Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente
que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com
aqueles
que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto,
será que isso é a verdade? O que é que Bíblia diz em relação à imigração?
O
que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o
que é que o maior de todos os doutores, São Tomas de Aquinas, diz em
relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas ideias em
torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras
nacionais?
A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem
pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação
ao problema. Mas ele tem.
Nós nada mais temos que fazer que olhar para a
sua obra-prima, aSumma Theologica,
na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q.
105, Art. 3).
Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de
vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.
Diz São Tomás:
A
relação dum homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou
hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha
preceitos ajustados.
Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes
são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os
imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum.
Como assunto de defesa-própria, o Estado pode rejeitar aqueles
elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere
prejudiciais ou "hostis para os seus cidadãos.
A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a
imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis
ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.
Aos
Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os
estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas
terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas
suas terras como recém-chegados.
E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o
tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21):
’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma
vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’”
Aqui, São Tomás reconhece o facto de que os outros irão querer
visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros
merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se
deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode
e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.
Terceiro:
quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão
e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma
certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania
(tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado
cidadão excepto após terem passado duas ou três gerações, tal como o
disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).
São Tomas reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e
passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No
entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o
desejo de integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e
a vida da nação.
A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser
imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes
de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo
Aristóteles como havendo dito que este processo demorava
duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para
esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.
O
motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a
permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se
estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o facto
dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações
poderia-lhes levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.
O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correcto
mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de
complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afectam a
mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da
sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo
prazo para o seu futuro.
É prejudicial e injusto colocar o futuro da
nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa
própria, pouca ideia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na
nação. Tal política pode levar à destruição da nação.
Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquinas ressalva
posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual
modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente
integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns
povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da
nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto
são os Amalequitas].
Mesmo
assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe
conferida a cidadania devido a algum acto de virtude: como tal, é
reportado (Judite 14:6 que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".
Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à
existência de excepções que eram conferidas com base nas
circunstâncias. No entanto, tais excepções não eram arbitrárias, mas
tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania
conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados
à nação de Israel.
- -
Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à
imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro
que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação
e 2) o bem comum da nação.
A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos
imigrantes, e não a desintegração e nem a segregação. Esta imigração
não só deveria tomar como base os benefícios mas também as
responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se
tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família
mais alargada, e não se torna alguém com acções da bolsa duma companhia
que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.
Mais ainda, São Tomas ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.
Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade
com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política
introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns
de união, e varre por completo a habilidade social de absorver
organicamente os novos elementos para dentro da cultura unificada. Este
tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.
Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para
a sociedade visto que injecta nova vida e novas qualidades para o corpo
social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do
Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação
faria bem em seguir o conselho de São Tomas de Aquinas e os princípios
Bíblicos.
A nação deve practicar a justiça e a caridade com todos, incluindo com
os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a
sua unidade sob o risco de , de outro modo, deixar de existir.
Ao contrário do que a elite pseudo-Cristã (tanto Protestante como
Católica) afirma, o ensino tradicional Cristão em relação aos
imigrantes é aquele que se centra em primeiro lugar no bem comum dos
Nativos, e não nos sentimentos ou no benefício subjectivo dos
"imigrantes".
Esta análise de São Tomas de Aquinas deixa bem claro que o que os
filhos de Laodicéia - isto é, os falsos Cristãos - estão a fazer e a
dizer em relação à imigração nada tem de Cristão, mas serve muito bem
os interesses das personalidades globalistas a quem eles servem.
Uma expressão que vez após vez foi surgindo quando eu fazia a minha
pesquisa dos governos modernos é "Dialéctica Hegeliana". Passei algum
tempo a estudar o termo não só para saber o que era, mas também para
saber como é que o mesmo estava a ser usado pela classe governante como
forma de manipular o público de moda atingir um propósito
pré-estabelecido.
Inicialmente descrito pelo filósofo iluminista Alemão Georg Wilhelm
Friedrich Hegel, a Dialéctica Hegeliana é um mecanismo para se chegar a
uma verdade final ou a uma conclusão. É bem provável que vocês usem,
actualmente, o método Aristotélico de se chegar à verdade, que é
observar todos os factos da situação e inferir a conclusão mais lógica
tendo como base essas observações.
Por outro lado, Hegel falou dum
processo onde a verdade era atingida através dum processo de fricção e
conflicto entre uma força (tese) e a sua oposta (antítese). O resultado
final deste confronto - a síntese - é a melhor conclusão.
É bem provável que a síntese não seja a verdade final e absoluta. Esta
torna-se na nova tese e é formada uma nova antítese em sua oposição. O
conflicto avança então rumo a uma segunda síntese. Este processo
repete-se até que a síntese final é revelada, que, teoricamente, é a
verdade absoluta.
Dito de forma simples, a Dialéctica Hegeliana é a batalha entre dois
extremos como forma de se obter um resultado que se encontra algures no
meio. O resultado irá desenvolver uma força opositora e a batalha que
se seguirá irá ter outro tipo de resultados. A realidade objectiva que
temos actualmente incorporou dentro de si todas as "batalhas" prévias
de teses e antíteses desde o princípio; isto significa que - de acordo
com a teoria - estamos a viver dentro dum arco progressivo rumo à
verdade absoluta e rumo a um mundo perfeito.
Exemplos de teses e antíteses:
Tese
Antítese
Síntese
Hegemonia Francesa e Inglesa depois da Primeira Guerra
Hitler
Hegemonia
Americana
Conservadorismo Tradicional
Marxismo
Globalismo
Perda de poder doméstico por parte do governo dos EUA
11 de Setembro
"Patriot Act"
O NSA espia os Americanos
Feminismo
PUA, MRA
Neomasculinidade
?
A Dialéctica Nacional
Hegel propôs esta dialéctica como uma forma natural de se atingir a
verdade, mas tinha em mente que a própria nação era o veículo para se
criar a nova síntese. Tal como a maior parte dos pensadores do
Iluminismo, Hegel rejeitou a noção de Deus e colocou a nação-estado
como Deus. A elite moderna avançou ainda mais com isto ao determinar
uma síntese (um propósito específico) e posteriormente, a executar
eventos que evoluem artificialmente rumo a tal síntese pré-determinada.
Se a elite tem em vista um leque de resultados - quer seja um governo
mais autoritário ou uma guerra que consolida o seu poder - tudo o que
eles têm que fazer é gerar uma antítese que os irá levar rumo ao
resultado desejado. Isto é normalmente conhecido como ataque "bandeira falsa"
["false flag attack"] onde o governo duma nação ataca a própria nação
de modo a que possa responder da forma que sempre quis, visto que é só
através desse ataque que os cidadãos concordam com a síntese
pré-determinada.
Diga-se de passagem, os ataques bandeira-falsa são, na
verdade, uma forma comum que os governos usam para realizar os seus
propósitos.
Eis aqui dois círculos Hegelianos dentro dois quais nós podemos estar a viver:
Tese
Antítese
Síntese
Rússia recusa-se entrar na Nova Ordem Mundial
Desestabilizar a Ucrânia e a Síria; Forçar a Rússia a agir de forma agressiva
Criar pretexto para remover a elite Russa; Instalar políticos Ocidentais na Rússia.
Nacionalismo na Europa
Permitir a entrada de milhões de Afro-Islâmicos
Fortalecer as Nações Unidas e a União Europeia como forma de "proteger" as pessoas dos tumultos sociais
É comum as pessoas usarem a dialéctica na sua vida como forma de resolver problemas:
Tese
Antítese
Síntese
Não está a receber atenção.
Inventa drama, catástrofes e doenças
Recebe atenção por parte da família, amigos e estranhos
O que a elite governante faz, e já está a fazer há séculos, é gerar
reacções que requerem as soluções que eles sempre quiseram implementar.
Esta reacção (por exemplo, o 11 de Setembro) coloca os cidadãos num
estado de medo e de ansiedade, o que permite a fácil implementação de
soluções sem que haja qualquer tipo de resistência. Será que os
Americanos teriam protestado duma forma mais agressiva ao "Patriot Act"
se o 11 de Setembro nunca tivesse ocorrido? Muito provavelmente eles
haveriam de se rir desta proposta, tal como se riram das tentativas de
George W. Bush de privatizar a Segurança Social no princípio do seu
segundo mandato.
Cuidado com as "soluções" governamentais
Uma das formas de se ficar a saber que os governos estão a usar a
dialéctica Hegeliana para cumprir com os seus planos é quando eles têm
soluções prontas logo após um evento, antes mesmo de haver algum tipo
de debate público sobre essas "soluções". Isto é visto com frequência
nos Estados Unidos com o tópico do controle de armas, onde após cada
incidente de tiroteio e assassinatos, há uma apelo à limitação da venda
de armas por parte dos média e por parte do governo. O forte
controle de armas, ou a confiscação das mesmas, é a solução
pré-determinada da classe governante Americana que sem dúvida será
tentada no futuro.
Desde
Nero a queimar Roma a Hitler a queimar o Reichstag, um pouco por toda a
História líderes sedentos de poder geraram crises como forma de
apresentar ao público situações onde as suas soluções envolvendo um
Estado-Policial "faziam sentido"
"Entreguem as vossas armas" - É para vossa segurança...." (....)
Todas as crises financeiras que os Estados Unidos já sofreram foram
seguidas pelo mesmo padrão de dialéctica Hegeliana que resultou num
passo incremental rumo ao domínio financeiro mundial por parte duma
elite restrita. [Fonte]
Um outro uso relacionado da dialéctica Hegeliana é gerar a aparência
duma saudável oposição governamental. Nós vemos isso nos Estados Unidos
onde tanto os Democratas como os Republicanos são duas cabeças do mesmo
corpo. Eles criam uma fachada pública onde passam a imagem de duas
forças opositoras a debater e a comprometerem-se a servir os interesses
da nação, quando na verdade, ambos os partidos são controlados pelos
mesmos globalistas que fazem donativos a ambos os partidos.
O fenómeno
"cuckservative" revelou que os conservadores mainstream
são virtualmente idênticos à esquerda, com a excepção de alguns pontos
quentes tais como o aborto e a religião (eles já convergiram na questão
do "casamento" homossexual).
No
Ocidente, a escolha basicamente é entre a informação "esquerdista"
controlada, e a informação "direitista" controlada. O conflito entre os
dois grupos SOB CONTROLE mantém o aparente conflito informacional
aceso. Factos indesejados que se enquadram em nenhum dos grupos são
convenientemente esquecidos. Livros que não se enquadram dentro de
nenhum dos campos são efectivamente neutralizados porque eles irão
invocar a ira tanto da "direita" como da "esquerda". (...)
A dialéctica Hegeliana está
actualmente a ser aplicada como forma de assegurar e manter o poder
mundial absoluto, bem como a autoridade absoluta, nas mãos duma elite. [Fonte]
A dialéctica Hegeliana exige uma
tese e uma antítese, um pró. e um anti.. Será que isto não são absolutos? Será que os próprios conceitos de esquerda e direita, Este e
Oeste, preto e branco, etc, exigidos pela dialéctica, não são, em si,
uma confirmação do absolutismo? [Fonte]
(Uma política governamental com um título razoável tal como
"desenvolvimento sustentável" faz parte da dialéctica que tem como
propósito controlar o comportamento humano e a sua reprodução.)
É fácil governar quando os cidadãos encontram-e programados para exigir as mudanças que estão de acordo com os teus planos:
O aspecto
perturbador da abordagem de Alinsky para a "mudança social radical" é a
sua crença no método Marxista-Leninista de manter sempre as massas
desmoralizadas de modo a que elas passem a exigir mudança, ou insistam que o
sistema seja abolido de todo. [Fonte]
Muitos de nós estamos cientes do que a elite está a fazer à sociedade
como forma de a manter sob controle. A dialéctica Hegeliana permite-nos
ver como é que eles estão a fazer, acrescentando uma importante peça no
puzzle de modo a que mais facilmente se possam reconhecer os esquemas
autoritários. Sempre que ocorre uma crise cuja solução é avançada pelos
políticos, pelos governos, pelas organizações mundiais tais como as
Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, a Reserva Federal, ou
incontáveis outras entidades semi-governamentais, podemos ter a certeza
de três coisas:
1. A solução não irá resolver o problema original.
2. É bem possível que o problema tenha sido criado por uma das
instituições citadas em cima como forma delas mesmas avançarem com a
sua "solução"
3. O controlado processo Problema-Reacção-Solução está a reduzir a tua
liberdade e fazer com que fiques mais dependente do estado.
Depois de catástrofes violentas e eventos globais, pensem por alguns
instantes para ver exactamente quais são os seus planos reais tendo
como base a reacção daqueles que se encontram no poder, e pensem em
resistir a esses mesmos planos se isso estiver ao vosso alcance. Para
terem a certeza, podem assumir que virtualmente todas as soluções
não-locais avançadas pelo governo fazem parte dum plano de te magoar, e
que isso terá o efeito contrário ao declarado se por acaso o mesmo receber permissão para ser implementado.
Vou-vos poupar qualquer tipo de imitação de Arnold visto que imitações
do Exterminador
são permanentemente material de comediantes banais. Pelo contrário, a
série O Exterminador é um dos
exemplos mas profundos de programação
predictiva, estabelecendo memes e implantando ideias comparáveis ao filme
The Matrix. Embora o filme The Matrix seja o filme
conspiracional clássico dum "despertar" da fraude do sistema como um
todo, a série O Exterminador é
muito mais sinistra e séria na sua mensagem-presságio.
Presságio porque o verdadeiro plano do governo-sombra é, na verdade, o
de erguer uma Skynet, e sério
porque o paradigma central do establishment
é o de despovoamento.
Misturando os dois, ficamos com O
Exterminador. Devido a isso, há anos que sou de opinião de
que a instalação da Inteligência Artificial, embora cheia de conotações
esotéricas, centra-se pragmaticamente na instalação dum grade de
controle independente do erro humano que irá, posteriormente, funcionar
como uma grade de eliminação global do ser humano.
Os regimes e os impérios do passado entraram em colapso devido à
corrupção, à degeneração e devido à fragilidade humana. Qual é, então,
a única forma de evitar esta atrofia imperial? A resposta é a robótica
e a remoção dos seres humanos da equação - a ascenção das máquinas. Para esta
análise, não irei usar a abordagem tradicional de cena a cena do
simbolismo: A série O Exterminador
é bastante directa. Tal como um dedo-médio andróide gigante, os filmes O Exterminador são um exemplo
frontal dos planos a longo prazo do establishment
de instalar uma grade de controle com os agentes humanos fora do
sistema. Irei também olhar para os genuínos papeis brancos e planos que
detalham este enredo, bem como as vozes proeminentes que também fizerem
este mesmo aviso.
Os Filmes
No primeiro fascículo somos confrontados com um futuro apocalíptico
onde uma amorfa Skynet dizimou o globo com um ataque nuclear com o
propósito de colocar um fim à população humana. A este ponto, chega
Arnold, o assassino cyborg modelo T-800, enviado para o passado como
forma de impedir o nascimento de John Connor, o futuro líder da
resistência humana. Com arque-típicas luzes azuis da década 80, a cena
começa com um Arnold nu a devastar Los Angeles em busca de Sarah, a
mulher que está próxima de ser mãe e que se envolve sexualmente com
Kyle Reese, outro membro da resistência do futuro enviado com o
propósito de dar à luz John.
Não tenho a certeza, mas há algo deste enredo que não bate certo: se
o teu futuro pai volta atrás no tempo para te conceber, então
presumivelmente tu também poderias voltar atrás no tempo para te
conceberes a ti mesmo, se por acaso fosses incestuoso. Mas isto toca
num tópico marginal dos filmes O
Exterminador, para além da Inteligência Artificial,
nomeadamente, o tópico do determinismo, tempo e o livre arbítrio. Se o
Apocalipse nuclear é predestinado ou se o continuum do tempo pode ser
alterado, eram tópicos na linha da frente durante os anos 80 - basta
perguntar a Marty McFly e ao Doc [ed: do filme "Regresso ao Futuro"].
A Skynet nuka a América
(pensem no Matthew Broderick no filme Wargames!) porque a sua
"auto-consciência" adquirida resulta numa análise de custo-benefício da
ameaça e da utilidade de biliões de sacos de carne hominídeos. O
pensamento, as emoções e a fragilidade humana dão origem ao erro, e os
seres humanos podem desligar a Skynet,
e como tal, os seres humanos têm que ser eliminados.
A revelação essencial não é que a robótica irá evoluir para a
consciência (que se baseia por inteiro na antiquada visão mecanicista
do Iluminismo de que a realidade nada mais é que um determinismo causal
atomística), mas sim que o programa radical eugénico da elite global
passou a ser um transhumanismo
tecnocrata. A eugénica racial e familiar é algo do passado - uma
forma eugénica que deu lugar à bioética e à bioengenharia. Combinado
com o futurismo tecnocrata, nós temos agora, resultande dos modelos
Darwinistas e Malthusianos - transhumanismo ou o
pós-humanismo.
No filme"O Exterminador 2 - Dia do Juízo Final", isto torna-se ainda
mais evidente quando um ridículo robô esvidraçado T-1000 encontra-se
agora a perseguir John Connor, e depara-mo-nos agora com um dado
curioso: os humanos do futuro enviaram também um T-800 hackeado para
proteger John. Ocorrem debates em torno da habilidade do livre arbítrio
de mudar o curso da história, blá, blá, mas o que é mais relevante na
sequela é a declaração que Arnold faz em relação à forma como Skynet veio a existir.
O plano final do
portfolio revela uma total capacidade autónoma, "swarming", e tecnologia
Hypersónica como forma de causar a que o inimigo fique desequilibrado
ao ser capaz de, instantaneamente, gerar efeitos através do espaço de
batalha. Tecnologia para fazer auto-reparações no ar,
auto-reabastecimento no ar, manutenção automática, acoplamento
automático de alvos, voo supersónico, e a capacidade de fazer "swarming" iriam causar alterações
através do espectro DOTMLPF-P.
O resultado final seria uma revolução nos papéis humanos na guerra
aérea.
4.6.4.1
Long Term (FY25-47) Technology Enablers
Assumindo que as
decisões legais e políticas assim permitam, os avanços tecnológicos na
Inteligência Artificial irão permitir que os UAS [ed:
em inglês "UAS" = "Unmanned aerial vehicle" que signific "Veículo aéreo
não tripulado"] tomem e executem decisões complexas durante esta
fase da autonomia. Actualmente, a tecnologia de reconhecimento de alvos
normalmente depende da comparação e equivalência de informações
sensoriais específicas com modelos predictivos do alvo pretendido. À
medida que o número de tipos de alvos e factores ambientais aumentam, a
complexidade e o tempo disponível para levar a cabo a missão aumentam.
Para além disso,
muitos algoritmos de alvejamento focam-se em equipamentos militares. Os
nossos inimigos actuais e os nossos inimigos do futuro irão encontrar
formar de contrariar os nossos sistemas. Os sistemas alvejamento
autónomo têm que ser capazes de aprender e exercer um espectro de
missões úteis para o Joint Warfighter.
No entanto, os seres humanos irão reter a habilidade de alterar o nível
de autonomia apropriada para o tipo de fase ou de missão.
O propósito é, portanto, o de obter autonomia total, com os sistemas
de ataque a funcionarem de forma a detectar os alvos e as ameaças antes
do tempo usando modelos preditivos, algo como uma versão militar do
pré-crime. Tal como no filme Minority Report, a decisão da
Skynet de quem será uma ameaça futura
e tem que ser, consequentemente, eliminado (se um
julgamento e sem o processo devido) será determinado pro algoritmos
predictivos!
A justificação para a doutrina do iStrike preemptivo é, obviamente,
o "cenário de guerra", mas toda esta conversa legal significa que todos
os seres humanos são uma ameaça potencial num "cenário de guerra" global. Embora a maior parte da
humanidade ainda pense que a campo de batalha da vida e a competição
entre estados-nação e entre as corporações rivais, há décadas que os
globalistas planearam com antecedência, nos seus papeis brancos, os
cenários dum teatro universal e perpétuo de guerra levada a cabo contra
as "insurgentes" populações humanas em
massa.
No filme "O Exterminador 3 - A
Ascenção das Maquinas", um prateado nanobot sexy do futuro
é mais uma vez enviado de volta para o passado para caçar John Connor,
ao mesmo tempo que Arnold, como um mais velho modelo Commodore 64, regressa para ser
anjo da guarda de Connor. Tanto "O
Exterminador 2" como o "Exterminador
3"incluem o tema da Inteligência Artificial obter a
"auto-consciência" - com cenas lamechas de Arnold e Connor a
estabelecer laços emotivos, e com Arnold a começar a ter "sentimentos".
Todo o ethos da Inteligência Artificial obter "consciência" é nele
mesmo um mito sem-sentido nascido da ligação entre o Darwinismo e a
tecnologia, operando sobre a assumpção reducionista, mecanicista e
materialista de que a "consciência" nada mais é que um evolução
complexa de reacções químicas. O propósito final desta ideia é, tal como
já escrevi, uma espelhada imitação virtual da nossa realidade actual, fundida
com uma bio-orgânica.
Esta gigantesca narrativa de substituição é o mito maior da Royal Society perpetuado durante os
últimos séculos, e quase todos os técnicos colegiados bem como o guru
do establishment empresarial,
foram enganados por ele. Havendo sido enganados pela propaganda do Exterminador, mais as horas
adicionais da operação psicológica de Hollywood em torno do T-1000, bem como anos de
educação padronizada desde a sua idade mais jovem, o treino de ver a
robôs com "Inteligência Artificial" passarem a ficar "vivos" é, hoje em
dia, uma acção reflexiva a décadas de condicionamento (pensem na
simpatia que sentimos por “David” no filme de Spielberg e Kubrick com o
nome de "Inteligência Artificial").
Os mitos precisam duma componente futura e milenarista, bem como
duma grandiosa explicação narrativa para o passado, e o Darwinismo
misturado com o tecno-utopianismo é a junção perfeita para o homem
moderno, talvez com a panspermia a ser lançada para dentro da mistura.
No entanto, embora uma "Inteligência Artificial" consciente
"viva" não possa ser obtido, tal como JC Collins já elucidou, e tal
como eu já comentei, uma subconsciência sintética, orientada por dados,
pode ser possível através da colecta em massa de dados através da Internet
e das redes sociais durante um longo período de tempo.
Regressamos para nosso teatro virtual por alguns momentos. O aspecto
mais marcante do Exterminador 3
é a activação da Skynet por
parte da Força Aérea como um programa de software instalado em quase
todos os computadores e engenhos electrónicos. que, posteriormente,
pode activar um cenário de guerra de ataque nuclear mútuo
entre a Rússia e o Ocidente. Daquilo que sei, isto é absurdo visto
que as centrais eléctricas e os arsenais nucleares não estão ligados à
internet. Por exemplo, foi por isso que os ataques às instalações
nucleares Iranianas exigiram uma instalação directa de vírus através
duma drive zip.
Independentemente disso, a Skynet
do Exterminador 3 é um
omnipresente programa informático que se torna global. Se os rumores em
torno do software da PROMIS
estiverem certos, então a ascenção de coisas "Inteligentes" pode fazer
disto uma possibilidade. É preciso não esquecer o que Petraeus, como
chefe da CIA, disse em relação à possibilidade máquina de lavar poder espiar
os donos. De fato, o plano público da IBM é o de estabelecer SmartCities
totalmente integradas em áreas tais como Singapura e Rio.
Já postei muitas vezes sobre isso, mas o CEO explicitamente declara
que o pré-crime e a consciência informacional total será uma realidade
nestes pesadelos de plástico. Imaginem viver Best Buy do tamanho duma cidade.
No filme "O Exterminador 4:
Salvação", a acção decorre num futuro onde a resistência ataca
directamente a base da Skynet em São Francisco através da infiltração
ajudada pelo cyborg Cyberdyne
criminoso, Marcus Wright (Sam Worthington). Marcus revela-se como sendo
um plano a longo prazo da Skynet tendo
em vista o assassínio de John Connor através da infiltração da
resistência com um super soldado assassino, híbrido e programado.
O imaginário de Cristo toma o lugar principal, com Wright a
juntar-se aos humanos para os ajudar a destruir Skynet. Na parte 4, a Skynet é o antagonista
imediato, e nós recebemos uma imagem total da sua macabra fábrica de
escravos e do sistema de controle instalado em torno das experiências
e, por fim, da eliminação da humanidade. A parte saliente aqui é que
Skynet encontra-se estruturara tal
como uma SmartCity!
A integração total de todas as células, bem como da Internet das
Coisas, resulta numa cidade de escravos onde os sres humanos são
escravos brutalizados da tecnologia que eles mesmos construíram. Vice reportou
recentemente o verdadeiro programa militar da Skynet, revelando a
integração holística da qual estou a falar :
O seu estudo alega
que o DoD pode usar uma "colecção de dados em larga escala" para a
medicina e para a sociedade, através da "monitorização de indivíduos e
de populações usando sensores, engenhos usáveis, e a IoT [‘Internet of
Things’ = Internet das Coisas]” que, em união, "irão disponibilizar
detecção e analítica predictiva." O Pentágono pode construir uma
capacidade para isto "associando-se a provedores privados grandes, onde
a maior parte das soluções inovadoras estão actualmente a ser
desenvolvidas.
Em particular, o
Pentágono tem que melhorar a sua capacidade de análise rapido de
conjuntos de dados, investindo em "técnicas automáticas de análise,
análise de textos, e técnicas de interface como forma de reduzir o
tempo cíclico e as exigências de mão-de-obra necessáris para a análise
de conjuntos de dados maiores.
A robótica Cloud, termo cunhado por James
Kuffner, o mais novo chefe de robótica da Google, permite que os robôs
individuais aumentem as suas capacidades através da conexão via
internet como forma de partilhar os recursos online e colaborar com
outras máquinas. Por volta
de 2030, quase todos os aspectos da sociedade global podem-se tornar,
nas suas palavras, "instrumentalizadas, em rede, e potencialmente
disponíveis para o controle através da internet, numa hierarquia de
sistemas cyber-físicos.
Levemos
também em consideração que o artigo da Vice qualifica-nos a todos de
potenciais insurgentes e terroristas. Quando levamos em conta a mais
antiga visão do mundo anti-humana baseada na eugénica mantida pelo
verdadeiro sistema global, e quando levamos em conta a supremacia da
IBM nesse espectro, não é uma falha de lógica considerar que o plano
supremo é o de acabar com a humanidade através duma sistema de matança
totalmente integrado baseado na "Inteligência Artificial"
Se
por acaso assistiram ao mais recente filme Captain
America: Winter Soldier, esse era o enredo do filme, incluindo
a presença de algorítmos predictivos feitos eliminar os futuros
líderes da nossa resistência.
Portanto, temos as Forças Aéreas a admitir estes planos, bem como a
IBM, mas o que dizer da Skynet?
Tenho más notícias. Não só é a Skynet uma realidade, existem rumores de
que os filmes "O Exterminador" basearam-se nos planos a longo prazo do
Pentágono, e não o contrário. Já escrevi
no passado sobre o tópico da Skynet e do sistema global totalmente
integrado com microchips, bem como da tecnologia de satélites que pode
atacar os "insurgentes" com armas
energéticas direccionadas. Tal como o que já foi escrito aqui,
este é um plano militar realdesclassificado
no site Fas.org.
Isto não são especulações de ficção científica - reparem nas
tendências no mundo militar, no mundo económico, e no mundo bancário,
etc, até chegar à nossa vida diária com o nosso Melhor Amigo Para
Sempre, o teu iPhone. Segundo algumas especulações, durante os próximos
anos o teu iPhone será o teu assistente pessoal, capaz de ter uma
conversa contigo, semelhante ao "IOS" do excelente filme de SPike Jonze
com o título de "Her".
No entanto, "Her" pode ser
considerado segundo este prisma: é este
filme mais uma ferramenta de condicionamento, preparando-nos para a
ideia de nos apaixonarmo-nos com a nossa femme fatale tecnológica? Irão
notar que que por duas vezes Scarlett foi a cara destas novas deusas Pistis
Sophia tecno-gnósticas, de levarmos em consideração Lucy.
Para além disso, brevemente iremos ter novos filmes que giram em
volta da "Inteligência Artificial", exibindo mais mulheres bonitas. Tal
como um comentador do meu site opinou, podemos observar mas da
esterilidade eugénica a operar nos
vindouros robôs sexuais.
E
podemos pensar mais uma vez na "Inteligência Artificial", onde Jude
Law faz o papel de Gigolo Joe, o acompanhante robô com a aparência de
Fred Astaire. O propósito final é o de enganar os homens, levando-os a
pensar que o virtual e o sintético podem satisfazer os seus desejos, e
mal ele começa a aceitar esta
sobreposição falsa, a grade de matança começará a despovoar
de modo maciço.
Concluindo, temos que pensar bem para onde é que o nosso mais recente ídolo - a tecnologia - nos está a levar. Com o empresário da tecnologia Elon Musk emitir avisos semelhantes,
isto é algo que temos que pensar de modo sério. Ao mesmo tempo que os
média estão ocupados com histórias disparatadas e ridículas e eventos
eventos encenados, todas as agências de informação alternativas seguem
o comboio dos média mainstream,
salientando apenas alguma "ordem executiva" de Obama como o suposto
perigo que se aproxima e que se esconde por trás dos videojogos.
Pelo contrário, e tal como começo a acreditar, o verdadeiro propósito destas distracções é mais desonesto e com maior alcance: é a instalação da Skynet, a verdadeira Skynet,
que se encontrará ligada a todos os outros objectos "Inteligentes", uma
fábrica global de "Internet das Coisas" totalmente enredada, permitindo
que os computadores da "Inteligência Artificial" aproveitem o sistema para a "eliminação humana" segundo propósitos de despovoamento.
Serão os humanos - os globalistas - a programar a Inteligência Artificial de modo a que esta possa eliminar
as ameaças, e não a Inteligência Artificial a ficar viva como que por
magia. Vale a pena repetir que Bill Joy avisou-nos para esta
possibilidade no seu famoso artigo para a Wired, “Why
the Future Doesn’t Need Us.” Alternadamente, Musk
opina:
"Com a inteligência artificial, nós estamos a convocar o demónio," disse Musk durante a semana passada durante o 2014 Centennial Symposium do MIT Aeronautics and Astronautics Department.
Vocês conhecem todas estas histórias onde há um homem com um pentagrama
e água santa, e ele diz coisas como . . . claro que ele consegue
controlar o demónio, mas não é assim que as coisas funcionam.
O texto do Jay pode ser resumido com algumas poucas frases: Quanto
maior é a nossa dependência em relação à tecnologia, mais fácil será a
nossa eliminação física. O eugenismo da elite, associado ao Darwinismo
e à tecnologia imoral, certamente que são receita para a escravização
da humanidade. Mas de certa forma, nós já somos escravos, só que ainda não sabemos.
Porque é que a "Esquerda" nas suas mais variadas manifestações -
Comunistas, anti-fascistas, feministas, proponentes do
multiculturalismo e outros inimigos da civilização Europeia tradicional
- tem, regra geral, recursos consideráveis ao seu dispor? Porque é que
tais pessoas são frequentemente recompensadas com lugares de influência
nos média e no mundo académico?
A resposta é bastante simples: a Esquerda genérica é a criação e a
protegida do verdadeiro poder - o Grande Capital -, e a
dissolução das nações Cristãs ocidentais tem sido o propósito da elite
financeira cosmopolita há já muito tempo. É precisamente por isso que o
livro de Kerry Bolton se chama "Revolution from Above".
O autor foca-se maioritariamente na destruição dos valores tradicionais
e das instituições sociais, especialmente a família, através da
política, do mundo académico e dos meios de informação. O livro contém também capítulos valiosos em torno do papel de Wall Street nas revoluções mundiais
- desde a usurpação da Rússia por parte dos Bolcheviques em 1917, até
aos fortemente subsidiados e amplamente notificados golpes de estado dos
últimos anos - tais como as "revoluções coloridas" das várias repúblicas
Soviéticas até à Primavera Árabe.
Com este bem documento trabalho, o Neo-zelandês Bolton coloca-se dentro
duma orgulhosa tradição Anglo-Saxónica de genuínos historiadores
contemporâneos, na mesma linha de Nesta Webster, Douglas Reed, A. K.
Chesterton e Ivor Benson.
Raízes
Bolton localiza o princípio do fim da civilização Ocidental no
momento em que os mercadores e os banqueiros começaram substituir a aristocraciafundiárias
como a classe dominante, trazendo consigo o nascimento da usura,
industrialização, urbanização e a miséria social. O paradoxo aparente é
que foram essencialmente estas as forças que criaram e nutriram o
socialismo. Como Bolton demonstra, no entanto. o socialismo nunca foi
inimigo do Grande Capital, mesmo que a vasta maioria dos socialistas
tenha vivido e morrido a acreditar nessa ilusão.
Bolton nota que este desenvolvimento pode ser documentado logo no tempo
da Revolução Francesa, mas ele escolhe começar a sua narrativa no
período da Revolução Russa de 1917. Que a usurpação Comunista da Rússia
foi fortemente financiada por Wall Street é um facto indisputável, mas
sistematicamente ignorado pelos livros de história e documentários
televisivos. O maior financiador individual da Revolução Bolchevique
foi provavelmente Jacob Schiff, líder do banco de investimento Judaico
Kuhn, Loeb
& Co. Convém ressalvar que o seu parceiro na firma, o cunhado Paul Warburg, foi o arquitecto do Sistema da ReservaFederal. O irmão de Warburg, Felix, foi casado com a filha de Schiff, Frieda.
Bolton escreve:
Desde
os tempos do Presidente Woodrow Wilson que os EUA têm investido numa
politica externa que tem sido ditada pelos banqueiros internacionais,
principalmente através do CFR. Esta política externa nada mais é que
uma "revolução mundial", vasta, extensa e subversiva que nem mesmo
Trosky e os Bolcheviques chegaram algum dia a promulgar. [p. 227]
O "Council on Foreign Relations" (o em cima mencionado ”CFR”) foi
fundado no ano de 1921, mas esta fundação foi apenas uma formalidade
uma vez que o CFR era liderado pela mesma camarilha de plutocratas que,
com os seus aliados académicose jornalísticos,
conduziam a economia Americana e a política externa através da
presidência de Woodrow Wilson (1913 and 1921). O CFR e o seu gémeo
transatlântico, o "Royal Institute of
International Affairs"
(com sede em Londres), foram na verdade concebidos no dia 30 de Maio de
1919, no Hotel Majestic em Paris, durante as negociações do Tratado de
Versailles. Estas duas instituições têm sido as pedras angulares da estrutura de poderglobal daplutocraciaorganizada dede então.
Muito pouco mudou desde que o Presidente Woodrow Wilson levou os EUA para uma guerra sob slogan hipócrita "tornando o mundo um lugar seguro para a democracia".
O seu sucessor, Franklin D. Roosevelt, envolveu o país na Segunda
Grande Guerra com a mesma duplicidade e a mesma retórica pomposa, e, de
facto, inaugurou um período de relações ainda mais amigáveis com o
mundo Comunista. Ambos estavam sob o controle dos mesmos endinheirados
cosmopolitas, tais como Bernard Baruch, que era conselheiro de ambos. [ed: Baruch foi o homem que cunhou o termo "Guerra Fria", para descrever a relação entre os Soviéticos e os Americanos.]
Claramente, o Senador Joseph McCarthy não se encontrava a batalhar
contra moinhos de vento quando ele alertou o seu país da infiltração
Comunista nos pontos mais elevados do poder Americano. Embora ele não
entendesse, pelo menos inicialmente, esta não era apenas uma rede de
espiões, mas sim algo muito mais poderoso e maligno. Bolton cita o
historiador oficial do CFR, Peter Grosse, do seguinte modo:
Preocupações que
pareciam ser mais importantes no início da década de 1950 abateram-se.
A nação estava em perigo de sucumbir ao frenesim de alerta vermelho,
marcado pela ascensão mediática do Senador Joseph R. McCarthy. Sem
surpresa alguma, a membrasia do Concílio parecia estar solidamente
unida no seu desprezo pelo demagogo do Wisconsin; afinal, sob a sua
provocativa retórica encontra-se um ataque tímido à política externa
do establishment de toda a Costa Este, cujos membros se reuniam regularmente numa sala de conferência fechada na Harold Pratt House. [p.
43]
É por este motivo que o nome do valente Senador continua continua a
ser arrastado pela lama até aos dias de hoje, e o seu nome é tido como
sinónimo de paranóia política.
Bolton afirma que se não fosse pela existência de Estaline, o rápido
desenvolvimento do governo mundial que hoje em dia está a ganhar forma
já teria sido estabelecido logo após a guerra. O propósito original das
Nações Unidas era o dela se tornar numa instituição ainda mais poderosa
e mais eficiente do que aquela que ela se tornou. O tirano Soviético
não eliminou todos os seus rivais domésticos para se tornar num mero
lacaio dum poder externo e internacionalista. Portanto, a Guerra Fria
não foi no seu todo um falso conflito.
Quando a União Soviética finalmente foi dismantelada, as mesmas forças
não perderam tempo para avançar com a sua antiga ideia dum governo
global que tornaria o mundo seguro para a exploração financeira.
Hoje, o "Council on Foreign Relations" opera através de instituições
financiadas pelo governo, mascaradas de organizações independentes
agindo para promover ideais nobres, tais como "National
Endowment for Democracy", "Freedom House" e o "International Republican
Institute".
Um dos méritos do livro é facto de não só listar neo-conservadores
infames sedentos de guerra como John Podhoretz, William
Kristol, e Paul Wolfowitz, mas também figuras menoso conhecidas tais
como Max
Schachtman e os seus discípulos tais como Tom Kahn, que teve influência
considerável sobre a politíca externa de Reagan, e Carl Gershman, que
por muitos anos foi o chefe da "National Endowment for Democracy".
Todas estas pessoas eram Trotskyists que, a dada altura, mudaram a sua
estratégia e enrolaram-se com as Listras e as Estrelas [ed: a bandeira
americana] como forma de avançarem com a ideia da revolução mundial de
um modo mais eficaz.
Algo está seriamente errado com as mulheres actuais. Se não notaste é porque não tens prestado atenção. As mulheres americanas e as mulheres ocidentais encontram-se atoladas em preocupações, tristeza, depressão, ansiedade emocional e física, problemas e saúde e doenças nunca vistas no passado.
De forma geral, os média não reportam esta triste verdade na sua profundidade, mas se mantiveres os teus olhos abertos, observarás que algo está errado, e podes até encontrar parcelas de evidências desta doença em massa nos jornais, revistas e na televisão:
“Estudo recente apurou que uma em cada quatro mulheres com idades compreendidas entre 45 e os 59 está a tomar anti-depressivos.” — USA TODAY
"De modo acelerado, os Estados Unidos está a atrasar-se em relação aos outros países industrializados no que toca a expectativa de vida, e nenhum outro grupo demográfico se depara com um declínio mais acelerado que as mulheres. Segundo um estudo levado a cabo pelo "Institute for Health Metrics and Evaluation" (IHME) na Universidade de Washington, a expectativa de vida da mulher americana não está a crescer lentamente . . . na verdade, ela está em queda." —Travis Waldron, Thinkprogress.org
“Estima-se que 8 milhões de americanos sofram duma desordem alimentar - 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens.” —Press TV
“Entre duas a três mulheres americanas em cada 100, sofre de bulimia.” — South Carolina Department of Mental Health
“Uma em cada 200 americanas sofre de anorexia.” — South Carolina Department of Mental Health
“Actualmente, uma em cada 4 mulheres com idades compreendidas no intervalo 45-64 sofre algum tipo de desordem mental - um aumento de 20% durante os últimos 15 anos.” — The Telegraph
Estas estatísticas, tal como sintomas duma doença oculta, são um forte indicador duma crescente epidemia. Mas o que é que está a acontecer?
A resposta, segundo aqueles que analisam este tipo de dados, prende-se com o facto das mulheres estarem a trabalharem mais do que nunca. Isto é o resultado directo do movimento feminista que varreu os EUA desde os anos 60 até aos anos 1990.
“O Movimento Feminista, ou o Movimento de Libertação da Mulher, é um período de actividade feminista nos Estados Unidos que teve início no princípio dos anos 60 e durou até ao final dos anos 90.” —Wikipédia
Claro que, mulheres a ter carreiras profissionais e a obter a mesma educação que os homens é algo de bom. O problema encontra-se no facto das mulheres actuais não só trabalharem a tempo inteiro, mas também levarem a cabo o seu papel tradicional de mães, esposas, filhas e matriarcas. À medida que as horas aumentam, e juntamente com o stress resultante da crise económica, muitas mulheres estão a ter dificuldade em enfrentar esta nova dinâmica:
“As mulheres de meia idade que tentam coordenar as carreiras, os filhos e os parentes mais velhos, estão a sofrer mais de depressão e ansiedade que qualquer outro grupo social, revelam dados da NHS.” —The Telegraph
“O grupo de caridade 'Mind', que trata de problemas mentais, afirmou que as mulheres nos seus 40 e 50 anos estão a ficar cada vez mais afectadas por tentarem gerir as responsabilidades da família, da cada e do emprego.…Este grupo etário em particular foi provavelmente educado por mães caseiras mas agora elas são mulheres com carreiras profissionais que enfrentam a pressão financeira de fazer parte duma família com rendimento duplo.” —The Telegraph
Os órgãos de informação defendem que, graças ao movimento feminista dos pós-anos 60, as mulheres actuais possuem mais liberdades e mais oportunidades que as tornam quase iguais aos homens.
Ouvimos esta adulação do feminismo repetida por muitos jornalistas, líderes industriais e professores universitários. À primeira vista, esta ideia parece correcta e plausível, mas será mesmo verdade? Será que as mulheres já avançaram assim tanto? Estão as mulheres de hoje numa posição superior a qualquer outra era da história?
As estatísticas não confirmam isso, quando se fala em termos de saúde. Mas para além disso, há outros factos em redor desta história.
Engenharia social secreta por trás da "mulher moderna"
(...) As mulheres ajudaram a moldar a cultura americana, não só nas últimas décadas, mas desde o tempo em que os peregrinos chegaram à América do Norte. Desde o princípio, as mulheres assumiram papéis de liderança na política, ciência, educação, literatura, medicina e como cidadãs informadas. Mas nas últimas décadas as mulheres americanas e as mulheres ocidentais sofreram uma transformação repentina; ocorreu uma mudança tão profunda e tão evidente que é surpreendente que tão poucos sociólogos tenham reconhecido e escrito em torno da gravidade das suas implicações.
De alguma forma, a sociedade - fomentada pelos órgãos de comunicação em massa e as grandes companhias que as subsidiam - pegou nas antigas histórias em torno das mulheres de sonho, que é algo mais ou menos igual a ISTO:
E transformaram esse sonho em algo como ISTO:
No entanto, o que se passa é que esta realidade só se aplica a uma pequeníssima quantidade de mulheres. Apesar de todo o idealismo dos média e da publicidade universitária que incita as mulheres a obter educação superior, o facto é que a vida das mulheres transformou NISTO:
Para além disso, uma larga percentagem de mulheres americanas trabalha nas vendas. Portanto, o "sonho" que está a ser vendido às mulheres americanas, se te queres aproximar da realidade, parece-se mais com ISTO:
O resultado é o lugar onde nos encontramos hoje, com as crianças a sofrerem mais do que os outros, vítimas de elevados níveis de divórcios, destruição da família nuclear, ambos os pais a trabalhar (reduzindo o tempo familiar), preocupações financeiras, stress, etc. A mulher "trabalhadora" chegou até nós após o sacrifício das valores familiares tradicionais.
Pior ainda, a tal "emancipação" da mulher transformou de um modo fundamental o comportamento da mulher. Agora, não mais dependente da família para o seu bem estar - tanto a família onde nasceu como a família que ajudou a criar - as mulheres são mais agressivas, mais promiscuas, mais frias e distantes, menos empáticas, e menos simpáticas. Essencialmente, elas estão a ser masculinizadas.
Mulher Moderna vs Mulher Tradicional
Comparemos agora a Mulher Moderna com a Mulher Tradicional.
Mulher Moderna:
Não quer filhos "para já", ou não os quer de todo
Gosta de ter relações sexuais com múltiplos parceiros e sente que está a ganhar poder
Consome mais álcool e drogas hoje de que em qualquer outra época da história
Gosta de exibir o seu corpo nos mais váriados níveis de nudez.
Age de modo mais agressivo que no passado, indirectamente ensinando as crianças que a agressividade é perfeitamente aceitável.
Mulher Tradicional:
Procura um bom marido
Anseia ter filhos
Acredita que o seu objectivo principal na vida é educar crianças, e está disposta a sacrificar-se por elas
Não busca sexo com outro homem que não seja o seu marido
Exibe comportamento afável e gentil de modo a que possa gerar uma comunidade / sociedade própria para educar crianças
Dos dois tipos de "mulher" descritas em cima, qual delas parece a mais acertada? Se és uma mulher, com qual das duas te identificas mais? Se és um homem, qual das duas se ajusta ao teu ideial de máe, irmã e esposa?
A Mulher Tradicional tem esta aparência:
Nancy Davis/Reagan posando para um foto
Comparativamente, a Mulher Moderna tem a aparência que se segue:
Sem dúvida que concordarás que a Mulher Tradicional exemplificada em cima, quando comparada com a Mulher Moderna, é mais esperta, mais forte, tem mais classe e tem mais inteligência. O que nós não nos apercebemos é que a Mulher Moderna não está apenas a evoluir naturalmente, mas é o resultado de criação propositada e engenharia social
“Engenharia social é uma disciplina . . . que se centra nos esforços levados a cabo pelos governos ou por grupos privados tendo em vista a modificação de atitudes populares e comportamentos sociais em larga escala.” —Wikipedia
O que isto significa é que os órgãos de comunicação e os seus patrocionadores estão a "vender" a ideia da Mulher Moderna às jovens de hoje em dia. Aparentemente, eles (os média e os tais grupos privados) querem criar a Mulher Moderna junto das novas gerações de raparigas, uma Mulher Moderna que é o oposto da Mulher Tradicional
Como e porque é que a Elite está a fazer isto?
Comecemos pelo "como." O seu modo de agir é simples: eles estão a usar a ferramente hipnotizadora mais usado hoje em dia: a televisão e os órgãos de informação no geral. Olhem para a horrível lista de programas de TC que as grandes companhias estão a vender as jovens mulheres:
MOB WIVES
REAL HOUSEWIVES
JERSEY SHORE
SEX IN THE CITY
JERRY SPRINGER
STEVE WILKOS
MAURY POVICH
Estes programas não só têm uma influência negativa sobre as jovens mulheres e sobre os jovens homens, como têm um impacto social negativo duradouro. A isto acresce-se o facto das mulheres se sentirem inadequadas pelos órgãos de comunicação devido à exposição repetida a anúncios impressos, revistas, programas de televisão e filmes que mostram modelos excessivamente magras, bonitas, jovens e sem qualquer defeito.
Todos nós sabemos que isto é marketing bem óbvio de padrões impossíveis de atingir que prejudicam de igual modo as mulheres jovens e as menos jovens.
Então, porque é que os órgãos de comunicação em massa continuam a fazer isto? Só há uma palavra para definir este ataque às mulheres: sinistro. Os média criam um padrão de valor, e as mulheres julgam-se segundo este padrão - conscientemente ou não. Tudo isto leva a que a maior parte das mulheres se sintam inadequadas.
“Em 1983, 3 em cada 10 mulheres americanas (30%) afirmou que se encontrava insatisfeita com a sua aparência geral. Este número subiu para quase 1 em cada 2 (48%) em 1993.”— Maggie Wykes, Barrie Gunter, If Looks Could Kill
Claro que nos é dito que as mulheres sexualmente atraentes vendem produtos, mas será possível que os mass media não estejam assim tão interessados na venda de produtos quanto estão interessados em fazer com que a mulher se sinta inadequada, causando assim que ela busque realização pessoal noutro sítio (isto é, nas carreiras)?
Se pensas que é ridículo acreditar que as mulheres podem ser manipuladas e influenciadas pelos órgãos de comunicação, ou pelas grandes companhias, enttão vê o vídeo de 4 minutos que se segue, que faz parte do documentário premiado com o nome de The Century of the Self.
No mesmo é-nos mostrado como nos anos 1940 uma grande companhia foi bem sucedida em congeminar um plano que encorajasse as mulheres a fumar - algo que, até essa altura, a maior parte das mulheres nem sonhava em fazer:
No vídeo é-nos mostrado como uma grande companhia criou a ideia de que se as mulheres fumassem, isso tornar-lhes-ia mais fortes e independentes - uma ideia que até hoje persiste. O propósito da companhia era o de vender mais cigarros, e eles usaram os média para atingir este objectivo implantando "uma ideia" na mente das mulheres. Será possível, portanto, que os meios de comunicação e os seus financiadores tenham também encorajado as mulheres a entrar no mercado de trabalho? Será que o movimento feminista, o catalisador que empurrou as mulheres para o mercado de trabalho, socialmente arquitectado pelas grandes companhias como forma de obter mais lucro?
Aaron Russo (1943 – 2007), amigo de Nick Rockefeller (da dinastia Rockefeller) revela como Rockefeller admitiu que o movimento feminista foi uma obra de engenharia social criada para empurrar as mulheres para o mercado de trabalho como forma de aumentar o número de pessoas a cobrar impostos e aumentar os lucros das empresas (reduzindo os salários dos funcionários):
Este tipo de informação é surpreendente. Muitos acreditam que Russo foi assassinado precisamente devido ao tipo de coisas que ele revelou em torno de Nick Rockefeller e os planos secretos dos Rockefeller.
A influência total - económica, política e até espiritual - do movimento de emancipação das mulheres (feminismo) faz-se sentir até hoje em todas as áreas da sociedade. Devido ao facto das mulheres terem entrado em massa no mercado de trabalho, o preço das casas e dos carros aumentou exponencialmente, visto que as grandes empresas podiam agora exigir mais pelas casas e pelos carros devido a existência de duas pessoas com rendimentos.
Nós podemos ver como o paradigma mudou assistindo programas de TV a preto e branco como Leave it To Beaver que revelam uma família só com uma pessoa a trabalhar: o pai chega a casa por volta das 4 da tarde e mais tarde janta com as família. Eles desfrutam duma casa agradável, um bom carro e um enorme jardim. Esta era a forma como os americanos viviam.
Por contraste, hoje os pais e as mães empurram os filhos para as creches logo de manhã, e conduzem furiosamente para os seus empregos como forma de obter os dois rendimentos que lhes permitem manter as cabeças acima do nível da água e impedir que os bancos fiquem com as suas casas, os seus carros e as suas vidas. O tempo familiar e os valores familiares foram trocados por uma colecção inorgânica de madeira, pregos, aço, elástico e um espantoso engenho de GPS.
Hoje em dia, quer as mulheres queiram ou não, elas são forçadas a trabalhar, vítimas da economia criada pelo movimento feminista (que, indirectamente, prejudicou a sociedade americana e os valores familiares). A vasta maioria das mulheres encontra-se aprisionada nos seus empregos de baixo rendimento, sem futuro, o que só contribui para o seu sentimento de depressão, tristeza, raiva, confusão e aí por diante.
Hoje, as famílias têm cada vez menos filhos, um sinal claro de que as mulheres estão stressadas:
“Dando prosseguimento a um declínio de 12 anos, a taxa de natalidade dos EUA atingiu o seu ponto mais baixo desde que dados nacionais têm estado disponíveis.” —About.com (2012 stats)
Para além disso, mais mulheres estão a gerar filhos fora do casamento - mais uma evidência da engenharia social da Mulher Moderna:
“Mais de um terço de todos os nascimentos ocorre em mulheres solteiras.” —About.com (2012 stats)
Como é que podemos lutar contra esta engenharia social da mulher? Como é que podemos ajudar as mulheres a lutar contra a doença que lhes aflige? Talvez começando por demonstrar que as mulheres nunca foram oprimidas, mas sim respeitadas, amadas e valorizadas primeiro e acima de tudo, dentro de casa.
“O homem pode ser a cabeça do lar, mas a mulher é o pescoço. O pescoço pode girar a cabeça na direcção que ele bem entender.” —My Big Fat Greek Wedding
“Uma esposa feliz, é uma vida feliz.” —Provérbio
As mulheres sempre contribuíram para as artes, para a ciência e para a civilização como um todo, mas este facto é minimizado pelos mass media uma vez que não se ajusta à percepção de realidade que os média querem que as jovens mulheres acreditem. (...) Em vez disso, os média incentivam as mulheres a sentirem-se inferiores aos homens ao reportarem coisas como "telhados de vidro" e coisas assim, motivando as mulheres a alistarem-se numa guerra entre os sexos e plantando uma semente na sua cabeça que mais tarde gera sentimentos e desejos de querer competir com os homens.space
Mulheres Famosas na História
Estas mulheres parecem-te viver sob opressão?
Se as mulheres eram tão oprimidas antes do movimento feminista dos anos 1960-1990, como foi que ela atingiu tudo isto no princípio dos anos 1950?
Não encontrarás nomes de mulheres na Constituição. Salvo algumas excepções, elas foram largamente ignoradas pelos historiadores e pelos livros escolares dedicados aos inícios da história americana. Mesmo assim, houve mulheres que foram médicas, advogadas, pregadoras, escritoras e cantoras. Em todos estes casos, elas fizeram contribuições importantes para os primeiros anos da histórias americana.
Acreditar que as mulheres eram oprimidas pelos homens antes de terem sido "emancipadas" pelo movimento feminista dos anos 1960-1990 fundamenta-se num sonho sinistro implantado nas nossas mentes pelas meios de comunicação e pelos seus financiadores corporativos. Este sonho transformou-se agora num pesadelo não só para as mulheres, mas para todos nós e principalmente para as nossas crianças, que pagam o preço.
As boas notícias é que as mulheres parecem estar a acordar deste pesadelo. Usando a sua natural intuição - as mulheres sempre estiveram mais próximas da sua intuição que os homens - as mulheres começam a observar que, de alguma forma, alguém ou algo as está a empurrar para fora do papel central. Algo correu tragicamente mal, e embora a maior parte das mulheres não consiga dizer com precisão o que é que está destroçado, existe um claro sentimento de que as coisas não estão como deveriam estar.
Nós vemos isto num novo estudo da More Magazine, que mostra quem apesar do idealismo da mulher no local de trabalho, as mulheres estão menos ambiciosas do que estavam há 10 anos atrás. O terceiro relatório anual da More levou a cabo um inquérito junto das mulheres americanas sobre as suas atitudes em torno dos seus empregos.
Uns surpreendentes 43% das mulheres afirmou estar menos ambiciosa do que estava há 10 anos atrás.
73% disseram que não se candidatariam para o lugar do patrão.
38% disseram que não queriam as políticas, a pressão e a responsabilidade envolvida nos empregos de topo.
Este declinio na ambição, afirma a More, não é novo; o relatório cita dados de vários estudos nacionais levados a cabo pela Families and Work Institute que mostram como a percentagem de mulheres com idades entre os 35 e 44 que desejavam um emprego com mais responsabilidade caiu dos 40% para os 35% entre os anos de 1992 e 2008.
Claramente, as mulheres começam a questionar a mensagem que lhes foi alimentada pelos média e pelos seus financiadores. As mulheres estão a levantar questões, buscando respostas e, basicamente, a chegar às mesmas conclusões presentes neste artigo. Esperemos que a tendência continue.
Conclusão:
O movimento feminista do final do século 20 foi uma fraude socialmente arquitectada em oculto pelos 1% da Elite com o propósito de empurrar as mulheres para o mercado de trabalho. Com as mulheres a trabalhar, as grandes empresas ganharam mais dinheiro do que em qualquer outra altura da sua existência. A Elite conseguiu levar isto a cabo implantando na mente feminina a ideia de que estão a ser suprimidas pelos homens e que a forma de demonstrar genuína igualdade é competindo com os homens no mercado de trabalho. Infelizmente, as mulheres estão a ser esgotadas uma vez que têm também que levar a cabo os papéis tradicionais.
Como resultado, as mulheres sofrem mais do que em qualquer outro momento da história, e muitas estão a ter menos filhos (algumas nem chegam a ter filhos). O sonho da mulher - de encontrar o príncipe encantado e viver uma vida feliz para sempre - transformou-se numa busca de formas de ganhar mais dinheiro e competir com os homens no local de trabalho. Como consequência, temos uma sociedade onde um peso enorme cai sobre os ombros das mulheres, e onde o Estado está a criar os filhos, em vez de serem mães dedicadas a fazer isso, e onde a saúde geral da mulher está em nítido decréscimo como nunca dantes.