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quinta-feira, 13 de julho de 2017

"Justiça" marxista

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Cultura de estupro: Patriarcado opressor e machista coloca em liberdade mulher bêbada que abusou de crianças

Fonte

Mulher que molestou 3 rapazes depois de consumir álcool suficiente para fazer "desmaiar uma elefante" saiu do tribunal livre que nem um pássaro. Amanda Wheeler, de  31 anos, ingeriu vodka, cerveja e vinho numa festa de aniversário duma amiga antes de beijar e apalpar um rapaz de 12 anos que se contrava num dos bancos. Depois disto, ela executou uma "lap-dance"e embaraçou um grupo de adolescentes.

A funcionária de limpezas em part-time mordeu também um rapaz de 13 anos no pescoço, persuadiu-o a levar a cabo um acto sexual nela.

A mãe-de-três negou as 4 acusações de actividade sexual com uma criança e a acusação de agressão sexual, mas depois dum julgamento de duas semanas que ocorreu no Worcester Crown Court, ela foi considerada culpada de tudo. Hoje [ed: no dia em que a notícia foi publicada] o Juíz Patrick Thomas QC afirmou que o incidente que ocorreu no dia 29 de Novembro de 2011 "não teve como base a pedofilia" mas sim "num incidente isolado" (inglês: 'one-off'). O Birmingham Crown Court "sentenciou" Amanda, que é de Cheltenham, Gloucestershire, a pena suspensa de 2 anos.

O Juíz Thomas afirmou que os rapazes haviam feito uma "recuperação total do que poderia ter sido uma experiência extraordinariamente traumática". No entanto, ele disse a Amanda que ele "deveria ter vergonha" de si própria por ter-se declarada "Inocente" visto que a quantidade de álcool que ela havia consumido tornava-lhe incapaz de contestar o testemunho dos rapazes.

O Juiz acrescentou ainda:

Este é um caso incomum e complicado. Sinto-me satisfeito com o facto deste comportamento não ter bases na pedofilia, embora estes tenham sido actos de pedofilia, mas sim na bebedeira, no egoísmo e na atitude infantil da sua parte. Você encontrava-se grosseiramente desinibida mas não acho que exista em si tendência ou propensão em favor deste comportamento, e devido a isso, posso considerar isto como um caso isolado [inglês: one-off.].

Os factos agravantes são a idade das crianças, a presença de outras crianças durante a ofensa e o facto de você se encontrar ébria e fora do controle. (...)

O Juíz afirmou também que as vítimas haviam deixado bem claro que haviam "superado o trauma" que sentiram quando fizeram as suas declarações em Abril de 2012.

O Juíz acrescentou:

É devido apenas e só às declarações das vítimas em torno do impacto do incidente, e o impacto que a sentença teria sobre os seus filhos que eu acho apropriado retroceder e suspender a sentença.

Durante o julgamento, o tribunal ouviu que Amanda não se lembrava de partes da festa que ocorreu em Worcester, devido à "extraordinária" quantidade de álcool que ela havia consumido. Samantha Forsyth, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente tinha "falhas enormes na sua memória".

O Juiz Thomas, que criticou Amanda pelas suas acções "descontroladas", acrescentou:

As evidências estabeleceram claramente que na noite em questão você ficou paraliticamente bêbada e que o seu comportamento com algumas crianças ultrapassou o limite da flirtação, chegando ao ponto de você tocá-las de modo indecente. Isto foi uma ofensa significativa e séria.

Você combateu o caso [isto é, declarou-se "Inocente"] e, francamente, você deveria ter vergonha por se recusar em aceitar que a sua memória no caso era de tal forma que você nunca poderia contestar o que os rapazes afirmaram de modo consistente.

Amanda Wheeler, que foi absolvida duma 6ª acusação de actividade sexual com uma criança, foi ordenada a assinar a "Sex Offenders' Register" durante 10 anos.

* * * * * * *
Basicamente, esta mulher viu-se livre da prisão porque as vítimas (crianças) afirmaram ter "superado" o trauma (e as crianças sabem bem como superar traumas, certo?), e porque ela tinha filhos para tomar conta. (É sempre muito elucidativa a forma como as crianças se tornam responsabilidade da mulher quando ela se encontra na eminência de ir para a prisão.)

Outra coisa a reter neste incidente é que actos de pedofilia feitos por uma mulher não significam necessariamente que esse seja um acto de pedofilia. Quando um adulto coloca as suas mãos sobre o corpo duma criança, isso só é pedofilia se o adulto for um homem.

Em caso de dúvidas, perguntem ao "Juíz" Thomas.



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Diversidade na sinalização

Uma equipa de construção civil foi forçada a remover o seu sinal onde se lia "Homens a Trabalhar" depois do mesmo ter sido descrito de "sexista" e "não-inclusivo." Para além disso, os operários foram forçados a suspender o seu trabalho até que o sinal fosse removido.

Uma administradora da Universidade de Ohio queixou-se das palavras contidas no sinal junto da Sinclair Community College na baixa de Dayton. A funcionária queixou-se do sinal, e segundo a Fox News, sugeriu várias alternativas tais como "Zona de Construção."

Enquanto os construtores desenvolviam esforços para acomodar as exigências, o trabalho foi paralisado até que o sinal fosse retirado.

Com cerca de 30,000 estudantes, as instalações principais de Sinclair são algumas das maiores junto das universidades comunitárias da América do Norte. Uma declaração presente no site da instituição e centrada na diversidade, diz:
O conceito da diversidade na Sinclair Community College engloba a aceitação, inclusividade, compromisso, e respeito mútuo entre os estudantes, os funcionários, os administradores, e entre os membros da comunidade no geral.
Depois deste incidente, o director de informação pública da Sinclar, Adam Murka, declarou à Fox News que a faculdade tem um  "profundo compromisso com a diversidade" e que o "leva a sério."

Murka acrescentou:
Embora talvez não tenha sido necessária a suspensão dos trabalhos, estamos firmes no  nosso propósito de criar um ambiente inclusivo e não-discriminador.

Fonte




domingo, 5 de agosto de 2012

8 mulheres oprimidas pelo patriarcado esfaqueiam machista de 63 anos.

Um grupo de jovens mulheres bêbadas "agindo de forma estúpida" num comboio da baixa de Manhattan, esfaqueou um idoso de 63 anos por este ter tido a audácia de lhes pedir que se acalmassem, afirmou a polícia. Um membro das forças policias afirmou que o homem dirigia-se para o seu emprego - às 6:15 da manhã - quando foi atacado no preciso momento em que o comboio entrava na estação da East 23rd Street.
As 8 bêbadas mulheres estavam a agir de um modo estúpido. Tudo o que ele disse foi "Acalmem-se!".
As mulheres foram presas quando saíam da estação de metro da 23rd Street perto do Gramercy Park. Sete das bêbadas, com idades compreendidas entre os 17 e os 20, foram acusadas de assalto em grupo, conduta desordeira, posse criminosa de armas, ameaças, e agressão. Uma rapariga de 15 anos não foi acusada de nada.

A polícia afirmou ainda que recuperou uma faca.

Um condutor de autocarros que presenciou a apreensão das mulheres, disse que elas, ainda com cervejas na mão, gritavam coisas como "Não fizemos nada!" à medida que eram algemadas.

As suspeitas foram identificadas como sendo Shanice Brown, 20, Starmeik Driggins, 19, Kimberly Molina, 20 e Sheyla Figueroa, 18, todas de Brooklyn; Michelle Rodriguez, 19, da Bronx; e Martha Bermudez, 17, e Shafteva Burdos, 17, de Queens.

Fonte

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Triste situação a nossa quando idosos de 63 anos são esfaqueados às 6 da manhã ao mesmo tempo que mulheres de 20 anos se encontram bêbadas já por essa hora. A destruição da civilização ocidental avança tal como planeado.

domingo, 22 de abril de 2012

O machismo dos testes físicos

O grau de exigência dos testes físicos para a polícia inglesa será reduzido visto os mesmos serem actualmente demasiado duros para as mulheres. Metade das mulheres-recruta falha na examinação física a que elas se submetem como parte do seu treino. O gesto, que já recebeu luz verde por parte da Home Office, levará a que milhares de mulheres fisicamente incapazes tenham admissão nas forças policiais.

Um dos elementos dos testes que elas tinham que levar a cabo foi já retirado. O mesmo pertencia à secção "velocidade e agilidade" e envolvia correr em "estilo-slalom" em torno de uma série de cones em 27 segundos ou menos.

Outro teste de resistência - onde os candidatos corriam para frente e para trás dentro dum ginásio e num certo período de tempo - vai ser ligeiramente facilitado e reduzido.

Os outros elementos do exame ficam na mesma. Estes incluem ser capaz de atingir "a força de aperto" de 32 quilos apertando o monitor e uma específica "força dinâmica" puxando e empurrando uma máquina. Aqueles que falham o teste, podem voltar a fazê-lo duas vezes. Se falham 3 vezes, a sua aplicação fica barrada durante seis meses.

Actualmente, enquanto que 95% dos homens passam nos testes físicos, a taxa de sucesso entre as mulheres é de apenas 51%. Os chefes policiais acreditam que isto [isto é, a biologia humana e realidade dos factos] está a ser um impedimento nas suas tentativas de aumentar o número de mulheres-polícia.

Não se entende muito bem o porquê de querer aumentar a representatividade de pessoas que, devido a sua falta de força física, não estão qualificadas para fazer o serviço.

Este iniciativa teve o suporte do líder dos oficiais "rank-and-file". Jan Berry, mulher e presidente da Federação Policial, disse:

Saudamos esta decisão que visa corrigir os testes.
"Corrigir" é a palavra errada. A palavra certa é "FACILITAR" os exames físicos. Os testes não precisavam de correcção uma vez que não havia nada de mal com os mesmos. Devido a sua natural fisionomia, +/- 50% das mulheres não estava a passar nos testes. Portanto, chamar de "correcção" a uma iniciativa que visa facilitar o acesso às mulheres é um erro enorme.
Queremos garantir que muitos potenciais bons oficiais de ambos os sexos, que de outro modo seriam perdidos para o serviço, tenham uma possibilidade mais justa de se tornarem oficiais da polícia sem falharem logo no primeiro obstáculo.
Não eram "bons oficias de ambos os sexos" que "seriam perdidos para o serviço"; seriam, sim, os 5% de homens e as 49% de mulheres (que não tinham capacidades FÍSICAS para passar nos testes de admissão) que seriam "perdidos para o serviço".

A propósito: que tipo de "correcção" será feita de modo a permitir que os "potencias bons oficiais" entre os 5% de homens que chumbam nos testes físicos tenham hipóteses de - mesmo assim - se tornarem polícias?

Se se podem "corrigir" os testes de modo a que mais mulheres sejam policias, não se deveriam facilitar os testes masculinos de modo a que ainda mais "potencias bons oficiais" realizem o seu sonho de serem polícias? Ou será que a facilitação "correcção" dos testes só é válida para as mulheres?

. . .

A líder policial Jan Berry avisou da possibilidade da reacção adversa masculina perante a admissão de milhares de mulheres nas forças policiais. Sim, de facto, os homens podem-se sentir lesados (especialmente na folha salarial) quando se tornar norma pagar o mesmo ordenado a pessoas que não fazem o mesmo trabalho.

Actualmente, as mulheres constituem 18% das forças policiais inglesas. Curiosamente, embora elas sejam 18% das forças policiais (quase 1/5), elas não constituem 18% das casualidades policiais. Aparentemente, a "igualdade" termina quando surgem situações que podem colocar a vida do polícia em risco.

Jayne Monkhouse, a conselheira da Federação para a "igualdade" disse:

Isto significa um influxo maciço de candidatas a passarem nos testes físicos o que pode gerar repercussões culturais.
O Chefe-Assistente de Staffordshire Constable Huw Jones disse que as alterações haveriam simplesmente de "simplificar" os testes.
Isto [a simplificação dos testes] irá remover as óbvias desvantagens que eram inerentes ao exame, permitindo assim que muitos outros candidatos altamente qualificados prossigam com o processo integral de selecção.
Tradução de feminês para português:
Isto [a simplificação dos testes] irá remover a óbvia, biológica e natural vantagem física que os homens possuem sobre as mulheres, e permitir assim que pessoas fisicamente incapazes sejam colocadas em locais de trabalho que, em larga escala, dependem das capacidades físicas dos agentes de autoridade.
Todos os candidatos têm também de passar por um exame médico integral. A maior parte das restrições e requerimentos em torno da visão perfeita foram já removidos [Deus do céu!]. Isto significa que os ingleses podem ter nas suas ruas "polícias" fisicamente incapazes e com visão menos-do-que-perfeita a "defendê-los" dos criminosos.

Pensem nisso da próxima vez que virem uma "mulher-polícia" com uma arma na mão.

Oliver Letwin (Shadow Home Secretary) disse:

Tenho que admitir que isto deixa-me confuso. Como é possível que a próxima geração de policias não tenha que ser tão ágil como os seus actuais colegas? Será que temos que admitir que os criminosos irão pactuar com estas alterações e tornarem-se eles mesmos fisicamente menos capazes?

* * * * * *

Isto é puro marxismo cultural a sobrepôr-se à segurança pública. Num mundo normal, pessoas que não possuem capacidades físicas para entrar numa profissão razoavelmente física, pura e simplesmente escolhem outra profissão mais de acordo com a sua estrutura biológica.

Mas no "admirável mundo novo", onde é absolutamente necessário retirar a mulher de casa e do papel de mãe, e colocá-lo no mercado de trabalho (mesmo que ela seja mais feliz como mãe caseira), mudam-se as regras do jogo de modo a que as 49% das mulheres que não conseguem fazer o trabalho para o qual se estão a candidatar sejam na mesma admitidas.

Isto é o que as feminazistas qualificam de "igualdade".

"Eu sou das 49% e estou armada".


domingo, 18 de março de 2012

Leonor Berger e o estranho caso das mulheres "machistas"

Há algumas semanas (meses?) atrás ficamos a saber duma jovem cuja vida aparentemente foi salva devido ao tamanho dos implantes nos seus seios. Esta notícia com um final feliz causou a que uma feminista mostrasse mais uma vez o que se torna cada vez mais óbvio: as feministas odeiam mulheres que se esforçam para cativar a atenção e o desejo dos homens.

Aparentemente, e segundo as auto-promulgadas "defensoras dos direitos das mulheres", as mulheres podem fazer quase tudo (até matar bebés) mas não podem de maneira nenhuma modificar o seu próprio corpo como forma de fazer o que as mulheres já fazem há milénios: usar a sua própria beleza para atrair homens.

Um exemplo cabal disto é este texto escrito por uma feminista com o nome de Leonor Berger. Ela diz:

Raparigas adolescentes, mesmo crianças de 10-12 anos (e nem quero entrar no tema da potencial pedofilia…), expõem os seus corpos e fazem poses que acham sexy, para chamarem a atenção dos rapazes e homens que surfam na Internet.
Será que as feministas não se apercebem que esta táctica de envergonhar os homens em relação ao seu natural apreço por mulheres bonitas não funciona? Porque é que sempre que se fala de mulheres ADULTAS que usam a sua beleza para atrair homens, as feministas invocam o perigo da pedofilia em tais casos?

Se há menores que erradamente e perigosamente colocam fotos suas na internet, isso é da responsabilidade dos pais da criança (ou da mãe solteira, como é normal hoje em dia). Sem dúvida que isso é algo que tem que ser combatido e prevenido mas o foco do post da Laura não é bem esse, como se vai ver mais adiante.

Publicam fotos e vídeos nos blogues e nas redes sociais, chegando mesmo a enviá-los por email ou sms a rapazes (ou homens) que conhecem. Tudo porque hoje em dia, para se ser bem-sucedida, pensa-se, há que ser sexy. E ser sexy é mostrar muita pele.
Falso. Ninguém defende que para uma mulher ser bem sucedida ela tem que ser sexy. O post da Leonor não é sobre as mulheres bem sucedidas mas sim sobre mulheres que usam a sua beleza para atrair a atenção masculina.
É para este fenómeno que alguns escritos feministas têm alertado ultimamente. Sob uma aparência de alegada libertação sexual, mulheres cada vez mais jovens objectificam-se em público – e não há actualmente lugar mais público que a Net.
Notem na passagem "cada vez mais jovens" e reparem como isso vem na mesma linha do que foi dito em cima; sempre que as mulheres modificam a o seu corpo para atrair os homens, as feministas invocam incessantemente o espectro da pedofilia.

Isto é problemático e suspeito. Porque é que quando se fala em mulheres bonitas, as feministas começam logo a pensar em menores semi-despidas? Os homens sexualmente normais não fazem qualquer tipo de relação entre mulheres adultas bonitas e menores nuas. É a mente porca das feministas que geralmente faz essa conexão.

Repare-se também como as feministas não gostam da forma como a liberdade sexual está a ser usada pelas mulheres mais jovens e bonitas. Aparentemente usar a "liberdade sexual" para saltar de cama em cama é perfeitamente legitimo. No entanto, usar dessa "liberdade sexual" para atrair o desejo masculino já não é legítimo. Não se entende como é que as mulheres podem usufruir o "sexo livre" que as feministas tanto defendem sem primeiro usar do seu poder de atracção para cativar os homens com quem esperam levar a cabo o irresponsável "sexo livre".

No entanto, não existe nisso qualquer forma de liberdade.
Ai não? A mulher adulta não é livre para exibir o seu corpo como e quando quiser? Não é ela livre para escolher os homens que lhe agradam?
Pelo contrário, este fenómeno serve apenas para alimentar o voyeurismo de alguns homens e perpetuar estereótipos
Eis aqui o verdadeiro problema que a Leonor não revela. A premissa não revelada do seu texto é: "as mulheres não devem ser escravas da beleza porque isso é dar poder (de escolha) aos homens".

O que as Leonores deste mundo - e o seu grupo de feministas envelhecidas - odeiam não é a o facto de existirem mulheres que gostam de se exibir, mas sim o facto delas se exibirem aos homens. Esse tipo de exibição sub-entende que a mulher está a conformar a sua psicologia estética aos padrões que agradam aos homens - e não às mulheres.

Por exemplo, se estas mesmas mulheres exibissem o mesmo corpo em revistas lésbicas, as feministas não levantariam qualquer tipo de problema com isso porque o poder continuaria do lado das mulheres. Mas como o apelo que está a ser feito pelas mulheres bonitas assume padrões de beleza que satisfazem os homens, as feministas não gostam.

Por "perpetuar estereótipos" entenda-se "padrões de beleza masculinos que as feministas odeias".

E que dizer da actual mania das cirurgias plásticas, sobretudo para inserção de implantes mamários?
Sim, o que dizer delas? Qual é o mal em levar a cabo modificações corporais (de forma saudável) que visem atrair os homens?
E as misses da Venezuela? Todas elas produzidas, processadas, transformadas por um senhor que, há muitos anos, escolhe as meninas para concorrerem a miss - não com base naquilo que a natureza lhes deu, mas no potencial para terem o aspeto pretendido depois de irem à faca.
Ou seja, as mulheres que se alindam para agradar os homens estão a levar a cabo prácticas análogas ao que o esquerdista Hugo Chavez faz ao embelezar as venezuelanas para os concursos de beleza. Portanto, se tu causas a que uma mulher modifique a sua beleza de modo a que ela fique mais atraente aos olhos dos homens, tu és um ditador comunista.
Por um título de beleza, as raparigas sacrificam a sua beleza natural e singular
Não "sacrificam": melhoram a sua beleza natural e singular.
Como se atrair um homem, de preferência rico, fosse a ambição máxima de uma mulher moderna…
Lá está o que foi dito em cima. O problema não é a beleza em si mas o uso que elas fazem dela (atrair homens). Talvez não seja a ambição da Leonor atrair homens, mas a esmagadora maioria das mulheres mundiais não pratica o lesbianismo e como tal agrada-se em atrair a atenção masculina.

Repare-se no termo "mulher moderna". Isto é uma das tácticas que as feministas usam para envergonhar as mulheres que se conformem aos gostos estéticos masculinos. Para as feministas, as que se conformam às preferências masculinas são "antiquadas", as que se revoltam são "modernas".

É este o novo machismo.
Apreciar a beleza feminina é "machismo". Mulheres que se alteram para atrair homens estão a ajudar o machismo. O machismo é mau, logo, as mulheres bonitas estão a ajudar o mal. Elas têm que ser combatidas, humilhadas e criticadas como forma de impedir que mais mulheres usem a sua liberdade sexual de formas que não agradam à elite feminista.
Estas raparigas pretensamente modernas do século XXI
"Pretensamente". Elas parecem ser modernas mas não são. Como é que sabemos que não são? Ora, pelo simples facto de tentarem atrair a atenção dos homens.
[elas] estão a recuar ao tempo em que as mulheres precisavam de um homem para viver
As mulheres ainda precisam de pelo menos um homem para viver. Nenhum sociedade sobrevive sem homens.
e em que precisavam de agradar aos homens, de preferência pelo aspecto físico porque o resto não tinha importância.
Se isto fosse verdade, os homens de antigamente casariam-se só com prostitutas visto que "o resto não tinha importância".

Note-se outra vez o termo "agradar os homens". Esta é a raiva desta feminista: mulheres que tentam agradar os homens. Para as feministas, isto é totalmente inaceitável visto que não é suposto as mulheres submeterem-se aos homens, nem que sejam aos gostos dos mesmos.

Mas há notícias terríveis para a feminista Leonor Berger: enquanto as mulheres forem mulheres e enquanto os homens forem homens, as primeiras irão sempre trabalhar para atrair os últimos. Pior, este esforço de atracção será feito segundo padrões de beleza que satisfazem os homens.

Os piores inimigos da libertação feminina não são os homens; são as mulheres machistas;
Sem dúvida que as mulheres que foram criadas bonitas e atraentes ficarão chocadas em saber que ao tentarem atrair a atenção masculina elas estão a agir de acordo com o machismo.

Portanto, eis aqui o conselho da elite feminista para as mulheres bonitas: parem de ser tão bonitas!



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