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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Quem foi Mary Ann Cotton?

Duas décadas antes de Jack o Estripador aterrorizar as ruas de Whitechapel em Londres, Mary Ann Cotton havia-se já tornado numa máquina de matar, chegando a matar até 8 dos seus próprios filhos, 7 filhos adoptivos, a sua mãe, três maridos, um amante - e um amigo inconveniente.

Mesmo os aficionados pelo crime - aqueles familiarizados com nomes como Shipman, Nilsen, Sutcliffe e West - pouco ou nada sabem dela. Ela foi practicamente apagada da História e permanece apenas como uma curiosidade meio esquecida do Nordeste inglês.

A sua escolha de veneno era o arsénico, favorito dos assassinos da História largamente por motivos pragmáticos:

  • Dissolve-se em líquidos quentes (ex: chá) e como tal é fácil administrá-lo.
  • Encontrava-se largamente disponível.
Embora durante esta altura as autoridades estivessem a iniciar um certo tipo de regulação às vendas de arsénico, uma elevada concentração poderia ainda ser obtida numa substância conhecida como "sabão macio" - um desinfectante caseiro.

Havia ainda um terceiro motivo:

  • Como era do conhecimento de Mary Ann, os sintomas de envenenamento por arsénico eram vómitos, diarreia e desidratação. Um médico ocupado e sem qualquer tipo de desconfiança estava mais propenso a diagnosticar esta junção de sintomas como gastroenterite - especialmente em pacientes pobres e subnutridos - e não como assassínio.
Segundo os óbitos e os certificados de enterro, todas as suas vítimas morreram de problemas gástricos.

Aparentemente ela desempenhou o papel de esposa e mãe em luto na perfeição, dificultando ainda mais a contabilização exacta do número de pessoas que ela matou.

É difícil não acreditar que havia um elemento de gratificação no controle que ela exercia - que ela era, dito de outro modo, uma psicopata. Não há duvidas de que a ganância era um motivo bastante forte à medida que marido após marido, ela subia a escada social da nova e móvel sociedade - onde, pela primeira vez, as pessoas comuns tinha seguro de vida.

A sua desesperada auto-promoção e a maneira terrível como ela a levou a cabo garantiram uma audiência estranhamente simpatética nos seus meses finais e depois da sua execução. Isto leva-nos a ficar confusos em relação ao nosso entendimento duma mulher que, segundo qualquer tipo de padrão, era uma assassina implacável.

Se a vida moderna a tinha acompanhado e a tinham transformado no "monstro com forma humana", como mais tarde foi descrita no Newcastle Chronicle, ela [a vida moderna] também forneceu os meios que levaram à sua prisão. Ela havia envenenado o filho adoptivo de 7 anos, Charles Edward Cotton, no Verão de 1872 - aparentemente como forma de desbravar caminho para mais um relacionamento, desta vez com Quick-Manning.

Depois dum post-mortem levado a cabo numa mesa de cozinha, foi determinada a morte por "causas naturais".

Mas isto não foi suficiente para a policia, os jornais e a nova disciplina da ciência forense, que, juntas, desempenharam o seu papel na revelação do seu passado. Foram os jornalistas, motivados pela fofoca local, que inicialmente solicitaram as investigações que rapidamente revelaram o número total de maridos mortos, filhos perdidos e as evidências de assassínio por arsénico.

E a polícia - ainda uma força relativamente nova na vida provincial - agiu em conformidade.

Em 1873, Mary Ann Cotton foi presa, julgada e enforcada pelo assassínio de Charles Edward Cotton. Alguns dos restos da criança foram exumados do jardim do Dr Kilburn, que supostamente o havia enterrado lá por ter dúvidas em relação ao motivo da morte.

Amostras foram levadas e, usando métodos que eram na altura revolucionários, a presença de arsénico foi confirmada pelo Dr Thomas Scattergood da Leeds School of Medicine.

O julgamento de Mary Ann em Durham Crown Court durou 3 dias. Depois de ter sido determinada como culpada, ela foi executada na prisão de Durham no dia 24 de Março de 1873 por um enforcador profissional com o nome de William Calcraft.

Mesmo a forma como ela se deparou com o seu fim revelou-se sensacional. Da sua cela, Mary Ann escreveu uma carta aos jornais protestando a sua "inocência". Depois disto, ela gerou mais simpatia para si quando deu à luz uma criança quando ainda se encontrava na prisão e viu a menina a ser-lhe retirada das mãos antes da execução.

O próprio enforcamento foi terrivelmente mal feito. A falha que havia por baixo dela era demasiado baixo, e como tal Mary ficou a movimentar-se na extremidade da corda.. Devido a isto, Calcraft viu-se na obrigação de puxá-la para baixo como forma de terminar com a sua vida.

A pouca análise histórica que ela recebeu tem sido bastante ingénua, citando-a como um exemplo das "dificuldades" suportadas pelas mulheres e chegando mesmo a afirmar que ela foi vítima de denegação da justiça.

Fonte

* * * * * * *

Aparentemente as mulheres são sempre vítimas, mesmo quando elas são aquilo que as sociedades mais temem, isto é, implacáveis e prolíficas assassinas em série.

Como é possível que uma pessoa - homem ou mulher - que mata 21 pessoas (incluindo vários maridos e várias crianças) seja virtualmente desconhecida passados que estão 139 anos depois da sua execução?

Uma pergunta para quem é contra a pena de morte: que pena merece uma pessoa que mata 21 pessoas inocentes - incluindo crianças de 7 anos - como forma de adquirir dinheiro e estatuto social?

Casa onde Mary Ann vivia quando foi presa em 1873


Casa tal como ela é hoje.


Prisão onde Mary Ann foi enforcada

Possíveis e prováveis vítimas de Mary Ann


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Confirmado: esquerdismo militante é doença mental

Claramente, as eleições maiorais de Innsbruck (Áustria) estão a disponinilixar um rol infindácel de dramatismo Há alguns dias atrás este blogue reportou o furor provocado por um cartaz eleitoral do partido FPO onde se lê
Amor pela pátria e não por ladrões marroquinos.
Depois deste cartaz politicamente incorrecto, chega-nos outra notícia bombástica.

A "Socialist Youth organisation" JUSOS reportou que o edifício da sua associação havia sido recentemente vandalizado e incendiado. Dezenas de swastikas haviam sido pintadas nas paredes e um sofá havia sido queimado enquanto dois estudantes dormiam por perto.

Sem dúvida que isto foi uma tentativa de homicídio! Nazis malignos planeiam o seu regresso a Áutria!

Previsivelmente os média adoraram este história e fizeram todos os esforços para a manter em foco nas notícias. Havia só um pequeno detalhe. A história era fabricada.

Quando questionado pela polícia, um dos membros da JUSOS admitiu que ele mesmo havia causado os estragos como forma de causar danos aos direitistas. O perpetrador foi posteriormente acusado de tentativa de incêndio.

De modo hilariante, o socialista de 17 anos foi acusado de "National Socialism Reactivation" segundo as estritas leis postas em práctica depois da guerra como forma de ilegalizar as actividades nazis.

Aparentemente, pintar swastikas é ilegal, mesmo que não se concorde com o que o símbolo significa.


sábado, 16 de abril de 2011

Ódio anti-Católico em Espanha ao serviço do marxismo cultural

Em Espanha, as associações e movimentos revolucionários do ateísmo e anticristianismo por um mundo melhor, já estão a levar a sua teoria à prática: 
Igreja em Barcelona, após incêndio provocado por um grupo ateu.

"A única igreja que ilumina é a que arde. A luta continua" Mensagens escritas na parede exterior de uma igreja.

"Ardereis como em 36" Ameaça escrita na parede uma igreja, recordando os feitos dos ateus na Guerra Civil.
Panfleto " A única Igreja que ilumina é a que arde" , difundido pelas associações ateístas espanholas.

O lema está a ser espalhado nas ruas:


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"A única igreja que ilumina é a que arde em chamas"


"Esta é a nossa oferta", reprodução deste cartaz:


Movimento gay espanhol usa o logotipo da igreja a arder nas suas convocatórias de provocação a católicos.

Caixas de fósforos, o merchandising do ateísmo por um mundo mais pacífico

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«Oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores:
3 litros de gasolina que arderam iluminando a escuridão da noite ( * )
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...." assaltaremos as igrejas para vender as suas jóias e incendiar as cruzes. A única igreja que ilumina é a que arde"
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«Somos uma frente ideológica para castigar exclusivamente a consciência católica.

A "procissão ateia" percorrerá as ruínas das Escolas Pias, incendiadas pela Frente Anarquista Ibérica no início da Guerra Civil Espanhola.

Acrescenta o porta-voz dos Ateos en lucha: "Essa Igreja foi queimada pelo povo de Madrid, na revolta que houve contra a República; para nós é uma referência indispensável." ( * )

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Comentário do Jairo:
É preciso ser estúpido para acredtar que o "ateísmo por um mundo melhor", o inventor do terrorismo bombista suicida, é o caminho para a paz no mundo. Toda a ideologia que define um alvo como inimigo da humanidade e de um futuro de prosperidade global, implica a classificação desse inimigo como merecedor de violência..

É por isso que os ateus militantes portugueses ficam caladinhos que nem ratos perante esses crimes dos seus camaradas espanhóis. São só ateus a cometerem excessos, numa luta de legítima defesa contra a pior coisa à face da Terra.

Como os poderiam condenar? Por mais crimes que um ateu cometa para mudar o mundo, eles estarão sempre legitimados. A religião fez sempre pior, e o fim da religião possibilitará o maior bem.

Se o fanático ateu não acreditasse na sua crença por um mundo melhor como incapaz de produzir violência por ódio fanático (seja fingindo que ele não existe, relativizando-o ou legitimando a violência em nome de outra coisa), não seria fanático.



[Meu comentário]: No ano de 1936 os ateus militantes espanhóis mataram mais de 6000 Católicos. Num só ano os militantes ateus mataram mais seres humanos do que 400 anos de Inquisição. No entanto estes mesmos militantes alegam que o mundo seria "melhor" se a "religião" (=Cristianismo) fosse erradicada e substituída pelo naturalismo e evolucionismo.

Olhando para o comportamento dos militantes ateus, e o silêncio dos seus irmãos ideológicos por todo o mundo, alguém ainda leva a sério pessoas que tenham tal ódio contra a ideologia mas perfeita que o mundo já conheceu, nomeadamente, o Cristianismo? Onde está Sam Harris? Onde está o Richard Dawkins?

Neste momento os Cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo. A pergunta impõe-se: porque é que o mundo é tão rápido a condenar a "violência" de Israel contra os terroristas muçulmanos, mas totalmente silenciosos em condenar o ódio anti-Cristão que se alastra pelo mundo ocidental?

A explicação é simples: os marxistas que controlam as instituições mundiais não condenam esse ódio anti-Cristão porque eles tem planos para levar a cabo a sua própria versão da Solução Final em relação aos Cristãos. Só que estes pobres coitados são tão ignorantes da História que nem sabem contra Quem estão a lutar.

E, caindo em terra, ouviu Uma Voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que Me persegues?
Actos 9:4

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