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sábado, 9 de maio de 2015

O choro das idiotas úteis feministas

Os relatos que se seguem chegam-nos de duas feministas que se sentiram mal por verem um homem que se identifica como "mulher" a tomar parte dum evento feminista, e, segundo se sabe, se ter identificado como "transsexual lésbico", e ter-se envolvido amorosamente com uma mulher (??!).

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LESBOFOBIA E SILENCIAMENTO DE MULHERES NO EME.

Algumas moças já fizeram relatos ao voltarem do EME ontem a noite, eu cheguei tão exausta psicologicamente que não consegui escrever sobre, mas vamos lá.


O EME deveria ser um espaço acolhedor e seguro para as mulheres que lá estavam presentes, eu imaginei que seria um espaço trans-inclusivo, e foi.

Havia um homem, que vive como homem, que é lido como homem socialmente, e que usava barba até chegar no evento, e que decidiu, após chegar no evento que era mulher-trans e lésbica.


Quando eu cheguei ao evento, eu não vi essa pessoa, algumas mulheres me procuraram dizendo "tem um homem aqui! isso é absurdo" até que eu o vi. Ao chegar lá, ele tirou a barba, e decidiu que o nome dele era Helena, depois parece que ele não gostou do nome e mudou o nome pra Luisa, depois pra Heloisa, e enfim, as amigas dele o chamavam de Luis.




Muitas mulheres lésbicas que estavam comigo estavam desconfortáveis com a situação, depois descobrimos que a saia que ele usava era de uma moça do próprio alojamento que havia emprestado, pois fora dali, Luisa/Helena/Heloisa/Luis não usava saia, nem batom, fora dali Luisa/Helena/Heloisa/Luis era um homem branco, classe média, universitário que namorava uma menina, que estava presente no evento, porem até então não sabiamos que esse homem se dizia lésbica, as coisas foram aparecendo conforme o tempo foi passando la dentro.

Muitas mulheres com que eu tive contato lá dentro, expuseram seu desconforto, mas tinham MEDO de falarem qualquer coisa e parecerem preconceituosas, algumas se sentiram culpadas por se sentirem desconfortáveis dentro do banheiro aonde 1.000 mulheres tomavam banho e trocavam de roupa e deveriam se sentir seguras, porque Luisa/Helena/Heloisa/Luis estava lá dentro, tomando banho com elas, trocando de roupa com elas. Mulheres heterossexuais também se sentiram invadidas e expostas, mulheres lésbicas se sentiram coagidas, e ridicularizadas com aquela situação.

Durante o evento eu e algumas feministas radicais discutimos o quão problemático era aquilo.

Eu queria ressaltar, que ao chegarmos no evento, eu e minha noiva estávamos arrumando nossas coisas, e uma moça da organização do EME veio até ela, supondo que ela era trans - o que eu achei absurdo, ela não é obrigada a performar feminilidade, ela é lésbica, ela NÃO é trans- e disse que havia um banheiro EXCLUSIVO para trans, e explicou pra ela como ela faria pra usa-lo. Haviam cerca de 10 pessoas trans no evento, inclusive um "homem-trans" que nasceu como mulher, foi socializado como mulher, e corria risco de ser estuprada tanto quanto as outras mulheres do evento, e essas pessoas usaram o banheiro exclusivo para elas, pessoas aparentemente transicionadas, enquanto Luisa/Helena/Luis o homem que estava com uma saia emprestada de uma das companheiras do evento, e que fez a barba somente ao chegar ao evento, insistia em usar o mesmo banheiro e alojamento que as outras mulheres do evento (por que será né?) enfim.

Ouve um sarau na noite de sabado 2/05/2015 aonde esse homem estava presente, e de repente quando vimos ele estava beijando uma mulher lá dentro, não foi um selinho, não foi um simples beijo, ele estava beijando ela loucamente, aquilo foi desesperador para A MAIORIA DAS MULHERES, mulheres que eu nem conhecia se revoltaram, mulheres que estavam no mesmo alojamento, que trocaram de roupa na frente desse homem, se sentiram invadidas, nós lésbicas, e feministas radicais tentamos intervir de forma pacífica, cantando alto, pra que todas soubessem que aquilo não iria passar em branco, e Luisa/Helena/Heloisa/Luis, RIU da nossa cara, quando isso aconteceu, rolou um conflito, e algumas moças vieram conversar conosco, não quiseram nos ouvir, disseram que ele sofria mais que todas nós, que ele era "lesbica" e que a gente devia parar com o preconteito e transfobia, mulheres lésbicas se desesperaram, choraram, gritaram com toda força que aquilo ali era lesbofobia, que dizer que existe falo-lésbico é cultura de estupro, é discurso que propaga a violência, que estavamos nos sentindo com medo, coagidas, não quiseram ouvir, não quiseram ouvir !!! Afinal, um homem que decidiu se identificar como mulher dentro do evento, sofria mais que todas nós.

Durante esse conflito dentro do Sarau, VARIAS, VARIAS, VARIAS mulheres vieram até nós, lésbicas,feministas radicais, feministas partidárias, feministas anarquistas, feministas que seguem correntes divergentes ao feminismo radical prestar apoio, dizer que tambem não concordavam com aquilo,, e quando vimos eramos cerca de 50 mulheres expondo o medo e o desconforto com esse homem. 50 mulheres mostraram sua indignação com aquilo, a maioria era lésbica, 50 MULHERES FORAM IGNORADAS E SILENCIADAS.

Uma moça foi ameaçada no banheiro, por outra mulher que estava defendendo Luisa/Helena/Heloisa/Luis. Uma mulher negra e lésbica foi chamada de desumana. Mandaram eu, e mais algumas compas lésbicas "irmos tomar no cú".

Conseguimos nos organizar politicamente, fomos pra fora do sarau, e fizemos uma plenária, expomos o quanto estávamos coagidas ali dentro, expomos que nos sentimos invadidas e decidimos que faríamos uma intervenção no dia seguinte, domingo 03/05/2015. Chamamos a organização do evento, e uma das organizadoras nos disse que teríamos um espaço pra falar, que queria por escrito um texto, pautando o desconforto daquelas mulheres, para que ela pudesse levar pra mesa do EME, e que nós teríamos local de fala.

Nós ficamos a madrugada inteira discutindo, e tendo cuidado em como elaboraríamos esse texto, durante a madrugada algumas meninas foram dormir, eu, Andressa e Fernanda ficamos até as 7 da manhã concluindo os textos, fizemos um texto geral, que englobava todas as mulheres, e fizemos um texto falando sobre a lesbofobia e a cultura de estupro que tava rolando. Nós não dormimos, nós estávamos exaustas, mas não podíamos deixar que aquilo passasse em branco, que mais uma vez lésbicas fossem silenciadas e agredidas num espaço que deveria ser feminista.

De manhã, todas nós nos reunimos de novo, revisamos os textos de forma coletiva, procuramos a organização pra mostrar, conforme o combinado, e mais uma vez prometeram um local de fala para nós. Depois de toda a organização ler os textos, decidiram que supostamente não teria mais plenária, os ônibus das companheiras envolvidas na nossa auto-organização, decidiram sair mais cedo. Fomos silenciadas, mais uma vez.

50 mulheres que tiveram coragem de expor seu medo, foram silenciadas, sendo a maioria lésbica, eu tenho certeza que haviam mais mulheres desconfortáveis e não tinham coragem de falar. Chegaram relatos até nós de mulheres que não estavam conosco, mas que pediram "pelo amor de deus" pra que não falássemos nada, porque não queriam ser vistas como preconceituosas.

O medo é a arma do patriarcado, UM homem, silenciou 50 mulheres, precisou de UM homem, pra que 50 mulheres, a maioria sendo lésbica se sentisse com medo, e tivesse a necessidade de nos organizarmos num evento para que ele fosse retirado de lá, 50 mulheres unidas, não conseguiram tirar UM HOMEM de um espaço FEMINISTA. UM homem, colocou a vida e a segurança de 1.000 mulheres em risco.


- https://goo.gl/rKSPuZ

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Essa postagem é uma crítica a UNE, ao EME e toda a organização.

Inicio esse texto já citando que foi uma irresponsabilidade da UNE e um descaso com a vida das mulheres e das crianças que estavam presentes no EME permitirem que um homem, branco, heterossexual, que defende pedofilia em rede social ( no seu perfil pessoal) , que é racista,que coage mulheres a se relacionarem com ele, que agride mulheres psicologicamente, entrasse e permanecesse no evento, mesmo com várias mulheres expondo seu desconforto e seu medo.


A UNE deveria NO MÍNIMO ter investigado quem era esse homem antes de permitir a entrada dele no espaço, no alojamento aonde tinham mulheres e crianças, e no banheiro.

Quando nós saímos do EME revoltadas, nossa denuncia era de lesbofobia e de propagação de cultura de estupro, nossa denuncia era focando em como mulheres se sentiram desconfortáveis e invadidas, e tiveram suas denúncias legitimas ignoradas, depois de nossas denuncias com relação a isso, chegaram até nós, e publicamente no facebook outras denúncias, com provas, aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis DEFENDE PEDOFILIA, aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis SE DIZ NEGRA. Aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis COAGE UMA MULHER A SE RELACIONAR COM ELE.

A UNE não teve a menor preocupação com a segurança das mulheres e crianças presentes no EME, pois bastou um homem dizer que se auto-identificava como mulher, que a UNE abriu os braços pra ele, pois ele chegou ao evento de BARBA, ele chegou ao evento com suas vestimentas normais, e DENTRO do alojamento uma moça emprestou uma saia pra ele. O nome, ou melhor, os nomes que ele usou no evento alegando ser "seu nome social" nem poderia ter sido usado.

De acordo com o Decreto 51.180, que dispõe a inclusão e o uso do nome social de pessoas TRAVESTIS e TRANSEXUAIS (uma vez que a aparência das pessoas TRAVESTIS e TRANSEXUAIS não corresponde ao nome civil das mesmas), o nome social só se torna válido com o documento/carteira de nome social adquirido no Posto Central de de Identificação Civil. a Une é ligada ao Mec e o Mec aprovou a lei de nome social em universidades e escolas, porem a UNE não se preocupou em verificar se Luisa/Heloisa/Helena/Luis realmente era uma mulher trans e se tinha um nome social.

Agora imaginem, QUALQUER HOMEM que chegasse até o EME e dissesse que se auto-identificava como mulher IRIA ENTRAR NO EVENTO, IRIA DIVIDIR O ALOJAMENTO E O BANHEIRO, QUALQUER HOMEM, o que faz a UNE pensar que estupradores e pedófilos não mentiriam sobre serem trans pra estar num espaço aonde mil mulheres estão? aonde mil mulheres tomam banho e trocam de roupa? O que faz a UNE pensar, que Luisa/Heloisa/Helena/Luis não fez isso?

Crianças também foram postas em risco com a presença desse homem que diz que sexualização infantil é um conceito criado, que defende pedofilia. Eu exijo um pronunciamento da UNE que colocou a vida de 1.000 mulheres e de várias crianças em risco, e que nos silenciou quando reclamos e nos unimos em 50 mulheres alegando medo e desconforto.


- https://goo.gl/kRZREs

* * * * * * *

Basicamente o que nós temos aqui são duas feministas que aparentemente não se apercebem das consequências lógicas da sua filosofia de vida. Se ser mulher é algo que a pessoa pode declarar (independentemente da biologia), então não há nada de errado no facto dum homem com barbas, que se veste como homem e que tem namorada, passar a identificar-se como "mulher" dentro dum evento feminista.

Claro que as lésbicas podem não gostar da presença dum homem no meio delas (porque as lésbicas normalmente e correctamente olham para os homens com interesse por  mulheres como concorrentes pela atenção feminina), mas, obviamente, os sentimentos são irrelevantes. Se o "género" é algo que pode ser declarado, então qualquer pessoa pode-se declarar o que ela bem quiser.

E porquê parar no "género"? Segundo se sabe, este homem branco também se declarou como "mulher negra", e como tal, passou automaticamente a fazer parte de dois "grupos protegidos": mulheres e minorias étnicas.

Neste processo todo, pode-se dizer que a única pessoa que entendeu bem a estrutura do esquerdismo cultural foi precisamente o homem que 1) se identificou como "mulher negra", 2) invadiu o evento e 3) se envolveu posteriormente com uma feminista. Pensando bem, se calhar o motivo que levou as feministas lésbicas a não ver com bons olhos a presença do homem no evento pode muito bem ter sido o facto dele ser um concorrente sexual.

As mulheres que se identificam como feministas e que dão o seu apoio à causa lgbt estão, literalmente, a cavar a sua cova porque, numa guerra entre o movimento feminista e os activistas homossexuais, as feministas perdem facilmente.

Entretanto, os comentários das feministas foram mais ou menos o que se poderia esperar:








Conclusão:

Parece que as feministas não gostam do desconstrucionismo quando o mesmo é usado contra elas e contra a sua ideologia, mas isso é algo que elas têm que resolver entre si.

Entretanto.....

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A vida de Paul Julien Robert numa comuna

Oz Conservative

Há algum tempo atrás escrevi um post em torno da comuna Oneida com o título de "Was free love really so free?". O post lidava com uma comuna instalada nos EUA durante os 1840 onde o casamento foi abolido e substituído pelo "amor livre". Apesar de ter tido como propósito a liberdade, a comuna acabou por ser um sistema autoritário onde 300 pessoas eram governadas por 27 comités e onde os homens mais velhos decidiam quem é tinha autorização para formar pares (e estes homens mais velhos decidiram formar pares com meninas bem novas).

Agora, um documentário revela uma tentativa semelhante de estabelecer uma comuna na Áustria, durante os anos 70 e 80 do século 20. O documentário foi feito por um homem que cresceu na comuna com o nome de Friedrichshof chamado Paul Julien Robert. A comuna Friedrichshof foi fundada por um artista chamado Otto Mühl, e tinha como propósito dissolver o casamento e a família, para além de abolir a propriedade privada. "A comuna centrava-se no livre sexualidade e na propriedade comunal," tal como um dos participantes descreveu.

A mãe de Paul Julien Robert inscreveu-se porque ela pensou que se estava a juntar a uma "comuna simpática". Paul Julien, que não recebeu permissão para conhecer o seu pai biológico, viveu com a sua mãe até aos 4 anos, altura em que ela foi enviada pela comuna para a Suiça para ganhar dinheiro. Ele foi forçado a cantar slogans tais como:

"A minha mãe foi para a Suiça. Desde então, eu estou cada vez melhor a cada dia que passa."

Os membros da comunidade tinham que levar a cabo actos simbólicos de matricídio e patricídio como forma de superar a "sua geração autoritária". O fundador da comuna, Otto Mühl, falando com os membros da comuna, dizia coisas como "Já nos conseguimos libertar e salvar alguns desta coisa nojenta que é a família nuclear."

Mas destruir a família não gerou o amor livre ou a ausência de autoritarismo. Em vez disso, substituiu a amorosa autoridade de pais carinhosos pela autoridade dum só homem: Otto Mühl. Ele foi descrito como um homem "cruel, controlador e autoritário." Ele estabeleceu uma estrutura hierárquica com ele mesmo no topo, e com várias mulheres abaixo dele a competir entre si por mais poder. Ele deu permissão a ele mesmo de ter uma esposa, e era o único com autoridade para disciplinar as crianças. Quando a comuna se dissolveu em 1990, ele foi preso e condenado por vários casos de abuso de menores.

Um livro que fala da comuna pinta em traços gerais o dia-a-dia de Friedrichshof:
A realidade dos factos é que a experiência comunitária dos anos 70 foi gerando cada vez mais um sistema totalitário onde as pessoas se espiavam mutuamente, e onde ocorria o abuso de menores e o aborto forçado....
Para além disso, este modelo de amor livre também não gerou amor. Paul Julien Robert fala do tempo na comuna depois que a sua mãe se foi embora:
Eu estava muito solitário. Outras mulheres ocuparam o seu lugar, mas elas nunca foram realmente próximas. A ideologia existente era a de que todos os relacionamentos eram maus para o grupo, e como resultado, não era possível estabelecer vínculos com alguém.
Será que Robert sentiu-se amado?

Nunca. Cresci a pensar que o amor era uma coisa má. O sentimento de ser amado, e a expressão do amor, foram coisas que eu realmente tive que aceitar e aprender mais tarde. ... Havia uma ausência geral de afeição por parte dos adultos. Nunca ninguém me pegou ao colo ou foi terno comigo quando eu era criança.

Existe por aqui uma lição para todos aqueles que pregam o amor universal sem distinção: isso pode levar a algo que não é, na sua essência amor verdadeiro. O verdadeiro amor brota dentro de relações particulares, e é particularmente promovido dentro das relações familiares próximas. Se por acaso nós crescemos dentro duma família amorosa, somos mais susceptíveis de amar o vizinho e a comunidade, o que nos torna mais susceptíveis de amar a nação e as pessoas, o que nos torna capazes de amar outros membros da humanidade mais alargada.

Se, por outro lado, cortamos a ligação com os nossos próximos, não pavimentamos o caminho para o amor universal pela humanidade mas diminuímos sim a capacidade de amar no seu todo.

Fontes: The Guardian, Live For Films

* * * * * * *
As consequências trágicas da vida na comuna para Paul Robert são um caracterização perfeita do que é o totalitarismo estatal (qualquer que seja o seu nome). A elite decidiu privar Robert da sua mãe e do seu pai por motivos puramente ideológicos, tal como os governos vêem com bons olhos a destruição da família como forma dele (o governo) mais facilmente manipular a sociedade.

Convém notar também a óbvia dualidade de critérios na forma de agir de Otto Mühl: enquanto ele proibia os outros membros da comuna de terem uma esposa ou um marido, ele tinha essa benesse. Isto é análogo ao que acontece nos regimes totalitários, onde as massas são forçadas a condicionar a sua vida em favor duma ideologia em perpétua busca de validação histórica (o assim chamado "verdadeiro" <introduza_nome_da_ideologia_aqui>), ao mesmo tempo que elite vive como bem acha e como bem quer - tendo acesso a tudo do bom e do melhor:

O Khmer Vermelho disse que estava criando uma nação utópica onde todos seriam iguais. Eles reiniciaram nossa nação reassentando todos e levando nossa situação à estaca zero. A nação inteira foi lançada na pobreza de forma igualitária. Mas enquanto toda a população morria de inanição, fome e abandono, o Khmer Vermelho criava uma nova classe de poderosos. Seus soldados e os membros do Partido Comunista podiam escolher qualquer homem ou mulher para se casarem. Além de mantimentos à vontade, eles adoravam ouro, jóias, perfumes, relógios importados, medicina ocidental, carros, motocicletas, seda e outros produtos importados.

Conclusão:

As ideologias que promovem as "comunas" ou outra forma de organização familiar não o fazem para o bem estar das pessoas mas sim para fragilizar a instituição da família em si (como se viu nas palavras de Otto). A família serve de protecção contra a ditadura da minoria elitista e muito provavelmente é por isso que essa mesma elite tem tanto interesse em destruir a nossa família.


sábado, 19 de outubro de 2013

O choro do idiota útil

As linhas que se seguem descrevem um momento único que muito poucas pessoas irão observar com frequência durante o curso das suas vidas: um idiota útil apercebe-se que foi enganado. Pelo meio, deixo alguns comentários.
Eu e minha esposa costumamos sempre ler seus posts. Acho muito interessante e já aprendi muitas coisas. Nem sempre concordo com você, mas sempre é informativo. Resolvi escrever para expressar uma insatisfação e uma profunda tristeza que venho sentindo não com relação ao feminismo propriamente, mas às feministas de um modo geral. Algumas feministas, inclusive nos comentários do seu blog, escrevem como se todos fossemos monstros machistas, estupradores em potencial. Isto me entristece profundamente. Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?
Essencialmente, o idiota útil confessa um certo desapontamento por descobrir o que feminismo realmente pensa da masculinidade. Com base nesse seu previsível desapontamento, o idiota útil resolve escrever para a editora do blogue linkado em cima para expressar a sua frustração, e para mostrar ao mundo como ele está ofendido por descobrir que 2+2=4 e que o Sol é o centro do sistema solar.

O mais engraçado não é a sua agonia por se sentir traído mas sim a tragédia dele muito provavelmente ter sido avisado durante o curso da sua vida adulta da misandria inerente ao movimento feminista (mas ter rejeitado tais esclarecimentos como provenientes de adeptos duma cultura "retrógrada", "reaccionária" e "obsoleta"). 

Hoje, para além da vergonha pública que ele passa por ter revelado publicamente o quão ignorante ele tem sido, ele já começa a abrir os olhos para a dura e misândrica realidade do movimento feminista.

Em relação à sua pergunta "Por ter nascido com o sexo masculino sou um ser desprezível, não posso ser um ser humano decente?" nada melhor que deixar que as feministas lhe respondam:
Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino. (Valerie Solanas
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime. (Robin Morgan
Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco. (Andreia Dworkin
Acho que a testosterona é um veneno raro. (Germaine Greer
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher. (Catherine MacKinnon
Todos os homens são violadores e é isso que eles são. (Marilyn French)

Portanto, respondendo à pergunta, sim, caro idiota útil, para as feministas tu, como homem, és "um ser desprezível" e não há forma nenhuma de vires a ser "um ser humano decente" (a menos que coloques de lado o que resta do teu comportamento masculino e adoptes o comportamento feminino).
"Homem" feminista
Então, no dia 13/04, eu e minha esposa fomos a SP ao Encontro Feminista, organizado por alguns grupos que têm páginas feministas no Facebook. Com o decorrer do evento, observando as diversas falas, sempre de mulheres, pude perceber que o discurso é sempre voltado às mulheres, que as diversas propostas de ação e tomada de atitude diziam respeito ao que as mulheres devem fazer, a como as mulheres devem se comportar.
Ou seja, o idiota útil foi arrastado para um evento feminista e descobriu, horrorizado, que o feminismo foi feito com o expresso propósito de facilitar a vida da mulher.

Mas mesmo esta  observação não está totalmente certa porque o feminismo não tem em vista os interesses da mulher no geral, mas sim dum tipo específico de mulheres.
Eu sei que a presença no evento era majoritariamente de mulheres, mas me senti excluído e fiquei pensando, 'Tudo bem, é preciso que as mulheres tenham consciência, que se envolvam, mas e os homens? Eles devem ficar de fora do processo, eles não devem mudar seu comportamento, eles não devem educar seus filhos de modo diferente? O que estou fazendo aqui então?'
No intervalo falei para minha esposa, 'Acho que o feminismo não é um movimento pelas mulheres, é um movimento das mulheres!'. 
É um movimento de algumas mulheres.
Sei que estou me alongando, mas antes de continuar, deixe-me falar um pouco sobre mim. Sou sociólogo; nunca, de fato, estudei o feminismo ou li nada escrito por feministas, mas sei por formação que toda diferença entre os sexos e os gêneros é uma construção social. 

Uma coisa que não deixa de ser curiosa é o facto do idiota útil nunca ter lido nada escrito por feministas mas mesmo assim não ter problemas em ser identificado com esse movimento. Isso é o mesmo que uma pessoa não ler nada sobre o KKK mas resolver alistar-se a esse movimento.

Seria de esperar que alguém com formação académica revelasse algum tipo de espírito crítico, mas pelos vistos o esquerdismo paralisa partes consideráveis do cérebro.
Além de estudar há dez anos leciono no ensino superior, sempre em minhas aulas trato de discutir os nossos diversos preconceitos, procuro instigar uma percepção crítica por parte dos alunos, enfim, eu acredito, de verdade, que contribuo para tornar algumas pessoas um pouco melhores com relação a estas questões.
Que pena que esse "espírito crítico" que ele instiga nos alunos não tenha sido usado por ele mesmo para analisar o feminismo antes de se juntar  a ele.
No momento, eu, que sempre falei que sou feminista, inclusive em todas as turmas que dei aula, acho que vou abdicar do rótulo.
Vou deixar isso para as mulheres. Vou continuar minha luta por uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária, mas penso em não falar mais da opressão que sofrem as mulheres. Afinal sou um monstro estuprador em potencial, meu sexo me define.
Seria muito importante que este idiota útil se apercebesse que a mesma "guerra de classes" (aplicada ao sexo) que ele agora parece começar a repudiar é o factor primordial por trás das outras ideologias que ele parece querer continuar a propagandear. A luta por "uma sociedade menos racista, menos classista, menos homofóbica, enfim, mais igualitária" centra-se no mesmo tipo de pensamento que demoniza os homens e coloca as mulheres a olhar com desconfiança para todos os homens. 

Essencialmente, o pensamento marxista cria uma divisão entre os "oprimidos" e os "opressores", e declara que tudo de mal que ocorre com os oprimidos tem que ser responsabilizado aos opressores. No que toca ao sexo, tudo de mal que acontece com as mulheres é da responsabilidade dos homens (tal como tudo de mal que acontece com os pobres é culpa dos "ricos", tal como tudo de mal que ocorre com os não-brancos é culpa dos brancos, e, finalmente, tal como tudo de mal que acontece com os homossexuais é culpa dos heterossexuais).

Dentro do Marxismo Cultural, promover a normalidade é uma forma de "oprimir" os grupos cujo comportamento não está de acordo com essa noção de normalidade.

Repudiar o feminismo mas continuar a adoptar a mesma mentalidade feminista em outras esferas da vida social é como rejeitar Stalin como um exemplo dum bom líder, mas continuar a apoiar Fidel Castro. Pol Pot, Kim Jong Ill , Mao Tse Tung e todos os outros grandes genocidas e assassinos da história comunista.

O idiota útil sociólogo já deu um passo importante na direcção certa, mas enquanto ele não colocar em causas o pilar do feminismo moderno (o marxismo), ele nunca será totalmente liberto da influência feminista.
Agora, o que mais me entristeceu no evento feminista em São Paulo foi a mesa de discussão da qual 'participei' após as palestras iniciais. Logo no início, a moça que organizou o debate pediu, muito delicada e educadamente, devo confessar (aliás, ela era muito articulada, inteligente e respeitosa com as manifestações diversas), que os homens presentes, éramos três, evitassem se manifestar porque, afinal, 'era um evento feminista e as mulheres são oprimidas e ensinadas a não se posicionarem e exporem suas posições em sociedade em que os homens são criados para serem protagonistas'Tudo bem, fiquei ressentido e quieto, ouvi e me calei.  
Mas, para piorar, ao final, quando todxs já rumavam para a saída, pensei ter ouvido uma das participantes comentar com a moça que organiza a mesa que, nas próximas discussões, 'Seria legal restringir a participação ao público feminino'.
E porque não? Se a masculinidade é algo de nocivo, e TODOS os homens são potenciais estupradores, como é que uma mulher pode saber se este ou aquele homem não a vai estuprar num futuro próximo? O melhor que as feministas têm a fazer e deixar de ter qualquer tipo de relacionamento (e comunhão) com os homens, e irem viver para bem longe deles. Aliás, isso já foi tentado, com os resultados mais do que previsíveis.

Esta linha de pensamento é tão própria do feminismo que uma das líderes do movimento feminista inglês chega a afirmar que as muitas mulheres são inadvertidamente heterossexuais. Ou seja, uma mulher que tem actividade sexual com um homem está a levar a cabo um acto anti-feminista.
Confesso que na hora pensei que eu devia estar chateado e que devia ter entendido mal, ou imaginado, que a participante tivesse dito aquilo. Para minha surpresa, logo depois minha esposa, sem que eu tenha lhe dito o que ouvira, se disse espantada por ter escutado exatamente o mesmo.
Ou seja, não só o idiota útil desconhecia o que era o feminismo, como a sua esposa - que supostamente deveria saber mais alguma coisa - também se encontrava no mesmo mar de ignorância, qual barco à deriva num mar de falsas expectativas.
Enfim Lola, fiquei, estou, muito chateado. Não posso ser homem e lutar pela igualdade entre homens e mulheres, não posso participar ou me manifestar sobre o tema. Eu realmente fiquei bem magoado.
Só resolvi escrever hoje porque acabo de ler, há pouco, este guest post em que a autora afirma, mais de uma vez, que todos, ou melhor, 99,99% dos homens, são machistas depravados, aproveitadores e violentadores à espreita de uma oportunidade.
Ou seja, o guest post foi escrito por uma feminista que sabe o que o feminismo ensina - ao contrário do professor de Sociologia que nem se deu ao trabalho de se informar mais sobre o feminismo antes de se identificar como um.
Que m*rda, o que foi que eu fiz? Sou homem e portanto sou lixo? 
Segundo o feminismo, sim.
Devo me incluir entre os que denominam as feministas de feminazi? 
Não, uma vez que isso seria um insulto para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Dito de outra forma, chamar de "feminazi" a uma feminista é um elogio para ela visto que o feminismo é muito pior que o já-de-si horrível Nacional-Socialismo.
Poxa, vocês não afirmam sempre que o feminismo não é um movimento contra os homens, que é um movimento pela igualdade?
Desculpe Lola, eu acredito que você não veja as coisas deste modo, mas eu precisava desabafar com alguém além de minha esposa.
Conclusão:

O idiota útil lamenta a misandria do movimento feminista, mas nem se apercebe que ele, como esquerdista, é um dos facilitadores desse movimento. Se não fossem os "homens feministas", muito dificilmente o feminismo teria a força que actualmente tem.

Mas o mais importante a reter deste incidente é a forma como o mais efeminado e submisso dos homens pode, com algum esforço e clarividência, observar o que o feminismo realmente é. Por pior que tenha sido o passado feminista deste homem, ele observou a misandria, e tomou medidas em relação a isso. Infelizmente ainda existem muitos homens a militar pelo feminismo mesmo depois de terem observado o ódio presente no mesmo.

Seria interessante saber se este professor tem planos para começar a militar contra o feminismo, agora que ele sabe o que ele realmente ensina.





segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O que é um "idiota útil"?

Se nunca ouviste falar do termo "idiota útil", fica a saber que era a atitude que Vladimir Lenin nutria pelos ocidentais que viam com bons olhos o avanço da Revolução de 1917.

Inventado pela Rússia Soviética, este termo descrevia pessoas que davam apoio a pessoas como Lenin e Stalin enquanto estes levavam a cabo atrocidades atrás de atrocidades.

Lenin e os comunistas olhavam para estas pessoas com grande desprezo mas apercebiam-se da sua utilidade na disseminação da propaganda comunista nos seus países.

Actualmente, esse termo refere-se a esquerdistas e outros "progressistas" existentes por todo o mundo - normalmente (mas não exclusivamente) estudantes e professores universitários, activistas homossexuais, feministas, ambientalistas radicais, líderes dos movimentos negro/índio/cigano/muçulmano, e outros.

Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento, assumindo que estão a trabalhar para um "mundo melhor".  Invariavelmente, quando descobrem que foram enganados, costuma ser tarde demais.

Eles são "idiotas" porque operam com informação parcial mas assumem que têm informação suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem viver as suas vidas.

Depois da sua missão estar terminada [total subversão da ordem social], eles deixam de ser úteis e normalmente fazem parte do primeiro grupo a ser fisicamente eliminado pelas mesmas entidades para quem eles trabalharam.





quinta-feira, 18 de julho de 2013

O feminismo lucra com a não-existente "cultura de estupro"


Fonte

(...)

É o feminismo o principal promotor dos estupros contra as mulheres, pois o estupro aumenta o poder do movimento feminista de duas formas: 

1) Primeiro, dando às feministas privilégios legais que elas usam para acusar algum desafeto de tê-las estuprado e assim tirando homens não submissos do caminho delas.

2) Segundo, divulgando ao máximo essa propaganda da mulher coitadinha vítima de estupro é um meio importante de conseguir milhões de mulheres medrosas para apoiar o feminismo.

São mulheres que não estudam o feminismo em profundidade e acabam caindo na teia da militância feminista, apoiando as causas feministas só porque na imaginação dela, o feminismo vai protegê-la de algum homem-lobo-mau estuprador.

Contudo, as líderes feministas pulam de felicidade quando vêem a noticia de que uma mulher foi estuprada, porque elas poderão usar essa notícia como propaganda para a sua ideologia.

As feministas até inventam que são estupradas para atrair a atenção e prender homens desafetos, conforme uma pesquisa feita no fórum de Justiça de São Paulo, mais de 80% das denúncias de estupro são comprovadamente falsas.

Milhares de homens hoje em dia mofam em prisões, sofrendo abusos físicos de outros presos e guardas, porque foram acusados por alguma mulher de tê-la estuprado, APESAR DE NA VERDADE ELES NUNCA TEREM ESTUPRADO ELAS.

Quando nós vemos as estatísticas do enorme número de homens falsamente acusados de estupro, nós começamos a montar o quebra-cabeça para entender o verdadeiro objetivo do movimento feminista e particularmente da Marcha das Vadias: Elas querem chamar a atenção das mulheres para esse poderoso método de eliminação de homens indesejáveis: Basta uma mulher ir numa delegacia, fazer um B.O dizendo que foi estuprada por algum homem, e pronto!! Voilá!!

Você conseguiu destruir a vida de um homem desafeto usando menos de 15 minutos do seu dia, ou seja, ainda dá tempo até de ir no cabeleireiro!! (...)


* * * * * * *

Repetindo o que já foi dito por outras pessoas, o propósito das Marchas da Vadias é intimidar os homens de bem (aqueles que nunca violariam uma mulher) e não "acabar com os estupros".

Uma forma mais ou menos directa de se ver isso é perguntar as feministas se as taxas de violação sofreram algum tipo de decréscimo desde que as marchas da vadias tiveram início. A feminista de rua (a idiota útil do esquerdismo que mostra os peitos na rua como forma de "diminuir com os estupros") ficará confusa com a pergunta porque ela já se mentalizou de que o propósito das marchas não é combater a violência contra as mulheres nem reduzir os estupros. Mas isso já é problema dela.

Se não houve qualquer variação nas violações, então que dizer da eficácia das Marchas das Vadias?...


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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O triunfo do Marxismo Cultural?

Há cerca de 30 anos atrás, o dissidente soviético Yuri Alexandrovitch Bezmenov alertou a nação americana dos perigos do marxismo cultural, afirmando que o processo de desmoralização no país estava practicamente finalizado:

 

Segundo ele, esse processo é irreversivel:


Depois deste processo seguiu-se o processo de desestabilização:

 


O resultado das eleições  americanas provam que o processo de desestabilização se não está completo, está bem próximo de estar. O senso comum "americano" foi de tal maneira subvertido que já não são capazes de se aperceber que o país está a ser literalmente destruído através da subversão cultural e remoção e/ou perversão dos valores morais. 

Uma cultural que passou pela desmoralização e enfrenta a desestabilização, já não tem a capacidade de organizar a sua estrutura lógica de forma a analisar os dados de forma coerente. Já não é possível converter a forma de pensar desta cultura porque exposição a genuína informação não a vai fazer mudar de posição:



O registo económico de Obama, fundamentalista keynesiano, seria o suficiente para ele ser expulso duma escola primaria, caso ele fosse professor na mesma. Mas como os americanos já foram sedados para a realidade, Obama tem carta branca para continuar com a destruição do país.


Como é normal, os constituintes do marxismo cultural - minorias e mulheres solteiras - foram decisivos na vitoria de Obama.


O que isto significa é que vão ser mais 4 anos de amnistias aos imigrantes ilegais, para além do avanço forçado da agenda feminazista, até ao colapso do país. Depois disto, segue-se a crise, e, por fim, o período da "normalização".


Durante esta fase do processo, a elite esquerdista que tomou o poder durante a crise - o sonho de Lukacs, Gramsci e todos os terroristas culturais da Escola de Frankfurt. - eliminará os idiotas úteis que foram instrumentais no processo de desmoralização e desestabilização.  Isso inclui as feministas e os activistas homossexuais.

 
Como  diz Bezmenov:
O inimigo que Yuri identificou na altura é o mesmo inimigo que colocou Obama no poder...
O escritor Vox Day afirma que o total colapso americano ocorrerá por volta do ano 2033, mas, da forma como os eventos se estão a desenrolar, e com o decréscimo acelerado dos valores morais, é bem provável que o colapso ocorra antes disso. O que é preocupante nestas eleições é saber que, se a agenda marxista pode destruir um país como os EUA, então, se a mesma não for frontalmente resistida e condenada, ela pode destruir qualquer sociedade e qualquer civilização.

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