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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Esquerdismo à beira de destruir a Suécia

O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.

Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos Suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correcto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).

Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.

No dia 18 de Outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em Novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada a estação de polícia em Uppsala.

Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.

Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista Sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:

Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.

Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipas SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:

Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada.Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.


Claramente, a Suécia esta a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correcto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia esta a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.

Fonte: http://bit.ly/2jAciyL

* * * * * * *

Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objectivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo Nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.

Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população Nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo Nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e por tranquilidade.

Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de facto funcionar e aumentar a tranquilidade dos Europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção.  Portanto, podemos prever  que ou a Suécia se torna num estado-policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.

Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mulher faz falsa denúncia de bomba contra o marido provocando a evacuação do avião


Uma mulher foi ontem detida no Aeroporto da Portela, em Lisboa, por ter feito uma falsa denúncia contra o marido e os sogros. Acusou-os de transportarem uma bomba na bagagem para bordo de um avião. A PSP constatou que a denúncia era falsa depois de ter ordenado a saída dos passageiros e bagagem do voo, tendo o avião descolado para Londres com atraso.

Os visados pela denúncia ficaram, no entanto, em terra. A mulher, portuguesa, dirigiu-se ao aeroporto pelas 11h00 e "apresentou a denúncia apontando o voo 501 da British Airways", disse fonte policial.

Após a intervenção de uma brigada de inactivação de explosivos, que confirmou não existirem objectos suspeitos a bordo, a aeronave partiu. A detida irá responder pelo crime de falsa denúncia. Fonte oficial do Aeroporto da Portela apenas disse que o avião com destino a Londres, com partida prevista para as 11h00, "teve um atraso de meia hora por motivos técnicos".

-Fonte-


Não bastavam as inúmeras falsas acusações de violação ou de abuso dos filhos, os homens agora têm que suportar mais este tipo de acusação.

Existem feministas que defendem que as mulheres são menos violentas que os homens. O que elas se esquecem é que muita da violência feita pelos homens é motivada por interesses femininos, e muitas vezes as mulheres usam o estado (isto é, os homens) para levar a cabo a violência que elas desejam.

Mas quem disse que as feministas se interessam pelos factos?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Erin Pizzey: Fui Expulsa do Movimento Feminista Por Ser Contra a Violência

Durante o ano de 1970 eu era uma jovem dona de casa com um marido, duas crianças, dois cães e um gato. Vivíamos em Hammersmith, West London, e eu não via o meu marido muitas vezes porque ele trabalha para a televisão em todo o país. Eu estava sozinha e isolada e buscava algo mais que o tradicional dia a dia composto por cozinhar, limpar e actividades domésticas.

No princípio dos anos 70 um novo movimento para a mulheres - exigindo igualdade e direitos - começou a aparecer nos jornais diários. Entre as frases feitas, eu lia as palavras "solidariedade" e "suporte".

Eu acreditava de forma apaixonada que, não só as mulheres nunca mais se iriam encontrar isoladas umas das outras, como juntas poderiam mudar a sociedade para melhor.

Passados poucos dias, depois de ficar a saber a morada dum grupo em Chiswick, pus-me a caminho dum encontra do Movimento para a Libertação da Mulher (MLM).

Para poder fazer parte do grupo, pediram-me para pagar £3 e 10 xelins como propina. Pediram-me também para identificar as outras mulheres como "irmãs" e chamar os nossos encontros de "colectivos".

O meu fascínio com este novo movimento durou apenas alguns meses. Durante os enormes "colectivos", eu ouvi mulheres estridentes a pregar o ódio à família. Eles diziam que a família não era um lugar seguro para as mulheres e para as crianças.

(As evidências dizem exactamente o contrário: não há lugar mais seguro para a mulher que o vinculo do casamento)

Fiquei horrorizada com a sua virulência e as suas tendências violentas. Cheguei a um ponto onde me pus de pé e tentei trazer as líderes desta nova organização de volta à razão.

Acabei por ser expulsa do movimento. O meu crime foi o de ter avisado algumas das mulheres do departamento de Shaftesbury do MLM que, se elas persistissem com o plano para bombear Biba (uma loja de roupas em Kensington), eu chamaria a polícia.

Biba foi alvo de ataque bombista porque as mulheres do MLM pensavam que a loja era um empreendimento capitalista dedicado a sexualizar os corpos das mulheres.

Decidi que estava a perder o meu tempo a tentar influenciar o que, de acordo com o que eu poderia observar, era um movimento marxista dedicado a ficar com o dinheiro de mulheres crédulas como eu.



O problema do feminismo não é só que fica com o dinheiro das mulheres mais crédulas, mas também que prepara o caminho para que estas fiquem eternamente sem a sua alma. É uma ideologia demoníaca que deve ser forçosamente resistida.

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