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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Camille Paglia versus Hanna Rosin

Por Mark Richardson

No meu último post escrevi sobre a declaração da feminista Hanna Rosin de que os homens estão agora obsoletos. Mas os homens têm agora uma defensora pouco provável: a académica lésbica Camille Paglia, que escreveu um artigo para a revista Time onde ela se queixa de que o feminismo é injustamente hostil para com os homens:
Um impertinente e invejoso rancor contra os homens tem sido uma das características mais intragáveis e injustas da segunda - e da terceira - vaga do feminismo.
Paglia afirma também que o feminismo negou as distinções sexuais entre os homens e as mulheres:
Professores ideólogos dentro das nossas melhores universidades indoutrinam estudantes impressionáveis com teorias vazias de evidências alegando que o género é uma ficção arbitrária e opressora sem qualquer base na biologia.
A hostilidade para com os homens e a supressão das distinções sexuais não são coisas que aumentam a felicidade da mulher:
Quando uma cultura letrada denigre com regularidade a masculinidade e a virilidade, então as mulheres ficarão para sempre com rapazes que não têm qualquer incentivo para amadurecer ou honrar os seus compromissos. E sem homens fortes como modelos para adoptar ou (para as lésbicas dissidentes) resistir, as mulheres nunca atingirão um sentimento profundo e centrado delas mesmas como mulheres.
Mais uma vez, é importante lembrar que é preciso uma académica lésbica lembrar-nos deste aspecto da heterossexualidade. Os homens têm uma maior realização de si mesmos quando estão na presença de mulheres realmente femininas; as mulheres têm um sentimento mais profundo delas mesmas como mulheres quando estão na presença de homens fortes e realmente masculinos. Logo, ao atacar a masculinidade, as mulheres estão a prejudicar algo que elas precisam para elas mesmas.

Camille Paglia faz também outro ponto interessante, nomeadamente, que muitas feministas, apesar de se identificarem como esquerdistas, acabam sempre por ver a sua participação no mercado como o ponto mais alto das suas vidas. Elas não conseguem fugir do "economismo" da direita:
O que é perturbador em demasiados livros e artigos escritos por jornalistas feministas americanas, apesar do seu esquerdismo putativo, e um preferência implícita pelos valores e pela cultura bourgeois. As habilidades particularmente focadas, cléricais e directivas da elite que faz parte da classe média-alta são apresentadas  como o maior desiderato, o ponto evolutivo mais elevado da humanidade.
Camille Paglia relembra então às feministas triunfalistas, que acreditam que chegou o fim do homem, que as civilizações elevam-se e entram em decadência, e de que numa civilização em declínio, as mulheres invariavelmente irão necessitar do apoio dos homens. Mesmo agora, as mulheres dependem dos homens para manter a engrenagem em movimento:
De facto, os homens são hoje absolutamente indispensáveis, invisíveis para a maioria das feministas, que parecem não reparar nas infraestruturas que fazem com que a sua vida laboral seja possível. São na sua maioria os homens que fazem o trabalho sujo, o trabalho perigoso de construir estradas, despejar cimento, pavimentar sítios com tijolos, revestir os telhados, pendurar fios eléctricos, escavar o gás natural e linhas de esgoto, cortar e remover árvores, e demolir as paisagens de modo a que se possam construir casas .... A economia moderna, com a sua vasta rede de produção e distribuição, é um épico masculino onde as mulheres encontraram um papel produtor - mas as mulheres não foram as autoras.



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O fim da socialmente construída "Teoria do Género"?

Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers (uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar o "NIKK Nordic Gender Institute".

O NIKK tem sido o navio-almirante (inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases "científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais "sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da "Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo onde o carácter irremediavelmente anti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.

O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os "estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira, etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões "masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.).

De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.

No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso, ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA - requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares cientistas Noruegueses.

Como seria de esperar, os resultados da falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.

Harald filmou as reacções dos cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega, mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.

Para piorar as coisas, a falsidade da "Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes) para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".

Espera-se agora que a lição seja ouvida nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta ideologia ainda reina nos corredores de poder.

Para ver o documentário de Harald por inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que foi  apropriadamente escolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.

Parte 1 – ”The Gender Equality Paradox
Parte 2 – ”The Parental Effect
Parte 3 – ”Gay/straight
Parte 4 – ”Violence
Parte 5 – ”Sex
Parte 6 – ”Race[REMOVIDO]
Parte 7 – ”Nature or Nurture..

Fonte




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