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domingo, 24 de janeiro de 2016

Tudo o que eles têm é o medo

Por Jack Donovan

Os progressistas só têm um bom truque, e os homens continuam a ser enganados pelo mesmo. Eles chamam-te com frequência de cobarde de modo a que tu faças o que quer que esteja ao teu alcance para provares que não és um cobarde. Se eles querem que tu aceites um grupo de estrangeiros, eles chamar-te-ão de xenófobo como forma de tu colocares de parte qualquer reserva racional que possas ter em relação às motivações dos estrangeiros. A única forma de provares que não tens um medo irracional de estrangeiros é aceitando-os de braços abertos e sem questionar nada.

Se por acaso questionares a sanidade dum homem que não pode ser "quem ele realmente é" até que o seu pénis lhe seja cirurgicamente retirado, então chamar-te-ão de transfóbico. A única forma de provares que não tens medo de transsexuais é concordando que os transsexuais não só são mentalmente sãos, mas que também são heróicos e que deveriam ter permissão para entrar nas instalações sanitárias femininas.

Se por acaso tu rejeitas uma exigência feita por uma mulher, então "tu tens medo duma mulher forte". Esta acusação já foi repetida tantas vezes que uma facção considerável  da população parece mesmo acreditar que os homens estão, dentro de si, constitucionalmente temerosos duma mulher com "atitude. É provável que haja alguma verdade nisto, mas só porque os homens preferem evitar a realidade frustrante de que, independentemente do quão forte a mulher afirme ser, nenhum homem ou mulher irá perdoar o homem que nocautear uma mulher. Para provarem que não têm medo das mulheres, os homens  cedem e dão tudo o que as mulheres querem porque eles não são capazes de enfrentar as mulheres da mesma forma que enfrentam outros homens.

Os progressistas conseguem levar os homens a fazer o que eles querem ao manipularem o medo de terem medo, Quando esta manipulação passar a ser reconhecida, vocês irão começar a vê-la em quase todos os argumentos apelativos aos homens, e em toda a narrativa progressista que tem como tema os homens. A sua estratégia é a de retratar os homens, até mesmo homens que já demonstraram a sua coragem no campo de batalha ou num empreendimento legitimamente heróico onde eles enfrentaram e superaram o medo, como sendo essencialmente motivados pelo medo e pelos sentimentos de inadequação.

É tentador dizer que esta estratégia é um reflexo dos seus próprios medos - que eles são de tal forma definidos pelos seus medos e pelas suas fraquezas que não conseguem imaginar alguém a ser motivado por algo mais que o medo.

O progressivismo é promovido e aceite principalmente pelas mulheres, pelos educadores e pelos homens urbanos que tendem não só a ser fisicamente mais fracos, mas também a não ter qualquer tipo de treino em auto-defesa (e nem revelam têm interesse por isso). Racionalmente falando, é normal que estas pessoas tenham mais medo que os homens mais capazes. Mas isso nada mais é que tu e eu a pensarmos como homens.

Eles não olham para o mundo dessa forma; estas pessoas sempre viveram uma vida protegida; eles são os mansos que herdaram a terra, e tal como todas as crianças mimadas, eles não têm qualquer experiência em torno do que foi preciso para criar o mundo e nem do que é preciso para o manter. Tal como toda a herdeira que não se importa de onde vem o dinheiro desde que ela o possa gastar, eles não têm qualquer entendimento práctico da violência e nem do seu papel na manutenção da sua segurança.

Tal como escrevi no livro "O Código dos Homens", [Inglês: "The Way of Men"] durante a maior parte da história e da pré-história[sic], o papel social do homen tem sido orientado em torno do perímetro de defesa. Os homens estão adaptados para esse papel, e é razoável afirmar que os homens mais masculinos estarão mais interessados em avaliar as ameaças e tomar preparativos para lidar com elas.

Um dos meus melhores amigos instalou janelas à prova de balas na sua casa só porque para ele isso lhe parecia como a coisa mais óbvia de ser feita. Ele está naturalmente orientado para olhar para si como o guardião, para se preocupar com a protecção e com a defesa, até mesmo quando não existem ameaças imediatas e não há nada que precise de ser protegido. Ele não tem mais medo que as outras pessoas.

De facto, é provável que ele tenha menos medo que a maior parte das pessoas. Ele não está paranóico e nem tem qualquer tipo de obsessão com os preparativos de se lidar com o perigo; para ele, isto é divertido. Ele sente-se atraído por isto tal como os pintores se sentem atraídos por pinturas ou como os músicos se sentem atraídos pela música. Ele é bom no que faz e isto deixa-o feliz.

Pessoas que foram protegidas durante toda a sua vida e que não têm interesse pela defesa pessoal não se vêem no papel de guardiãs. Tal como as mulheres, as crianças e os enfermos, eles sempre viveram dentro do perímetro. Para os protegidos, o papel protector é "trabalho para outra pessoa". Eles sentem-se protegidos porque faz parte da sua natureza confiar noutras pessoas para garantirem a sua segurança.

Os homens masculinos olham para a violência como responsabilidade sua enquanto que os protegidos olham para a violência como responsabilidade de outra pessoa. As ameaças são tão abstractas para eles como a energia eléctrica o é para mim. O meu pai era electricista mas não faço ideia nenhuma de como aquilo funciona, e nem me preocupo com isso desde que a luz acenda quando eu carrego no interruptor. Não tenho medo das luzes se apagarem; nunca penso nisso; isso é trabalho para outra pessoa.

Não creio que os progressistas protegidos tenham medo da violência o tempo todo, e não creio que eles se apercebam do quão vulneráveis eles demonstram ser para resto das pessoas. Eles são os alvos mais arrosados, mais pelúcios, e mais macios de todos, mas eles não pensam na violência porque eles não crêem que é função sua lidar com ela. E eles não irão pensar nisso até que as luzes se apaguem. Quando as luzes se apagarem, eles irão reparar no quão vulneráveis e desamparados eles têm estado durante toda a sua vida. Eles irão ver o que todos nós fomos capazes de ver desde o início.


Deve ser por isso que eles parecem ficar tão traumatizados quando a violência ocorre, e tão "engatilhados" [inglês: "triggered"] quando, mais tarde, são feitas referências à violência. Quando tu estás à espera da violência, e alguém te supera, vais ficar zangado em relação a isso, mas tens uma forma de processar o evento; as coisas fazem sentido. No entanto, se tu sempre assumiste que a violência é algo que acontece com as outras pessoas e um dia ela acontece contigo, isto vai virar o teu mundo do avesso.

Devido à sua própria natureza, os homens masculinos têm medo de ter medo. Ou, melhor ainda, os homens têm um medo natural de serem vistos como pessoas que estão com medo. Aparentar medo significa perder no olhar-para-baixo circular que precede a violência. A vulnerabilidade precede a violência e dá a aparência de ser fácil. Este é um medo racional. Claro que ele pode-se desmoronar até à paranóia irracional, mas a menos que se tente misturar com a multidão, porque é que não gostarias de ter a aparência dum alvo difícil no meio dum rebanho de rapazes-de-pijama espoliados?

Os homens que andam em grupos não querem dar a aparência de vulnerabilidade pelos mesmos motivos. Dentro dum contexto de grupo, os homens não se querem associar com homens temerosos, com aparência vulnerável, porque os homens que emitem sinais de fraqueza ou vulnerabilidade causam a que todo o grupo pareça vulnerável. Aparentar medo diminui o teu valor dentro do grupo.

Por outro lado, demonstrar coragem faz de ti um membro mais valioso dentro do grupo. Os homens não querem ser vistos com alguém com medo porque o seu valor como homens - a sua identidade, a sua honra - está intimamente associada à reputação de estar disposto e ser capaz de processar e superar o medo,

A civilização moderna está vazia de oportunidades para os homens provarem a sua coragem perante os outros homens porque a civilização moderna eliminou muitos riscos, e, intencionalmente, a maioria dos homens tem que viver dentro do perímetro protegido. A eficácia do modernismo significa que não há muitas posições para guardião embora haja muitos guardiões.

Os homens perderam também oportunidades de se provarem a eles mesmos dentro de grupos de homens firmemente fechados porque os homens são forçosamente integrados com as mulheres em quase todos os aspectos da vida moderna. Eles são integrados com as mulheres nas escolas, no emprego, e em quase todos os ginásios ou escola de artes marciais. Como resultado desta integração, os laços entre os homens tendem a ser fracos, e poucos homens jovens tiveram oportunidades suficientes para construir uma genuína identidade masculina - um forte sentido de quem são dentro dos grupos masculinos.

Tal como as feministas astutamente salientaram, muitos homens modernos têm um sentido particularmente frágil do seu valor como homens. Eles têm pouca experiência em superar o medo, nenhuma reputação por demonstrar coragem, e nenhum sentido de pertencer a um grupo de outros homens. Estes homens estão cientes disso - conscientemente ou subconscientemente - e isso faz com que eles fiquem ansiosos.

Esta ansiedade em torno da sua masculinidade faz com que eles sejam fáceis de manipular com fobias inventadas e instigações sem base tais como "tu tens medo duma mulher forte".

O progressivismo é apresentado como um movimento revolucionário; a sua propaganda encoraja as pessoas a acreditar que estão a "enfrentar" algum tipo de mal poderoso, ou "dizer a verdade" aos poderes estabelecidos, o que só pode ser feito sem violência e com a impunidade relativa que os "rebeldes" desfrutam porque os seus propósitos ou são complementares ou não-ameaçadores para os objectivos daqueles que realmente têm o poder.

Quando os poderes estabelecidos te atacam com sacos de feijão, gás lacrimogéneo e balas de borracha, então tu não és uma ameaça séria para eles. Quando o poder estabelecido te vê como uma ameaça, eles enviam equipas S.W.A.T. e helicópteros Apache.

O progressivismo usa a linguagem da revolução violenta, mas tudo não passa de melodrama. Os pontos de vista progressistas são o establishment e, neste aspecto, conservadores. Por exemplo, já não é revolucionário ser contra o racismo (se é que alguma vez foi). Tem havido uma campanha sistemática na meio educacional, nos média, nos governos, e nas forças militares para dizer a todas as pessoas do mundo Ocidental que o racismo está errado.

Tu cresceste numa sociedade que foi integrada à força, e contra a vontade dos teus ancestrais, muito provavelmente antes até de teres nascido. Tu foste exposto a imagens positivas sobre as pessoas de outras raças, protegido das ideias negativas em relação às outras pessoas, e ensinado por todas as instituições que o racismo e os estereótipos de qualquer tipo estão errados.

Se por acaso tu hoje acreditas que o racismo está errado, e emprestando as palavras de Barack Obama, "Não chegaste aqui sozinho [....] Tu não construíste isso." Tu não usaste a "razão" para deixar de ser racista. Tu não és uma pessoa iluminada, nem sofisticada e nem evoluída. Tu acreditas exactamente naquilo que te foi dito para acreditares. Dá uma palmada nas tuas próprias costas.

Um pouco por todo o mundo Ocidental existem riscos financeiros e sociais para quem age de modo racista, ou age de modo que é visto como racista, ou tem ligações com pessoas racistas. Nos círculos sociais mainstream serás ostracizado. Se por acaso és uma celebridade, a tua carreira chega ao fim. Se por acaso pedires desculpa, ninguém irá acreditar em ti, e as pessoas vão falar disto para o resto da tua vida.

Os políticos mainstream qualificam-se uns aos outros de "racista" e entram em competição para se superarem uns aos outros na diversidade feel-good e no departamento que busca símbolos [raciais]. Se por acaso trabalhas para outra pessoa, se fores declarado como um "racista", isso pode fazer com que passes a ser não-empregável na era das pesquisas online.

Se tens um negócio, podes ser vítima de boicote, e as outras empresas podem cancelar as suas contas como forma de evitar qualquer tipo de associação contigo. Se és um académico, serás atacado pelos média e podes até perder o teu emprego por chegares a uma conclusão que parece ser racista, quer seja verdade ou não.

Na Europa, podes ser preso por dizer algo, ou escrever algo, abertamente racista ou "xenofóbico". Dizer algo que pode ser entendido como racista, ou algo depreciativo para com outro grupo, quer seja verdade ou não, requer coragem. Ser um "racista" ou um "xenófobo" exige tomates.

Não existem penalidades sociais, financeiras ou legais por se dizer que se é contra o racismo ou contra a xenofobia. Nenhuma. Os auto-proclamados "anti-fascistas" que querem ter uma erecção resultante do perigo de "lutar contra o racismo" têm, na verdade, que procurar as pessoas acusadas de racismo e atormentá-las na rua, esperando causar algum tipo de confronto.

E quando isto acontece, eles sabem muito bem que serão absolvidos de qualquer tipo de consequência legal por parte de advogados que ou se irão disponibilizar para "lutar contra o racismo" em seu favor nos tribunais e em regime pro bono, ou serão pagos por um certo número de organizações anti-racistas muito bem financiadas e muito bem estabelecidas.

Não é preciso coragem para se dizer que se é contra o racismo visto que não há riscos inerentes a essa posição. O anti-racismo, a integração orquestrada, o multiculturalismo, a pró-imigração, a anti-xenofobia, a anti-perfilagem, a anti-estereotipização, "a diversidade é a nossa força".......tudo isto são ideias do establishment e posições por defeito que são socialmente recompensadas e afirmadas. Os riscos só aparecem quando estas posições são desafiadas de uma forma ou outra.

Portanto, quem mesmo é que tem medo?

O mesmo pode ser dito do sexismo aberto, da homofobia, da transfobia e de qualquer iniciativa que os progressistas dizem que secretamente assusta de morte os homens. Quantos homens da política se atreveriam a dizer que as coisas estariam melhores se as mulheres não votassem ou se elas não tivessem sido encorajadas a buscar salário igual dentro da força laboral?

Na maior parte dos países é ilegal iniciar uma empresa que exclua as mulheres - como funcionárias ou como clientes - e aparentemente Deus não te irá ajudar se te recusares a fazer um bolo para um "casamento" entre duas lésbicas. Depois delas mancharem o teu nome nos média, elas darão entrada a um processo legal que te irá arruinar financeiramente.

Todos os funcionários masculinos de todas as grandes empresas sabem que podem ser despedidos por dizerem algo "insensível", ou algo que pode ser subjectivamente entendido por outra pessoa como algo "sexual" ou "ameaçador". Foi dito recentemente a um cliente meu (por parte do departamento dos recursos humanos) que ele era "demasiado masculino", e que ele deveria ser mais sexualmente fluído porque a "certeza em relação ao seu género" pode causar desconforto junto daqueles que estão incertos. Foi-lhe pedido que cortasse a barba e usasse roupas mais largas como forma de esconder a sua estrutura musculosa.(...)

Todos os estudantes e todos soldados do sexo masculino foram submetidos a horas e horas de treino em torno do assédio sexual e da sensibilidade cultural. Todos eles assinaram declarações e manuais onde se explicavam as penalidades por fazer ou mesmo implicar a coisa "errada". Eles sabem que serão punidos não só pelas instituições mas também pelas pessoas que consideram amigas, e mesmo até por membros familiares.

E é disso que eles têm medo.

Quando vejo uma mulher a dizer que é a favor dos direitos iguais, ou que ela pensa que as pessoas deveriam ajudar os refugiados, ou que ela é contra o racismo, eu olho para isso como empatia natural e como sinalização moral que tem como base o critério da sociedade onde ela vive. Em vez de levar em conta o facto de ser uma senhora, ou uma Cristã, ou virgem, ela está a salientar o único tipo de moralidade de pureza moral que toda a gente leva em conta neste império internacional do nada.

Quando um homem tem o cuidado de me dizer que é contra o racismo, o sexismo, a xenofobia, a homofobia ou a transfobia, o que quer que seja o tópico do dia, tudo o que eu vejo é medo. Ele tem medo de perder o emprego, de perder os clientes, de ser expulso da escola, de ser atacado pelos média, de ser processado, se perder a sua casa, de perder o apoio dos seus amigos e familiares, de perder a esposa ou a sua namorada.

Esse homem assinou os manuais, viu os vídeos e as apresentações em Powerpoint. Ele sabe as regras e ele viu o que aconteceu com os homens que as violaram. Muitos homens chegam a ter medo de pensar os pensamentos que os levam a dizer as palavras que os podem colocar em perigo. É assustador e eu entendo.

Só há cerca de dois anos é que passei a trabalhar por conta própria, e não há garantia que dure para sempre. Trabalhei durante 20 anos, assinando manuais e declarações de políticas internas. Assisti os vídeos obrigatórios. Não venho duma família abastada e nunca tive muito em termos de rede de segurança. Afinal de contas, temos que comer.

Mas onde é que as coisas terminam? Quantas mais fobias é que eles têm permissão de inventar como forma de explorar o nosso medo de ter medo? Quantas mais coisas impossíveis é que vamos concordar em acreditar? Quando parares de cair na mesma armadilha, quantas mais vezes é que vais acenar a tua cabeça e dizer as palavras que já não acreditas?

Quando eu vejo homens na televisão a discutir sobre quem é mais racista, sexista ou transfóbico, e a humilharem-se uns aos outros como se eles nunca tivessem dito ou pensado as mesmas coisas - hoje em dia, pundits políticos e até narradores desportivos passam os dias a fazer isto - tudo o que eu penso é "Que pessoas mais mentirosas, oportunistas e gananciosas!"

Quando eu vejo um homem a pedir desculpas por "palavras ofensivas", ou, pior, pedir desculpas às pessoas que "ficaram ofendidas pelas palavras", eu vejo um homem amedrontado e desesperado. Pode ser que ele esteja a proteger a sua família, os seus amigos ou até os seus empregados. Eu entendo e isso é legítimo. Mas com que frequência e durante mais quanto tempo é que ele vai continuar a humilhar-se dessa forma - fazendo súplicas públicas, supinando a sua mão estendida e aberta tal como um chimpanzé amedrontado?

Eu sei que fazer declarações que podem acabar com uma carreira talvez seja demais para a maior parte dos homens. E não faz sentido e nem há honra em debater com uma mulher sobre o que ela acredita a menos que estejam romanticamente envolvidos. Mas homens, vocês podem começar a se recusar a ter medo ao se recusarem a contar mentiras aos homens com quem lidam.

Parem de contar mentiras aos outros homens. Parem de assumir que os outros homens acreditam nas coisas que vocês não acreditam, e digam apenas o que vocês realmente acreditam. Se algum dos homens se sentir ofendido, e vos começar a dar um sermão - se ele começar a repetir todas as coisas que lhe foram ensinadas pelo sistema de ensino e pelos média - ignorem-no. Muito provavelmente vocês não tinham muito em comum, e ele soa como um idiota mesmo.

A vida é curta e o mundo está a ficar cada vez mais estúpido. Rodeiem-se com aliados que partilham os vossos valores.

E se por acaso derem convosco mesmos a dizer que apoiam coisas que nem se interessam só porque pensam que isso é o que as pessoas querem ouvir, tal como Patrick Bateman no filme "American Psycho" quando ele falou em acabar com o apartheid e com a corrida às armas nucleares, parem de fazer isso, seus sociopatas imbecis.

Se por acaso algum homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenófobos, acusem-no de ser fraco e medroso e de ser facilmente manipulado. Acusem-no de estar demasiado preocupado com ele mesmo para ter tempo para pensar pela sua cabeça ou dizer o que realmente pensa.

Não recuem. Não qualifiquem essas porcarias.

Se por acaso outro homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenofóbicos, admitam-no e façam com que o outro homem se sinta um idiota por urinar as calças por causa disso. Os progressistas querem-te convencer de que estás com medo e por isso é que não concordas com eles, mas a realidade dos factos é que a maior parte dos homens tem medo de discordar com eles.

Façam-nos assumir isso.

Os homens não têm medo de "mulheres fortes", ou de eunucos, ou do "casamento" homossexual, ou de "estrangeiros". Eles têm medo de falar abertamente porque têm medo das consequências sociais, financeiras, e em alguns casos, legais  Isso é medo real, e eles estão dolorosamente cientes disso. Façam-nos assumir isso. Chamem-nos de cobardes.

Mas se o fizerem, muito provavelmente é melhor ficarem preparados para receberem um soco na cara por parte dum homem que está realmente e profundamente assustado com o que significa ser chamado de racista, sexista, xenófobo, ou qualquer outra táctica para assustar que eles criaram para o manipular.

- http://bit.ly/1Uj6uV9



sábado, 26 de dezembro de 2015

As mulheres estão a superar os homens mas não onde realmente conta

Por Martin van Creveld

Levando em conta as notas, primeiro nas escolas e depois nas universidades, as mulheres estão a superar os homens. Para alguns, este facto, que supostamente chega depois de milénios de subjugação e opressão, é uma bênção. Mas outros há que olham para este facto como um sinal de perigo que aponta para a feminização da sociedade que, sob o risco de perder a competitividade com outras nações mais viris, é algo que tem que ser evitado a todo o custo.

Mas é isto verdade?

Cinquenta e dois anos depois de Betty Friedan ter levantado o estandarte da revolta, só 5% dos chefes de estado são mulheres; segundo a lista da Forbes relativa aos 10 executivos empresariais mais bem pagos dos Estados Unidos, nenhum deles é uma mulher. Olhando mais abaixo na lista, a situação não é muito diferente. A diferença de rendimento é tão grande hoje como o era no tempo dos Romanos onde, levando tudo em conta, as escravas valiam cerca de 2/3 dos que valiam os escravos.

Factos semelhantes poderiam ser citados indefinidamente, e eles mostram que, hoje, e como sempre foi o caso, quanto mais nós subimos na hierarquia, menos mulheres encontramos. Se levarmos a cabo alguns cálculos, e assumido que a tendência actual se mantém, só no espaço de 150 anos é que a diferença de rendimento terá o seu fim. Isto, claro, se isso algum dia vier a acontecer, algo que eu duvido muito.

Como é que podemos explicar estes factos? A interpretação padronizada, avançada por inúmeros feministas um pouco por todo o mundo, é discriminação. Esta ideia tem a vantagem de conferir às mulheres a oportunidade de se sentarem num ponto moralmente mais elevado. Para além disso, esta explicação permite também que as mulheres perturbem e cheguem até a intimidar os homens - dentro e fora dos tribunais; há poucas coisas mais difíceis de refutar, e poucas coisas mais susceptíveis de destruir a carreira profissional dum homem, que a acusação de ter discriminado uma funcionária.

A dificuldade com este argumento é que em todos os países desenvolvidos as mulheres são a maioria da população. A sua percentagem dentro do número de pessoas a trabalhar está também muito próxima da percentagem masculina. A forma como, dentro duma democracia, a maioria pode discriminar uma minoria é fácil de explicar; partes da Constituição Americana foram feitas precisamente para impedir isso. Este facto faz com que a explicação seja pouco provável. A menos que - como vamos ver de seguida, vamos ver que há motivos para pensar assim - sejam as próprias mulheres a discriminarem-se a elas mesmas.

Seguem algumas possíveis explicações:

1. As notas não significam assim tanto como as pessoas pensam.

Se sim. porque é que há mais de um século as mulheres têm tido melhores notas que os homens? Pode-se alegar que as qualidades necessárias para se ter sucesso na escola - principalmente a habilidade de ficar quieta e a habilidade de repetir o que o professor diz - são muito diferentes das qualidades necessárias para se triunfar na vida. Levemos em conta as carreiras de pessoas muito bem sucedidas tais como Bill Gates e Steven Jobs, duas pessoas que abandonaram a universidade antes de mudarem o mundo.

Ou ainda o caso de George Bush, Jr., um aluno medíocre que, é dito, só conseguiu terminar o curso em Harvard devido ao dinheiro do pai; e muitos outros exemplos poderiam ser citados, tanto do passado como do presente.

2. Nas escolas, tal como nas universidades, as mulheres tendem a escolher áreas que estão associadas a rendimentos mais baixos.

Estas são as áreas das humanísticas, áreas de ensino, trabalho social, e assim por adiante - áreas que são, ou pelo menos são vistas, como fáceis e "macias". Isto causa a que, e tal como dito por um estudioso, "as evidências à nossa disposição indiquem que as mulheres são menos conhecedoras que os homens em áreas da finança pessoal, e estes achados parecem ser verdade para uma variedade de populações."

As tentativas de se mudar esta situação, motivando as mulheres a seguir carreiras dentro da ciência e da tecnologia, remontam pelo menos até aos anos 30, quando Estaline tentou, sem sucesso, usar o seu punho de ferro em favor destas iniciativas.

3. Em média, e obviamente em relação aos homens, as mulheres são menos competitivas e menos motivadas a serem "bem sucedidas".

Um motivo possível para isto é o facto delas terem menos testosterona nos seus corpos; outro, que elas podem sempre escolher sair do mercado de trabalho encontrando um homem que pague a renda. O contrário não acontece. As estatísticas claramente mostram que casamentos onde a mulher ganha mais que o homem são muito mais susceptíveis de acabar do que aqueles onde isso não acontece. Citando as palavras dum conhecido meu, "por duas vezes me casei com uma mulher que ganhava mais do que eu - e por duas vezes elas divorciaram-se de mim"

4. Continuando com este argumento, Douglas Kinnaird, director-administrativo de consultoria de recrutamento da "MacDonald Kinnaird", alega que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas:

"Cinquenta e três porcento dos advogados licenciados são mulheres, e 52% dos contabilistas licenciados são mulheres. Em média, durante os últimos 25 anos, a resposta feminina que temos tido às propostas de emprego publicitadas é na ordem dos 3.7%; portanto, por cada 100 candidatos de empregos, só 3 são mulheres. Para mim, isto revela que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas."

[Ed: Seria interessante saber para que tipo de emprego as outras mulheres contabilistas e advogadas se estão a candidatar]

5. Sheryl Sandberg, Directora de Operação dentro da Facebook, e uma das poucas mulheres que se tornou bilionária por mérito próprio, explica que há três motivos que explicam o baixo número de mulheres em posições empresariais de topo.

O primeiro é o bom velho chauvinismo masculino. Os homens não queriam contratar mulheres, mas, e de modo fascinante, em alguns casos, as mulheres não queriam trabalhar para outras mulheres. Elas lá devem ter os seus motivos.

O segundo motivo era o de que, quando a proposta de emprego surgia internamente, as mulheres não se candidatavam; isto de certa forma ajusta-se bem com o ponto anterior.

O terceiro motivo era o de que a maior parte das pessoas avança nas empresas porque há um mentor que lhes prepara o caminho e lhes encoraja. No entanto. os homens de escalão mais elevado já não estão disponíveis para fazer isto junto das mulheres jovens devido às possíveis fofocas, ou pior. Vejam mais sobre isto no meu post com o título de “Here They Go Again,” do dia 28.5.2015.

6. Ainda existem, na nossa sociedade, muitos empregos que exigem força física, capacidade para lidar com o lixo, e disposição para enfrentar o perigo.

O número de mulheres que entram nestes empregos é virtualmente nulo; isto permite que homens com menos educação formal façam mais dinheiro, até mesmo mais dinheiro que mulheres com melhores qualificações profissionais.

7. A vontade de engravidar, dar à luz, e educar crianças, sob pena de se tornar um dos pontos mortos da natureza., ainda é muito forte.

É verdade que a idade em que as mulheres têm o primeiro filho está a subir, mas mesmo assim, 4 em cada 5 mulheres irá ter um ou mais filhos a dada altura das suas vidas, e irá investir tempo e energia a educá-los. Isto explica o porquê das mulheres, que durante a fase inicial das suas carreiras ganham o mesmo que os homens, tenderem a ficar para trás com o passar do tempo. Isto também explica o porquê das mulheres "mais bem sucedidas" serem mais susceptíveis de terem menos filhos.

8. Cada vez mais homens estão a abandonar uma sociedade que eles consideram estar em rota de auto-destruição, preferindo em vez disso observar as coisas de longe [termo em inglês é "going GALT"].

Eles não vão para a universidade, eles não buscam uma carreira, e recusam-se a casar. Tal como era o caso na maior parte da África pré-moderna, e com relativa frequência continua a ser o caso nos dias de hoje, eles formam uniões temporárias com as mulheres - com o nome de “hooking up” - antes de as abandonarem com os filhos que elas podem vir a ter (ao mesmo tempo que eles passam de uma mulher para a próxima).

O resultado disto, nas palavras da autora Ruth Sidel, é "as mulheres e as crianças ficam para o fim". Deixadas sem protecção masculina, essas mulheres são as mais pobres e as menos bem sucedidas de toda a população.

Resumindo: as mulheres podem estar a ter melhores resultados nas escolas, mas elas não estão a ter melhores resultados onde realmente interessa, isto é, na vida. É assim que as coisas estão, e assim que as coisas vão ficar por mais algum tempo.
~ http://bit.ly/1mDhJwQ



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Teoria de Restauração Patriarcal - Parte 2

Por Reed Perry

Continuação do texto iniciado aqui.

As histerias são bastante comuns na História, e infelizmente, os fanáticos inclinados para o mal "por um bem maior" frequentemente ganham o poder. Será que podemos examinar, duma forma básica e amigável, se as alegações das mulheres insolentes são ou não benéficas "para o bem maior"? A contracção da nossa cultura tem-se provado inútil. E o que dizer da imensamente importante "mulher empoderada"?

Tomemos por alguns instantes a (delirante) posição mantida pela radical mulher igualitária. Imaginemos que é um crime horrífico para esta mulher ver-lhe negado o "direito" de se comportar como um homem: jogar futebol na escola secundária, ser comprometida com uma fraternidade [universitária], o que ela bem quiser. O que é que ganhamos suplicando com este ser? Será melhor para o seu bem próprio permitir que ela viva a sua fantasia à custa dos outros?

Mesmo que se acredite que é um crime que as mulheres não possam ser homens ao colocarem em causa as leis da biologia, a civilização e a História, o que é que se ganha ao colocarmos em causa este imaginado crime à custa dos outros? Será que ele muda a História? Será que isso muda os aspectos inconfortáveis da vida que todos nós tememos ou desejamos que fossem diferentes? Será que isso rectifica a injustiça cósmica que faz parte da condição humana? Não. Isso nada mais é que seguir com os propósitos do acto, como se nos estivéssemos a render perante um adolescente mimado a um custo imensurável.

A monogamia patriarcal é civilização. Esta é a forma como o Mundo opera. Mesmo que isso nos ofenda, não podemos desejar que as coisas fossem diferentes. Os passageiros dum avião em queda sentem-se ofendidos com a gravidade, mas isso não irá mudar o facto dela existir. Como forma de se manter no ar, o piloto e o navegador têm que aceitar as leis da física e trabalhar em sintonia com as mesmas.

Semelhantemente, a civilização é uma estrutura que se encontra em oposição às forças ocultas da depravação, brutalidade, estupidez, egoísmo do ser humano. Se algumas pessoas se sentem "ofendidas" com a práctica da civilização, a ausência de civilização sem dúvida que seria mais ofensiva para todos nós, visto que as nossas vidas colectivas entrariam em colapso e terminariam.

Estamos a fazer uma amabilidade às feministas radicais ao reverter todas as suas políticas e ao colocar um ponto final nas suas alucinações. Elas podem fantasiar em privado até que passem a ser as mulheres-dos-gatos. Mas elas não podem fazer isso se a nossa civilização está com hemorragia por todos os lados, ou em atrofia nos seus tecidos mais importantes.

Tal como o votante pós-político escolhe políticos meramente em oposição ao que ele entende como o mal maior, o homem moderno frequentemente vocaliza o seu desdém pelo feminismo radical, falhando ao não avançar com a posição positiva de ser pró-patriarcado.

Curiosamente, até o comportamento feminista contém dentro de si a admissão de que o patriarcado é o fundamento sobre o qual nós nos encontramos. Elas definem toda a  "emancipação" e "empoderamento" feminino como o acto de imitar os homens ou como a infiltração de organizações masculinas. Os motivos por trás disto encontram-se enraizados na psicologia evolutiva que nós não temos tempo de falar aqui.

Mas as feministas são suficientemente inteligentes para observar o quão (distintamente) importante a liderança masculina é. Notando nesta tendência, muitos alegaram que o feminismo deveria ser correctamente chamado de "masculinismo". As esquerdistas que se auto-identificam como "empoderadas" mais não são que uma caricatura dos homens, imitando de modo nada eficiente o que elas entendem como sendo a raiz do poder. Elas cortam o cabelo. Elas usam roupa masculina. Elas emasculam ou embaraçam os homens que não gostam.

A mulher pseudo-empoderada não tem ideia nenhuma de como obter poder através das suas forças naturais, a "deusa" interior de virtudes femininas; ela tem que tentar uma interpretação teatral, frequentemente cómica, dum homem de sucesso. A racionalidade perversa que ela insinua é de que as mulheres são inúteis dentro duma civilização, a menos que elas imitem o comportamento dos homens.

Esta visão unilateral considera a mulher como um "pré-homem" - ela tem que ser tratada como a ideia dum homem, mas ainda não foi incorporada dentro do patriarcado através da acção esquerdista, e como tal, elas "fingem até atingirem" o que querem.

Este teatro ridículo está montado à nossa custa. Está feito à custa dos homens que construíram esta civilização tijolo a tijolo. Subverter tal esforço não é engraçado e nem "emancipador"; é gravemente insensato. Ele degrada também a virtude das mulheres como a natural verificadora e equilibradora da masculinidade. Nós agora temos o Último Homem e a imitação do homem por parte das mulheres. Já não há "Damas" e "Cavalheiros".

A geração Milenar encontra-se profundamente confusa em relação a tudo isto, mas reconhece a contradição básica em operação. A nossa geração ainda pode escolher se pode divagar para a frente, para dentro do deserto da promiscuidade sem propósito, anarco-tirania, dívida, e depressão miserável - ou então escolher transcender a liberalidade em troca da civilização que nos foi negada. Se assim for, é possível que a possamos obter, mas temos que a merecer.

Através das gerações, inúmeros homens testemunharam os efeitos perniciosos da liderança feminina. As antigas peças Gregas bem como as parábolas da Bíblia registaram os hábitos de mulheres manipuladoras de forma muito boa. Por alguns instantes, no calor do frenesim progressista, a nossa memória colectiva parece que nos falhou em relação a estas verdades antigas. No entanto, nos anos mais recentes tem acontecido um pequeno aumento de escritores de alto calibre que têm notado na ameaça intrínseca que o avanço feminista é para superstrutura social dentro da qual existimos. A sua mensagem deveria ser amplificada por todas as pessoas que se preocupam com a nossa posterioridade.

.....o estado transfere de forma forçada os recursos dos homens para as mulheres, criando vários incentivos perversos para as mulheres normalmente boas infligirem danos nas suas próprias famílias, e onde a natureza masculina é atacada enquanto que a feminina é celebrada. The Misandry Bubble, 2010

A ironia é que no percurso de destruição de milénios de tradições culturais fundamentadas na biologia, e na construção da sua utopia sexual hipergâmica, as mulheres têm inadvertidamente tornado mais difícil a vida de todas menos das mais atraentes entre elas.  – Roissy, 2008

O meu propósito como escritor não é o de registar o colapso ou documentar as atrocidades sociais actuais que daí resultam. A minha intenção é a de vos galvanizar. Se eu não for capaz de vos compelir a repudiar estas degradações, quero pelo menos que divaguem nelas livremente. Sinto-me enojado com os derrotistas abatidos, a geração "que se lixe!" que abraça a sua própria destruição como vergonhosos covardes. Dizer que "não conseguimos" alterar o nosso futuro é idiótico.

Foi a nossa civilização que guerreou o Império Japonês através de milhares de milhas de oceano, atingindo-os tanto com baionetas, com estrangulamentos, bem como com armas nucleares. Fomos vitoriosos. Foi o nosso povo que viajou mais além que qualquer outro povo quando colocamos um homem na Lua, que no passado foi uma divindade dos nossos ancestrais. A própria internet que liga o mundo é a nossa obra-prima. É assim tão extremista e irrealista propor que podemos reclamar autoridade sobre as nossas casas, escolas, tribunais e capitais?

Só o irremediável preguiçoso, cuja mente se encontra ligada à TV e aos dum-dums, pode aceitar que "está tudo perdido". Mas é provável que eu esteja a ser demasiado duro visto que o niilismo pode ser um poderoso passo no caminho rumo ao activismo contra-revolucionário. Eles olham para o "progressivismo" da nossa sociedade, visto que o ontem já é melhor que o amanhã.

O homem que atingiu o ponto mais baixo na recessão das suas expectativas só pode subir. Esta é a melhor altura para se investir em si. Emoções de confusão, tristeza, raiva, são ferramentas fundamentais na formação do sobre-homem, alguém que transcende o lamentável último homem que vêmos com tanta abundância nos dias de hoje.

Só há três atitudes que eu testemunhei emergirem nos homens que reconhecem o quão sérias as questões e o declínio feminista se tornaram.

Uma é a atitude Cínica, que aceita um humor sombrio em relação à vida. Ele pode continuar nesta comédia destrutiva ao mesmo tempo que a aceita como uma piada doentia. Esta forma de fatalismo permite que o homem se ria da queda esmagadora que está a ser levada a cabo. O ego pode-se agigantar neste ambiente gradualmente mais estreito. Mas o meio ambiente continuará sempre a fechar à medida que o humor se torna menos e menos divertido, tal como uma piada que foi dita demasiadas vezes.

Uma vez que ele entende as trevas tão bem, o cínico frequentemente tenta "jogar" o sistema em queda, recolhendo as bugigangas que ele conseguir, ao mesmo tempo que culpa o mundo defunto pelos seus falhanços. A sua história é uma tragicomédia.

Outra direcção é a do Separatista, o homem que acredita que se pode separar do mundo de forma indefinida - algo impossível visto que o mundo é, ao mesmo tempo, a nossa prisão e a nossa salvação. Ao se separar, o homem apenas acaba por se encontrar numa jaula mais pequena e ainda mais alienadora, obra sua. Semelhante ao cínico, o separatista nunca pode fugir longe o suficiente rumo ao deserto, nem fundo o suficiente para dentro das suas diversões como ele necessitaria.

O inimigo está sempre à espreita enquanto ele se retira. Isto pode ser visto no drama GamerGate, onde homens jovens que já se encontram em larga medida retirados para dentro de simulações virtuais, e podem nem ter inclinações políticas, são mesmo assim perseguidos. Isto pode ser visto em toda a variedade de subculturas masculinas que se encontram na lista de buscas masculinas que não têm permissão para existir sem infiltração esquerdista, tais como a cena do Metal, as fraternidades, os livros cómicos, os escuteiros, ou os clubes de armas.

O Separatista pode encontrar algum conforto em perseguições virtuais, one-night-stands, ou afastamento de um tipo ou de outro, mas tal como um refugiado cultural, um fugitivo da realidade, o inimigo sempre o irá apanhar.

O caminho final é o do Buscador. Este é o homem que está incomodado mas destemido. Duma forma ou doutra, ele quer encontrar o caminho para cima. Ele recusa-se a aceitar o terreno baldio de imoralidade e determina-se a reabastecer uma cultura que foi roubada. Ele pode não saber como, mas a sua causa é muito provavelmente susceptível de gerar recompensas visto que ele aceitou as derrotas anteriores e determinou-se a não ter expectativas para além do seu próprio compromisso.

De muitas formas, o Buscador é um remanescente do século 20, a era do soldado político. O soldado político é um homem. A feminista é uma caricatura do homem, mas tem a destreza duma mulher desleal e manipuladora. Ela sabe como explorar o altruísmo, sabe como usar o sexo como arma, e sabe como obter as coisas tal como ela quer - não através reforço positivo mas através da coação. O método feminista é o de infiltrar e destruir. O soldado político masculino está arquitectado para construir e ascender acima de tudo.

O homem novo, que tem que transcender acima da matriz abismal, pode ingerir "pílulas vermelhas" e mais tarde, Viagra, até ele ficar farto das mesmas, mas ele ainda tem que viver dentro dos sabotados conceitos esquerdistas de masculinidade e feminidade. Desde logo, nós só poderemos avançar construindo uma severa e anti-esquerdista concepção da sexualidade.

Uma vez que os antigos pensadores são ignorados e não-aclamados pela liberalidade, irei explorar uma favorita e primitiva concepção dos sexos. Platão acreditava que os sexos eram um todo dividido, duas partes dum ser, que está incompleto até à unificação num lar e na família. Tal visão é tóxica para o pós-modernismo, visto que esta dicotomia arquétipa e auto-equilibrada ultrapassa a aleatoriedade da sexualidade hookup, ou imitações unilaterais do patriarcado. Esta concepção da sexualidade dita que nem o homem nem a mulher podem atingir a maturação sem o laço da unidade marital.

Menciono esta noção particular porque o patriarcado dos dias antigos é apelativa para ambos os sexos. As pessoas querem e precisam da concepção não-esquerdista do casamento. A neo-reacção existe para estudar a forma como nós atingimos o nosso impasse actual e como atravessar a parede de enigmas erigida durante centenas de anos de derivação demotista. Têm que existir formas mais inovadoras, menos óbvias, de sondar e analisar este vórtex distorcido que usa a nossa natureza virtuosa para destruir a fonte dessa virtude.

Depois de permitirmos o sufrágio feminino, nós ficamos enredados numa teia desagradável porque sempre haverá mais mulheres a votar devido ao facto dos homens morrerem mais cedo, e muitos outros morrerem enquanto jovens ou serem financeiramente/politicamente desprivilegiados devido ao feminismo. Isto significa que o prospecto de liderar uma campanha eleitoral contra elas é totalmente impossível.

Pior ainda, o sistema democrático encontra-se irremediavelmente corrompido e pervertido por "políticos", que são empregados temporários, associados de vendas de nível intermédio para os interesses comerciais do liberalismo. Nós podemos facilmente encontrar soluções para estes problemas fora destes burocracias defuntas. A pergunta é: quais são essas soluções?

Ofereço algumas ideias, que se encontram todas incompletas, mas todas elas demonstram um estudo de métodos alternativos para a mudança de direcção dos costumes sexuais e maritais. A importância de se examinar a engenharia social e a manipulação das massas é apreciar aquilo que todo o departamento "eleitoral" se encontram impedido de usar. Como tal, a inovação é importante.

Seguro de Casamento: Uma forma de garantia para um casamento é o dote, ou a sua contrapartida, o preço de noiva. O Código de Hammurabi detalha regrais antigas  relativas a esta práctica ancestral, e provavelmente pré-histórica. Depois de receber o dote, o homem duma casa obtinha a possessão de bens juntamente com a sua noiva. Se por acaso ela se revelasse como infiel ou pouco cooperante, ela poderia ser devolvida à sua família, e o bem ficaria com o marido como compensação.

Se o homem se revelasse indigno, este bem poderia ser confiscado dele. Essencialmente, isto é o contrário do actual divórcio "sem culpa", e pensão alimentícia. Ela disponibiliza incentivo material para se manter uma família unificada.

O equivalente moderno desta práctica, tanto quanto sei, é o "seguro de casamento". O homem que inventou este conceito é um Mórmones divorciado. A ideia, embora na sua implementação completa e eficaz ainda me escape, parece ser o único instrumento financeiro que se pode usar para se evadir o perigo dum divórcio oneroso ao mesmo tempo que providencia um desincentivo para a separação. A sua implementação, como uma prática antiga modernizada, não pode ser ignorada.

Muçulmanos, Mórmones e Amish: Porque é que parece que estes grupos são, não impenetráveis, mas resistentes aos males da liberalidade?

Quando os muçulmanos aparecem numa comunidade, eles criam uma ghetto-teocracia. Eles frequentemente não reconhecem as licenças de casamento estatais porque a sua poligamia é ilegal. O que eles constantemente resistem é o que eles chamam de "Síndrome Burger King", baseado no slogan "façam à vossa maneira". Os fundamentalistas muçulmanos olham para isto como a personificação do liberalismo, individualismo radical, a globalização de estilos de vida não-tradicionais.

Semelhantemente, as facções Mórmones e Amish mantêm uma distância controlada das degradações da Yankeedom com a geografia e com a cooperação de grupo forçada. A minha conclusão é que estes grupos criaram instituições paralelas que exibem alguns sinais de resistência à corrosão feminista. Elas podem também sobreviver ao declínio social generalizado, havendo sobrevivido ao teste do tempo.

Sangrar a Besta: Tendências tais como a bolha do empréstimos estudantis colocam em perigo o futuro das instituições académicas fundamentalmente esquerdistas. Será que podemos encorajar este hábito de auto-sabotação nas indústrias esquerdistas comparáveis? Quais seriam os benefícios?

VR [Virtual Reality] e Robôs Sexuais: Muitas pessoas podem discordar, mas eu olho para os fones de realidade virtual e para os robôs sexuais como uma ameaça para o feminismo. Eu comparo isso com a "pílula masculina."

Largas quantidades de homens inteligentes irão abandonar a cena romântica mal engenhos de realidade virtual de elevada qualidade apareçam. Eles terão poucos incentivos para namorar feministas com lavagem cerebral quando ele podem obter uma mulher "nivel 10" com quem queiram ter sexo numa plataforma de elevada definição. Isto irá reduzir dramaticamente o valor romântico feminino. Obviamente que a VR tem muitos atributos que irão deformar o pós-modernismo ainda mais, portanto, o seu impacto total não é ainda claro.

Embora todos esses fenómenos sejam aleatórios, o meu propósito é o de encontrar pontos fracos, aberturas na simulação social esquerdista.

A restauração patriarcal tem que abolir a concepção esquerdista da sexualidade como uma mercadoria transferível. Nós eclipsamos isto com uma inovação que realinha as tradições centrais. Este processo irá ocorrer fora da pseudo-democracia corrupta e defunta.

Nós abordamos isto como um problema de engenharia social. Ele pode ser restaurado com novos costumes, que são descobertos explorando e testando ideias. Nesta luta, a batalha pela nossa civilização, passado, presente e futuro, temos que inventar novas formas de tecnologia social. Estas inovações muito provavelmente serão adaptações de conhecimento antigo.

Como uma luta social, nenhum desafio desta dimensão alguma vez enfrentou a Civilização Ocidental, visto que estamos a enfrentar os "melhores anjos" da nossa natureza, que provaram ter propagado o humanitarianismo mais destrutivo.

Sendo tão abnegados, os aderentes do altruísmo destrutivo iriam sacrificar os tesouros da família, honra e civilização num equivocado acto de bondade camuflada. Se isto for permitido, as ofertas desta "igualdade" mal formada serão as últimas atrocidades do Mundo Ocidental.

- http://bit.ly/1NtVFQ1



domingo, 18 de outubro de 2015

Teoria de Restauração Patriarcal

Por Reed Perry

[Nota: o editor do blogue Marxismo Cultural não partilha da interpretação geológica e evolucionista avançada pelo autor do texto que se segue]


Todas as civilizações da História do Mundo foram patriarcais; não há uma única excepção. Claro que houve algumas culturas matriarcais, mas elas existem como curiosidades antropológicas em áreas caçadoras-colectoras ou em estudos arqueológicos centrados em tribos antigas. Um requisito obrigatório para um nível avançado do desenvolvimento social e tecnológico é um patriarcado forte. Todas as civilizações, desde a China para a Índia, Pérsia, Egipto, Roma e os Incas, sempre que emergiram, este traço fundamental fez-se presente. A fomentação do patriarcado muito provavelmente foi o que levou ao avanço que ocorreu durante a Revolução do Neolítico. Desde então, e sem excepção, o patriarcado tem sido a regra.

Quando os soldados Ingleses gritavam "Deus salve a Rainha", será que isso era um matriarcado? Segundo a feminista Lynn Abrams, a Era Victoriana representou, para as mulheres, a "era doméstica por excelência". Isto era assim mais ainda 200 anos antes, durante a espectacular Era Isabelina. As feministas modernas podem ficar confusas com o facto duma nação altamente patriarcal ter uma mulher como líder principal, mas a obsessão pela "política de identidade de género" pura e simplesmente não existe num patriarcado visto que este centra-se em resultados, e, como um substrato social, resultados é o que o patriarcado tem disponibilizado nos últimos 10,000 anos.

Ao contrário do feminismo, o patriarcado é a condição orgânica, o próprio ADN, da humanidade civilizada. Ele flui debaixo para cima. A unidade atómica do patriarcado é, obviamente, a família. A família é o microcosmo da vida civil. O seu núcleo e governador é o pai, e a família assume o seu nome como símbolo de propriedade e de  responsabilidade.

Este é precisamente o sistema que tem causado as sociedades tecnologicamente e socialmente mais avançadas da Terra. Mitigar contra a virtude do patriarcado é disputar todo o curso da Civilização Ocidental, e todo o conforto que ela assegurou - desde as tecnologias mais básicas tais como a fundição, para as ciências médicas mais avançadas, as telecomunicações, e a filosofia. Nenhum destes tesouros pode ser encontrado nas primitivas unidades das culturas matriarcais porque o matriarcado não avança para além do ponto forrageamento mão-para-boca e para além dum abandono desterrado. 

A lei matrimonial, a construção social primária sobre a qual tudo o resto se encontra construído, é lei patriarcal. Ela dita o juramento do casamento: "Até que a morte nos separe", é um termo inegociável. Sobre este laço irrevogável assenta tudo o resto.

Uma das poucas sociedades matriarcais ainda existentes para estudo é a sociedade Mosuo da China, um povo dedicado à agricultura primitiva e ao pastoreio dos iaques, e um povo que permaneceu totalmente vazio de qualquer desenvolvimento, imerso num rudimentar estado agrário e sem qualquer tipo de façanha. A única qualidade relevante deste tribo apatética é a peculiar ausência de qualquer contracto marital. que eles suplementaram com os “walking marriages.” Ou seja, hookups.

Os acoplamentos informais através dos quais eles geram as crianças são em larga parte temporários, tais como as one-night-stand as booty-call com a duração de algumas semanas. Como homens e mulheres, ambos partilham igualmente os bens familiares. O pai não têm qualquer responsabilidade para com as crianças visto que não há forma de verificar que essas crianças são dele. Os homens são semi-transientes e raramente têm um emprego ou um ofício. Eles são garanhões sem qualificações que vivem nas casas das mães.

Visto que a propriedade e as crianças são transmitidas através das linhagens matrilineares, os homens não têm nada a perder e nada mais fazem que esperar pelo próximo encontro nocturno com uma mulher "poliamorosa", dona duma cabana. Torna-se por demais óbvio o porquê deste tipo de arranjo estar condenado ao fracasso. Rapidamente vêmos o porquê dos matriarcados desaparecerem da Terra, deixando para trás poucos traços da sua irrelevante existência.

Previsivelmente, a obscura cultura Mosuo está-se a dissipar rapidamente dentro da China em ascenção. Algunas ONGs fizeram algumas frágeis tentativas tendo em vista a preservação das suas idiossincrasias, mas há já muito tempo que o seu destino se encontra selado visto que esta cultura representa um pequeno artefacto do que o ser humano colocou de parte no deserto do Paleolítico.

Lewis Morgan, um proeminente etnólogo do século 19, e alguém que estudou as tribos Iroquois, reparou que o seu estilo de casamento-de-grupo e poligamia tinham um efeito peculiar na sua visão de família, que eles viam como seu difuso e completo clã inter-relacionado. Durante a pesquisa que ele levou a cabo vivendo no meio de tribos semi-nómadas que se encontravam sob pressão generalizada por parte da civilização Europeia, Morgan observou que a sociedade humana avançava em fases segundo as prácticas culturais centrais mais óbvias nos costumes do casamento e do cuidado de crianças. Segundo ele, os Iroquois, com os seus casamentos comunitários, representavam um meio-termo no processo civilizacional.

No seu livro "Anciet Society", Morgan alegou que o estado primordial do ser humano era "uma horda a viver em promiscuidade", onde pouca ou nenhuma estrutura social disponibilizava cuidados para com as crianças, aplicação da lealdade e nem disciplina. Neste estado, o homem tinha poucos incentivos para defender o seu território e bem como a sua descendência, que eram ambos irrelevantes para as suas necessidades e impulsos físicos imediatos. O sexo com propósito reprodutivo seria levado a cabo através dum momento de vontade sexual para com as mulheres, trocando um pedaço de carne animal ou mesmo através da violação.

Depois disto, as sociedades gradualmente evoluíram costumes morais mais estritos, tradições que produziram melhores e melhores resultados para a sua cultura em termos de tecnologias e excedentes. O estado final do desenvolvimento familiar depois da poligamia foi a monogamia, a familiar nuclear patriarcal.

Neste arranjo inflexivelmente monogâmico foram dados enormes incentivos evolutivos e sociais aos homens de modo a que estes trabalhassem de modo abnegado, protegessem a todo o custo as suas esposas, os seus filhos e a sua propriedade. O costume implicava uma divisão do trabalho familiar que permitiu que a perícia e a inovação florescessem. Era mais provável que a riqueza fosse acumulada com o passar do tempo visto que o pai não tinha que dividir o seu capital com as várias esposas ou meio-irmãos em guerra, que facilmente poderiam destruir o trabalho acumulado durante gerações.

Mais ainda, a influência do patriarcado teve um duradouro impacto multi-contextual na conduta humana. Visto que muitos comportamentos são herdados, a nossa biologia comportamental tomou um novo rumo de selecção. Costumes monogâmicos estritamente aplicados seleccionam geneticamente em favor dos machos que são, ao mesmo tempo altruístas e leais, disponibilizando mais oportunidades para que estes passem os seus genes.

Por sua vez, eram colocados à margem os traços egoístas, improdutivos ou desleais - todos eles impedido-os de reproduzir. Isto, de certa forma, seleccionava em favor do controle dos impulsos, embora ainda existam por aí muitos desviados e gigolôs.

A abnegação é um componente-chave quando se quer entender a civilização Ocidental e o Cristianismo, a religião do auto-sacrifício. Esta abnegação encontra-se embutida na abnegada busca Ocidental pelo bem maior, quer seja Deus, nação, ciência ou família. Esta pressão colocou-nos no caminho de grandes elevações, mas quanto mais alto se ascende, maior pode ser a queda. 

As conquistas únicas das culturas monogâmicas Ocidentais encontram-se em oposição total às "hordas de promiscuidade" dos matriarcados primitivos, consignados ao esquecimento consequência da sua mediocridade esquecível - pequenos remanescentes que pairam acima da destruição, tal como a tribo Mosua -, mantidos de forma nominal como pequenos zoológicos humanos por parte de guias turísticos das ONGs. A diferença tremenda que existe é algo a ser temido.

A civilização patriarcal assemelha-se a um edifício imponente com um legado duradouro. Ele não se dissipa facilmente rumo a horda transitória e nem reverte para o barbarismo "poliamoroso" matriarcal através dum referendo. Ele tem que ser arrancado das garras dos milhões de homens que o têm carregado através da História. Muitos encontram-se envolvidos nesta batalha sem se aperceberem disso.

A família tem que ter um núcleo. A pressuposição abstracta de que o matriarcado pode, em larga escala, substituir o que é diminutivamente conhecido como a "figura paterna" é uma hipótese que nunca foi testada. Tudo o que temos como referência são restos pouco-sofisticados da Idade da Pedra que nunca passaram da fase "vai". Não existe um matriarcado no qual se pode fundamentar um modelo. Este problema nunca foi reconhecido por parte das ideólogas dentro do "movimento de emancipação das mulheres", e isso continua a frustrá-las profundamente.

As feministas radicais, fanáticas e cheias de inveja, perdidas que estão num mar de ciúme, deparam-se com a impossibilidade de rivalizar com  as estupendas e monumentais façanhas da monogamia patriarcal. A sua única escolha é recorrer a uma guerra niilista contra factos científicos e contra as virtudes duramente batalhadas que se encontram na alma da humanidade.

Aos seus olhos, a civilização em si tem que ser derretida visto que ela representa a liga endurecida da fórmula patriarcal. A castidade nas mulheres, a masculinidade nos homens, a lealdade acima de tudo, a santidade dos juramentos, - a feminista é hostil a todas as jóias sagradas do projecto humano, que elas trivializam ou demonizam. As "liberdades" e as "igualdades" em favor das quais elas militam resultam em liberdade para prejudicar a estabilidade social em favor de desejos impulsivos. Entre os seus propósitos declarados encontra-se a "igualdade" forçada entre seres que não são iguais, a forma de tirania mais distópica.

O antónimo de "igual" é "diferente". Aqueles que defendem o patriarcado (civilização) vêem-se colocados na posição absurda de defender algo tão auto-evidente como as distinções entre macho/fêmea. Para a feminista, o eu humano não só encontra-se vazio duma distinta alma masculina ou feminina, como possui corpos sem órgãos. Este é o vazio de significado que o feminismo tem que defender. Esta ideologia insiste num conflicto profundamente opressor com a identidade humana.

Tal como eu falei no artigo "The Tyranny of Suffrage", a guerra social feminista culminou num regime legal anti-familiar e anti-masculino imposto à força. Esse regime só pode ser colocado em práctica à força porque as famílias não podem ser rasgadas e a ordem social não pode ser perturbada sem que seja infligidos danos generalizados. As instituições, as famílias, e os indivíduos têm que ser coagidos rumo a um comportamento anormal.

Isto foi largamente conseguido através do sufrágio feminino, uma concessão obtida durante um período de genocídio horrível e de instabilidade. Uma larga porção da população masculina da Europa e da América ou se encontrava preocupada ou morta nas maiores guerras que a humanidade já sofreu. A classe de comerciantes industriais encorajou também a mão-de-obra feminina e o consumismo como fonte de rendimento.

Dentro deste estado de coisas instável, onde as mulheres frequentemente tinham largas maiorias devido às taxas de mortalidade dos homens, as liberais radicais, - as feministas - que frequentemente eram lunáticas ricas ou ex-prostitutas, encontraram-se numa posição de influência assombrosa. O altruísmo do homem Ocidental foi explorado, a oposição não-preparada foi sobrepujada com o vitríolo. Mais à frente iremos revisitar o poder tremendo (e perigoso) do altruísmo equivocado da nossa civilização.

Sem perder muito tempo dentro de todas as motivações psicológicas em operação dentro da mente da "mulher emancipada", podemos determinar que uma dicotomia simples apareceu a salientar o seu pensamento: patriarcado mau, matriarcado bom. Claramente, esta é a sua opinião vocal, mas a prova interessante que elas carregam como evidência é que o patriarcado, sendo o pai da experiência civilizada, e responsável por tudo de mau que já aconteceu.

De certa, a feminista está certa. De forma geral, ela culpa o patriarcado pelas tribulações da civilização, mas sem o patriarcado, não existiria civilização, e todos nós continuaríamos a ser uma espécie primitiva a viver numa obscenamente primitiva "horda de promiscuidade". A feminista é simplesmente demasiado narcisista ou demasiado preconceituosa para ver o outro lado (assimetricamente positivo) da história: a civilização [patriarcado] é inquestionavelmente boa quando comparada com as alternativas.

À medida que as instituições patriarcais vão sendo gradualmente atacadas, abolidas, ou reprimidas, a moralidade que ela criou e guardou começa a desintegrar. Mas as feministas liberais querem viver num mundo com todos os benefícios do patriarcado, sem as limitações que têm que ser impostas para gerar tais privilégios, conservar a opressão e acumular os excedentes.

Este instável meio-caminho, entre a civilização e ao pandemónio, é uma tentativa caótica de manter a elevada qualidade de vida duma civilização ao mesmo tempo que se remove a fonte dessa qualidade. Disto emerge o que só pode ser chamado de feminismo despótico. Por baixo disso encontra-se um patriarcado activamente oprimido.

As famílias estão-se a desintegrar a um ritmo acelerado, ou simplesmente não estão a ser formadas famílias. Uma geração inteira enfrenta um futuro de alienação desamparada e sem casamento. As crianças sem pai demonstram uma multitude de problemas psicológicos e de desenvolvimento atrofiado. Os desvios feministas e esquerdistas geram um governo em expansão infinita e que não se justifica a ninguém.

Milhões de indivíduos ficam endividados, sem-abrigo, e dependentes, consequência destas politicas recém-inventadas que nunca foram testadas. Devido ao controle de natalidade, muitas regiões dos Estados Unidos e da Europa têm populações em decréscimo, o que aumenta ainda mais a dívida. E, paradoxalmente, o feminismo gera os piores resultados para as próprias mulheres, 90% das quais quer casar mas vai encontrando cada vez menos homens dispostos a participar na aviltada instituição matrimonial. Como homens inteligentes, eles conseguem ver que as probabilidades jogam contra eles.

Infelizmente, nesta era desmoralizante, muitos homens pura e simplesmente encontram-se incapazes de assumir as responsabilidades. Não só os homens têm poucos incentivos para casar ou para levar a cabo actos abnegados em prol da família/comunidade neste sistema invertido, como são penalizados pelo seu sucesso e pelos seus atributos masculinos. Dentro da seita feminista, as virtudes masculinas tornaram-se em pecados.

As mulheres chegam aos seus 30 anos como vadias solteiras e sem filhos, que passaram de relacionamentos para one-night-stand para outros "relacionamentos" durante metade das suas vidas. Depois de esbanjarem os seus melhores anos em desalmadas carreiras profissionais imitando a caricatura da mulher trabalhadora ou "mulher emancipada", elas ficam sozinhas com os seus cartões de crédito, garrafas de anti-depressivos, e com o seu feminismo, mais e mais amarguradas com o passar dos anos.

Um pouco além deste estado de coisas encontra-se a questão do futuro da própria civilização. Estamos a levar a cabo uma perigosa experiência social junto da nossa população. Não há uma única civilização que não seja um patriarcado, no entanto, o fenómeno da libertinagem desenfreada, adultos solteiros, e homens semi-transientes, assemelha-se cada vez mais com a "horda de promiscuidade" observada no inferno abaixo do Terceiro Mundo.

Como é possível que os homens assistam de longe ao que está a acontecer, sabendo o futuro que os espera, - e o futuro que espera às suas mulheres, - sem no entanto fazerem alguma coisa para enfrentar esta regressão distópica? Alguns homens encontram-se distraídos. Outros estão medicados. Alguns estão aprisionados, escravizados com uma dívida ou escravizados com uma pensão alimentícia.

Mas acredito que o maior obstáculo para a implementação duma política eficaz é uma característica que nos serviu tão bem até ao momento em que enfrentamos o feminismo e o sufrágio: o altruísmo; ele tornou-se auto-destrutivo.

Os homens foram largamente enfraquecidos pela tecnologia e pelo luxo herdado pelos nossos austeros antepassados, os nossos patriarcas. Nós tornamo-nos no Último Homem, um povo insociável, indisciplinado e culturalmente sem-abrigo. Estamos distraídos com a banalidade das redes sociais, empobrecidos com vidas hormonalmente perturbadas.

Muitos dizem, "é tarde demais" - que o nosso sistema não pode ser retomado. Eu vejo isto como um gigantesco bloqueio psicológico, provavelmente uma desilusão. Comparem o desafio dos nossos dias com o que os homens enfrentaram na lama ensanguentada da Primeira Grande Guerra. Isto demonstra o quão temerosos muitos homens se encontram quando se trata de confrontar mulheres insolentes, que mais não são que charlatonas confiantes. O Último Homem Americano do século 21 encontra-se aterrorizado perante tal protestante depravada. Eles temem o rótulo de "sexista" ou "misógino" - ambos insultos sem substância.

Mas os nossos últimos homens foram também educados com o veneno da liberalidade nas suas mentes, manchadas pela arrogante geração baby-boomer (“Eu”) que glorificou a "vadia" do feminismo, colocando mulheres vis num pedestal. E até hoje, os seus filhos olham para cima e maravilham-se com o ídolo duma "vadia empoderada".

O medo de ser punido por mulheres insolentes, que têm todas estas ideias (provenientes dos média e das comentadores feministas) a girar nas suas mentes, tornou-se mais aterrorizador do que morrer por uma causa insensata em favor da qual essas mesmas mulheres votaram - visto que a maior parte dos votos é feita por elas. Será que as insolentes mulheres esquerdistas estão a fazer algum de bom para elas, ou mesmo para os outros, ou será que estamos a conferir valor imerecido às vozes de pessoas histéricas?

Continua na Segunda Parte



segunda-feira, 6 de julho de 2015

A natureza agridoce da igualdade sexual

Por Suzanne Venker

No dia 1 de Maio, escrevi um artigo para a FoxNews.com onde falei do porquê os homens não se estarem a casar. Nele, citei vários motivos para este fenómeno, sendo um deles o facto das mulheres estarem a ir para a cama de forma indiscriminada, e reduzindo desde logo o campo de solteiros elegíveis. "O porquê dos homens não se casarem contigo" ainda é um dos artigos ainda em foco na Fox News dez dias depois dele ter sido postado, e eu já recebi muitos emails por parte de leitores, tanto de homens como de mulheres. 

Ironicamente, dois dias depois do artigo ter sido publicado, o New York Times publicou artigo vencedor deste ano do concurso "Modern Love College Essay". A autora é Jordana Narin, e o título do seu artigo é “No Labels, No Drama, Right?” (Eis aqui uma entrevista na NPR om a Narin. Vale a pena ouvir e não é longa).

Aluna do 2º ano da Universidade da Colúmbia, a menina Narin obviamente que não tem planos de se casar, mas tal como todas as mulheres, ela está em busca de amor. Por uma ligação.

A essência do seu artigo honesto e directo é que, entre as pessoas da sua geração, está a ficar cada vez mais difícil encontra o amor.

Já ninguém sabe o que as outras pessoas pensam, e, diz ela, isto prende-se parcialmente à acção da tecnologia. É verdade que enviar mensagens SMS nunca pode tomar o lugar da interacção humana, mas o problema da geração de Narin começou muito antes das SMS.

No seu artigo, Narin fala de "Jeremy", um homem que ela conheceu online e com quem ela mais tarde teve relações sexuais. Ela escreve:

Eu disse que a minha geração será lembrada pelos nossos relacionamentos indiferentes, e pelos romances rudimentares. Nós envolvemo-nos. Nós enviamos um sext [ed: text + sex]. Nós arrastamos o ecrân para a direita. Enquanto isso, evitamos etiquetas e tentamos enterrar as nossas emoções.... Até hoje, se eu por acaso deixo escapar um nome na presença do meu pai, a sua resposta é, "Vocês estão a ter um caso estável?"

"Hoje em dia as pessoas não têm casos estáveis," eu explico. "Ninguém mais fala assim. E ninguém mais faz isso. As mulheres hoje em dia têm mais poder, e nós não desejamos só um homem. Nós mantemos as opções aberta e nós estamos no controle."

Mas será que estamos?

Eu tenho pairado sobre a mesma pessoa durante os últimos 4 anos. Será que eu posso de forma honesta qualificar-me a mim mesmo de empoderada se sou incapaz  partilhar com ele os meus sentimentos? Será que as minhas opções podem ser mais limitadas do que já são? Será possível eu estar com menos controle do que o pouco que tenho?

Não, menina Narin, não é possível tu teres menos controle do que o pouco que já tens. A vossa geração está sob a errónea pressuposição de que (a) os homens e as mulheres são iguais, isto é, a mesma coisa, e como tal, ambos podem desfrutar de sexo sem compromisso, e que (2) a promiscuidade é algo emancipador. Ambas as pressuposições são mentiras flagrantes.

Eu poderia escrever sobre as diferenças entre a biologia masculina e a biologia feminina, tal como fiz neste post, não vou fazer isso. Em vez disso, deixem-me usar uma história como exemplo. Tu insistes que as pessoas de hoje já não se encontram "divididas por género" e que as mulheres não "anseiam por uma ligação" com apenas um homem.

Se isto é verdade, porque é que as mulheres têm que "enterrar as suas emoções" quando se envolvem com um homem? Porque é que a afeição de Jeremy "elevou-se como uma promessa"? Porque é que tu tens "pairado" sobre ele durante os últimos quatro anos?

Porque tu és uma mulher e não um homem.

As mulheres são seres românticos e relacionais, e os homens estão construídos para reagir a isto! Mas eles não respondem a uma mulher que age como um homem. Mal tu vais para a cama com um homem que não está apaixonado por ti, acabaste com o poder que tinhas para o fazer ficar.

O homem pode ir para a cama com uma mulher por quem ele não está apaixonado e sair dessa situação ileso. Tu, por outro lado, não podes. Não é esse o tema de inúmeros livros e filmes? Podes chamar a isso de injusto, mas se tens que problemas. tens que colocar esse problema perante Deus, ou a Mãe Natureza, dependendo dos teus pontos de vista espirituais.

O artigo de Narin prova que a igualdade sexual é agridoce. O feminismo pode ter ajudado as mulheres a avançar no emprego, mas o mesmo feminismo arruinou os seus relacionamentos com os homens [ed: tal como era suposto].  Enquanto as mulheres agirem como os homens, todas quentes, agitadas e sem vontade de compromisso, elas nunca irão encontrar o que buscam.

E o que elas buscam, embora elas tenham desprezo em admitir, é amor.


* * * * * * * * * *

Um comentador do blogue Alphagameplan fez o seguinte comentário:

O feminismo é um morto a cambalear. Tudo o que esse movimento tem como forma de controlar os homens, e mantê-los dentro da prisão feministas, é o shamming (acto de envergonhar os homens) e o governo (curiosamente, entidade composta maioritariamente por homens).

Mas hoje em dia, e de modo crescente, o shamming já não funciona, e os homens estão-se a desligar da sociedade como forma de evitar emaranhamentos com o governo; se tu não te casas, então não te podes divorciar, e se não vives em coabitação, então não podes ver metade dos teus bens apropriados; se não tens filhos então não podes ser forçado a pagar pensão alimentar; se não entras dentro do mundo empresarial, então não podes ser acusado de "assédio"; e se não tens encontros amorosos, tu reduzes de modo drástico as probabilidades de vir a ser vítima duma falsa acusação de violação.

Tudo isto são pontos ameaçadores presentes no mundo moderno que não existiam antes do feminismo. O facto das mentes fracas feministas terem pensado que os homens continuariam a viver como se estas ameaças não existissem diz muito sobre elas. E durante os últimos 50 anos os homens de facto foram vivendo. mas isso agora acabou.

Agora, os homens estão a fazer o que sempre fizerem, isto é, a pesquisar o meio ambiente, a entendê-lo e a viver de forma racional segundo esse meio ambiente. E de modo incremental, isto significa viver uma vida sem levar em conta o que as mulheres querem. Isto não significa viver sem sexo, sem relacionamentos ou sem companhia feminina, mas sim que o investimento que os homens fazem nestas áreas será drasticamente reduzido.

À medida que o feminismo vai reduzindo o valor das mulheres (aos olhos dos homens), os homens estão a reduzir a quantidade de tempo, esforço, atenção e dinheiro que eles estão dispostos a gastar nos decadentes "benefícios" que a mulher traz para a sua vida.

Mas a notícia chocante é que o custo do feminismo, inicialmente sustentado pelos homens, e depois pelas crianças, está actualmente a ser passado para as mulheres. Um número recorde de mulheres vivem sozinhas, um número recorde de mulheres não têm filhos, um número recorde encontra-se dependente de medicação psiquiátrica, um número recorde enfrenta agora uma vida inteira de escravatura salarial em empregos que elas não podem abandonar. E mesmo assim, o feminismo distorce estas consequências como escolhas de vida da mulher e como coisas "empoderadoras".

No entanto, quando as mulheres declaram os seus níveis de felicidade, em todas as classes, raças e estratos demográficos a sua felicidade é inferior à sua felicidade por alturas em que a mesma começou a ser contabilizada há 50 anos atrás. Mais revelador ainda, e pela primeira vez, a felicidade feminina é inferior à masculina.


Mas não é preciso ler 'The Paradox of Declining Female Happiness' para saber isto. Falem com alguém que faça parte do crescente grupo das mulheres sem filhos com 30 ou 40 anos de idade pessoalmente -  e não em grupo - para ficarem a saber da VERDADEIRA história, o VERDADEIRO efeito do feminismo no mundo VERDADEIRO. Estas mulheres não se importam com o feminismo; elas só querem saber para onde foram os maridos decentes, aliás, para onde foram os homens decentes - QUALQUER homem decente. Quase de certeza que eles, enojados com o que o feminismo fez às mulheres, pura e simplesmente afastaram-se.

A realidade dos factos é que os homens não querem lutar contra as mulheres visto que isto encontra-se em oposição ao cerne do que significa ser um homem. Mas o feminismo lançou os homens para dentro duma guerra que eles não começaram e nem queriam. Chegamos a um ponto onde as feministas alegam ter "vencido" guerras que os homens nunca chegaram a aparecer para lutar.

E mesmo agora, à medida que as feministas empurram as coisas para níveis cada vez mais absurdos, e à medida que mais e mais restrições estão a ser colocadas sobre o comportamento normal masculino, e quando definições cada vez mais insanas de "violação" e "agressão" estão a ser criadas como medidas desesperadas de, de alguma forma, colocar as mulheres como vítimas perpétuas - mesmo agora - os homens recusam-se a se alistar para uma batalha real.

Isto revela de forma profunda o quanto que os homens não querem lutar contra as mulheres.

O som da batalha final dos sexos não será ouvida nas estradas e nem nas legislaturas. Não será televisionada e nem será reportada. Não haverá bandeiras levantadas e nem paradas vitoriosas. Porque ela já está em progresso. Está a acontecer em nosso redor à vista de todos - de todos aqueles que têm olhos para ver.

E os homens estão a colocar em práctica  a mais devastadora de todas as armas - a indiferença. Nesta batalha final, vence quem se importar menos. Chegou a hora de se colherem os frutos do feminismo, e para as mulheres, o fruto será o mais amargo de todos.

Palavras mais sensatas não poderiam ser ditas. O feminismo "venceu", os homens as mulheres, e as crianças perderam. O estado ganhou, a sociedade perdeu. O divórcio venceu, o casamento está destruído. As mulheres são ensinadas a não confiar nos homens (sem que nada sustente essa desconfiança), ao mesmo tempo que os homens aprendem a não confiar nas mulheres (e com bons motivos para não o fazer, devido à guerra gerada pelo feminismo). O futuro está ameaçado, e o passado é uma memória cada vez mais distante.

Quem planeou, financiou e colocou em práctica o feminismo sabia que isto acabaria assim. Que pena que as mulheres só agora estejam a ver o mal que o feminismo gerou.



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