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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sufrágio universal versus democracia.

O polémico Vox Day tem um post no seu blogue onde fala duma experiência muito reveladora. Embora eu não concorde com tudo o que ele diz, algumas das suas considerações são difíceis de refutar.


Este artigo, feito pelo Roissy, deve explicar o porquê dos Pais Fundadores [os homens que declararam a independência dos EUA da Grã-Bretanha] terem limitado o direito ao voto a cerca de 1/5 da população:
Se estás disposto a alinhar o teu estilo de vida com qualquer que seja a última moda, e ostracizar aqueles que não fazem o mesmo, provavelemente estás também disponível a obedecer cegamente figuras autoritárias que te dizem o que é bom para ti.

Se isto é verdade, então podemos especular que as mulheres são melhores soldados rasos para qualquer que seja a elite autoritária mais tangível nas suas vidas - o que revela que uma maior propensão feminina em aceitar ordens autoritárias sem as questionar.

Podemos acrescentar a esta especulação não só a observação pessoal e centenas de episódios confirmadores, mas, também, evidências científicas que demonstram que as mulheres são, de facto, mais obedientes à autoridade que os homens.

Cortesia do leitor uh por nos chamar a atenção para a replicação da experiência Milgram:

Charles Sheridan e Richard King lançaram a hipótese de que alguns dos participantes da experiência de Milgram suspeitavam que a vítima estava a fingir, e como tal, eles repetiram a experiência mas desta vez com uma genuína vítima: um "cachorrinho fofo e macio" que recebeu choques eléctricos genuínos embora inofensivos.

Eles apuraram resultados similares a Milgram: metade dos homens e todas as mulheres obedeceram até ao fim. Alguns participantes da experiência revelaram níveis elevados de perturbação durante a experiência, enquanto outros [e outras] choraram.

Para além disso, Sheridan e King notaram que a duração do tempo que o botão era carregado foi gradualmente diminuindo à medida que os choques eléctricos se tornavam mais fortes, significando que quanto mais forte fosse o choque, maior era a relutância dos intervenientes em carregar no botão.

Lembrem-se disto: todas as mulheres participantes na experiência na experiência Milgram - de obediência à autoridade - continuaram a dar choques eléctricos apesar das suas lágrimas.

Contemplem isto: se todas as mulheres estiveram dispostas a dar choques eléctricos a cachorrinhos bonitos apenas e só porque uma figura autoritária lhes ordena, o que é que elas não estarão dispostas a fazer? Sem dúvida que as mulheres que participaram na experiência não tinham qualquer tipo de desejo de magoar cachorrinhos, e provavelmente explicariam o seu comportamento afirmando "obrigaram-me a fazer", mas é precisamente esta maleabilidade que é o ponto.

A resistência ao mal requer a habilidade de oferecer resistência e recusar-se a submeter. O Senhor Jesus não só foi Obediente ao Pai, como Se recusou a adorar o Príncipe do Mundo.

E note-se que não são só as mulheres que não têm a habilidade de resistir ao que elas consideram ser uma figura autoritária, mas metade dos homens também. Não foi só o sufrágio feminino que transformou as democracias em ditaduras, mas o sufrágio universal também.

Isto também sublinha a importância de observar o comportamento feminino e não as suas palavras. Se alguém lhes perguntasse "eras capaz de sujeitar um cachorrinho a choques eléctricos dolorosos?", a maior parte das mulheres negaria de modo veemente essa ideia. No entanto, as evidências demonstram que, se fossem ordenadas a fazer isso mesmo, elas fariam-no - mesmo que a acção lhes cause grande comoção e desconforto.

* * * * * * *
A qualidade feminina de se sujeitar mais facilmente à figuras de autoridade não é um defeito - contrariamente ao que se possa pensar - uma vez que a mesma só se torna problemática se a figura de autoridade for alguém com propósitos malignos. Um exemplo disso foi o líder Nacional-Socialista Hitler quando este usou esta característica a seu favor. Ele diz:
As mulheres constituem o elemento mais importante das audiências. Normalmente, as mulheres lideram, seguidas das crianças. Quando eu tiver conquistado toda a família, os maridos serão os próximos a seguir.
Adolf Hitler para Hanfstaeng, 1923
Ou seja, Hitler usou a tendência natural da mulher de se sujeitar à autoridade para atrair para si os alemães. Uma vez atraída a mulher, os filhos viriam atrás e, obviamente, o marido, não querendo ficar isolado, seguiria também.

Hoje em dia os políticos fazem uso desta característica de forma mais óbvia e aberta.. Um dos tópicos quentes da esfera política americana é a mitológica "guerra às mulheres"" que alegadamente os Republicanos estão a levar a cabo. Infelizmente para os esquerdistas, esta narrativa falhou por completo porque o candidato Republicano não viu a sua opinião junto das eleitoras perturbada. Mas a questão aqui é mesmo como os políticos se desdobram para usar a psicologia feminina a seu favor.

Semelhantemente, esta capacidade feminina pode, em larga escala - e tal como já disse a Erin Pizzey - explicar o porquê da esquerda militante usar o feminismo para colocar as mulheres no mercado de trabalho: segundo a Erin, aparentemente é mais fácil controlar e manipular as mulheres do que controlar e manipular os homens. Como consequência disto, o influxo maciço de mulheres no mercado de trabalho necessariamente tornará a força laboral mais obediente e mais maleável - exactamente o que o governo e os globalistas querem.


sábado, 7 de abril de 2012

A substituição da esquerda secular pela esquerda islâmica

Para a esquerda militante o vício pelo poder e pelo autoritarismo excedem o seu compromisso com o secularismo. Exemplo? George Galloway.

Ele é o fundador e personalidade central dum partido político que ele chama de "Respect". Um veterano da esquerda radical, ele é a pessoa mais proeminente da Grã-Bretanha a fazer a transição do comunismo para o islamismo. Tudo é diferente agora uma vez que Galloway venceu eleições junto do eleitorado de Bradford West e reentrou no parlamento como um independente.

O partido Labour, que tem retido a posição (que Galloway conquistou) desde 1974, esperava continuar a fazê-lo. No entanto, o eleitorado islâmico (na sua maioria provenientes do Paquistão) tomou o lugar dos antigos votantes do partido Labour e eles gostaram do islamismo de Galloway.

Apresentando-se como um pseudo-muçulmano, Galloway falou acerca de Alá, inseriu palavras em árabe nos seus discursos, usou posters em urdu (língua oficial do Paquistão), colocou os apoiantes a louvar a sharia (lei islâmica) e criticou o seu adversário do partido Labour (um muçulmano de nascença) por este último ingerir bebidas alcoólicas.

Seguiu-se uma vitória esmagadora. Galloway obteve uma maioria com mais de 10,000 votos e causou que 36% do eleitorado trocasse o Labour pelo seu partido (Respect). Segundo os órgãos de comunicação (esquerdistas), esta mudança no sentido de voto deve-se ao descontentamento da classe operária visto esta supostamente desejar que o partido Labour agisse mais como socialistas da velha-guarda.

A ressentimento da classe é real mas o separatismo e racismo islâmico são assuntos tabu.

Reportando o resultado das eleições, a BBC nem conseguiu proferir a palavra "muçulmano". Um ex-ministro dos Labour disse apenas que existia um "problema" local mas recusou-se a expandir nesse ponto embora uma multidão de jovens barbudos pudessem ser vistos através da televisão rodeando Galloway.

* * * * * * *

Se fosse possível achar cómico o facto da esquerda secular estar a ser substituída pela esquerda islâmica - tal como se esperava - seria bom, mas a longo prazo, isto é mau. O repugnante vácuo deixado pelos antigos eleitores está a ser preenchido.

Obviamente que Galloway é um oportunista político. Olhando para o que se passou em Bradford, só podemos esperar que ele seja um caso isolado, mas é escusado pensar desse modo. À medida que a população maometana vai aumentando na Europa, os esquerdistas, que num passado recente eram totalmente "contra a religião", irão descobrir que falar bem do islão pode ser politicamente vantajoso.

Como todos sabemos, o compromisso da esquerda militante não é com o secularismo mas sim com a eliminação de adversários políticos até que a sua ideologia triunfe. Como o que eles querem é o poder, eles dirão qualquer coisa para ter e manter o poder mesmo que isso seja uma contradição directa com o que eles sempre defenderam.


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