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segunda-feira, 26 de junho de 2017

7 métodos que a elite usa para controlar o povo

Por Michael Sebastian

Todas as sociedades são controladas por uma elite. No passado, esta elite era a aristocracia hereditária, mas hoje em dia, a elite é composta por globalistas extremamente ricos. Eis aqui algumas das técnicas que eles usam para se manterem no topo.

Os 3 primeiros itens da lista são itens sobre os quais nós temos pouca influência visto serem totalmente determinadas pelo governo, que, por sua vez, encontra-se totalmente controlado pela elite. Teoricamente isto pode ser mudado através do voto, mas na realidade, nós não temos qualquer tipo de influência sobre estas políticas.

Os 4 últimos itens também se encontram totalmente controlados pela elite, mas o nosso uso deles está sob o nosso controle. Se por acaso estamos a ser controlados através deles, então não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos.

1. Violência.

Uma das formas mais óbvias através da qual a elite controla a população é através da ameaça de violência. Se alguém que não faz parte da classe governante [classe essa que é bem mais alargada que a classe 'democraticamente eleita'] tenta obter acesso a local barrado ao povo, essa pessoa irá rapidamente ser colocada numa prisão ou morta. Virtualmente todas as classes governantes da História usaram este método.

Os Estados Unidos fazem uso constante da violência como forma de reforçar a ordem estabelecida. E ocasionalmente, a força usada é excessiva. Por exemplo, em 2013 uma higienista dental chamada Miriam Carey conduziu até ao ponto de controle da Casa Branca. 

Quando os oficiais a ordenaram que parasse, ela tentou inverter a marcha e voltar para a estrada de onde tinha vindo. Os policiais bloquearam-na e ela foi-se embora, gerando uma perseguição policial que terminou quando os policiais dispararam e mataram a jovem mãe (apesar dela não ser qualquer tipo de ameaça para eles).

O monopólio estatal do uso da violência é a forma de controle mais aceitável. Quando ela é usada correctamente, ela preserva a ordem sem afectar de modo negativo a maior parte das pessoas. Esse monopólio só se torna problemático quando ele se torna excessivo.

2. Assistência Social

Há já milhares de anos que os governos usam a assistência social como forma de placar as massas deslavadas. Durante a parte final da República Romana, os políticos disponibilizavam pão aos votantes mais pobres como forma de comprar os seus votos.

Infelizmente, o esquema da compra de votos não durou para sempre. Mal as pessoas se aperceberam que elas poderiam votar por "coisas gratuitas" para si mesmas, a República tornou-se ingovernável.

Depois de muitos tumultos políticos, a situação eventualmente precisou dum ditador forte na figura de Júlio César.

Nos dias de hoje, os governos disponibilizam alimento grátis, alojamento, e até telemóveis aos pobres como forma de comprar os seus votos e impedir que causem problemas.

Não pensem por um minuto que quando Hillary propõe outra ronda de ofertas ela tem uma preocupação genuína pelos seus concidadãos; isto nada mais é que mas uma compra de votos.

3. Impostos

A elite usa a política tributária como forma de impedir que os outros se tornem abastados e, desde logo, passem eles mesmos a fazer parte dessa mesma elite. Nos Estados Unidos, as pessoas que fazem parte dos 1% mas ricos pagam muito pouco de impostos visto que a maior parte do seu rendimento deriva de ganhos de capital, que são tributados a taxas mais baixas que o rendimento comum.

Ironicamente, os Democratas que querem tributar as pessoas que ganham rendimentos elevados para "atacar os ricos" estão, na verdade, a perpetuar o elitismo enraizada dos super ricos. Para fomentar uma maior mobilidade económica, o sistema tributário deveria ser menos progressivo tendo em vista o propósito de baixar os impostos dos rendimentos comuns.

4. Desporto

Karl Marx é famoso por dizer que a religião é o ópio das massas. É provável que isso fosse verdade nos dias de Marx, mas claramente não é isso que se passa hoje. Actualmente, a religião desempenha um papel menor da vida da maior parte das pessoas. Em vez disso, o ópio mais poderoso na vida dos homens modernos é o desporto televisionado.

Existem segmentos consideráveis da população masculina (e cada vez mais mulheres) que passam os Sábados e os Domingos fixados na TV a assistir as suas equipas favoritas. E isto já não é mero entretenimento; as pessoas levam estes desportos tão a sério que podem ficar deprimidas quando a sua equipa perde um jogo importante.

Nos Estados Unidos, os desportos são uma indústria milionária e todos eles são disponibilizados pelas elites que são abastadas o suficiente para comprar equipas. Até os desportos universitários são financiados pelos endinheirados financiadores das universidades.

A forma de evitar ser encurralado pela distracção dos desportos televisionados é colocando-os na sua perspectiva adequada. Embora não haja nada de mal em assistir a um jogo durante o fim de semana, não há motivos para comprar imensa propaganda desportiva ou gastar o tempo a memorizar estatísticas. Porque é que ficamos tão emotivos quando duas empresas entram em confronto uma com a outra?

Para além disso, é sempre melhor participar em desportos do que assistir outros a practicá-lo. Este é também um bom conselho para a distracção que se segue que é..

5. Pornografia.

Começando nos anos 50, os pornógrafos levaram a cabo uma guerra com a duração de 3 décadas tentando enfraquecer as leis Americanas contra a obscenidade. E eles foram bem sucedidos. Com o advento da internet, a pornografia tornou-se omnipresente. Embora os libertários celebrem isto como um triunfo da liberdade pessoal, a realidade dos factos é que a pornografia tornou-se numa das formas de controle das massas mais poderosas que existe.

Não é preciso dizer aos homens o quão poderoso o impulso sexual é. Para nós, o estímulo visual é extremamente viciante. Alguns estudos revelam que pelo menos metade dos homens encontra-se viciada em pornografia, mas eu acho que esta percentagem é bem mais elevada.

O uso da pornografia é uma imensa perda de tempo. Em vez de ser levado a cabo algo de útil, alguns homens passam uma ou duas horas a tentar encontrar imagens excitantes. Esse tempo poderia ser melhor usado a levantar pesos, a aprender uma arte marcial, a conhecer mulheres, a gerar uma família, ou a fundar uma empresa.

Mas a pornografia é mais do que uma perda de tempo visto que ela engana o homem, levando-o a acreditar que ele tornou-se no Imperador da China com um número ilimitado de mulheres prontas a satisfazer todas as suas necessidades. 

Dito de outra forma, o uso da pornografia torna o homem complacente. Isto pode ser visto no comportamento dos "homens herbívoros" do Japão que acham mais simples ficar em casa e masturbar-se, do que encontrar uma mulher ou atingir um objectivo qualquer.

Quer seja intencional ou não, a pornografia tornou-se numa das mais eficazes formas de controle das massas. Se estamos ocupados a estimular o nosso cérebro, então não estamos a reparar na forma como o nosso governo se está a transformar numa plutocracia. Isto causa a que não nos importemos com o facto de estarmos a ser tratados como gado como forma de enriquecer os nossos senhores.

6. Entretenimento

O post mais popular do meu blogue foi o primeiro que escrevi. O tópico era o que eu havia aprendido enquanto acompanhava um programa televisivo com o nome de "Naked and Afraid". Embora eu seja de opinião que esse post tem uma mensagem benéfica, os meus posts mais profundos têm muito menos visualizações. O motivo por trás da sua popularidade é o facto de se centrar num programa de televisão. Os posts aqui no ROK que comentam filmes são, também, muito populares.

Tal como o desporto televisivo, não há nada de mal em apreciar programas televisivos, filmes ou jogos de computador quando isto é feito com moderação. Mas o entretenimento popular está quase sempre cheio de mensagens que têm o propósito de avançar com a agenda dos esquerdistas. E tal como a pornografia ou o deporto televisivo, demasiada envolvência com o entretenimento pode-nos cegar em relação ao que *realmente* está a acontecer no mundo real. (...)

7. Redes Sociais

Quando elas não estão a ser censuradas pelas elites, as redes sociais podem ser uma ferramenta extremamente poderosa que podemos explorar para trazer de volta o patriarcado. Infelizmente, 99% das pessoas não usam as redes sociais como ferramenta do bem, mas sim como forma de obter algum tipo de "status". As mulheres são mais culpadas disto, mas os homens também o são quando postam fotos das suas bebidas alcoólicas ou das suas técnicas de grelhar carne.

A melhor forma de usar as redes sociais é usá-las com prudência. Se por acaso deres por ti envolvido em guerra de "status" ou em discussões sem sentido, afasta as redes sociais da tua vida e vai fazer alguma coisa de útil.

Conclusão:

Aristóteles ensinou que a liberdade genuína não é a licença para se fazer o que bem se quiser, mas sim a habilidade de agir em concordância com a razão. Se nós nos encontramos incapazes de fazer o bem, independentemente da linguagem empoderadora que usemos para mascarar o facto da servidão, nós somos escravos.

O facto de nos vermos livres do controlo da elite pode não os derrubar a curto prazo, mas vai fazer com que a nossa vida melhore. Só isto é motivo suficiente para se levar a cabo esforços nesse sentido.

Fonte: http://bit.ly/2t8Tw8L
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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



sábado, 2 de janeiro de 2016

O que é a Dialética Hegeliana?

Por Daryush Valizadeh

Uma expressão que vez após vez foi surgindo quando eu fazia a minha pesquisa dos governos modernos é "Dialéctica Hegeliana". Passei algum tempo a estudar o termo não só para saber o que era, mas também para saber como é que o mesmo estava a ser usado pela classe governante como forma de manipular o público de moda atingir um propósito pré-estabelecido.

Inicialmente descrito pelo filósofo iluminista Alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, a Dialéctica Hegeliana é um mecanismo para se chegar a uma verdade final ou a uma conclusão. É bem provável que vocês usem, actualmente, o método Aristotélico de se chegar à verdade, que é observar todos os factos da situação e inferir a conclusão mais lógica tendo como base essas observações.

Por outro lado, Hegel falou dum processo onde a verdade era atingida através dum processo de fricção e conflicto entre uma força (tese) e a sua oposta (antítese). O resultado final deste confronto - a síntese - é a melhor conclusão.

É bem provável que a síntese não seja a verdade final e absoluta. Esta torna-se na nova tese e é formada uma nova antítese em sua oposição. O conflicto avança então rumo a uma segunda síntese. Este processo repete-se até que a síntese final é revelada, que, teoricamente, é a verdade absoluta.

Dito de forma simples, a Dialéctica Hegeliana é a batalha entre dois extremos como forma de se obter um resultado que se encontra algures no meio. O resultado irá desenvolver uma força opositora e a batalha que se seguirá irá ter outro tipo de resultados. A realidade objectiva que temos actualmente incorporou dentro de si todas as "batalhas" prévias de teses e antíteses desde o princípio; isto significa que - de acordo com a teoria - estamos a viver dentro dum arco progressivo rumo à verdade absoluta e rumo a um mundo perfeito.

Exemplos de teses e antíteses:

Tese
Antítese
Síntese
Hegemonia Francesa e Inglesa depois da Primeira Guerra Hitler Hegemonia
Americana
Conservadorismo Tradicional Marxismo Globalismo
Perda de poder doméstico por parte do governo dos EUA 11 de Setembro "Patriot Act"
O NSA espia os Americanos
Feminismo PUA, MRA
Neomasculinidade
?

A Dialéctica Nacional

Hegel propôs esta dialéctica como uma forma natural de se atingir a verdade, mas tinha em mente que a própria nação era o veículo para se criar a nova síntese. Tal como a maior parte dos pensadores do Iluminismo, Hegel rejeitou a noção de Deus e colocou a nação-estado como Deus. A elite moderna avançou ainda mais com isto ao determinar uma síntese (um propósito específico) e posteriormente, a executar eventos que evoluem artificialmente rumo a tal síntese pré-determinada.

Se a elite tem em vista um leque de resultados - quer seja um governo mais autoritário ou uma guerra que consolida o seu poder - tudo o que eles têm que fazer é gerar uma antítese que os irá levar rumo ao resultado desejado. Isto é normalmente conhecido como ataque "bandeira falsa" ["false flag attack"] onde o governo duma nação ataca a própria nação de modo a que possa responder da forma que sempre quis, visto que é só através desse ataque que os cidadãos concordam com a síntese pré-determinada.

Diga-se de passagem, os ataques bandeira-falsa são, na verdade, uma forma comum que os governos usam para realizar os seus propósitos.

Eis aqui dois círculos Hegelianos dentro dois quais nós podemos estar a viver:

Tese
Antítese
Síntese
Rússia recusa-se entrar na  Nova Ordem Mundial Desestabilizar a Ucrânia e a Síria; Forçar a Rússia a agir de forma agressiva Criar pretexto para remover a elite Russa; Instalar políticos Ocidentais na Rússia.
Nacionalismo na Europa Permitir a entrada de milhões de Afro-Islâmicos Fortalecer as Nações Unidas e a União Europeia como forma de "proteger" as pessoas dos tumultos sociais

É comum as pessoas usarem a dialéctica na sua vida como forma de resolver problemas:

Tese
Antítese
Síntese
Não está a receber atenção. Inventa drama, catástrofes e doenças Recebe atenção por parte da família, amigos e estranhos

O que a elite governante faz, e já está a fazer há séculos, é gerar reacções que requerem as soluções que eles sempre quiseram implementar. Esta reacção (por exemplo, o 11 de Setembro) coloca os cidadãos num estado de medo e de ansiedade, o que permite a fácil implementação de soluções sem que haja qualquer tipo de resistência. Será que os Americanos teriam protestado duma forma mais agressiva ao "Patriot Act" se o 11 de Setembro nunca tivesse ocorrido? Muito provavelmente eles haveriam de se rir desta proposta, tal como se riram das tentativas de George W. Bush de privatizar a Segurança Social no princípio do seu segundo mandato.

Cuidado com as "soluções" governamentais

Uma das formas de se ficar a saber que os governos estão a usar a dialéctica Hegeliana para cumprir com os seus planos é quando eles têm soluções prontas logo após um evento, antes mesmo de haver algum tipo de debate público sobre essas "soluções". Isto é visto com frequência nos Estados Unidos com o tópico do controle de armas, onde após cada incidente de tiroteio e assassinatos, há uma apelo à limitação da venda de armas por parte dos média e por parte do governo.  O forte controle de armas, ou a confiscação das mesmas, é a solução pré-determinada da classe governante Americana que sem dúvida será tentada no futuro.

Desde Nero a queimar Roma a Hitler a queimar o Reichstag, um pouco por toda a História líderes sedentos de poder geraram crises como forma de apresentar ao público situações onde as suas soluções envolvendo um Estado-Policial "faziam sentido"

"Entreguem as vossas armas" - É para vossa segurança...." (....)

Todas as crises financeiras que os Estados Unidos já sofreram foram seguidas pelo mesmo padrão de dialéctica Hegeliana que resultou num passo incremental rumo ao domínio financeiro mundial por parte duma elite restrita. [Fonte]

Um outro uso relacionado da dialéctica Hegeliana é gerar a aparência duma saudável oposição governamental. Nós vemos isso nos Estados Unidos onde tanto os Democratas como os Republicanos são duas cabeças do mesmo corpo. Eles criam uma fachada pública onde passam a imagem de duas forças opositoras a debater e a comprometerem-se a servir os interesses da nação, quando na verdade, ambos os partidos são controlados pelos mesmos globalistas que fazem donativos a ambos os partidos.

O fenómeno "cuckservative" revelou que os conservadores mainstream são virtualmente idênticos à esquerda, com a excepção de alguns pontos quentes tais como o aborto e a religião (eles já convergiram na questão do "casamento" homossexual).

No Ocidente, a escolha basicamente é entre a informação "esquerdista" controlada, e a informação "direitista" controlada. O conflito entre os dois grupos SOB CONTROLE mantém o aparente conflito informacional aceso. Factos indesejados que se enquadram em nenhum dos grupos são convenientemente esquecidos. Livros que não se enquadram dentro de nenhum dos campos são efectivamente neutralizados porque eles irão invocar a ira tanto da "direita" como da "esquerda". (...)

A dialéctica Hegeliana está actualmente a ser aplicada como forma de assegurar e manter o poder mundial absoluto, bem como a autoridade absoluta, nas mãos duma elite. [Fonte] 

A dialéctica Hegeliana exige uma tese e uma antítese, um pró. e um anti.. Será que isto não são absolutos? Será que os próprios conceitos de esquerda e direita, Este e Oeste, preto e branco, etc, exigidos pela dialéctica, não são, em si, uma confirmação do absolutismo? [Fonte]

(Uma política governamental com um título razoável tal como "desenvolvimento sustentável" faz parte da dialéctica que tem como propósito controlar o comportamento humano e a sua reprodução.)

É fácil governar quando os cidadãos encontram-e programados para exigir as mudanças que estão de acordo com os teus planos:

O aspecto perturbador da abordagem de Alinsky para a "mudança social radical" é a sua crença no método Marxista-Leninista de manter sempre as massas desmoralizadas de modo a que elas passem a exigir mudança, ou insistam que o sistema seja abolido de todo. [Fonte]

Muitos de nós estamos cientes do que a elite está a fazer à sociedade como forma de a manter sob controle. A dialéctica Hegeliana permite-nos ver como é que eles estão a fazer, acrescentando uma importante peça no puzzle de modo a que mais facilmente se possam reconhecer os esquemas autoritários. Sempre que ocorre uma crise cuja solução é avançada pelos políticos, pelos governos, pelas organizações mundiais tais como as Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, a Reserva Federal, ou incontáveis outras entidades semi-governamentais, podemos ter a certeza de três coisas:

1. A solução não irá resolver o problema original.
2. É bem possível que o problema tenha sido criado por uma das instituições citadas em cima como forma delas mesmas avançarem com a sua "solução"
3. O controlado processo Problema-Reacção-Solução está a reduzir a tua liberdade e fazer com que fiques mais dependente do estado.

Depois de catástrofes violentas e eventos globais, pensem por alguns instantes para ver exactamente quais são os seus planos reais tendo como base a reacção daqueles que se encontram no poder, e pensem em resistir a esses mesmos planos se isso estiver ao vosso alcance. Para terem a certeza, podem assumir que virtualmente todas as soluções não-locais avançadas pelo governo fazem parte dum plano de te magoar, e que isso terá o efeito contrário ao declarado se por acaso o mesmo receber permissão para ser implementado.

- http://bit.ly/1TkwEq5




terça-feira, 8 de setembro de 2015

Três homens que salvaram a Civilização Cristã

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico.

Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome.

As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala.

Lições:

Estes três heróis do Ocidente demonstram os 4 traços da masculinidade listados por Jack Donovan: força, coragem, mestria e honra. Este homens não lutaram sozinhos mas eram líderes. Liderando por exemplo, eles lutaram na linha da frente ao lado dos seus homens, colocando-se a eles mesmos em perigo eminente.

Este método de liderança inspirou coragem dentro dos corações das suas tropas. Nos dias de hoje, muitos pensam que a liderança é simplesmente colocar uma cara autoritária e dizer aos outros o que fazer; estes três homens provam que esta noção está errada. Juntos, Martel, De Valette, e Sobieski deram ao Ocidente uma tradição de honra e um legado de valentia..

- http://goo.gl/RY8VNo
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sexta-feira, 26 de junho de 2015

A anti-feminista Sabedoria Bíblica

Por JD Unwin

Alguns poucos artigos do ROK [Return of Kings] falaram da sabedoria Bíblica básica e como ela se pode aplicar a nós, aqui na manosfera. No entanto, o que eles não disseram foi o quão úteis os conselhos Bíblicos de Deus são em termos do papel de liderança masculino e a qual é a Sua visão para a interacção entre homens e mulheres.

Escusado será dizer isto, mas a visão de Deus (através dos Seus representantes) do fenómeno de mulheres a controlar os homens - isto é, feminismo - é de revolta total. Para este efeito, vou-me focar em apenas três versículos, que fazem parte do Antigo Testamento (e como tal, recomenda-se a adequada contextualização temporal).

1. "E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua concepção; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará." Génesis 3:16

A chave do versículo é "... e o teu desejo será para o teu marido.....ele dominará sobre ti". Aqui, no Antigo Testamento, o Próprio Deus está essencialmente a dizer, que o estado natural da mulher é ansiar por um marido, e que o estado natural da marido é dominar a sua mulher. Ela pode agradecer aos eventos do Jardim do Éden por este facto (tal como o castigo do sofrimento) com os quais todos nós estamos familiarizados. No Novo Testamento, Paulo adaptou isto para significar "cabeça" mas o papel de liderança é óbvio em ambos os casos.

Quantos exemplos já vimos na sociedade onde as mulheres alegaram que não precisam de homens, embora nas revistas e dentro do seu comportamento bizarro a verdade tenha sido exactamente o contrário?

Em relação ao casamento, há já muito tempo que o movimento feminista (juntamente com os homossexuais e os apoiantes do aborto) tem levado a cabo uma guerra contra esta instituição religiosa (tendo em vista a marginalização do papel que os maridos e pais heterossexuais têm desempenhado). Isto ocorre porque quando se separa o natural papel de liderança dos maridos da relação, isso permite que as mulheres interpretem os papéis maritais, bem como a paternidade e a sexualidade, como elas bem quiserem (ou melhor, como lhes é dito que as coisas têm que ser).

A maior parte das mulheres são imitadoras naturais, possuindo uma forma de pensamento mais conformista do que crítica. Se as coisas não fossem assim, a Oprah e o Dr. Oz não teriam o tipo de poder hipnótico sobre as mulheres tal como eles financeiramente desfrutam actualmente. Os elitistas feministas actuais (tanto homens como mulheres) aprenderam a usar esse poder de pensamento de grupo ao indoutrinar as outras mulheres para dentro das suas fileiras como forma de lhes levar a apoiar este ou aquela causa dos Guerreiros da Justiça Social.

2. "Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis." - Provérbios 31:3

O que a Bíblia (ou o Rei Lemuel, mais especificamente) está a dizer aqui é simples: não gastes todas as tuas energias na perseguição de mulheres porque isso irá causar a tua ruína. Não te tornes no macho beta que orbita em redor duma mulher tal como um satélite orbita em redor dum planeta.

Quantos reis dos dias de hoje sofreram uma queda financeira, entre outras coisas, só porque resolveram gastar muito a perseguir mulheres? Gary Hart pode ser considerado um exemplo; a sua candidatura presidencial foi bombardeada devido às suas infidelidades.

Embora Bill Clinton tenha provado que a indulgência sexual nem sempre impedem uma pessoa de obter a presidência, ele tem sofrido, apesar de tudo, uma merecida humilhação devido ao seu comportamento de mulherengo, e é considerado uma piada até aos dias de hoje. Tu és muito mais que as tuas partes reprodutivas, irmão.

3. "Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa do seu governo; ah, povo meu! os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas." Isaías 3:12

Este versículo de Isaías é bastante profundo, e diz-no imenso sobre o status quo da época. Parece que as mulheres têm estado no negócio de tentar controlar os homens (através delas mesmas ou através de homens beta) há anos. Para além disso, a interpretação moderna de "os opressores do meu povo são crianças" pode muito bem ser aplicado aos Milenares [ed: nascidos entre 1981 a 1990] e da forma como eles estão a ser desencaminhados através da indoutrinação feminista nos média, e, obviamente, durante o tempo em que eles estão nas escolas da justiça social da assim-chamada alta-cultura.

Infelizmente, estes Milenares têm estado a avançar com as causas dos GJS à medida que avançam na sua idade, e começam a assumir posições de poder e influência, progressivamente perpetuando assim o ciclo de podridão cultural. Para além disso, permitir que uma mulher ou um macho beta ocupe posições de influência dentro da sociedade permite que os ensinamentos anti-masculinos se tornem comuns (para o detrimento da sociedade como um todo).

"Destroem o caminho das tuas veredas" é, portanto, profético se levarmos em conta as instituições académicas, os casos de custódia, e as iniciativas de acção afirmativa com base no sexo - tudo coisas com o denominador comum de transformar as mulheres no sexo dominante ersatz.

O movimento feminista actual reconhece a sabedoria "pílula vermelha" da Bíblia como uma ameaça inaceitável, e é por isso que as feministas têm tentado desacreditá-la como misógina, rejeitá-la como irrelevante, e sabotá-la através do fenómeno das igrejas feminizadas. Demasiados machos Cristãos beta têm sido moldados e transformados em feministas religiosos devido a esta feminização das igrejas.

Apesar destas circunstâncias. a Bíblia ainda é considerado o Livro mais popular do mundo, e este Livro irá sobreviver às tendências da justiça social até à inevitável queima de livros que ocorre com a tirânica tomada de poder. Até um ateu "pílula vermelha" que frequente o ROK ou outros sites na manosfera pode apreciar o que a Bíblia lhes está a dizer aqui.

- http://bit.ly/1GPy2vA

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Não deixa de ser curioso que uma rejeição eficaz da moral esquerdista invariavelmente resulta numa adopção (parcial ou não) do ponto do vista Bíblico. Isto não é acidental, se levarmos em conta que o esquerdismo é, essencialmente, satânico e o satanismo é uma inversão da Ordem Natural estabelecida por Deus. De todas as inversões que actualmente afligem a humanidade, o feminismo é o mais poderosa e o mais destrutiva.



sábado, 24 de janeiro de 2015

Como mostrar a uma feminista a superioridade do patriarcado

Por Return of Kings

Apesar dos recentes ataques que tem sofrido, o patriarcado tem sido extremamente bem sucedido ao longo da História.. A maior parte das culturas do mundo são patriarcais; para se encontrar sociedades matriarcais bem sucedidas é preciso regressar no tempo até à História antiga, ou analisar áreas geográficas remotas, ou então entrar dentro do mundo ficcional das feministas. No entanto, isto não impediu o colectivo feminista de publicar livros e até hashtags saudando o fim do patriarcado, num exemplo clássico de amplificação incestuosa.

O que surgirá depois da aparente queda do patriarcado é algo que ainda não foi bem explicado.

Deixando de lado o hamster racionalizador, e surpreendentemente, existem poucos dados do que seria uma sociedade composta só por homens ou uma sociedade composta só por mulheres. Um cientista social empreendedor poderia levar a cabo uma experiência onde grupos de homens e grupos de mulheres eram deixados à sua própria sorte, tendo que trabalhar juntos como forma de sobreviver na sua luta contra os elementos naturais, e tendo que construir a civilização a partir do nada.

No entanto, tal cientista teria grande dificuldade em convencer as comissões de revisão que o inevitável sofrimento dos participantes seria justificado se levássemos em conta o valor dos dados recolhidos posteriormente. 

Felizmente, os "reality shows" não se encontram limitados por constrangimentos éticos, e - na sua busca eterna por índices de audiência - ocasionalmente levam a cabo experiências muito interessantes - experiências essas que os cientistas sociais nunca teriam permissão para duplicar.

Há alguns anos atrás tive o prazer de assistir à versão Holandesa do programa Survivor (Expeditie Robinson) com a minha colega-de-quarto feminista.

Há já algumas semanas que a minha colega-de-quarto estava a promover esta série em especial (perante mim e perante os outros estudantes da casa) porque, segundo ela, o mesmo demonstrar o que uma sociedade gerida pelas mulheres - longe dos males do patriarcado - seria.

E foi isso mesmo que o programa fez. Oh, se fez!

Eis aqui o que aconteceu: inicialmente, ambos os grupos foram deixados nas suas ilhas respectivas com abastecimentos (como forma de terem com o que começar), e depois foram abandonados de forma que tomassem conta de si mesmos. Em ambos os grupos houve algumas querelas à medida que as pessoas tentavam gerar algum tipo de hierarquia.

Os homens resolveram começar a fazer o que eles achavam necessário - não havia ninguém a dar ordens. Os homens que tinham vontade de caçar, acumular comida ou pescar fizeram isso mesmo. Houve um homem que cansou de estar sentado na areia e consequentemente começou a fazer bancos.

Outros homens construíram uma cabana que eventualmente cresceu e evoluiu. Outro homem cozinhava todas as noites. No espaço de alguns dias, estava em florescimento uma pequena civilização, com cada dia que passava a ser mais próspero que o anterior.

As mulheres também geraram a sua rotina; penduraram um varal para secar as suas toalhas, começaram a apanhar banhos de sol e gerar querelas entre si visto que, ao contrário dos homens - elas eram incapazes de fazer coisa alguma sem o consenso de todo o grupo. E uma vez que este era um grupo composto no mínimo por 12 mulheres, o consenso nunca foi atingido [ed: lol].

Durante os episódios iniciais seguintes, as mulheres comeram toda a sua comida inicial, foram encharcadas por diversas vezes pelas tempestades tropicais, foram comidas vivas pelas pulgas de areia, e estavam, de modo geral, num estado miserável. Os homens, por outro lado, estavam bastante satisfeitos. Obviamente que houve discordância em alguns pontos, mas de modo geral, essas querelas foram resolvidas.

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar. Como forma de ajudar as mulheres, três homens foram escolhidos e enviados para a ilha onde estavam as mulheres. Em troca, três mulheres iriam tomar os seus lugares na ilha dos homens. O olhar da minha amiga feminista durante este episódio foi impagável.

Inicialmente, os três homens escolhidos para ir para a ilha das mulheres estavam em êxtase - por motivos óbvios - mas quando eles chegaram à ilha das mulheres, foram recebidos pelas mesmas.

‘Onde é que está a vossa cabana?’, perguntaram eles

‘Não temos cabana’, responderam elas.

‘Onde é que estão os vossos mantimentos?’ perguntaram eles, consternados.

‘Nós comemos todo o arroz’

E assim por diante.

Os três homens deram por si a trabalhar que nem cães, usando as habilidades desenvolvidas por tentativa e erro durante as suas semanas iniciais, construindo uma cabana, pescando, e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos. As mulheres continuaram a protestar e tomar banhos de sol. As três mulheres que foram enviadas à ilha dos homens estavam muito contentes - comida, abrigo e imensa atenção masculina. Elas também continuaram a tomar banhos de sol.

E isto, meus amigo, é o patriarcado. Sem surpresa alguma, a minha antiga colega-de-quarto já não é feminista.

Estou bem ciente que isto pode ser um acaso feliz, um corvo branco, um caso excepcional não-representativo da sociedade como um todo, mas essa temporada da versão Holandesa da série Survivor não é um caso único. A CBS emitiu várias temporadas da mesma série nos Estados Unidos, onde os homens e as mulheres começavam em grupos separados.

Na maior parte dos casos, (o Amazon e One World), o resultado foi o mesmo; os homens rapidamente se organizavam, obtendo acesso a comida, fogo e abrigo, ao mesmo tempo que as mulheres passavam a maior parte do seu tempo e da sua energia em querelas mesquinhas, comendo todo o seu mantimento, ficando encharcadas durante as tempesteadas, e de modo geral, a ter uma atitude patética.

A situação inversa - onde os homens não se haviam organizado, e onde as mulheres haviam construído uma micro-sociedade funcional - não foi observada fora do mundo ficcional feminista - e provavelmente nunca vai ser observado.


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Uma frase a reter:

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar.

Tradução: "Como forma de acabar com o sofrimento das mulheres, as pessoas que geriam o programa colocaram homens nas suas vidas". E depois da chegada dos homens, as mulheres passaram a ter abrigo, comida e protecção - precisamente aquilo que o feminismo diz que "oprime" as mulheres.

A realidade dos factos é que as mulheres precisam dos homens, e as mulheres precisam do patriarcado. Sem homens a gerir a sociedade - a proteger e a liderar as mulheres ("e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos") - elas nunca serão capazes de viver num ambiente protector e próspero.

O feminismo, ao atacar a cooperação entre homens e mulheres, não só está a destruir a vida dos homens, como está a fragilizar a qualidade de vida das mulheres, e, de modo geral, e plantar as sementes para o descalabro social. Mas se calhar essa é utilidade (temporária) do feminismo.





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O que é um Guerreiro da Justiça Social?

Por Daryush Valizadeh

Os Guerreiros da Justiça Social [em inglês, "SJW" - Social Justice Warrior] acreditam numa ideologia esquerdista extremista que combina o feminismo, o progressismo, e o politicamente correcto num sistema totalitário que tenta censurar o discurso e promover estilos de vida marginais ao mesmo tempo que tentam activamente discriminar os homens - especialmente os homens brancos. Eles são o braço activista na internet do progressismo Ocidental que opera como um grupo vigilante de forma a garantir a conformidade e homogeneidade do pensamento esquerdista.

O verdadeiro entendimento de "Guerreiros da Justiça Social" ainda está em aberto, mas de forma geral, ele tornou-se num termo abrangente que caracteriza as feministas e os esquerdistas que de modo activo tentam resolver as alegadas injustiças da sociedade moderna, organizando-se em comunidades online como forma de disseminar propaganda, censurar o discurso, e punir os indivíduos, fazendo com que eles sejam expulsos dos seus empregos. Eles foram também bem sucedidos em se posicionarem nos escalões superiores das universidades, das organizações mediáticas e das industria de tecnologia.

Os Guerreiros da Justiça Social não olham para todos os seres humanos como iguais

Usando a hierarquia do "privilégio", os Guerreiros da Justiça Social calculam o valor dum ser humano com base nas alegadas injustiças ou maldades que esse grupo sofreu desde o tempo do homem ancestral, usando uma interpretação selectiva e estreita da História. Os Guerreiros da Justiça Social elevam os grupos que eles consideram terem recebido a menor quantidade de "privilégio" no passado, e depois usam o activismo da internet, sob a forma de multidões e purgas comunitárias, para atacar aqueles que são tidos como os que têm uma maior quantidade de privilégio.

A ideia do privilégio é tão essencial para a ideologia dos Guerreiros da Justiça Social que uma táctica comum de debate por eles usada é o de dizer "verifica o teu privilégio", que essencialmente tem o significado de "tens que parar de dizer o que dizes, ou mudar o que dizes, porque os teus ancestrais podem - ou não - ter feito coisas más às mulheres ou as etnias minoritárias."

Por exemplo, se um conhecido homem branco Americano diz uma piada sobre uma mulher negra lésbica e muçulmana, os Guerreiros da Justiça Social irão usar uma combinação de blogues, Youtube, e redes sociais como forma de revelar a sua identidade (publicar a sua informação pessoal, incluindo o local onde ele trabalha). Depois disto, irão pressionar a empresa do homem, inundando-a com chamadas e mensagens com o propósito de remover a sua fonte de rendimento, ao mesmo tempo que se dedicam a uma campanha de ataque em massa como forma de levar a que as suas contas online sejam suspensas.

O seu propósito final é o de silenciar todo o discurso com o qual eles não concordam, ou discurso que eles acham ofensivo, ao mesmo tempo que castigam o infractor através da remoção da sua fonte de rendimento.

À medida que eles vão crescendo em poder, o intervalo de discurso aceitável que poderá dar início a uma caça às bruxas por parte dos Guerreiros da Justiça Social vai ficando cada vez mais estreito, e aqueles que se encontram no ponto mais elevado da hierarquia do privilégio (os homens brancos) têm que falar de forma cuidada se por acaso não querem ser vítimas dum ataque por parte dos Guerreiros da Justiça Social.

Eles acreditam que o consenso é mais importante que a objectividade.

Os Guerreiros da Justiça Social não acreditam na objectividade. Em vez disso, o discurso e as ideias têm que ser analisadas de modo relativo segundo a fonte das mesmas e segundo o público-alvo. O sentimento duma declaração tem também que ser levado em consideração, coisa que pode ser afectada pelas notícias actuais, pela atmosfera cultural e pelas tendências populares. Por exemplo, consideremos a seguinte frase:

Os Asiáticos são nerds.

Se, depois dum tremor de terra ter ocorrido no Japão, um homem branco famoso dissesse esta frase no Twitter, uma punitiva caça às bruxas por parte dos Guerreiros da Justiça Social teria início. No entanto, se uma famosa utilizadora do Youtube, negra e lésbica, dissesse exactamente a mesma coisa, nenhuma acção contra ela seria tomada. Isto prende-se com o facto das mulheres negras se encontrarem num ponto baixo dentro da hierarquia de privilégio dos Guerreiros da Justiça Social, e, como tal, terem uma maior amplitude no discurso até que uma caça às bruxas seja iniciada contra si.

O homem branco, que está no topo da hierarquia do privilégio, não tem margem de manobra para fazer uma piada sobre raça alguma visto que ele não faz parte duma classe protegida pelos Guerreiros da Justiça Social. Ele seria considerado racista e intolerante, apesar do facto da declaração "Os Asiáticos são nerds" ter uma baixa ambiguidade, independentemente da raça ou do estatuto da pessoa que a disser.

Esta falta de objectividade por parte dos Guerreiros da Justiça Social é intencional e deriva do pensamento Marxista Cultural que alega que a objectividade e a noção do certo e do errado são menos importantes que o consenso. O motivo por trás disto prende-se com o facto do consenso ser facilmente obtido através da manipulação da narrativa - factos culturais, ideias e memes que fazem parte duma população específica. Se alguém consegue construir um consenso, manipulando a narrativa através do domínio dos média, ou através da rápida eliminação do discurso que se encontra em oposição ao que "tem" que ser acreditado, é possível subscrever algumas crenças mesmo que elas se encontrem em oposição a factos científicos confirmados ou contra o raciocínio básico.

A táctica dos Guerreiros da Justiça Social evoluiu devido à necessidade de manter a ideologia viva  num clima onde a ciência - e ciência com mais de 100 anos - contradiz a maior parte das suas ideias. Por exemplo, uma crença importante dos Guerreiros da Justiça Social é que, para além do seu corpo físico, não existem distinções entre os homens e as mulheres, que a evolução [sic] parou no pescoço dos seres humanos e deu a ambos os sexos cérebros idênticos. A biologia humana não dá qualquer tipo de apoio a esta noção [1] [2] [3], e como tal, sempre que uma pessoa tenta declarar perante uma audiência que os homens e as mulheres são diferentes, os Guerreiros da Justiça Social tentam uma das três:
(1) Censurar o discuro através de multidões descontroladas.
(2) Chamar a pessoa de "misógina" (e alguém com ódio às mulheres) como forma de impedir que a população geral leve em consideração a informação correcta que está a ser apresentada.
(3) Destruir os meios de subsistência da pessoa, entrando em contacto com o seu patrão, de modo a que ele seja menos capaz de exercer a sua liberdade de expressão.
Vocês irão encontrar com frequência a táctica do consenso a ser usada pelos Guerreiros da Justiça Social:

Como é que tu podes acreditar em X quando tantas pessoas acreditam em Y?

Como se sabe, o consenso é uma forma débil de analisar os factos e as escolhas morais. Era consenso [científico] acreditar que a Terra era achatada e que o sol girava em volta da Terra. Infelizmente, muitos bons homens foram presos ou executados por terem crenças que iam contra as crenças consensuais da altura, embora se saiba hoje que eles estavam certos. O consenso Americano apoiava a instituição da escravatura, mas isso não tornava esse consenso moralmente correcto. E não foi há muito tempo que o consenso defendia a segregação entre brancos e negros, mesmo no Norte dos Estados Unidos, onde a escravatura não era practicada. O consenso tem-se revelado como um método perigoso de validar ideias e comportamentos.

Os observadores irão notar que o controle de informação é um componente importante da ideologia dos Guerreiros da Justiça Social. Eles não têm outra escolha senão agir desta forma visto que as suas ideias não estão de acordo com a ciência e nem com a lógica. Devido a isto, os Guerreiros da Justiça Social construíram mecanismos através dos quais eles controlam o discurso que vai contra as suas crenças.

Ao controlar os argumentos ou as ideias que estão disponíveis para o público, eles têm maiores possibilidades de convencer os outros através da manipulação e da intimidação frontal da sua visão do mundo, como forma de gerar o consenso que eles precisam para afectar as mudanças sociais. Algumas pessoas tomam parte activa nas suas causas porque nunca entram em contacto com pontos de vista contrários, que normalmente são classificados de "discurso de ódio".

O mensageiro é mais importante que a mensagem

Uma parte importante do seu activismo depende dos sentimentos subjectivos e do valor atribuído às partes envolvidas. Antes duma Guerreira da Justiça Social tomar uma decisão em torno do certo e do errado, ela tem primeiro que saber a raça, sexo, e sexualidade dos participantes envolvidos, e só depois decidir de vai ficar furiosa ou não. Uma declaração ou uma ideia isolada não é suficiente para que se chegue a uma conclusão em torno da aceitabilidade da declaração ou da ideia. Por exemplo, levemos em consideração a frase que se segue:

O aborto não pode ser usado como forma de controle de natalidade.

Uma Guerreira da Justiça Social seria incapaz de reagir a esta declaração sem saber primeiro quem a disse. Se tivesse sido eu - um homem caucasiano -  a publicar esta frase num site famoso como a CNN, o ultraje seria imenso. A maior parte dos comentários iriam acusar-me de ter ódio pelas mulheres, e de querer controlar os seus corpos. Teria início uma petição com o propósito de impedir que eu voltasse a escrever para a CNN.

Por outro lado, se a mesma frase tivesse sido dito por uma feminista como Jessica Valenti, as respostas seriam mais calmas; ela receberia algum tipo de críticas e até algumas palavras de apoio por parte de pessoas que tentariam destruir a minha vida caso eu tivesse dito exactamente a mesma frase.

A pessoa que acredita no método cientifico não seria afectada pelo mensageiro: ela iria avaliar a declaração e tentar verificar se a mesma se fundamenta na lógica. Os Guerreiros da Justiça Social evitam tal tipo de comportamento objectivo.

Alguns grupos merecem mais a igualdade que outros grupos

Os Guerreiros da Justiça Social fazem um espectáculo gigantesco em torno da sua busca pela "igualdade", mas como a citação presente no livro Animal Farm declara:

Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que outros.

As Guerreiras da Justiça Social não acreditam que o homem merece o mesmo tratamento que a mulher da mesma raça. Quando elas dizem "igualdade", o que elas têm em mente é a aplicação de benefícios especiais para grupos protegidos como forma de gerar uma igualdade fundamentada na subjectividade da sua percepção e dos seus sentimentos. Elas chegam ao ponto de alegar que as mulheres e os não-brancos não podem ser racistas contra os homens brancos. Se uma mulher negra qualifica um homem branco de "cracker", "honky", "redneck", "hick", ou "peckerwood", ela apenas está a corrigir males históricos e injustiças, e não a ser racista.

Uma vez que as Guerreiras da Justiça Social não têm uma forma objectiva de medir ou orientar a igualdade, a mesma só será atingida quando elas sentirem que essa igualdade foi atingida. O problema é que se essa igualdade alguma vez for atingida, isso irá destruir a necessidade da existência das Guerreiras da Justiça Social; isto significa que a busca pela igualdade é como a "guerra às drogas" ou "guerra ao terrorismo", isto é, uma guerra perpétua que nunca será vencida visto que, nas suas mentes, sempre irá surgir um grupo necessitado de algum tipo de privilégio e igualdade.

Se nós trocarmos a palavra "igualdade" pela palavra "poder", ficaremos com uma melhor percepção do que motiva o activismo dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social. Um teste simples que pode ser feito para se danificar por completo o argumento das Guerreiras da Justiça Social em torno da igualdade é perguntar-lhes o seguinte:

Vocês acreditam que a mulher negra é igual à mulher branca?

Elas irão contorcer-se bravamente, e olharão para os lados - para as suas amigas Guerreiras da Justiça Social -  como forma de saber o que elas pensam antes de dar uma resposta confusa, inconsistente com outras crenças por ela mantida.

Os Guerreiro da Justiça Social são máquinas de rotulagem de seres humanos

Se a censura não for possível, os Guerreiros da Justiça Social tentam destruir a reputação do infractor de discurso, qualificando-o de racista, misógino, verme, intolerante, xenófobo, homofóbico ou transfóbico. Esta é uma das suas mais fiáveis tácticas para colocar o público contra as pessoas com as quais elas não concordam devido ao peso  negativo que estes termos ainda carregam. Eu mesmo já fui qualificado com todos os nomes possíveis e imaginários, e o site sob a minha gestão - Return Of Kings - já foi denunciado pelos blogues mainstream que se alinham com as Guerreiras da Justiça Social, sendo posteriormente colocado na lista negra.

Embora actualmente os rótulos ainda sejam eficazes, as Guerreiras da Justiça Social estão a diluir o seu poder devido ao uso excessivo. Se a maioria dos homens são tidos como "misóginos", então o público perderá a sua sensibilidade em relação a este termo. Nós já estamos a ver algo nesse sentido à medida que as Guerreiras da Justiça Social se vêem forçadas a aumentar os rótulos para níveis criminosos. Uma táctica que tenho visto com relativa frequência actualmente é acusar os homens de "assédio sexual" quando na verdade tudo o que o homem fez foi flirtar com ela ou criticá-la.

Pior ainda, as Guerreiras da Justiça Social começaram a qualificar os homens de "violadores" tendo como base nada mais que alegações anónimas feitas na internet - mesmo que a suposta "vítima" nunca tenha reportado o "crime" à polícia. Para as Guerreiras da Justiça Social não interessa que não exista qualquer tipo de condenação através do normal processo legal, e que o rótulo de "violador" permaneça sobre os homens mesmo quando as autoridades policiais se tenham recusado a acusá-los.

Isto destrói por completo a presunção de inocência através da qual uma pessoa é inocente até prova em contrário - um direito básico usado desde o tempo dos Romanos e incluído na Declaração Universal dos Direitos Humanos. É possível que cheguemos a um ponto onde seja presumido que todos os homens são violadores, e sempre que eles disserem algo impróprio, isso seja usado para limitar a sua liberdade de expressão.

Pouco dispostos a debater de forma civilizada

Outra característica dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social é a sua falta de vontade em tomar parte em debates civis frente-a-frente, preferindo em seu lugar acções de grupo através do que eles chamam de "campanhas" ou "grupos de pressão". Incapaz de aceitar críticas ou de analisar evidências concretas, a Guerreira da Justiça Social que se encontre isolada irá tentar fazer-se de vítima" ("Pára de me atacar!", "Para de me provocar!", "Pára de me envergonhar!"), ou usar inúmeras falácias argumentativas. Estas tácticas são usadas como forma de ganhar tempo até que ela volte a ter o poder e a segurança do seu grupo mais alargado.

Os Guerreiros da Justiça Social evitam debater porque eles não têm as ferramentas lógicas necessárias para uma discussão objectiva. Se o teu sistema de crenças é mantido através da subjectividade, dos sentimentos, e do presumido valor dum indivíduo com base numa imaginária escala de privilégio, é impossível debater com alguém que usa factos. A falta de rigor educacional das comunidades dos Guerreiros da Justiça Social significa que eles e elas sentem-se mais confortáveis re-blogando conteúdo no Tumblr, ou partilhando imagens engraçadas, em vez de analisarem os dados científicos como forma de encontrarem evidências do que defendem.

Nas universidades, é normal as Guerreiras da Justiça Social obstruírem palestrantes que elas não conseguem refutar com factos. Para alguns observadores, este tipo de comportamento pode parecer o comportamento duma criança que coloca os dedos nos ouvidos e grita o mais alto que pode. Elas não têm escolha senão silenciar o discurso dos outros visto o seu próprio discurso ser incapaz de refutar os argumentos que se encontram contra a sua visão do mundo, e elas não terem o rigor intelectual para o fazer.

Ausência total duma moralidade fixa

Graças à subjectividade da sua ideologia, os Guerreiros e as Guerreiras da Justiça Social não têm estrutura moral ou qualquer tipo de virtude. O porquê disto ser assim é intencional visto que a acumulação de conhecimento, moralidade, e sabedoria do passado foi desenvolvida e promovida pelos homens brancos, e estes são vistos como os arautos da dor e do sofrimento das classes que os Guerreiros da Justiça Social querem "proteger".

Mesmo que Aristóteles, Seneca, Marco Aurélio, Tomás de Aquino, ou Henry David Thoreau tenham tido sabedoria valiosa que ainda continua a ajudar milhões de pessoas que vivem nos dias de hoje, a informação que deriva do seu trabalho tem que ser totalmente rejeitada porque eles eram homens brancos. Visto que durante os últimos séculos o homem branco tem estado na linha da frente do avanço da humanidade, especialmente depois do declínio dos impérios dos Egípcios, dos Persas, dos Mongóis e dos Otomanos, a rejeição da obra dos homens brancos exclui a maior parte da orientação moral que podemos usar para determinar o certo do errado.

Consequentemente, os Guerreiros da Justiça Social inventam o seu próprio código moral, embora o mesmo baseia-se no que eles sentem naquele preciso momento - o mesmo não servindo como linha orientadora por um período superior a um ou dois meses (sugerindo que o seu livro moral teria que ser escrito a lápis).

A maior excepção que eu encontrei para esta discriminação contra o homem branco é Steve Jobs, inventor do iPhone, dispositivo que os Guerreiros da Justiça Social preferem usar. A ironia em torno disto é que os Guerreiros da Justiça Social são contra o "capitalismo ganancioso", preferindo em seu lugar o socialismo e o capitalismo, sem levar em conta que iPhones são feitos por mão-de-obra barata em alguns países da Ásia onde alguns trabalhadores já se suicidaram precisamente nas fábricas onde os iPhones são construídos (devido às terríveis condições de trabalho lá existentes).

Os Guerreiros e as Guerreiras da Justiça Social são capazes de cobrir algumas áreas das suas crenças preferidas de modo a que o seu estilo de vida consumidor não seja colocado em causa.

As Guerreiras da Justiça Social não acreditam em Deus, não defendem a importância da familiar nuclear como a mais importante unidade dentro das organizações humanas, não têm qualquer sentido de comunidade local (em oposição às que apenas existem na internet). Em vez de lerem textos históricos para obterem algum tipo de orientação, elas lêem o Huffington Post, o Buzzfeed, e o Reddit. Uma considerável proporção das Guerreiras da Justiça Social obtém a sua informação em memes gráficos que partilham de modo entusiástico no Imgur e no Facebook.

Os Guerreiros da Justiça Social são pagãos que veneram as mulheres, as minorias, os homossexuais, e outros aspectos não-capitalistas, não-Católicos da humanidade. Uma vez que o seu sistema de crenças se baseia em tendências e sentimentos, os Guerreiros da Justiça Social irão rapidamente alterar o seu pensamento dum mês para o outro, dependendo do que se encontra "na moda" (ou não) nos seus forums de discussão.

Actualmente, o homossexualismo - na melhor das hipóteses, um estilo de vida, e na pior das hipóteses, uma sexualidade propagadora do vírus do HIV - parece estar no centro do seu activismo, especialmente agora que o "casamento" homossexual subitamente se tornou algo urgente ns EUA durante os últimos 5 anos. Algumas pessoas prevêem que a maior parte do seu activismo se centrará posteriormente no transsexualismo, o que nos leva a perguntar de que forma é que o movimento irá lidar com tantos grupos marginais todos eles batalhando por serem os "menos privilegiados".

Os Guerreiros da Justiça Social são pessoas confusas e declaradamente doentes mentais

Para além de admitirem terem sido intimidados e gozados na sua infância, muitos Guerreiros da Justiça Social abertamente admitem ter algum tipo de doença mental. Eles mesmos passaram a ser os intimidadores na internet, plataforma onde a força física, a coragem, ou uma identidade definida não são necessárias para se ser um activista eficaz. Embora eles estejam confusos em relação à forma como devem viver a sua vida, consequência da sua falta de valores, e muitos lidem com o suicídio, a auto-mutilação, ou outros problemas mentais que lhes impede de ler alguns artigos sem um “trigger warning” a agir como renúncia à realidade, eles não têm problemas em determinar como é que todas as pessoas da sociedade devem viver as suas vidas.

Não está claro o porquê deles responderem aos problemas presentes na sua vida desta maneira em vez de buscarem ajuda profissional, ou lerem artigos em torno de auto-ajuda, mas pode-se especular que eles tentam controlar as outras pessoas como forma de compensar a falta de controle que eles têm nas suas vidas. O activismo dos Guerreiros da Justiça Social é uma forma de tratamento para os seus problemas visto que eles podem-se focar nos alegados problemas das outras pessoas e não nos seus.

Um problema comum que os Guerreiros da Justiça Social têm é confusão em relação à sua identidade sexual ou em relação ao seu sexo biológico. A maior parte deles tomam conhecimento do activismo dos Guerreiros da Justiça Social quando ainda se encontram na sua adolescência e ainda não estão seguros em relação à sua preferência sexual. Mal eles são expostos aos escritos dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social, que apresentam teorias em torno da forma como o sexo não existe, algo biologicamente falso, e que a pessoa é livre para se colocar num caleidoscópio do género, incluindo em muitos tipos de homossexualismo e transsexualismo, o mais novo Guerreiro da Justiça Social mistura e consolida a sua identidade sexual de forma de buscar a aprovação dentro do seu mais recente grupo.

As Guerreiras da Justiça Social inventaram novos sexos e novas preferências sexuais, a mais popular delas sendo a panssexualidade - cuja definição varia conforme a Guerreira da Justiça Social com quem se fale, mas que é algo parecido com a bissexualidade. Outras invenções incluem coisas como polissexualismo, "genderqueer", pangénero, skoliosexual, e a mais curiosa delas todas, que assume um novo tipo de mamífero que a ciência ainda não descobri, o trigénero.

Embora muitas Guerreiras da Justiça Social sejam heterossexuais normais, elas desprezam qualquer sexualidade que tenha a sua origem nos homens heterossexuais. O homem heterossexual é alguém que exibe privilégio ofensivo sempre que classifica a beleza duma rapariga, sempre que prefere as mulheres mais magras, ou sempre que flirta com a mulher com quem quer ter sexo. No entanto, quando uma mulher faz o mesmo, eles apenas está a exibir o seu poder da sua sexualidade, e, como tal, tem que ser encorajada.

O impulso sexual masculino é considerado perigoso e opressivo para as mulheres, mas o impulso sexual das mulheres é maravilhoso, natural e merecedor de elogios firmes e  constantes. É importante notar que algumas Guerreiras da Justiça Social acreditam que o sexo pénis-na-vagina [PIV = "penis in vagina"] é uma forma de violação, mesmo que o sexo seja consensual. A masculinidade exibida pelos homens é perigosa, mas a masculinidade exibida pelas mulheres (rapar o cabelo, ganhar massa muscular, dizer asneiras, e tentar seduzir outras mulheres) é promovida. Mais uma vez, isto revela a subjectividade e a desigualdade do pensamento dos Guerreiros da Justiça Social. 

Como foi que os Guerreiros da Justiça Social se tornaram tão poderosos?

Só podemos especular sobre o porquê duma ideologia tão longe da ciência e dos valores Ocidentais se ter enraizado nos Estados Unidos [e em todo o Ocidente Cristão]. Uma teoria defende que esta ideologia é soma [bebida intoxicante usada durante rituais Védicos, tida como bebida dos deuses] para as pessoas desiludidas com a vida, ou pessoas que não conseguiram atingir os seus objectivos. É fácil para os derrotados da vida congregarem-se dentro duma ideologia que diz:

Tu falhaste porque te mantiveram subjugado sob o patriarcado do homem branco, e este homem ainda possui um privilégio invencível que faz com que ele roube o teu pão de cada dia e a tua felicidade.

Obviamente que é muito mais fácil culpar os outros ou fazer o papel de vítima como forma de resolver os problemas individuais da vida. Nos dias de hoje, o trabalho árduo não é valorizado pela sociedade tal como o era no passado, e como tal, quando se dá a alguém a chance de, por um lado, se esforçar ainda mais, e por outro, se juntar a uma turba intimidadora, não é difícil ver o porquê tantas pessoas (na ordem dos milhões) escolher a segunda opção. Para além disso, esta segunda opção é mais satisfatória para o seu ego, segundo o ponto de vista do poder.

Isto leva-nos a perguntar o porquê dos homens brancos heterossexuais tomarem parte do movimento dos Guerreiros da Justiça Social visto que isto seria semelhante a Judeus a aliarem-se à Nacional Socialista. A maior parte destes homens são tímidos, pouco confiantes, e com pouca massa muscular. Eles sofrem de ansiedade social e simplesmente querem fazer parte dum grupo que aumente as suas possibilidades junto das mulheres. Aparentemente os homens brancos estão a ajudar Guerreiras da Justiça Social, que rapidamente os acusariam de serem violadores, apenas e só para poderem ter algum tipo de gratificação sexual junto das mulheres.

Embora os homens sejam os alvos mais comum dos Guerreiros da Justiça Social, não é incomum eles voltarem-se contra um dos seus. Por exemplo, se uma mulher branca -  grupo protegido dentro da ideologia e da escala dos Guerreiros da Justiça Social - ofender um transsexual - que é ainda mais protegido dentro da mesma escala - os Guerreiros da Justiça Social atacam a mulher branca, mesmo que esses mesmos activistas a tenham defendido no passado (isto aconteceu com Laci Green, uma feminista protegida que por uma vez usou o termo "tranny" ["traveco"] e foi ameaçada de morte pelos Guerreiros da Justiça Social transsexuais).

Uma vez que o activismo dos Guerreiros da Justiça Social é subjectivo, estando à mercê dos ventos de mudança, um activista pode estar nas boas graças dos seus colegas hoje, mas ser ameaçado de morte amanhã.

Qual é o propósito dos Guerreiros da Justiça Social?

O seu propósito é o poder e o domínio da narrativa cultural do Ocidente como forma de construir um consenso que se alinha com a ideologia da extrema-esquerda. Visto que as suas ideias estão longe da ciência, da lógica e da racionalidade, isto exige um controle total da informação, como forma de propagar a sua imoral visão do mundo, e o silenciamento total daqueles que são contra esta mesma visão do mundo.

Ainda não é bem claro qual é o seu plano para o homem branco [heterossexual], que eles acreditam ser a desgraça do planeta Terra, mas não é disparatado prever que, com o crescimento das suas turbas - em tamanho, ódio e poder -, sejam levados a cabo actos de violência contra eles, algo que os levaria a serem classificados de terroristas segundo o FBI. Actualmente, as suas estratégias são intimidação [bullying], disseminação de propaganda, e a censura de opositores.

Uma das formas adoptadas com sucesso tendo em vista a realização dos seus planos tem sido a instalação de Guerreiros da Justiça Social em instituições proeminentes e comunidades. Actualmente, eles são moderadores activos de forums populares, líderes de grupos universitários, professores catedráticos, ou blogueiros populares e   entertainers com audiências enormes, o que lhes dá margem de manobra para propagar o seu activismo.

Algumas Guerreiras da Justiça Social, tal Zoe Quinn, atingiram posições de destaque tendo relações sexuais heterossexuais com homens com acesso a informação que elas queriam modular. Uma vez que a maior parte das feministas, progressistas, e esquerdistas simpatizam com a causa dos Guerreiros da Justiça Social, é fácil ver a forma como eles obtiveram uma quantidade surpreendente de influência nos Estados Unidos, permitindo que propagassem a sua mensagem.

Os Guerreiros da Justiça Social são uma ameaça aos valores do Ocidente

Os Guerreiros da Justiça Social utilizam a censura, discriminam contra o homem branco [heterossexual], e discordam com os direitos humanos básicos em relação aos procedimentos legais que já existem no sistema legal Ocidental há séculos. Eles são contra a liberdade de expressão conferida pela Constituição Americana, e não acreditam que todos os seres humanos foram criados iguais.

Eles rejeitam a ciência e erradamente aplicam rótulos, acusações e alegações criminosas contra todos aqueles que se atrevem a cruzar o seu caminho. Eles determinaram que alguns grupos devem ser elevados (em detrimento de outros) como forma de receberem mais benefícios e mais direitos em torno da liberdade de expressão, e têm sido bem sucedidos em silenciar o discurso daqueles com quem discordam através de caça às bruxas online.

Eles continuam a afectar todos os grupos, plataformas, e comunidades com quem eles entram em contacto. O seu propósito não é o de acrescentar valor ou criar algo de novo, mas sim o de controlar o fluxo de ideias e, consequentemente, o fluxo de pensamento. Os seus valores encontram-se em oposição aos valores do Ocidente.

As ideias dos Guerreiros da Justiça Social atingiram uma massa crítica nos Estados Unidos; os alunos universitários estão a receber uma lavagem cerebral por parte dos activistas envolvidos com os Guerreiros da Justiça Social, e até os estudantes das escolas primárias estão a ser expostos às suas ideias através de professoras simpatéticas com o feminismo (que lêem os mesmos sites que os outros activistas).

O que eu mais temo é que os seus esforços de censura e de domínio cultural se tornem mais onerosos à medida que eles consolidam as suas posições nas companhias mediáticas, nas universidades, em Silicon Valley, e até dentro da política. Se o teu sistema de crenças é contra o que os Guerreiros da Justiça Social fazem, é prudente tomares medidas como forma de te protegeres duma caça às bruxas visto não existirem evidências de que o seu poder será enfraquecido num futuro próximo.




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