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sábado, 30 de novembro de 2013

Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?

Uma história perturbante chega-nos de Oregon. Um homem de 18 anos encontra-se na prisão, acusado de ter abusado sexualmente de 4 raparigas da escola secundária. Ele admite ter tido relações sexuais com elas, mas afirma que todas elas foram consensuais. Para além disso, ele afirma que as acusações levantadas contra ele não são justas, uma vez que todas as raparigas eram menores quando os alegados crimes ocorreram, mas ele também era menor. No entanto, ele foi legamente acusado e elas não.

Falando da partir do local onde se encontra preso, ele afirmou:

E eu tomei parte em actividade sexual com estudantes demasiado novas para dar o seu consentimento. Bem, eu também era demasiado novo para dar o meu consentimento. Portanto, se eu sou demasiado novo para dar o meu consentimento, e elas são demasiado novas para dar o consentimento, porque é que só eu é que devo assumir a responsabilidade pelo que fizemos?

Ele diz que passaram-se meses depois que os alegados crimes ocorreram, e ele nunca ouviu falar de algum tipo de problema em relação a isso. Só quando ele fez 18 anos é que alguns detectives vieram ao seu trabalho e prenderam-no onde ele se encontrava. Consequentemente, ele foi despedido.

Walter (o nome do rapaz) diz que teme ir para a prisão, e está preocupado com o facto de que, se for considerado culpado, ele se tenha que registar como agressor sexual. E mesmo que seja ilibado, as acusações permanecerão com ele para o resto da sua vida. Ele disse que tem estado na prisão há já duas semanas e ainda não falou com um advogado.
..

Tudo isto é o seu lado da história. Até pode ser que ela as tenha, de facto, violado. Mas se o que ele diz é verdade, isto lembra-nos o infame caso da Milton Academy, que ocorreu em  Massachusetts há já alguns anos, quando uma jovem de 15 anos teve relações sexuais com vários rapazes menores no balneário dos rapazes. Todos eles tinham 16 anos. Os rapazes, e só os rapazes, foram expulsos e acusados de violação, e obrigados pelo tribunal a pedir desculpas públicas à rapariga e à sua família, e forçados a executar serviço comunitário.

Alan M. Dershowitz, professor de Direito e advogado de defesa cuja filha frequentou a Milton Academy, disse o seguinte:

Como critério de acusação, eu nunca vi uso mais sem sentido que este. A ideia de que estes jovem devem ser catalogados de 'violadores' ao mesmo tempo que a rapariga  é definida como 'vítima' é um absurdo.

Leiam as linhas que se seguem, se querem sentir o vosso sangue ferver. Os rapazes de 16 anos foram forçados a ler a desculpa à rapariga e à família, em tribunal aberto, como parte do seu acordo legal.  Um dos rapazes foi forçado a ler o seguinte:

Não passa um dia desde o incidente sem que eu deseje ter tido mais respeito por ti, por mim e por todos os envolvidos. Entendo que ao tomar parte do incidente eu coloquei-me numa situação perigosa que nenhum de nos alguma vez imaginou.

Outro rapaz leu:

Todos os dias arrependo-me muito do que aconteceu. Todos os dias eu penso no quão magoada tu deves estar, e em como deve estar perturbada a tua família. Mais do que tudo neste mundo, eu gostaria de poder voltar o tempo atrás. . . . Tudo o que posso fazer agora é pedir as minhas desculpas sinceras e genuínas pelas minhas acções e desejar-te felicidades na vida.

A família da rapariga permaneceu no tribunal ouvindo tudo de cara fechada enquanto os rapazes eram publicamente castrados da sua masculinidade.

Fonte

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"Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?" Ora, porque, no fundo no fundo, as mulheres (e os tribunais) sabem que os homens são responsáveis pelo comportamento feminismo. É dever dos homens  exercer algum tipo de controle sobre o comportamento feminino, e isso é algo bem embutido na psicologia feminina - isto é, elas sabem que os homens devem ter algum poder e autoridade sobre elas e sobre o que elas fazem.

O problema é que a cultura actual rejeita a noção do homem como controlador dos actos femininos, mas espera que ele continue a responsabilizar-se pelo mesmo comportamento sobre o qual ele não tem autoridade.

Quando uma mulher bebe e tem um acidente rodoviário, ela é 100% responsabilizada pelas consequências, mas se ela bebe, e tem sexo CONSENSUAL com um homem, e se arrepende posteriormente (vergonha), a "culpa" é dele (pela vergonha dela, e não pelo sexo). A "vergonha" da mulher tem unm preço, e esse preço tem que ser pago pelos homens.

Deve ser também por isso que a violência doméstica entre mulheres receba tão pouca publicidade, mas a proporcionalmente inferior violência doméstica de homens para mulheres receba tanta atenção.

Se a mulher actual puder culpar um homem pelo seu mau comportamento, ela assim o fará.

É também por isso que a cultura de vitimismo do feminismo é tão bem sucedida entre as mulheres. Essencialmente, o feminismo é atribuir aos homens a culpa de todo o mal que ocorre (e supostamente ocorreu) com algumas mulheres, mesmo que esse "mal" seja inteiramente causado pelas escolhas voluntárias das mulheres:
  • "Eu bebi, e dormi com vários homens. Onde estavam os homens para me impedir disto? Maldito patriarcado!"
  • "Faltei várias vezes ao emprego e outra pessoa foi promovida no meu lugar. A culpa, obviamente, não é minha, mas sim dos homens que não me impediram de faltar tanto. Vou processar a empresa!"
Mudando de assunto (e daí talvez não), uma jovem mulher levou a cabo um acto sexual em público (com um homem), mas depois, envergonhada com o que VOLUNTARIAMENTE fez, disse que foi "violada". Aparentemente o homem é culpado pela vergonha que ela sente e como tal, ele tem que pagar por isso. Abençoada tecnologia que permitiu que as fotos circulassem por todo o mundo antes dum juiz (ou juíza) poder perder tempo a ler os documentos legais da "acusação".

Um pouco por todo o mundo, existem mulheres envergonhadas pelo que fizeram no passado, buscando um homem a quem atribuir culpar. Esse homem podes muito bem ser tu.

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sábado, 5 de outubro de 2013

Violência bárbara levada a cabo por 3 mulheres

Um video mostrando 3 raparigas a pontapear um pequeno cachorro até a sua morte tem circulado as redes socias. No vídeo, 3 raparigas são vistas a pontapear o cão (cada uma na sua vez) até que o mesmo morra.

Uma quarta pessoa gravou todo o evento e ocasionalmente, essa pessoa atirava o cachorro para o centro do evento sempre que ele fugia.

Durante o processo todo pode-se ver o cachorro a tentar fugir da situação ao mesmo tempo que emite sons de dor e de choro à medida que é pontapeado.

O vídeo já foi entretanto, removido do YouTube mas pode ainda ser visto aqui: http://ow.ly/pww3B (audiovisualjunkie)

O vídeo tem a duração de 20 minutos mas só se passam 6 minutos até que o cachorro se encontre demasiado fraco para tentar fugir.

Tendo por base o ambiente em redor, o vídeo parece ter sido gravado dentro duma casa localizada numa área residencial. Não se sabe se as raparigas têm algum grau de parentesco entre si.

Segundo se sabe, as raparigas são das Filipinas mas não se sabe se o vídeo foi gravado nas Filipinas.

As reacções ao evento nojento são, na maioria, de raiva. Um dos comentadores sugere que se cortem os dedos das raparigas e que se dispare sobre os seus joelhos e sobre os seus cotovelos. Outro comentador diz que o vídeo está ao nível duma decapitação levada a cabo por maometanos.

O final do vídeo é simplesmente horrível. Mesmo depois do cachorrinho estar morto, as raparigas continuam a mutilar o cadáver do jovem cão.

A "Philippine Animal Welfare Society" (PAWS) já respondeu aos apelos para que tome alguma acção contra as mulheres envolvidas no vídeo.

Fonte: http://bit.ly/15OcEbh


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Mais uma evidência de que a maldade não conhece sexo; tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de actos de violência extrema. A diferença é que a maior parte das violência feminina é direccionada às crianças, aos idosos e (como se vê pela notícia) aos animais mais fracos.



quarta-feira, 24 de julho de 2013

O porquê da liderança feminina gerar infelicidade

O Imperativo Feminino é demasiado exclusivo para permitir suficiente coesão social. O texto que se segue foi visto aqui.

Eis aqui uma experiência interessante: decidi testar a ideia do Vox [Day] de que ter mulheres no local de trabalho era mau para a sociedade e para a relação entre os sexos.  Eu tenho permissão para ocasionalmente fazer pequenas experiências sociológicas uma vez que sou professor de [EDITADO] na China. Eu ensino rapazes e raparigas do ensino secundário. O grupo-amostra era composto por 12 raparigas e 9 rapazes.

Há poucos dias atrás tivemos aqui na PRC o "dia da mulher" e nesse dia, por volta das 10 da manhã, eu trouxe um conjunto de guloseimas e bebidas para a turma. Os adolescentes estão sempre com fome como tal, quando eu mostrei a comida à turma, ganhei a sua atenção.

Uma vez que era o dia das mulheres, eu reuni a comida e a bebida numa mesa e deixei que as mulheres fossem as primeiras a escolher. A comida em si era composta por carne temperada, pés de galinha (algo muito apreciado por aqui) e muitas outras coisas.  As raparigas foram as primeiras a escolher - uma sacolinha para cada uma e uma bebida para cada uma. Naturalmente, elas escolheram as melhores coisas logo à primeira e deixaram o que restava para os rapazes.

Por esta altura aconteceu uma coisa interessante.

As raparigas recusaram-se a partilhar o que quer que fosse, *excepto* com os dois rapazes mais populares da turma. Estes dois era claramente livres para viajar por entre as mesas e comer o que  quisessem das mesas das raparigas. Os rapazes menos populares ou não tentaram nada ou os seus pedidos foram recusados pelas raparigas de forma seca (por vezes esta recusa não foi nada simpática). A melhor comida foi para estes dois rapazes (um em particular) que dominavam a cena social ao mesmo tempo que os outros sete rapazes se contentaram com os seus sacos cheios de itens menos desejáveis.

Dois dias mais tarde, a mesma turma celebrou o "dia dos rapazes" e houve mais uma vez oferta de comida semelhante à comida do "dia das mulheres". Desta vez, no entanto, eu permiti que os rapazes (e não as raparigas) fossem os primeiros a escolher a mesma quantidade que eu havia permitido no "dia das mulheres". Os rapazes levaram os melhores itens existentes na mesa e deixaram o resto para as raparigas. No entanto, depois de tudo estar distribuído, as raparigas - todas elas - visitaram e sentaram-se perto dos rapazes com a melhor comida.

Como a vinda dos rapazes para a mesa era aleatória, os dois rapazes mais populares não foram os primeiros a escolher. De modo geral, houve uma maior mistura e a cena social estava distribuída de forma mais equitativa entre os rapazes e as raparigas. Para além disso, todos tiveram a possibilidade de saborear da melhor comida. 

Os rapazes que estavam num escalão social mais baixo tiveram atenção das meninas e começaram a agir de um modo mais confiante. Eles tinham algo que as raparigas *queriam*, e isso inverteu a estrutura de poder e tornou as raparigas mais simpáticas quando comparadas com a atitude mais agressiva observada dois dias antes.

Por parte das raparigas houve muito menos respostas agressivas (que elas usaram e abusaram no dia das mulheres sempre que os rapazes menos populares queriam algo), e as respostas menos simpáticas que ocorreram eram de teor mais brincalhão e não maldoso. Até as raparigas mais feias tiveram acesso a uma parte da comida boa, exactamente o contrário do que os rapazes haviam experimentado.

Posso declarar facilmente que a felicidade geral era maior do que no dia em que as raparigas foram as primeiras a escolher. Dito de outro modo, quando as raparigas tiveram o poder, elas não o usarem da melhor forma, e toda a turma sofreu com isso.

O status quo estava muito longe de ser justo, e uma super-maioria dos rapazes foi deixada sem nada de produtivo para fazer (a menos que se considere sentar sozinho e sentir um profundo ressentimento algo de produtivo).

Embora isto dificilmente seja uma experiência controlada, foi muito interessante ver o desenrolar das coisas ao nível mais pequeno. Não creio que seja uma extrapolação injustificada afirmar que algo análogo a isto está a ocorrer no mundo.

Deixem os rapazes escolher primeiro, e eles alegremente partilham o que têm com as raparigas. Isto não requer qualquer tipo de treino ou incentivo; os rapazes fazem isto naturalmente. Deixem as raparigas ter o poder, e elas naturalmente deixam de fora a maioria dos rapazes com a excepção dos chamados "machos alfas". A felicidade geral era também bem inferior.

* * * * * *
Esta experiência bastante reveladora da dinâmica social é uma imagem do que está a acontecer no mundo Ocidental: o poder está a ser transferido dos homens para as mulheres (embora na verdade, esta "transferência" de poder seja ilusória, como se vai ver mais a seguir), e consequentemente, a felicidade geral (incluindo a das mulheres) está em queda livre.

Note-se uma coisa muito importante, já ressalvada pelo autor da experiência: quando o poder está nas mãos das mulheres, a esmagadora maioria dos homens sofre, com a excepção dos chamados "machos alfa". Curiosamente (ou talvez não) são os machos alfa os grandes financiadores e promotores do feminismo na sociedade ocidental. São eles que controlam os estabelecimentos de ensino, os média, os maiores partidos políticos, as leis e tudo o mais. O feminismo é-lhes bastante útil visto que, simulando uma transferência de poder dos homens para as mulheres (quando na verdade a transferência é dos homens não-alfas para as mulheres), eles (os alfas) destacam-se ainda mais, obtendo das mulher o poder que elas pensam ser delas.

Tomando como referência apenas e só a área sexual, a partir do momento em que a mulher obteve maior poder sobre a sua sexualidade, ela passou a estar mais à disposição para uso dos machos alfa. Antigamente, na era do "patriarcado opressor", se um macho alfa quisesse obter intimidade sexual com uma mulher, ele tinha que casar. Hoje, graças ao feminismo e à "emancipação" da mulher, os alfas têm várias mulheres à sua disposição para uso e desuso.

Algumas pessoas afirmam que 20% dos homens usufruem da sexualidade de 80% das mulheres modernas. Não sei se há dados concretos que confirmem isto, mas não é difícil aceitar esta declaração como verídica. Como se viu em cima, a maior parte das mulheres não está disposta a partilhar o que é seu com a esmagadora maioria dos homens, deixando isso só para os destacados.

Outra coisa interessante é saber que, quando os homens têm o poder nas mãos, até as mulheres com beleza inferior são beneficiadas. Isto é muito melhor que o poder nas mãos das mulheres visto que quando elas o têm nas mãos, elas concorrem entre si pela atenção dos alfas, e estes só escolhem as mais bonitas, deixando as menos atraentes de lado.

Resumindo, a felicidade da mulher é superior quando o poder está na mãos dos homens. Por outro lado, o poder dos machos alfa é maior quando eles simulam uma ilusória transferência de poder dos homens [medianos] para as mulheres.

É por estas e por outras que é seguro afirmar que quanto mais feminizada (e emasculada) uma sociedade está, piores serão ser os níveis de felicidade geral (dos homens e das mulheres). E como pessoas infelizes não são produtivas, é também seguro afirmar que as sociedades sob o domínio do feminismo (e do "poder feminino") caminham a passos largos para a auto-destruição. Mas, como já se sabe, é mesmo esse o objectivo - destruir a civilização ocidental.

Conclusão:

O patriarcado funciona porque ele é o sistema que melhor se adapta ao ser humano. O matriarcado não funciona porque é anti-natural, genuinamente opressor e causador de infelicidade geral. Quem luta contra o patriarcado Cristão, luta contra a ordem social do mundo ocidental, e contra a coesão social. Desde logo, quem luta contra a ordem social é inimigo da sociedade e deve ser encarado com o tal.

Disto se conclui que o feminismo e o esquerdismo no geral são inimigos da civilização e devem ser tratados como tal.



sábado, 25 de maio de 2013

Quem é o mais provável iniciador do ciclo de violência?

O Dr Warren Farrell perguntou a uma professora secundária para registar o número de vezes os rapazes batiam nas raparigas durante as aulas, e o número de vezes que as raparigas batiam nos rapazes. 

A pesquisa, levada a cabo durante 3 anos (1989-92) numa escola secundária da Califórnia, foi levada a cabo por Elizabeth Brookins (Departamento de Matemática).

O Dr Farrell escreveu:

Pedi [à senhora Elizabeth Brokins] se ela poderia contabilizar a frequência com que os rapazes e as raparigas se atingiam pela primeira vez. 

Ela concordou, e não estando disposta a perder uma potencial lição de matemática, pediu a uma das suas turmas para levar a cabo uma "pesquisa" de modo a registar todas as vezes que os rapazes e as raparigas iniciavam uma chapada ou um soco num membro do sexo oposto (no recreio ou nas salas de aula).

Quando a Liz reportou os resultados, ela ficou um bocado embaraçada:


Bem, quando eu comecei a registar as agressões, o rácio era de 20 para 1 - na maior parte raparigas a bater nos rapazes nos braços, e dando-lhes uma chapada ocasional. No entanto, temo que eu tenha estragado a pesquisa. 

Fiquei tão irritada com o facto das raparigas "darem início ao cíclo de violência", como tu colocaste as coisas, que comecei a dar mini-palestras durante as aulas, e as raparigas que faziam a pesquisa começaram a dar sermões às pessoas que estavam a observar. Devido a isto, o número de raparigas a bater nos rapazes baixou.

Eu contaminei os resultados!

...
Não existe motivo algum para se assumir que esta atitude feminina de dar início ao ciclo de violência diminui com a idade. 

Isto, obviamente, não justifica qualquer tipo de violência que ela possa vir a sofrer, mas demonstra que a violência doméstica é um assunto muito mais complexo do que aquele que somos levados a acreditar.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Misandria no sistema de ensino


Uma das razões-chave que leva a que os rapazes se atrasem nas salas de aula (quando comparadas com as meninas) foi revelada hoje pela primeira vez: as professoras.

Pesquisa de proporções inovadoras mostrou que os rapazes reduzem as suas expectativas se acreditam que o seu trabalho vai ser avaliado por uma mulher visto que eles são de opinião que a nota será inferior.

A pesquisa revelou também que as suas suspeitas estão correctas: em média, as professoras atribuíram notas mais baixas aos rapazes do que as notas atribuidas por avaliadores externos não-identificados.


Os resultados, publicados hoje pelo "Centre for Economic Performance", podem ter repercussões imensas para os rapazes devido à escassez de professores [homens]. Apenas 15 porcento dos professores primários são homens.

Estes resultados foram descritos ontem como "fascinantes" por parte dum dos pesquisadores académicos de topo, o professor Alan Smithers, do "Centre for Education and Employment" na Universidade de Buckingham. Smithers afirmou que as pesquisas, levadas a cabo junto de 1,200 crianças em 29 escolas, exibiram uma causa possível por trás do fosso de performance entre os rapazes e as raparigas durante a educação escolar.

O estudo revelou também que as meninas esforçavam-se mais quando tinha um professor, visto que acreditam que teriam melhores notas. Estas suspeições, no entanto, não se confirmaram uma vez que os professoras deram essencialmente as mesmas notas que os avaliadores externos às estudantes. 

Segundo o estudo, os rapazes acreditavam que as suas respostas seriam 3 porcento inferiores se as mesmas fossem classificadas por uma mulher. Por sua vez, as estudantes acreditavam que os seus resultado seriam 6 porcento mais elevados se classificados por um homem.

O professor Smithers disse:

É um estudo fascinante, que ressalva a importância da avaliação independente para a examinação de estatuto elevado.

Fonte

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Para se ter verdadeira noção do que este estudo revela e significa, substituam "rapazes" por "negros" e "meninas" por "brancos". Agora, se um estudo social rigoroso revelasse que os professores brancos davam notas mais elevadas aos alunos brancos (ou notas mais baixas aos alunos negros), isso seria uma descoberta horrível e provavelmente passível de processo criminal ; muitos alunos negros estariam a ver a sua vida profissional condicionada devido à atitude de um ou mais professores mal intencionados.

No entanto, o estudo aludido no post revela que, em média, as mulheres dão notas inferiores aos rapazes precisamente por eles serem rapazes. Pior que isso, estes estudantes - de alguma forma ou outra - já sabem, que se eles, como membros do sexo masculino, forem avaliados por uma mulher, existem grandes probabilidades de não lhes ser feita justiça. Isto parece indicar que existe uma grande dose de activismo misândrico junto de muitas mulheres presentes na área do ensino

"Fascinante", sem dúvida.



sábado, 29 de dezembro de 2012

Sistema de ensino inglês favorece as meninas e prejudica os rapazes

Fonte

Na sua ânsia de promover a ideologia feminista, o sistema educacional [inglês] está a prejudicar os rapazes. Qualquer sucesso masculino actual é visto como uma vantagem sexual, e não algo resultante de trabalho árduo ou do direito humano de prosperar. Os rapazes são amorosos, carinhosos, inteligentes, engraçados e inocentes, mas a sociedadde raramente lhes dá credito por isto. Em vez disso, é-lhes dito que eles são estupidos, emocionalmente atrofiados, depravados e violentos, estabelecendo assim o destino social dos rapazes mesmo antes deles abandonarem a escola.

O vídeo que se encontra mais embaixo descreve a experiência pessoal dum rapaz que esteve dentro do sistema educacional inglês entre 1997 a 2006. O mesmo foi baseado no conteúdo dum post online do utilizador "Duran", do fórum antimisandry.com. A transcrição, que é uma versão resumida do post original, encontra-se a seguir ao vídeo.




Nasci no ano de 1991, dentro duma família feliz; tinha uma irmã seis anos mais velha, e dois pais amorosos. O meu pai era o provedor da família e a minha mãe, que era doméstica, costumava levar-nos para a escola, ir-nos buscar quando estavamos doentes - basicamente, ela fazia as coisas de mãe.

Os meus primeiros anos escolares foram bons e a minha educação excelente; eu tinha notas elevadas, jogava futebol na equipa da escola e às vezes practicava  boxe. O meu pai e o meu avô (pai do meu pai) eram ambos pugilistas, e o tempo de união que passava com o meu pai no ginásio era fantástico.  A vida não poderia ser melhor.

À medida que ia chegando ao final da minha escola primária, comecei a notar uma tendência estranha; a minha família parecia ser uma minoria. Quando eu ficava em casa de amigos, eram quase sempre mães divorciadas ou apenas mães solteiras a olhar pelos meus amigos. Nunca prestei muita atenção a isso porque tinha só 6-11 anos, mas sempre perguntei aos meus amigos "Onde está o teu pai?"

Enfim, continuando para a minha transição para a escola secundária, foi aí que as coisas mudaram para pior. A escola secundária na Inglaterra engloba as idades que vão dos 11 aos 16 anos; não sei como é nos outros países.

Mal as aulas começaram, e naquela tenra idade, imediatamente foram-nos ensinadas as atrocidades que o homem ocidental havia feito contra todos os outros povos.  Nós fomos, literalmente, e sem exagero, ensinados a ter vergonha de nós próprios, do nosso sexo, e da nossa cultura, ao mesmo tempo que era ensinado às raparigas o quão fabulosas as sufragistas eram, e que sem elas, as raparigas ainda estariam debaixo da tirania dos homens malignos.

Lembro-me duma situação particular numa aula de História onde as professoras e as estudantes encontravam-se todas a rir da estupidez dos rapazes e dos homens. Enquanto as meninas todas se riam, lembro-me da professora ressalvar que "todos os homens tinham que lutar nas guerras, mas as mulheres não tinham. Mas eram sempre os homens quem começava com as guerras!" Lembro-me de olhar para os lados, para os rapazes, e vê-los sentados, estáticos, olhar vazio na face, dizendo nada.

Foi então que me apercebi! Eu também estava a fazer a mesma coisa que eles: nada.

No entanto, havendo sido submetido (pelo sistema de educação) a anos de politicamente correcto e auto-vergonha, não tinha conhecimentos para refutar o que me era dito. Tudo o que elas me diziam parecia ser verdade. Se não fosse o meu pai a ensinar-me desde a tenra idade sobre os feitos dos grandes homens do passado, eu realmente penso que seria mais um pateta triste indoutrinado pela ideologia feminista.

Esta experiência era, no entanto, um dos problemas que eu e os outros rapazes enfrentávamos por esta altura. Outro problema é que não só nós fomos ensinados a ter vergonha no nosso sexo, como fomos ensinados a ter vergonha da nossa raça. Sim, se tu eras um rapaz branco, Deus te livre, mas esperavam-te tempos difíceis: horas e horas de todas as atrocidades e crimes que os nossos antepassados infligiram aos Africanos, aos Nativos Americanos, ao povo Judeu, e, claro, às mulheres (porque as mulheres [brancas] não faziam parte do mal que os brancos haviam feito).

Não havia UMA ÚNICA menção de todo o bem que haviamos feito; só o mal. Se por acaso eles diziam algo de bom que o homem branco havia feito, eles nunca ressalvavam o facto disso ter sido feito por um homem branco. Só quando eles envergonhavam é que gostavam de ressalvar as características da pessoa ou grupo de pessoas que estavam a envergonhar.

Enquanto isto decorria, nós tinha o Mês da História Negra para celebrar os feitos da cultura negra e dos negros em geral. Eu não só não tenho problemas nenhuns com isto, como acho fantástico que as pessoas possam celebrar a sua própria cultura. Mas isso trouxe-me ao pensamento uma coisa: quando é que nós teremos permissão para celebrar e ter orgulho na nossa cultura [branca]? A resposta? Nunca, visto que isso é politicamente incorrecto e essa linha de pensamento produz uma nação de Nazis, aparentemente.

Depois disto tudo, reparei numa mudança em mim: tornei-me apático, preguiçoso, desmotivado e eu, que aos 11 anos tinha notas que me colocavam no grupo dos 5% de topo do país, passei a ter notas que me colocavam no extremo oposto. Lembro-me que aos 11 anos era suposto ter só A* [ed: nota mais elevada] e ter As nas provas GCSEs [General Certificate of Secondary Education]. Bem, saí daquela escola sem um único GCSE. E porquê? Porque deixei de me importar com a escola; havia dias que nem aparecia porque já não aguentava mais. Era horrível ser descriminado desta forma pelas pessoas que não só nos deveriam estar a ensinar de modo objectivo, como também a dar uma educação normal.

Quando o meu pai se apercebeu que havia algo de errado, já era tarde demais para se fazer alguma coisa. Isto ocorreu nos últimos seis meses do ano, e a escola nunca avisou o meu pai da queda drástica nas minhas notas e da minha falta de comparência. Estes sentimentos não eram só meus; posso dizer que 90% dos rapazes que estavam no mesmo ano que eu não terminaram o ano com mais do que 1 ou 2 GCSEs. 

Por outro lado, muitas raparigas - na verdade, a maioria - acabou a escola com notas incríveis. Uma rapariga de quem eu gostava muito terminou o ano com 3 estrelas A, se bem me lembro. Ah, e a minha irmã não só terminou a escola primária com notas altas, como deu continuidade a essas notas altas pela escola secundária, terminando-a com notas muito elevadas - tudo As e Bs.  Ela prosseguiu para os níveis A e estava a caminho de se tornar muito bem sucedida, aprendendo muitas línguas tais como o Alemão e o Latin, quando ela decidiu abandonar isso tudo, e concentrar-se em criar uma família.

Para a geração mais antiga que se encontra por aí: gostaria de vos dizer que isto é o que aconteceu com quem cresceu no sistema de educação dos anos 1997-2006. Claro que não posso dizer se isto acontecia em todas as escolas uma vez que eu não tinha forma de saber isso. Mas se todas as escolas eram como a minha, então estamos com problemas sérios. Fiquei a saber recentemente que os homens mais jovens recebem menos que as mulheres com idades entre os 20 e os 29.

A minha pergunta é: o que é acontecerá quando a minha geração tiver que viver no seu espaço neste mundo? Daquilo que sei da minha experiência, e dos factos ao meu redor, a maioria dos rapazes da mesma faixa etária que eu ou estão desempregados ou a desempennhar trabalhos básicos como reposição de prateleiras, escavação ou outro trabalho servil.

De forma literal, nós criamos uma geração de homens que têm ódio a si mesmos, sem uma figura paterna nas vidas, e mesmo os que têm uma figura paterna como eu, são prejudicados de forma dura pelo que têm que suportar da parte do sistema educacional. Honestamente, estou muito interessado em ver o que acontecerá nos próximos 20 anos. Será que as feministas se aperceberão que a sua auto-gratificação condena esta geração de homens, já de si destruída e ostracizada e com poucas hipóteses de ver todo o seu potencial de vida desenvolvido?

Eu fui um dos poucos que não ficou surpreso com os motins que ocorreram no Reino Unido; isto era algo pronto a acontecer. Era suposto esta geração de homens ser a espinha dornal do nosso futuro. Gostaria muito de saber o que a geração de homens mais velha pensa deste estado de coisas, e o que pensam da forma como os seus filhos têm sido tratados pelo sistema educacional e pela sociedade no geral.

Ah, e antes que alguém me acuse de culpar o sistema de Educação pelos meus fracassos, o meu pai  inscreveu-me numa escola só com rapazes, onde obtive 7 As nos GCSEs no meu primeiro ano (depois da escola mandatória ter terminado). Mais tarde passei por dois anos de "A levels" onde obtive 5 em todos eles. O que eu contei não é uma história para que alguém tenha pena de mim. Eu estou realmente interessado em saber o que vocês pensam que irá acontecer se o cenário por mim descrito é o mesmo que se verifica junto da maioria dos rapazes em crescimento.
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A produção deste vídeo foi um esforço conjunto entre Andy Man e Archi.

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Não é difícil prever o futuro se este estado de coisas se mantiver; os rapazes continuarão a abandonar  as escolas, e a obter empregos abaixo das suas capacidades, ao mesmo tempo que as mulheres continuaráo a ser artificialmente elevadas, só para escolherem profissões tais como professoras de Inglês, Sociologia ou Psicologia (e mais tarde, abandoná-las para constituir uma família).

As profissões STEM [Science, Technology, Engineering, Mathematics], tradicionalmente mais masculinas, continuarão a perder pessoas dispostas ou capazes de trabalhar nelas. [As mulheres têm a liberdade e a capacidade de trabalhar nestas áreas, mas elas normalmente escolhem áreas mais de acordo com a sua natureza empática e relacional.]

Isto tudo, note-se, como consequência da feminização do sistema de ensino como forma de colocar as mulheres no mercado de trabalho - quer elas queiram ou não queiram.  

Isto é o feminismo a destruir a vida de homens, mulheres e crianças.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

As consequências desastrosas do feminismo holandês


Fonte

Sete meninas riem-se juntas à mesa de jantar. Uma fala para a irmã, uma modelo vinculada contratualmente com uma famosa agência de modelos londrina. Outra fala do seu irmão casado, artista do norte de Inglaterra. A terceira - uma loira de 17 anos - diz que tenciona ser uma esteticista num barco de cruzeiro.

Estando presentes numa pequena casa, as persianas encontram-se fechadas para que ninguém possa espreitar. Três cães ladrarão furiosamente ao mínimo passo que se oiça à porta. Estas meninas da classe média, preparadas (inglês: "groomed") para a escravatura sexual por parte de gangues de rua, foram salvas dessa condição e vivem agora numa casa segura há poucas milhas de De Wallen - a famosa área Luz-Vermelha de Amesterdão (capital da Holanda).


Elas são sortudas; milhares de outras raparigas, algumas com 11 ou 12 anos de idade, ainda se encontram debaixo do poder predador dos gangues depois duma controversa experiência social ter legalizado os bordéis.

Num paralelo arrepiante aos escândalos que actualmente percorrem os municípios e as cidades inglesas, onde uma multidão de raparigas foi atraída para grupos dedicados a comercializar a sua sexualidade, os proxenetas holandeses buscam raparigas à porta das escolas e nos cafés, passando por "namorados", cheios de promessas, carros de topo e acesso a restaurantes exclusivos.

Os homens enchem as vítimas de vodka e drogas. Eles dizem mentiras de que as amam e que as suas famílias não se preocupam com elas. Então, eles marcam encontros armadilhados, onde grupos de homens violam-nas, frequentemente tirando fotos do ataque como forma de as usarem a as chantagem para mantê-las submissas.

Confusas e amedrontadas, e demasiado envergonhadas para revelar aos pais ou aos professores o que ocorreu, as raparigas são cinicamente isoladas das suas vidas anteriores e arrastadas para a prostituição.

Estes gangues são tão perigosos que as raparigas nunca saem de casa sozinhas, e quando se reunem para tomar um café no quintal nas traseiras, elas não têm permissão para falar das duas vidas passadas, não suceda que um vizinho as oiça.

Nunca se sabe quem tem ouvidos grandes,’ diz Anita de Wit, 48 anos, mãe de três filhos e mulher que levantou o abrigo de segurança no mês passado. Acredita-se que é o primeiro deste tipo em todo o mundo.

Estes gangues podem matar, e visto que com elas ganham muito dinheiro, farão todos os possíveis para as obter de volta. Não queremos que eles venham aqui e causem algum tipo de dano.

A Amesterdão vale-tudo há muito que foi saudada como uma meca sexual. Os distritos luz-vermelha atraem milhares de clientes, muitos deles turistas, que passam pelas ruelas onde prostitutas semi-nuas pavoneiam-se nas janelas de cerca de 300 bordéis iluminados com lâmpadas escarlates.

Há um século atrás, os bordéis foram banidos como forma de pôr término à exploração das mulheres por parte dos gangues de homens holandeses. No entanto, gradualmente, estes estabelecimentos sexuais rastejaram de volta e fizeram o seu regresso ao mesmo tempo que as autoridades fingiam não ver.

Em 2000, depois de pressão por parte das prostitutas (que exigiram reconhecimento como empregadas sexuais com direito a direitos laborais), e da intelligentsia esquerdista holandesa (defendendo a escolha da mulher de fazer o que ela bem quiser com o seu corpo) os bordéis foram legalizados. As "operárias" obtiveram permissões, acompanhamento médico, e actualmente 5,000 encontram-se nos distritos luz-vermelha.

Consequências

Mas as coisas correram terrivelmente mal. A industria sexual holandesa, agora legal, foi rapidamente infiltrada por gangues de rua que tinham em vista uma coisa: a rapariga menor virgem que poderia ser vendida para sexo. Os homens dos gangues são - de modo incongruentemente - apelidados de "lover boys" devido ao seu distinto modus operandi que consiste em causar a que as meninas se apaixonem por eles antes de as forçarem a levar a cabos actos de prostituição em apartamentos ou casas privadas por toda a Holanda.

O fenómeno lover boy deixou a sociedade holandesa horrorizada muito devido ao número de raparigas envolvidas. Tal como Lodewijk Asscher, 38 anos e um dos políticos mais importantes do país, diz:

Comportamento criminoso da linha dura está a acontecer por trás daquelas janelas. As meninas estão a ser fisicamente abusadas quando não trabalham o suficiente. Isto é escravatura, que foi abolida há muito tempo da Holanda.

Desde Janeiro que Lodewijk defende a aplicação de novas regras para os distritos "luz-vermelha". As prostitutas assinarão um registo e a idade mínima das operárias do sexo será aumentada para 21, como forma de impedir que as raparigas sejam forçadas pelos gangues de rua.

Os holandeses esperam que a podridão seja contida. Só no ano passado 242 crimes feitos pelos lover boy foram investigados pela polícia - metade deles envolvendo prostituição forçada de meninas com idades abaixo dos 18. Anita de Wit afirma que isto é uma fracção - "um porcento" - no número real. Ela diz que ‘Na Holanda, existem milhares de meninas a sofrer ataques predatórios por parte de gangues masculinos.

Imigrantes

Anita visita as escolas holandesas e avisa as meninas em torno da aparência dos lover boys. Ela não tem problemas nenhuns em afirmar que a maior parte dos gangues são operados por marroquinos e turcos nascidos na Holanda.

Não sou politicamente correcta. Não tenho medo de ser chamada de racista, embora isso seja falso. Eu digo às meninas que os lover boys são jovens, com pele escura e muito atraentes. Eles virão com muito dinheiro e com um carro enorme. 
Eles oferecerão cigarros e vodka e dirão às meninas que elas são bonitas. Os gangues sabem o tipo de meninas a escolher: as com problemas de confiança, com óculos ou com aparência de obesas. 
Eles elogiarão as meninas e passarão a imagem de "cavaleiro numa armadura brilhante."  Ela será atraída ao novo namorado como um íman.

A frontalidade da Anita é totalmente distinta da forma de agir da Grã-Bretanha, onde o politicamente correcto impediu a polícia e os assistentes sociais de dizerem as mesmas coisas às meninas: que em muitas zonas do país, especialmente no norte de Inglaterra, o homem atraente a falar com elas muito provavelmente é um paquistanês. Também eles enchem as meninas com alcool e presentes, fingindo-se namorados genuínos.

Esta semana um relatório centrado nos gangues sexuais ingleses - feito por Sue Berelowitz, "Deputy Children’s Commissioner" para a Inglaterra - foi criticado por não ressalvar a óbvia ligação entre os gangues asiáticos [muçulmanos] e a exploração sexual de raparigas brancas e mestiças. Berelowitz escolheu minimizar o factor racial apesar dos números oficiais mostrarem que uma percentagem preocupante dos homens envolvidos neste tipo de crime sexual serem de origem asiática [muçulmana].

Mohammed Shafiq, director da "Ramadhan Foundation" (Lancashire), organização de caridade que promove a harmonia étnica, visitou a Holanda para se inteirar do trabalho de Anita de Wit e da sua organização de apoio com o nome de ‘Say No to Lover Boys Now’. Ele afirmou que as autoridades britânicas tratam o assunto como um tópico tabu devido a receios de serem classificados de racistas.

Isto está errado. Estes gangues deveriam ser tratados como criminosos, qualquer que seja a sua raça.

Na Holanda, tal como na Grã-Bretanha, os abusadores pertencem a uma minoria dentro das suas comunidades - comunidades essas que estão horrorizadas com os seus actos. Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.

O pesadelo da filha

Anita deu início à sua campanha quando a sua filha Angelique - então com 15 anos - foi atraída para um gangue sexual depois de ter conhecido um marroquino de 21 anos num café perto da sua escola. Anita era divorciada e geria um restaurante numa povoação fora de Amesterdão quando tudo começou.

Eram 8 da noite quando Angelique chegou ao restaurante acompanhada com 3 amigos. Ela disse que um deles era o seu novo namorado, Mohammed. ‘Ele tinha um longo cabelo encaracolado, era bastante atraente e foi muito gentil comigo,’ recorda Anita.

A Angelique perguntou se poderia levar os três rapazes para casa, para tomarem um café, e eu disse que sim. Era suposto eu chegar a casa às 11 da noite e pensei que os meus outros dois filhos - um rapaz mais novo com 11 anos e uma irmã mais velha - se encontrariam por lá.

Mas quando Anita chegou a casa, reparou que todas as garrafas de álcool estavam vazias. Angelique encontrava-se deitada na cama, bêbada. Mohammed e os seus dois amigos haviam desaparecido. Embora Anita não soubesse na altura, Angelique havia sido violada por dois deles. O outro homem tinha levado o filho para  irem jogar futebol no parque, e a filha mais velha estava em casa de amigas.

Fiquei horrorizada. Angelique mentiu afirmando que tinha bebido demasiado álcool. Fiquei muito irritada por saber que ela tinha estado a beber. Disse que nunca mais queria ver o Mohammed dentro da nossa casa. Discutimos, mas esta era uma técnica clássica usada pelos lover boys — eles deliberadamente arranjam as coisas de modo a que a rapariga e os pais entrem em rota de colisão.

A partir desse momento, o comportamento da Angelique alterou-se e ela começou a faltar as aulas; quando ela ia às aulas, Mohammed e os lover boys estariam à sua espera com um grande carro com janelas escuras e matrícula falsa. Os professores queixaram-se junto de Anita, mas Angelique estava apaixonada por  Mohammed e em guerra com os professores e a mãe.

Ela ficava fora de casa durante horas, só voltando à noite. Às vezes elas ficava fora de casa durante dias, alegando que estava em casa de amigas. A realidade é que, Angelique estava a ter relações sexuais com vários homens marroquinos e gerando dinheiro para o seu "namorado", Mohammed.

O seu telemóvel tocava continuamente - dia e noite. Ela às vezes levava-o para a casa de banho. Quando olhei para as SMS, vi por lá mensagens violentas do tipo "Se não vens cá para fora agora, tu és a favor disto, tu e a tua família também!"

Passados que estavam alguns meses, Anita ligou à policia como forma de obter ajuda. A sua filha foi então levada para um tribunal de Família onde o Juiz ordenou que ela tivesse hora para chegar a casa. Para além disso, ela tinha que notificar a sua mãe do seu paradeiro de duas em duas horas.

A Angelique chegava a casa dizia "Olá", e saía outra vez. O Juiz disse que ela tinha que deixar o telemóvel no andar inferior, durante a noite, mas o gangue deu-lhe outro e continuaram a ligar para ela. Para além disso, eles deram-lhe cannabis e ela tornou-se dependente.

O Juiz, em desespero, enviou Angelique para uma prisão de menores onde, durante 11 meses, ela usou o seu cartão de telefone para se manter em contacto com  Mohammed. Eventualmente, no entanto, o relacionamento arrefeceu.

Quando, por fim, ela se mudou para um centro para jovens problemáticos, Anita esperou que as coisas melhorassem. Infelizmente, Angelique conheceu outro lover boy por lá. Este chamava-se Rashid e era um fantoche plantado para recrutar raparigas para os gangues sexuais. Ele persuadiu-a a fugir do centro e ambos dirigiram-se para Roterdão. Quando por fim chegaram lá, Angelique descobriu que também Rashid fazia parte dum gangue sexual. Ele foi forçada a trabalhar como prostituta.

Anita diz:
Ela foi forçada a engolir 14 comprimidos ecstasy por dia e a tomar GHB, uma droga date-rape. O gangue batia-a com um taco de basebol se ela se recusasse a ter relações sexuais com os homens que eram trazidos a ela. O seu cabelo castanho foi pintado com alvejante de cozinha porque eles disseram que os homens pagavam mais pelas loiras. Ela nunca me disse com quantos homens ela foi forçada a dormir.

Depois de seis semanas, Angelique escapou. Parou numa loja e ligou para a mãe, que a trouxe para casa. No entanto, e incrivelmente, os lover boys vieram atrás dela. Ela visitava o centro da cidade quando um estranho, um jovem marroquino, convidou-a para uma saída romântica. Ele prometeu à Angelique que ele era um namorado genuíno, mas mentiu: ele, tal como os outros, apenas a queria prepará-la para a prostituição.

O marroquino encheu-a de drogas, e pediu que ela fosse viver com ele num apartamento perto do distrito "luz-vermelha". Quando a Angelique, agora com 18 anos, concordou, ele disse que ele tinha dívidas e como tal, colocou-a a prostituir-se nos bordéis-janela em De Wallen.

Fui vê-la nas janelas,’ diz Anita. ‘Tinha que me manter em contacto com a minha filha. Foi só em Janeiro do ano passado que ela se apercebeu que havia sido explorada pelo gangue, e dedidiu regressar a casa.

Existem outras.

A história de Angelique é aterradora, mas na casa-segura existem outras igualmente aterradoras.  Há a história da Eline, que era uma virgem de 18 anos quando conheceu o seu lover boyturco numa festa de Ano Novo num clube juvenil local. Eline pensou que estava apaixonada por ele, mas passadas que estavam algumas semanas, ela havia sido violada por vários homens duma só vez, fotografada e chantajada pelo mesmo grupo se ela contasse alguma coisa aos pais (em vez de dormir com outros homens para ganhar dinheiro).

Ouvimos também a história de Beatrice que conheceu o seu lover boy quando andava de bicicleta para a nova escola. Ela tinha na altura 12 anos. O lover boy estava encostado ao seu carro, e tinha um enorme colar de ouro em volta do seu pescoço. Tinha a aparência dum actor dum vídeo de rap.

Alguns dias depois, ele voltou e disse que ela era bonita. Na quarta vez que se conheceram, ela concordou em ir com ele no seu carro. Ele levou-a para uma casa onde ele a violou. Ele disse, então, que ela era agora uma prostituta, propriedade sua, e que a sua relação era perfeitamente normal. Quando ela tinha 14 anos, Beatrice havia já dormido com dúzias de homens e tinha até sido coagida a ser usada pelo gangue como forma de recrutar outras meninas.

As raparigas da casa de abrigo, que têm idades entre os 15 os 25, escaparam agora dos horrores do seu passado, e estão agora a aprender a viver. Com o novo mínimo de idade para a prostituição e o registo das prostitutas, os ventos da mudança estão a assoprar sobre a indústria "luz-vermelha" de Amesterdão.

Mas Eline mexe a sua cabeça e diz: "Os lover boys estão sempre um passo em frente e estão a fazer uma fortuna com estas meninas. É o dever de todos dizer a verdade sobre o que está a acontecer - particularmente às potenciais vítimas."

A abordagem liberal holandesa em torno dos assuntos sexuais não só é uma lição muito forte de que o politicamente correcto não deve impedir as pessoas de vocalizar os receios que têm das actividades dos gangues sexuais, mas também um aviso de que esta forma de encarar teve consequências desastrosas nas vidas de muitas vitimas.


* * * * * * *

Como diz o escritor Vox Day, nenhuma sociedade sobreviveu à perda da sua religião e das suas crianças. A consequência final do secularismo, igualitarismo  [feminismo] e multiculturalismo não é um futuro brilhante e sexy, mas sim um aglomerado de pesadelos pós-religiosos, tal como já está a ser observada em Amesterdão. Isto não é progresso, mas sim um retorno ao mundo pagão que foi derrotado depois de Julião o Apóstata e Diocleciano.

O problema não é que a revolução feminista tenha "falhado", mas sim que a revolução foi uma alteração que trouxe de volta os padrões sociais antigos.

Uma das frases que melhor define a atitude dos muçulmanos envolvidos nestes gangues em relação às mulheres europeias é:

Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.


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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Feministas censuram a ciência

Em 2008 a Science Daily reportou um estudo levado a cabo pela Northwestern University que demonstrou que as raparigas possuem capacidades linguísticas mais elevadas que os rapazes, e que as diferentes habilidades nesta área parecem ser biológicas. Através de MRI (ressonâncias magnéticas) os pesquisadores descobriram que, quando comparados com os cérebros dos rapazes, os cérebros das raparigas trabalham mais e utilizam mais áreas durante as funções linguísticas . Isto levou os pesquisadores a concluir que o cérebro masculino é diferente do cérebro feminino.

Isto são más notícias para as feministas [e os activistas homossexuais] uma vez que elas insistem que o homem e a mulher são essencialmente iguais (colocando de lado as óbvias diferenças físicas) e que as distinções que existem entre um e outro são consequência da socialização, dos papéis de género e da discriminação. O cientista que afirmar o contrário, será punido pela polícia do pensamento. Provavelmente nós nunca saberemos o quanto a biologia influencia as distinções de género precisamente porque as feministas impedem quem quer que queira fazer pesquisas a esse nível.

Foi precisamente isso que aconteceu na Universidade de Harvard em 2005. Durante uma conferência académica, o então presidente de Harvard Larry Summers discutiu várias teorias que tentavam explicar o porquê de haver menos mulheres como professoras de matemática e ciência. Para além da discriminação de género, Summers fez flutuar a sugestão de existir uma diferente disponibilidade de aptidões no ponto mais alto - isto é, há mais homens que mulheres com as habilidades matemáticas e científicas de topo necessárias exigidas para se ser um professor de elite. Ele notou também que mais pesquisas seriam necessárias para explicar as discrepâncias de género.

Mas aparentemente, mais pesquisas é exactamente o que as feministas não querem. A mera sugestão de diferenças genéticas inatas causou que algumas feministas presentes entre a audiência saísse da sala a chorar. Uma professora com o nome de Nancy Hopkins disse que ela teve que sair da sala "senão eu teria desmaiado ou vomitado." (Embora Nancy Hopkins nunca tenha chegado a responder a Summers com um argumento científico, ela conseguiu reforçar o estereótipo de que as mulheres são demasiado emotivas para lidar com debates científicos e lidarão com situações complicadas chorando. Obrigado Nancy!)

Poucos meses depois, Summers foi forçado a abandonar a presidência da Universidade como forma de apaziguar as feministas histéricas, anti-ciência.

Previsivelmente, estudiosos que não são intimidados pelas feministas são ridicularizados e ostracizados. Em 2007, a cientista Louann Brizendine, neuropsiquiatra da "University of Califórnia San Francisco", publicou o seu livro The Female Brain, que tem como base mais de mil estudos em áreas como a genética, neuro-ciência e endocronologia. Depois de décadas de pesquisa, Brizendine concluiu que o cérebro masculino e o cérebro feminino são estruturalmente e hormonalmente distintos. Como tal, ela disse, "não há um cérebro unissexo; as raparigas chegam já estruturadas como raparigas, e os rapazes chegam já estruturados como rapazes."

Feministas que comentaram o livro da Drª Brizendine, e que não têm qualquer qualificação em neuro-ciência mas só uma fé de que a socialização é responsável por todas as diferenças de género, atacaram de modo selvagem o livro, qualificando-o de "lixo" e "assustador". Demonstrando a tradicional disponibilidade intelectual feminista para aceitar factos científicos, uma das feministas que comentou o livro alegou que "dei por mim a atirar o livro ao chão e a abandonar a sala, zangada e agressiva."

Com este nível de censura, não é surpresa o facto dos cientistas ocultarem as suas pesquisas que sugerem que os homens e as mulheres são distintos de forma inata. Podemos ter a certeza de que o livro The Female Brain nunca fará parte dum projecto de estudo nas universidades. Enquanto isso, os livros de sociologia e "estudos femininos" estão cheios de falsas alegações em torno dos sexos. A ciência legítima está a ser sacrificada no altar do politicamente correcto. A ideologia esquerdista com o nome de feminismo está a causar uma estagnação do conhecimento em torno das distinções genéticas.

Claro que nem todas as feministas rejeitam o que ciência demonstra em torno das distinções de género; o problema é que as suas vozes são abafadas pelas histéricas que abandonam salas, ou atiram livros ao chão, apenas e só porque não concordam com o que está lá escrito. No seu livro Professing Feminism, as professoras de estudos femininos Daphne Patai e Noretta Koertge descrevem a sua confrontação com uma colega feminista. A feminista estava zangada devido a mera sugestão de que os mães deveriam amamentar os seus próprios filhos visto que, citando a feminista zangada, "os homens também tem a capacidade de produzir leite."

Dada a atitude anti-ciência da comum feminista, podemos esperar pelo dia em que as feministas comecem a denunciar a ideia das mulheres terem ovários e os homens não.

Fonte


sábado, 14 de julho de 2012

O sexo como "construção social"

E criou Deus o homem à Sua Imagem
à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Génesis 1:27

Por Pär StrömMuitas feministas alegam que as distinções que podem ser observadas entre os homens e as mulheres são ensinadas. Segundo elas, são as expectativas ambientais que pressionam os rapazes a agir como rapazes e as raparigas a agir como raparigas. Estas diferenças, dizem-nos elas, permanecem por toda a vida.
Não se nasce mulher; torna-se numa.
Simone de Beauvoir (1908-1986).
A teoria em torno do género como uma construção social chegou até a ser aceite politicamente [na Suécia]. O governo social democrata da altura colocou isso mesmo na sua declaração governamental de 2002. Isto encontra-se na declaração governamental Skr 2002/2003:140.
Apesar da longa história em torno do trabalho activo em prol da igualdade, a nossa sociedade continua caracterizada por uma estrutura de poder de género. No futuro, o nosso trabalho deve possuir uma direcção mais feminista. Isto significa que temos que estar cientes da estrutura de poder de género - que as mulheres são subordinadas e os homens superiores - e temos que estar preparados para mudar esta situação. Isto significa também que o governo tem que considerar o masculino e o feminino como "construção social", isto é, padrões de género criados externamente após o nascimento através da nossa educação, cultura, enquadramentos económicos, estruturas de poder e a nossa ideologia politica.
Quem estuda as pesquisas e os dados científicos, em vez de documentos políticos, encontrará diferenças significativas entre os sexos já na altura no nascimento. Estas diferenças genéticas controlam muitos dos traços que estão por trás do nosso comportamento diário.

Quais são as diferenças entre os sexos?

Um dos grandes nomes desta área é Simon Baron-Cohen, professor na Universidade de Cambridge na Grã-Bretanha. Cohen desenvolveu a assim chamada 'E-S Theory' [daqui para a frente, referida apenas como EST] onde 'E' significa empatia e S significa sistematização. Ser empático implica que uma pessoa conecta-se a outros seres humanos, entende-os e comunica com eles. Sistematização significa que uma pessoa analisa, entende e constrói sistemas - sistemas abstractos ou sistemas técnicos.

Segundo a EST, e analisando a forma como o cérebro funciona, as pessoas podem ser divididas em 3 grandes grupos. Os tipos de cérebro são:
  1. O cérebro E onde a aptidão empática supera em muito a sua habilidade para sistematizar.
  2. O cérebro S onde a aptidão para sistematizar é maior que a sua aptidão para a empatia.
  3. O cérebro B onde as duas capacidades se encontram igualmente desenvolvidas.
Segundo o professor Baron-Cohen, o cérebro E é típico das mulheres e o cérebro S é típico dos homens. 1 Existem variações individuais e excepções mas o padrão geral é forte.

Outro pesquisadora que também possui um interesse pelo tópico é Annica Dahlström, professora emérita no departamento de química médica e biologia celular na Universidade de Gotemburgo. Ela dedicou 15 anos da sua vida a este assunto. No seu livro 'Gender is in the Brain' ["O Género Encontra-se no Cérebro"] ela reporta a complexa relação química entre os hormonas, o cérebro, e outros órgãos que, tanto antes como depois do nascimento, transformam os seres humanos em homens e mulheres.

Mesmo que existam discrepâncias individuais, Annica Dahlström afirma que existem coisas como características "femininas típicas", e características "masculinas típicas". Segundo Dahlström, em média as mulheres são:
  • Mais empáticas e preocupadas
  • Melhores na comunicação verbal e linguagem
  • Detectam mais nuances e detalhes com os seus olhos e ouvidos.
  • São mais sensíveis ao estado de espírito dos outro bem como aos sinais subtis
  • Podem fazer associações mais rápidas com informação guardada anteriormente
  • São melhores no multitasking [várias tarefas ao mesmo tempo]
Com os homens, no entanto, segundo Dahlström, eles:
  • Estão mais dispostos a correr riscos e a competir
  • São melhores a concentrar a sua atenção a um tópico de cada vez
  • São vastamente superiores no pensamento abstracto.
  • Possuem melhor visão tri-dimensional
  • São mais extremos (em ambas as direcções) no que toca a inteligência (embora a inteligência média entre os sexos seja a mesma)
Um terceiro pesquisador a levar em conta é Germund Hesslow, professor de neuro-ciência na Universidade de Lund. Ele afirma que as diferenças entre homens e mulheres encontram-se bem documentadas. Por exemplo, diz Hesslow, os homens, no geral, possuem uma habilidade superior para pensamento espacial e resolução de problemas matemáticos. Para além disso, os homens são mais agressivos e determinados no que toca a correr riscos.

As mulheres, diz Hesslow, são mais compassivas (especialmente com as crianças) e mais cuidadosas na escolha dos parceiros. Quando comparadas com os homens. as mulheres têm mais dificuldade em considerar relações sexuais breves. Tal como Dahlström, Hesslow também afirma que os homens exibem uma maior distribuição de inteligência que as mulheres.2

Eu poderia continuar a citar outros pesquisadores que documentaram as diferenças entre os sexos, mas em vez disso, vamos analisar o que as pesquisas dizem em tornos das causas dessas distinções.

Comportamento aprendido ou diferenças genéticas?

Pode-se dizer, portanto, que há distinções entre os sexos. Mas serão essas distinções aprendidas ou genéticas? Apesar do ambiente social ter influência, existe uma lista enorme de estudos científicos que ressalvam a enorme e significativa importância das diferenças biológicas entre os sexos. A Scientific American sumarizou a questão muito bem num artigo em torno do cérebro masculino e do cérebro feminino. Isto é que eles escreveram:
Durante a década passada, os investigadores documentaram uma surpreendente quantidade de variações [=diferenças] estruturais, químicas e funcionais entre o cérebro masculino e o feminino. 3
Analisemos um certo número projectos de pesquisa que demonstram que a genética encontra-se por trás de muitas das diferenças entre os sexos que podemos observar. Podemos começar na Suécia com Arne Müntzing, geneticista e professor de hereditariedade.

Ainda em 1976 ele estudou bebés com 12 semanas, que dificilmente poderiam ter sido influenciados pelos papéis de género [inglês: "gender roles"], e observou diferenças essenciais no comportamento dos rapazes e das raparigas. Müntzing escreveu:
Os rapazes ganham muito cedo um melhor entendimento da espacialidade, a posição dos corpos em relação aos outros. Esta é provavelmente a razão que leva a que, mais tarde, os rapazes se interessem mais que as raparigas em construções técnicas e problemas matemáticos.
As raparigas, por outro lado, buscam os problemas segundo um ângulo humano. Não é só o meio ambiente que leva a que as meninas coloquem os soldados de chumbo numa cama de algodão de modo a que eles estejam confortáveis e bem aquecidos. 4

No ano de 1999 a estudante de doutoramento Anna Servin - Instituto de Psicologia da Universidade de Uppsala - levou a cabo um estudo em 300 crianças. Este projecto foi feito em cooperação com pesquisadores e médicos do Hospital Huddinge Hospital. Servin detectou claras diferenças comportamentais presentes já aos 9 meses, diferenças essas que, posteriormente, aumentaram com o passar do tempo.

Ela escreveu na sua tese que é a quantidade de andrógenos (hormonas masculinos) que determina o comportamento da criança, incluindo coisas como o tipo de brinquedos com os quais a criança quer brincar.5

Esta é a forma como Anna Servin sumarizou as diferenças comportamentais entre os rapazes e as raparigas e a forma como estas características influenciam a escolha de brinquedos:
De modo geral, os rapazes possuem uma aptidão espacial; eles vêem e entendem como os vários tipos de construção funcionam e ficam mais satisfeitos com brinquedos de construção.
As meninas são melhor equipadas verbalmente e possuem um interesse maior nos relacionamentos. Como tal, escolhem brinquedos que estão de acordo com estas habilidades.

Fala a testosterona.

O professor Richard Udry - Universidade da Carolina do Norte - comparou os níveis de testosterona nos fetos femininos com a atitude e comportamento das mesmas pessoas 30 anos mais tarde. Ele verificou que há uma conexão entre o nível de testosterona durante a altura fetal e o nível de comportamento masculino/feminino nos seus 30 anos. O comportamento monitorizado nos adultos foi a sua atitude perante as crianças, casamento, trabalho, carreira e a sua aparência.

Níveis elevados de testosterona durante a fase fetal correspondiam a comportamentos menos femininos e atitudes menos femininas.6
 
Os ftalatos são um grupo de compostos químicos que inibem os hormonas sexuais. Oito pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram que os rapazes que são expostos aos ftalatos durante a fase fetal irão brincar de uma forma menos masculina com outros rapazes.7 Análogo a isto. Sete pesquisadores da Universidade de Cambridge concluíram que elevados níveis de hormona sexual masculino - testosterona - durante a fase fetal resultará num comportamento mais masculino durante as brincadeiras. 8
 
Um grupo de pesquisadores americanos e britânicos concluiu que o nível de testosterona durante a fase fetal determinará o quão interessada em sistematização a criança mais tarde ficará. Quanto maior for o nível de testosterona, maior será o interesse em sistematização. 9
 
Uma quarta pesquisa determinou que meninas que sofrem de "Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder" - isto é, níveis anormais da hormona masculina testosterona - irão preferir brinquedos de construção e brinquedos de transporte mais do que as outras meninas. Para além disso, elas irão brincar de forma mais dura e agressiva..10
 
Desde a mais tenra idade que os rapazes se encontram mais interessados em objectos mecânicos enquanto que as raparigas nutrem um interesse maior por caras. Um projecto de pesquisa mostrou que as raparigas com um ano de idade demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para a cara da mãe. Quando se mostravam filmes às crianças com 1 ano, as meninas demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para os filmes que exibiam uma cara, enquanto que os rapazes demoravam mais tempo a observar filmes que exibiam carros.11
 
Será possível que estas crianças de 1 ano tenham sido influenciadas pelas expectativas do mundo à sua volta em torno dos papeis de género? De modo a investigar esta crença, estes pesquisadores continuaram com o trabalho e levaram a cabo um estudo similar em crianças com 1 dia de vida.

As crianças poderiam escolher entre olhar para a cara duma mulher ou olhar para dispositivo móvel mecânico que, na sua cor, tamanho e forma, lembrava a cara. Os resultados demonstraram que os bebés masculinos dedicavam mais tempo a olhar para o dispositivo móvel enquanto que as bebés femininas devotavam a maior parte do tempo a olhar para a cara.

O professor Simon Baron-Cohen da Universidade de Cambridge apurou também que as meninas com 12 meses de idade possuem uma resposta mais empática aos problemas alheios que os rapazes com a mesma idade.12

Há algum tempo atrás o hormona feminino dietilestilbestrol foi usado para tratar as mulheres que haviam tido abortos espontâneos consecutivos. Isto viabilizou alguns interessantes projectos de pesquisa. Entre outras coisas, ficou demonstrado que os rapazes que nasciam de mulheres que haviam recebido o em cima mencionado tratamento - isto é, que haviam recebido hormonas femininos - demonstravam comportamento mais "feminino" e mais empático. Por exemplo, quando comparados com outros rapazes, eles demonstravam um maior interesse em brincar com bonecas.13
 
Outra pesquisa foi levada a cabo nos rapazes nascidos com a deformação IHH, significando que os seus testículos eram pequenos e, desde logo, produtores de quantidades menores de testosterona. Os estudos mostraram que estes rapazes eram piores que outros rapazes na sistematização de formas espaciais. 

Adicionalmente, existem rapazes que nascem com o AI Syndrome, condição que deixa os rapazes não-receptivos aos andrógenos (hormona sexual masculino) Eles são piores na sistematização espacial. Ao mesmo tempo, as raparigas nascidas com Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder, que, como dito em cima, resulta em níveis anormais de andrógenos (masculinos), são mais inteligentes na sistematização espacial que as outras raparigas.14
 
Existe também um projecto de pesquisa que demonstra como o nível de testosterona determina o nível de riscos económicos na idade adulta. Entre outras coisas, os pesquisadores estabeleceram que as mulheres que escolhem uma carreira na área das finanças possuem níveis de testosterona superiores, quando comparadas com outras mulheres.15

O periódico sueco Illustrerad Vetenskap (Ciência Ilustrada) escreveu recentemente
Pesquisas recentes mostram que os homens possuem 6,5 vezes mais massa encefálica cinzenta que as mulheres, enquanto que elas possuem 10 vezes mais massa encefálica branca que os homens. Isto pode explicar o porque dos homens serem melhores, por exemplo, em matemática, enquanto que as mulheres são melhores nas línguas.

Homo Sapiens é um animal.


Estudos em torno do mundo animal são interessantes uma vez que os animais dificilmente podem ser influenciados pelas normas sociais e papéis de género humanos. Se a natureza criou [sic] os animais de modo a que os sexos sejam distintos por motivos biológicos, porque é que os homo sapiens seria uma excepção? Seguem-se alguns projectos de pesquisa com os animais interessantes.

Um estudo usou um certo número de macacos a quem foram dados um certo número de brinquedos. Eles encontravam-se entre bonecas, camiões e brinquedos genericamente neutros como livros com pinturas. 

Os pesquisadores observaram como os machos passavam mais tempo a brincar com os brinquedos "masculinos" enquanto que as fêmeas passavam mais tempo que os machos a brincar com os brinquedos "femininos"

Ambos os sexos passaram o mesmo tempo em redor dos livros com imagens e em redor de outro brinquedos genericamente neutros.17
Outro projecto expôs os fetos fêmea dos macacos aos andrógenos (hormonas sexuais masculinos). Mais tarde, e nas suas brincadeiras, estas fêmeas exibiram um comportamento mais masculino que as demais fêmeas.18

Uma terceira pesquisa levada a cabo por um terceiro grupo de cientistas ofereceu paus como brinquedos aos macacos e observou como as fêmeas, de forma bem clara, brincavam com os paus como se os mesmos fossem bonecas, algo que os machos fizeram em escala muito menor.19

Num quarto projecto os pesquisadores deram dois tipos de brinquedos aos macacos - veículos com rodas e brinquedos de peluche. Os machos demonstraram um forte e persistente interesse nos veículos enquanto que as fêmeas não demonstraram qualquer tipo de interesse por nenhum dos brinquedos.20
Um quinto estudo em torno dos macacos demonstrou como, em larga escala, os machos focaram-se nos carros enquanto que as fêmeas preferiram as bonecas.21

Experiências foram também levadas a cabo com ratos. As fêmeas injectadas com testosterona à nascença aprenderam mais rapidamente a navegar pelo labirinto que as fêmeas sem o hormona. Elas atingiram também uma proficiência final superior que as fêmeas que não receberam o hormona masculino. O labirinto testava a aptitude espacial.22

Em jeito de conclusão podemos determinar que a alegação "o género é uma construção social" é um mito. Peço desculpa se perturbamos a tua paz celestial , cara Simone de Beauvoir, mas tu estavas errada. Tu nasceste para ser uma mulher!

Qual dos géneros possui os génios?

Antes de terminar este capítulo, gostaria de falar nas diferenças genéticas entre os sexos que possuem um peso enorme no debate em torno da igualdade. Como mencionei anteriormente, os homens e as mulheres possuem a mesma inteligência média mas a inteligência é mais dispersa entre os homens. Isto significa que há mais tolos e génios entre os homens enquanto que as mulheres se encontram a meio da escala.

Esta amplitude pode ser considerada como desinteressante do ponto de vista da igualdade. Afinal, o facto da inteligência média entre ambos os sexos ser basicamente a mesma não é o mais importante?

Mas consideremos o facto de existirem muitas situações onde o foco se encontra completamente nos extremos e particularmente no extremo mais elevado: os génios. A maior amplitude masculina implica com lógica matemática que há mais génios entre os homens do que entre as mulheres. O que é que isto significa para a composição genética dos, por exemplo, prémio Nobel?

Do ponto de vista puramente estatístico é, portanto, normal que haja mais laureados entre os homens em áreas que exijam mais inteligência. Isto foi também ressalvado por Annica Dahlström23 e Germund Hesslow,24 que, por sua vez, provocou respostas violentas. Mas a realidade é o que é independentemente do que cada um pensa dela.

O facto das mulheres serem compensadas por terem entre si menos tolas do que o número de menos inteligentes entre os homens não recebe muita atenção mediática porque os menos inteligentes raramente se encontram no foco dos holofotes. Mas isto provavelmente contribui também para o facto de haver menos mulheres nas camadas mais baixas da sociedade tais como as prisões ou entre os sem abrigo.

Referências:

  1. 'The Essential Difference: The Truth about the Male and Female Brain', Simon Baron-Cohen, 2003
  2. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN.se op-ed page (available online, date n/a)
  3. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  4. 'Varför är vi olika? kvinna and man, svart and vit, kropp and själ', Arne Müntzing, 1976
  5. Article 'Hormoner styr hur barn leker', Aftonbladet. Available online, date n/a
  6. Article 'Biological limits of gender construction', American Sociological Review, Vol 65, No 3, pp 443-457
  7. Article 'Prenatal phthalate exposure and reduced masculine play in boys', International Journal of andrology
  8. Article 'Fetal Testosterone Predicts Sexually Differentiated Childhood Behavior in Girls and in Boys', Psychological Science
  9. Article 'Foetal testosterone and the child systemizing quotient', European Journal of Endocrinology, vol 155
  10. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  11. Article 'HisBrain, HerBrain', ScientificAmerican, May 2005, 'Human sex differences in social and non-social looking preferences at 12 months of age', Svetlana Lutchmaya, Simon Baron-Cohen
  12. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  13. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  14. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  15. Article 'Risky Business - Women Have Higher Testosterone In Financial Careers', Science 2.0, 24 August 2009
  16. Article 'Lär sig flickor and pojkar olika?' Illustrerad Vetenskap, 16 March 2011
  17. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  18. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  19. Article 'Young female chimpanzees appear to treat sticks as dolls', 20 December 2010, PhysOrg.com
  20. Williams CL and Pleil KE. 2008. 'Toy story: Why do monkey and human males prefer trucks? Comment on 'Sex differences in rhesus monkey toy preferences parallel those of children', Hassett, Siebert an Wallen
  21. Alexander G and Hines M. 2002. 'Sex differences in response to children's toys in nonhuman primates, Evolution and Human Behavior'
  22. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  23. Article in DN Debatt, 'Långt färre kvinnliga än manliga genier'. Available online, date n/a
  24. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN Debatt. Removed from the web but copies still available - search for the title, date n/a


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