Marie N. Robinson MD, uma psiquiatra com qualificações obtidas na
Universidade Cornell, dedicou-se maioritariamente ao tratamento da
frigidez. O seu livro, The Power of Sexual Surrender
(1958), é um estudo revelador em torno da psicologia feminina.
Infelizmente, o livro está virtualmente fora dos catálogos de venda. E
porquê? Porque é politicamente incorrecto.
A Drª Robinson afirma que milhões de mulheres americanas sofrem de
frigidez sexual, e embora ela explore várias causas para isto, ela
ressalva que, de modo universal, as mulheres frígidas adoptaram o ponto de vista feminista. Esta visão - de que a vida de mãe e esposa são humilhantes
- gera um impasse emocional que obstruí a resposta sexual e o
desenvolvimento psicológico. Robinson escreve que a identidade da
mulher encontra-se dentro dum "altruísmo feminino essencial". A sua
auto-expressão e o seu poder fundamentam-se em fazer do marido e dos
filhos a sua primeira prioridade. Semelhantemente, a sua satisfação
sexual e a sua fecundidade espiritual dependem da sua auto-rendição
(ou auto-entrega).
Diferenças Sexuais
Robinson afirma que os homens e as mulheres são naturalmente distintos;
os homens foram criados para dominar o mundo externo (físico) e as
mulher para dominar o mundo interno (espiritual) e a casa. Isto não são
estereótipos sociais, como defendem as feministas:
As
mulheres foram feitas para tarefas distintas daquelas do mercado de
trabalho, e inteiramente feitas para outro tipo de stress. . . . Elas
tendem a perder a sua feminilidade essencial se permanecem [no mercado
de trabalho] por escolha sua. (página 149)
Segundo Robinson, a mulher moderna sofre duma crise de identidade
porque elas pensam que já não são necessárias como mulheres. Antes da
revolução industrial, o lar era o centro de toda a vida e a mulher era
o coração do mesmo. Ela cuidava e educava as crianças, preparava a
roupa e a comida, e ajudava nas tarefas da quinta. A revolução industrial parece ter tornado a mulher obsoleta;
as crianças não eram mais necessárias e eram até consideradas uma
dependência. Tudo passou a ser comprado nas lojas, e a casa passou a
ficar vazia. As crianças foram para a escola e o marido para o emprego.
A resposta feminina para esta nova realidade foi virar-se contra a sua
própria essência de mulher. Mary Wollstonecraft escreveu um manifesto
feminista - Vindication of the Rights of Women
(1792) - onde proclamava que as mulheres eram idênticas aos homens, e
onde promovia a masculinidade junto das mulheres. Segundo Robinson, "o
credo feminista desacreditou por completo as necessidades e as
características femininas, e substituiu os objectivos masculinos pelos
objectivos femininos." (53)
A outra resposta feminina para a revolução industrial não foi feminista
mas "Vitoriana." Robinson afirma que as mulheres Vitorianas
"vingaram-se" dos homens ao afirmarem que as mulheres não tinham
qualquer tipo de sentimentos sexuais. Elas "foram
surpreendentemente bem sucedidas em convencer os homens no geral e até
os cientistas desse tempo de que a frigidez era de facto um atributo
básico das fêmeas."(54)
Portanto, as mulheres feministas e as mulheres Vitorianas lançaram as bases para a neurose feminina actual.
A
depreciação dos objectivos da feminilidade, tanto biológicos como
psicológicos, tornou-se parte integrante da educação de milhões de
meninas americanas. As tarefas domésticas, a gravidez, a educação de
crianças, as virtudes da paciência, amorosidade e a capacidade de
entrega dentro do casamento, foram sistematicamente desvalorizadas. A
vida das conquistas masculinas foram substituídas pela vida das
conquistas femininas. (55)
A Desvalorização Feminina e o Ódio a Si Mesma
O antagonismo feminista-Vitoriano dirigido aos homens foi passado de mãe para filha de modo a que "para
milhões de mulheres, a hostilidade dirigido ao sexo oposto é quase uma
lei natural. Embora muitas mulheres modernas possam afirmar da boca
para fora o ideal dum casamento apaixonado e produtivo, dentro de si
elas têm um ressentimento contra o seu papel feminino, para além de
olhar para o homem como alguém fundamentalmente hostil a elas, como
alguém que as explora. Dentro do seu coração, e muitas vezes sem se
aperceber disso, elas desejam superá-lo e inverter os papéis com ele." (página 56)
Robinson afirma que se o feminismo tivesse trazido felicidade para a mulher, então o jogo poderia valer a pena.
Mas
não trouxe. O jogo trouxe frigidez, inquietação, uma taxa de divórcio
cada vez mais alta, neurose, homossexualismo, delinquência juvenil -
tudo coisas que são o resultado do facto da mulher abandonar a sua
verdadeira função. (56)
A Dra Robinson escreve que mal este "impasse" emocional seja removido,
os instintos naturais da mulher fluirão e a saúde será restaurada.
Essencialmente, isto envolve "ela
permitir confiar no seu marido duma forma bem profunda. Isto significa
que ela finalmente se apercebe que ela não tem mais que temer ou
opor-se à sua força, mas sim que ela pode depender e confiar nela [na
força masculina do marido], de modo a dar-lhe o clima de segurança
necessário para o pleno florescimentode sua feminilidade." (153)
Para um profundo orgasmo vaginal, escreve Robinson, "a
excitação vem do acto de rendição. Há um aumento tremendo do êxtase
físico no acto da entrega e no sentimento de ser o instrumento passivo
de outra pessoa..." (158) Por outro lado, a mulher que não
confia no amor do marido e, como consequência, na sua própria
feminilidade, tem uma abordagem de vida "difícil, dolorosa e frenética". Ela encontra-se em guerra contra ela mesma, e na cama, ela tem que se sentir "no controle o tempo inteiro."
Robinson considerao clitóriscomo um vestígiomasculino. Com isto, ela sugere que a mulher pode mesmo assim ser frígida mesmo que ela se encontre sexualmente activa e mecanicamentehábil. A sexualidade feminina depende da "confiança absoluta" no homem, o que permite que a mulher receba em pleno e responda em pleno.
A Drª Robinson afirma que não há nada na vida mais importante que o
amor, e que o casamento é a chave para o desenvolvimento humano.
Segundo ela, o poder do amor é sentido no mundo através desta relação.
O
amor significa, de modo profundo, uma união entre indivíduos.... É o
impulso mais básico e mais profundo que temos, e o seu poder para o Bem
é ilimitado... o parceiro amoroso torna-se tão importante como a si
próprio....Este facto é o porquê do amor verdadeiro não levar à
dominação ou a uma luta pelo poder.... (129)
O Feminismo Como Arma da Elite Para o Despovoamento
A importância do livro "The Power of Sexual Surrender" é profundo. Ao
coagir as mulheres a abandonar a sua feminilidade e a usurpar o papel
masculino, o feminismo lança uma chave-inglesa sobre o mecanismo
heterossexual natural da humanidade. Milhões de mulheres encontram-se
hoje condenadas a uma vida de solidão e frustração.
Semelhantemente, os homens são privados do seu papel de protector e de
provedor que é essencial para o seu desenvolvimento e para a realização.
O sucesso de tal ideologia mal-dirigida, e a supressão da verdade,
significa que o controle do mundo passou para as mãos duma força
maligna. Tal como já mostrei em artigos prévios, uma elite amoral fomenta o feminismo como parte duma agenda de longa duração tendo em vista a separação da cultura ocidental das suas amarras culturais e religiosas.
Instituições com isenção de impostos, os média, a CIA e o Partido
Comunista dos EUA estão todos por trás da promoção desta disfunção
sexual mascarada de feminismo. O propósito é destruir a família natural,
diminuir a população mundial, criar a ilusão dum desenvolvimento humano
e desestabilizar a sociedade. Nós somos um luxo que os super-ricos não
podem mais sustentar, e o nosso governo faz parte desta agenda que tem
como plano criar uma "Nova Ordem Mundial" materialista e totalitária.
As feministas que são contra a NOM são, de facto, agentes involuntários
[idiotas úteis] dessa mesma organização.
Conclusão:
Encorajo as mulheres a ter uma carreira profissional, se esse for o seu
desejo; mas se elas querem uma carreira e uma família, a carreira
profissional deve ser algo secundário. (Obviamente que os homens e as
mulheres devem ser tratados da mesma forma nos locais de trabalho.)
O livro da Drª Robinson confirma a minha tese de que as mulheres querem amor e os homens querem poder. O casamento heterossexual [ed: o único que existe]
fundamenta-se na troca do poder mundano feminino pelo amor masculino. A
mulher que busca poder está a neutralizar-se a ela mesma, e a
neutralizar o marido. Ela não irá receber o amor dum homem cuja
identidade é baseada no poder, e ele não amará alguém com quem está em
competição. Ele não tem como amá-la desta forma: este é o dilema que as feministas actuais têm que resolver.
Tal como Marie N. Robinson confirma, a mulher ama confiando o seu poder
ao homem certo - o marido. Por sua vez, ele usa esse poder para
defender os interesses da esposa. Portanto, ela dá poder ao marido e
canaliza esse poder de uma forma socialmente construtiva.
O verdadeiro poder da mulher é o poder do amor e o poder da auto-rendição.
Um vislumbre fascinante para dentro da lógica da mulher moderna, que espera que o homem cumpra o seu papel de provedor, sem que ela cumpra o papel maternal associado à sua biologia:
O meu namorado
é dono duma companhia que constrói aplicativos para os iPhone. No ano
passado ele teve um lucro pessoal de mais de $650,000, só no salário.
Este ano muito provavelemente ele terá o dobro disso. Eu,
por outro lado, tenho um negócio em dificuldade o qual espero fazer
crescer.
O problema é que o meu namorado gasta muito dinheiro nos seus
projectos, nas suas obras de caridade, nos seus investimentos, e nas
suas actividades sociais - e gasta um tempo imenso a falar das coisas
caras que quer comprar para si.
Não é isto um bocado insensível da sua parte?
Eu estou a trabalhar tanto! Eu sei que serei bem sucedida, mas não
consigo sair e comprar - muito menos esbanjar - nesta altura da minha
vida.
Nós já estamos juntos há 3 anos, e ele é suficientemente generoso
ao pagar-me jantares e férias (como aquela que tivemos em França). Mas
ele não se oferece para partilhar o seu sucesso. Todos sabemos que ele
trabalhou imenso para ter o sucesso que tem, mas será que eu não tenho
direito a parte dos seus lucros uma vez que já estamos juntos há três
anos?
É suficientemente mau que o regime legal tenha encapsulado o Imperativo
Feminino nas leis de forma que a mera sanção de um casamento estatal
confira à mulher o direito de ficar com uma percentagem significativa
dos bens do marido, embora já não forneça ao homem o direito ao corpo
da mulher. Mas agora que os homens mais astutos evitam de forma
crescente os riscos legais inerentes ao casamento, podemos observar
para onde o Imperativo Feminino nos levará a seguir: o mero acto de
passar algum tempo na proximidade dum homem passará a ser justificação
suficiente para uma transferência de recursos financeiros.
É precisamente por isto que nenhum homem bem sucedido deve coabitar com uma mulher (porque o mero acto dela aceitar a coabitação é sinal de que ela não tem valores familiares firmes)
a menos que ele esteja disposto a correr os riscos associados ao
casamento actual. Tal como a pessoa que escreveu a carta diz, a mulher
que se envolve com um homem sentirá que tem um direito intrínseco aos
seus bens, independentemente da natureza exacta do seu envolvimento.
E note-se no conselho que a colunista lhe dá: "Eu estou totalmente de acordo com as mulheres que usam todas as armas ao seu dispor para obter o que elas querem."
A parte interessante é: será que ela acredita na igualdade? Qual é a
diferença entre a posição que ela defende e a ideia de que o homem deve
usar todas as armas ao seu dispor, incluindo a sua superior força
física, para obter o que ele quer?
* * * * * * *
Antigamente, se este homem bem sucedido quisesse usufruir da
sexualidade desta mulher, ele teria que casar com ela e partilhar os
seus recursos com a esposa. Hoje, graças ao colapso da moral Cristã, as
mulheres disponibilizam a sua sexualidade aos homens bem sucedidos sem
que exista qualquer tipo de vínculo matrimonial. O que isto significa é
que quando a mulher se envolve sexualmente com um homem com quem não
tem um vínculo matrimonial, ela está a passar a uma mensagem específica
que o homem assimila como algo do tipo "Esta mulher não serve para mãe dos meus filhos" ou "Ela não serve como esposa fiel".
Uma das evidências muito fortes em favor desta posição é o facto deles
estarem juntos há 3 longos anos, mas ele não lhe ter pedido em
casamento. Para quê é que ele a pediria em casamento se ele já tem tudo
o que ele quer dela sem, no entanto, ter qualquer vínculo legal?
As más notícias para as mulheres modernas, é que, uma vez que os homens
já estão a ficar alertas para esta mudança na mentalidade feminina,
eles não só evitam de todo o
casamento, como se apressam a trocar de namorada - por uma mais nova e
mais bela - quando se apercebem que a sua actual ultrapassou os 30
anos de idade e está a perder a sua beleza e juventude. E eles seguem
fazendo isto até quando for possível. Um exemplo disto é Silvio
Berlusconi.
Conclusão:
A ética moral vigente é benéfica para uma minoria de homens (os mesmos
homens que instalaram essa mesma ética), e má para todas as mulheres e
para a esmagadora maioria dos homens. Que pena que a maior parte das
mulheres ainda não se tenha apercebido disso.
A estrela porno japonesa Uta Kohaku recebeu uma centena de garrafas com esperma depois de ter lançado um apelo no Twitter para que os fãs dessem o seu contributo para a gravação do filme 'Semen Collection 2'.
Bastaram duas semanas para que os abnegados
admiradores da actriz de 20 anos enviassem o número esperado
de recipientes, fotografados e partilhados na rede social por Uta
Kohaku.
"O esperma dos meus fãs! Maravilhoso! Vou
tratá-lo como se fosse o meu próprio filho", escreveu a actriz [sic] de filmes
pornográficos no Twitter.
Algo está seriamente errado com as mulheres actuais. Se não notaste é porque não tens prestado atenção. As mulheres americanas e as mulheres ocidentais encontram-se atoladas em preocupações, tristeza, depressão, ansiedade emocional e física, problemas e saúde e doenças nunca vistas no passado.
De forma geral, os média não reportam esta triste verdade na sua profundidade, mas se mantiveres os teus olhos abertos, observarás que algo está errado, e podes até encontrar parcelas de evidências desta doença em massa nos jornais, revistas e na televisão:
“Estudo recente apurou que uma em cada quatro mulheres com idades compreendidas entre 45 e os 59 está a tomar anti-depressivos.” — USA TODAY
"De modo acelerado, os Estados Unidos está a atrasar-se em relação aos outros países industrializados no que toca a expectativa de vida, e nenhum outro grupo demográfico se depara com um declínio mais acelerado que as mulheres. Segundo um estudo levado a cabo pelo "Institute for Health Metrics and Evaluation" (IHME) na Universidade de Washington, a expectativa de vida da mulher americana não está a crescer lentamente . . . na verdade, ela está em queda." —Travis Waldron, Thinkprogress.org
“Estima-se que 8 milhões de americanos sofram duma desordem alimentar - 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens.” —Press TV
“Entre duas a três mulheres americanas em cada 100, sofre de bulimia.” — South Carolina Department of Mental Health
“Uma em cada 200 americanas sofre de anorexia.” — South Carolina Department of Mental Health
“Actualmente, uma em cada 4 mulheres com idades compreendidas no intervalo 45-64 sofre algum tipo de desordem mental - um aumento de 20% durante os últimos 15 anos.” — The Telegraph
Estas estatísticas, tal como sintomas duma doença oculta, são um forte indicador duma crescente epidemia. Mas o que é que está a acontecer?
A resposta, segundo aqueles que analisam este tipo de dados, prende-se com o facto das mulheres estarem a trabalharem mais do que nunca. Isto é o resultado directo do movimento feminista que varreu os EUA desde os anos 60 até aos anos 1990.
“O Movimento Feminista, ou o Movimento de Libertação da Mulher, é um período de actividade feminista nos Estados Unidos que teve início no princípio dos anos 60 e durou até ao final dos anos 90.” —Wikipédia
Claro que, mulheres a ter carreiras profissionais e a obter a mesma educação que os homens é algo de bom. O problema encontra-se no facto das mulheres actuais não só trabalharem a tempo inteiro, mas também levarem a cabo o seu papel tradicional de mães, esposas, filhas e matriarcas. À medida que as horas aumentam, e juntamente com o stress resultante da crise económica, muitas mulheres estão a ter dificuldade em enfrentar esta nova dinâmica:
“As mulheres de meia idade que tentam coordenar as carreiras, os filhos e os parentes mais velhos, estão a sofrer mais de depressão e ansiedade que qualquer outro grupo social, revelam dados da NHS.” —The Telegraph
“O grupo de caridade 'Mind', que trata de problemas mentais, afirmou que as mulheres nos seus 40 e 50 anos estão a ficar cada vez mais afectadas por tentarem gerir as responsabilidades da família, da cada e do emprego.…Este grupo etário em particular foi provavelmente educado por mães caseiras mas agora elas são mulheres com carreiras profissionais que enfrentam a pressão financeira de fazer parte duma família com rendimento duplo.” —The Telegraph
Os órgãos de informação defendem que, graças ao movimento feminista dos pós-anos 60, as mulheres actuais possuem mais liberdades e mais oportunidades que as tornam quase iguais aos homens.
Ouvimos esta adulação do feminismo repetida por muitos jornalistas, líderes industriais e professores universitários. À primeira vista, esta ideia parece correcta e plausível, mas será mesmo verdade? Será que as mulheres já avançaram assim tanto? Estão as mulheres de hoje numa posição superior a qualquer outra era da história?
As estatísticas não confirmam isso, quando se fala em termos de saúde. Mas para além disso, há outros factos em redor desta história.
Engenharia social secreta por trás da "mulher moderna"
(...) As mulheres ajudaram a moldar a cultura americana, não só nas últimas décadas, mas desde o tempo em que os peregrinos chegaram à América do Norte. Desde o princípio, as mulheres assumiram papéis de liderança na política, ciência, educação, literatura, medicina e como cidadãs informadas. Mas nas últimas décadas as mulheres americanas e as mulheres ocidentais sofreram uma transformação repentina; ocorreu uma mudança tão profunda e tão evidente que é surpreendente que tão poucos sociólogos tenham reconhecido e escrito em torno da gravidade das suas implicações.
De alguma forma, a sociedade - fomentada pelos órgãos de comunicação em massa e as grandes companhias que as subsidiam - pegou nas antigas histórias em torno das mulheres de sonho, que é algo mais ou menos igual a ISTO:
E transformaram esse sonho em algo como ISTO:
No entanto, o que se passa é que esta realidade só se aplica a uma pequeníssima quantidade de mulheres. Apesar de todo o idealismo dos média e da publicidade universitária que incita as mulheres a obter educação superior, o facto é que a vida das mulheres transformou NISTO:
Para além disso, uma larga percentagem de mulheres americanas trabalha nas vendas. Portanto, o "sonho" que está a ser vendido às mulheres americanas, se te queres aproximar da realidade, parece-se mais com ISTO:
O resultado é o lugar onde nos encontramos hoje, com as crianças a sofrerem mais do que os outros, vítimas de elevados níveis de divórcios, destruição da família nuclear, ambos os pais a trabalhar (reduzindo o tempo familiar), preocupações financeiras, stress, etc. A mulher "trabalhadora" chegou até nós após o sacrifício das valores familiares tradicionais.
Pior ainda, a tal "emancipação" da mulher transformou de um modo fundamental o comportamento da mulher. Agora, não mais dependente da família para o seu bem estar - tanto a família onde nasceu como a família que ajudou a criar - as mulheres são mais agressivas, mais promiscuas, mais frias e distantes, menos empáticas, e menos simpáticas. Essencialmente, elas estão a ser masculinizadas.
Mulher Moderna vs Mulher Tradicional
Comparemos agora a Mulher Moderna com a Mulher Tradicional.
Mulher Moderna:
Não quer filhos "para já", ou não os quer de todo
Gosta de ter relações sexuais com múltiplos parceiros e sente que está a ganhar poder
Consome mais álcool e drogas hoje de que em qualquer outra época da história
Gosta de exibir o seu corpo nos mais váriados níveis de nudez.
Age de modo mais agressivo que no passado, indirectamente ensinando as crianças que a agressividade é perfeitamente aceitável.
Mulher Tradicional:
Procura um bom marido
Anseia ter filhos
Acredita que o seu objectivo principal na vida é educar crianças, e está disposta a sacrificar-se por elas
Não busca sexo com outro homem que não seja o seu marido
Exibe comportamento afável e gentil de modo a que possa gerar uma comunidade / sociedade própria para educar crianças
Dos dois tipos de "mulher" descritas em cima, qual delas parece a mais acertada? Se és uma mulher, com qual das duas te identificas mais? Se és um homem, qual das duas se ajusta ao teu ideial de máe, irmã e esposa?
A Mulher Tradicional tem esta aparência:
Nancy Davis/Reagan posando para um foto
Comparativamente, a Mulher Moderna tem a aparência que se segue:
Sem dúvida que concordarás que a Mulher Tradicional exemplificada em cima, quando comparada com a Mulher Moderna, é mais esperta, mais forte, tem mais classe e tem mais inteligência. O que nós não nos apercebemos é que a Mulher Moderna não está apenas a evoluir naturalmente, mas é o resultado de criação propositada e engenharia social
“Engenharia social é uma disciplina . . . que se centra nos esforços levados a cabo pelos governos ou por grupos privados tendo em vista a modificação de atitudes populares e comportamentos sociais em larga escala.” —Wikipedia
O que isto significa é que os órgãos de comunicação e os seus patrocionadores estão a "vender" a ideia da Mulher Moderna às jovens de hoje em dia. Aparentemente, eles (os média e os tais grupos privados) querem criar a Mulher Moderna junto das novas gerações de raparigas, uma Mulher Moderna que é o oposto da Mulher Tradicional
Como e porque é que a Elite está a fazer isto?
Comecemos pelo "como." O seu modo de agir é simples: eles estão a usar a ferramente hipnotizadora mais usado hoje em dia: a televisão e os órgãos de informação no geral. Olhem para a horrível lista de programas de TC que as grandes companhias estão a vender as jovens mulheres:
MOB WIVES
REAL HOUSEWIVES
JERSEY SHORE
SEX IN THE CITY
JERRY SPRINGER
STEVE WILKOS
MAURY POVICH
Estes programas não só têm uma influência negativa sobre as jovens mulheres e sobre os jovens homens, como têm um impacto social negativo duradouro. A isto acresce-se o facto das mulheres se sentirem inadequadas pelos órgãos de comunicação devido à exposição repetida a anúncios impressos, revistas, programas de televisão e filmes que mostram modelos excessivamente magras, bonitas, jovens e sem qualquer defeito.
Todos nós sabemos que isto é marketing bem óbvio de padrões impossíveis de atingir que prejudicam de igual modo as mulheres jovens e as menos jovens.
Então, porque é que os órgãos de comunicação em massa continuam a fazer isto? Só há uma palavra para definir este ataque às mulheres: sinistro. Os média criam um padrão de valor, e as mulheres julgam-se segundo este padrão - conscientemente ou não. Tudo isto leva a que a maior parte das mulheres se sintam inadequadas.
“Em 1983, 3 em cada 10 mulheres americanas (30%) afirmou que se encontrava insatisfeita com a sua aparência geral. Este número subiu para quase 1 em cada 2 (48%) em 1993.”— Maggie Wykes, Barrie Gunter, If Looks Could Kill
Claro que nos é dito que as mulheres sexualmente atraentes vendem produtos, mas será possível que os mass media não estejam assim tão interessados na venda de produtos quanto estão interessados em fazer com que a mulher se sinta inadequada, causando assim que ela busque realização pessoal noutro sítio (isto é, nas carreiras)?
Se pensas que é ridículo acreditar que as mulheres podem ser manipuladas e influenciadas pelos órgãos de comunicação, ou pelas grandes companhias, enttão vê o vídeo de 4 minutos que se segue, que faz parte do documentário premiado com o nome de The Century of the Self.
No mesmo é-nos mostrado como nos anos 1940 uma grande companhia foi bem sucedida em congeminar um plano que encorajasse as mulheres a fumar - algo que, até essa altura, a maior parte das mulheres nem sonhava em fazer:
No vídeo é-nos mostrado como uma grande companhia criou a ideia de que se as mulheres fumassem, isso tornar-lhes-ia mais fortes e independentes - uma ideia que até hoje persiste. O propósito da companhia era o de vender mais cigarros, e eles usaram os média para atingir este objectivo implantando "uma ideia" na mente das mulheres. Será possível, portanto, que os meios de comunicação e os seus financiadores tenham também encorajado as mulheres a entrar no mercado de trabalho? Será que o movimento feminista, o catalisador que empurrou as mulheres para o mercado de trabalho, socialmente arquitectado pelas grandes companhias como forma de obter mais lucro?
Aaron Russo (1943 – 2007), amigo de Nick Rockefeller (da dinastia Rockefeller) revela como Rockefeller admitiu que o movimento feminista foi uma obra de engenharia social criada para empurrar as mulheres para o mercado de trabalho como forma de aumentar o número de pessoas a cobrar impostos e aumentar os lucros das empresas (reduzindo os salários dos funcionários):
Este tipo de informação é surpreendente. Muitos acreditam que Russo foi assassinado precisamente devido ao tipo de coisas que ele revelou em torno de Nick Rockefeller e os planos secretos dos Rockefeller.
A influência total - económica, política e até espiritual - do movimento de emancipação das mulheres (feminismo) faz-se sentir até hoje em todas as áreas da sociedade. Devido ao facto das mulheres terem entrado em massa no mercado de trabalho, o preço das casas e dos carros aumentou exponencialmente, visto que as grandes empresas podiam agora exigir mais pelas casas e pelos carros devido a existência de duas pessoas com rendimentos.
Nós podemos ver como o paradigma mudou assistindo programas de TV a preto e branco como Leave it To Beaver que revelam uma família só com uma pessoa a trabalhar: o pai chega a casa por volta das 4 da tarde e mais tarde janta com as família. Eles desfrutam duma casa agradável, um bom carro e um enorme jardim. Esta era a forma como os americanos viviam.
Por contraste, hoje os pais e as mães empurram os filhos para as creches logo de manhã, e conduzem furiosamente para os seus empregos como forma de obter os dois rendimentos que lhes permitem manter as cabeças acima do nível da água e impedir que os bancos fiquem com as suas casas, os seus carros e as suas vidas. O tempo familiar e os valores familiares foram trocados por uma colecção inorgânica de madeira, pregos, aço, elástico e um espantoso engenho de GPS.
Hoje em dia, quer as mulheres queiram ou não, elas são forçadas a trabalhar, vítimas da economia criada pelo movimento feminista (que, indirectamente, prejudicou a sociedade americana e os valores familiares). A vasta maioria das mulheres encontra-se aprisionada nos seus empregos de baixo rendimento, sem futuro, o que só contribui para o seu sentimento de depressão, tristeza, raiva, confusão e aí por diante.
Hoje, as famílias têm cada vez menos filhos, um sinal claro de que as mulheres estão stressadas:
“Dando prosseguimento a um declínio de 12 anos, a taxa de natalidade dos EUA atingiu o seu ponto mais baixo desde que dados nacionais têm estado disponíveis.” —About.com (2012 stats)
Para além disso, mais mulheres estão a gerar filhos fora do casamento - mais uma evidência da engenharia social da Mulher Moderna:
“Mais de um terço de todos os nascimentos ocorre em mulheres solteiras.” —About.com (2012 stats)
Como é que podemos lutar contra esta engenharia social da mulher? Como é que podemos ajudar as mulheres a lutar contra a doença que lhes aflige? Talvez começando por demonstrar que as mulheres nunca foram oprimidas, mas sim respeitadas, amadas e valorizadas primeiro e acima de tudo, dentro de casa.
“O homem pode ser a cabeça do lar, mas a mulher é o pescoço. O pescoço pode girar a cabeça na direcção que ele bem entender.” —My Big Fat Greek Wedding
“Uma esposa feliz, é uma vida feliz.” —Provérbio
As mulheres sempre contribuíram para as artes, para a ciência e para a civilização como um todo, mas este facto é minimizado pelos mass media uma vez que não se ajusta à percepção de realidade que os média querem que as jovens mulheres acreditem. (...) Em vez disso, os média incentivam as mulheres a sentirem-se inferiores aos homens ao reportarem coisas como "telhados de vidro" e coisas assim, motivando as mulheres a alistarem-se numa guerra entre os sexos e plantando uma semente na sua cabeça que mais tarde gera sentimentos e desejos de querer competir com os homens.space
Mulheres Famosas na História
Estas mulheres parecem-te viver sob opressão?
Se as mulheres eram tão oprimidas antes do movimento feminista dos anos 1960-1990, como foi que ela atingiu tudo isto no princípio dos anos 1950?
Não encontrarás nomes de mulheres na Constituição. Salvo algumas excepções, elas foram largamente ignoradas pelos historiadores e pelos livros escolares dedicados aos inícios da história americana. Mesmo assim, houve mulheres que foram médicas, advogadas, pregadoras, escritoras e cantoras. Em todos estes casos, elas fizeram contribuições importantes para os primeiros anos da histórias americana.
Acreditar que as mulheres eram oprimidas pelos homens antes de terem sido "emancipadas" pelo movimento feminista dos anos 1960-1990 fundamenta-se num sonho sinistro implantado nas nossas mentes pelas meios de comunicação e pelos seus financiadores corporativos. Este sonho transformou-se agora num pesadelo não só para as mulheres, mas para todos nós e principalmente para as nossas crianças, que pagam o preço.
As boas notícias é que as mulheres parecem estar a acordar deste pesadelo. Usando a sua natural intuição - as mulheres sempre estiveram mais próximas da sua intuição que os homens - as mulheres começam a observar que, de alguma forma, alguém ou algo as está a empurrar para fora do papel central. Algo correu tragicamente mal, e embora a maior parte das mulheres não consiga dizer com precisão o que é que está destroçado, existe um claro sentimento de que as coisas não estão como deveriam estar.
Nós vemos isto num novo estudo da More Magazine, que mostra quem apesar do idealismo da mulher no local de trabalho, as mulheres estão menos ambiciosas do que estavam há 10 anos atrás. O terceiro relatório anual da More levou a cabo um inquérito junto das mulheres americanas sobre as suas atitudes em torno dos seus empregos.
Uns surpreendentes 43% das mulheres afirmou estar menos ambiciosa do que estava há 10 anos atrás.
73% disseram que não se candidatariam para o lugar do patrão.
38% disseram que não queriam as políticas, a pressão e a responsabilidade envolvida nos empregos de topo.
Este declinio na ambição, afirma a More, não é novo; o relatório cita dados de vários estudos nacionais levados a cabo pela Families and Work Institute que mostram como a percentagem de mulheres com idades entre os 35 e 44 que desejavam um emprego com mais responsabilidade caiu dos 40% para os 35% entre os anos de 1992 e 2008.
Claramente, as mulheres começam a questionar a mensagem que lhes foi alimentada pelos média e pelos seus financiadores. As mulheres estão a levantar questões, buscando respostas e, basicamente, a chegar às mesmas conclusões presentes neste artigo. Esperemos que a tendência continue.
Conclusão:
O movimento feminista do final do século 20 foi uma fraude socialmente arquitectada em oculto pelos 1% da Elite com o propósito de empurrar as mulheres para o mercado de trabalho. Com as mulheres a trabalhar, as grandes empresas ganharam mais dinheiro do que em qualquer outra altura da sua existência. A Elite conseguiu levar isto a cabo implantando na mente feminina a ideia de que estão a ser suprimidas pelos homens e que a forma de demonstrar genuína igualdade é competindo com os homens no mercado de trabalho. Infelizmente, as mulheres estão a ser esgotadas uma vez que têm também que levar a cabo os papéis tradicionais.
Como resultado, as mulheres sofrem mais do que em qualquer outro momento da história, e muitas estão a ter menos filhos (algumas nem chegam a ter filhos). O sonho da mulher - de encontrar o príncipe encantado e viver uma vida feliz para sempre - transformou-se numa busca de formas de ganhar mais dinheiro e competir com os homens no local de trabalho. Como consequência, temos uma sociedade onde um peso enorme cai sobre os ombros das mulheres, e onde o Estado está a criar os filhos, em vez de serem mães dedicadas a fazer isso, e onde a saúde geral da mulher está em nítido decréscimo como nunca dantes.
"Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: Não cometi maldade." - Provérbios 30:20
Aparentemente existem acréscimos tácitos nos votos de casamento das mulheres modernas:
Casei-me recentemente e como tal deveria estar inundada de felicidade de recém-casada. No entanto, uma estrela de rock duma famosa banda de som alternativo quer ter um caso comigo.
Estou chocada e excitada, para dizer o mínimo. A minha consciência diz "Estás maluca?! Tu amas o teu marido e escolheste-o por algum motivo. Não estragues o que tens!"
No entanto oiço ao mesmo tempo uma voz que diz "Tu só tens uma vida, e existem milhares de mulheres que gostariam de ter a atenção deste homem."
Para todas as pessoas que teimam em negar a existência da hipergamia feminina, eis aí um exemplo clássico. Ela é recém-casada mas apenas e só por pensar que milhares de mulheres estão interessadas no homem que está interessada nela, ela está genuinamente a considerar ir avante com o adultério.
O dado que é realmente estranho com a hipergamia é que provavelmente ela nem tem um interesse genuíno na estrela de rock mas sim um forte interesse em partilhar com as amigas que uma estrela duma banda de música alternativa quer ter relações sexuais com ela.
Sem dúvida que o marido tem que se ver livre desta mulher mal fique a saber da história - e invariavelmente ele ficará a saber da mesma visto que isto não é algo que ela consiga manter para si, especialmente se ela contar a mulheres ("amigas") sempre desejosas de ver os relacionamentos das companheiras falhar - uma vez que, se ela está inclinada a "pular a cerca" tão cedo no casamento, é só uma questão de tempo até que ela o faça (se é que já não o fez).
Por alguma razão os últimos 1500/2000 anos da civilização ocidental - a mais bem sucedida civilização da história da humanidade - têm sido marcados por regras e limites à sexualidade humana, especialmente à sexualidade feminina.