Se tencionas levar a cabo um assassinato ou uma violação na Austrália, certifica-te de que não és branco, Cristão, anglófono ou heterossexual uma vez que se fores, é bem provável que a tua fiança não receba o mesmo tratamento que as fianças das pessoas que não pertencem aos grupos supracitados.Segundo a nova lei em torno das fianças, os assassinos e os violadores vão poder aguardar o julgamento fora da prisão.
Apesar dos protestos das forças policiais, o relatório da "Law Reform Commission" emitido pelo Procurador-Geral Greg Smith recomendou também um tratamento especial nas fianças dos aborígenes, dos nativos das Ilhas Torres Strait , dos homossexuais e de todos aqueles que venham de culturas não-anglófonas.
O relatório advoga que os jovens, as pessoas com deficiências mentais ou cognitivas, os aborígenes e os nativos das Ilhas Torres Strait recebam consideração especial - e se por acaso alguma fiança for estabelecida, "qualquer vulnerabilidade ou necessidade deve ser levada em consideração."
Estas vulnerabilidades ou necessidades incluem "ter uma deficiência ou doença, ser idoso e frágil, ser duma minoria étnica ou religiosa, ser originário duma cultura não-anglófona, ou ser gay, lésbica, bissexual, transgénero ou interssexual."
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Esta notícia revela a forma como a esquerda militante olha para as minorias étnicas, religiosas e para os grupos com "sexualidade alternativa". Para a esquerda militante, estas pessoas estão ao mesmo nível dos deficientes mentais ou pessoas com insuficiências cognitivas ou físicas; são, como dito em cima. "necessitados" ou "vulneráveis".
Ou seja, para a esquerda militante, os negros, os gays, as lésbicas, e os não-Cristãos pertencem a um grupo necessitado e vulnerável que, por si só, não conseguem prosperar. (E, obviamente, os únicos que "entendem" as "necessidades" destes grupos são os esquerdistas.)
A perda do princípio fundamental da igualdade perante a lei é um testemunho do sucesso do marxismo cultural na sua destruição dos fundamentos da superior Civilização Ocidental.
Recado para a esquerdalha: ser aborígene, negro, chinês, indiano não é uma "necessidade" ou uma "vulnerabilidade" mas sim características biológicas inatas, dignas do mesmo respeito e consideração que todas as outras. Achar que certos grupos étnicos não são capazes de olhar por si, e que, como consequência, devem receber facilidades legais, é uma atitude condescendente e paternalista por parte de quem pensa assim.
Segundo o esquerdismo, este africano e este aborígene são "vulneráveis" precisamente por serem da etnia que são.