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domingo, 27 de outubro de 2013

Aluno envia mensagens racistas a ele próprio

Tentando obter algum tipo de lucro com acusações de "racismo", estudante negro duma escola secundária, candidato a uma posição directiva dentro do governo estudantil, enviou mensagens "racistas" a ele mesmo, tentando gerar algum tipo de controvérsia que garantisse uma vitória nas eleições.

Micah Onditi, de 16 anos, um estudante negro de New Jersey, era candidato para o lugar de presidente da classe, mas perdeu as eleições ficando só com o lugar de Vice-Presidente. Mais tarde ficou-se a saber que as mensagens que haviam causado tal tumulto na escola haviam sido enviadas por ele mesmo usando uma aplicação chamada TextMe.

Durante algumas semanas, começando em Maio, a "St. Peter’s Prep school" de Jersey City encontrava-se em tumulto devido ao textos supostamente racistas, mas uma investigação policial apurou que o aluno mentiu sobre todo o incidente.

O porta-voz da escola, James Horan, afirmou:

Toda a comunidade da "Saint Peter’s Prep" está aliviada com o facto deste incidente extremamente angustiante ter chegado ao fim. Saudamos os variados oficiais das forças policiais pelo seu trabalho diligente neste caso durante os últimos meses.

Uma das mensagens enviadas dizia: "Nós NUNCA permitimos no passado nem NUNCA VAMOS permitir que um negro lidera a nossa escola." Outras mensagens de texto avisavam o estudante para abandonar as eleições, chegando até a mencionar o assunto da escravatura (tudo falso, como já sabemos).

Quando o incidente foi inicialmente reportado, o pai do rapaz foi rápido em atacar os brancos:

É uma escola predominantemente branca e como tal, podem existir algumas secções da mesma que se encontrem receosas do surgimento duma nova cara para o lugar.


Tal como o filho, o pai é outro mentiroso. Segundo reportagens da News, 40% da escola é composta por alunos que pertencem a uma minoria étnica.

Sem surpresa alguma, desde que a verdade veio ao de cima, o aluno abandonou a escola.

Fonte: http://ow.ly/qdeV8

* * * * * * *
Obviamente, que este tipo de coisas mais cedo ou mais tarde iriam começar a acontecer. Se as mulheres podem usar a falsa acusação de violação para se livrarem de algum infidelidade, porque é que um negro, um asiático, ou outro membro duma minoria não pode usar a falsa acusação de racismo para obter algum tipo de vantagem?

Os culpados por incidentes como estes são as pessoas que conferem algum tipo de autoridade moral às pessoas que pertencem aos grupos "protegidos" do Marxismo Cultural (negros, homossexuais, mulheres esquerdistas, judeus, etc), evitando ao mesmo tempo que essas mesmas pessoas vivam segundo as mesmas regras morais que vinculam o resto da sociedade.

Para além disso, quando os líderes dos movimentos esquerdistas dividem as pessoas por classes, sexo ou outra métrica arbitrária, e afirmam que de alguma forma os "opressores" limitam o avanço social, académico ou político dos"oprimidos", é mais do que previsível que estes últimos interiorizem essa mensagem mas comecem a sentir algum tipo de contradição ao repararem que essa tal "opressão" não existe. Consequentemente, e como forma de se sentirem membros por direito desses grupos "protegidos", eles inventam falsas acusações.





sábado, 25 de maio de 2013

Quem é o mais provável iniciador do ciclo de violência?

O Dr Warren Farrell perguntou a uma professora secundária para registar o número de vezes os rapazes batiam nas raparigas durante as aulas, e o número de vezes que as raparigas batiam nos rapazes. 

A pesquisa, levada a cabo durante 3 anos (1989-92) numa escola secundária da Califórnia, foi levada a cabo por Elizabeth Brookins (Departamento de Matemática).

O Dr Farrell escreveu:

Pedi [à senhora Elizabeth Brokins] se ela poderia contabilizar a frequência com que os rapazes e as raparigas se atingiam pela primeira vez. 

Ela concordou, e não estando disposta a perder uma potencial lição de matemática, pediu a uma das suas turmas para levar a cabo uma "pesquisa" de modo a registar todas as vezes que os rapazes e as raparigas iniciavam uma chapada ou um soco num membro do sexo oposto (no recreio ou nas salas de aula).

Quando a Liz reportou os resultados, ela ficou um bocado embaraçada:


Bem, quando eu comecei a registar as agressões, o rácio era de 20 para 1 - na maior parte raparigas a bater nos rapazes nos braços, e dando-lhes uma chapada ocasional. No entanto, temo que eu tenha estragado a pesquisa. 

Fiquei tão irritada com o facto das raparigas "darem início ao cíclo de violência", como tu colocaste as coisas, que comecei a dar mini-palestras durante as aulas, e as raparigas que faziam a pesquisa começaram a dar sermões às pessoas que estavam a observar. Devido a isto, o número de raparigas a bater nos rapazes baixou.

Eu contaminei os resultados!

...
Não existe motivo algum para se assumir que esta atitude feminina de dar início ao ciclo de violência diminui com a idade. 

Isto, obviamente, não justifica qualquer tipo de violência que ela possa vir a sofrer, mas demonstra que a violência doméstica é um assunto muito mais complexo do que aquele que somos levados a acreditar.



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