Mostrar mensagens com a etiqueta Revisionismo Histórico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Revisionismo Histórico. Mostrar todas as mensagens

domingo, 25 de novembro de 2012

O privilégio masculino

Sempre que alguém (homem ou mulher) afirma que num passado recente os homens "oprimiam" as mulheres, e a vida destas últimas era um terror absoluto, podemos ter a certeza que estamos na presença dum/a mentiros/a ou dum/a ignorante (ou ambas).

A própria noção duma sociedade construída sob a opressão de metade da sua população é algo que só pode ser subscrita por pessoas totalmente desconhecedoras da história da civilização ocidental. Mas destruir a História é fundamental para o movimento revolucionário.

As fotos que se seguem são de rapazes (e uso o termo rapazes de forma apropriada) que foram enviados para combater na Guerra Civil Americana. 

Reparem nas suas caras e sintam o privilégio masculino..




15 anos? 16? 14?







Parece saído dum recreio infantil





Grande parte deles teve o mesmo destino.


Entretanto, as oprimidas  . . . .











sábado, 22 de setembro de 2012

As raízes socialistas de Benito Mussolini

Algo que as escolas não ensinam. Visto aqui
..............................
Quando eu me encontrava na 6ª classe, uma cópia de 1967 do livro "The Pageant of World History" (por Gerald Leinwand) chegou-me as mãos. Embora eu tenha aprendido muito com o mesmo, ele contém omissões chocantes. Eis aqui o que Leinwand diz dos anos iniciais de Mussolini:
Mussolini, que a dada altura havia sido um socialista, e um jornalista, escreveu alguns artigos apelando à subversão do capitalismo.
Tudo verdade, mas muito enganador. Da forma como Leinwand escreve, ficamos com a impressão que Mussolini havia sido um jornalista menor que, por acaso, havia sido um membro casual do partido socialista. Só décadas mais tarde, quando descobri os trabalhos de A. James Gregor, especialmente o seu Young Mussolini and the Intellectual Origins of Fascism., é que fiquei a saber toda a história.

Felizmente para os alunos que actualmente se encontram no 6º ano, a Wikipédia tem consigo os factos que Leinwand deixou de fora.

Mussolini não era só mais um socialista; ele era o Lenine italiano - o líder da facção revolucionária mais rígida. E Mussolini não era só um "jornalista"; ele era o editor da Avanti!, o jornal oficial do Partido Socialista.

Por volta de 1910, ele . . .
...era considerado um dos mais proeminentes Socialistas de Itália. A Setembro de 1911, Mussolini participou num motim, liderado por Socialistas, contra a guerra italiana contra a Líbia. Ele denunciou amargamente a "guerra imperialista" italiana feita para capturar a capital da Líbia (Tripoli), acção que lhe custou 5 meses de prisão.
Depois de liberto, ele ajudou a expulsar das fileiras do partido Socialista dois "revisionistas" que haviam apoiado a guerra, Ivanoe Bonomi, e Leonida Bissolati. Como resultado, ele foi recompensado com o lugar de editor do jornal do Partido Socialista, Avanti! Sob a sua liderança, a circulação do jornal subiu de 20,000 para 100,000.
O artigo da Wikipédia em torno do Partido Socialista Italiano contém ainda mais detalhes em torno da purga de "revisionistas" levada a cabo por Mussolini:
No princípio do século 20, no entanto, o PSI escolheu não se opor de modo vigoroso ao governo liderado pelo cinco-vezes Primeiro Ministro Giovanni Giolitti. Esta conciliação com o governo existente e o aumento da sua influência eleitoral, ajudaram a estabelecer o PSI como um partido italiano "mainstream" por volta da década com início em 1910.

No entanto, apesar da melhoria dos resultados eleitorais, o PSI permaneceu divido em dois ramos grupos distintos: os Reformistas, liderados por Filippo Turati, e bastante influentes junto dos sindicatos e dentro do grupo parlamentar e os Maximalistas, liderados por Costantino Lazzari, afiliados ao "London Bureau" de grupos socialistas, uma associação internacional de partidos socialistas esquerdistas.

Em 1912 os Maximalistas, liderados Benito Mussolini, prevaleceram durante a convenção do partido, o que levou a divisão do Partido Socialista Reformador Italiano.
Para os socialistas, obviamente, a apostasia de Mussolini nada mais prova para além do facto dele ser o mal incarnado. Para todos os outros, a história em torno das origens de Mussolini coloca toda a sua carreira sob uma nova luz. Quem vê as coisas de fora, observa o que quem se encontra do lado de dentro se nega a admitir: a fruta apóstata raramente cai longe da árvore ortodoxa.

Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo mais o nacionalismo tinham um apelo de massas superior que o socialismo simples. Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo ficaria mais forte se ele se alia-se com a Igreja em vez dele tentar destruí-la. Sim, Mussolini apercebeu-se que a apropriação em massa da propriedade privada devastaria a economia.
E sim, Mussolini apercebeu-se que a palavra "socialismo" alienaria milhões de italianos que estariam de outro modo receptivos à sua mensagem. Mas isto não faz de Mussolini um socialista radical que traiu tudo em que acreditava, mas sim um socialista radical que se livrou de dogmas socialistas periféricos como forma de desbravar o caminho entre ele e o poder absoluto.

Se ele tivesse mantido a etiqueta socialista e tivesse evitado a aliança com Hitler [outro socialista], Mussolini hoje poderia ser um ícone esquerdista tão grande como Che Guevara.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

História é liberdade

Brandon Smith ressalva o ódio que os colectivistas nutrem pela herança cultural e pela História

Um desdém ou ódio pela  herança cultural ["heritage"] está na base de todos os esforços de reestruturação levados a cabo pelos colectivistas.  Esta reestruturação usualmente foca-se nos princípios da liberdade individual e auto-governação ao mesmo tempo que alega lutar contra a opressão e contra a corrupção.

Os princípios antigos ou são apresentados como ultrapassados e  insuficientes para lidar com os novos problemas da cultura, ou são apresentados como a CAUSA dos problemas presentes na cultura.

Em qualquer dos casos, a elite que controla a máquina colectivista começa a apelar a uma purga dos ideias do passado.


Na China Comunista, Mao Tse Tung instalou a "Revolução Cultural", que encorajou os desmiolados e hipnotizados colectivistas da população chinesa a destruir tudo o que representava  o passado. Obras de arte, edifícios, artefactos históricos, livros; até professores e proponentes de qualquer herança pré-comunista foram atacados.

Na Alemanha Fascista, os Nazis destruíram inúmeros livros e manuscritos, reescreveram a historia da Alemanha, censuraram e removeram milhares de obras de arte, instituíram obras de arte aprovadas pelo Estado que descreviam a visão colectivista  para nova sociedade.
 

Na Rússia, os Comunistas focaram-se de modo agressivo não só em liquidar manuscritos que exultavam os métodos de eras distintas, mas também as pessoas que os escreveram. Sob Lenine e Estaline, o propósito era o de aniquilar a memória do mundo que existia antes da sua chegada, mesmo que isso significasse aniquilar as massas no processo.

Uma total reestruturação da infraestrutura educacional seguiu-se. As crianças na nova era colectivista tinham que ser indoutrinadas como se nunca havia existido outra forma de fazer as coisas.

Estas purgas, tal como inúmeros exemplos já revelaram, eram apenas temporárias.  O grande enigma para as elites não foi só o obstáculo da memória, mas o obstáculo da alma; aquela qualidade inerente do ser humano que nos compele a buscar a liberdade, o equilíbrio, e a verdade, independentemente dos limites do nosso ambiente.

Os documentos e o remanescente da herança cultural que os oligarcas buscam destruir mais não são que expressões das nossas consciências inatas.  Dentro de cada pessoa, independentemente do que ela tenha sido levada a acreditar, existe uma fonte de ideias vitais que entra em rota de colisão com as mecanizações do colectivismo. O individualismo encontra uma forma de submergir, e como tal, os governantes centralizados têm que começar tudo outra vez, buscando uma forma de controle desconhecida.


A sede totalitária pela eliminação e edição criativa dos eventos da História dá algum suporte a tese de que o conhecimento da História é importante, talvez integral como forma de entender e manter a liberdade humana.

O propósito dos regimes totalitários é a estagnação, que envolve não só a destruição do futuro, e a sua transformação numa cópia do presente, mas também a destruição do passado.


Fonte

* * * * * * *

Este é mais um ponto em comum entre o nacional-socialismo, o comunismo e o islão uma vez que não se passaram ainda 15 anos desde que os Talibãs destruíram as estátuas budistas presentes no seu país há séculos. Para além disso, segundo me foi contado por Egípcios Cristãos, os livros de História do seu país aparentemente não se debruçam muito sobre os 6/7 séculos que antecederam a invasão islâmica do Egipto. Esses 600/700 anos foram os anos em que o Cristianismo controlou o Egipto.

Para além disso, é normal os maometanos identificarem o período que antecedeu a chegada do islão na Arábia como "os Tempos da Ignorância" ["Jahiliyah"]. Referências a esse período como uma linha temporal de onde se  podem extrair ensinamentos morais é atitude tida como errada por muitos maometanos.

Contraste-se este ódio à História nutrido pelas ideologias totalitárias, com o que os primeiros líderes Cristãos fizeram com as obras da Grécia Clássica, onde muitos deles só chegaram à nossa posse precisamente graças a essa preservação Cristã [tanto no Império Romano do Ocidente como no Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla].

Devido a esta atitude criativa que os colectivistas têm em relação ao passado, e como já está manifesto no texto citado em cima, é seguro afirmar que quem quer mudar a História, quer mais facilmente controlar a sociedade.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livro alega que as mulheres nazis eram tão violentas como os homens.

Mulheres que trabalharam sob as ordens de Hitler eram tão violentas como os homens, alega livro escrito em 2009. "Female Perpetrators; Women Under National Socialism" expõe o mito de que as mulheres que trabalharam para Hitler eram o sexo mais gentil e que elas apenas foram arrastadas pelas acções violentas dos homens.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.

Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:

A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.
Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.


O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".

A senhora Kompisch escreve:

Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.
Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.

Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.

Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.

Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .

No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.

Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.

Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.

Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.

Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.

Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".

O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.
Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.

. . .

A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.

Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.

A senhora Kompisch conclui:

A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.

* * * * * * *


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Indoutrinação homossexual nas escolas públicas

Está a ficar a ficar cada vez mais difícil para os pais com o mais pequeno vestígio de moralidade tradicional sentenciar os seus filhos a 12 anos de propaganda feminista e homossexual complementada com a lobotomização intelectual.

As escolas públicas na Califórnia vão requerer que se ensine às crianças as "contribuições" feitas por parte de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O governador Jerry Brown assinou a lei controversa e como tal o tópico vai ser acrescentado ao currículo das ciências sociais (claro).

Embora a compra dos livros tenha sido atrasada até ao ano de 2015 devido à crise com o orçamento, os livros escolares agora têm que incluir informação em torno dos americanos LGBT bem como em torno dos americanos com deficiências.

Os grupos que defendem os "direitos" dos homossexuais declararam que vão estar atentos como forma de garantir que as escolas por toda a Califórnia levam avante a lei.

-Fonte-


Vez após vez, os perversos são forçados a descobrir da forma mais difícil que o facto de Deus ser "tardio em irar-Se" não significa que Ele pode ser Zombado. Eu não ficaria surpreendido se os livros nem chegassem a ser impressos.

Sem dúvida que é informativo saber que num tempo de crise educacional, quando muitos alunos da Califórnia não sabem ler, escrever ou falar inglês, eles serão educados de forma tornarem-se em alimento para os "chickenhawks" (homossexuais pedófilos que abusam crianças).

Há dez anos atrás o escritor Vox Day argumentou que as escolas públicas deveriam ser ilegalizadas, os edifícios escolares desmantelados e os solos cobertos com sal. Suspeita-se que algumas das pessoas que discordaram com ele então estão finalmente a descobrir que o propósito das escolas públicas não é a educação mas sim indoutrinação estatal.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Feminista distorce mitologia chinesa como forma de promover feminismo

Mais um exemplo de revisionismo histórico tão comum entre a esquerda política. Vejam a forma como esta feminista distorceu a sua própria cultura como forma de promover a sua nojenta ideologia.

Quero-vos dar um exemplo dos mitos que eu alterei. Quando a mulher guerreira fica com as palavras gravadas nas suas costas, isso, na realidade, é uma história masculina. É sobre a história dum homem chamado Yüech Fei a quem a mãe lhe gravou as palavras nas costas.

Eu peguei nisso, e atribui o evento a uma mulher. Dei o mito dum homem a uma mulher não só porque isso faz parte da guerra feminista que ocorre no livro (THE WOMAN WARRIOR) mas também para remover as histórias masculinas dele e atribuir a força das mesmas à mulher.

Eu vejo isso não só como um acto agressivo na narração duma história mas também como algo que faz parte da minha liberdade em brincar com o mito. Para além disso, eu sinto que os mitos têm que ser modificados e ser o objecto de brincadeiras a toda a hora como forma de os manter vivos.

Quando cheguei a esse ponto, decidi não dizer às pessoas a verdade em torno das histórias originais - e como eu havia brincado [mentido] com elas - uma vez que apenas queria prosseguir com a história. Eu pensei "deixa que sejam os estudiosos a descobrir mais tarde".


Ou seja, esta feminista literalmente castrou um dos heróis bélicos chineses mais famosos e transplantou os órgãos sexuais louros da história para a heroína revisionada como forma de, retroactivamente, "redistribuir poder às mulheres".

Suponho que se tu não tens a tua mitologia heróica autêntica é sempre mais fácil roubar a dos homens.


Herói chinês vítima da agenda feminista.

sábado, 1 de outubro de 2011

Como as mulheres beneficiaram com o patriarcado


O patriarcado serve de vilão conveniente para uma geração de jovens mulheres que são das mais abastadas e melhores situadas do planeta. Na Universidade de Oregon, por exemplo, as estudantes organizaram uma conferência intitulada "Contra o Patriarcado."

Os participantes focaram-se em questões do tipo "Como identificar o privilégio masculino?", e "Como é que o domínio masculino se interliga com outro tipo de opressão como o racismo, o heterossexismo . . . . o capitalismo, o governo e o especismo?"

O patriarcado -- entenda-se por "Civilização Ocidental" -- não merece este tipo de tratamento. De facto, pode ser dito que o mesmo é a melhor coisa que alguma vez aconteceu às mulheres.

Para se vêr como as mulheres beneficiaram com os últimos 2000 anos de patriarcado, temos que analisar o estatuto da mulher durante o início da era presente.

História.

Atenas, cujo nome é sinónimo de cultura elevada e conquistas filosóficas, não permitia que as mulheres fossem cidadãs ou possuíssem propriedade.

Maridos romanos eram livres para ter qualquer tipo de aventura sexual, mas a mulher que cometesse adultério poderia ser morta -- a doutrina da "patria potestas" garantia-o. Um pai romano agia como sacerdote, juiz, legislador, e, de facto, carrasco na sua casa. Isto, claro, sem qualquer tipo de preocupação pelos direitos da mulher e dos filhos.

Se isto fosse tudo o que o patriarcado tivesse para oferecer, as feministas estariam no seu direito em classificá-lo de exemplo máximo do mal.

No entanto, e verdade seja dita, a instituição patriarcal que as académicas feministas mais gostam de odiar -- a Igreja Católica -- começou a fazer incursões dentro deste sistema. Primeiro, houve a ideia revolucionária de que todas as pessoas -- incluindo as mulheres -- eram seres preciosos e importantes.

Isto revelou-se tão atraente para as mulheres oprimidas -- genuinamente oprimidas -- que elas afluíram para esta actualmente caluniada instituição de modo maciço. Isto chegou a um ponto tal que os imperadores pagãos proibiram os missionários de porem os pés em qualquer casa pagã onde vivessem mulheres uma vez que havia o "perigo" de conversão.

Segundo, as mulheres do mundo antigo raramente tinham voto na matéria na escolha dos esposos. Mas a Igreja Medieval insistiu que o consentimento da mulher fosse de importância igual ao consentimento do esposo.

Isto de forma alguma significa que não existiram casamentos arranjados entre famílias reais, ou que os pais tivessem parado imediatamente de forçar as filhas para casamentos miseráveis. O que isto significa é que passou a existir um novo ideal, um novo direito que, através dos tempos, se tornou numa realidade e não numa abstracção.

Mais mudanças com a chegada do patriarcado Cristão.

A fidelidade matrimonial, exigência antiga feita às mulheres, passou a ser um requerimento junto dos homens. Cavalheirismo e códigos de honra são ramificações de sociedades patriarcais que forçam os homens a proteger o rei, o país, as mulheres e as crianças.

Os cavaleiros não se limitavam a lutar; eles faziam comprometiam-se a elaborar códigos de conduta que incluíam o respeito pelas mulheres e um certo decoro comportamental.

Sexo e Casamento.

Algumas das alegadas restrições mais opressivas -- particularmente aquelas envolvendo questões relativas ao sexo e ao casamento -- aparentam ser mais apelativas do que onerosas, especialmente quando comparadas com as alternativas modernas.

Quem é que não escolheria o amor cortês, polido e lisonjeiro, que emergiu na declaradamente Europa patriarcal medieval, em lugar da grosseira cultura "sexo fácil" dos tempos modernos?

Naquela altura, os trovadores louvavam as virtudes das mulheres e, como diz o historiador Jacques Barzun, ajudaram a estabelecer "em teoria, os direitos e privilégios que a mulher merece e que tem, em realidade, desfrutado, começando pelo respeito pela sua pessoa e admiração pelas suas qualidades."

Hoje em dia as qualidades mulheres são "admiradas" em fontes como Temptation Island e Maxim. Folhear a revista Playboy, e não através da poesia, é a forma contemporânea e aceitável dum homem se maravilhar com os "encantos femininos".

A evolução dos direitos legais da mulher foi lenta. Os antigos não eram adeptos da ideia de conferir direitos às mulheres. E porque é que seriam? As mulheres, para os antigos, eram propriedade. No entanto, na ainda patriarcal sociedade do século 19, isto havia já mudado. As mulheres solteiras desfrutavam do estatuto legal de "femme sole" ; isto dava-lhe o direito de possuir propriedades no seu nome e fazer contractos.

As mulheres casadas viviam uma situação diferente. "Cobertura" (inglês/francês:"Coverture"), norma do final do século 19 onde a mulher perdia toda a sua independência legal a partir do casamento, não era algo que a mulher actual pudesse permitir.

No entanto, e pelo menos, isto era um pequeno passo para as mulheres uma vez que, ao contrário dos antigos romanos, o homem agora tinha a obrigação legal de proteger a sua esposa. Como Sir William Blackstone descreveu nos seus comentários das Leis de Inglaterra, a mulher estava "por baixo das asas, protecção e cobertura" do marido.

Durante os anos 30 do século 19, reformas legais nos EUA estenderam o direito de possuir propriedade às mulheres casadas, abolindo desde logo a "cobertura". Embora o progresso tenha sido lento, ele foi progressivo.

Não há alternativas viáveis e funcionais ao patriarcado.

Os ataques feministas ao patriarcado poderiam ter razão de ser se elas recomendassem alternativas que fizessem algum sentido. Mas tais alternativas fazem-se notar pela sua ausência. As teóricas feministas mais activas a lutar contra este demónio oferecem algo muito menos robusto: teorias espúrias de antigas sociedades matriarcais.

Só que estas utopias matriarcais, embora populares em cursos de história feminina, não tem bases em factos históricas - tal como Cynthia Eller demonstrou no seu livro "The Myth of Matriarchal Prehistory".

De formas muito variadas, as sociedades patriarcais foram mais além a partir dos indícios provenientes da honra que as mulheres receberam durante a época medieval.

Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.

Conclusão:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental - a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.

(Fonte)


Resumindo: as feministas querem destruir o patriarcado ocidental em favor de sabe-se lá o quê. Não oferecem alternativas viáveis, mas "sabem" que o que existe tem que ser destruído.

O problema é que a destruição do patriarcado Cristão - como se vê na Europa ex-Cristã - só lhes vai deixar debaixo dum patriarcado bem menos tolerante.


Vai ser engraçado vêr as "emancipadas" feministas europeias a implorar pelo regresso do patriarcado Cristão. O problema é que pode ser tarde demais.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT