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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mãe adoptiva acusada de matar bebé de 2 anos

Uma mãe adoptiva do Texas está a ser acusada de assassinar Alexandria Hill de 2 anos.

Alexandria Hill
Sherill Small chamou o 911 [número de emergência] no dia 29 de Julho e disse que a pequena Alexandria tinha parado de respirar. A menina foi então levada para  um hospital da área de Rockdale area hospital, e daí voada para o "White Children’s Emergency Hospital" em Temple, onde ela permaneceu em coma até que foi retirada do suporte de vida na Quarta-Feira.

Segundo o Chefe-Policial de Rockdale, Thomas Harris, Sherill Small tentou esconder o que causou as lesões de Alexandria. Os médicos afirmaram que Small deu explicações à policia que não estavam de acordo com as lesões da bebé.

Inicialmente, a sua história foi a de que a criança estava a correr para trás quando caiu. Este tipo de lesões não são obtidas por crianças de 2 anos a correr para trás e a cair.

Os médicos afirmaram que a Alexandra tinha hemorragia da retina em ambos os olhos, bem como hemorragia no cérebro. A princípio, Small disse que se encontrava baloiçar a Alexandria em círculos quando acidentalmente largou as suas mãos. Mas tarde ela admitiu que estava frustrada com a menina e que ela a balançou sobre a sua cabeça e para baixo, perto do chão, três vezes. À terceira vez a cabeça de Alexandria bateu no chão. Sherill Small foi presa no dia 1 de Agosto e acusada de homicídio criminal.

O pai de Alexandria, Joshua Hill, disse que a sua filha foi colocada num orfanato porque ele e a mãe da bebé "fumavam maconha por essa altura”. Os registos do tribunal revelaram que a mãe da menina tinha uma condição médica que não lhe permitia ficar sozinha com a criança.

Hill disse que Alexandria foi mudada para a casa de Sherill Small depois dele e da sua esposa se queixarem de que a casa anterior onde ela estava não era suficientemente segura. Ele disse que o bebé chegava para os momentos de visitação com contusões e com mofo e bolor no saco. A dada altura, Hill disse à policia o teria de prender porque ele não queria que ela voltasse para o orfanato.

Mas as coisas não ficaram muito diferentes na companhia de Sherill Small, afirmou Hill. No entanto, Alexandria parecia feliz com ela, e Small era uma mãe adoptiva documentada e com licença obtida na Texas Mentor. Small obteve a custódia de Alexandria em Janeiro último, e teve que passar por treinamento como parte do seu licenciamento.

Joshua Hill e Mary Sweeney, a mãe da Alexandria, trabalham agora para processar o estado e a agência adopção. Sherill Small encontra-se retida com uma fiança de  $100,000.

Fonte

* * * * * * *
Portanto, as mulheres

1) Arracam olhos de crianças,
2) São as mais prováveis iniciadoras do ciclo de violência,
3) Entornam molho picante nos olhos duma criança,
4) Esquartejam os ex-maridos e os amantes,
5) Dão 100 (cem) facadas numa criança,
6) São os adultos mais prováveis de matar uma criança,
7) Decapitam os próprios filhos,
8) Tentam afogar os filhos em vasos sanitários,
9) Matam os filhos por estes não as deixarem jogar Farmville,
10) Esfaqueiam crianças,
       ......... etc, etc, etc
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No entanto, embora o homem e a mulher sejam igualmente capazes de actos de violência, a sociedade actual dedica a maior parte do seu tempo e dos seus esforços em medidas que visam "resolver" a violência que aflige exclusivamente as mulheres. (Coloco "resolver" e não resolver (sem aspas) porque, na realidade, os poderes estabelecidos não estão interessados em acabar com a violência doméstica mas sim usá-la como arma de subversão cultural.).





sábado, 8 de setembro de 2012

Mulher decapita filho de 2 anos

Uma mãe de New Jersey, com uma história de desordens mentais e uso de substâncias, voltou a ter custódia do seu filho de 2 anos, antes de parar de tomar os medicamentos e decapitá-lo.

O que a polícia encontrou na sua casa em Camden, na Quarta -Feira de manhã, era horripilante. Chevonne Thomas havia decapitado o seu filho e colocado a cabeça na geleira. Mais tarde a mãe de 33 anos esfaqueou-se fatalmente depois de ter desligado o telefone de emergência. Um fim violento para uma vida conturbada..

Chevonne havia re-obtido a custódia do seu filho Zahree depois de alegadamente ter deixado o rapaz sozinho no carro, declarando perante a policia que havia fumado marijuana misturada com alucinogénos, e desmaiado num parque próximo.

Segundo a "Department of Children and Families", ela havia previamente perdido a custódia da criança, em favor dos seus familiares, para além de ter sido ordenada a submeter-se a tratamento médico para a sua dependência química e para os seus problemas mentais. Em 2010 Chevonne havia sido acusada de colocar a vida duma criança em perigo num incidente rodoviário, mas o caso foi arquivado.

A agência estatal de apoio às crianças afirmou numa declaração que Chevonne Thomas estava a receber aconselhamento e apoio desde que o tribunal ordenou a reunificação com o seu filho (3 de Abril).

A vizinha Melanie Troutman declarou ter visto Chevonne Thomas e o namorado sentados nas escadas da sua casa - algo que Melanie havia visto várias vezes. No entanto, desta vez Chevonne estava em topless e "claramente zangada." Cerca de duas horas depois, Thomas ligou para o 911, onde, durante a chamada, começou por acusar o namorado de ter esfaqueado Zahree só para mais tarde mudar a história e confessar ter sido ela a matar o bebé.

Eis aqui parte da conversa:

Sabes duma coisa? Fui eu que fiz. Estou a mentir. Estou a mentir. Fui eu que fiz.

Quando lhe perguntaram que ela havia tomado os medicamentos ela disse que costumava tomar o antidepressivo Prozoac.:

Hoje não tomei, mas deveria ter tomado.

Mais tarde a polícia encontrou o corpo de Zahree no primeiro andar da casa da mãe, antes de descobrir a cabeça do mesmo na geleira. Um examinador médico encontrou também marcas de esfaqueamento no peito do bebé, e marcas nos braços do mesmo.

Thomas esfaqueou-se no pescoço com uma de cozinha depois de desligar a chamada para o 911.

* * * * * * *

Comentário de Elusive Wapiti:

Como homem, pai e crítico cultural, é cada vez mais difícil ficar zangado com este tipo de coisas.

Não sei quantas vezes esta observação tem que ser feita:
O mesmo sistema que de modo sistemático retira o homem da sua casa, largamente com base nas necessidades e busca da felicidade da esposa, o mesmo sistema que aprova a maternidade fora do casamento, um sistema envolvido numa cultura mais abrangente que aprova a morte de quase 60% dos bebés negros no útero (23% de todos os bebés a nível nacional), é o mesmo sistema que volta a colocar um vulnerável bebé nas mãos duma mãe claramente perturbada.

E depois, como se o resultado não tivesse qualquer tipo de relação com os eventos precedentes, o sistema agita as suas mãos enquanto fala do "infeliz" final de vida da criança. Lava, seca e repete.

Eu já disse isto uma vez, e volto a dizer mais uma vez: o lugar mais seguro que existe para uma criança é nos braços do pai biológico, no núcleo familiar intacto.

* * * * * * *

Pensem na quantidade de factores promovidos pelo marxismo cultural que fazem parte desta história:
  • Sexo e gravidez fora do vínculo do casamento
  • Consumo de drogas
  • Mãe solteira (promovido pelo esquerdismo como forma de obter um bloco permanente de votantes. OBS: normalmente, as mães solteiras votam em partidos esquerdistas)
  • Crença na inerente bondade da mãe/mulher (apesar da existência de evidências em contrário, neste caso)
  • "Apoio" estatal que visa minimizar os efeitos do comportamento que o mesmo estado promove
etc, etc

É este tipo de sociedade disfuncional que a elite esquerdista quer instalar uma vez que a mesma é menos susceptível de formar um bloco organizado com o expresso propósito de resistir a elite esquerdista. Por exemplo, quem promove o consumo da maconha não o faz porque visa o bem estar dos consumidores, mas sim porque os efeitos desse estilo de vida são devastadores para a unidade e estrutura social.

Uma vez destruída a família e a unidade social, o governo pode de forma mais fácil controlar e manipular a sociedade.

Isto é o marxismo cultural.





sábado, 18 de agosto de 2012

Justiça russa condena feministas que levaram a cabo crime de ódio contra Cristãos

Três membros da banda punk com o ofensivo (para as mulheres) nome de "Pussy Riot" [daqui em diante, apenas PRiot] foram sentenciadas a dois anos de cadeia por motivos de "hooliganismo motivado pelo ódio religioso". O veredicto pode ser recorrido em 10 dias.

A juíza do caso afirmou que o hooliganismo pode ser qualificado de crime quando as acções demonstram "desrespeito e desafio claro pelas normas aceites e pelos gostos de outrem", e quando "são levadas a cabo por um grupo numa conspiração." A juíza afirmou ainda que o "tribunal não confia no testemunho das rés" de que as suas acções não foram motivadas pelo ódio uma vez que "os seus gritos e cânticos foram considerados inquestionavelmente pelas vítimas como manifestações do seu ódio religioso."

As declarações das testemunhas que presenciaram a atitude das PRiot dentro da Catedral "Cristo o Salvador" (Moscovo), e que a qualificaram de "agressiva e insultuosa para os crentes", foram lidas enquanto os membros da banda ouviam. As advogadas de defesa Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich alegaram que o "protesto não foi anti-religioso mas sim político, feito como forma de chamar a atenção para as actividades da Igreja Ortodoxa durante a reeleição de Putin como presidente."

Por outro lado, o Ministério Público pediu 3 anos de prisão, alegando que a atitude das PRiot insultou todos os Russos Ortodoxos, e que as mulheres poderiam ser um perigo para a sociedade se não fossem enjauladas.

Um homem que normalmente prepara os cultos na igreja atacada, disse que as PRiot estavam vestidas de "forma imprópria" e "saltavam por todo o lado" à medida que gritavam "palavras blasfemas" (ex: "Maria, torna-te feminista!"). Para além disso, o homem disse que o propósito da banda era mesmo o de insultar os Cristãos.

Outro homem que também trabalha na igreja descreveu a luta física que ocorreu quando os guardas tentaram por término à performance, afirmando que as feministas "imitavam movimentos satânicos com as suas mãos" e que os congregantes "exigiram que a blasfémia terminasse."

Uma congregante Ortodoxa que trabalhou na catedral testemunhou que "as acções afectaram de modo profundo as suas convicções religiosas" ao mesmo tempo que outro homem disse que "sofreu danos morais."

Mais importante que isto, é o facto das testemunhas afirmarem que não ouviram as PRiot a gritar qualquer tipo de slogan político.

O vídeo do acto de ódio destas feministas pode ser visto aqui.



* * * * * * *
Como é normal em situações onde os Cristãos são vítimas de ódio religioso, as feministas tentam de forma desesperada minimizar o ódio anti-Cristão que serviu da base às suas acções, ao mesmo tempo que tentam colocar estas satânicas "mulheres" sob o manto de "activistas pela democracia". Mas qualquer pessoa com 5 cm de cérebro se apercebe que esta tentativa está condenada ao fracasso. Elas foram condenadas por vandalismo MOTIVADO POR ÓDIO ANTI-CRISTÃO ("religioso") e não por se manifestarem contra Putin.

Tendo isto como base, de que forma é que as "cristãs" que se alinham com o feminazismo ficam no meio desta história? Se o movimento político, social e sexual com o qual tu te alinhas luta contra a fé que tu dizes professar, talvez seja a hora de escolheres uma a outra. Não há união entre feminismo e Cristianismo.

Outra coisa refutada pela notícia descrita em cima é o facto das feminazis afirmarem que o ódio das PRiot "era contra Putin e não contra os Cristãos". Se isto é assim, porque é que escolherem uma igreja para levar a cabo o seu ódio? Putin por acaso é padre? Putin tem algum cargo eclesiástico nesta igreja específica? Se isso aconteceu porque "a igreja apoiou Putin", então as PRiot poderiam ter escolhido muitas outras instituições que também deram apoio a Putin (bancos, músicos, etc).

Como é que elas sabiam que esta igreja específica deu apoio a Putin? Para além disso, seria muito mais lógico levar a cabo este tipo de iniciativas junto do local onde se encontra a presidência russa, e não numa pacífica igreja Cristã. Elas escolheram uma igreja porque, normalmente, os Cristãos não respondem de modo agressivo aos actos de violência motivados por ódio anti-Cristão. Mas talvez seja altura de mudar isso.

Por fim, por todo o mundo islâmico, mulheres muçulmanas são apedrejadas, violadas, queimadas, espancadas, decapitadas e outras coisas mais, mas as feministas ocidentais focaram-se que nem abelhas num caso onde as feministas foram condenadas (justamente) por levarem a cabo actos de vandalismo anti-Cristão. Este facto por si só demonstra o quanto as feministas realmente "se preocupam" com as mulheres, e como o seu movimento nada mais é que um movimento político anti-Cristão mascarado de "movimento das mulheres."

Mas se tu és feminista, por favor, continua dar o teu apoio a este movimento idiota. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas vão sendo apedrejadas em plena luz do dia e as tuas líderes - aquelas que te dizem o que pensar, como pensar, e como falar - nada fazem em relação a isso. Afinal de contas, é mais importante defender vândalos e promover o aborto do que salvar a vida de mulheres muçulmanas genuinamente oprimidas.




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