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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Organismo da mulher sofre mais com a bebida

Aparentemente as diferenças entre os machos e as fêmeas não são "construções sociais".

Elas nunca beberam tanto. Há 15 anos a proporção do consumo de bebida alcoólica era de duas mulheres para cada dez homens. Hoje, são oito para cada dez, segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Dados de 2009 do Ministério da Saúde também colocam as capixabas em terceiro lugar no país no consumo de bebida alcoólica.

Competitividade, stresse e desinibição são alguns motivos para que cada vez mais mulheres afoguem suas mágoas no álcool, mas independentemente do motivo, o fato é que a saúde delas sofrem muito mais com a bebida do que a dos homens.

"As mulheres e os orientais, que incluem chineses, japoneses e coreanos, não possuem uma enzima no estômago que os homens têm com a função de degradar o álcool. Elas acabam absorvendo toda a quantidade, por isso são mais sensíveis", explica o gastroenterologista Fabiano Quarto.

As mulheres também têm mais chances de desenvolver cirrose hepática. Em homens, estima-se que o consumo de 60 a 80 gramas de álcool por dia por 5 anos é o necessário para desenvolver a doença. O que equivale, por exemplo, de 6 a 8 latinhas de cerveja. Já o limite das mulheres é de apenas 4 latinhas por dia pelo menos período. "Beber mais de 40 gramas de álcool por dia já traz risco de cirrose para as mulheres. Se for cachaça, são necessárias apenas duas doses (de 60ml) por dia", alerta o médico.

A bebida ainda torna a mulher mais susceptível a doenças inflamatórias e abrevia o surgimento de doenças, como problemas na tiróideo, diabetes, glaucoma e câncer de mama. Encher a cara - ainda que esporadicamente - aumenta também os riscos de acidentes de trânsito e de episódios de violência.

Os efeitos

1 hora
O corpo demora aproximadamente uma hora para se livrar de cada unidade de álcool e não há nada que se possa fazer para adiantar o processo. Beber café ou tomar banho frio pode deixar a pessoa mais acordada, mas não diminui a quantidade de álcool no sangue.

Ressaca
Além de todas as complicações que o álcool causa enquanto o indivíduo ainda está embriagado, ele ainda deixa seu efeito para o dia seguinte: enjoo, vómitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza são sintomas da ressaca

Fonte: A Gazeta

sábado, 14 de julho de 2012

O sexo como "construção social"

E criou Deus o homem à Sua Imagem
à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Génesis 1:27

Por Pär StrömMuitas feministas alegam que as distinções que podem ser observadas entre os homens e as mulheres são ensinadas. Segundo elas, são as expectativas ambientais que pressionam os rapazes a agir como rapazes e as raparigas a agir como raparigas. Estas diferenças, dizem-nos elas, permanecem por toda a vida.
Não se nasce mulher; torna-se numa.
Simone de Beauvoir (1908-1986).
A teoria em torno do género como uma construção social chegou até a ser aceite politicamente [na Suécia]. O governo social democrata da altura colocou isso mesmo na sua declaração governamental de 2002. Isto encontra-se na declaração governamental Skr 2002/2003:140.
Apesar da longa história em torno do trabalho activo em prol da igualdade, a nossa sociedade continua caracterizada por uma estrutura de poder de género. No futuro, o nosso trabalho deve possuir uma direcção mais feminista. Isto significa que temos que estar cientes da estrutura de poder de género - que as mulheres são subordinadas e os homens superiores - e temos que estar preparados para mudar esta situação. Isto significa também que o governo tem que considerar o masculino e o feminino como "construção social", isto é, padrões de género criados externamente após o nascimento através da nossa educação, cultura, enquadramentos económicos, estruturas de poder e a nossa ideologia politica.
Quem estuda as pesquisas e os dados científicos, em vez de documentos políticos, encontrará diferenças significativas entre os sexos já na altura no nascimento. Estas diferenças genéticas controlam muitos dos traços que estão por trás do nosso comportamento diário.

Quais são as diferenças entre os sexos?

Um dos grandes nomes desta área é Simon Baron-Cohen, professor na Universidade de Cambridge na Grã-Bretanha. Cohen desenvolveu a assim chamada 'E-S Theory' [daqui para a frente, referida apenas como EST] onde 'E' significa empatia e S significa sistematização. Ser empático implica que uma pessoa conecta-se a outros seres humanos, entende-os e comunica com eles. Sistematização significa que uma pessoa analisa, entende e constrói sistemas - sistemas abstractos ou sistemas técnicos.

Segundo a EST, e analisando a forma como o cérebro funciona, as pessoas podem ser divididas em 3 grandes grupos. Os tipos de cérebro são:
  1. O cérebro E onde a aptidão empática supera em muito a sua habilidade para sistematizar.
  2. O cérebro S onde a aptidão para sistematizar é maior que a sua aptidão para a empatia.
  3. O cérebro B onde as duas capacidades se encontram igualmente desenvolvidas.
Segundo o professor Baron-Cohen, o cérebro E é típico das mulheres e o cérebro S é típico dos homens. 1 Existem variações individuais e excepções mas o padrão geral é forte.

Outro pesquisadora que também possui um interesse pelo tópico é Annica Dahlström, professora emérita no departamento de química médica e biologia celular na Universidade de Gotemburgo. Ela dedicou 15 anos da sua vida a este assunto. No seu livro 'Gender is in the Brain' ["O Género Encontra-se no Cérebro"] ela reporta a complexa relação química entre os hormonas, o cérebro, e outros órgãos que, tanto antes como depois do nascimento, transformam os seres humanos em homens e mulheres.

Mesmo que existam discrepâncias individuais, Annica Dahlström afirma que existem coisas como características "femininas típicas", e características "masculinas típicas". Segundo Dahlström, em média as mulheres são:
  • Mais empáticas e preocupadas
  • Melhores na comunicação verbal e linguagem
  • Detectam mais nuances e detalhes com os seus olhos e ouvidos.
  • São mais sensíveis ao estado de espírito dos outro bem como aos sinais subtis
  • Podem fazer associações mais rápidas com informação guardada anteriormente
  • São melhores no multitasking [várias tarefas ao mesmo tempo]
Com os homens, no entanto, segundo Dahlström, eles:
  • Estão mais dispostos a correr riscos e a competir
  • São melhores a concentrar a sua atenção a um tópico de cada vez
  • São vastamente superiores no pensamento abstracto.
  • Possuem melhor visão tri-dimensional
  • São mais extremos (em ambas as direcções) no que toca a inteligência (embora a inteligência média entre os sexos seja a mesma)
Um terceiro pesquisador a levar em conta é Germund Hesslow, professor de neuro-ciência na Universidade de Lund. Ele afirma que as diferenças entre homens e mulheres encontram-se bem documentadas. Por exemplo, diz Hesslow, os homens, no geral, possuem uma habilidade superior para pensamento espacial e resolução de problemas matemáticos. Para além disso, os homens são mais agressivos e determinados no que toca a correr riscos.

As mulheres, diz Hesslow, são mais compassivas (especialmente com as crianças) e mais cuidadosas na escolha dos parceiros. Quando comparadas com os homens. as mulheres têm mais dificuldade em considerar relações sexuais breves. Tal como Dahlström, Hesslow também afirma que os homens exibem uma maior distribuição de inteligência que as mulheres.2

Eu poderia continuar a citar outros pesquisadores que documentaram as diferenças entre os sexos, mas em vez disso, vamos analisar o que as pesquisas dizem em tornos das causas dessas distinções.

Comportamento aprendido ou diferenças genéticas?

Pode-se dizer, portanto, que há distinções entre os sexos. Mas serão essas distinções aprendidas ou genéticas? Apesar do ambiente social ter influência, existe uma lista enorme de estudos científicos que ressalvam a enorme e significativa importância das diferenças biológicas entre os sexos. A Scientific American sumarizou a questão muito bem num artigo em torno do cérebro masculino e do cérebro feminino. Isto é que eles escreveram:
Durante a década passada, os investigadores documentaram uma surpreendente quantidade de variações [=diferenças] estruturais, químicas e funcionais entre o cérebro masculino e o feminino. 3
Analisemos um certo número projectos de pesquisa que demonstram que a genética encontra-se por trás de muitas das diferenças entre os sexos que podemos observar. Podemos começar na Suécia com Arne Müntzing, geneticista e professor de hereditariedade.

Ainda em 1976 ele estudou bebés com 12 semanas, que dificilmente poderiam ter sido influenciados pelos papéis de género [inglês: "gender roles"], e observou diferenças essenciais no comportamento dos rapazes e das raparigas. Müntzing escreveu:
Os rapazes ganham muito cedo um melhor entendimento da espacialidade, a posição dos corpos em relação aos outros. Esta é provavelmente a razão que leva a que, mais tarde, os rapazes se interessem mais que as raparigas em construções técnicas e problemas matemáticos.
As raparigas, por outro lado, buscam os problemas segundo um ângulo humano. Não é só o meio ambiente que leva a que as meninas coloquem os soldados de chumbo numa cama de algodão de modo a que eles estejam confortáveis e bem aquecidos. 4

No ano de 1999 a estudante de doutoramento Anna Servin - Instituto de Psicologia da Universidade de Uppsala - levou a cabo um estudo em 300 crianças. Este projecto foi feito em cooperação com pesquisadores e médicos do Hospital Huddinge Hospital. Servin detectou claras diferenças comportamentais presentes já aos 9 meses, diferenças essas que, posteriormente, aumentaram com o passar do tempo.

Ela escreveu na sua tese que é a quantidade de andrógenos (hormonas masculinos) que determina o comportamento da criança, incluindo coisas como o tipo de brinquedos com os quais a criança quer brincar.5

Esta é a forma como Anna Servin sumarizou as diferenças comportamentais entre os rapazes e as raparigas e a forma como estas características influenciam a escolha de brinquedos:
De modo geral, os rapazes possuem uma aptidão espacial; eles vêem e entendem como os vários tipos de construção funcionam e ficam mais satisfeitos com brinquedos de construção.
As meninas são melhor equipadas verbalmente e possuem um interesse maior nos relacionamentos. Como tal, escolhem brinquedos que estão de acordo com estas habilidades.

Fala a testosterona.

O professor Richard Udry - Universidade da Carolina do Norte - comparou os níveis de testosterona nos fetos femininos com a atitude e comportamento das mesmas pessoas 30 anos mais tarde. Ele verificou que há uma conexão entre o nível de testosterona durante a altura fetal e o nível de comportamento masculino/feminino nos seus 30 anos. O comportamento monitorizado nos adultos foi a sua atitude perante as crianças, casamento, trabalho, carreira e a sua aparência.

Níveis elevados de testosterona durante a fase fetal correspondiam a comportamentos menos femininos e atitudes menos femininas.6
 
Os ftalatos são um grupo de compostos químicos que inibem os hormonas sexuais. Oito pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram que os rapazes que são expostos aos ftalatos durante a fase fetal irão brincar de uma forma menos masculina com outros rapazes.7 Análogo a isto. Sete pesquisadores da Universidade de Cambridge concluíram que elevados níveis de hormona sexual masculino - testosterona - durante a fase fetal resultará num comportamento mais masculino durante as brincadeiras. 8
 
Um grupo de pesquisadores americanos e britânicos concluiu que o nível de testosterona durante a fase fetal determinará o quão interessada em sistematização a criança mais tarde ficará. Quanto maior for o nível de testosterona, maior será o interesse em sistematização. 9
 
Uma quarta pesquisa determinou que meninas que sofrem de "Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder" - isto é, níveis anormais da hormona masculina testosterona - irão preferir brinquedos de construção e brinquedos de transporte mais do que as outras meninas. Para além disso, elas irão brincar de forma mais dura e agressiva..10
 
Desde a mais tenra idade que os rapazes se encontram mais interessados em objectos mecânicos enquanto que as raparigas nutrem um interesse maior por caras. Um projecto de pesquisa mostrou que as raparigas com um ano de idade demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para a cara da mãe. Quando se mostravam filmes às crianças com 1 ano, as meninas demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para os filmes que exibiam uma cara, enquanto que os rapazes demoravam mais tempo a observar filmes que exibiam carros.11
 
Será possível que estas crianças de 1 ano tenham sido influenciadas pelas expectativas do mundo à sua volta em torno dos papeis de género? De modo a investigar esta crença, estes pesquisadores continuaram com o trabalho e levaram a cabo um estudo similar em crianças com 1 dia de vida.

As crianças poderiam escolher entre olhar para a cara duma mulher ou olhar para dispositivo móvel mecânico que, na sua cor, tamanho e forma, lembrava a cara. Os resultados demonstraram que os bebés masculinos dedicavam mais tempo a olhar para o dispositivo móvel enquanto que as bebés femininas devotavam a maior parte do tempo a olhar para a cara.

O professor Simon Baron-Cohen da Universidade de Cambridge apurou também que as meninas com 12 meses de idade possuem uma resposta mais empática aos problemas alheios que os rapazes com a mesma idade.12

Há algum tempo atrás o hormona feminino dietilestilbestrol foi usado para tratar as mulheres que haviam tido abortos espontâneos consecutivos. Isto viabilizou alguns interessantes projectos de pesquisa. Entre outras coisas, ficou demonstrado que os rapazes que nasciam de mulheres que haviam recebido o em cima mencionado tratamento - isto é, que haviam recebido hormonas femininos - demonstravam comportamento mais "feminino" e mais empático. Por exemplo, quando comparados com outros rapazes, eles demonstravam um maior interesse em brincar com bonecas.13
 
Outra pesquisa foi levada a cabo nos rapazes nascidos com a deformação IHH, significando que os seus testículos eram pequenos e, desde logo, produtores de quantidades menores de testosterona. Os estudos mostraram que estes rapazes eram piores que outros rapazes na sistematização de formas espaciais. 

Adicionalmente, existem rapazes que nascem com o AI Syndrome, condição que deixa os rapazes não-receptivos aos andrógenos (hormona sexual masculino) Eles são piores na sistematização espacial. Ao mesmo tempo, as raparigas nascidas com Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder, que, como dito em cima, resulta em níveis anormais de andrógenos (masculinos), são mais inteligentes na sistematização espacial que as outras raparigas.14
 
Existe também um projecto de pesquisa que demonstra como o nível de testosterona determina o nível de riscos económicos na idade adulta. Entre outras coisas, os pesquisadores estabeleceram que as mulheres que escolhem uma carreira na área das finanças possuem níveis de testosterona superiores, quando comparadas com outras mulheres.15

O periódico sueco Illustrerad Vetenskap (Ciência Ilustrada) escreveu recentemente
Pesquisas recentes mostram que os homens possuem 6,5 vezes mais massa encefálica cinzenta que as mulheres, enquanto que elas possuem 10 vezes mais massa encefálica branca que os homens. Isto pode explicar o porque dos homens serem melhores, por exemplo, em matemática, enquanto que as mulheres são melhores nas línguas.

Homo Sapiens é um animal.


Estudos em torno do mundo animal são interessantes uma vez que os animais dificilmente podem ser influenciados pelas normas sociais e papéis de género humanos. Se a natureza criou [sic] os animais de modo a que os sexos sejam distintos por motivos biológicos, porque é que os homo sapiens seria uma excepção? Seguem-se alguns projectos de pesquisa com os animais interessantes.

Um estudo usou um certo número de macacos a quem foram dados um certo número de brinquedos. Eles encontravam-se entre bonecas, camiões e brinquedos genericamente neutros como livros com pinturas. 

Os pesquisadores observaram como os machos passavam mais tempo a brincar com os brinquedos "masculinos" enquanto que as fêmeas passavam mais tempo que os machos a brincar com os brinquedos "femininos"

Ambos os sexos passaram o mesmo tempo em redor dos livros com imagens e em redor de outro brinquedos genericamente neutros.17
Outro projecto expôs os fetos fêmea dos macacos aos andrógenos (hormonas sexuais masculinos). Mais tarde, e nas suas brincadeiras, estas fêmeas exibiram um comportamento mais masculino que as demais fêmeas.18

Uma terceira pesquisa levada a cabo por um terceiro grupo de cientistas ofereceu paus como brinquedos aos macacos e observou como as fêmeas, de forma bem clara, brincavam com os paus como se os mesmos fossem bonecas, algo que os machos fizeram em escala muito menor.19

Num quarto projecto os pesquisadores deram dois tipos de brinquedos aos macacos - veículos com rodas e brinquedos de peluche. Os machos demonstraram um forte e persistente interesse nos veículos enquanto que as fêmeas não demonstraram qualquer tipo de interesse por nenhum dos brinquedos.20
Um quinto estudo em torno dos macacos demonstrou como, em larga escala, os machos focaram-se nos carros enquanto que as fêmeas preferiram as bonecas.21

Experiências foram também levadas a cabo com ratos. As fêmeas injectadas com testosterona à nascença aprenderam mais rapidamente a navegar pelo labirinto que as fêmeas sem o hormona. Elas atingiram também uma proficiência final superior que as fêmeas que não receberam o hormona masculino. O labirinto testava a aptitude espacial.22

Em jeito de conclusão podemos determinar que a alegação "o género é uma construção social" é um mito. Peço desculpa se perturbamos a tua paz celestial , cara Simone de Beauvoir, mas tu estavas errada. Tu nasceste para ser uma mulher!

Qual dos géneros possui os génios?

Antes de terminar este capítulo, gostaria de falar nas diferenças genéticas entre os sexos que possuem um peso enorme no debate em torno da igualdade. Como mencionei anteriormente, os homens e as mulheres possuem a mesma inteligência média mas a inteligência é mais dispersa entre os homens. Isto significa que há mais tolos e génios entre os homens enquanto que as mulheres se encontram a meio da escala.

Esta amplitude pode ser considerada como desinteressante do ponto de vista da igualdade. Afinal, o facto da inteligência média entre ambos os sexos ser basicamente a mesma não é o mais importante?

Mas consideremos o facto de existirem muitas situações onde o foco se encontra completamente nos extremos e particularmente no extremo mais elevado: os génios. A maior amplitude masculina implica com lógica matemática que há mais génios entre os homens do que entre as mulheres. O que é que isto significa para a composição genética dos, por exemplo, prémio Nobel?

Do ponto de vista puramente estatístico é, portanto, normal que haja mais laureados entre os homens em áreas que exijam mais inteligência. Isto foi também ressalvado por Annica Dahlström23 e Germund Hesslow,24 que, por sua vez, provocou respostas violentas. Mas a realidade é o que é independentemente do que cada um pensa dela.

O facto das mulheres serem compensadas por terem entre si menos tolas do que o número de menos inteligentes entre os homens não recebe muita atenção mediática porque os menos inteligentes raramente se encontram no foco dos holofotes. Mas isto provavelmente contribui também para o facto de haver menos mulheres nas camadas mais baixas da sociedade tais como as prisões ou entre os sem abrigo.

Referências:

  1. 'The Essential Difference: The Truth about the Male and Female Brain', Simon Baron-Cohen, 2003
  2. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN.se op-ed page (available online, date n/a)
  3. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  4. 'Varför är vi olika? kvinna and man, svart and vit, kropp and själ', Arne Müntzing, 1976
  5. Article 'Hormoner styr hur barn leker', Aftonbladet. Available online, date n/a
  6. Article 'Biological limits of gender construction', American Sociological Review, Vol 65, No 3, pp 443-457
  7. Article 'Prenatal phthalate exposure and reduced masculine play in boys', International Journal of andrology
  8. Article 'Fetal Testosterone Predicts Sexually Differentiated Childhood Behavior in Girls and in Boys', Psychological Science
  9. Article 'Foetal testosterone and the child systemizing quotient', European Journal of Endocrinology, vol 155
  10. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  11. Article 'HisBrain, HerBrain', ScientificAmerican, May 2005, 'Human sex differences in social and non-social looking preferences at 12 months of age', Svetlana Lutchmaya, Simon Baron-Cohen
  12. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  13. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  14. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  15. Article 'Risky Business - Women Have Higher Testosterone In Financial Careers', Science 2.0, 24 August 2009
  16. Article 'Lär sig flickor and pojkar olika?' Illustrerad Vetenskap, 16 March 2011
  17. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  18. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  19. Article 'Young female chimpanzees appear to treat sticks as dolls', 20 December 2010, PhysOrg.com
  20. Williams CL and Pleil KE. 2008. 'Toy story: Why do monkey and human males prefer trucks? Comment on 'Sex differences in rhesus monkey toy preferences parallel those of children', Hassett, Siebert an Wallen
  21. Alexander G and Hines M. 2002. 'Sex differences in response to children's toys in nonhuman primates, Evolution and Human Behavior'
  22. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  23. Article in DN Debatt, 'Långt färre kvinnliga än manliga genier'. Available online, date n/a
  24. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN Debatt. Removed from the web but copies still available - search for the title, date n/a


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Noruega: O Paradoxo da Igualdade dos Sexos

A Noruega é considerada o país modelo da igualdade. Mas, tal como em qualquer outro país do mundo, também lá as distribuições profissionais entre homens e mulheres são desiguais.

A brigada académica dos estudos de género e feminismos apressa-se a explicar que a culpa é da educação e dos valores “conservadores” da sociedade e que são estes que precisam de ser combatidos.

Para elucidar a questão, neste documentário, um jornalista norueguês foi falar com cientistas sociais e naturais que lidam com as diferenças biológicas entre sexos e recolheu provas dessas diferenças.

Confrontados com as mesmas, os académicos feministas negaram-nas, mantendo que os seres humanos são tábuas rasas. Com que base? Quando o jornalista pergunta uma académica feminista qual é a sua base científica para negar que existam diferenças comportamentais biológicas entre homens e mulheres, ela responde: ”digamos que tenho uma base teórica”.

Ou seja, por outras palavras, ela leu Marcuse, Adorno e todos os derivados da Escola de Frankfurt e ficou convencida.

Assim se conclui novamente que, independentemente dos factos, o igualitarismo radical ideológico predominante na academia ocidental não precisa da ciência nem da realidade, nem, em última instância, do bom senso.



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Michelle Williams: "Os homens não gostam do meu cabelo curto"

"Mas, ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu."
1 Coríntios 11:15

Mais uma mulher (muito provavelmente feminista) que se apercebe que imitar os homens não faz sucesso junto dos homens. A lição que se tira desta notícia é: se o cabelo curtinho não funciona com actrizes de Hollywood, porque é que as mulheres do nosso dia a dia pensam que vai funcionar com elas?

Veja-se o exemplo da Michelle Williams - uma das mais bonitas actrizes da actualidade - que recentemente anunciou que os homens odeiam o seu cabelo:

Habituei-me a este corte de cabelo. Sinto-me eu mesma assim. Já há muito tempo que eu não tenho cabelo longo - cinco anos.

Obviamente, as únicas pessoas que gostam deste estilo de cabelo são os homens homossexuais e as minhas amigas. De modo geral, os homens heterossexuais não gostam deste corte.

Ela estava segura que encontraria pelo menos dois homens heterossexuais que ainda a achariam bonita, mas a actriz só encontrou um: o ex-namorado Heath Ledger.

O escritor Vox Day faz o comentário que se segue.


O cabelo curto nas mulheres não só é feio como é agressivamente pouco sexy. Por alguma razão as strippers e as estrelas porno possuem cabelo extraordinariamente longo: o seu "trabalho" depende delas serem sexualmente atraentes aos olhos dos homens.

Portanto, se tu genuinamente queres ser atraente aos olhos dos homens, nem penses em cortar o teu cabelo. E se queres ser mais atraente, deixa o teu cabelo crescer.

Claro que as tuas amigas vão-te dizer o quão "fofinho" o cabelo curto é. Mas há outras coisas que também são "fofinhas": bebés e cachorrinhos. Agora faz a seguinte pergunta: achas que a maioria dos homens quer ter intimidade sexual com cachorrinhos e bebés?

As mulheres encorajam outras mulheres a cortar o seu cabelo pelo simples facto disso tornar as mulheres com cabelo comprido mais bonitas quando comparadas.

É a mesma razão que leva a que uma mulher diga à sua amiga que ela está "muito magra" mesmo quando esta já ganhou mais do que 5 quilos.

As mulheres querem sempre ser as mais bonitas do grupo e como tal muitas não hesitam em fazer jogo sujo com outras mulheres - mesmo com as suas amigas.


Outra coisa que convém notar é que, com relativa frequência, as lésbicas cortam o seu cabelo curto. Isto explica-se pelo facto delas não cobiçarem o desejo sexual dos homens e como tal não verem o cabelo curto como algo que jogue contra os seus propósitos.

Conclusão:

Quanto mais a mulher tenta ser igual ao homem, menos feminina e menos desejável ela se torna aos olhos dos homens. As lésbicas e as feministas [alegadamente] não se importam com isto, mas a esmagadora maioria das mulheres ainda quer ser minimamente atraente aos olhos do sexo oposto.

Honestamente, em qual das fotos a Michelle está mais feminina e, desde logo, mais atraente?


Foi o que eu pensei.

sábado, 8 de outubro de 2011

A história dos bombeiros e das "bombeiras"


O termo inglês “Firefighter” foi inventado como forma de satisfazer a irracionalidade feminista em relação às capacidades físicas das mulheres no combate aos incêndios.

A vida é bela.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Dois homens ajustam o equipamento protector à medida que se preparam para enfrentar as chamas para salvar a tua família. Ambos são homens altos e fortes - quase demasiado grandes para os fatos. Ambos movimentam-se de forma profissional e eficiente.

Depois de prontos, os dois entram dentro da tua casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, ambos os homens saem da tua casa com a tua esposa semi-inconsciente nos braços de um deles, e o teu filho nos braços do outro bombeiro. Em menos de 2 minutos os paramédicos anunciam que tanto a tua esposa como a criança estão bem - apesar de sofrerem de inalação de fumo.

Os bombeiros chegam-se perto de ti e respondem às tuas perguntas:

Tivemos que arrombar a porta da frente e a porta do quarto. Que tipo de portas você tem na sua casa?!! Quase que parti o meu ombro a derrubá-las.
Louvados sejam os serviços de emergência. No calor do momento tu dás um abraço a um dos bombeiros que imediatamente responde "Hey! Primeiro um jantar à luz de velas e uma ida ao cinema!" Juntos, riem-se da piada. É bom estar vivo!


Eis agora um final alternativo e mais de acordo com o feminismo.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Duas mulheres bombeiras preparam o equipamento protector, prontas a entrar na tua casa e salvar a tua família. Elas são baixas e ligeiramente magras. O fato parece ser demasiado grande, mas elas movem-se de uma forma profissional.

As duas mulheres acabam de preparar o material e entram para dentro da casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, as duas mulheres saem da casa amparando-se uma a outra e cambaleando devido ao calor. A tua mulher e o teu filho ainda estão dentro da casa em chamas. As duas mulheres começam a despir o equipamento protector.

No calor do momento, tu tentas correr para dentro da mas os paramédicos (ambos homens) impedem-te de correr para a morte certa.

A primeira bombeira dirige-te a palavra e diz, ofegantemente:

As portas . . . . não conseguimos arrombar as portas . . . . demasiado sólidas. . . . . desculpe-me . . . . . tenho muita pena . . .
Os paramédicos, as bombeiras e um homem totalmente destroçado olham para a casa enquanto esta arde.

Já não sentes o calor. Tudo o que sentes dentro de ti é gelo.

Afastas o olhar das chamas que tu sabes estarem a consumir as pessoas que estão dentro da casa. O teu olhar cai na máquina de combate ao fogo que está por perto. Algumas palavras chamam a tua atenção:

Esta Brigada orgulha-se por lutar contra a descriminação contra as mulheres.
Mentalmente, tu acrescentas as palavras:
....independentemente de quem morra devido a isso.




quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa

E elas gostam dele bem-humorado, de olhos claros e, de preferência, que pague sempre a conta

Uma pesquisa da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, realizada com 4 mil mulheres e 3 mil homens, contesta o padrão de que a mulher de sonho tem de ser loira.

Segundo a mesma, ela é enfermeira, tem curvas e é morena, de preferência com cabelos longos e ondulados.

Já o homem perfeito é médico, tem olhos claros e está sempre de bom humor.

O estudo aponta ainda que a maioria dos homens não se sente atraído por modelos de passerelle e 75% dos questionados acredita que um sorriso bonito transforma uma simples mulher numa grande sedutora.

Nota máxima também para quem sabe cozinhar, já elas gostam que eles a levem para jantar fora e paguem a conta.

Nove entre dez mulheres olham para homens que as fazem rir e não se preocupam com o histórico sexual do parceiro, já o homem faz contas de cabeça sobre quantos já passaram pela mulher que tem diante de si.

-Fonte-


Coisas a reter deste estudo:
  • As mulheres não se preocupam com o número de parceiras sexuais que o homem já teve.
  • Para grande desespero das igualitárias, os homens preocupam-se com o número de parceiros sexuais que a mulher já teve. Nenhum homem quer para esposa uma mulher com um passado sexual "frutífero":

1. Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promiscuas?
2. Promiscuidade pré-matrimonial prepara caminho para adultério
3. Feminista chocada por descobrir que os homens não se querem casar com promiscuas

  • Os homens não se sentem atraídos pelos esqueletos andantes pelas mulheres das passareles. Isto é muito importante porque, contrariamente ao que os homossexuais que controlam o mundo da moda pensam, a esmagadora maioria dos homens não se sente atraído por mulheres que parecem rapazinhos esfomeados.
  • A preferência por enfermeiras provavelmente centra-se na aura feminina que as enfermeiras geralmente têm. Não tem nada a ver com o número de enfermeiras bonitas (se assim fosse, as mulheres das passareles estariam à frente) mas sim com a feminidade.

    Por mais incrível que isto possa parecer, os homens são mais atraídos pela feminidade do que pela beleza.

    Há mulheres bonitas mas sem feminidade e há mulheres não tão bonitas mas que se tornam bonitas e atraentes devido à sua feminidade.

sábado, 27 de agosto de 2011

Mulheres têm cérebro mais activo do que os homens

Um estudo canadiano revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar. A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, investigadora canadiana do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.

Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos investigadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

"Na realidade, os cérebros estão sempre activos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres", explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês "Le Figaro".

Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para esta característica que dota os homens com a capacidade "de não pensar em nada". A actividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.

A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia - um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afectados por esta doença e comparou a sua actividade cerebral.

Fonte


Parece que as distinções entre os homens e as mulheres não são “construções sociais”, como defendem as feministas, mas sim algo que é inerente ao homem e à mulher. Como diz o Michelson Borges, o homem e a mulher são diferentes mas complementares.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Estudo Revela que Mulheres Preferem Patrões a Patroas; Feministas Inconsoláveis

Elas são hormonais, incapazes de deixar a vida pessoal em casa e demasiado disponíveis para falar da vida alheia pelas costas. As patroas são um pesadelo no emprego, segundo uma pesquisa recente. E não são só os homens que pensam assim.

Dois terços das mulheres afirmaram que preferem ter um patrão em vez duma patroa porque a atitude masculina de ir direito ao assunto torna-os mais fáceis de lidar. Segundo o estudo, eles são muito menos susceptíveis de ter intenções escondidas, sofrer de mudanças de temperamento ou envolverem-se em políticas de escritório.

Pontos fortes do homem:

1. Directos.

2. Menos susceptíveis de se envolverem em "politiquices" no escritório.

3. Mais fácil de se chegar a um entendimento

4. Menos susceptíveis de refilar acerca dos outros.

5. Menos susceptíveis de sofrer mudanças de temperamento.

6. Capazes de deixar a sua vida privada em casa.

7. Sem "alturas do mês".

8. Mais dispostos a partilhar interesses comuns.

9. Não se sentem ameaçados se os outros são bons no seu trabalho.

10. Mais razoáveis.

Artigo integral.


As feministas bem tentam eliminar as distinções biológicas, psicológicas e mentais entre os homens e as mulheres (afirmando que tais diferenças são "construções sociais") mas acho que a maior parte da população mundial sabe que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes.

Ainda bem que assim é, senão o mundo seria bem diferente (para pior).

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