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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O feminismo visto por uma mulher


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segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dianne Core: "Para se salvar a família, o feminismo tem que ser banido"


Eu suporto de forma inequívoca a visão da Erin Pizzey da forma como o feminismo está a destruir a família.

Eu era uma das pessoas que estava com a Erin [que abriu o primeiro abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica] quando nos confrontamos pela primeira vez com as feministas no refugio de Chiswick. Estas mulheres histéricas , com as suas botas Doc Marten e os seus cortes de cabelo à tropa, haviam perdido todo o contacto com a sua feminidade. Foi assustador.

Certamente que pude ver a escrita na parede: os homens nunca mais saberiam qual é o seu papel na família. Hoje, muitos anos depois, isto tornou-se realidade. Os homens não sabem onde se posicionar no grande esquema das coisas, especialmente quando estão numa família. As coisas ficaram tão más que alguns centros de abrigo recusaram-se a aceitar rapazes, e as meninas cresceram a acreditar que todos os homens são maus.

Os efeitos disto destruíram por completo a visão terna e balanceada da vida familiar. Os homens lidam com mulheres masculinizadas que não aceitam que elas têm que saber cozinhar, limpar a casa ou contribuir para a casa de alguma forma.

Só vejo coisas feias no feminismo, e quanto mais cedo ele for parado, melhor.

Temos que trazer de volta a fêmea gentil, amorosa, bonita e orgulhosa de ser mulher.



domingo, 29 de julho de 2012

O ódio contra mulheres

Estas são algumas das palavras "simpáticas" que as feministas (e os feministas) têm lançado contra a página "Mulheres contra o feminismo". Se vocês entrarem na dita página e pesquisarem nos arquivos, encontrarão muitas outras palavras de ódio, intolerância, preconceito e discriminação dirigido às mulheres que a gerem.


Não deixa de ser curioso que as palavras mais intolerantes dirigidas às donas desta página tenham vindo das mesmas pessoas que dizem "lutar pelos direitos das mulheres", - isto é, feministas. Aparentemente as mulheres são livres para escolher a sua ideologia política, desde que não se alinhem contra o feminazismo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Suzanne Venker: "O feminismo é a pior coisa que já aconteceu às mulheres"

O livro de Suzanne Venker com o título de "The Flipside of Feminism" enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.

PONTOS PRINCIPAIS:

  • 1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.

  • 3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da "Segunda Vaga Feminista" dos anos 60.
  • 6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
  • 7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.
A entrevista:



domingo, 25 de março de 2012

Vitimismo feminista

Tornar as mulheres esquerdistas em vítimas perpétuas (as mulheres conservadoras não interessam) é uma obra da engenharia social das feministas. A escritora e activista política Kayleigh McEnany levanta um bocado do véu em torno da indústria do vitimismo feminista.

Se levas em conta o que os média reportam como se fosse um evangelho, provavelmente acreditas que as mulheres são descriminadas, marginalizadas e injustamente impedidas de avançar no local de trabalho.

Sendo eu uma mulher forte no lugar de trabalho, estou cansada de ser caracterizada como uma minoria fraca rodeada de homens sanguinários desejosos de me empurrar para baixo a todo o momento. Este tipo de caracterização é uma tentativa oculta de vitimização.

Eu, no entanto, recuso-me a ser uma vítima.

Durante uma conferência na Casa Branca em torno do desenvolvimento económico urbano, Debora Spar, presidente da "Barnard College", alegou:

As mulheres caíram para dentro daquilo que eu chamo de o guetto dos 16%. Se olharmos para qualquer sector, quer seja a engenharia aeronáutica, filmes de Hollywood, educação superior, ou as 500 maiores fortunas do mundo, as mulheres são, no máximo, 16% do total de pessoas. . . . Isto é um crime.
A existência de mulheres que escolhem a maternidade como uma ocupação válida parece ter sido um dado ignorado por Spar. As mulheres não "caíram num guetto"; algumas apenas escolheram caminhos alternativos.

Mas o que é que me passou pela cabeça ao dizer o que acabo de dizer?! É claro que para as ultra-feministas a maternidade é uma maldição e não uma bênção. Para esta facção social, o facto de haver mulheres que escolhem empregos menos remunerados - ou negam entrar no mercado de trabalho - como forma de terem mais tempo para os filhos, é simplesmente algo inconcebível. Qualquer decisão tomada neste sentido iria contra a mensagem que as feministas têm propagado estes anos todos: ser mãe é algo inferior e servil, e trabalhar fora de casa é digno. Mas onde estaríamos nós sem as mães?

Eis aqui algumas estatísticas que nunca serão listadas por parte das feministas.

  • "Desde Dezembro que o crescimento de emprego tem sido significativamente mais forte entre as mulheres do que entre os homens. O número de homens empregados cresceu apenas 83,000 nos últimos dois meses. . . . O número de mulheres empregadas cresceu em cerca de 192,000" - David Leonhardt, The New York Times

Acrescente-se que a Time magazine reportou:

Na maior parte das áreas metropolitanas dos EUA, as mulheres solteiras e sem filhos na casa dos 20 anos ganham mais por dólar do que os homens na mesma faixa etária.
E que dizer do facto de apenas 5,3% dos administradores das casas de apoio infantil serem homens, 3% das escolas primárias serem compostas por homens e 18,2% das escolas preparatórias e secundárias serem homens? Usando a lógica feminista temos que concluir que a recuperação económica, os primeiros empregos e o sistema escolar tornaram os homens em vítimas.

Uma vez que estamos a jogar o jogo do vitimismo, falemos das pessoas feias. Vários estudos económicos revelaram que a boa aparência dá-nos alguma vantagem em relação aos menos fisicamente atraentes.

Num artigo da edição de Julho de 2010 da Newsweek com o título de "The Beauty Advantage," ["A Vantagem da Beleza] Jessica Bennett revelou que "os homens mais atraentes ganham, em média, 5% mais que os seus homólogos (as mulheres bonitas ganham 4% mais que as menos bonitas)."

Uma vez que o mundo chora pelas mulheres vitimadas, o mesmo deveria ser feito em relação aos homens vitimados e às pessoas feias. Quanto a mim, recuso-me a viver num mundo de vitimismo.

Será que por vezes as mulheres são vítimas de descriminação? Sem dúvida. Mas o mesmo se passa com as morenas, as loiras, as gordas e - fechem os olhos feministas - os homens!

Tal como em todas as actividades que envolvem escolhas e selecção de pessoas com as quais nos associarmos. os preconceitos pessoais operam duma forma ou de outra - às vezes de forma consciente mas outras de forma inconsciente. Mas a beleza do capitalismo é esta: a nata eleva-se sempre até ao topo.

Se uma mulher oferece um melhor produto a preços mais baixos que os homens, a realidade do capitalismo levará a que ela faça isso mesmo. O mercado livre do capitalismo permite mais justiça no campo de jogo.

Nunca me senti descriminada no local de trabalho devido ao meu sexo. Em vez de jogar o jogo do vitimismo, resolvi jogar o jogo do capitalismo. Sou uma mulher, sou forte e não sou uma vítima. Como tal, feministas, parem de tentar transformar-me numa.


domingo, 1 de janeiro de 2012

Porque é que as feministas odeiam a Margaret Thatcher?

Quando se fala da versão feminista da história (desculpem: herstory), louvor seja dado à Gloria Steinem. Ela fundou uma revista que ninguém lê. Grande aplauso à Billie Jean King, a tenista que provou que uma jovem profissional poderia vencer um homem de 55 anos.

Que tal uma salva de palmas para Indira Gandhi e Hillary Clinton? Elas provaram que se pode chegar ao poder agarradas às abas do papá ou do marido.

Celebremos também a Oprah Winfrey, que provou que se pode contorcer conversa de chacha mística, conversa de "poder" vazia de conteúdo e um perpétuo complexo de vítima até se chegar a um negócio de milhões de dólares.

Mas . . . e a mulher mais importante do século 20, Margaret Thatcher, alvo dum do filme com o nome de "The Iron Lady"? Quando se fala na Margaret Thatcher, as feministas ficam silenciosas. Recatadas até. Elas geralmente deixam que os homens tomem conta da conversa enquanto elas se mudam para o quarto ao lado.

Ou pior, elas atacam-na.

Durante a sua campanha para liderar a Grã-Bretanha, em 1979, um slogan popular emitido pelas feministas dizia:

Nós queremos o direito das mulheres e não mulheres da direita.
Isto demonstra que o feminismo é uma ideologia que trabalha para a esquerda política e não um movimento que tem em vista o bem da mulher em si.

Mas em 1983 as coisas ficaram piores quando os esquerdistas apenas diziam “Ditch the bitch.” Uma colunista afirmou a visão feminista em torno da Dama de Ferro:

Ela pode ser uma mulher mas ela não é uma irmã.
Ou seja, como ela não sacrifica no altar do feminismo, ela não faz parte da irmandade feminista.

No parlamento inglês os oponentes qualificavam-na de “Attila the Hen” (hen = galinha em inglês).

Mas Margaret Thatcher respondeu às feministas bem ao seu estilo:

Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres.

As feministas odeiam-me, não é? Não as posso culpar uma vez que odeio o feminismo.

É puro veneno.

. . . . .

Ou seja, uma das mulheres mais bem sucedidas da história da humanidade é rejeitada pelas horríveis feministas pelo simples facto dela ser uma mulher que não alinha com a esquerda política.

Isto suporta a tese de que o feminismo é um produto político elitista da esquerda e não algo que genuinamente nasceu duma necessidade real e fundamental das mulheres.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Os efeitos nocivos do feminismo para as mulheres

"Então a serpente disse à mulher: Certamente, não morrereis.
Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal."
Génesis 3:4-5

No seu post com o título "As feministas estão colhendo o que plantaram", a Andrea Patrícia foi gentil o suficiente para citar um texto que havia sido colocado aqui neste blogue (Feminista envelhecida queixa-se que os homens nada querem com ela). A discussão que se seguiu posteriormente revelou um pouco do imenso mal que o feminismo tem feito às mulheres.

Eis aqui alguns dos comentários:

  • "Lamentável!"
  • "Se essa realidade ficasse restrita somente a elas, as feminazis, “menos” mal… mas nós, que nunca estivemos muito a fim de abraçar a causa, também recebemos respingos de lama, pra não dizer banho."
  • "Pois é, Karina, esse é o problema: nós não passamos procuração para que elas decidissem sobre nossas vidas, mas no fim das contas sobrou para nós! Complicado."
A isto eu acrescentei mais ou menos o seguinte:
Na minha humilde opinião, uma das formas de dar à volta a esta usurpação por parte das feministas do que as VERDADEIRAS mulheres realmente querem, é as mulheres não-feministas fazerem um ataque frontal, organizado e sem misericórdia às feministas.

Expôr que o que elas [as feministas] querem não é o mesmo que a esmagadora das mulheres quer.

Aquilo que eu às vezes noto é que, embora muitas mulheres não se alinhem com as feministas, estas dão-lhes, no entanto, espaço de manobra devido a coisas como “igualdade” e “mesmos direitos” outras slogans usados pelas feministas.

Mas isto é tudo falso. Elas, as feministas, não querem igualdade: elas querem supremacia e para isso usam as mulheres (mesmo as não-feministas) para avançar com a sua política.

Enquanto as mulheres não apontarem o dedo às feministas e mostrar que elas são uma minoria não-representativa das mulheres, todas as mulheres vão pagar pelas políticas anti-vida, anti-casamento, anti-homem das feministas.

Se as próprias feministas já se aperceberam que o feminismo é uma farsa ("Fui enganada pelo feminismo", "O amor que nunca vai ser expresso") não é a hora das restantes mulheres agirem de forma a remover estas sanguessugas ideológicas e víboras politicamente motivadas do seu seio?

Se elas [as mulheres não-feministas] genuinamente desprezam o mal que o feminismo está a fazer entre si (e não temos razões para assumir o contrário), porque é que não agem em conformidade? Com a excepção do blogue da Andrea e alguns outros poucos blogues conservadores, os blogues feitos por mulheres a atacar o feminismo fazem-se notar pela raridade.

A meu vêr, a esmagadora maioria das mulheres não-feministas não age contra as feministas provavelmente porque julgam poder (de facto) adquirir "direitos" e "concessões" através da dialéctica extremista das feministas. Ou seja, usam as feministas como batedoras de novo território, esperando, posteriormente, adquirir um "pedaço de terra" no terreno social.

Mas se olharmos para as feministas não como líderes dum movimento histórico benéfico, inexorável e inevitável da sociedade (o "Grande Salto em Frente" das mulheres), mas sim como pessoas com um propósito análogo ao de Satanás no Jardim do Éden ("Se fizeres o que eu te digo, vais ser tão inteligente como Deus"), podemos começar a vêr que a complacência das mulheres em relação à retórica extremista das feministas é auto-destrutiva.

As áreas da sexualidade e do casamento (ou da falta deles, no caso das mulheres solteiras com idades superiores a 35/40 anos) são provavelmente algumas das áreas mais visíveis (e emotivas) que afectam todas as mulheres. Como diz o artigo,

O problema (para as feministas) é que, sem o protector vínculo do casamento, as feministas ficam à mercê dos itens que os homens consideram mais valiosos na sua realização da liberdade sexual: beleza e juventude.

Ou seja, uma vez que há "liberdade sexual", os homens (principalmente os alfas, aqueles que as feministas tanto desejam) vão buscar as mais jovens e as mais atraentes em detrimento das mais velhas e menos atraentes.

Mas esta não é a única área onde o feminismo tem prejudicado as mulheres. O aborto, outra ideologia maligna promovida ardentemente pelas feministas sedentas de sangue inocente, tem um efeito duplamente destrutivo: a criança morre e a mulher fica marcada para toda a vida.

Se a isto, juntar-mos a sexualização das mulheres e a destruição da família, podemos vêr que o feminismo é destrutivo para quem o promove e mesmo para quem não o promove mas é complacente.

Portanto, a noção de que as mulheres não-feministas podem de alguma forma lucrar com o avanço do feminismo é refutado pelas evidências. Dada esta situação, torna-se urgente as mulheres anti-feministas repudiarem esta ideologia política destrutiva e expulsarem as feministas do seu seio.

Enquanto elas não o fizerem, os comentários como os presentes no blogue da Andreia vão-se multiplicar.

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