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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Mais de 4300 cristãos foram mortos em 2018 devido às suas crenças

Até Outubro de 2018, pelo menos 4305 cristãos foram assassinados em todo o mundo devido às suas crenças, mais 40% que no mesmo período de 2017.

Uma organização não-governamental indicou hoje que mais de 4300 cristãos foram mortos no ano passado, a grande maioria na Nigéria, o que representa um aumento expressivo pelo sexto ano consecutivo.

Até Outubro de 2018, pelo menos 4305 cristãos tinham sido assassinados em todo o mundo devido às suas crenças, o que representa um aumento de 40% em comparação com os 3066 mortos registados nos primeiros 11 meses de 2017, indicou a Missão Portas Abertas francesa.

A ONG publicou o seu relatório "índex 2019", no qual lista os "50 países onde os cristãos são mais perseguidos".

Cerca de 90% das mortes ocorreram na Nigéria (3731 mortes em solo nigeriano, contra 2000 em 2017). Neste país, "os cristãos enfrentam uma dupla ameaça", observou a ONG, referindo-se ao grupo jihadista Boko Haram e aos pastores Fulani.

Um total de 245 milhões de cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, batistas, evangélicos, pentecostais, cristãos expatriados, convertidos - são perseguidos, ou "um em cada nove cristãos", contra 1 em 12 no ano passado, acrescentou a organização.

Por "perseguição", entende-se tanto a violência cometida como a opressão diária mais discreta.

"O índice revela uma perseguição contra as minorias cristãs que aumenta de ano para ano. Em 2018 isto continua", escreveu o diretor da Missão Portas Abertas, Michel Varton, no preâmbulo do texto.

Num ano, "o número de igrejas visadas (fechadas, atacadas, danificadas, incendiadas...) quase duplicou, passando de 793 para 1847". "O número de cristãos detidos aumentou de 1905 para 3150" no mesmo período, sublinhou a organização.

A Coreia do Norte está novamente no topo deste ranking anual, tal como nos anos anteriores, embora não seja possível saber o número de mortes neste país devido à falta de "dados fiáveis".

A ONG observa, no entanto, que "dezenas de milhares de cristãos (...) estão presos em campos de trabalhos forçados" naquele país.

Seguem-se o Afeganistão, a Somália, a Líbia, o Paquistão, o Sudão, a Eritreia, o Iémen, o Irão, a Índia e a Síria.

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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O grandioso plano para a Europa

O plano da elite interacionamlista é bastante "simples":

- Controlar os nossos governos e as nossas fontes mediáticas

- Infiltrar as escolas e as universidades

- Indoutrinar a juventude

- Gerar a "culpa branca"

- Promover a diversidade

- Começar com guerras no Médio Oriente

- Criar "refugiados"

- Trazer para a Europa o maior número possível  de maometanos que alegam ser "refugiados".

- Os maometanos, devido à sua religião, nunca se irão integrar

- Isto vai dar início a guerras, crises económicas, inflação e criminalidade, levando a que os Europeus Nativos sofram durante anos e anos

Por esta altura a elite irá apresentar a "solução" que sempre almejou: um regime autoritário global com o expresso propósito de (alegadamente) "restaurar a ordem". Os Europeus estarão tão cansados das guerras e dos tumultos que irão aceitar esta ditadura globalista, até se aperceberem que os "restaradores da ordem" são essenciamente as mesmas pessoas que destruíram a ordem.. 

Este plano teve início há mais de 200 anos, e encontra-se quase completo. Os Europeus têm menos de 15 anos para reverter esta situação, e todos os anos as coisas vão ficando pior:

Amesterdão:


Estocolmo:



Outra zona da Suécia:



Roma (Itália):


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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Polícias Franceses manifestam-se contra a traição

Há 2 dias atrás, dois polícias que se encontravam a patrulhar uma zona "No-Go" (uma daquelas que deixaram de existir mal o Trump falou nelas) foram atacados com cocktails molotov por cerca de 40 jovens não-brancos. Um dos polícias ainda se encontra em estado grave.

O ministro do interior, o globalista e pró-invasão afro-islâmica Bernard Cazeneuve, saudou o "profissionalismo" e a "compostura" dos dois polícias visto que eles não usaram as armas para se defenderem dos ataques.

Visto que o seu "patrão" lhes disse que eram melhor eles morrerem do que ferirem ou matarem os criminosos não-Europeus, os polícias começaram a levar a cabo demonstrações um pouco por toda a França.

Neste vídeo podemos ouvi-los a gritar "Maçons na cadeia!"; cerca de 99% dos políticos Franceses pertencem à maçonaria e estão constantemente a promover o genocídio Branco através da imigração não-Branca.


Claramente, a elite globalista está muito confiante nos seus métodos de "controle" das massas. Vamos ver como as coisas vão acabar.



terça-feira, 8 de setembro de 2015

Três homens que salvaram a Civilização Cristã

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico.

Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome.

As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala.

Lições:

Estes três heróis do Ocidente demonstram os 4 traços da masculinidade listados por Jack Donovan: força, coragem, mestria e honra. Este homens não lutaram sozinhos mas eram líderes. Liderando por exemplo, eles lutaram na linha da frente ao lado dos seus homens, colocando-se a eles mesmos em perigo eminente.

Este método de liderança inspirou coragem dentro dos corações das suas tropas. Nos dias de hoje, muitos pensam que a liderança é simplesmente colocar uma cara autoritária e dizer aos outros o que fazer; estes três homens provam que esta noção está errada. Juntos, Martel, De Valette, e Sobieski deram ao Ocidente uma tradição de honra e um legado de valentia..

- http://goo.gl/RY8VNo
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A Falsa Bandeira de Paris

Por Jay Dyer

O que foi que realmente aconteceu em Paris? Numerosos padrões já listados na minha análise inicial, bem como outros padrões que estão de acordo com falsas bandeiras, não só se tornaram aparentes no tiroteio de Paris, como também no incidente da tomada de reféns. Também aparentes são os resultados previsíveis que se seguem a estes eventos. Já vimos tudo o que se segue:

1. Período de excitação e preparação, e posterior promoção, por parte dos principais meios de comunicação em massa, com letreiros prontos como forma de chamar a atenção global para o evento.

2. Vídeos e detalhes duvidosos em torno do evento, bem como aumento das iniciativas em torno da segurança depois do mesmo

3. Treino militar por parte dos autores do evento, ao mesmo tempo que suspeitos de "terror" com ligações profundas com o Estado e registos criminais ficam livres.

4. Uma falsa dialéctica da esquerda contra o radicalismo a polarizar o consumo público da propaganda.

5. A vida de investigadores e de pessoas-chaves do evento acaba em "suicídio".

6. Os meios de comunicação rapidamente apontam os seus dedos a ingénuos com IQ baixo com base no aparecimento mágico de bilhetes de identidade.

7. Mais financiamento para a militarização, para a vigilância e para o estado-policia, com os meios de comunicação a repassar ad nauseaum eventos de terror do passado.

Webster Tarpley explica o propósito do terror sintético no seu livro 9/11 Synthetic Terror: Made in the USA:

O terrorismo tem, portanto, ficado conhecido como forma de controle social. Parte da oligarquia dos Estados Unidos encontra-se actualmente quase eufórica com o aparentemente infindável panorama de possibilidades da exploração do terrorismo que eles acreditam ter à sua frente.

Mas actualmente há espaço aberto para se construir uma ordem social e estatal com base no terrorismo. (Synthetic Terror, página 88).

Estão, portanto, os recentes eventos de Paris de acordo com este critério? Sim, eles estão.

1. A CNN já se encontrava no local - com o programa 360 de Anderson Cooper a emitir ao vivo do local - ao mesmo tempo que os média e a segurança Francesa (como é normal) já haviam estado a fomentar novas medidas.

2. Os vídeos e os detalhes do tiroteio de Paris não fazem sentido visto que os vídeos têm muitas discrepâncias que têm que ser levadas em conta, tais como a ausência de sangue (...), ao mesmo tempo que a namorada femme fatale de Couliabily havia sido convenientemente removida do cenário, tal como Patrick Henningsen me disse antes de ter sido reportado que ela havia "fugido para a Síria".

3. Diz-se que os atiradores não só tinham treino militar, como também contactos com células terroristas e com Anwar al-Awlaki (considerado por muitos "agente duplo" da CIA), um conhecido activo dos serviços secretos do Ocidente.

Diz-se também que eles buscavam vingança pela condenação de Rachid Ramda por parte do RER em 1995, como também que eles haviam regressado de treino que havia recebido na Síria, onde os governos Franceses, Ingleses e Americanos estiveram a armar e a treinar o grupo afiliado com a Al-Qaeda com o nome de "Free Syrian Army". Em 2009 Coulibaly encontrou-se com o - então - Presidente Francês Nicholas Sarkozy procurando um emprego.

4. O furor mediático encontra-se na sua máxima força, polarizando o globo para dentro duma falsa dialéctica de 1) ou se estar com Charlie, 2) ou se estar do lado dos terroristas. É impossível não lembrar as famosas palavras de Bush, fomentadoras de medo, onde ele disse "Ou vocês estão do nosso lado, ou vocês estão do lado dos terroristas", como se só existissem sempre apenas duas opções na vida: dum lado a "liberdade" e a sátira provocadora, do outro o islamismo radical.

5. Um investigador-chave dos incidentes foi encontrado morto por - sim, adivinharam- "suicídio". Elementos importantes do evento do 11 de Setembro também apareceram mortos, e membros da estrutura de poder que investigaram as coisas de forma demasiado profunda, desaparecem.

6. Pouco depois do tiroteio, Kouachi supostamente deixou o seu bilhete de identidade no seu carro. Isto não só coloca em causa a sua suposta perícia e o seu alegado treino táctico, como é algo que é faz lembrar o passaporte do sequestrador do 11 de Setembro. O que é mais provável é que eles tivessem um treinador inteligente, provavelmente a femme fatale que desapareceu da narrativa ao mesmo tempo que os dispensáveis jihadistas eram enganados.

7. Na sequência dos eventos, a liberdade de expressão e a monitorização da internet passaram a ser palavras do momento, com o establishment Atlanticista a cantar em harmonia com a narrativa do 11 de Setembro de ser necessária uma maior segurança, uma maior vigilância, mais policias, e uma maior aplicação de medidas duras (quanto mais dinheiro eles tiverem, mais eventos terroristas irão ocorrer) - não aos jihadistas que operam livremente com o conhecimento do Estado, mas a todos os cidadãos.

Como se pode ver, o terrorismo é um ataque psicológico ao público, e o terror assimétrico solitário e isolado, é extremamente raro. O que não é raro é o terror de falsas bandeiras financiado pelo Estado ou por entidades privadas.

No rastro deste evento, o "11 de Setembro" de Paris causou a mesma resposta que observamos após o 11 de Setembro. Podemos esperar o recrutamento de mais radicais idiotas à medida que a "jihad" está a ser cuidadosamente comercializada (por parte dos meios de comunicação mainstream como a CNN) a uma nova colheita the pessoas ingénuas, hipsters, e rappers.

Este ponto de venda de engenharia social e de Relações Públicas que fomenta uma falsa atitude anti-establishment é algo que parece ter sido preparado pelos Ocidentais, e pelos serviços secretos, e pelos seus suseranos que fazem parte de grupos de reflexão tais como a Rand Corporation, e não por um verdadeira oposição.

No meu artigo de Novembro, escrevi sobre a figura fictícia dos filmes de James Bond com o nome de SPECTRE, que é conhecido pelo seu carácter internacional, lançando estados-nação uns contra os outros numa falsa dialéctica, ao mesmo tempo que recebem o seu financiamento dos mercados negros globais. Verdadeiramente, a ficção modela-se à luz da realidade, e a realidade molda-se à imagem da ficção.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sexualidade feminina e a "protecção" do Estado

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" Jeremias 6:23

As mulheres modernas odeiam de todo o facto da restrição da sexualidade feminina ser um elemento fundamental para a civilização. Mas o facto é que se a sua sexualidade  não for restringida pelos pais e pelos maridos, homens que querem o seu bem, então a sua sexualidade será repetidamente abusada por homens que não querem o seu bem - e não há nada que as mulheres possam fazer em relação a isso.

E elas podem colocar de lado a hipótese do Estado ser seu "protector" porque o Estado tem "outras prioridades"  politicamente mais vantajosas para si. Isto é algo que as mulheres podem começar a ver, levando em conta o que aconteceu em Rotherham:

Vicky, hoje com 27 anos e a estudar para ser paramédica, é uma das inúmeras jovens aliciadas por gangues predatórios de homens Paquistaneses que tiveram permissão para deambular por South Yorkshire  com impunidade quase total durante este tempo todo. 
Ela lembra-se de ser levada de noite de táxi do centro da povoação, na parte final de Ship Hill, onde multidões se juntam perto de takeaways e raparigas menores são vistas como alvos fáceis.

“Nós vínhamos para nos divertirmos na noite, e eles ficavam à nossa espera nos seus carros,” diz Vicky.
 
“As minhas amigas já os conheciam antes de eu os conhecer, e haviam dito que eles tinham cervejas e coisas desse tipo. Nós éramos levadas para aquelas casas grandes em Rotherham e Sheffield e eles tentavam sempre dar-nos algo para beber e drogas. Eu estive "contaminada" algumas vezes, visto que em algumas ocasiões eles deram-me ecstasy e cocaína . Eu sabia o que eles queriam de mim. Ainda me lembro de ser chamada de "gori suja" [Calão Paquistanês em referência à mulher branca] que é o que eles costumavam dizer de nós.

“Houve uma ocasião em que eu fiquei "tocada" com algo e acabei por ficar no estado certo. Tinha 15 anos e tentei caminhar para casa, mas não consegui chegar à porta. O meu pai atirou café sobre mim para ver se eu acordava. Depois disso, eu fugi durante duas semanas.
 
Uma das minhas amigas foi com um homem e acabou por ser levada durante alguns dias e violada. Ela disse o que lhe aconteceu à polícia mas nada foi feito em relação a isso.
Note-se que ela fugiu do único homem que não queria nada dela a não ser o seu bem. À medida que a civilização Ocidental entra em declínio, todas as protecções nas quais a mulher moderna deposita a sua confiança, na sua busca por liberdade sexual absoluta, irão desaparecer.

Se a mulher moderna realmente prefere ser uma gori suja e não uma esposa, uma filha, e uma mãe com a sua sexualidade restrita, então existem milhões de bárbaros dispostos a drogá-la e a violá-la logo de seguida.

Claro que o facto dela ter que ser drogada e sexualmente violada indica que essa não era uma escolha que ela faria com conhecimento de causa se ela realmente entendesse as consequências de se escolher a protecção dum governo indiferente em vez da protecção do homem que quer o seu bem.

O Estado não te vai proteger. Esta é a mensagem que tem que ser dita às jovens mulheres. O Estado não se preocupa contigo e, independentemente do que as tuas líderes feministas te digam, o Estado não te irá proteger.

O melhor protector que a mulher tem - e pode vir a ter - é o homem que quer o seu bem físico, emocional e psicológico (pai, marido, irmão mais velho, etc) - isto é, exactamente a pessoa que as feministas tanto atacam.

Algumas feministas começam a notar que algo não está a correr como planeado, mas recusam-se a identificar a causa do problema (esquerdismo).

Ler também: A autonomia acima da segurança

Modificado a partir do original de Vox Day



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O feminismo preparou o caminho para o islão - Parte 2

Esta é a segunda parte dum artigo que começou aqui.

No seu livro A Room of One’s Own, Virginia Woolf louva o génio de William Shakespeare:

Se por acaso um ser humano conseguiu expressar o seu trabalho por completo, esse alguém foi Shakespeare. Se por acaso chegou a existir uma mente incandescente, desimpedida, pensei eu, voltando-me para a minha estante de livros, essa mente foi a de Shakespeare....

Imaginemos por alguns instantes, visto que é difícil chegar à verdade dos factos, o que aconteceria se Shakespeare tivesse tido uma irmã igualmente dotada chamada Judith, chamemos assim... Suponhamos que a sua irmã extraordinariamente dotada tenha ficado em casa.

Ela era igualmente aventureira, imaginativa, e igualmente curiosa para ver o mundo como o seu irmão, mas ela não foi enviada para a escola. Ela não teve a possibilidade de aprender a gramática e a lógica, e nem teve a chance de ler Horácio e Virgílio..... Numa noite de inverno, ela matou-se e encontra-se enterrada num cruzamento qualquer, onde actualmente alguns autocarros param, perto de Elephant and Castle.

As feministas alegam que o motivo pelo qual as mulheres não tenham sido igualmente numerosas na política e na ciência como os homens prende-se com a opressão das mulheres por parte dos homens. Algumas partes deste argumento são verídicas, mas isto não é a história completa. Ser homem significa ter que provar alguma coisa, alcançar algo, muito mais do que ocorre com as mulheres. 

Para além disso, a responsabilidade para a educação das crianças irá sempre recair mais sobre as mulheres do que sobre os homens. Uma sociedade moderna pode suavizar estas limitações, mas nunca as irá remover por completo. Devido a estes motivos prácticos, é muito pouco provável que as mulheres algum dia cheguem a ser tão numerosas como os homens nos pontos mais elevados das empresas.

Christina Hoff Sommers, a autora do livro The War Against Boys, ressalva que:

.....depois de mais de 40 anos de agitação feminista e pronomes genericamente neutros, os homens ainda são mais susceptíveis de enveredar por uma carreira política, mais susceptíveis de fundar uma empresa, de patentear invenções, e de explodir coisas. Os homens continuam a fazer a maior parte das anedotas e a escrever a maioria dos editoriais e cartas aos editores dos jornais. Para além disto - e isto é fatal para as feministas que anseiam por uma androginia social - os homens mal se mexeram da sua pouca-vontade de desempenhar uma parte igual das tarefas domésticas ou das tarefas relativas às crianças. Mais ainda, as mulheres parecem ter preferência por homens masculinos.

Ela ressalva também:

Um dos monumentos menos visitados em Washington é uma estátua à beira-mar que comemora os homens que morreram no Titanic. Setenta e quatro porcento das mulheres sobreviveram no dia 15 de Abril de 1912, ao mesmo tempo que 80 porcento dos homens morreram. E porquê? Porque os homens seguiram o princípio "mulheres e crianças primeiro". ... O monumento, uma figura masculina com 5 metros e com os seus braços estendidos para os lados, foi erigido em 1931 "pelas mulheres da América", como forma de gratidão. A inscrição diz:

Para os bravos homens que morreram no naufrágio do Titanic. [...] Eles deram as suas vidas de modo a que as mulheres e as crianças pudessem ser salvas.


Simone de Beauvoir famosamente afirmou, "Ninguém nasce mulher, mas torna-se numa mulher." O que ela queria dizer é que era importante rejeitar todos os induzimentos da natureza, da sociedade e da moralidade convencional. Beauvoir classificou o casamento e a família de "tragédia" para as mulheres, e comparou os actos de dar à luz e de cuidar de crianças de escravatura. Curiosamente, e após décadas de feminismo, muitas mulheres Ocidentais estão a lamentar o  facto dos homens Ocidentais hesitarem em casar. Eis aqui a colunista Molly Watson:

Nós temos informação suficiente para saber o porquê da nossa geração se atrasar para ter filhos - e isso de maneira nenhuma está relacionado com o facto de se ter sido desqualificada pelo patrão ou pelos planeadores de saúde. E apesar dos inúmeros editoriais de jornal em relação a este assunto, o facto das mulheres terem filhos mais tarde não está relacionado com o facto das mulheres de negócios colocarem a carreira acima dos filhos. Segundo a minha experiência, a causa principal para esta epidemia é a falta de vontade colectiva por parte dos homens da nossa era. [...]

Não conheço uma única mulher da minha idade cuja versão de "e viveu feliz para sempre" dependa de modo fundamental do facto de ser uma editora, uma parceira-sénior, uma cirurgiã, ou uma conselheira de renome. Mas deparadas com uma geração de homens emocionalmente imaturos, que parecem olhar para o casamento como a última coisa que farão antes de morrer, nós [mulheres] não temos outra opção a não ser esperar.

O que foi que aconteceu com o slogan "A mulher precisa dum homem tal como um peixe precisa duma bicicleta"?

Gostaria de lembrar à senhora Watson que foram as mulheres que começaram com esta cultura de "é melhor ficar solteira" que actualmente permeia a maior parte do Ocidente. Uma vez que as mulheres iniciam a maior parte dos divórcios e como os divórcios podem potencialmente arruinar financeiramente um homem, não pode ser surpresa para as pessoas o facto dos homens evitarem qualquer envolvimento com o casamento. Tal como disse um homem, "Acho que nunca mais vou voltar a casar. Vou  apenas encontrar uma mulher que não goste, e dar-lhe uma casa."

Para além disso, durante as últimas décadas as mulheres facilitaram o acto de ter uma namorada sem ter que se casar. Portanto, as mulheres fazem do casamento um risco maior ao mesmo tempo que facilitam o facto de ficar solteiro, e ainda se admiram com o facto dos homens "não estabelecerem um compromisso"? Se calhar muitas mulheres não pensarem bem nesta coisa do feminismo antes de se lançarem de cabeça?

A mais recente vaga do feminismo feriu de modo profundo a estrutura familiar do mundo Ocidental. É impossível elevar as taxas de natalidade para níveis de reposição antes das mulheres serem valorizadas devido ao facto de cuidarem de crianças, e antes dos homens e das mulheres estarem dispostos a casar. Os seres humanos são criaturas sociais, e não criaturas solitárias; nós fomos criados para viver com parceiros. O casamento não á uma "conspiração para oprimir as mulhere", mas sim o motivo pelo qual estamos cá. E isto não é algo religioso visto que segundo estrito Darwinismo ateísta, o propósito da vida é a reprodução.

Um estudo levado a cabo nos Estados Unidos identificou as principais barreiras que impedem os homens de avançar para o casamento. No topo da lista estava a sua habilidade de obter sexo sem casamento (mais facilmente que no passado). Logo após, estava o facto de poderem desfrutar dos benefícios de ter uma mulher no regime de coabitação e não dentro dum casamento.

O relatório dá mais peso às palavras de Ross Cameron, secretário parlamentar do Minister for Family and Community Services, que repreendeu os homens Australianos, culpando a aversão masculina pelo compromisso como causa do problema de fertilidade na Austrália:

A principal razão que leva a que as jovens mulheres digam não querer ter filhos é facto delas não encontrarem um homem de quem elas gostem e que esteja disposto a estabelecer um compromisso..... Esta aversão ao compromisso por parte dos homens Australianos é o verdadeiro problema.

Barbara Boyle Torrey e Nicholas Eberstadt escrevem sobre a divergência significativa na fertilidade do Canadá e dos Estados Unidos:

Os níveis Canadianos e Americanos em torno das tendências a longo prazo da idade do primeiro casamento, do primeiro filho, e das uniões de facto são consistentes com a divergência entre as taxas totais de fertilidade nos dois países. Mas em nenhuma destas variáveis próximas a divergência é suficientemente grande para explicar a muito maior divergência na fertilidade.... A alteração dos valores nos EUA e no Canadá pode contribuir para a divergência na fertilidade. 

O papel nocional [ed: de noção] mais forte dos homens nas famílias Americanas, bem como uma maior religiosidade dos Americanos, estão positivamente associados à fertilidade, e esta última (a religiosidade) é também um forte predicador de atitudes negativas em relação ao aborto. As mulheres no Canadá entram para as uniões de facto mais frequentemente, esperam mais tempo que as Americanas para casar, e têm menos filhos, e filhos mais tardiamente que as Americanas.

Na Europa, a Newsweek fala da forma como as alcateias de lobos estão a regressar para regiões do Centro da Europa:

Há 100 anos atrás, uma população crescente e sedenta de terras matou os últimos lobos da Alemanha. ... Afinal de contas, a nossa visão-postal da Europa é uma dum continente onde todas porções de terra foram há muito cultivadas, vedadas, e estabelecidas. Mas o continente do futuro pode ser muito diferente.

Reiner Klingholz, líder do Berlin Institute for Population Development diz que "Largas partes da Europa se irão re-naturalizar." Os ursos voltaram à Áustria. Nos vales dos Alpes Suíços, as quintas têm estado em recessão e as florestas estão a crescer de volta.

Em partes da França e da Alemanha, os gatos-selvagens e as águias-marinhas voltaram a reestabelecer a sua área. Na Itália, mais de 60 porcento dos 2,6 milhões de agricultores tem mais de 65 anos. Mal eles morram, muitas das suas quintas se juntarão aos 6 milhões de hectares (um terço das terras agrícolas da Itália) que já foram abandonadas. ... Com a União Europeia por si só a precisar anualmente de 1,6 milhões de imigrantes acima do nível actual para manter a população em idade laboral estável entre agora e 2050, uma muito provável fonte de imigrantes seriam os vizinhos muçulmanos da Europa, cuja população jovem duplicará durante o mesmo período de tempo.

São números como estes que induziram Phillip Longman a antever “o Regresso do Patriarcado” e proclamar que "os conservadores herdarão a Terra":

Entre os estados [Americanos] que votaram no Presidente George W. Bush em 2004, as taxas de fertilidade são 12 porcento mais elevadas que a que existe nos estados que votaram em John Kerry. ... Parece que os Europeus que são mais susceptíveis de se identificarem como "cidadãos do mundo" são também os mais susceptíveis de não terem filhos. ... A grande diferença nas taxas de fertilidade entre os individualistas seculares e os conservadores culturais ou religiosos augura uma vasta alteração demograficamente orientada nas sociedades modernas. ... As crianças do futuro, portanto, serão na sua maioria descendentes dum segmento da sociedade comparativamente estreito e culturalmente conservador.

Para além da maior fertilidade dos segmentos conservadores da sociedade, a reversão do estado-Providência, consequência do envelhecimento e do declínio da população, irá dar a estes elementos uma maior vantagem na sobrevivência. ... As pessoas irão descobrir que precisam de mais filhos para garantir os seus anos dourados, e irão buscar formas de vincular os seus filhos a eles através da inculcação de valores religiosos tradicionais.

Vale a pena divagar um bocado neste último ponto. O elaborado modelo de estado-Providência da Europa Ocidental é frequentemente chamado de "estado ama-seca", mas provavelmente poderia ser chamado de "estado marido". E porquê?

Bem, numa sociedade tradicional, o papel do homem e dos maridos é o de proteger fisicamente e providenciar financeiramente para as suas mulheres. Na nossa sociedade moderna, parte desta tarefa foi  "terceirizada" para o estado, o que explica o porquê das mulheres no geral darem um apoio desproporcional aos partidos que aumentam os impostos e prometem mais apoios sociais. O estado pura e simplesmente tornou-se num marido-substituto para as mulheres, e esse estado é suportado pelos impostos dos ex-maridos dessas mesmas mulheres.

É importante mencionar que se por acaso este estado-Providência por alguma razão deixar de funcionar, por exemplo, devido às pressões económicas e de segurança causadas pela imigração muçulmana, as mulheres Ocidentais irão descobrir subitamente que elas não são assim tão independentes dos homens como elas pensam que são. Neste caso, é concebível colocar a hipótese de voltarmos a ter a tradicional masculinidade "proteger e providenciar" à medida que as pessoas, as mulheres em particular, venham a precisar do apoio da família nuclear e estendida como forma de sobreviverem.

Outro assunto é que, embora países como a Noruega e a Suécia gostem de se apresentar como paraísos da igualdade de género, já ouvi visitantes que passaram por esses países comentar que os sexos provavelmente estão mais distantes um do outro nesses países do que em qualquer outra parte do mundo. E eu acredito neles. O feminismo radical fomentou suspeição e hostilidade, e não cooperação.

Mais ainda, o feminismo não erradicou a atracção sexual básica entre as mulheres femininas e os homens masculinos. Se as pessoas não encontram isso nos seus países, eles viajam para outro país ou cultura para encontrar; e com a era da globalização entre nós, isso é ainda mais fácil. Um surpreendente número de homens Escandinavos encontra esposas na Ásia Oriental, na América Latina ou em qualquer outra nação com uma visão mais tradicional da feminidade, e um certo número de mulheres encontra também parceiros que chegam de países mais conservadores. Claro que não são todos, obviamente, mas a tendência é inconfundível e significante. Os Escandinavos celebram a "igualdade de género", mas viajam para outras partes do mundo para encontrar pessoas com quem valha a pena casar

...

Resumidamente, tem que ser dito que o feminismo radical tem sido uma das causas mais importantes para a actual fragilidade da civilização Ocidental, tanto culturalmente como demograficamente. As feministas, frequentemente com uma visão do mundo Marxista, têm sido uma componente crucial no estabelecimento da sufocante censura pública do Politicamente Correcto nas nações Ocidentais. Elas também enfraqueceram de forma séria a estrutura familiar Ocidental, e contribuíram para o amolecimento e para o auto-ódio do Ocidente na sua luta contra a agressão levada a cabo pelos muçulmanos.

Embora o feminismo se tenha perdido rumo ao extremismo, isto não quer dizer que todas as suas ideias estão erradas. O movimento das mulheres irá fazer alterações permanentes. As mulheres ocupam agora posições que eram impensáveis há alguns anos atrás, e algumas coisas são irreversíveis.

As mulheres efectivamente controlam a vida dos homens. O casamento costumava ser uma troca: o carinho e o apoio feminino em troca da segurança financeira e social masculinas. No mundo moderno, as mulheres podem não precisar do apoio financeira tal como precisavam no passado, ao mesmo tempo que os homens continuam a precisar do apoio emocional feminino como sempre precisaram. O equilíbrio de poder mudou-se para o lado das mulheres, embora esta situação não dure para sempre. Isto não tem que ser uma coisa má. As mulheres ainda precisam dum parceiro, mas isto exige que os homens estejam mais focados em fazer o seu melhor. 

Um estudo levado a cabo por cientistas da University of Copenhagen concluiu que o divórcio está intimamente associado à má saúde, especialmente a dos homens. A pesquisa indica que a taxa de mortalidade ou de homens divorciados com idades entre os 40 e os 50 é duas vezes maior do que a de qualquer outro grupo.

A pesquisa levou em conta a existência de outros factores que poderiam causar uma morte prematura - tais como doenças mentais e ter crescido sob condições sociais pobres. "Levando em conta a elevada quantidade de crianças a crescer em lares desfeitos, somos de opinião de que este estudo é relevante.....Ele prova que o divórcio pode ser consequências sérias", e que precisamos duma estratégia de prevenção. John Aasted Halse, psicólogo e autor de inúmeros livros em torno do divórcio, concorda.

A aparente contradição entre o domínio feminino ao nível micro e o domínio masculino ao nível macro não pode ser explicado dentro do contexto do sexo "forte/fraco". Eu postulo que ser homem, acima de tudo, é algum tipo de energia nervosa, algo que tem que ser provado. Isto terá, ao mesmo tempo, resultados positivos e negativos. O domínio masculino na ciência e na política, bem como no crime e na guerra, está associado a isto. As mulheres não têm a necessidade de se provarem ao mundo da mesma maneira que os homens têm. De alguma forma, isto é uma fora.

Devido a isto, eu penso que termos tais como "O Sexo Inquieto" para os homens e "O Sexo Auto-Suficiente" para as mulheres é mais apropriado e explica melhor as diferenças.

Daniel Pipes persiste em dizer que a resposta ao islão radical é o islão moderado. Pode ser que nem exista um islão moderado, mas pode ser que existe um feminismo moderado, e uma masculinidade madura para o encarar.

No seu livro Manliness, Harvey C. Mansfield disponibiliza o que ele chama de uma defesa modesta da masculinidade. Ele diz, "A masculinidade parece ser 50% boa, 50% má."

A masculinidade pode ser heróica e nobre, tal como os homens do Titanic que se sacrificaram em prol da máxima "mulheres e crianças primeiro", mas também pode ser insensata, teimosa e violenta.

Muitos homens irão ficar ofendidos ao lerem que a violência islâmica e as matanças de honra estão relacionadas à masculinidade, mas isso é um facto. O islão é uma versão comprimida de todos os aspectos sombrios da masculinidade. Temos que rejeitar tudo isso. No islão, os homens, e não só as mulheres, também perdem a liberdade para dizer o que pensam e no que acreditam.

No entanto, até uma versão moderada do feminismo pode vir a ser letal para o islão visto que esta religião sobrevive através duma subjugação extrema das mulheres. Privados disto, o islão irá sufocar e morrer. É verdade que o Ocidente ainda não encontrou uma fórmula para equilibrar de forma perfeita os homens e as mulheres do século 21, mas pelo menos estamos a trabalhar nisso. O islão encontra~se preso ao século 7.

Alguns homens lamentam a perda dum sentido de masculinidade no mundo moderno. Talvez um sentido de masculinidade significativo possa ser garantir que as nossas irmãs e as nossas filhas possam crescer num mundo onde elas têm o direito à educação e a uma vida livre, e protegê-las do barbarismo islâmico. Isto vai ser necessário.

Fonte:  http://bit.ly/1DGvCMe



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O feminismo preparou o caminho para o islão - Parte 1

Por Fjordman

Alguns comentadores gostam de vincar que muitos dos defensores apaixonados e corajosos do Ocidente são mulheres, citando a escritora Oriana Fallaci bem como outras como exemplo. Mas mulheres como a senhora Fallaci, por mais corajosas que elas sejam, não são representativas das mulheres Ocidentais. Se olharmos com mais atenção, iremos observar que, em média, as mulheres Ocidentais são, na verdade, mais apoiantes do Multiculturalismo e da imigração em massa do que os homens Ocidentais o são.

Obtive muitos comentários nos meus posts em torno da violência islâmica anti-mulher que ocorre na Escandinávia. Muitos dos meus leitores perguntaram o que é que os homens estavam a fazer em relação a isso. Sinceramente, o que foi que aconteceu com os Vikings? Será que eles beberam demasiado hidromel em Valhalla? Apesar da mística romântica que existe em seu redor, os Vikings eram, em larga maioria, bárbaros selvagens. No entanto, duvido muito que eles olhassem para o lado enquanto as suas filhas eram assediadas por muçulmanos. De certa forma, isto faz com que os Escandinavos actuais sejam mais bárbaros do que os Vikings alguma vez foram.

Um dos motivos por trás desta falta de reacção é a censura deliberada e pervasiva dos média mainstream, feita com o propósito de ocultar dos olhos público geral a escala total do problema. No entanto, eu acho que o motivo mais importante centra-se com a variante extremista e anti-masculina do feminismo que há várias décadas atrás permeou a Escandinávia. O instinto protector masculino não opera porque as mulheres Escandinavas trabalharam incessantemente para o erradicar, e com ele erradicar tudo o que possa estar associado à masculinidade tradicional. Devido a isto, o feminismo fragilizou de forma considerável a Escandinávia, e talvez a civilização Ocidental como um todo.

O único partido significativo na Noruega que tem vocalizado uma oposição séria à loucura da imigração muçulmana é o partido de direita Progress Party. Este é o partido que recebe cerca de dois-terços, ou até 70% de votos masculinos. Do lado oposto da escala temos o partido da Esquerda Socialista, que dois-terços ou 70% de votos femininos. Os partidos mais críticos da imigração actual são partidos tipicamente masculinos, ao mesmo tempo que aqueles partidos que celebram sociedades multiculturais são dominados por mulheres. 

Do outro lado do Atlântico, se só as mulheres Americanas votassem durante o 11 de Setembro, o presidente Americano seria Al Gore e não George Bush [ed: quando o artigo foi originalmente escrito, George Bush era o presidente].

A explicação oficial que existe no meu país, para esta disparidade sexual nas escolhas de voto é que os homens são mais "xenofóbicos e egoístas" que as mulheres - que são mais compreensivas e possuem uma maior habilidade para demonstrar solidariedade para com os estrangeiros. Essa é uma hipotese. Outra hipótese é que, tradicionalmente, os homens é que tinham a responsabilidade de proteger a "tribo" e detectar o inimigo - uma necessidade num mundo animal. As mulheres são mais ingénuas e menos dispostas 1) a pensar profundamente e racionalmente nas consequências a longo-prazo de se evitar confrontos ou 2) a lidar hoje com realidades pouco agradáveis.

Não foram as feministas que disseram que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres estivessem no controle, visto que não seria preciso o sacrifício dos nossos filhos? Ora, não é isso que elas estão a fazer nos dias de hoje, sorrindo e votando em partidos esquerdistas que mantêm as portas abertas à imigração de muçulmanos - os mesmos muçulmanos que irão atacar os seus filhos amanhã?

Outra possibilidade é que as feministas Ocidentais recusam-se a atacar a imigração muçulmana por motivos ideológicos. Muitas delas permanecem caladas perante o opressor tratamento islâmico das mulheres porque abraçam sentimentos "Terceiro-Mundistas" e anti-Ocidentais. Consigo observar algumas evidências em favor desta tese.

A escritora Americana Phyllis Chesler criticou de forma severa as suas irmãs nos seus livros tais como um com o titulo de The Death of Feminism. Ela sente que demasiadas feministas abandonaram o seu compromisso com a liberdade e "passaram a ser cobardes animais de manada e pensadoras totalitárias cruéis", e desde logo, falhando ao não confrontarem o terrorismo islâmico. Ele elabora uma imagem das universidades Americanas como locais imersos "num novo e diabólico McCarthyismo", encabeçado pela retórica esquerdista.

Chesler tem razão. Levando em conta a retórica de muitas feministas, toda a opressão do mundo tem as suas origens no homem Ocidental (que tanto oprime a mulher como o homem não-Ocidental). Os imigrantes muçulmanos são "colegas no sofrimento" causado por este viés. Na melhor das hipóteses, os imigrantes muçulmanos podem ser porcos patriarcais, mas nunca piores que o homem Ocidental. Muitas universidades Ocidentais têm disciplinas carregadas de ódio contra os homens, algo que seria impensável se a situação fosse inversa. 

É por isso que as feministas Escandinavas não apelam aos homens Escandinavos de modo a que estes demonstrem uma masculinidade mais tradicional e lhes protejam da agressão dos homens muçulmanos. A maior parte das feministas da Noruega é também apaixonadamente anti-racista e alguém que se irá opor a qualquer medida que vise limitar a imigração muçulmana, qualificando tais esforços de "racistas e xenofóbicos".

As feministas totalitárias da Noruega estão a ameaçar fechar companhias privadas que se recusem a ter conselhos de Administração compostas com pelo menos 40 porcento de mulheres até 2007 - uma regulação da economia ao estilo Soviético em nome da igualdade. Já li comentários feitos por políticos Socialistas e comentadores esquerdistas em alguns jornais, tais como o jornal pró-Multiculturalismo e feminista - alguns chamariam de Supremacista Feminista - Dagbladet, alegando que deveríamos também ter quotas para os imigrantes muçulmanos.

O que começou como feminismo radical passou gradualmente a ser, então, igualitarismo, a luta contra a "discriminação" de qualquer tipo, a ideia de que todos os grupos de pessoas deveriam ter uma fatia igual de tudo, e que é o papel do estado garantir que isso assim aconteça. Um bom exemplo disto é o Ombud for Gender Equality da Noruega, que em 2006 passou a ser The Equality and Anti-discrimination Ombud. As funções do Ombud são o de "promover a igualdade e combater a discriminação feita com base no género, origem étnica, orientação sexual, incapacidade e idade."

As feministas Ocidentais promoveram no Ocidente uma cultura de vitimismo, onde se ganha poder político através do estatuto que se tem dentro da hierarquia de vitimismo. De certa forma, é nisto que se centra o Politicamente Correcto. Para além disso, elas exigiram, e em larga escala conseguiram, a reescrição dos livros de história de modo a lidar com o alegado viés histórico; a sua visão do mundo entrou nos currículos, obteve hegemonia virtual nos média, e conseguiu caracterizar os seus críticos de "intolerantes".De modo a torná-la menos "ofensiva", elas conseguiram até alterar a própria língua que nós usamos. As feministas radicais são a vanguarda do Politicamente Correcto.

Quando os muçulmanos, que mais do que todos gostam de se apresentar como vítimas, entram nas nações Ocidentais, eles observam que a maior parte do seu trabalho já  foi feito. Eles podem usar a estabelecida tradição de alegar ser uma vítima, exigir intervenção estatal, e até quotas para lidar com isto, bem como uma total reescrição da história e campanhas públicas contra a intolerância e o discurso de ódio. As feministas Ocidentais pavimentaram assim o caminho para as forças que irão desmantelar o feminismo Ocidental, e acabaram por se encontrar na mesma cama, e às vezes de forma literal, com as pessoas que as querem escravizar.

Gudrun Schyman, política Sueca Marxista, sugeriu um projecto de lei que iria taxar colectivamente os homens devido à violência contra as mulheres. Num discurso feito em 2002, esta mesma famosamente alegou que os homens Suecos são como os Talibãs. Um colunista  do jornal Aftonbladet respondeu afirmando que Schyman estava certa: Todos os homens são como os Talibãs.

A ironia disto tudo é que num estado islâmico semelhante àquele que os Talibãs estabeleceram no Afeganistão, certos grupos de pessoas pagam um especial imposto punitório simplesmente por serem o que são, e não devido ao dinheiro que ganham. As feministas radicais tais como a senhora Schyman estão, portanto, mais próximas dos Talibãs, embora eu esteja certo de que a ironia lhes passará completamente ao lado.

O grito de guerra de Schyman é "Fim à família nuclear!" Eu já ouvi o mesmo slogan a ser repetido pelas jovens feministas Norueguesas em anos recentes. Schyman alega fervorosamente que a actual estrutura familiar encontra-se "fundamentada nos papéis de género tradicionais onde a mulher se encontra subordinada ao homem. A hierarquia do género, da qual a violência contra as mulheres é a expressão maior, foi cimentada.” “Os conservadores querem fortalecer a família e eu acho isto gravemente preocupante.”

No ano de 2000, a feminista Sueca Joanna Rytel, do grupo activista Unf**ked Pussy, entrou em palco durante uma programação ao vivo do concurso Miss Suécia. Ela escreveu também o artigo com o título I Will Never Give Birth to a White Man ["Nunca Darei à Luz um Homem Branco] para um grande jornal Sueco. Em 2004, Rytel explicou o porquê de odiar os homens brancos - eles são egoístas, exploradores, vaidosos, e obcecados com o sexo - e em caso dela não ter deixado as coisas suficientemente claras, ela acrescentou, "não quero homens brancos, por favor..... Muito obrigada, mas eu vomito sobre eles.”

A misandria, o ódio aos homens, não é necessariamente menos comum que a misoginia, o ódio às mulheres. A diferença é que a primeira é socialmente muito mais aceitável.

Se toda a opressão tem as suas origens junto dos homens Ocidentais, então é perfeitamente lógico tentar enfraquecê-los o mais possível. Se assim agirmos, um paraíso de paz e igualdade espera por nós do outro lado do arco-íris.

Os meus  parabéns, mulheres da Europa Ocidental. Vocês foram bem sucedidas na vossa perturbação e ridicularização dos vossos filhos, o que causou a que eles suprimissem os seus naturais instintos masculinos. Para vossa surpresa, vocês não entraram numa Nirvana feminista, mas prepararam o caminho para um inferno islâmico.

Tal como as feministas alegam, está correcto dizer que uma sociedade hiper-feminista não é tão destrutiva como uma sociedade hiper-masculina. O problema é que uma sociedade demasiado "macia" não é sustentável. Em vez disso, ela será esmagada mal ela se depare com uma sociedade mais tradicional e mais agressiva. Em vez de "terem tudo", as mulheres Ocidentais estão a perder tudo. O que é que as feministas farão quando se depararem com um gangue de muçulmanos agressivos? Queimar os sutiãs e lançar sobre eles as edições de bolso do livro "Monólogos da Vagina"?

Talvez as mulheres possam ser bem sucedidas em transformar os seus homens em capachos, mas isso terá consequências negativas na sobrevivência da sua nação, bem como da civilização Ocidental. Segundo a feminista Italo-Americana Camille Paglia, "Se a civilização tivesse estado sob controle das mulheres, nós ainda estaríamos a viver em cabanas de palha." Isto pode ser um exagero, mas a energia masculina é definitivamente a força-motora de qualquer sociedade dinâmica.

A violência muçulmana anti-mulher que ocorre no Ocidente é um sintoma da desagregação da Utopia  feminista. As liberdades têm que ser impostas através da violência ou através duma ameaça credível de violência, ou então essas liberdades não fazem sentido. Embora as mulheres possam tomar medidas para se proteger, a responsabilidade primária pela protecção das mulheres irá sempre pertencer aos homens. Consequentemente, as mulheres só terão uma grau de liberdade se os homens estiverem dispostos e capazes de a garantir. O facto das teorias feministas não reconhecerem isto é uma falha grava da sua parte.

A diferença entre os direitos das mulheres e as desilusões das mulheres é definido por uma [arma] Smith and Wesson, e não por uma Betty Friedan ou por uma Virginia Wolf.

O escritor Dinamarquês Lars Hedegaard não acredita na teoria de que as mulheres apoiam a imigração muçulmana apenas e só devido à sua ingenuidade irracional ou crenças ideológicas. Ele acredita que as mulheres simplesmente querem isso, tal como ele escreveu numa coluna com o título de “O sonho da submissão.” Tal como eu, ele repara que as mulheres são mais susceptíveis que os homens de apoiar partidos que são mais abertos à imigração muçulmana.

Porque é que isto acontece, visto que não existe no mundo um país com maioria muçulmana onde as mulheres têm os mesmos direitos que os homens? E Hedegaard faz a pergunta provocante: São as mulheres mais estúpidas e menos iluminadas que os homens visto que elas estão em grande número a preparar o caminho para a sua própria submissão? Ele responde duma forma igualmente provocante:

Quando as mulheres prepararam o caminho para a Sharia, é porque presumivelmente elas a querem.

Elas não querem a liberdade porque elas sentem-se atraídas à subserviência e à subjugação. A escritora inglesa Fay Weldon notou que "Para as mulheres, há algo de  sexualmente atraente na submissão." E tal como Hedegaard secamente ressalva, se a submissão é o que muitas mulheres buscam, então os feminizados homens Dinamarqueses são aborrecidos quando comparados com os sheiks dos desertos que não deixam as mulheres sair de casa sem autorização.

Os muçulmanos gostam de ressalvar que há mais mulheres Ocidentais que homens Ocidentais a converter ao islão, e este facto é parcialmente verdadeiro. O islão significa "submissão". Será que existe algo que é mais atraente para algumas mulheres que para a maioria dos homens? Será que as mulheres se submetem mais facilmente quando estão na presença de poder [masculino]? 

Num artigo de jornal centrado nas mulheres Suecas que se estão a converter ao islão, o nível de atracção que elas têm pela vida familiar islâmica parece ser um traço comum entre as mulheres que se convertem. Muitas delas declaram que no islão, os homens são mais racionais e lógicos, enquanto que as mulheres são mais emotivas e carinhosas. Isto significa que a mulher é que deve cuidar das crianças e das tarefas domésticas, enquanto que o homem deve ser quem trabalha e quem sustenta a família. Muitas mulheres sentem que a sua vida não tem propósito, mas o Cristianismo não parece ser uma alternativa para elas. [ed: Pelo menos não o "Cristianismo" feminista que existe no Ocidente]

A fixação que a sociedade moderna tem pela aparência, e as condições de vida mais severas para as mulheres, a quem se exige que tenha uma carreira profissional e seja a dona de casa, também são algumas das causas. E isto não deixa de ser curioso, levando em conta que foram as próprias mulheres - e não os homens -, encorajadas por programas tais como o da Oprah Winfrey, que falaram em "ter tudo". Os homens sabem que ninguém pode "ter tudo" visto que tem que se abdicar de algumas coisas para se obter outras. Será que as mulheres finalmente descobriram que a vida de trabalhadora não é aquilo que lhes foi dito que era? Afinal de contas, e de modo global, os homens morrem anos mais cedo que as mulheres.

O enredo do livro "O Código Da Vinci", do novelista Dan Brown, defende que a história moderna do Cristianismo é um gigantesco plano patriarcal para retirar às mulheres os direitos que elas supostamente tinham antes da chegada do Cristianismo - durante a era do "feminino sagrado" e da deusa da fertilidade que estava sempre grávida e descalça. Mas se isto é verdade, porque é que as mulheres são a maioria das pessoas dentro das igrejas Europeias? Porque é que as mulheres livremente escolhem as religiões patriarcais e "opressoras"? É provável que os filósofo Francês Ernest Renan estivesse no caminho certo quando qualificou as mulheres de "o sexo devoto". Será que as mulheres precisam mais da religião que os homens?

Será que as feministas nada mais estão a fazer que a testar os limites dos homens, na esperança de encontrar algum tipo de equilíbrio entre os sexos, ou será que elas estão a testar os homens de modo a apurar quem são os homens suficientemente fortes para oferecer resistência às suas exigências, e desde logo, quais são os homens capazes de resistir a outros homens em seu lugar? Ouvi uma feminista, que era um fervorosa feminista durante os anos 70, a lamentar a forma como as famílias haviam sido destruídas e separadas. Ela ficou surpreendida com a reacção, ou a falta duma, por parte dos homens:

Nós fomos terríveis. Porque é que vocês não nos pararam?!

Em termos psiquiátricos, é mais frequente as pacientes [mulheres] terem mais feridas auto-infligidas ou comportamento auto-destrutivo que os homens; estes últimos tendem a direccionar a sua agressividade para fora. Também é um facto amplamente conhecido que muitas mulheres se culpam pelo comportamento violento dos maridos, e desculpam esse mesmo comportamento. Será que o Ocidente absorveu alguns dos traços negativos da psique feminina? O Ocidente recém-feminizado é atacado e agredido pelos Árabes e pelos muçulmanos, mas o Ocidente continua a culpar-se a ele mesmo, ao mesmo tempo que continua fascinado pelos seus abusadores. 

O Ocidente está, portanto, a agir como uma mulher com ódio dela mesma perante um marido violento.

Continua na 2ª Parte....



segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Como o politicamente correcto causou o abuso sexual de mais de 1400 meninas

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte:  http://onforb.es/Y2QcsA



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