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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Será que Wall Street financiou a Revolução Russa?

Sim, os banqueiros internacionais não só financiaram a Revolução Russa, mas financiaram os primeiros anos da União Soviética até bem para dentro do regime de Stalin.

Em 1917, em Nova York, Trotsky recebeu $20 milhões por parte de Jacob Schiff, e mais dinheiro por parte de Sir George Buchanan, da família Warburg, da família Rockefeller, dos parceiros da  J.P. Morgan (pelo menos $1 milhão), de Olaf Aschberg (do Nye Bank de Estocolmo, Suécia), de Rhine Westphalian Syndicate, dum financiador chamado Jovotovsky (cuja filha se casou com Trotsky), de William Boyce Thompson (director do Chase National Bank e que contribuiu com  $1 milhão), e de Albert H. Wiggin (Presidente do Chase National Bank).

Um relatório que se encontra com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, revelou que  a “Kuhn Loeb & Co” financiou o primeiro Plano Quinquenal de Stalin, e  Schiff continuou a enviar dinheiro para a Rússia muito depois da verdadeira natureza dos Bolcheviques e de Stalin já ser amplamente conhecida no mundo. 

Schiff arranjou outros $10 milhões para a Rússia supostamente para ajuda humanitária de guerra para os Judeus, mas eventos posteriores revelaram que isso era uma fachada para um investimento financeiro.

Arsene de Goulevitch, um importante General Russo Branco , escreveu:

No entanto, os principais fornecedores de fundos para a revolução não foram os idióticos milionários Russos e nem os bandidos armados de Lenin. O "verdadeiro" dinheiro veio principalmente de certos círculos Britânicos e Americanos que há já muito tempo haviam dado o seu apoio à causa revolucionária Russa. O importante papel levado a cabo pelo abastado banqueiro Americano Jacob Schiff nos eventos que se desenrolaram na Rússia, embora parcialmente revelados, já não é segredo.

O financiamento da Revolução Russa por parte dos banqueiros Americanos não estava directamente relacionado com o seu desejo de propagar o comunismo, ou algum tipo de simpatia com a causa comunista. Eles financiaram os Bolcheviques por três motivos:

1. Os campos de petróleo Russos
2. O estabelecimento dum Banco Central
3. Eles queriam-se ver livres do Czar.

Tanto a Standard Oil, que pertencia à família Rockefeller, e a Royal Dutch Shell, cujos sócios maioritários eram os membros da família Rothschild, tinham interesse nos ricos campos de petróleo da Rússia, mas estes campos pertenciam ao Czar Nicolau II.

Os três últimos Czares da Rússia (Alexandre II, Alexandre III e Nicolau II) haviam-se oposto sempre à criação duma Banco Central na Rússia (sob a posse de banqueiros internacionais).

O Czar Nicolau II não só se encontrava no caminho das ambições dos banqueiros internacionais em relação aos campos de petróleo da Rússia e a criação dum Banco Central, mas estava bem ciente do plano dos banqueiros de se apoderarem de todo o mundo.

Os Bolcheviques não só mataram o Czar Nicolau II, mas mataram também toda a família Real Russa, incluindo as mulheres e as crianças.


Fonte: http://bit.ly/1DwW65qhttp://bit.ly/1wKvqJV



sábado, 28 de setembro de 2013

A revolução que vem do topo

Porque é que a "Esquerda" nas suas mais variadas manifestações - Comunistas, anti-fascistas, feministas, proponentes do multiculturalismo e outros inimigos da civilização Europeia tradicional - tem, regra geral, recursos consideráveis ao seu dispor? Porque é que tais pessoas são frequentemente recompensadas com lugares de influência nos média e no mundo académico?

A resposta é bastante simples: a Esquerda genérica é a criação e a protegida do verdadeiro poder - o Grande Capital -, e a dissolução das nações Cristãs ocidentais tem sido o propósito da elite financeira cosmopolita há já muito tempo. É precisamente por isso que o livro de Kerry Bolton se chama "Revolution from Above".

O autor foca-se maioritariamente na destruição dos valores tradicionais e das instituições sociais, especialmente a família, através da política, do mundo académico e dos meios de informação. O livro contém também capítulos valiosos em torno do papel de Wall Street nas revoluções mundiais - desde a usurpação da Rússia por parte dos Bolcheviques em 1917, até aos fortemente subsidiados e amplamente notificados golpes de estado dos últimos anos - tais como as "revoluções coloridas" das várias repúblicas Soviéticas até à Primavera Árabe.

Com este bem documento trabalho, o Neo-zelandês Bolton coloca-se dentro duma orgulhosa tradição Anglo-Saxónica de genuínos historiadores contemporâneos, na mesma linha de Nesta Webster, Douglas Reed, A. K. Chesterton e Ivor Benson.

Raízes

Bolton localiza o princípio do fim da civilização Ocidental no momento em que os mercadores e os banqueiros começaram substituir a aristocracia fundiárias como a classe  dominante, trazendo consigo o nascimento da usura, industrialização, urbanização e a miséria social. O paradoxo aparente é que foram essencialmente estas as forças que criaram e nutriram o socialismo. Como Bolton demonstra, no entanto. o socialismo nunca foi inimigo do Grande Capital, mesmo que a vasta maioria dos socialistas tenha vivido e morrido a acreditar nessa ilusão.

Bolton nota que este desenvolvimento pode ser documentado logo no tempo da Revolução Francesa, mas ele escolhe começar a sua narrativa no período da Revolução Russa de 1917. Que a usurpação Comunista da Rússia foi fortemente financiada por Wall Street é um facto indisputável, mas sistematicamente ignorado pelos livros de história e documentários televisivos. O maior financiador individual da Revolução Bolchevique foi provavelmente Jacob Schiff, líder do banco de investimento Judaico   Kuhn, Loeb & Co. Convém ressalvar que o seu parceiro na firma, o cunhado Paul Warburg, foi o arquitecto do Sistema da Reserva Federal. O irmão de Warburg, Felix, foi casado com a filha de Schiff, Frieda.

Bolton escreve:

Desde os tempos do Presidente Woodrow Wilson que os EUA têm investido numa politica externa que tem sido ditada pelos banqueiros internacionais, principalmente através do CFR. Esta política externa nada mais é que uma "revolução mundial", vasta, extensa e subversiva que nem mesmo Trosky e os Bolcheviques chegaram algum dia a promulgar. [p. 227]

O "Council on Foreign Relations" (o em cima mencionado ”CFR”) foi fundado no ano de 1921, mas esta fundação foi apenas uma formalidade uma vez que o CFR era liderado pela mesma camarilha de plutocratas que, com os seus aliados académicos e jornalísticos, conduziam a economia Americana e a política externa através da presidência de Woodrow Wilson (1913 and 1921). O CFR e o seu gémeo transatlântico, o "Royal Institute of International Affairs" (com sede em Londres), foram na verdade concebidos no dia 30 de Maio de 1919, no Hotel Majestic em Paris, durante as negociações do Tratado de Versailles. Estas duas instituições têm sido as pedras angulares da estrutura de poder global da plutocracia organizada dede então.

Muito pouco mudou desde que o Presidente Woodrow Wilson levou os EUA para uma guerra sob slogan hipócrita "tornando o mundo um lugar seguro para a democracia". O seu sucessor, Franklin D. Roosevelt, envolveu o país na Segunda Grande Guerra com a mesma duplicidade e a mesma retórica pomposa, e, de facto, inaugurou um período de relações ainda mais amigáveis com o mundo Comunista. Ambos estavam sob o controle dos mesmos endinheirados cosmopolitas, tais como  Bernard Baruch, que era conselheiro de ambos. [ed: Baruch foi o homem que cunhou o termo "Guerra Fria", para descrever a relação entre os Soviéticos e os Americanos.]


Claramente, o Senador Joseph McCarthy não se encontrava a batalhar contra moinhos de vento quando ele alertou o seu país da infiltração Comunista nos pontos mais elevados do poder Americano. Embora ele não entendesse, pelo menos inicialmente, esta não era apenas uma rede de espiões, mas sim algo muito mais poderoso e maligno. Bolton cita o historiador oficial do CFR, Peter Grosse, do seguinte modo:

Preocupações que pareciam ser mais importantes no início da década de 1950 abateram-se. A nação estava em perigo de sucumbir ao frenesim de alerta vermelho, marcado pela ascensão mediática do Senador Joseph R. McCarthy. Sem surpresa alguma, a membrasia do Concílio parecia estar solidamente unida no seu desprezo pelo demagogo do Wisconsin; afinal, sob a sua provocativa retórica encontra-se um ataque tímido à política externa do establishment de toda a Costa Este, cujos membros se reuniam regularmente numa sala de conferência fechada na Harold Pratt House. [p. 43]

É por este motivo que o nome do valente Senador continua continua a ser arrastado pela lama até aos dias de hoje, e o seu nome é tido como sinónimo de paranóia política.

Bolton afirma que se não fosse pela existência de Estaline, o rápido desenvolvimento do governo mundial que hoje em dia está a ganhar forma já teria sido estabelecido logo após a guerra. O propósito original das Nações Unidas era o dela se tornar numa instituição ainda mais poderosa e mais eficiente do que aquela que ela se tornou. O tirano Soviético não eliminou todos os seus rivais domésticos para se tornar num mero lacaio dum poder externo e internacionalista. Portanto, a Guerra Fria não foi no seu todo um falso conflito.

Quando a União Soviética finalmente foi dismantelada, as mesmas forças não perderam tempo para avançar com a sua antiga ideia dum governo global que tornaria o mundo seguro para a exploração financeira.

Hoje, o "Council on Foreign Relations" opera através de instituições financiadas pelo governo, mascaradas de organizações independentes agindo para promover ideais nobres, tais como "National Endowment for Democracy", "Freedom House" e o "International Republican Institute".

Um dos méritos do livro é facto de não só listar neo-conservadores infames sedentos de guerra como John Podhoretz, William Kristol, e Paul Wolfowitz, mas também figuras menoso conhecidas tais como Max Schachtman e os seus discípulos tais como Tom Kahn, que teve influência considerável sobre a politíca externa de Reagan, e Carl Gershman, que por muitos anos foi o chefe da "National Endowment for Democracy".

Todas estas pessoas eram Trotskyists que, a dada altura, mudaram a sua estratégia e enrolaram-se com as Listras e as Estrelas [ed: a bandeira americana] como forma de avançarem com a ideia da revolução mundial de um modo mais eficaz.




domingo, 11 de agosto de 2013

Wall Street e a Revolução Bolchevique

Porque é que a Missão Americana da Cruz Vermelha de 1917 enviada para a Rússia incluia mais homens ligados à finança do que médicos? 

Em vez de cuidar das vítimas da guerra e da revolução, os seus membros pareciam mais interessados em negociar contractos com o governo de Kerensky e, subseqüentemente, com o regime Bolchevique.

Numa investigação corajosa, Antony Sutton disponibiliza evidências históricas sólidas que estabelecem uma ligação entre os capitalistas Americanos e os Comunistas Russos.

Baseando-se nos ficheiros do "State Department", documentos pessoais de figuras importantes de Wall Street, biografias e histórias convencionais,

Sutton revela:
  • 1) O papel que os executivos banqueiros da Morgan tiveram em canalizar ouro Bolchevique ilegal para os EUA;
  • 2) O uso da Cruz Vermelha por parte de forças poderosas de Wall Street;
  • 3) A intervenção por parte de fontes de Wall Street para libertar o revolucionário Marxista Leon Trotsky, cujo objectivo era derrubar o governo Russo;
  • 4) Os acordos feitos pelas grandes companhias como forma de capturar o enorme mercado Russo uma década e meia antes dos EUA reconhecerem o regime Soviético;
  • 5) E O patrocínio secreto feito ao Comunismo por parte de homens de negócios de topo, que em público davam o seu apoio vocal ao mercado livre.
"Wall Street and the Bolshevik Revolution" [Wall Street e a Revolução Bolchevique] localiza o financiamento ocidental feito à União Soviética. 

De forma desapaixonada e fundamentando-se em evidências sobrepujantes, o autor pormenoriza uma fase importante na formação da Rússia Comunista.

Este estudo clássico - publicado pela primeira vez no ano de 1874 como parte duma trilogia  - é publicado aqui na sua forma original

Fonte

* * * * * * *

Como acontece quase sempre no esquerdismo, a verdade é totalmente diferente daquela que nos é apresentada.

A luta dos esquerdistas "contra" os capitalistas é uma das fachadas mais bem construídas do século 20. Na verdade, o Comunismo sempre dependeu do dinheiro capitalista para sobreviver. Ainda hoje, a agenda cultural esquerdista (feminismo, gayzismo, aborto, multiculturalismo, etc) é financiada pelos mesmos grupos económicos que deram o seu apoio à Revolução Comunista. E o objectivo continua a ser o mesmo.

O propósito do Comunismo não foi, não é, nem nunca vai ser só estabelecer um sistema económico; o propósito do Comunismo é entregar o poder total nas mãos duma elite não-representativa das intenções da maioria da população. O que a elite faz quando chega ao poder é irrelevante: o que interessa é que eles fiquem perpetuamente no poder. 

Para um comunista, a Coreia do Norte e Cuba são modelos políticos a seguir porque nestes países os Comunistas têm o poder total. O facto destes países viverem na miséria absoluta é periférico desde que os esquerdistas tenham o poder.

Para um esquerdista, é melhor um país pobre mas controlado por esquerdistas, do que um país rico não-controlado por esquerdistas. É precisamente por isso que um esquerdista pode dizer barbaridades como "temos que fazer todos os possíveis para que a História humana não volte a produzir um país como os EUA" ao mesmo tempo que se mantém em silêncio em relação à já mencionada Cuba, à Coreia do Norte ou em relação a qualquer outro regime controlado por Comunistas - responsáveis pelas maiores barbáries da história da humanidade, só superados pelas matanças do islão.

Em algumas partes do mundo os Comunistas lutam por um leque de causas, mas noutra parte do globo lutam por causas exactamente opostas. Para uma pessoa normal, isto não faz sentido nenhum, mas para um esquerdista isto faz sentido porque o que lhe interessa não é ser consistente e coerente mas sim obter o poder.

Portanto, sempre que virmos um Comunista a militar contra o capitalismo, podemos ter a certeza que estamos perante um mentiroso ou um idiota útil (ou ambas)



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