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domingo, 6 de julho de 2014

Suiça prepara-se para o fim da União Europeia?

O Exército Suíço está a preparar planos de contingência para a ocorrência de agitação violenta por toda a Europa. Uma nação mais conhecida pelos seus bancos, relógios e chocolates, teme um influxo maciço de refugiados Europeus num futuro próximo.  Em Setembro último as forças militares Suíças levaram a cabo exercícios com o nome de 'Stabilo Due',  que incluía cenários envolvendo instabilidade violenta por toda a Europa.

A Suiça tem mantido uma posição abertamente neutra há décadas, havendo também recusado fazer parte da zona euro quando lhe foi apresentada essa oportunidade.

O maior receio de Berna é provavelmente a desorganização dos exércitos das nações vizinhas que se seguiria à instabilidade geral; a crise da zona euro e a severas medidas de austeridade dentro da União Europeia estão a forçar os estados-membros a cortar de modo significativo nos orçamentos dos seus militares. Se os protestos se continuarem a alastrar por toda a Europa, as forças polícias e as forças armadas locais podem-se revelar mal preparadas para conter os tumultos.

O ministro de Defesa Suíço Ueli Maurer afirmou:

Não coloco de parte que venhamos a precisar do exército nos próximos anos.


O Ministério de Defesa Suíço avançou com as medidas que visam modernizar o exército do seu país, apesar da oposição política. Com o seu orçamento multi-bilionário e com um exército composto por 200,000 soldados, o país tem também planos de comprar caças ‘Saab Gripen’. John R. Schindler, professor de assuntos em torno da segurança nacional na "US Naval College" escreveu um artigo para o site da "XX Committee" onde se lê:

O Ministro Maurer, fazendo-se acompanhar sussurradores provenientes da liderença mal informada na Suiça, está a tentar sensibilizar a nação para o facto da crise fiscal Europeia . . . poder vir a ser muito pouco agradável.

O Chefe das Forças Armadas Suiças, o Tenente-General André Blattmann, revelou também planos para colocar quatro batalhões adicionais de forças militares (1,600 soldados) para proteger os pontos estratégicos por todo o país. Espera-se queBlattmann apresente o plano em Dezembro.

O professor Schindler prevê que, "se o próximo Anders Brievik viesse a atacar muçulmanos, e não Europeus, as coisas poderiam ficar feias duma forma inimaginável," o que poderia dar início a levantamentos muçulmanos por toda a Europa.

No entanto, a Suiça encontra-se em oposição total às políticas multiculturais, um pensamento agora comum em outros países Europeus. Em 2009 a Suiça aprovou um referendo nacional banindo a construção de minaretes islâmicos. E embora a crise económica global tenha forçado as nações Europeias a fazer cortes nas suas forças militares, a Suiça tem mantido níveis relativamente consistentes de gastos com a defesa militar.

Fonte

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Uma vez que a guerra civil se aproxima da Europa, os Suíços estão mais do que correctos em manter o seu exército pronto. Nenhuma nação sobrevive por muito tempo quando ela fragiliza um dos meios de proteger a sua soberania.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ambientalista morre depois de tentar subsistir apenas com a luz do Sol

O jornal suíço Tages-Anzeiger relata o caso antigo duma mulher que morreu de fome depois de dar início a uma "dieta espiritual" onde ela colocava de lado toda a comida, e subsistia com nada mais que a luz do Sol.

O jornal de Zurique reportou na Quarta-Feira que a mulher suíça, cujo nome não foi revelado e que estava na casa dos 50 anos, decidiu seguir o jejum radical em 2010 depois de ver um documentário austríaco acerca dum guru indiano que alega ter vivido desta forma durante 70 anos.

O Tages-Anzeiger afirma ainda que já houve casos similares na Alemanha, Grã-Bretanha e Austrália. O Ministério Público do cantão de Aargau na Quarta-Feira que a mulher morreu em Janeiro de 2011 na cidade de Wolfhalden na zona Este da Suíça.

Fonte

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Ideias têm consequências e o ambientalismo radical têm-se revelado fonte infindável de casos extremos e/ou ridículos:

1. Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

2. Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

3. Direitos dos Animais: terroristas atacam na Grécia


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Suiça obrigada por elite eurocrática a ficar com criminoso turco dentro do país

Fonte

Como se sabe, a Suíça tem-se conseguido manter fora da União Europeia. Não é todavia por isso que o Acto dos Direitos Humanos deixa de intervir em terra helvética . . . A Suíça quer há quase dez anos expulsar um criminoso turco que vive no país desde há muito mais nem sequer aí nasceu.

Fora anteriormente preso por treze meses e, a seguir, a autoridade de imigração de Neuenburg ordenou a sua expulsão, confirmada em tribunal federal no ano de 2004. Só que em 2008 a Comissão Europeia dos Direitos Humanos (CEDH) referido acto dos direitos humanos chegou à conclusão que a Suíça tinha infringido o direito à consideração da vida privada e familiar do turco... e foi condenada a pagar-lhe três mil euros em compensações e quatro mil seiscentos e cinquenta euros em despesas.

O tribunal federal alterou então a sua decisão e comutou a pena de expulsão para pena de exclusão por dez anos a contar desde 2003. Mas a CEDH voltou a intervir a favor do turco, que entretanto vive na Alemanha. E agora a Suíça tem de pagar mais cinco mil euros ao turco.

Os juízes de Estrasburgo alegam que a exclusão por dez anos é desproporcionada, até porque o turco agora porta-se bem e já tem família, segundo dizem...

Um estudo legal da partido liberal suíço, FDP (iniciais sugestivas, sem dúvida), indica que a Suíça arrisca-se a um confronto com a União Europeia se aprovar a proposta do Partido do Povo Suíço (SVP/UDC) de deportar os criminosos estrangeiros.

Há inclusivamente a possibilidade de a UE cancelar os acordos bilaterais com a Suíça, se houver algum rompimento com o princípio da liberdade de circulação de cidadãos europeus em território suíço. E já se sabe que em boa parte dos países europeus qualquer criminoso alógeno se torna facilmente cidadão...

No primeiro dia do mês, o SVP anunciou, numa acção em Aargau, que iria lançar uma segunda iniciativa para a deportação automática de criminosos estrangeiros - o objectivo desta segunda iniciativa é forçar o Conselho Federal a pôr em prática uma alteração constitucional que foi anteriormente apoiada pela maioria dos Suíços no referendo de 28 de Novembro de 2010.

A ministra da Justiça Simonetta Sommaruga, do Partido Social Democrata, juntamente com o grupo que comissiona, rejeitou a inclusão da «deportação automática» dos criminosos estrangeiros quando a primeira iniciativa passou a lei. O novo texto de lei que o SVP vai levar a referendo é mais explícito e radical, tornando impossível o contorno da lei e obrigando à expulsão imediata dos criminosos estrangeiros.

Trata-se pois de mais um confronto óbvio entre a elite reinante e o povo real - a classe dirigente (política, cultural, económica) insiste em impingir aos povos europeus a presença do maior número de alógenos que for possível, mesmo que de criminosos se trate, mas o raio do povinho insiste em dar força democrática a um partido «xenófobo» e «racista» que entrava essa imposição...

O mal disto é a Democracia não estar devidamente a modos que controladinha por quem sabe o que é melhor para o povinho, os déspotas iluminados dos tempos modernos, bons clérigos e fiéis da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente...


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