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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Como o feminismo prejudica a saúde das mulheres

Por Christian Jay

As feministas deliberadamente condenaram as mulheres à morte ao desencorajarem o casamento. Isto já ocorre há tanto tempo que hoje em dia esse é um  comportamento padrão que se revelará fatal para as mulheres de todas as idades.

Os factos sempre estiveram à sua disposição - nomeadamente, que o casamento acarreta consigo uma vasta gama de vantagens para ambos os sexos, e que isso funcionou tão bem no passado que a maior parte das doenças que a mulher actual sofre eram virtualmente ausentes ou minoritárias no passado. Hoje em dia, essas doenças encontram-se dominantes.

Entre estas doenças incluem-se a depressão, o consumo de drogas e o cancro da mama - tudo isto consequência do facto das feministas terem exigido que as mulheres não se casem, ou que sejam mães solteiras.

Escusado será dizer isto, mas estar numa relação impedia muitos dos problemas psicológicos e médicos dos quais as mulheres hoje em dia padecem devido ao facto delas terem ido enganadas e ludibriadas pelas feministas como forma de destruir a família.

O motivo principal por trás desta ataque à família prende-se com o facto dos casais serem mais conservadores nas suas intenções de voto, e não serem fanáticos esquerdistas tal como acontece hoje em dia com tantos solteiros ou com aqueles que esperam casar até ser "conveniente".

As mulheres por si só são mais susceptíveis de votar em partidos socialistas visto que estes prometem mais benefícios e vantagens para as mulheres (e estas sentem-se como princesas vítimas de vitimização imaginária).

Aparentemente, o casamento desempenhou um papel importante no seu bem estar e na sua saúde mental. A injecção de esperma é (e era) uma das principais razões para isto visto que ele tem uma vasta gama de substâncias que equilibram a hiperactiva montanha russa das emoções femininas. Existem muitos estudos disponíveis neste site e em muitos outros blogues que irão demonstrar que é isso que acontece.

Ficamos a saber agora de outra vantagem (desconhecida até recentemente) de estar numa relação: o simples acto de acariciar os seios aparentemente não era só para o prazer da pessoa, como ficamos entretanto a saber, mas sim para diminuir as probabilidades desta vir a ter cancro na mama. Só mulheres numa relação poderiam ter a certeza de levar a cabo esta actividade de forma consistente,

É ou não é estranho que as feministas, no seu entusiasmo, tenham condenado as mulheres para a sua destruição ao usarem a sua ignorante forma de pensar para interferir na vida delas? Isto leva-nos a ver que o gigantesco aumento do cancro da mama pode ser colocado totalmente aos pés das feministas consequência da sua indiferença, ignorância e flagrante estupidez.

Foram elas que desencorajaram e exigiram que as mulheres ignorassem o casamento, e o deixassem de lado, sem se aperceberem dos benefícios que tais uniões haviam conferido às mulheres.

~ ~ ~ http://bit.ly/1FTQRvk

* * * * * * *

Como já houve oportunidade de dizer, tudo aquilo que as feministas exigem que a mulher faça, é detrimental para ela (embora seja benéfico para a elite feminista e para o governo). A esmagadora maioria das civilizações da história da humanidade viram algo de socialmente benéfico no casamento, mas as feministas realmente acham que o que elas "descobriram" no século 20 é superior a toda a história da humanidade.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

A "ofensiva" Jennifer Love Hewitt

Jennifer Love Hewitt teve os seus seios digitalmente reduzidos para a revista americana Entertainment Weekly depois dos responsáveis considerarem o seu decote como "demasiado excitante para os leitores".

Não só os seios foram reduzidos para tamanhos menos excitantes (leia-se "nada excitantes"), como decidiram também usar tecnologia informática para aumentar o seu vestido de modo a que este cobrisse mais área do seu peito.

Obviamente que a actriz foi apanhada de surpresa:

Enviaram-me uma cópia da fotografia e eu disse 'Ummm.... mas o que aconteceu aqui?'

Não sei bem o que está a passar. Aparentemente alguém decidiu que eu deveria fazer uma redução de mamas.

Enquanto que o original - onde ela mostra as suas curvas naturais - apareceram no Hollywood Reporter a por todos os placards de Los Angeles, a versão alterada só apareceu no Entertainment Weekly.

A actriz afirma:

O que é mais louco nesta situação é que, antes das fotos serem enviadas para lado algum, eu teria que vê-las. No entanto, nesta caso, nunca cheguei a ver esta versão [antes de ser usada pela revista Entertainment Weekly].
* * * * * * *
O discurso é sempre o mesmo: alguma feminista feia, gorda, e com seios horríveis decidiu que a beleza da Jennifer era "demasiado excitante" e como tal, censurou-a.

A falta de respeito que os "politicamente correctos" tem pela população - e pelos actores - é manifesta no facto deles nem se darem ao trabalho de pedir a autorização da actriz antes de modificarem o seu corpo para formas que ELES acham "aceitáveis".

Não.

ELES decidem que é assim, e ela só tem que aceitar.

As feministas odeiam mulheres bonitas por uma questão de PODER. Uma vez que há uma quantidade limitada de poder disponível ao ser humano, quando as feministas conseguem atingir o poder máximo disponível às mulheres, elas buscam formas de obter para si poder que pertence aos homens.

Qualquer mulher que use a sua beleza para atrair homens está a ajustar-se a padrões que os homens apreciam, e desde logo, a conferir-lhe algum tipo de poder. Isto é um poder que as feministas querem retirar aos homens.

Para elas, os homens não deveriam ter o poder de escolher entre as mulheres bonitas e feias. Eles têm que aceitar todas (ou rejeitar todas, para agrado da ala lésbica do feminismo) .

É por isso que as feministas têm páginas do facebook ridículas e blogues ridículos onde se mostram mulheres gordas como a meia noite por cima de frases como "quem gosta de ossos são os cães" ou "gordas e lindas".

Hmm.. não, nem todas as mulheres são lindas (tal como nem todos os homens se conformam aos gostos das mulheres). Há mulheres feias e há mulheres bonitas. Os homens tem o direito de escolher as mais jovens e bonitas e rejeitar as feias - tal como as mulheres o fazem em relação aos homens.

Jennifer Love Hewitt - o terror das feministas.

domingo, 18 de março de 2012

Leonor Berger e o estranho caso das mulheres "machistas"

Há algumas semanas (meses?) atrás ficamos a saber duma jovem cuja vida aparentemente foi salva devido ao tamanho dos implantes nos seus seios. Esta notícia com um final feliz causou a que uma feminista mostrasse mais uma vez o que se torna cada vez mais óbvio: as feministas odeiam mulheres que se esforçam para cativar a atenção e o desejo dos homens.

Aparentemente, e segundo as auto-promulgadas "defensoras dos direitos das mulheres", as mulheres podem fazer quase tudo (até matar bebés) mas não podem de maneira nenhuma modificar o seu próprio corpo como forma de fazer o que as mulheres já fazem há milénios: usar a sua própria beleza para atrair homens.

Um exemplo cabal disto é este texto escrito por uma feminista com o nome de Leonor Berger. Ela diz:

Raparigas adolescentes, mesmo crianças de 10-12 anos (e nem quero entrar no tema da potencial pedofilia…), expõem os seus corpos e fazem poses que acham sexy, para chamarem a atenção dos rapazes e homens que surfam na Internet.
Será que as feministas não se apercebem que esta táctica de envergonhar os homens em relação ao seu natural apreço por mulheres bonitas não funciona? Porque é que sempre que se fala de mulheres ADULTAS que usam a sua beleza para atrair homens, as feministas invocam o perigo da pedofilia em tais casos?

Se há menores que erradamente e perigosamente colocam fotos suas na internet, isso é da responsabilidade dos pais da criança (ou da mãe solteira, como é normal hoje em dia). Sem dúvida que isso é algo que tem que ser combatido e prevenido mas o foco do post da Laura não é bem esse, como se vai ver mais adiante.

Publicam fotos e vídeos nos blogues e nas redes sociais, chegando mesmo a enviá-los por email ou sms a rapazes (ou homens) que conhecem. Tudo porque hoje em dia, para se ser bem-sucedida, pensa-se, há que ser sexy. E ser sexy é mostrar muita pele.
Falso. Ninguém defende que para uma mulher ser bem sucedida ela tem que ser sexy. O post da Leonor não é sobre as mulheres bem sucedidas mas sim sobre mulheres que usam a sua beleza para atrair a atenção masculina.
É para este fenómeno que alguns escritos feministas têm alertado ultimamente. Sob uma aparência de alegada libertação sexual, mulheres cada vez mais jovens objectificam-se em público – e não há actualmente lugar mais público que a Net.
Notem na passagem "cada vez mais jovens" e reparem como isso vem na mesma linha do que foi dito em cima; sempre que as mulheres modificam a o seu corpo para atrair os homens, as feministas invocam incessantemente o espectro da pedofilia.

Isto é problemático e suspeito. Porque é que quando se fala em mulheres bonitas, as feministas começam logo a pensar em menores semi-despidas? Os homens sexualmente normais não fazem qualquer tipo de relação entre mulheres adultas bonitas e menores nuas. É a mente porca das feministas que geralmente faz essa conexão.

Repare-se também como as feministas não gostam da forma como a liberdade sexual está a ser usada pelas mulheres mais jovens e bonitas. Aparentemente usar a "liberdade sexual" para saltar de cama em cama é perfeitamente legitimo. No entanto, usar dessa "liberdade sexual" para atrair o desejo masculino já não é legítimo. Não se entende como é que as mulheres podem usufruir o "sexo livre" que as feministas tanto defendem sem primeiro usar do seu poder de atracção para cativar os homens com quem esperam levar a cabo o irresponsável "sexo livre".

No entanto, não existe nisso qualquer forma de liberdade.
Ai não? A mulher adulta não é livre para exibir o seu corpo como e quando quiser? Não é ela livre para escolher os homens que lhe agradam?
Pelo contrário, este fenómeno serve apenas para alimentar o voyeurismo de alguns homens e perpetuar estereótipos
Eis aqui o verdadeiro problema que a Leonor não revela. A premissa não revelada do seu texto é: "as mulheres não devem ser escravas da beleza porque isso é dar poder (de escolha) aos homens".

O que as Leonores deste mundo - e o seu grupo de feministas envelhecidas - odeiam não é a o facto de existirem mulheres que gostam de se exibir, mas sim o facto delas se exibirem aos homens. Esse tipo de exibição sub-entende que a mulher está a conformar a sua psicologia estética aos padrões que agradam aos homens - e não às mulheres.

Por exemplo, se estas mesmas mulheres exibissem o mesmo corpo em revistas lésbicas, as feministas não levantariam qualquer tipo de problema com isso porque o poder continuaria do lado das mulheres. Mas como o apelo que está a ser feito pelas mulheres bonitas assume padrões de beleza que satisfazem os homens, as feministas não gostam.

Por "perpetuar estereótipos" entenda-se "padrões de beleza masculinos que as feministas odeias".

E que dizer da actual mania das cirurgias plásticas, sobretudo para inserção de implantes mamários?
Sim, o que dizer delas? Qual é o mal em levar a cabo modificações corporais (de forma saudável) que visem atrair os homens?
E as misses da Venezuela? Todas elas produzidas, processadas, transformadas por um senhor que, há muitos anos, escolhe as meninas para concorrerem a miss - não com base naquilo que a natureza lhes deu, mas no potencial para terem o aspeto pretendido depois de irem à faca.
Ou seja, as mulheres que se alindam para agradar os homens estão a levar a cabo prácticas análogas ao que o esquerdista Hugo Chavez faz ao embelezar as venezuelanas para os concursos de beleza. Portanto, se tu causas a que uma mulher modifique a sua beleza de modo a que ela fique mais atraente aos olhos dos homens, tu és um ditador comunista.
Por um título de beleza, as raparigas sacrificam a sua beleza natural e singular
Não "sacrificam": melhoram a sua beleza natural e singular.
Como se atrair um homem, de preferência rico, fosse a ambição máxima de uma mulher moderna…
Lá está o que foi dito em cima. O problema não é a beleza em si mas o uso que elas fazem dela (atrair homens). Talvez não seja a ambição da Leonor atrair homens, mas a esmagadora maioria das mulheres mundiais não pratica o lesbianismo e como tal agrada-se em atrair a atenção masculina.

Repare-se no termo "mulher moderna". Isto é uma das tácticas que as feministas usam para envergonhar as mulheres que se conformem aos gostos estéticos masculinos. Para as feministas, as que se conformam às preferências masculinas são "antiquadas", as que se revoltam são "modernas".

É este o novo machismo.
Apreciar a beleza feminina é "machismo". Mulheres que se alteram para atrair homens estão a ajudar o machismo. O machismo é mau, logo, as mulheres bonitas estão a ajudar o mal. Elas têm que ser combatidas, humilhadas e criticadas como forma de impedir que mais mulheres usem a sua liberdade sexual de formas que não agradam à elite feminista.
Estas raparigas pretensamente modernas do século XXI
"Pretensamente". Elas parecem ser modernas mas não são. Como é que sabemos que não são? Ora, pelo simples facto de tentarem atrair a atenção dos homens.
[elas] estão a recuar ao tempo em que as mulheres precisavam de um homem para viver
As mulheres ainda precisam de pelo menos um homem para viver. Nenhum sociedade sobrevive sem homens.
e em que precisavam de agradar aos homens, de preferência pelo aspecto físico porque o resto não tinha importância.
Se isto fosse verdade, os homens de antigamente casariam-se só com prostitutas visto que "o resto não tinha importância".

Note-se outra vez o termo "agradar os homens". Esta é a raiva desta feminista: mulheres que tentam agradar os homens. Para as feministas, isto é totalmente inaceitável visto que não é suposto as mulheres submeterem-se aos homens, nem que sejam aos gostos dos mesmos.

Mas há notícias terríveis para a feminista Leonor Berger: enquanto as mulheres forem mulheres e enquanto os homens forem homens, as primeiras irão sempre trabalhar para atrair os últimos. Pior, este esforço de atracção será feito segundo padrões de beleza que satisfazem os homens.

Os piores inimigos da libertação feminina não são os homens; são as mulheres machistas;
Sem dúvida que as mulheres que foram criadas bonitas e atraentes ficarão chocadas em saber que ao tentarem atrair a atenção masculina elas estão a agir de acordo com o machismo.

Portanto, eis aqui o conselho da elite feminista para as mulheres bonitas: parem de ser tão bonitas!



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Gabrielle Shiner: "Escritoras feministas propagam pânico desnecessário"

Gabrielle Shiner lança duras críticas à feminista Naomi Wolf.

Há alguns dias atrás, na Newsnight da BBC, a escritora feminista Naomi Wolf alongou-se num discurso exaltado - e sem fundamento - sobre os perigos existentes com os implantes mamários. Só depois de ter despejado uma conjugação de argumentos em torno dos riscos médicos que ela diz estarem associados aos implantes mamários é que ela nos lembrou de dizer que não é uma cientista.

Como geralmente acontece quando as pessoas não têm a ciência do seu lado, a feminista recorreu à propagação do pânico como forma de compensar a sua falta de racionalidade, demonstrando as suas nobres habilidades como uma moralista condescendente.

Durante a sua aparência na televisão nacional, e em frente a uma audiência composta por mulheres que haviam recorrido à medicina para aumentar os seus seios, Wolf - autora do livro The Beauty Myth (o Mito da Beleza) - alegou que os implantes nos seios eram a causa de desordens no sistema auto-imunitário tais como a lúpus.

As suas alegações alimentaram um debate recorrente (em torno dos implantes nos seios) que teve início no início deste ano quando se descobriu que alguns implantes haviam sido feitos com silicone de classe industrial e não de classe médica.

Eu [Gabrielle Shiner] também não sou cientista mas eu sei como fazer a minha própria pesquisa. A Lupus Foundation of America, entre outras, claramente diz que, ‘não existem evidências científicas que demonstram uma relação causa-efeito entre implantes de silicone e lúpus.

Estudos mais demorados demonstraram que tais desordens no sistema auto-imunitário são igualmente comuns entre as mulheres sem implantes nos seios, removendo qualquer tipo de fundamento em torno da existência de relação de casualidade entre ambas.

Quando a ministra da saúde pública governamental Anne Milton tentou tranquilizar a audiência da Newsnight para a segurança dos implantes franceses, Wolf acusou-a de mentir às mulheres e de não ser competente para a sua posição.

O que aconteceu na Newsnight não foi uma passo firme para proteger as mulheres mas sim o reles uso de tácticas de medo contra as mulheres que querem alterar a sua aparência através da cirurgia plástica. Essencialmente, o que se encontra por trás deste debate sem sentido é o medo ridículo dos seios falsos tomarem conta dos aparentemente susceptíveis cérebros femininos.

Atiçar a histeria em torno dos implantes nos seios envergonha as mulheres e pressiona-as a rejeitar estes procedimentos tendo como base o medo e má informação e não a sua análise pessoal.

Naomi Wolf, e muitas outras incontáveis feministas, não só alegam estar num lugar moral superior, como se apresentam como as cavaleiras nas armaduras reluzentes que lutam para iluminar e pôr em liberdade as massas de donzelas ignorantes que internalizaram noções misóginas de beleza.

Mas não há nada de heróico em evitar um argumento racional e depender do bullying psicológico como forma de avançar uma agenda.

Naomi Wolf, e as outras, ficam histéricas com a ideia das mulheres serem socialmente impelidas a conformarem-se a um certo padrão de beleza. No entanto, estas feministas não se opõem ao conformismo das mulheres mas sim ao facto das mulheres se conformarem a padrões que as feministas não aprovam.

Não tendo motivos para justificar a sua posição moral em relação às outras, este ramo do feminismo recorre à fofoca amedrontadora e à retórica condescende como forma de manipular as mulheres e forçá-las a ajustarem-se à visão feminista.

Este tipo de feminismo inseriu toda uma narrativa de "exploração" em todo o espectro da vida cosmética. A cirurgia plástica, em particular, tende a ser usada como símbolo dos desastrosos efeitos da cultura misógina e não como situações onde mulheres pensantes e independentes recorrem a este procedimento pelos mais variados motivos.

Mas mesmo que acreditemos nesta história, onde é que traçamos um limite? Quando é que definir a nossa identidade estética e tentar ficar mais atraente se tornaram sinais de que os nossos cérebros foram totalmente dominados pelos homens?

As mulheres devem ser livres para tomar decisões por elas mesmas - e tratar os seus corpos da forma que elas queiram - sem enfrentar a raiva moralista do clã da Naomi Wolf. Qualquer pessoa que queira levar a cabo qualquer tipo de cirurgia deve-se inteirar dos riscos inerentes mas ser livre para exercitar o seu julgamento sem ser bombardeada com campanhas publicitárias sem fundamento proveniente de moralistas ultra-zelosas.

Em vez de descreverem as mulheres como incorrigíveis vítimas físicas e mentais da misoginia, as feministas deveriam deixar o histerismo para trás e tomar parte de debates racionais que respeitam os diversos valores das mulheres como indivíduos independentes.

[...]

A Naomi Wolf e o resto das elites femininas eruditas deveriam abandonar o papel de salvadoras e dialogar com as outras mulheres da forma inteligente e digna que nós merecemos.

* * * * * * * *

Mais um exemplo cabal que demonstra a natureza anti-mulher do feminismo. Curioso que ainda haja mulheres que se identificam com um movimento que lhes têm em tão pouca consideração.

Qual é o problema da mulher modificar o seu corpo (de forma saudável) de modo tornar-se mais atraente aos olhos dos homens? Desde quando é que querer ficar bonita para os homens é um sinal de "misoginia internalizada"?

É certo que uma desproporcional percentagem das feministas se identifica com o lesbianismo ("Feminism is the theory; lesbianism is the practice" - atribuída a Ti-Grace Atkinson), no entanto, a esmagadora maioria das mulheres, conscientemente ou não, busca atrair a atenção, o desejo e o carinho masculino.

Isto pode ser embaraçoso/problemático para as feministas (especialmente para as lésbicas) mas é algo que é fundamental para a continuação da espécie humana.

Portanto, esta demonização que as feministas fazem às mulheres que modificam o seu corpo segundo os gostos masculinos são contraproducentes e divisivos. Será que as feministas têm as mulheres em tão pouca consideração que não lhes reconheçam maturidade suficiente para tomar decisões em relação ao seu próprio corpo? Será preciso uma elite não-representativa para tomar decisões que são do foro pessoal?

Ou será o feminismo uma ideologia política que visa usar a mulher para atingir um fim político?

As feministas nunca foram tímidas em anunciar a destruição da unidade da família natural como um dos seus objectivos. Provavelmente a sua revolta perante comportamentos que aproximam os homens das mulheres faça parte do seu jogo de poder no seu plano de destruição da instituição mais importante duma sociedade funcional.

Símbolo que melhor descreve o feminismo.


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