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domingo, 30 de outubro de 2016

O fim histórico de Portugal

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"Os apoiantes do 25 de Abril não provocaram só a derrocada material de Portugal, mas também a frustração histórica quer da juventude quer dos mais velhos - que, quando novos, tantas vezes, com vivo entusiasmo, cantaram o Hino Nacional («Heróis do Mar, Nobre Povo, Nação Valente e Imortal») e gritaram «Viva a Pátria».

Ora Portugal tinha dois milhões e trezentos mil quilómetros quadrados, e passou a ter só 92 000 Km2 - só 4 por cento!

Agora, como é ainda possível em Portugal, com um mínimo de entusiasmo e sinceridade, e sem revolta, cantar o Hino Nacional e dizer «Viva a Pátria»? Mataram-na em 96 por cento!

É que o 25 de Abril provocou também O Fim Histórico de Portugal - conforme título do recente livro de ataque ao 25 de Abril pelo entretanto falecido professor universitário, democrata patriótico e ex-oposicionista ao antigo regime, Doutor Amorim de Carvalho.

Igual livro teria agora escrito o general Norton de Matos; leia-se a sua obra Nação Una, com prefácio do Prof. Egas Moniz, Prémio Nobel, e com um discurso sobre esse livro do Prof. Barbosa de Magalhães. Eram patriotas, e portanto intransigentes defensores do Ultramar.

Diz-se naquele livro do Doutor Amorim de Carvalho, na pág. 58:

«Os governos de Salazar e de Marcello Caetano, defendendo os territórios portugueses de África, não fizeram, reconheçamo-lo (e quaisquer que sejam as nossas opiniões sobre esses dois homens políticos), senão continuar uma legítima missão, com a qual se identificava como uma nação tendo uma finalidade cultural, civilizadora e humana na história. Esta identificação explica a natureza específica da colonização portuguesa que parece ter sido a única que reproduziu, mutatis mutandis, a admirável colonização romana donde saíram as nações europeias, incluindo as nações que não falam uma língua latina».

A pág. 9, o Doutor Amorim de Carvalho escreveu:

«A minha pátria, que tinha uma existência histórica, feita e mantida pela vontade apenas dos seus heróis e dos seus grandes homens, foi destruída ao fim de quase mil anos, pela vontade dos seus pequenos homens, um bando de traidores - os militares de um exército podre que se recusaram a defendê-la e fizeram o jogo dos seus inimigos».

E, a encerrar este capítulo:

«Reduzindo abruptamente Portugal a um pequeno território da Península Ibérica, arrancando-lhe o mundo geográfico da sua missão cultural e civilizadora, os militares traidores provocaram o traumatismo nacional da sua demissão "histórica", o fim da sua existência "histórica", em duas palavras, "O Fim Histórico de Portugal". 

Vários partidos políticos portugueses associaram-se plenamente a esta traição: o partido comunista e o partido socialista. Eles devem ser devidamente estigmatizados. Outros partidos, praticamente calaram-se perante esta traição; devem ser também devidamente chamados ao julgamento da História».
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domingo, 6 de julho de 2014

Suiça prepara-se para o fim da União Europeia?

O Exército Suíço está a preparar planos de contingência para a ocorrência de agitação violenta por toda a Europa. Uma nação mais conhecida pelos seus bancos, relógios e chocolates, teme um influxo maciço de refugiados Europeus num futuro próximo.  Em Setembro último as forças militares Suíças levaram a cabo exercícios com o nome de 'Stabilo Due',  que incluía cenários envolvendo instabilidade violenta por toda a Europa.

A Suiça tem mantido uma posição abertamente neutra há décadas, havendo também recusado fazer parte da zona euro quando lhe foi apresentada essa oportunidade.

O maior receio de Berna é provavelmente a desorganização dos exércitos das nações vizinhas que se seguiria à instabilidade geral; a crise da zona euro e a severas medidas de austeridade dentro da União Europeia estão a forçar os estados-membros a cortar de modo significativo nos orçamentos dos seus militares. Se os protestos se continuarem a alastrar por toda a Europa, as forças polícias e as forças armadas locais podem-se revelar mal preparadas para conter os tumultos.

O ministro de Defesa Suíço Ueli Maurer afirmou:

Não coloco de parte que venhamos a precisar do exército nos próximos anos.


O Ministério de Defesa Suíço avançou com as medidas que visam modernizar o exército do seu país, apesar da oposição política. Com o seu orçamento multi-bilionário e com um exército composto por 200,000 soldados, o país tem também planos de comprar caças ‘Saab Gripen’. John R. Schindler, professor de assuntos em torno da segurança nacional na "US Naval College" escreveu um artigo para o site da "XX Committee" onde se lê:

O Ministro Maurer, fazendo-se acompanhar sussurradores provenientes da liderença mal informada na Suiça, está a tentar sensibilizar a nação para o facto da crise fiscal Europeia . . . poder vir a ser muito pouco agradável.

O Chefe das Forças Armadas Suiças, o Tenente-General André Blattmann, revelou também planos para colocar quatro batalhões adicionais de forças militares (1,600 soldados) para proteger os pontos estratégicos por todo o país. Espera-se queBlattmann apresente o plano em Dezembro.

O professor Schindler prevê que, "se o próximo Anders Brievik viesse a atacar muçulmanos, e não Europeus, as coisas poderiam ficar feias duma forma inimaginável," o que poderia dar início a levantamentos muçulmanos por toda a Europa.

No entanto, a Suiça encontra-se em oposição total às políticas multiculturais, um pensamento agora comum em outros países Europeus. Em 2009 a Suiça aprovou um referendo nacional banindo a construção de minaretes islâmicos. E embora a crise económica global tenha forçado as nações Europeias a fazer cortes nas suas forças militares, a Suiça tem mantido níveis relativamente consistentes de gastos com a defesa militar.

Fonte

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Uma vez que a guerra civil se aproxima da Europa, os Suíços estão mais do que correctos em manter o seu exército pronto. Nenhuma nação sobrevive por muito tempo quando ela fragiliza um dos meios de proteger a sua soberania.



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