegado que durante as filmagens havia homens Brancos a assediar, essas passagens foram editadas e removidas porque elas não eram suficientemente escandalosas ou então o barulho de sirenes misteriosas bloquearam o seu assédio. Que choque. Não ficarei nada surpreso se este vídeo for re-editado de modo a incluir correctores de Wall Street loiros a lançar expressões como "Monta-te no meu *****, sua ****!"

Adicionalmente, há também a questão de como parar esta suposta ameaça. O grupo por trás da campanha, Hollaback!, quer que o Estado cavalgue em direcção a elas e prenda estes homens. Isto é bem irónico porque os mesmos esquerdistas que querem colocar um fim ao pare-e-reviste exigem agora que a polícia prenda os homens Negros por gritarem comentários injustificáveis.

Esta ideia rapidamente sairia pela culatra e haveria de gerar outro movimento - desta vez, por parte dos Negros e não das mulheres  privilegiadas. É também muito pouco provável que ela seja colocada em acção, mas isto demonstra que, mais uma vez, a mulher independente tem sempre que recorrer à opção “homens armados” sempre que está numa situação complicada.

Escusado será dizer isto, mas o assédio das ruas é um dilema enorme para as feministas. Embora os seus temas preferidos sejam abstractos (tais como a cultura de violação) e afectem poucas mulheres - se alguma - o assédio de rua tem impacto junto dum enorme grupo de mulheres. Tenho muito poucas dúvidas que deve ser aterrorizador ver grupos de Negros a abordá-las diariamente e ameaçá-las com uma violação. Entendo isto perfeitamente devido ao facto disto não ser um assunto feminista, mas sim um assunto racial.

Embora a sociedade nos diga para nos mudarmos para a cidade-grande mal terminemos a universidade, e que todos os problemas na América têm origem junto dos Brancos, e que não há nada a temer em relação aos não-Brancos, o assédio das ruas diz outra coisa totalmente diferente. Isto é a consequência de se viver numa sociedade multicultural onde não existe liberdade para se dizer a verdade racial. Consequentemente, seguimos com as explicações feministas embora dentro de nós estejamos bem cientes que elas são falsas.

E é por isso que isto continuará a ser um problema para a mulher Branca. Prevejo que a crítica de Rosin seja apenas o princípio da reacção contra este sucesso viral, e o mesmo será rapidamente denunciado pela sua não-intencional mensagem racial. Eles irão criar rapidamente uma versão totalmente Branca ou encontrar um bode expiatório Branco como forma de manter viva o argumento de "homens de todas as origens". Eles irão obscurecer a verdade e continuar a atacar o patriarcado e não os verdadeiros culpados da agressão: os não-Brancos e as normas culturais [raciais] distintas.

Você, leitor, como homem Branco, pode começar a pensar o que é que nós, como homens Brancos, podemos fazer para parar isto. Absolutamente Nada.

Estes elfos urbanos fizeram a sua cama, e agora é tempo delas dormirem nela. A maior parte delas viveu toda a sua vida em enclaves protegidos e nem por uma vez teve que interagir com um verdadeiro não-Branco. Sim, eles tiveram um simbólico amigo Negro, e tiveram a chance de conhecer Mexicanos inteligentes que conseguiram entrar na sua escola prestigiosa devido à acção afirmativa. Mas embora elas possam gostar da diversidade, elas nunca experimentaram a diversidade.

Sou um firme crente no oposto da teoria do contacto. Entrar em contacto com grupos distintos, particularmente Negros assobiadores, é mais provável que cause a que os Brancos se tornem racialmente mais conscientes do que se isolarem em subúrbios totalmente Brancos-como-o-lírio.

Talvez o assédio de rua esteja a abrir alguns poucos olhos na América para o verdadeiro problema racial. Talvez esteja a fazer com que mais mulheres Brancas fiquem junto do seu povo do que junto de outros grupos. Talvez esteja a causar a que elas façam perguntas que não é suposto elas fazerem.

O que quer que esteja a acontecer, uma coisa é certa: a prevalência do assédio de rua prende-se com a diversidade urbana. Se os elfos urbanos querem celebrar a diversidade, então deixem-nos celebrá-la de forma próxima e pessoal.

- http://goo.gl/Swg2XW

* * * * * * * * *

Na Europa o problema de "assédio" nas ruas é, também, um problema racial e/ou cultural - como se pode ver no vídeo que se segue - mas os esquerdistas não querem seguir essa linha de pensamento sem que, com isso, destruam a frágil "aliança" esquerdista.




.




segunda-feira, 23 de março de 2015

Como o feminismo beneficia a mulher branca acima das outras mulheres

Modificado a partir do original de Nick Chiles

Os mais recentes comentários de Patricia Arquette logo após ter vencido um Óscar, salientaram a longa divisão racial que existe dentro do movimento feminista. Isto foi o que Arquette disse:

Portanto, a verdade é que, embora nós possamos sentir que temos direitos iguais na América, um pouco abaixo da superfície existem questões em jogo que afectam de modo real as mulheres. E chegou a hora de todas as mulheres na América, e de todos os homens que amam as mulheres e de todos os homossexuais, e de todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos, de lutar agora por nós!

Claramente que na sua mente de Patricia Arquette o "nós" não incluía as mulheres Negras visto que estas já estavam incluídas no grupo das "todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos". Eis então cinco evidências que confirmam que o feminismo é um movimento criado para o benefício exclusivo da mulher branca da classe média-alta (tal como Patricia Arquette):

1. O Movimento Não Inclui as Experiências das Mulheres Negras.

As mulheres negras que participaram no movimento feminista durante os anos 60 depararam-se frequentemente com um tipo de racismo que assumia a forma de exclusão: segundo a revista "The Thistle", do "Massachusetts Institute of Technology", as mulheres negras nunca eram convidadas para participar em painéis de conferências que não estavam focados especificamente nas mulheres negras ou nas mulheres do Terceiro Mundo.

Semelhantemente, elas não se encontravam igualmente, ou proporcionalmente, representadas nos departamentos de estudos femininos das faculdades, e nem havia disciplinas especificamente dedicadas a estudar a história da mulher negra. Na maioria dos escritos do movimento das mulheres, as experiências da mulher branca da classe média-alta eram descritas como "experiências femininas" universais, ignorando de modo claro as diferenças entre as experiências que existem entre as mulheres negras e as mulheres brancas (consequência da etnia e da classe social).

Para além disso, as mulheres negras mais conhecidas eram frequentemente tratadas como símbolos; o seu trabalho era aceite como representativo "da" experiência negra, e o mesmo raramente era criticado ou questionado.

2. As Feministas Brancas Não Admitiam o Seu Racismo.

Parte da frustração que a maioria das mulheres negras dentro do movimento das mulheres sentia era a falta de vontade das feministas brancas em admitir o seu racismo. Segundo o The Thistle, esta falta de vontade vem do sentimento de que aqueles que são oprimidos não podem oprimir os outros. As mulheres brancas acreditavam que devido à opressão que elas sofriam por parte dos homens brancos, elas eram incapazes de assumir o papel dominante na perpetuação do racismo dos brancos.

Mas é por demais óbvio que elas absorveram, apoiaram e até promoveram ideologias racistas, chegando até a agir de modo individual como opressoras racistas. Tradicionalmente, a esfera de influência feminina tem-se estendido para fora de casa, e não é acidental o facto, em 1963, sete vezes mais mulheres de cor do que mulheres brancas (das quais 90% eram negras) se encontrarem empregues como trabalhadoras domésticas privadas.

As feministas brancas olham para os homens brancos (e nunca para si mesmas) como parte da sociedade patriarcal, racista e classista dentro da qual todos nós vivemos.

3. Todos os Movimentos das Mulheres Foram Fundamentados no Racismo.

Não só as feministas brancas se recusaram em reconhecer a sua habilidade para oprimir as mulheres de cor, como algumas alegaram que elas sempre haviam sido anti-racistas. A falecida escritora feminista Adrienne Rich alegou:

As nossas ancestrais brancas....frequentemente colocaram em causa o patriarcado ... não para benefício próprio, mas para o benefício dos homens negros, das mulheres negras, e das crianças negras. Nós temos uma forte tradição feminina anti-racista.

Mas Bell Hooks salientou que "existem poucas evidências históricas que documentam a alegação de Rich de que as mulheres brancas, como um grupo colectivo ou como defensoras dos direitos das mulheres, fazem parte duma tradição anti-racista.”

Todos os movimentos das mulheres nos Estados Unidos foram construídos sobre um fundamento racista: sufrágio feminino para as mulheres brancas, a abolição da escravatura como forma de fortalecer a sociedade branca, o movimento de temperança como forma de elevação moral da sociedade branca. Nenhum destes movimentos era para a emancipação da mulher negra ou para a igualdade racial; em vez disso, e tal como afirmado pela revista "The Thistle", eles emergiram dum desejo de fortalecimento da sociedade ou da moral branca, ou dum desejo de elevar a mulher branca dentro da sociedade.

4. O Movimento Focou-se Exclusivamente nas Preocupações das Mulheres Brancas da Classe Média-Alta.

Tal como salientado pela escritora Kerilynn Engel, uma das principais batalhas da segunda vaga do feminismo era o de permitir que as mulheres trabalhassem fora de casa - em vez de se esperar delas que cumprissem o papel de donas de casa e o papel de mãe. Mas as mulheres negras nunca se poderiam identificar com esta realidade porque elas tinham um historial de escravatura e de trabalho forçado. A maior parte delas nunca teve a escolha de ficar em casa a cuidar do lar e dos filhos porque elas não tinham essa liberdade.

Semelhantemente, o foco nos direitos abortivos ignorou a história e a realidade das mulheres de cor que no passado haviam visto negado o seu direito de ter filhos, ou haviam visto os seus filhos a serem retirados delas.

5. As Feministas Assumiram que Todas as Suas Líderes Seriam Mulheres Brancas.

As mulheres com quem falar, tais como Betty Friedan e Gloria Steinem, eram tidas como as porta-vozes do movimento feminista embora elas não tivessem como, e nem pudessem, representar as preocupações de todas as mulheres.

Segundo a escritora Kerilynn Engel, feministas negras tais como Flo Kennedy e Dorothy Pitman Hughes, que também falavam do racismo, não eram frequentemente colocadas em posições de destaque como líderes do movimento feminista. Nunca foi assumido que elas pudessem representar os interesses das mulheres brancas, mas só o contrário (as mulheres brancas a representar os interesses das mulheres negras).

http://goo.gl/5ZrG4J.



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Porque é que as feministas não se focam onde a violência sexual realmente acontece?

O silêncio das feministas em relação ao explosivo tópico da imigração e da violação é mais um indicador da sua total incoerência e mais um motivo para se rejeitar por completo as suas opiniões. Por todo o lado, desde a Austrália até a Noruega, os imigrantes maometanos estão a violar sexualmente em grupo raparigas brancas em números elevado....e devido a isto, as feministas dedicam o seu tempo ao horrível problema das raparigas universitárias embebedarem-se e terem relações sexuais consensuais com jovens homens brancos.
É difícil exagerar ao afirmar o quão horríveis estes crimes foram, tal como é difícil exagerar quando se afirma que as autoridades falharam por completo ao não protegerem as vítimas. Uma das raparigas foi regada com gasolina e ouviu que ela seria incendiada se não concordasse. Outras raparigas foram forçadas a observar raparigas a serem violadas, ao mesmo tempo que lhes era dito que elas seriam as seguintes se dissessem isso a alguém. A polícia olhava para estas raparigas com o mesmo desprezo com que olhava para os violadores.

E naquele que provavelmente é o parágrafo mais horrível do relatório publicado ontem, ficamos a saber que em dois casos, os pais localizaram as sus filhas, e tentaram salvar as filhas das casas onde elas eram mantidas, apenas para se verem presos pela polícia ao mesmo tempo que os violadores permaneciam livres.

Quantos membros do Conselho vocês imaginam que se encontram sob investigação ou foram despedidos? Sim, estão correctos: Nenhum. O presidente-executivo do Conselho de Rotherham, Martin Kimber, não só permaneceu no seu lugar, como afirmou não existirem evidências suficientes para processar ou disciplinar um únino membro do concílio...

A Esquerda política grita horrorizada quando existe a indicação mais ínfima de comportamento arrogante por parte dum homem branco. O projecto surdo com o nome "Everyday Sexism" é uma arma exclusivamente usada contra o homem branco da classe média por parte da mulher branca da classe média. Mas este mesmo projecto inventa desculpas para violadores, e até pedófilos, quando os criminosos são negros ou, especialmente, quando são membros da comunidade muçulmana. 
Por agora, é bastante aparente que, se tu vives nos EUA ou no Reino Unido, a lei não te irá defender; tu terás que te defender sozinho, e, possivelmente, contra os melhores esforços da lei. E isto não é problema visto que os membros do sistema legal são uma minoria, e eles sabem que são (...).

Fonte: http://bit.ly/Y1kBHZ

* * * * * * *
Porque é que as feministas centram os seus esforços no grupo étnico estatisticamente e proporcionalmente menos susceptível de levar a cabo um acto de violência sexual contra as mulheres? Porque o feminismo não tem como propósito defender as mulheres, nem "acabar com o abuso sexual das mulheres", mas sim (entre outras coisas)  atacar o poder dos homens brancos heterossexuais:

Naturalmente que, devido ao "poder estrutural" dos homens nos pontos mais elevados da sociedade, nenhuma destas alterações culturais e legais poderiam ter ocorrido sem a sua colaboração. Então, porque é que eles colaboram?

A razão principal prende-se com o facto dos "homens-no-poder" de qualquer sociedade terem sempre olhado para a larga maioria dos homens com uma mistura de desprezo e receio. Normalmente, os homens competem nas hierarquias, e aqueles que se encontram no topo das hierarquias geralmente sabem que eles estão sob algum tipo de ameaça dos restantes homens da hierarquia. Historicamente, isto tem sido controlado por aqueles que se encontram no topo através duma combinação de lealdades e prácticas feudais criadas para abater as classes mais baixas de homens - tais como guerras prolongadas e a classe de eunucos.

O Marxismo cultural dos finais do século 20 deu aos homens-no-poder uma ferramenta poderosa com a qual manter os homens dos escalões inferiores controlados (de forma mais ou menos permanente), organizando todo o resto da sociedade contra eles. Desta forma, os homens-no-poder reduziram a ameaça feita pelos outros homens.

Ou seja, a elite que financia o feminismo (homens brancos heterossexuais) usa esta ideologia para manter os outros homens brancos heterossexuais controlados e manietados de modo a que estes últimos nunca cheguem a remover os homens brancos heterossexuais que se encontram no topo do seu lugar de destaque. Por isso, ou também por isso, é que as feministas centram-se nos crimes dos homens brancos heterossexuais, mas ignoram por completo os erros dos homens não-brancos e não-heterossexuais.

Mas uma imagem vale mil palavras.....


No vídeo que se segue, vemos um homossexual a agredir violentamente uma rapariga, sem que isso tenha gerado algum tipo de comoção junto das hostes feministas. Se isto fosse feito por um homem branco heterossexual, as feministas não deixariam de usar este acto brutal para atacar todos os homens brancos heterossexuais.





quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Feminismo só favorece as mulheres (brancas) da elite


Um maremoto destrutivo que ataca os laços comunais entre os homens, as mulheres e as crianças, tem atingido a zona costeira da nação. Esse maremoto, ou tsunami, tem o nome de feminismo radical, e ele é a variante principal desse movimento no século 21.

Este tipo de feminismo radical é de um tipo enganador. Segundo esta nova teoria pós-moderna do feminismo, os homens e as mulheres não foram feitos para cooperarem e se comprometem uns com os outros. Em vez disso, o feminismo radical alega que os homens suprimem as mulheres quando estes levam a cabo tarefas para as quais eles estão melhor habilitados - tais como os trabalhos que envolvem força física - e que as dificuldades que as mulheres enfrentam são consequência dos actos dos homens. 

Para além disso, o feminismo ataca os homens que desempenham as suas responsabilidades, ao mesmo tempo que encorajam as mulheres a não desempenhar as suas - responsabilidades essas que as mulheres estão mais habilitadas a desempenhar, tais como aquelas que envolvem tomar conta da família.

O feminismo radical pós-moderno fundamenta-se na ideia da liberdade absoluta, vista como aquela onde a pessoa pode fazer virtualmente qualquer coisa, mesmo que isso prejudique os outros, porque é a sua escolha. Esta forma de pensar gerou a ideia do "direito ao aborto" - se é que isso é um "direito. Corina Backhouse do grupo feminista radical "Women’s Electoral Lobby", equiparou os activistas pró-vida como apoiantes da violação sexual de mulheres. Acreditar que um ser vivo deveria ter o direito à vida de maneira nenhuma está relacionado com o que alguém acredita sobre a violação. A violação é um tópico que em nada está relacionado com o direito à vida (...).

Ao atacar o reconhecimento das diferenças entre os homens e as mulheres, o feminismo radical acusa os homens, bem como as mulheres, de serem misóginos. Reconhecer as fraquezas e forças de cada um, as tendências e as inclinações dos homens e das mulheres, e ao suportar a responsabilidade dos homens, não é "ódio às mulheres". Ódio às mulheres envolveria a mulher ser sujeita a trabalhos forças ou a elas serem castigas pelo facto de serem violadas (coisa que acontece em algumas partes do mundo [mas as feministas pouco ou nada fazem para ajudar as mulheres muçulmanas]).

Ao colocar a mulher numa plataforma mais elevada que os homens, o feminismo radical pós-moderno dá também legitimidade à misandria em nome da "eliminação" da misoginia. Devido isso, pode-se dizer que o feminismo não é uma teoria que visa colocar os homens ao mesmo nível das mulheres, mas sim uma agenda maligna que tenta remover da mulher todo o estigma que possa ser gerado quando ela age de forma odiosa contra os homens. Isto produzirá uma geração de jovens mulheres malignas. Eu mesma [ed: a autora do texto] sou uma mulher e sou contra o feminismo radical.

O infame discurso misógino de Gillard tem sido louvado pelas feministas radicais do ocidente que não têm qualquer tipo de respeito pelos homens ao mesmo tempo que esperam que os homens respeitam os pontos de vista das feministas radicais.  Da mesma forma que as feministas radicais têm o direito de ter o seu ponto de vista, os homens e as mulheres anti-feministas também têm o mesmo direito. 

Tony Abbott, vítima do ódio aos homens gerado pelo feminismo, apenas disse que se por acaso o homem é mais capaz do que a mulher na política, então ele deve vencer. Semelhantemente, se uma mulher é mais capaz do que um homem na política, então ela deve vencer.
(...)
Os média Australianos dão o seu apoio ao feminismo radical porque isso lhes dá mais poder. De qualquer modo, os média falham ao não reportarem a forma como os homens tem sido atacados pelas mulheres. Um órgão mediático que falha não não reportar toda a verdade ao público, falhou naquilo que deve ao público. Qual é o dever que os média comerciais têm que levar a cabo? Nenhum. É precisamente por isso que os média têm sido usados pelo feminismo pós-moderno de uma forma bem sucedida como forma de propagar a sua agenda maligna.

Por exemplo, quando Jill Meagher foi assassinada, os média reportavam a sua história. Entretanto, e segundo o programa 7:30, uma mulher pertencente a uma minoria étnica foi abusada pelo marido. Apesar das duras e justificadas críticas ao assassinato de Jill Meagher por parte dos média, a morte da mulher pertencente à minoria étnica foi totalmente ignorada pelos mesmos média.

Os assassinatos de homens, de pessoas de outras etnias e de pessoas da classe baixa - tais como aqueles que são estereotipados de "sem cultura" - não receberiam o mesmo tipo de derramamento emocional e raiva tal como os média encorajaram o público a fazer depois da morte de Jill Meagher. Não nego que a morte de Jill Meagher tenha sido trágica, mas o ponto de vista singular dos média demonstra a sua hipocrisia, especialmente se levarmos em conta que eles alegam ser igualitários e a favor de dar as mesmas oportunidades a todos ao mesmo tempo que silencia as vozes das minorias.

O movimento "Reclaim the Night" usou o assassinato duma mulher para exigir o direito de se fazer o que bem quiser nos Sábados à noite, vestir como quiser, mesmo que seja de uma forma totalmente imprópria. Que autoridade moral este movimento tem para advogar a igualdade das mulheres? Nenhuma. (...)

Os grupos feministas Australianos são compostos quase na sua totalidade por mulheres brancas que representam apenas os seus interesses. Elas forçam a sua moralidade - se é que elas têm alguma moralidade - sobre todos, ao mesmo tempo que tentam reduzir a autoridade moral das pessoas com um ponto de vista oposto ao seu. Para além disso, elas não têm qualquer tipo de respeito pelas crenças culturais e religiosas dos outros.

O feminismo radical é uma doença que aparente proteger as mulheres as mulheres (brancas, da classe média-alta, educadas e formadas) como "vítimas", mas o seu propósito é efeminar e vitimar os homens ao silenciá-los sempre que estes tentam discutir a misandria. O seu sucesso não tem sido questionado devido ao facto do mesmo ter gravado na mente Australianos que os homens e as mulheres não precisam de cooperar uns com os outros como forma de gerar uma comunidade forte. Como resultado, a comunidade Australiana foi destruída.

Como é que se pode construir uma comunidade forte quando existem tensões entre as pessoas que deveriam cooperar e agir de uma forma unida?

* * * * * * *

Sempre bom quando mais e mais mulheres se mentalizam de que o feminismo não existe para ajudar as mulheres, mas sim para usar as mulheres para outros fins (para além de destruir a vital e saudável união e cooperação que deve existir entre os homens e as mulheres). O problema com as palavras da Jannie é que ela parece fazer algum tipo de distinção entre o feminismo radical e o feminismo não-radical. Na verdade, não há distinção.

Para além disso, a Jannie correctamente observa que o feminismo é um movimento elitista, racista e feito para proteger os interesses duma minoria de mulheres brancas, algo que deve ser levando em conta sempre que virmos uma fonte mediática feminista a "defender" os interessas das mulheres de outras etnias (quase sempre, das mulheres negras).



sábado, 13 de abril de 2013

A ideologia da mulher branca privilegiada


Uma das facetas mais hilariantes do movimento feminista, para além de tudo o resto, é a sua incoerente adopção do discurso racial como forma de avançar com a sua agenda esquerdista totalitária. A elite feminista leva a cabo esta estratégia tentando de alguma forma fazer algum tipo de paralelo entre o sofrimento que algumas minorias étnicas tiveram que suportar (sofrimento esse muitas vezes infligido por outras pessoas dessa mesma etnia) com a suposta e historicalmente não-existente "opressão" que alegadamente se abateu sobre as mulheres durante a "maligna" era do "patriarcado".

Segundo algumas feministas (quase todas elas, brancas e bem na vida), não ter acesso a "aborto livre e gratuito" ou não ter o mesmo privilégio económico e social que 5%-10% dos homens têm (os chamados "machos-alfa"), é de, alguma forma estranha e desconhecida, análogo a ser acorrentado, ser chicoteado e ser forçado a trabalhar para outra pessoa sem qualquer tipo de remuneração condizente.

A natureza hilária desta forma de "pensar" não vem só do facto das feministas (mais uma vez) usarem a mentira como forma de avançar com o seu ódio, mas também do facto do feminismo não só ser um movimento exclusivamente financiado por homens brancos heterossexuais e de familias patriarcais (Rothschild, Rockefeller, George Soros, Ford Foundation, etc), como ser também um movimento promovido, planeado e executado quase exclusivamente por mulheres brancas da classe média/alta.
-----

Há algum tempo atrás falei dos limites do feminismo, mas hoje gostaria de explorar ainda mais esse tópico.

O feminismo, como um todo, não deixa de ter o seu apelo. Por exemplo, quase todas as mulheres do mundo facilmente se aliariam em favor da luta por "salário igual", e provavelmente muitas concordariam com os tópicos feministas em redor da violência doméstica e relacionados. No entanto, o cerne do feminismo de género (a variedade com a qual tu e eu mais lidamos no mundo ocidental actual) é um que está fundamentalmente conectado aos desejos das afluentes mulheres brancas ocidentais (acima dos desejos das outras mulheres) e um que dá prioridade às preocupações dessas mesmas mulheres brancas.

Nas linhas que se seguem, vou explicar isto de forma mais detalhada.

O Cerne

Para entender isto, é necessário mergulhar nas profundezas da história do feminismo.

O cerne do movimento feminista é a sua oposição aos "papéis de género tradicionais". O feminismo começou como um movimento construído por mulheres brancas ocidentais (muitas delas, restritas à sua vida doméstica) como forma de desafiar a noção de que o lugar da mulher era em casa e em mais lado nenhum. O movimento buscava, assim, demonstrar que as mulheres poderiam ser tão bem sucedidas como os homens fora de casa, para além de procurar demonstrar que as mulheres deveriam ter uma opinião em relação aos assuntos que eram discutidos fora das suas cozinhas (por exemplo, o direito ao voto).

O problema é que estes tópicos são, na sua maioria, tópicos que interessam especificamente às mulheres brancas ocidentais. Enquanto as mulheres brancas ocidentais lutavam para construir os tais papéis fora de casa (durante a primeira e segunda vaga do feminismo), há já muitos séculos que as mulheres Negras, Ameríndias e mesmo Asiáticas tinham já esses papéis dentro das suas respectivas culturas.

Diferença laboral

Há já muito tempo que as mulheres Africanas trabalhavam fora do ambiente doméstico. Enquanto que os papéis sexuais (ou papéis de género) europeus normalmente impediam as mulheres de executar actividades cruciais para a sustentabilidade da sociedade (por exemplo, trabalhar nos campos), as mulheres Africanas há já muito tempo que desempenhavam um papel crucial na sustentabilidade económica das suas sociedades, executando trabalho de campo extensivo e outras actividades pouco delicadas mas necessárias.

Isto é verdade mesmo séculos antes da escravatura, e é verdade nos dias de hoje. Elas, ao contrário das mulheres Europeias, exerciam uma influência directa na produção e transporte dos alimentos, e influência sobre outras formas de trabalho. Dentro da comunidade Africana existia já uma certa expectativa por parte dos homens das mulheres terem algum tipo de influência fora do ambiente doméstico.

As mulheres Americanas Nativas (Ameríndias e ancestrais da maioria dos Hispânicos actuais) faziam o mesmo. Era muito comum dentro das suas comunidades as mulheres Nativas Americanas executarem todo o tipo de de trabalho manual agrícula e outras formas de trabalho manual.

Quando se estudam as missões "civilizatórias" levadas a cabo pelos Anglo-Americanos sobre as sociedades Americanas Nativas durante o século 19, e se examinam os documentos tais como os "Journals" de Lewis e Clark Journals, veremos que este facto (o das mulheres Ameríndias trabalharem fora do ambiente doméstico) foi um ponto de discussão que levou os Anglo-Americanos a buscar soluções para o que eles chamavam de "problema" Índio.

O facto das mulheres Nativas Americanas executarem qualquer tipo de trabalho laboral era para os Anglo-Americanos uma evidência da sua barbárie. Meriwether Lewis qualificou de ridículo o facto das mulheres Nativas Americanas que ele encontrou terem sido vistas a executar actos de “labuta” que ele considerava impróprios para as mulheres, facto esse que ele tomou como evidência de que as culturas Nativas não respeitavam as mulheres. A maior parte das mulheres Europeias concordou com ele, e concordaram com ele durante muitos séculos após a sua visita a estas culturas.

Pode-se ver isto ressalvado nas politicas de "educação" levadas junto dos Ameríndios, onde os Nativos eram forçados para dentro de reservas ou internatos para serem "civilizados." Este processo de civilização fundamentava-se na noção de que eles adoptariam os tradicionais papéis de género Europeus - os seus homem parariam de caçar e começariam a trabalhar na agricultura, ao mesmo tempo que as mulheres parariam de trabalhar no campo e começariam a executar trabalhos de costura.

As mulheres Negras a viver nas Américas, tal como as Americanas Nativas antes delas, passaram séculos - durante e após a escravatura - a trabalhar fora do que os Europeus considerariam "papéis de género tradicionais." As mulheres Brancas ocidentais eram protegidas de trabalho sério, mantendo-se resguardadas em casa; curiosamente, estas mesmas mulheres Europeias seriam as mesmas que dariam início ao movimento feminista, e começariam a exigir mais responsabilidades fora do ambiente doméstico.

As mulheres Negras já tinham isto, tal como o tinham as mulheres Americanas Nativas bem como as mulheres Sul-Asiáticas. Do ponto de vista "feminista", as mulheres Europeias causaram um retrocesso às mulheres Nativas Americanas e às mulheres Africanas uma vez que elas já se encontram "livres" do restritivo culto da domesticidade - elas não precisavam das ricas mulheres brancas para lhes dizer como adquirir esta "liberdade."

Diferenças na Estrutura Familiar

Muitas mulheres Africanas viviam também em sociedades matrilineares. Enquanto que as mulheres Europeias viviam numa sociedade que via o seu casamento com um homem essencialmente como uma confiscação da sua independência económica e social, a mulher Africana podia manter larga parte disto devido à organização matrilinear que lhes conferia um controle maior sobre a família e sobre o futuro dos filhos.

O mesmo ocorria junto da mulher Americana Nativa. Em muitas sociedades Índias não era incomum a linhagem paterna ser de alguma forma inconsequente para o estatuto actual da criança, realidade muito longe das normas Europeias que conferiam o estatuto largamente com base no nome do pai a passar para a criança.

Diferenças na Dominação Masculina

O feminismo apelou também para o fim do patriarcado e do domínio masculino sobre a mulher, uma iniciativa que ainda anima o movimento feminista tal como ele se encontra hoje em dia. O problema, obviamente, é que o "patriarcado" referido por elas pura e simplesmente não persistia em todas as sociedades. Os homens Negros, por exemplo, há séculos que não têm um verdadeiro domínio sobre as suas mulheres. Em África, era comum o homem ser polígamo e certamente usufruir bastante autoridade, mas ele também tinha que lidar com organizações sociais matrilineares que limitavam o seu domínio e a sua influência sobre as mulheres e sobre os descendentes.

Durante os primeiros séculos da sua presença no novo mundo, o homem negro era, essencialmente, mais um cavalo da carroça. Ele não tinha qualquer tipo de verdadeiro poder para manter a família junta (e ela poderia ser fraccionada a qualquer momento, se o dono de escravos assim quisesse, muitas vezes, de propósito), e ele (o homem negro) tinha muito pouco poder para proteger a sexualidade da mulher negra. Em relação ao homem branco, ele não tinha qualquer tipo de estatuto ou influência, e o primeiro tinha domínio inquestionável sobre a capacidade sexual da mulher negra.

O homem branco mantinha as mulheres negras como amantes ou concubinas e frequentemente engravidava-as com muito pouco oposição por parte dos homens negros (que pouco ou nada poderiam fazer em relação a isto). O homem negro não tinha qualquer tipo de poder para impedir as esposas, as irmãs ou as filhas de serem usadas desta forma, ou serem vendidas de modo indiscriminado. O homem negro não tinha qualquer tipo de controle sobre a mobilidade ou sexualidade da mulher negra. Devido a isto, quando a mulher branca (sobre cuja sexualidade o homem branco mantinha algum controle) veio a público queixar-se de se libertar do controle "opressivo" que os homens brancos tinham sobre ela, tornou-se difícil para os negros interpretarem as coisas desta forma. Historicamente, os homens negros não têm controlado as mulheres negras dessa maneira.

Para além disso, os homens negros não impediram as mulheres negras de buscarem papéis e actividades fora do ambiente familiar, muito por culpa da realidade económica. Os homens negros, ao contrário dos seus pares brancos, não tinham capacidade financeira para financiar o estilo de vida "mãe doméstica" na qual se encontravam "oprimidas" muitas mulheres brancas durante grande parte do século 20 (até a explosão da segunda vaga do feminismo nos finais da década 60). Ao mesmo tempo que as mulheres brancas liam “The Feminine Mystique” e ruminavam sobre a natureza "opressiva" do seu papel social como donas de casa mimadas a viver nos subúrbios, as mulheres negras encontravam-se a trabalhar em condições que muitas vezes eram pouco ideiais.

Portanto, como é que a mulher negra pode adoptar a narrativa da mulher branca em torno do "patriarcado"? De forma clara, elas não podem. As Americanas Nativas, as Hispânicas e as Sul-Asiáticas também não podem. Esta narrativa chega-nos proveniente da perspectiva da mulher branca (normalmente, alguém muito bem na vida) e como tal, as outras mulheres pura e simplesmente não tiveram o mesmo tipo de experiência.

O Modelo da Europa do Leste

Antes que se pense que estou a adoptar uma visão "mulher branca vs mulher não-branca", tem que ser ressalvado que muitas mulheres brancas do Leste Europeu actual não podem adoptar o feminismo ocidental porque o comunismo também as "libertou" dos papéis sexuais tradicionais.

Ao mesmo tempo que as mulheres do Reino Unido e dos EUA se encontravam ocupadas a falar da opressiva restrição doméstica, e do seu desejo de fazer tudo o que os homens fazem, as mulheres Soviéticas encontravam-se nas linhas da frente a colocar balas nas cabeças Alemãs. Paralelamente, as mulheres do Leste Europeu entravam na esfera masculina da sociedade (servindo como pilotos de combate, tropas de combate, artilheiras de tanques e a trabalhar nas fábricas após a guerra) antes e em maiores números que as mulheres de qualquer outra parte do mundo. Até certo ponto, era o que também acontecia na China Comunista.

Portanto, pode-se imaginar o quão pouco apelativa foi para as mulheres do Leste da Europa a retórica das feministas brancas ocidentais em torno da necessidade da mulher se libertar dos "papéis sexuais tradicionais." Estas mulheres haviam já experimentado tal "emancipação" mais do que qualquer mulher branca ocidental até essa altura, e possivelmente até os dias de hoje (quantas mulheres se encontram na linha da frente das tropas americanas?). Elas pura e simplesmente não tinham qualquer tipo de necessidade desta narrativa, e muitas mulheres do Leste provavelmente aprenderam o suficiente da mesma através da experiência para saber que ela tem armadilhas sérias.

Para estas e outras mulheres (Africanas, Americanas Nativas e algumas Asiáticas) os papéis sexuais tradicionais podem até nem ter a aparência de serem prejudicais. Algumas podem até associar a menor incidência dos papéis sexuais tradicionais com a opressão e/ou racismo. As mulheres Negras, por exemplo, podem alegar que elas viram-se forçadas para fora de casa, e para longe dos papéis tradicionais Europeus, devido ao racismo envolvido na limitação do potencial económico dos homens negros; as mulheres Negras podem também afirmar que o estatuto de dona de casa das mulheres brancas . . . . era, na verdade, uma evidência do seu previlégio.

Para estas mulheres Negras, a perspectiva feminista das mulheres brancas ocidentais não é fácil de entender, e nem é algo que valha a pena lutar ou defender.

Conclusão:

O feminismo de género ocidental tal como o conhecemos, é um fenómeno da mulher branca ocidental da classe média-alta. O seu foco em minimizar o valor dos papéis sexuais tradicionais, bem como a promoção duma irrealista igualdade sexual, encontra-se fundamentada no estatuto que aquelas mulheres historicamente disfrutaram como a mulher mais protegida, mimada, adorada e privilegiada da história, e encontra-se construída para resolver problemas que ressoam com essa experiência. As outras mulheres têm outros "feminismos" para lidar com os problemas que elas enfrentam, mas esses "feminismos" são fundamentalmente distintos do tipo de feminismo nós vêmos com frequência no Ocidente.

* * * * * * *

Resumindo, o feminismo, para além de ser a mais bem sucedida obra de engenharia social alguma vez imaginada pela hostes demoníacas, é também um movimento que visa beneficiar/prioritizar os interesses das mulheres brancas da classe média-alta. Portanto, levantar oposição a este movimento, não é promover  "ódio às mulheres", e muito menos é criticar a mulher branca como um todo; criticar o feminismo é criticar um movimento político singular, gerido e manipulado pelas mulheres brancas da classe média-alta, e financiado por homens brancos, heterossexuais e fortemente patriarcais. 

Convém ressalvar que o texto de maneira nenhuma afirma que só uma mulher branca da classe média-alta fará parte do movimento feminista ocidental. Semelhantemente, o autor não diz que só existem mulheres brancas junto da elite feminista.

O que o texto diz é que o feminismo ocidental não têm em vista o apoio ou o suporte de mulher em si, mas sim a promoção e o avanço dos planos duma minoria ínfima de mulheres brancas que pertence à classe média-alta.
...



quarta-feira, 13 de março de 2013

Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades

Fonte

Titulo original: "Teenage Wasteland: The Marxist Demolition of American Colleges"

Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O "Politicamente Correcto" circula de forma descontrolada na faculdade - como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha - demasiado intimidados para falar abertamente - e conduzi-los na direcção certa.

Este ensaio é uma breve exposição das minhas experiências até ao dia de hoje. Nas secções que se seguem, escreverei mais sobre as minhas interacções com o corpo directivo da faculdade, com outros estudantes, e escreverei também mais sobre os métodos draconianos através dos quais os estudantes são indoutrinados, intimidados e, por fim, atraídos para a visão Marxista [cultural] do mundo.

Fomentando uma Cultura de Depravação.

Aquando do nosso primeiro dia na universidade, eu e os outros caloiros (cerca de 600 estudantes) tomamos parte dum seminário mandatório no auditório da faculdade. O tópico (surpresa!) era a "diversidade" e como nós tínhamos que "abraçar" este fenómeno. A palestra foi conduzida por um homem negro corpulento, que usou o humor e a inteligência para suavizar a mensagem.

O palestrante mostrou-nos um vídeo em particular - dum filme de comédia - onde um homem experimentava vários tipos de roupas "masculinas" numa tentativa de ter uma aparência menos feminia. Eventualmente, o homem do clip pára de se esforçar, coloca sobre si roupagem homo-erótica, sai do sítio onde está e toma parte duma parada homossexual. Enquanto os outros estudantes riam-se com a cena o homem negro explicou-nos que não havia problemas em ser diferente (anormal). Ele concluiu afirmando que cada um de nós, independentemente da raça, sexo, preferência sexual, ou crença, "melhorava as pessoas à sua volta".

No dia seguinte tomamos parte duma apresentação com o nome de "Sex Life", liderado por uma lésbica "especialista" em saúde. Naturalmente, ela promoveu a cultura do sexo casual (inglês: "hook-up culture") e disse maravilhas dos "benefícios" de se tomar parte em váris actos sodomisticos. Nenhuma menção foi feita às doenças que ameaçam os jovens estudantes que adoptam este estilo de vida, e nenhuma menção foi feita aos méritos de se abster do hedonismo Marxista, prefindo no seu lugar construir uma família.

Não; esta apresentação foi feita com o expresso propósito de me corromper e corromper os meus colegas universitários - isto sem qualquer tipo de protesto do corpo directivo, do clero ou dos profissionais médicos da faculdade.

Normalizando os Desvios.

Cerca de um mês após o início do ano escolar, o grupo activista homossexual da faculdade celebrou a sua semana anual “Coming Out Week”. [ed: "Coming out" = assumir publicamente o seu homossexualismo e/ou "sair do armário"]. Durante uma semana, decorações com arco-íris cobriram o centro principal da faculdade, muitos rapazes vestiram-se como raparigas (e vice-versa), e um pregador homossexual veio até à universidade para "refutar" as passagens Bíblicas que condenam o homossexualismo. Como sempre, não houve qualquer tipo de protesto. Os estudantes pareciam concordar que ser homossexual é completamente normal, ou pelo menos nada digno de se levantar oposição.

Quando eu tentei convencer vários estudantes de que tal comportamento não é normal, foi-me dito "Qual é o problema? Há pessoas que gostas de rapazes enquanto outras gostam de raparigas". Parecia que este era o consenso entre a maioria dos estudantes. As suas mentes foram corrompidas de tal forma pelo sistema educacional Marxista que são incapazes de distinguir o comportamento natural e saudável do comportamento anti-natural e prejudicial.

Para além disso, e durante o Outono, o nosso grupo "Young Feminist" leva a cabo o seu "Slut Walk" anual [ed: Marcha das Vadias] onde a promiscuidade é promovida entre os jovens.

O local onde estudo foi sufocado pelo esquerdismo da linha dura e uma pequena minoria de pervertidos tomou conta do discurso. É uma pena que isto tenha ocorrido porque quem sofre com isto são os estudantes normais da faculdade. Como cereja no topo do bolo, a minha universidade adoptou uma legislação contra o "discurso de ódio", que proíbe o uso de linguagem crítica dirigida às minorias, aos homosexuais e aos outros "grupos oprimidos". Obviamente, o único grupo que não está protegido pelas leis do "discurso de ódio" é o grupo dos estudantes brancos.

Atacando a História e os Valores Americanos

Durante alguns feriados - Dia de Colombo, Dia de Acção de Graças ("Thanksgiving"), etc - os vários grupos da "diversidade" levam a cabo seminários/apresentações em torno da forma como estes feriados injustamente celebram actos da "maldade do homem branco." O grupo Africano, o grupo Latino, e alguns outros grupos menos proeminentes, espalham pela faculdade panfletos publicitando os seus eventos, onde - supostamente - se "revelará a verdade" (sobre o Dia de Colombo e os outros feriados).

Com relativa frequência, a nossa faculdade recebe um palestrante convidado que nos fala do racismo, do aquecimento global, da grandeza de Obama, ou dos méritos da diversidade. Todos os grupos da "diversidade" - desde aqueles que fomentam a depravação sexual até aqueles que promovem uma mensagem contra os brancos - são tornados viáveis devido ao "concílio da diversidade" da faculdade, do qual falarei num próximo ensaio.

Esta mentalidade anti-brancos foi visivelmente má durante as recentes eleições presidenciais. Uma esmagadora maioria do local onde estudo é esquerdista, e desde logo, vota no partido Democrata.  Depois de eu ter votado, falei com raparigas brancas, estudantes do primeiro ano, que se econtravam particularmente alegres por terem votado no Obama.  Depois de lhes ter dito que havia votado no Mitt Romney (devido à raiva que sentia contra o presidente actual), perguntei-lhes dos motivos que lhes levaram a votar no Obama. Uma delas disse que temia que Romney "proibisse o aborto", ao mesmo tempo que outra afirmou, "Sou mulher e como tal, eu tinha que votar no Obama..."

Aparentemente, muitas jovens mulheres erradamente acreditaram nas alegações feitas pelos órgãos de comunicação de que Romney era contra as mulheres e contra os seus direitos. Fiquei chocado ao ouvir estas mulheres justificarem as suas decisões com base na tolerância do candidato para a matança de bebés! Isto é, suponho, o quão baixo nós caímos.

Mais tarde, uma festa - consequente dos resultados das eleições - foi levada a cabo na zona central da faculdade. Por lá encontrava-se uma larga multidão, e eu ouvi muitos estudantes discutirem o "racismo" de Romney e os males que ele instalaria se por acaso se tornasse presidente.  Havia uma ridicularização maciça levada a cabo contra os apoiantes de Romney, que eram qualificados de “ignorantes pacóvios, vítimas de lavagem cerebral" (quão irónico!).

Sempre que era anunciado que Obama havia vencido um estado, os estudantes manifestavam-se de forma efusiva como se a sua equipa favorita tivesse vencido a Super Bowl. Algumas das reacções mais caóticas foram levadas acabo pelos estudantes Africanos e Latinos - que nem sequer podiam votar. (...)

Quando Obama foi finalmente anunciado como vencedor, os estudantes enlouqueceram - arrancando todos os banners com a imagem de Romney e decapitando imagens suas presentes em cartazes de tamanho real. Este tipo de comportamento foi levado a cabo principalmente pelos estudantes brancos - muito provavelmente numa tentativa de limparem as suas almas devido ao "privilégio do homem branco" e devido à escravatura.

O que me surpreendeu de forma impactante foi a facção demográfica que apoiava Obama de forma mais vigorosa, e criticava Romney: as jovens mulheres brancas.  Eram elas que pareciam mais jubilantes - mais ainda que os estudantes que pertenciam às minorias. Foram elas que acreditaram piamente nos mitos levantados contra os Republicanos, para além de acreditarem muitas esperanças numa recuperação económica liderada por Obama.

Tal como sabemos, elas tornaram-se num alvo particular dos Marxistas culturais quando estes se aperceberam do seu potencial como "classe oprimida". Havendo enganado as mulheres brancas com as mentiras da Esquerda, as taxas de natalidade dos brancos vão continuar a diminuir e, consequentemente, eles tornar-se-ão cada vez mais demograficamente irrelevantes.
...
Este ensaio serve como uma visão global das minhas observações. Tenho ainda que cobrir as mentiras esquerdistas que são ensinadas dentro das salas de aula, para além das formas através das quais o Marxismo Cultural manipula a mente dos mais jovens. Na minha próxima edição, escreverei mais sobre o "concílio da diversidade" da minha faculdade e os métodos que eles usam para amordaçar a discussão e intimidar os estudantes.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT