
O
facto das mulheres "ainda terem filhos" é a causa da ausência de
igualdade na Grã-Bretanha segundo uma ministra "Lib Dem". Lynne
Featherstone, ministra de desenvolvimento que se encontrava responsável
pelas "igualdades" até Setembro último, disse que a natalidade era uma
"barreira" para o sucesso profissional das mulheres.
Ela disse ainda que as mulheres que dedicam o seu tempo a educar
crianças sofrem um "revés" uma vez que isso dá oportunidade a "homens medíocres" de passar por cima destas mulheres na escada profissional.
Os seus comentários francos chegam numa altura em que o lider do seu
partido - Nick
Clegg - anunciou planos que permitiriam os homens e as mulheres
partilharem a licença de parto. No entanto, ele foi forçado a colocar
de parte planos mais radicais que visavam prolongar a licença de
paternidade para seis semanas depois de enfrentar oposição dos Tories e
das empresas.
Maria Miller, a nova ministra pela igualdade, anunciará em breve
planos que visam disponibilizar verbas para as pessoas interessadas iniciar
negócios em torno de infantários - parte dos esforços da coligação
tendo em vista o voto feminino.
A sra Featherstone, de 60 anos . . . . acredita que as mulheres ainda não atingiram o mesmo status que os homens. Ela diz:
Uma
das grandes barreiras que existem no caminho para a igualdade plena é o
facto das mulheres continuarem a ter filhos. Ter filhos é um
contratempo para as mulheres porque dá oportunidade aos homens de
ascender mais depressa - quer seja no comércio, na política ou em
qualquer outra actividade.
As mulheres têm que lutar por cada
centímetro do caminho uma vez que não existe a mesma rede de
oportunidades e para além disso existem as pausas na carreira , se a
mulher escolhe ter filhos. Portanto, as mulheres não têm estado
presentes quando outros aproveitaram as chances.
Fui mãe solteira com duas crianças
e é realmente duro de gerir tudo isto. E se estás a gerir, tudo o que
sentes é culpa - nós mulheres ainda não superamos as nossas questões.
A srª Featherstone disse que infantários melhores e menos custosos
poderiam resolver esta questão, e para além disso há ainda a questão da
igualdade nos salários. A proporção de todos os 100 directores FTSE 100
que são fêmeas é agora cerca de 16 porcento, 2,5 porcento mais no total
dos últimos três anos.
Um grupo de MPs (Membros do Parlamento) do partido Tory está a dar
início a uma investigação para saber o porquê de tão poucos directores
executivos das maiores companhias serem mulheres. O inquérito
"Executive Women in the Workplace", co-liderado pela Therese
Coffey e Mary Macleod, recolherá evidências de companhias, investidores
e firmas de recrutamento.
Fonte
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Será que a "Executive Women in the Workplace" recolherá evidências junto das mulheres que
escolhem
dedicar mais tempo aos filhos em vez de dedicar o seu tempo a uma
carreira profissional? Será que eles levarão em conta a carga horária
de trabalho de ambos os sexos? Será que eles considerarão os
"intervalos na carreira" levados a cabo por cada um dos sexos?
Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que estes
"inquéritos" não visam apurar a verdade, mas reforçar aquilo que
eles,
à priori, tomam como factual, isto é, que existe "discriminação" contra as mulheres nos locais de trabalho. A verdade dos
factos, é que se houver discriminação, são as mulheres que se
discriminam a elas mesmas ao
voluntariamente escolherem passar menos
tempo nos empregos, e mais tempo junto dos seus próprios filhos.

Para além disso, a noção de que a igualdade está a ser atrasada devido
ao nascimento de crianças é absolutamente chocante. O que esta mulher
está a dizer é que a mitológica igualdade é um "bem" tão nobre, tão
elevado, e tão precioso, que a sobrevivência da espécie humana
(procriação) tem que ser colocada em segundo
plano.
Como já foi dito pelo autor de outro post, todas as ideologias que
prejudicam a cooperação
heterossexual são inimigas da raça humana.
Uma
ideologia que qualifica a próxima geração de humanos de "barreiras" é uma ideologia
inimiga da humanidade.
Levando isto em conta, que tipo de atitude devemos ter em relação a
ideologias que trabalham para o fim da espécie humana? Devemos
respeitar essa mesma ideologia, ou expô-la por aquilo que ela é,
uma ideologia satânica, claramente construída para a desestabilização
da ordem social?
ACTUALIZAÇÃO:
Testemunho de Lorelei Pugh
...
Cresci a pensar que não queria filhos mas queria uma carreira profissional porque "era a coisa certa de se fazer".
Fui para a faculdade (que, incidentalmente, havia começado como colégio onde as mulheres dav
am
aulas desde os anos 1920, isto é, antes do movimento feminista) mas não
me consegui firmar no que "queria ser". Devido a isso, tomei parte em
várias aulas que me interessavam.
Trabalhei, estudei, andei com
bandas punk, e diverti-me. Graduei-me e casei. Agora era a altura para
dar início à minha carreira, certo? Não me sentia motivada mas mesmo
assim tentei.
A minha carreira não estava a avançar e como tal,
decidi engravidar e, Meu Deus!, adorei ser mãe. Trabalhei em regime de
part-time para ajudar financeiramente o meu marido, mas o meu verdadeiro
chamado, o meu verdadeiro amor, era ser mãe e dona de casa.
Estou tããããããão grata por ter tomado juízo a tempo e cada vez que olho
para a minha filha (de 16 anos) nem quero acreditar que quase deixei
esta vida de lado em favor duma desalmada carreira profissional!
Estão a mentir às meninas. Estão a negar às meninas o seu lugar natural
na ordem da vida. O que eu mais desejo era ter mais recursos
financeiros de modo a ter mais filhos.
Sempre fui um "corpo
caseiro". Adoro ficar em casa a tratar de assuntos, certificar-me que
todos estão bem de saúde, bem ajustados, bem alimentados, limpos e
amados. Não há vergonha nenhuma nisso, vadias! Fonte:
http://alturl.com/ycpvg