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domingo, 5 de maio de 2013

Mulheres genuínas não precisam do feminismo

Segundo o documentário “The Monstrous Regiment of Women”, documentário premiado de Colin Gunn que retira do movimento feminista qualquer força que lhe tenha sido atribuída, mulheres de verdade não precisam do feminismo. Notáveis defensoras das mulheres tais como Phyllis Schlafly  (Eagle Forum) explicam:

O problema com o feminismo - o problema principal, a meu ver - é o cultivo de uma atitude de vitimização. O feminismo tenta fazer as mulheres acreditar que elas são vítimas duma sociedade opressiva, patriarcal, dominada pelos homens. Elas acordam de manhã já com esta disposição.

De modo soberdo e maduro, o DVD revela as falácias nesta atitude.

O “The Monstrous Regiment of Women” explica que as feministas dizem às mulheres para não se submeterem aos maridos, evitar ter filhos, ouvir a sua "voz interior" e buscar uma carreira profissional. Mas as vozes do DVD afirmam algo totalmente diferente.

Entre estas vozes encontram-se mulheres tais como a historiadora da Universidade Edinburgh Sharon Adams, Jennie Chancey (Ladies Against Feminism), a cadete Jane Doe, a antigo aborcionista Carol Everett, a caseira Dana Feliciano, a escritora Carmon Freidrich, a autora F. Carolyn Graglia (“Domestic Tranquility”), a biógrafa Rosalind Marshall, a autora Stacey McDonald (“Raising Maidens of Virtue”), Schlafly e as domésticas Denise Sproul e Kathleen Smith.

Estas mulheres mostram como os ensinamentos deturpados e irracionais do feminismo trouxeram o desastre às mulheres, empurrando muitas para uma existência isolada e frustrante. Devido a isto, elas apelam às mulheres que regressem para uma vida preenchida com a alegria e a beleza que só pode ser encontrada seguindo a Palavra de Deus.

O filme retira o seu título dos escritos do reformador do século 16 John Knox, “The First Blast of the Trumpet Against the Monstrous Regiment of Women”.

Segundo se sabe, esta peça que foi escrita com o expresso propósito de levantar oposição a uma famosa e tirânica governante Europeia que tentou remover o Cristianismo Bíblico da Escócia de Knox.

O documentário "The Monstrous Regiment of Women" é um aviso de clarim, para além de ser um filme provocante imperdível.

Fonte





domingo, 12 de agosto de 2012

Mulher confessa: "Queremos ser iguais aos homens porque eles conseguem fazer coisas que nós não conseguimos"

Em resposta a uma pergunta feita por um dos editores do blogue "The University of Man", Suz, comentadora do blogue , desvendou aquilo que pode estar por trás de todo o esforço feminista na sua vã tentativa de imitar o homem. Qualifica-se esta tentativa de "vã" não porque os homens, como seres humanos, sejam melhores que as mulheres, mas sim porque nenhuma mulher vai algum dia ser um homem - tal como homem algum conseguirá ser uma mulher.

O que se segue é o seu comentário na totalidade. Para maior esclarecimento de contexto, sugiro que leiam o post linkado em cima.



Gary,
Elas [as mulheres] tentam-se provar gloriando-se em fazer as coisas que os homens fazem.
É exactamente isto. Nós [as mulheres] queremos muito ser iguais aos homens uma vez que eles conseguem fazer coisas que nós não conseguimos. Isso deixa-nos com muita inveja e ciúme, chegando até a ser patético, mas preferimos morrer do que admiti-lo.

Professor Ashur, em relação à tua pergunta em torno do estatuto, a minha resposta é: Eles.São.Homens. Como é que os machos beta não terão um estatuto superior ao das mulheres? Nós precisamos deles. Precisamos da sua adoração e da sua simpatia uma vez que isto faz com que fiquemos bem connosco mesmas. Rejeitamo-los porque isso faz-nos sentir poderosas. (Sinceramente, onde está a mentalidade "you go grrrrr!" em rejeitar um macho omega? E nenhuma de nós rejeitará um macho alfa se não tiver que ser.)

Nós ansiamos o estatuto que provém do negócio por eles criado, montadas nas abas dos seus casacos, e fazendo o jogo vitimista como forma de ficarmos com os seus empregos. (Não roubamos nada a quem nada tem de valor para dar.)

Mal nos apercebemos que os alfas bonitos não se casarão connosco, e nem ficarão por perto para financiar os bebés perfeitos que queremos fazer com eles, voltamo-nos para os betas e usamos os seus (generosos) recursos. Se nós [mulheres] tivéssemos um estatuto idêntico ou superior, nunca nos daríamos ao trabalho. uma vez que fazer qualquer tipo de associação com um macho com estatuto genuinamente inferior, reduziria o nosso estatuto.

Mesmo a mulher que se consegue suportar financeiramente casará com um macho beta. Nós não conseguimos admitir isto, mas virtualmente QUALQUER homem pode-nos providenciar coisas que nós não conseguimos duplicar mas que nós queremos: a segurança física de ter um homem em casa; frequentemente, um rendimento superior e, consequentemente, melhores posses (e todos sabem o quanto nós mulheres gostamos de posses...); alguém para fazer o trabalho "difícil"; alguém que continuará a desejar o nosso corpo, mesmo quando tivermos quilos a mais; o estatuto mais elevado que adquirimos com o título "Srª"; um bom e estável pai para criar os nossos filhos. A lista continua por aí a fora.

Hoje em dia não temos que admitir isto uma vez que treinamos os homens a não tocar nestes assuntos. De facto, passada que está uma geração, este assunto não só se tornou num tabu, como nós nem o consideramos. E porque é que o consideraríamos? Os média e a sociedade afirmam que nós somos superiores e nós não contestamos. Depois disso, nós dizemos aos homens que somos superiores, e eles também não questionam isso.

A maior parte de nós passa a vida inteira a acreditar neste mito de que as mulheres são, pelo menos, "iguais" aos machos beta, mas, duma forma ou de outra, a maior parte das mulheres depende deles. A dependência perante outro parte de alguém com estatuto inferior, mas colocaremos o nosso joelho nas vossas "jóias de família" se vocês se ATREVEREM a afirmar isto em voz alta.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Quem foi Mary Ann Cotton?

Duas décadas antes de Jack o Estripador aterrorizar as ruas de Whitechapel em Londres, Mary Ann Cotton havia-se já tornado numa máquina de matar, chegando a matar até 8 dos seus próprios filhos, 7 filhos adoptivos, a sua mãe, três maridos, um amante - e um amigo inconveniente.

Mesmo os aficionados pelo crime - aqueles familiarizados com nomes como Shipman, Nilsen, Sutcliffe e West - pouco ou nada sabem dela. Ela foi practicamente apagada da História e permanece apenas como uma curiosidade meio esquecida do Nordeste inglês.

A sua escolha de veneno era o arsénico, favorito dos assassinos da História largamente por motivos pragmáticos:

  • Dissolve-se em líquidos quentes (ex: chá) e como tal é fácil administrá-lo.
  • Encontrava-se largamente disponível.
Embora durante esta altura as autoridades estivessem a iniciar um certo tipo de regulação às vendas de arsénico, uma elevada concentração poderia ainda ser obtida numa substância conhecida como "sabão macio" - um desinfectante caseiro.

Havia ainda um terceiro motivo:

  • Como era do conhecimento de Mary Ann, os sintomas de envenenamento por arsénico eram vómitos, diarreia e desidratação. Um médico ocupado e sem qualquer tipo de desconfiança estava mais propenso a diagnosticar esta junção de sintomas como gastroenterite - especialmente em pacientes pobres e subnutridos - e não como assassínio.
Segundo os óbitos e os certificados de enterro, todas as suas vítimas morreram de problemas gástricos.

Aparentemente ela desempenhou o papel de esposa e mãe em luto na perfeição, dificultando ainda mais a contabilização exacta do número de pessoas que ela matou.

É difícil não acreditar que havia um elemento de gratificação no controle que ela exercia - que ela era, dito de outro modo, uma psicopata. Não há duvidas de que a ganância era um motivo bastante forte à medida que marido após marido, ela subia a escada social da nova e móvel sociedade - onde, pela primeira vez, as pessoas comuns tinha seguro de vida.

A sua desesperada auto-promoção e a maneira terrível como ela a levou a cabo garantiram uma audiência estranhamente simpatética nos seus meses finais e depois da sua execução. Isto leva-nos a ficar confusos em relação ao nosso entendimento duma mulher que, segundo qualquer tipo de padrão, era uma assassina implacável.

Se a vida moderna a tinha acompanhado e a tinham transformado no "monstro com forma humana", como mais tarde foi descrita no Newcastle Chronicle, ela [a vida moderna] também forneceu os meios que levaram à sua prisão. Ela havia envenenado o filho adoptivo de 7 anos, Charles Edward Cotton, no Verão de 1872 - aparentemente como forma de desbravar caminho para mais um relacionamento, desta vez com Quick-Manning.

Depois dum post-mortem levado a cabo numa mesa de cozinha, foi determinada a morte por "causas naturais".

Mas isto não foi suficiente para a policia, os jornais e a nova disciplina da ciência forense, que, juntas, desempenharam o seu papel na revelação do seu passado. Foram os jornalistas, motivados pela fofoca local, que inicialmente solicitaram as investigações que rapidamente revelaram o número total de maridos mortos, filhos perdidos e as evidências de assassínio por arsénico.

E a polícia - ainda uma força relativamente nova na vida provincial - agiu em conformidade.

Em 1873, Mary Ann Cotton foi presa, julgada e enforcada pelo assassínio de Charles Edward Cotton. Alguns dos restos da criança foram exumados do jardim do Dr Kilburn, que supostamente o havia enterrado lá por ter dúvidas em relação ao motivo da morte.

Amostras foram levadas e, usando métodos que eram na altura revolucionários, a presença de arsénico foi confirmada pelo Dr Thomas Scattergood da Leeds School of Medicine.

O julgamento de Mary Ann em Durham Crown Court durou 3 dias. Depois de ter sido determinada como culpada, ela foi executada na prisão de Durham no dia 24 de Março de 1873 por um enforcador profissional com o nome de William Calcraft.

Mesmo a forma como ela se deparou com o seu fim revelou-se sensacional. Da sua cela, Mary Ann escreveu uma carta aos jornais protestando a sua "inocência". Depois disto, ela gerou mais simpatia para si quando deu à luz uma criança quando ainda se encontrava na prisão e viu a menina a ser-lhe retirada das mãos antes da execução.

O próprio enforcamento foi terrivelmente mal feito. A falha que havia por baixo dela era demasiado baixo, e como tal Mary ficou a movimentar-se na extremidade da corda.. Devido a isto, Calcraft viu-se na obrigação de puxá-la para baixo como forma de terminar com a sua vida.

A pouca análise histórica que ela recebeu tem sido bastante ingénua, citando-a como um exemplo das "dificuldades" suportadas pelas mulheres e chegando mesmo a afirmar que ela foi vítima de denegação da justiça.

Fonte

* * * * * * *

Aparentemente as mulheres são sempre vítimas, mesmo quando elas são aquilo que as sociedades mais temem, isto é, implacáveis e prolíficas assassinas em série.

Como é possível que uma pessoa - homem ou mulher - que mata 21 pessoas (incluindo vários maridos e várias crianças) seja virtualmente desconhecida passados que estão 139 anos depois da sua execução?

Uma pergunta para quem é contra a pena de morte: que pena merece uma pessoa que mata 21 pessoas inocentes - incluindo crianças de 7 anos - como forma de adquirir dinheiro e estatuto social?

Casa onde Mary Ann vivia quando foi presa em 1873


Casa tal como ela é hoje.


Prisão onde Mary Ann foi enforcada

Possíveis e prováveis vítimas de Mary Ann


domingo, 25 de março de 2012

Vitimismo feminista

Tornar as mulheres esquerdistas em vítimas perpétuas (as mulheres conservadoras não interessam) é uma obra da engenharia social das feministas. A escritora e activista política Kayleigh McEnany levanta um bocado do véu em torno da indústria do vitimismo feminista.

Se levas em conta o que os média reportam como se fosse um evangelho, provavelmente acreditas que as mulheres são descriminadas, marginalizadas e injustamente impedidas de avançar no local de trabalho.

Sendo eu uma mulher forte no lugar de trabalho, estou cansada de ser caracterizada como uma minoria fraca rodeada de homens sanguinários desejosos de me empurrar para baixo a todo o momento. Este tipo de caracterização é uma tentativa oculta de vitimização.

Eu, no entanto, recuso-me a ser uma vítima.

Durante uma conferência na Casa Branca em torno do desenvolvimento económico urbano, Debora Spar, presidente da "Barnard College", alegou:

As mulheres caíram para dentro daquilo que eu chamo de o guetto dos 16%. Se olharmos para qualquer sector, quer seja a engenharia aeronáutica, filmes de Hollywood, educação superior, ou as 500 maiores fortunas do mundo, as mulheres são, no máximo, 16% do total de pessoas. . . . Isto é um crime.
A existência de mulheres que escolhem a maternidade como uma ocupação válida parece ter sido um dado ignorado por Spar. As mulheres não "caíram num guetto"; algumas apenas escolheram caminhos alternativos.

Mas o que é que me passou pela cabeça ao dizer o que acabo de dizer?! É claro que para as ultra-feministas a maternidade é uma maldição e não uma bênção. Para esta facção social, o facto de haver mulheres que escolhem empregos menos remunerados - ou negam entrar no mercado de trabalho - como forma de terem mais tempo para os filhos, é simplesmente algo inconcebível. Qualquer decisão tomada neste sentido iria contra a mensagem que as feministas têm propagado estes anos todos: ser mãe é algo inferior e servil, e trabalhar fora de casa é digno. Mas onde estaríamos nós sem as mães?

Eis aqui algumas estatísticas que nunca serão listadas por parte das feministas.

  • "Desde Dezembro que o crescimento de emprego tem sido significativamente mais forte entre as mulheres do que entre os homens. O número de homens empregados cresceu apenas 83,000 nos últimos dois meses. . . . O número de mulheres empregadas cresceu em cerca de 192,000" - David Leonhardt, The New York Times

Acrescente-se que a Time magazine reportou:

Na maior parte das áreas metropolitanas dos EUA, as mulheres solteiras e sem filhos na casa dos 20 anos ganham mais por dólar do que os homens na mesma faixa etária.
E que dizer do facto de apenas 5,3% dos administradores das casas de apoio infantil serem homens, 3% das escolas primárias serem compostas por homens e 18,2% das escolas preparatórias e secundárias serem homens? Usando a lógica feminista temos que concluir que a recuperação económica, os primeiros empregos e o sistema escolar tornaram os homens em vítimas.

Uma vez que estamos a jogar o jogo do vitimismo, falemos das pessoas feias. Vários estudos económicos revelaram que a boa aparência dá-nos alguma vantagem em relação aos menos fisicamente atraentes.

Num artigo da edição de Julho de 2010 da Newsweek com o título de "The Beauty Advantage," ["A Vantagem da Beleza] Jessica Bennett revelou que "os homens mais atraentes ganham, em média, 5% mais que os seus homólogos (as mulheres bonitas ganham 4% mais que as menos bonitas)."

Uma vez que o mundo chora pelas mulheres vitimadas, o mesmo deveria ser feito em relação aos homens vitimados e às pessoas feias. Quanto a mim, recuso-me a viver num mundo de vitimismo.

Será que por vezes as mulheres são vítimas de descriminação? Sem dúvida. Mas o mesmo se passa com as morenas, as loiras, as gordas e - fechem os olhos feministas - os homens!

Tal como em todas as actividades que envolvem escolhas e selecção de pessoas com as quais nos associarmos. os preconceitos pessoais operam duma forma ou de outra - às vezes de forma consciente mas outras de forma inconsciente. Mas a beleza do capitalismo é esta: a nata eleva-se sempre até ao topo.

Se uma mulher oferece um melhor produto a preços mais baixos que os homens, a realidade do capitalismo levará a que ela faça isso mesmo. O mercado livre do capitalismo permite mais justiça no campo de jogo.

Nunca me senti descriminada no local de trabalho devido ao meu sexo. Em vez de jogar o jogo do vitimismo, resolvi jogar o jogo do capitalismo. Sou uma mulher, sou forte e não sou uma vítima. Como tal, feministas, parem de tentar transformar-me numa.


segunda-feira, 19 de março de 2012

Feminismo peludo

Na última quinta (15), os habitantes da cidade de Malmö, na Suécia, voltaram para casa com uma história cabeluda para contar aos filhos.

Um grupo formado por cerca de 40 feministas vestiu as suas t-shirts e camisas sem mangas e foi para a principal praça da cidade protestar contra as piadas a que as mulheres de sovaco cabeludo têm sido vítimas através da internet.

Atenção: elas não foram protestar pelo elevado número de mulheres que se vêem forçadas a criar os filhos sozinhas por terem sido convencidas pela elite feminista que o marido "não prestava", e nem foram protestar pelo facto do aborto matar proporcionalmente mais mulheres do que homens.

Nada disso.

Elas foram protestar por coisas que realmente são importantes para as mulheres: pêlos nas axilas.

Em uma passeata organizada pela Malmös Feministiska Nätverk - grupo feminista da cidade - as feministas gritaram slogans e disseram que não vão mais aturar nenhum preconceito – muito pelo contrário.

O movimento foi motivado por um programa de TV que, durante uma matéria sobre um festival de música, deu uma ênfase exagerada às axilas das mulheres suecas.

Anni Iris, uma das protestantes, afirmou:

Queremos mostrar a nossa posição ao lado de todas as mulheres que se sentiram ofendidas. Este protesto diz respeito aos papéis que são estipulados a cada género e é a favor de deixar as pessoas serem da forma que elas bem quiserem.

* * * * * * * * *

Se o propósito das feministas é tornar as mulheres o mais repelentes possíveis aos olhos dos homens, elas estão a dar os passos certos. As mulheres que valorizam a sua beleza têm que considerar eventos como este e questionarem-se se querem este tipo de mulheres perturbadas como suas representantes.

Claro que o propósito deste tipo de eventos é o mesmo de todo o tipo de eventos públicos da esquerda militante: intimidar a oposição e fazer uma demonstração de força. Da próxima vez que uma figura pública estiver em vias de fazer uma piada em torno de mulheres com axilas peludas - como é o seu direito - ele pensará duas vezes e o propósito desta manifestação terá sido atingido.

É por isso que é tão importante para a esquerda militante minimizar a Marcha para Jesus, que segundo se sabe, teve números acima dos 4 milhões de participantes, mas ao mesmo tempo propagar por todos os cantos do país a marcha de orgulho gay da aldeia mais próxima - como se esta tivesse sido assistida pelo presidente, todos os membros do senado, os juízes, os pastores mais renomeados e pela elite de todo o país (e talvez pela própria ONU).

Intimidação e propaganda. É assim que funciona a esquerda militante.


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