Pode-se perguntar "Como é que sabemos que ambas eram igualitárias?" Sabemos disso precisamente porque elas agrediram o homem.
Uma vez que elas iniciaram violência física contra o homem, somos levados a acreditar que elas realmente pensavam que eram fisicamente iguais e capazes de levar de vencida o sujeito.
Tiveram o que mereceram.
O pobre coitado do homem vai agora ser julgado por posse de arma e agressão criminosa. Mas isto é uma estupidez uma vez que é muito difícil "desligar" uma acção de auto-defesa "adrenalinosa" quando esta está a ocorrer - especialmente quando não se está habituado a lidar com ela.
Como é que o homem poderia saber "quando parar"? E se elas tivessem uma arma de fogo escondida? Segundo se sabe, as mulheres estavam sob efeito de drogas.
Claro que as feministas irão sem dúvida usar este incidente como mais um caso de "violência contra as mulheres". Mas se elas seguirem esta linha de pensamento, colocar-se-ão numa posição onde aparentam defender que um incidente de auto-defesa que envolva agressoras femininas tem que ser tratado de um modo distinto da auto-defesa que envolva agressores masculinos.
Mas se é isto que subscrevem, o que é que isso nos diz em relação à sua crença na "igualdade"?
Uma mulher que inicia agressão física contra um homem acredita que 1) ele não vai responder ou 2) se responder, ela consegue vencê-lo. Se é a primeira, então a mulher está a ser falsa e hipócrita ("Vou-lhe agredir tendo a firme convicção que ele não vai responder").
Se, no entanto, ela acredita que pode vencer o confronto físico, então ninguém pode criticar o homem por este a tratar do mesmo modo que ele trataria se o incidente envolvesse um agressor do sexo masculino.
Se as feministas querem igualdade, então tem que ser igualdade em toda a linha e não só nas áreas que lhes interessa.