Mostrar mensagens com a etiqueta Padrões de Beleza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Padrões de Beleza. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vandalismo contra o padrão de beleza


Desocupadas feministas (pleonasmo?) invadiram um espaço privado e levaram a cabo mais um acto de vandalismo.

Começa a ser norma as feminazis recorrerem a actos de violência sempre que a realidade não se acomoda às suas desilusões.




Os motivos desta raiva são os vídeos que se seguem:




A justificação das feminazis da FEMEN para este acto de vandalismo é:


Segundo as feministas, os dois vídeos de cima são um "desrespeito à diversidade humana" e "fazem apologia à ditadura de beleza".

Que diversidade é essa que elas aludem na sua justificação? Felizmente, as feminazis definem-na:

Basicamente o que as feminazis parecem estar a defender é o uso das "diversas" nos anúncios publicitários duma empresa privada. Ou seja, segundo as feminazis, a Marisa não é livre para escolher os modelos que melhor representarão o seu produto; esta empresa TEM que escolher uma das "diversas" como forma de evitar ser alvo de críticas das mesmas "diversa" (sim, porque quem se queixa dos padrões de beleza muito provavelmente não se e caixa no mesmo, como se pode ver pelas fotos das 3 activistas FEMEN que vandalizaram a loja da Marisa).

O mais irónico desta requisição por mais "diversidade" é que isso já foi tentado por outras empresas e as próprias mulheres rejeitaram essa acção. É-nos dito:
Popular revista feminina saudada por ter posto de parte as modelos magras em favor das "pessoas reais" reverteu a sua decisão passados que estavam dois anos - porque as vendas caíram à medida que os quilos aumentaram. A edição electrónica deste mês já exibe outra vez modelos excessivamente magras.

Isto significa que a experiência com "pessoas reais" foi um fracasso. Durante os 2 anos de  período experimental mais de 1,000 modelos com idades compreendidas entre os 18 aos 68 foram usadas em poses de moda e de beleza. - 'como forma de conferir à beleza o seu naturalismo e mostrar que a atracção tem muitas caras'.

Aparentemente nem as próprias mulheres se deixam enganar com o mantra de que "a beleza é relativa" uma vez que elas, tal como os homens, parecem ter uma ideia bem clara do que é e do que não é belo - e isto não parece ser algo sujeito a engenharia social. Em relação a esta notícia, Vox Day comenta:
 
Pensem nisto: a revista alemã, Brigitte, vende quase exclusivamente para mulheres. Sem duvida que foi garantido aos editores que a eliminação das modelos ofensivamente magras das páginas das revistas aumentaria as vendas, e provavelmente eles foram sujeitos à pressão aponta-e-envergonha que as mulheres têm dirigido a várias organizações e instituições durante os últimos 40 anos.
 
Os editores quase de certeza acreditaram que dar às mulheres aquilo que de modo activo elas exigiam seria benéfico para eles, não só em termos de vendas mas também em termos de publicidade positiva. Eles receberam a mais positiva publicidade que esperavam uma vez que os órgãos de comunicação de todo o mundo cobriram positivamente o seu gesto.
 
Mas não tiveram as vendas que anteciparam. A revista líder de mercado, que chegou a vender 700,000 cópias por mês, notou que as subscrições "caíram em quase 22 porcento  ao mesmo tempo que menos 35 porcento de cópias foram vendidas nas lojas". A revista estaria em melhor forma se os editores tivessem retido este princípio em mente: as mulheres não te podem dizer o que elas querem porque elas conscientemente não sabem o que querem. Os seus desejos só podem ser determinados pelas suas acções e não pelas suas declarações.
Resumindo:
  • Mulheres exigem que a revista pare de ter modelos magras e que em seu lugar coloque "pessoas reais", ou, para usar um termo usado pelas feminazis, "pessoas diversas".
  • A revista ceda aos pedidos das mulheres e começa a usar as tais "pessoas reais" (incluindo as "plus size").
  • Como consequência, as subscrições caem em quase 1/4, e as vendas nas lojas caem mais de 1/3.
Ou seja, a escolha que as mulheres exigiram causou a que as próprias mulheres perdessem interessa na revista.
Como se isso não fosse suficientemente problemático, temos ainda notícias de que a Marisa não é a única instituição a submeter-se à "ditadura de beleza":

Portanto, a mesma FEMEN que leva a cabo actos de vandalismo contra instituições privadas acredita na existência dos padrões de beleza, e força os seus membros a submeter-se ao mesmo. No entanto, em público, afirma ser contra esse mesmo padrão de beleza. Dá para levar a sério um movimento tão hipócrita como o feminismo?


Os comentários à notícia não fugiram ao que seria de esperar: 


Uma das coisas mais cómicas deste incidente é a forma como as feministas supostamente não simpatizantes com os métodos das Femen rapidamente entram em modo de controle de estragos. Uma página (Facebook) feminista disse


Ou seja, segundo a "Feminista Indelicada", por um lado, o acto levado a cabo pelas Femen força TODAS as feministas a responder por isso, e, aparentemente, isso não deveria ser assim (embora seja muito comum as feministas fazerem isso em relação aos MRAs). Mas por outro lado, ela diz é que está de "saco cheio de fazer protestos pacíficos". Isto implica que, segundo esta feminista, actos não-pacíficos estejam na ordem do dia.  Isto parece ser uma clara legitimação do comportamento violento. Se calhar não era má ideia a PF manter esta Feminista Indelicada sob vigia.

Conclusão:

O feminismo é uma ideologia especificamente criada para a subversão da ordem social, portanto, não é de estranhar que mais cedo ou mais tarde as adeptas entrem em contradição. Por um lado são contra a violência, mas por outro acham que o tempo para manifestações pacíficas já acabou. Por um lado são contra os padrões de beleza "machistas", mas por outro lado, submetem-se a esse mesmo padrão de beleza quando lhes é conveniente. Por um lado são a favor da auto-determinação das mulheres, mas por outro condenam as mulheres que se submetem a uma dado padrão estético, ou que escolhem ser donas de casa.

Um dado positivo deste incidente é que fica mais fácil ressalvar a duplicidade das feministas; se elas usam os apelos à violência dos famigerados Sanctus como arma com a qual atacar todos os MRAs de língua portuguesa, é perfeitamente lógico os mesmos MRAs usarem a genuína violência levada a cabo pelas FEMEN como forma de lançar críticas a todo o movimento feminista.

Se, por outro lado, as feminazis sabem fazer distinção entre as FEMEN e as demais feministas, então elas têm que ser capazes de fazer o mesmo em relação aos MRAs.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A "ofensiva" Jennifer Love Hewitt

Jennifer Love Hewitt teve os seus seios digitalmente reduzidos para a revista americana Entertainment Weekly depois dos responsáveis considerarem o seu decote como "demasiado excitante para os leitores".

Não só os seios foram reduzidos para tamanhos menos excitantes (leia-se "nada excitantes"), como decidiram também usar tecnologia informática para aumentar o seu vestido de modo a que este cobrisse mais área do seu peito.

Obviamente que a actriz foi apanhada de surpresa:

Enviaram-me uma cópia da fotografia e eu disse 'Ummm.... mas o que aconteceu aqui?'

Não sei bem o que está a passar. Aparentemente alguém decidiu que eu deveria fazer uma redução de mamas.

Enquanto que o original - onde ela mostra as suas curvas naturais - apareceram no Hollywood Reporter a por todos os placards de Los Angeles, a versão alterada só apareceu no Entertainment Weekly.

A actriz afirma:

O que é mais louco nesta situação é que, antes das fotos serem enviadas para lado algum, eu teria que vê-las. No entanto, nesta caso, nunca cheguei a ver esta versão [antes de ser usada pela revista Entertainment Weekly].
* * * * * * *
O discurso é sempre o mesmo: alguma feminista feia, gorda, e com seios horríveis decidiu que a beleza da Jennifer era "demasiado excitante" e como tal, censurou-a.

A falta de respeito que os "politicamente correctos" tem pela população - e pelos actores - é manifesta no facto deles nem se darem ao trabalho de pedir a autorização da actriz antes de modificarem o seu corpo para formas que ELES acham "aceitáveis".

Não.

ELES decidem que é assim, e ela só tem que aceitar.

As feministas odeiam mulheres bonitas por uma questão de PODER. Uma vez que há uma quantidade limitada de poder disponível ao ser humano, quando as feministas conseguem atingir o poder máximo disponível às mulheres, elas buscam formas de obter para si poder que pertence aos homens.

Qualquer mulher que use a sua beleza para atrair homens está a ajustar-se a padrões que os homens apreciam, e desde logo, a conferir-lhe algum tipo de poder. Isto é um poder que as feministas querem retirar aos homens.

Para elas, os homens não deveriam ter o poder de escolher entre as mulheres bonitas e feias. Eles têm que aceitar todas (ou rejeitar todas, para agrado da ala lésbica do feminismo) .

É por isso que as feministas têm páginas do facebook ridículas e blogues ridículos onde se mostram mulheres gordas como a meia noite por cima de frases como "quem gosta de ossos são os cães" ou "gordas e lindas".

Hmm.. não, nem todas as mulheres são lindas (tal como nem todos os homens se conformam aos gostos das mulheres). Há mulheres feias e há mulheres bonitas. Os homens tem o direito de escolher as mais jovens e bonitas e rejeitar as feias - tal como as mulheres o fazem em relação aos homens.

Jennifer Love Hewitt - o terror das feministas.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Feminismo peludo

Na última quinta (15), os habitantes da cidade de Malmö, na Suécia, voltaram para casa com uma história cabeluda para contar aos filhos.

Um grupo formado por cerca de 40 feministas vestiu as suas t-shirts e camisas sem mangas e foi para a principal praça da cidade protestar contra as piadas a que as mulheres de sovaco cabeludo têm sido vítimas através da internet.

Atenção: elas não foram protestar pelo elevado número de mulheres que se vêem forçadas a criar os filhos sozinhas por terem sido convencidas pela elite feminista que o marido "não prestava", e nem foram protestar pelo facto do aborto matar proporcionalmente mais mulheres do que homens.

Nada disso.

Elas foram protestar por coisas que realmente são importantes para as mulheres: pêlos nas axilas.

Em uma passeata organizada pela Malmös Feministiska Nätverk - grupo feminista da cidade - as feministas gritaram slogans e disseram que não vão mais aturar nenhum preconceito – muito pelo contrário.

O movimento foi motivado por um programa de TV que, durante uma matéria sobre um festival de música, deu uma ênfase exagerada às axilas das mulheres suecas.

Anni Iris, uma das protestantes, afirmou:

Queremos mostrar a nossa posição ao lado de todas as mulheres que se sentiram ofendidas. Este protesto diz respeito aos papéis que são estipulados a cada género e é a favor de deixar as pessoas serem da forma que elas bem quiserem.

* * * * * * * * *

Se o propósito das feministas é tornar as mulheres o mais repelentes possíveis aos olhos dos homens, elas estão a dar os passos certos. As mulheres que valorizam a sua beleza têm que considerar eventos como este e questionarem-se se querem este tipo de mulheres perturbadas como suas representantes.

Claro que o propósito deste tipo de eventos é o mesmo de todo o tipo de eventos públicos da esquerda militante: intimidar a oposição e fazer uma demonstração de força. Da próxima vez que uma figura pública estiver em vias de fazer uma piada em torno de mulheres com axilas peludas - como é o seu direito - ele pensará duas vezes e o propósito desta manifestação terá sido atingido.

É por isso que é tão importante para a esquerda militante minimizar a Marcha para Jesus, que segundo se sabe, teve números acima dos 4 milhões de participantes, mas ao mesmo tempo propagar por todos os cantos do país a marcha de orgulho gay da aldeia mais próxima - como se esta tivesse sido assistida pelo presidente, todos os membros do senado, os juízes, os pastores mais renomeados e pela elite de todo o país (e talvez pela própria ONU).

Intimidação e propaganda. É assim que funciona a esquerda militante.


domingo, 18 de março de 2012

Leonor Berger e o estranho caso das mulheres "machistas"

Há algumas semanas (meses?) atrás ficamos a saber duma jovem cuja vida aparentemente foi salva devido ao tamanho dos implantes nos seus seios. Esta notícia com um final feliz causou a que uma feminista mostrasse mais uma vez o que se torna cada vez mais óbvio: as feministas odeiam mulheres que se esforçam para cativar a atenção e o desejo dos homens.

Aparentemente, e segundo as auto-promulgadas "defensoras dos direitos das mulheres", as mulheres podem fazer quase tudo (até matar bebés) mas não podem de maneira nenhuma modificar o seu próprio corpo como forma de fazer o que as mulheres já fazem há milénios: usar a sua própria beleza para atrair homens.

Um exemplo cabal disto é este texto escrito por uma feminista com o nome de Leonor Berger. Ela diz:

Raparigas adolescentes, mesmo crianças de 10-12 anos (e nem quero entrar no tema da potencial pedofilia…), expõem os seus corpos e fazem poses que acham sexy, para chamarem a atenção dos rapazes e homens que surfam na Internet.
Será que as feministas não se apercebem que esta táctica de envergonhar os homens em relação ao seu natural apreço por mulheres bonitas não funciona? Porque é que sempre que se fala de mulheres ADULTAS que usam a sua beleza para atrair homens, as feministas invocam o perigo da pedofilia em tais casos?

Se há menores que erradamente e perigosamente colocam fotos suas na internet, isso é da responsabilidade dos pais da criança (ou da mãe solteira, como é normal hoje em dia). Sem dúvida que isso é algo que tem que ser combatido e prevenido mas o foco do post da Laura não é bem esse, como se vai ver mais adiante.

Publicam fotos e vídeos nos blogues e nas redes sociais, chegando mesmo a enviá-los por email ou sms a rapazes (ou homens) que conhecem. Tudo porque hoje em dia, para se ser bem-sucedida, pensa-se, há que ser sexy. E ser sexy é mostrar muita pele.
Falso. Ninguém defende que para uma mulher ser bem sucedida ela tem que ser sexy. O post da Leonor não é sobre as mulheres bem sucedidas mas sim sobre mulheres que usam a sua beleza para atrair a atenção masculina.
É para este fenómeno que alguns escritos feministas têm alertado ultimamente. Sob uma aparência de alegada libertação sexual, mulheres cada vez mais jovens objectificam-se em público – e não há actualmente lugar mais público que a Net.
Notem na passagem "cada vez mais jovens" e reparem como isso vem na mesma linha do que foi dito em cima; sempre que as mulheres modificam a o seu corpo para atrair os homens, as feministas invocam incessantemente o espectro da pedofilia.

Isto é problemático e suspeito. Porque é que quando se fala em mulheres bonitas, as feministas começam logo a pensar em menores semi-despidas? Os homens sexualmente normais não fazem qualquer tipo de relação entre mulheres adultas bonitas e menores nuas. É a mente porca das feministas que geralmente faz essa conexão.

Repare-se também como as feministas não gostam da forma como a liberdade sexual está a ser usada pelas mulheres mais jovens e bonitas. Aparentemente usar a "liberdade sexual" para saltar de cama em cama é perfeitamente legitimo. No entanto, usar dessa "liberdade sexual" para atrair o desejo masculino já não é legítimo. Não se entende como é que as mulheres podem usufruir o "sexo livre" que as feministas tanto defendem sem primeiro usar do seu poder de atracção para cativar os homens com quem esperam levar a cabo o irresponsável "sexo livre".

No entanto, não existe nisso qualquer forma de liberdade.
Ai não? A mulher adulta não é livre para exibir o seu corpo como e quando quiser? Não é ela livre para escolher os homens que lhe agradam?
Pelo contrário, este fenómeno serve apenas para alimentar o voyeurismo de alguns homens e perpetuar estereótipos
Eis aqui o verdadeiro problema que a Leonor não revela. A premissa não revelada do seu texto é: "as mulheres não devem ser escravas da beleza porque isso é dar poder (de escolha) aos homens".

O que as Leonores deste mundo - e o seu grupo de feministas envelhecidas - odeiam não é a o facto de existirem mulheres que gostam de se exibir, mas sim o facto delas se exibirem aos homens. Esse tipo de exibição sub-entende que a mulher está a conformar a sua psicologia estética aos padrões que agradam aos homens - e não às mulheres.

Por exemplo, se estas mesmas mulheres exibissem o mesmo corpo em revistas lésbicas, as feministas não levantariam qualquer tipo de problema com isso porque o poder continuaria do lado das mulheres. Mas como o apelo que está a ser feito pelas mulheres bonitas assume padrões de beleza que satisfazem os homens, as feministas não gostam.

Por "perpetuar estereótipos" entenda-se "padrões de beleza masculinos que as feministas odeias".

E que dizer da actual mania das cirurgias plásticas, sobretudo para inserção de implantes mamários?
Sim, o que dizer delas? Qual é o mal em levar a cabo modificações corporais (de forma saudável) que visem atrair os homens?
E as misses da Venezuela? Todas elas produzidas, processadas, transformadas por um senhor que, há muitos anos, escolhe as meninas para concorrerem a miss - não com base naquilo que a natureza lhes deu, mas no potencial para terem o aspeto pretendido depois de irem à faca.
Ou seja, as mulheres que se alindam para agradar os homens estão a levar a cabo prácticas análogas ao que o esquerdista Hugo Chavez faz ao embelezar as venezuelanas para os concursos de beleza. Portanto, se tu causas a que uma mulher modifique a sua beleza de modo a que ela fique mais atraente aos olhos dos homens, tu és um ditador comunista.
Por um título de beleza, as raparigas sacrificam a sua beleza natural e singular
Não "sacrificam": melhoram a sua beleza natural e singular.
Como se atrair um homem, de preferência rico, fosse a ambição máxima de uma mulher moderna…
Lá está o que foi dito em cima. O problema não é a beleza em si mas o uso que elas fazem dela (atrair homens). Talvez não seja a ambição da Leonor atrair homens, mas a esmagadora maioria das mulheres mundiais não pratica o lesbianismo e como tal agrada-se em atrair a atenção masculina.

Repare-se no termo "mulher moderna". Isto é uma das tácticas que as feministas usam para envergonhar as mulheres que se conformem aos gostos estéticos masculinos. Para as feministas, as que se conformam às preferências masculinas são "antiquadas", as que se revoltam são "modernas".

É este o novo machismo.
Apreciar a beleza feminina é "machismo". Mulheres que se alteram para atrair homens estão a ajudar o machismo. O machismo é mau, logo, as mulheres bonitas estão a ajudar o mal. Elas têm que ser combatidas, humilhadas e criticadas como forma de impedir que mais mulheres usem a sua liberdade sexual de formas que não agradam à elite feminista.
Estas raparigas pretensamente modernas do século XXI
"Pretensamente". Elas parecem ser modernas mas não são. Como é que sabemos que não são? Ora, pelo simples facto de tentarem atrair a atenção dos homens.
[elas] estão a recuar ao tempo em que as mulheres precisavam de um homem para viver
As mulheres ainda precisam de pelo menos um homem para viver. Nenhum sociedade sobrevive sem homens.
e em que precisavam de agradar aos homens, de preferência pelo aspecto físico porque o resto não tinha importância.
Se isto fosse verdade, os homens de antigamente casariam-se só com prostitutas visto que "o resto não tinha importância".

Note-se outra vez o termo "agradar os homens". Esta é a raiva desta feminista: mulheres que tentam agradar os homens. Para as feministas, isto é totalmente inaceitável visto que não é suposto as mulheres submeterem-se aos homens, nem que sejam aos gostos dos mesmos.

Mas há notícias terríveis para a feminista Leonor Berger: enquanto as mulheres forem mulheres e enquanto os homens forem homens, as primeiras irão sempre trabalhar para atrair os últimos. Pior, este esforço de atracção será feito segundo padrões de beleza que satisfazem os homens.

Os piores inimigos da libertação feminina não são os homens; são as mulheres machistas;
Sem dúvida que as mulheres que foram criadas bonitas e atraentes ficarão chocadas em saber que ao tentarem atrair a atenção masculina elas estão a agir de acordo com o machismo.

Portanto, eis aqui o conselho da elite feminista para as mulheres bonitas: parem de ser tão bonitas!



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Feministas tentam alterar os padrões de beleza

Uma feminista desenganada (pleonasmo) que deu início a um grupo do Facebook com o nome de “Pinup Girl Clothing” (nem perguntem; é estupidez) fez o upload duma foto de 5 mulheres com corpos muito menos que ideiais e justificou-se da seguinte:
Anda por aí mais uma dessas fotos do tipo “esta é mais sexy que esta” . . . . como tal nós gostaríamos de oferecer uma alternativa.
TODAS as mulheres são "genuínas" e não há forma errada de se ter um corpo.
♥ Vanessa
Há duas coisas que as feministas odeiam: padrões e homens que não sentem qualquer tipo de constrangimento em expressar o que gostam e não gostam no físico das mulheres.
Dado isto, vamos analisar a foto que demonstra a equivalência no nível de atracção existente entre mulheres com formas corporais . . . pouco convenientes.
O que nós temos aqui, da nossa esquerda para a direita:
1. mulher com um corpo sem ancas, tatuada de uma forma absurdamente repulsiva - provavelmente como forma de distracção.
2. mulher excessivamente gorda.
3. mulher magra cujo torso é demasiado longo em comparação com as suas pernas
4. mais uma amiga das calorias.
5. puma masculinizada.
Repararam no tipo de mulher que não está presente na foto?
O fotografo escolheu uma mulher absurdamente magra como forma de representar a mulher com as formas corporais que imediatamente despertam a atracção da maioria dos homens.
Se uma mulher magra e elegante como esta . . . .
. . . . . tivesse sido escolhida, as outras 4, quando comparadas com esta, estariam a quilómetros de distância em termos de beleza física.

Mesmo assim, a magra é a menos má do grupo. A mulher tatuada como um presidiário não é atraente de todo; as mulheres raramente se tornam mais atraentes após uma tatuagem. As duas amigas do prato também não sexualmente atraentes; a puma masculinizada não serve visto que a maioria dos homens não se sente atraído por mulheres com triceps bem definidos, ou abdominais que exibem os seis músculos. Uma minoria de homens gosta de corpos masculinizados e eles são mundialmente conhecidos como "homossexuais".

Eis aqui a verdade, nua e crua: a beleza possui um padrão mensurável. Aos olhos da esmagadora maioria dos homens, mulheres mais magras são mais atraentes que as gordas. Não há forma alguma de mudar este facto porque isto não é uma construção social; é algo que está embutido na forma de pensar masculina.

Dado isto, as feministas podem tirar quantas fotos quiserem de mulheres com 200 kg, ou mulheres com 20 kgs, que isso não vai alterar a forma de pensar (e desejar) dos homens. Podem até criar blogues glorificando as mulheres gordas que isso não vai mudar a psicologia masculina.

Quando se trata de corpos, há corpos bonitos, e há corpos feios. Há corpos atraentes e há corpos repelentes. Isto tanto é para os homens como é para as mulheres. O que se passa é que as feministas não querem aceitar isto. Qualquer acção que envolva dar poder aos homens tem que ser rejeitada, mesmo que esse poder signifique poder para achar algumas mulheres bonitas e outras não tão bonitas.
Esta tentativa de evitar a avaliação da figura feminina é típico da mentalidade esquerdista. Em vez adaptarem a sua forma de pensar à realidade, eles tentam alterar a realidade para que esta se acomode à sua ideologia.

Mas as coisas não funcionam assim.

Esta mulher . . .

. . . . . não tem um corpo igual ao desta mulher.
Seria interessante se as feministas entendessem isto.

A mensagem para os homens é simples: ceder aos "novos padrões" que as feministas tentam impor é admitir derrota. Da mesma forma que não vemos grupos masculinos a propagar que ter 120 kg, suar das mãos e ter mau hálito colocam o homem ao mesmo nível de quem cuida do seu corpo (exercício físico) e tem boa aparência, não se deve aceitar que nos ditem o que é que nós devemos ou não gostar quando se trata da beleza feminina.

sábado, 27 de agosto de 2011

Scarlett Johansson perde feminidade para satisfazer Hollywood

Em tempos, a esbelta e escultural Scarlett Johansson foi assim:



Mas isso era dantes. Agora, para "poder entrar num filme" (só por isso), a Scarlett está como se pode vêr na foto na US Magazine:


Era mesmo preciso destruir a feminidade da Scarlett para ela poder entrar no vestido no filme?

O agente da ex-escultural actriz defende que a mesma emagreceu como resultado da preparação de quatro meses para o seu novo filme Olívia Palito “The Avengers”, mas isso provavelmente são só desculpas.

Vêr também:

A queda do padrão de beleza

-Fonte-


sexta-feira, 8 de julho de 2011

A queda do padrão de beleza

Em cima, Alyssa Campanella, Miss USA 2011

Em baixo, a Miss California que se tornou a Miss USA em 1962:

Amadee Chabot, Miss USA 1962

A vencedora actual parece estar a passar fome. O que é que aconteceu com o nosso padrão de beleza feminina? O que é que esta de-evolução significa? Será que faz parte da destruição da tradicional identidade de género?

Um blogueiro português defende a tese de que, como o mundo da moda está dominado por homens homossexuais, as modelos estão a ser moldadas de acordo com o que estes homossexuais acham que elas se deveriam parecer. Sem surpresa alguma, elas vão-se parecendo mais com rapazinhos esfomeados do que mulheres. O seu propósito não é tornar as mulheres mais atraentes aos olhos dos homens, mas usar a moda para satisfazer uma corrente ideológica.

Sabendo que os activistas homossexuais são os grandes promotores da legislação que visa eliminar a natural identidade de género, não é muito difícil juntar 2 + 2 e chegar a uma conclusão.

Fonte

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT