Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal."
Génesis 3:4-5
No seu post com o título "As feministas estão colhendo o que plantaram", a Andrea Patrícia foi gentil o suficiente para citar um texto que havia sido colocado aqui neste blogue (“Feminista envelhecida queixa-se que os homens nada querem com ela“). A discussão que se seguiu posteriormente revelou um pouco do imenso mal que o feminismo tem feito às mulheres.Eis aqui alguns dos comentários:
- "Lamentável!"
- "Se essa realidade ficasse restrita somente a elas, as feminazis, “menos” mal… mas nós, que nunca estivemos muito a fim de abraçar a causa, também recebemos respingos de lama, pra não dizer banho."
- "Pois é, Karina, esse é o problema: nós não passamos procuração para que elas decidissem sobre nossas vidas, mas no fim das contas sobrou para nós! Complicado."
Se as próprias feministas já se aperceberam que o feminismo é uma farsa ("Fui enganada pelo feminismo", "O amor que nunca vai ser expresso") não é a hora das restantes mulheres agirem de forma a remover estas sanguessugas ideológicas e víboras politicamente motivadas do seu seio?Na minha humilde opinião, uma das formas de dar à volta a esta usurpação por parte das feministas do que as VERDADEIRAS mulheres realmente querem, é as mulheres não-feministas fazerem um ataque frontal, organizado e sem misericórdia às feministas.
Expôr que o que elas [as feministas] querem não é o mesmo que a esmagadora das mulheres quer.
Aquilo que eu às vezes noto é que, embora muitas mulheres não se alinhem com as feministas, estas dão-lhes, no entanto, espaço de manobra devido a coisas como “igualdade” e “mesmos direitos” outras slogans usados pelas feministas.
Mas isto é tudo falso. Elas, as feministas, não querem igualdade: elas querem supremacia e para isso usam as mulheres (mesmo as não-feministas) para avançar com a sua política.
Enquanto as mulheres não apontarem o dedo às feministas e mostrar que elas são uma minoria não-representativa das mulheres, todas as mulheres vão pagar pelas políticas anti-vida, anti-casamento, anti-homem das feministas.
Se elas [as mulheres não-feministas] genuinamente desprezam o mal que o feminismo está a fazer entre si (e não temos razões para assumir o contrário), porque é que não agem em conformidade? Com a excepção do blogue da Andrea e alguns outros poucos blogues conservadores, os blogues feitos por mulheres a atacar o feminismo fazem-se notar pela raridade.
A meu vêr, a esmagadora maioria das mulheres não-feministas não age contra as feministas provavelmente porque julgam poder (de facto) adquirir "direitos" e "concessões" através da dialéctica extremista das feministas. Ou seja, usam as feministas como batedoras de novo território, esperando, posteriormente, adquirir um "pedaço de terra" no terreno social.
Mas se olharmos para as feministas não como líderes dum movimento histórico benéfico, inexorável e inevitável da sociedade (o "Grande Salto em Frente" das mulheres), mas sim como pessoas com um propósito análogo ao de Satanás no Jardim do Éden ("Se fizeres o que eu te digo, vais ser tão inteligente como Deus"), podemos começar a vêr que a complacência das mulheres em relação à retórica extremista das feministas é auto-destrutiva.
As áreas da sexualidade e do casamento (ou da falta deles, no caso das mulheres solteiras com idades superiores a 35/40 anos) são provavelmente algumas das áreas mais visíveis (e emotivas) que afectam todas as mulheres. Como diz o artigo,
O problema (para as feministas) é que, sem o protector vínculo do casamento, as feministas ficam à mercê dos itens que os homens consideram mais valiosos na sua realização da liberdade sexual: beleza e juventude.Ou seja, uma vez que há "liberdade sexual", os homens (principalmente os alfas, aqueles que as feministas tanto desejam) vão buscar as mais jovens e as mais atraentes em detrimento das mais velhas e menos atraentes.
Mas esta não é a única área onde o feminismo tem prejudicado as mulheres. O aborto, outra ideologia maligna promovida ardentemente pelas feministas sedentas de sangue inocente, tem um efeito duplamente destrutivo: a criança morre e a mulher fica marcada para toda a vida.
Se a isto, juntar-mos a sexualização das mulheres e a destruição da família, podemos vêr que o feminismo é destrutivo para quem o promove e mesmo para quem não o promove mas é complacente.
Portanto, a noção de que as mulheres não-feministas podem de alguma forma lucrar com o avanço do feminismo é refutado pelas evidências. Dada esta situação, torna-se urgente as mulheres anti-feministas repudiarem esta ideologia política destrutiva e expulsarem as feministas do seu seio.
Enquanto elas não o fizerem, os comentários como os presentes no blogue da Andreia vão-se multiplicar.
