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segunda-feira, 9 de abril de 2012

A "ofensiva" Jennifer Love Hewitt

Jennifer Love Hewitt teve os seus seios digitalmente reduzidos para a revista americana Entertainment Weekly depois dos responsáveis considerarem o seu decote como "demasiado excitante para os leitores".

Não só os seios foram reduzidos para tamanhos menos excitantes (leia-se "nada excitantes"), como decidiram também usar tecnologia informática para aumentar o seu vestido de modo a que este cobrisse mais área do seu peito.

Obviamente que a actriz foi apanhada de surpresa:

Enviaram-me uma cópia da fotografia e eu disse 'Ummm.... mas o que aconteceu aqui?'

Não sei bem o que está a passar. Aparentemente alguém decidiu que eu deveria fazer uma redução de mamas.

Enquanto que o original - onde ela mostra as suas curvas naturais - apareceram no Hollywood Reporter a por todos os placards de Los Angeles, a versão alterada só apareceu no Entertainment Weekly.

A actriz afirma:

O que é mais louco nesta situação é que, antes das fotos serem enviadas para lado algum, eu teria que vê-las. No entanto, nesta caso, nunca cheguei a ver esta versão [antes de ser usada pela revista Entertainment Weekly].
* * * * * * *
O discurso é sempre o mesmo: alguma feminista feia, gorda, e com seios horríveis decidiu que a beleza da Jennifer era "demasiado excitante" e como tal, censurou-a.

A falta de respeito que os "politicamente correctos" tem pela população - e pelos actores - é manifesta no facto deles nem se darem ao trabalho de pedir a autorização da actriz antes de modificarem o seu corpo para formas que ELES acham "aceitáveis".

Não.

ELES decidem que é assim, e ela só tem que aceitar.

As feministas odeiam mulheres bonitas por uma questão de PODER. Uma vez que há uma quantidade limitada de poder disponível ao ser humano, quando as feministas conseguem atingir o poder máximo disponível às mulheres, elas buscam formas de obter para si poder que pertence aos homens.

Qualquer mulher que use a sua beleza para atrair homens está a ajustar-se a padrões que os homens apreciam, e desde logo, a conferir-lhe algum tipo de poder. Isto é um poder que as feministas querem retirar aos homens.

Para elas, os homens não deveriam ter o poder de escolher entre as mulheres bonitas e feias. Eles têm que aceitar todas (ou rejeitar todas, para agrado da ala lésbica do feminismo) .

É por isso que as feministas têm páginas do facebook ridículas e blogues ridículos onde se mostram mulheres gordas como a meia noite por cima de frases como "quem gosta de ossos são os cães" ou "gordas e lindas".

Hmm.. não, nem todas as mulheres são lindas (tal como nem todos os homens se conformam aos gostos das mulheres). Há mulheres feias e há mulheres bonitas. Os homens tem o direito de escolher as mais jovens e bonitas e rejeitar as feias - tal como as mulheres o fazem em relação aos homens.

Jennifer Love Hewitt - o terror das feministas.

domingo, 25 de março de 2012

Feminista ataca mulheres que escolhem ficar em casa

Num artigo publicado no Washington Post, Linda Hirshman, uma auto-proclamada "filósofa feminista" (seja lá o que isso for), trata as mães que ficam em casa junto dos filhos com a curiosidade dum antropólogo que se depara com uma anteriormente desconhecida tribo indígena.

Hirshman parece estar "assustada e confusa" pela bizarra criatura conhecida como "mãe caseira". O que é que justifica este comportamento bizarro?

Eis o que Hirshman diz:

As tarefas envolvidas no cuidado da casa e na criação dos filhos não são dignas dos talentos a tempo inteiro dum ser humano educado e inteligente. Esse tipo de actividades não requerem um intelecto notável, não são honradas e não envolvem riscos e as recompensas que são produzidas por esses mesmos riscos.
É incrível como a escravidão de se trabalhar a tempo inteiro num escritório de advocacia é visto como digno para os "talentos a tempo inteiro" da mulher, mas uma mãe que se queira dedicar a educar os filhos já não leva a cabo actividades que requerem um "intelecto notável".

De forma bizarra, Hirshman lança a pergunta:

Oh, e onde estavam os pais durante o tempo em que todas estas funções caseiras estavam a ser distribuídas?
Bem, se eles têm uma esposa a cuidar da casa, então provavelmente eles encontravam-se nos empregos a trabalhar para a família. Para além disso, para a maior parte das mulheres o termo certo é "mãe" e "esposa" e não "trabalhadora doméstica".

Mais tarde Hirshman dá apoio ao ponto de vista que defende que as mulheres deveriam recusar fazer 70% das tarefas domésticas, ignorando por completo o facto de que, se as mulheres fazem apenas 70% das limpezas, isso é muito revolucionário considerando a quantidade de limpeza que os homens têm que fazer antes de passarem a coabitar com uma mulher.

Hirshman apareceu no programa "60 minutes" onde chocou algumas pessoas quando relatou que as mulheres que se licenciam de boas universidades estavam a tomar a "decisão errada" quando abandonam as carreiras e dedicam-se aos filhos e à família.

Portanto, segundo algumas feministas, as mulheres são "livres" de tomar as suas decisões, desde que essas decisões estejam de acordo com o que a elite feminista quer. Isto demonstra de forma cabal que o feminismo não gira em torno das escolhas individuais das mulheres mas sim em torno das "escolhas certas" conforme determinadas por pessoas como a Linda Hirshman. Como uma feminista, seria de esperar que Hirshman resistisse à tentação de infantilizar mulheres adultas, mas ela afirma que "apenas está a fazer perguntas difíceis às mulheres."

Na verdade, ela está a expressar uma visão do mundo intolerante onde as mulheres que não trabalham são umas derrotadas. Hirshman não está apenas a expressar uma opinião em torno do que ela pensa ser o melhor; ela está a afirmar que qualquer mulher que toma uma decisão diferente daquela que ela defende, está "errada".

Pelos vistos, as mulheres não são livres para tomar decisões que contradigam o que as feministas determinam.

Como seria de esperar, Hirshman ficou "perplexa" com a resistência que as suas palavras geraram. No entanto, ela rapidamente concluiu que toda a oposição que recebeu é criada por "fanáticos religiosos" dispostos a impor a visão Bíblica da maternidade em toda a sociedade.

Obviamente que isto é falso. Esta desculpa é apenas uma forma de harmonizar a sua propaganda feminista com a óbvia discrepância entre o que o feminismo diz e o que as mulheres genuinamente desejam para as suas vidas.

Fonte


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Gabrielle Shiner: "Escritoras feministas propagam pânico desnecessário"

Gabrielle Shiner lança duras críticas à feminista Naomi Wolf.

Há alguns dias atrás, na Newsnight da BBC, a escritora feminista Naomi Wolf alongou-se num discurso exaltado - e sem fundamento - sobre os perigos existentes com os implantes mamários. Só depois de ter despejado uma conjugação de argumentos em torno dos riscos médicos que ela diz estarem associados aos implantes mamários é que ela nos lembrou de dizer que não é uma cientista.

Como geralmente acontece quando as pessoas não têm a ciência do seu lado, a feminista recorreu à propagação do pânico como forma de compensar a sua falta de racionalidade, demonstrando as suas nobres habilidades como uma moralista condescendente.

Durante a sua aparência na televisão nacional, e em frente a uma audiência composta por mulheres que haviam recorrido à medicina para aumentar os seus seios, Wolf - autora do livro The Beauty Myth (o Mito da Beleza) - alegou que os implantes nos seios eram a causa de desordens no sistema auto-imunitário tais como a lúpus.

As suas alegações alimentaram um debate recorrente (em torno dos implantes nos seios) que teve início no início deste ano quando se descobriu que alguns implantes haviam sido feitos com silicone de classe industrial e não de classe médica.

Eu [Gabrielle Shiner] também não sou cientista mas eu sei como fazer a minha própria pesquisa. A Lupus Foundation of America, entre outras, claramente diz que, ‘não existem evidências científicas que demonstram uma relação causa-efeito entre implantes de silicone e lúpus.

Estudos mais demorados demonstraram que tais desordens no sistema auto-imunitário são igualmente comuns entre as mulheres sem implantes nos seios, removendo qualquer tipo de fundamento em torno da existência de relação de casualidade entre ambas.

Quando a ministra da saúde pública governamental Anne Milton tentou tranquilizar a audiência da Newsnight para a segurança dos implantes franceses, Wolf acusou-a de mentir às mulheres e de não ser competente para a sua posição.

O que aconteceu na Newsnight não foi uma passo firme para proteger as mulheres mas sim o reles uso de tácticas de medo contra as mulheres que querem alterar a sua aparência através da cirurgia plástica. Essencialmente, o que se encontra por trás deste debate sem sentido é o medo ridículo dos seios falsos tomarem conta dos aparentemente susceptíveis cérebros femininos.

Atiçar a histeria em torno dos implantes nos seios envergonha as mulheres e pressiona-as a rejeitar estes procedimentos tendo como base o medo e má informação e não a sua análise pessoal.

Naomi Wolf, e muitas outras incontáveis feministas, não só alegam estar num lugar moral superior, como se apresentam como as cavaleiras nas armaduras reluzentes que lutam para iluminar e pôr em liberdade as massas de donzelas ignorantes que internalizaram noções misóginas de beleza.

Mas não há nada de heróico em evitar um argumento racional e depender do bullying psicológico como forma de avançar uma agenda.

Naomi Wolf, e as outras, ficam histéricas com a ideia das mulheres serem socialmente impelidas a conformarem-se a um certo padrão de beleza. No entanto, estas feministas não se opõem ao conformismo das mulheres mas sim ao facto das mulheres se conformarem a padrões que as feministas não aprovam.

Não tendo motivos para justificar a sua posição moral em relação às outras, este ramo do feminismo recorre à fofoca amedrontadora e à retórica condescende como forma de manipular as mulheres e forçá-las a ajustarem-se à visão feminista.

Este tipo de feminismo inseriu toda uma narrativa de "exploração" em todo o espectro da vida cosmética. A cirurgia plástica, em particular, tende a ser usada como símbolo dos desastrosos efeitos da cultura misógina e não como situações onde mulheres pensantes e independentes recorrem a este procedimento pelos mais variados motivos.

Mas mesmo que acreditemos nesta história, onde é que traçamos um limite? Quando é que definir a nossa identidade estética e tentar ficar mais atraente se tornaram sinais de que os nossos cérebros foram totalmente dominados pelos homens?

As mulheres devem ser livres para tomar decisões por elas mesmas - e tratar os seus corpos da forma que elas queiram - sem enfrentar a raiva moralista do clã da Naomi Wolf. Qualquer pessoa que queira levar a cabo qualquer tipo de cirurgia deve-se inteirar dos riscos inerentes mas ser livre para exercitar o seu julgamento sem ser bombardeada com campanhas publicitárias sem fundamento proveniente de moralistas ultra-zelosas.

Em vez de descreverem as mulheres como incorrigíveis vítimas físicas e mentais da misoginia, as feministas deveriam deixar o histerismo para trás e tomar parte de debates racionais que respeitam os diversos valores das mulheres como indivíduos independentes.

[...]

A Naomi Wolf e o resto das elites femininas eruditas deveriam abandonar o papel de salvadoras e dialogar com as outras mulheres da forma inteligente e digna que nós merecemos.

* * * * * * * *

Mais um exemplo cabal que demonstra a natureza anti-mulher do feminismo. Curioso que ainda haja mulheres que se identificam com um movimento que lhes têm em tão pouca consideração.

Qual é o problema da mulher modificar o seu corpo (de forma saudável) de modo tornar-se mais atraente aos olhos dos homens? Desde quando é que querer ficar bonita para os homens é um sinal de "misoginia internalizada"?

É certo que uma desproporcional percentagem das feministas se identifica com o lesbianismo ("Feminism is the theory; lesbianism is the practice" - atribuída a Ti-Grace Atkinson), no entanto, a esmagadora maioria das mulheres, conscientemente ou não, busca atrair a atenção, o desejo e o carinho masculino.

Isto pode ser embaraçoso/problemático para as feministas (especialmente para as lésbicas) mas é algo que é fundamental para a continuação da espécie humana.

Portanto, esta demonização que as feministas fazem às mulheres que modificam o seu corpo segundo os gostos masculinos são contraproducentes e divisivos. Será que as feministas têm as mulheres em tão pouca consideração que não lhes reconheçam maturidade suficiente para tomar decisões em relação ao seu próprio corpo? Será preciso uma elite não-representativa para tomar decisões que são do foro pessoal?

Ou será o feminismo uma ideologia política que visa usar a mulher para atingir um fim político?

As feministas nunca foram tímidas em anunciar a destruição da unidade da família natural como um dos seus objectivos. Provavelmente a sua revolta perante comportamentos que aproximam os homens das mulheres faça parte do seu jogo de poder no seu plano de destruição da instituição mais importante duma sociedade funcional.

Símbolo que melhor descreve o feminismo.


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