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segunda-feira, 6 de julho de 2015

A natureza agridoce da igualdade sexual

Por Suzanne Venker

No dia 1 de Maio, escrevi um artigo para a FoxNews.com onde falei do porquê os homens não se estarem a casar. Nele, citei vários motivos para este fenómeno, sendo um deles o facto das mulheres estarem a ir para a cama de forma indiscriminada, e reduzindo desde logo o campo de solteiros elegíveis. "O porquê dos homens não se casarem contigo" ainda é um dos artigos ainda em foco na Fox News dez dias depois dele ter sido postado, e eu já recebi muitos emails por parte de leitores, tanto de homens como de mulheres. 

Ironicamente, dois dias depois do artigo ter sido publicado, o New York Times publicou artigo vencedor deste ano do concurso "Modern Love College Essay". A autora é Jordana Narin, e o título do seu artigo é “No Labels, No Drama, Right?” (Eis aqui uma entrevista na NPR om a Narin. Vale a pena ouvir e não é longa).

Aluna do 2º ano da Universidade da Colúmbia, a menina Narin obviamente que não tem planos de se casar, mas tal como todas as mulheres, ela está em busca de amor. Por uma ligação.

A essência do seu artigo honesto e directo é que, entre as pessoas da sua geração, está a ficar cada vez mais difícil encontra o amor.

Já ninguém sabe o que as outras pessoas pensam, e, diz ela, isto prende-se parcialmente à acção da tecnologia. É verdade que enviar mensagens SMS nunca pode tomar o lugar da interacção humana, mas o problema da geração de Narin começou muito antes das SMS.

No seu artigo, Narin fala de "Jeremy", um homem que ela conheceu online e com quem ela mais tarde teve relações sexuais. Ela escreve:

Eu disse que a minha geração será lembrada pelos nossos relacionamentos indiferentes, e pelos romances rudimentares. Nós envolvemo-nos. Nós enviamos um sext [ed: text + sex]. Nós arrastamos o ecrân para a direita. Enquanto isso, evitamos etiquetas e tentamos enterrar as nossas emoções.... Até hoje, se eu por acaso deixo escapar um nome na presença do meu pai, a sua resposta é, "Vocês estão a ter um caso estável?"

"Hoje em dia as pessoas não têm casos estáveis," eu explico. "Ninguém mais fala assim. E ninguém mais faz isso. As mulheres hoje em dia têm mais poder, e nós não desejamos só um homem. Nós mantemos as opções aberta e nós estamos no controle."

Mas será que estamos?

Eu tenho pairado sobre a mesma pessoa durante os últimos 4 anos. Será que eu posso de forma honesta qualificar-me a mim mesmo de empoderada se sou incapaz  partilhar com ele os meus sentimentos? Será que as minhas opções podem ser mais limitadas do que já são? Será possível eu estar com menos controle do que o pouco que tenho?

Não, menina Narin, não é possível tu teres menos controle do que o pouco que já tens. A vossa geração está sob a errónea pressuposição de que (a) os homens e as mulheres são iguais, isto é, a mesma coisa, e como tal, ambos podem desfrutar de sexo sem compromisso, e que (2) a promiscuidade é algo emancipador. Ambas as pressuposições são mentiras flagrantes.

Eu poderia escrever sobre as diferenças entre a biologia masculina e a biologia feminina, tal como fiz neste post, não vou fazer isso. Em vez disso, deixem-me usar uma história como exemplo. Tu insistes que as pessoas de hoje já não se encontram "divididas por género" e que as mulheres não "anseiam por uma ligação" com apenas um homem.

Se isto é verdade, porque é que as mulheres têm que "enterrar as suas emoções" quando se envolvem com um homem? Porque é que a afeição de Jeremy "elevou-se como uma promessa"? Porque é que tu tens "pairado" sobre ele durante os últimos quatro anos?

Porque tu és uma mulher e não um homem.

As mulheres são seres românticos e relacionais, e os homens estão construídos para reagir a isto! Mas eles não respondem a uma mulher que age como um homem. Mal tu vais para a cama com um homem que não está apaixonado por ti, acabaste com o poder que tinhas para o fazer ficar.

O homem pode ir para a cama com uma mulher por quem ele não está apaixonado e sair dessa situação ileso. Tu, por outro lado, não podes. Não é esse o tema de inúmeros livros e filmes? Podes chamar a isso de injusto, mas se tens que problemas. tens que colocar esse problema perante Deus, ou a Mãe Natureza, dependendo dos teus pontos de vista espirituais.

O artigo de Narin prova que a igualdade sexual é agridoce. O feminismo pode ter ajudado as mulheres a avançar no emprego, mas o mesmo feminismo arruinou os seus relacionamentos com os homens [ed: tal como era suposto].  Enquanto as mulheres agirem como os homens, todas quentes, agitadas e sem vontade de compromisso, elas nunca irão encontrar o que buscam.

E o que elas buscam, embora elas tenham desprezo em admitir, é amor.


* * * * * * * * * *

Um comentador do blogue Alphagameplan fez o seguinte comentário:

O feminismo é um morto a cambalear. Tudo o que esse movimento tem como forma de controlar os homens, e mantê-los dentro da prisão feministas, é o shamming (acto de envergonhar os homens) e o governo (curiosamente, entidade composta maioritariamente por homens).

Mas hoje em dia, e de modo crescente, o shamming já não funciona, e os homens estão-se a desligar da sociedade como forma de evitar emaranhamentos com o governo; se tu não te casas, então não te podes divorciar, e se não vives em coabitação, então não podes ver metade dos teus bens apropriados; se não tens filhos então não podes ser forçado a pagar pensão alimentar; se não entras dentro do mundo empresarial, então não podes ser acusado de "assédio"; e se não tens encontros amorosos, tu reduzes de modo drástico as probabilidades de vir a ser vítima duma falsa acusação de violação.

Tudo isto são pontos ameaçadores presentes no mundo moderno que não existiam antes do feminismo. O facto das mentes fracas feministas terem pensado que os homens continuariam a viver como se estas ameaças não existissem diz muito sobre elas. E durante os últimos 50 anos os homens de facto foram vivendo. mas isso agora acabou.

Agora, os homens estão a fazer o que sempre fizerem, isto é, a pesquisar o meio ambiente, a entendê-lo e a viver de forma racional segundo esse meio ambiente. E de modo incremental, isto significa viver uma vida sem levar em conta o que as mulheres querem. Isto não significa viver sem sexo, sem relacionamentos ou sem companhia feminina, mas sim que o investimento que os homens fazem nestas áreas será drasticamente reduzido.

À medida que o feminismo vai reduzindo o valor das mulheres (aos olhos dos homens), os homens estão a reduzir a quantidade de tempo, esforço, atenção e dinheiro que eles estão dispostos a gastar nos decadentes "benefícios" que a mulher traz para a sua vida.

Mas a notícia chocante é que o custo do feminismo, inicialmente sustentado pelos homens, e depois pelas crianças, está actualmente a ser passado para as mulheres. Um número recorde de mulheres vivem sozinhas, um número recorde de mulheres não têm filhos, um número recorde encontra-se dependente de medicação psiquiátrica, um número recorde enfrenta agora uma vida inteira de escravatura salarial em empregos que elas não podem abandonar. E mesmo assim, o feminismo distorce estas consequências como escolhas de vida da mulher e como coisas "empoderadoras".

No entanto, quando as mulheres declaram os seus níveis de felicidade, em todas as classes, raças e estratos demográficos a sua felicidade é inferior à sua felicidade por alturas em que a mesma começou a ser contabilizada há 50 anos atrás. Mais revelador ainda, e pela primeira vez, a felicidade feminina é inferior à masculina.


Mas não é preciso ler 'The Paradox of Declining Female Happiness' para saber isto. Falem com alguém que faça parte do crescente grupo das mulheres sem filhos com 30 ou 40 anos de idade pessoalmente -  e não em grupo - para ficarem a saber da VERDADEIRA história, o VERDADEIRO efeito do feminismo no mundo VERDADEIRO. Estas mulheres não se importam com o feminismo; elas só querem saber para onde foram os maridos decentes, aliás, para onde foram os homens decentes - QUALQUER homem decente. Quase de certeza que eles, enojados com o que o feminismo fez às mulheres, pura e simplesmente afastaram-se.

A realidade dos factos é que os homens não querem lutar contra as mulheres visto que isto encontra-se em oposição ao cerne do que significa ser um homem. Mas o feminismo lançou os homens para dentro duma guerra que eles não começaram e nem queriam. Chegamos a um ponto onde as feministas alegam ter "vencido" guerras que os homens nunca chegaram a aparecer para lutar.

E mesmo agora, à medida que as feministas empurram as coisas para níveis cada vez mais absurdos, e à medida que mais e mais restrições estão a ser colocadas sobre o comportamento normal masculino, e quando definições cada vez mais insanas de "violação" e "agressão" estão a ser criadas como medidas desesperadas de, de alguma forma, colocar as mulheres como vítimas perpétuas - mesmo agora - os homens recusam-se a se alistar para uma batalha real.

Isto revela de forma profunda o quanto que os homens não querem lutar contra as mulheres.

O som da batalha final dos sexos não será ouvida nas estradas e nem nas legislaturas. Não será televisionada e nem será reportada. Não haverá bandeiras levantadas e nem paradas vitoriosas. Porque ela já está em progresso. Está a acontecer em nosso redor à vista de todos - de todos aqueles que têm olhos para ver.

E os homens estão a colocar em práctica  a mais devastadora de todas as armas - a indiferença. Nesta batalha final, vence quem se importar menos. Chegou a hora de se colherem os frutos do feminismo, e para as mulheres, o fruto será o mais amargo de todos.

Palavras mais sensatas não poderiam ser ditas. O feminismo "venceu", os homens as mulheres, e as crianças perderam. O estado ganhou, a sociedade perdeu. O divórcio venceu, o casamento está destruído. As mulheres são ensinadas a não confiar nos homens (sem que nada sustente essa desconfiança), ao mesmo tempo que os homens aprendem a não confiar nas mulheres (e com bons motivos para não o fazer, devido à guerra gerada pelo feminismo). O futuro está ameaçado, e o passado é uma memória cada vez mais distante.

Quem planeou, financiou e colocou em práctica o feminismo sabia que isto acabaria assim. Que pena que as mulheres só agora estejam a ver o mal que o feminismo gerou.



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Sexodus - Os homens estão a desistir das mulheres e abandonar a sociedade

Por Milo Yiannopoulos

"A minha geração de rapazes está totalmente lixada", diz Rupert, um jovem entusiasta de jogos de vídeo Alemão que eu tenho estado a conhecer durante os últimos meses.

O casamento está morto. O divórcio significa que serás prejudicado para o resto da tua vida. As mulheres abandonaram a monogamia, o que faz com que elas sejam pouco interessantes para quem de entre nós quer ter um relacionamento sério ou estabelecer uma família. É assim que as coisas estão. Mesmo que nós corramos o risco, há grandes chances dos filhos não serem nossos. Na França, nós temos que pagar pensão para crianças que a mulher gerou em adultério.

Na escola os rapazes são prejudicados constantemente. As escolas foram estruturadas para as mulheres. Nos Estados Unidos, os rapazes são obrigados a ingerir Ritalin como se fossem Skittles como forma de os calar. E ao mesmo tempo que as raparigas são favorecidas com quotas, os homens estão a ficar num distante segundo lugar.

Ninguém da minha geração acredita que terá uma reforma significativa. Nós temos cerca de 1/3 a 1/4 da riqueza da geração anterior, todos estão a fugir para a educação superior como forma de fugir do desemprego e da pobreza visto que não há empregos.

Tudo isto seria suportável se ao menos pudéssemos acalmar a dor com as raparigas, mas somos tratados como pedófilos e potenciais violadores só por mostrarmos interesse.

Ele dá um suspiro profundo, e diz que "as pessoas da minha geração são Os Bonitos", referindo-se a uma experiência dos anos 60 levado a cabo com ratos que supostamente previu um futuro sombrio para a raça humana.

Depois da sobrepopulação de ratos ter ficado fora de controle, as fêmeas dos ratos do "universo de ratos" de John Calhoun pararam de procriar, e os ratos machos retiraram-se da sua companhia por completo - comendo, dormindo, alimentando-se, limpando-se e nada mais. Eles tinham pele brilhante mas vidas vazias. “O paralelo é espantoso", diz Rupert.

* * * *

Nunca antes na história a relação entre os sexos se exibiu com tanta ansiedade, animosidade e falta de entendimento. Para as feministas radicais, que têm sido a força motora por trás das tectónicas mudanças durante as décadas mais recentes, isto é um sinal de sucesso: elas querem destruir as instituições e as estruturas de poder que consolidam a sociedade sem se importarem com as consequências. A destruição niilista faz parte do seu mapa.

Mas para o resto de nós, o vislumbre da sociedade a entrar em colapso, com os homens e as mulheres comuns a serem afastados para cantos igualmente tristes graças a um pequeno mas altamente organizado grupo de agitadoras, é deprimente - particularmente se, como já foi notado por um crescente número de observadores, levarmos em conta que uma geração inteira de jovens - na maior parte homens - está a ficar para trás junto aos destroços deste projecto de engenharia social.

Os comentadores sociais, os jornalistas, os académicos, os cientistas e os próprios homens já repararam numa tendência: entre os homens com idades que vão do 15 aos 30 anos, um sempre-crescente número deles está a abandonar por completo a sociedade, a desistir das mulheres, do sexo e dos relacionamentos, e a recuar para junto da pornografia, dos fetiches sexuais, dos vícios químicos, dos jogos de vídeo e, em alguns casos, para a aborrecida cultura lad - tudo isto situações que os insulam do debilitante ambiente social criado, segundo alguns, pelo moderno movimento feminista.

É difícil culpa-los. Cruelmente ridicularizados como homens-crianças e chorões por se oporem às absurdamente injustas condições das universidades, dos bares, dos clubes, e assim por diante, os homens são culpados por fazerem e culpados por não fazerem: ridicularizados por viverem nos porões evitando mulheres agressivas e exigentes com expectativas irrealistas, ou chamados de violadores e misóginos por expressarem interesse sexual.

Jack Rivlin é editor-chefe do tablóide estudantil com o nome de The Tab, um sucesso enorme cuja strapline diz, "Iremos para de escrever quando vocês pararem de nos ler."

Como a inteligência orientadora por trás de mais de 30 jornais estudantis, Rivlin é muito provavelmente a pessoa melhor colocada do país para observar a tendência em acção. E ele também concorda que a geração actual de homens jovens acha particularmente difícil interagir com as mulheres.

Os adolescentes sempre foram desastrados com as meninas, mas existe o medo concreto de que ter boas intenções não é suficiente, e que se pode ter problemas só por se ser desajeitado. Por exemplo, inclinar-se para um beijo pode ser o suficiente para se ser qualificado de canalha [inglês: "creep"] e não de alguém simplesmente inepto.

As novas regras que se esperam que sejam adoptadas pelos homens nunca foram explicadas de modo claro, diz Rivlin, o que deixa os rapazes sem noção e neuróticos no que toca a interagir com as meninas.

Isto pode soar como algo de bom porque encoraja os homens a assumir a abordagem não-romântica mas práctica de perguntar às mulheres de que forma é que eles se devem comportar perante elas, mas isto causa a que muitos deles optem pela exclusão deste jogo, e retirem-se para o seu santuário dos seus grupos de lads,  onde ser rude para as mulheres é aprovado, e onde se pode evitar por completo a socialização cara-a-cara com o sexo oposto. Há também muitos rapazes que ignoram as mulheres porque eles não sabem como agir perante elas. Escusado será dizer isto mas os rapazes que não passam tempo com as mulheres não são muito bons nos relacionamentos.

Rivlin notou também num aumento da dependência de substância - normalmente o álcool - que os rapazes usam para acalmar os nervos:

Já ouvi muitos estudantes masculinos a gabarem-se de nunca terem tido relações sexuais enquanto estavam sóbrios. Claramente, eles estão com medo, mas eles estariam com muito menos medo e menos disfuncionais se eles entendessem "as regras".

As consequências?

Muitos homens gentis mas desajeitados estão a escolher não abordar as mulheres porque não há oportunidade de se fazerem erros sem sofrer o pior embaraço de sempre. E mais perturbador ainda, este efeito sente-se de forma mais vincada junto das comunidades mais pobres e com menos educação, onde os recursos do pacote de apoio são escassos para os homens. Na minha alma mater, a Universidade de Cambridge, e segundo o presidente da União social Tim Squirrell, este fenómeno mal é detectado.

Acho que não notei mudanças nos tempos mais recentes. Este ano começou com a introdução de workshops obrigatórios relativos ao consentimento, o que eu acredito ser algo de bom, e há também um grande esforço por parte da Campanha das Mulheres em particular para combater a cultura lad na universidade.

A atmosfera por aqui é a mesma que era há um ano atrás - na sua maioria, rapazes geeks que têm demasiado medo para abordar as mulheres, e uma minoria de homens que têm confiança suficiente para avançar.

Obviamente que as mulheres têm também capacidade de decisão, e elas abordam os homens aqui da mesma forma que abordam noutros lados. Certamente que não tem havido histórias de seca sexual na universidade. Acho que as pessoas estão a ter o mesmo sexo que sempre tiveram.

Obviamente que em Cambridge, isso pode não significar muito, e por uma variedade de motivos socioeconómicos e motivos de classe, as tribos de Oxford e Cambridge encontram-se de alguma forma isoladas do efeito da desistência masculina. Mas mesmo numa universidade com tanto prestígio com uma população largamente da classe média-alta, estas paternalistas e obrigatórias aulas em torno do "consentimento" são implementadas.

Squirrell, que admite ser um feminista com uma visão política centro-esquerda, acha isto uma boa ideia, mas académicas tais como Camille Paglia há já alguns anos que têm avisado que as “rape drives” nas universidades têm colocado as mulheres sob riscos maiores, se é que essas iniciativas fazem alguma.

Hoje em dia, as mulheres são ensinadas a agir como vítimas, ensinadas a ser agressivamente vulneráveis, e convencidas de que a mais pequena das infracções, abordagem ou o mais inofensivo  e desajeitado mal-entendido por si entendidos são uma "agressão", um "abuso", e "assédio". Isto pode funcionar bem dentro da universidade, onde os homens podem ver as suas carreiras académicas destruídas devido a um diz-que-disse duma aluna.

Mas segundo Paglia, quando a mulher entra no mundo real sem a rede de segurança das comités de violação das universidades, ela está totalmente despreparada para a ocasionalmente violenta realidade da sexualidade masculina. E o pânico e a fomentação do medo não estão de maneira alguma a ajudar os homens. De forma geral, a educação está a passar a ser uma experiência miserável para os rapazes.

* * *

Nas escolas por toda a Grã-Bretanha e Estados Unidos, os rapazes são implacavelmente patologizados, tal como os académicos começaram a avisar em 2001. Atitudes de rapaz e o comportamento tempestuoso passaram a ser "problemáticos", sendo o comportamento das raparigas o padrão dourado usado para aferir estes rapazes deficientes. Quando os rapazes são apurados como estando em falta, a solução são frequentemente as drogas.

Um em cada sete rapazes Americanos foi diagnosticado com "Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade" [inglês: "Attention Deficit Hyperactivity Disorder" (ADHD)] a dada altura da sua carreira estudantil. Milhares serão prescritos com um poderoso estabilizador de humor, tal como o Ritalin, pelo crime de ter nascido macho. Os efeitos colaterais desta droga podem ser hediondos e eles incluem morte súbita.

Entretanto, academicamente, os rapazes estão a ficar cada vez mais para trás das raparigas, muito provavelmente devido ao bem-financiado foco que foi colocado no sucesso das raparigas durante as últimas décadas, e pouco tem sido feito em favor dos rapazes que hoje em dia estão a obter notas mais fracas, notas inferiores, menos honras académicas, e menos habilidades comerciáveis de economia da informação. A alfabetização dos rapazes em particular encontra-se em crise por todo o Ocidente.

Temos estado tão obcecados com as raparigas que nem temos notado na forma como os rapazes têm caído para dentro dum problema académico sério.

Então, o que foi que aconteceu com estes rapazes que, em 2001, estavam a perder terreno para as raparigas nas escolas, eram menos susceptíveis de entrar numa universidade, estavam a receber drogas que não precisavam, e cuja auto-estima e questões em torno da sua confiança foram ignoradas, mas que foram activamente ridicularizados pelo Establishment feminista que tem um domínio estrangulador sobre os sindicatos de ensino e sobre os partidos políticos de inclinação Esquerdista? Basicamente, eles cresceram disfuncionais, mal servidos pela sociedade, profundamente miseráveis, e, em muitos casos, totalmente incapazes de se relacionarem com o sexo oposto.

Os rapazes que foram traídos pelo sistema de educação e pela cultura como um todo em vastas quantidades entre 1900 e 2010 são aqueles que representam a primeira geração do que eu chamo de sexodus - um abandono em larga-escala da sociedade mainstream por parte de homens que decidiram que simplesmente não conseguem enfrentar ou darem-se ao trabalho de formar um relacionamento saudável e participar nas comunidades locais, nas democracias nacionais e noutras estruturas do mundo real.

Uma segunda geração do sexodus está a gestar nos dias de hoje, potencialmente com um maior mal a ser feito a ela devido ao surgir de leis absurdas, inoperacionais,  hipócritas e claramente misândricas tais como a legislação "Yes Means Yes" da Califórnia - e pela terceira vaga do feminismo, que domina jornais tais como o The Guardian e companhias tais como Vox e Gawker, mas que actualmente desfruta dum último fôlego antes das próprias mulheres a rejeitarem por margens ainda maiores que as actuais 4 em cada 5 mulheres que não querem ter qualquer tipo de associação com a temida palavra F [Feminismo].

* * *

O sexodus não chegou do nada, e as mesmas pressões que forçaram tantos milenares [ed: pessoa que atingiu a idade adulta em meados do ano 2000] a abandonar a sociedade, também exerceram pressões sobre a geração dos seus pais. Um pesquisador profissional que se encontra no final dos 30, e com quem eu já converso sobre este tópico há alguns meses, coloca as coisas de modo particular:

Durante os últimos 25 anos, foi-me dito para fazer mais e mais para manter uma mulher, mas ninguém me disse o que é que elas estão a fazer para me manter. Posso-vos dizer como um homem heterossexual que se encontra numa posição profissional relativa à gestão, e alguém que não abandonou a sociedade, a mensagem que nos chega das mulheres é: "Não só é preferível que desapareças, mas imperativo. Tens que pagar por tudo e fazer com que tudo funcione; mas tu mesmo, e as tuas preferências, podem desaparecer e morrer."

Durante as últimas décadas as mulheres têm enviado mensagens confusas aos homens, deixando os rapazes totalmente confusos em torno do que é suposto eles serem para as mulheres, o que talvez explique a linguagem forte que eles usam para descrever a sua situação. Visto que o papel de ganha-pão lhes foi retirado pelas mulheres, que podem ganhar mais e ter melhores notas nas escolas, os homens ficam com a missão de intuir o que fazer - tentando encontrar uma forma virtuosa de ser o que as mulheres dizem que querem e o que as mulheres realmente perseguem (que pode ser algo totalmente diferente).

Os homens dizem que a diferença entre o que as mulheres dizem e o que elas fazem nunca foi maior. É dito constantemente aos homens que eles têm que ser delicados, companheiros de viagem sensíveis durante o percurso feminista. Mas as mesmas mulheres que dizem que querem um namorado simpático e não ameaçador, levam para casa e ficam caídas pelo homens simples, de peito grande e garanhões cheios de testosterona do filme Game of Thrones.

Os homens sabem disto, e, para alguns, esta inconsistência gigantesca faz com que o todo este jogo tenha a aparência de ser demasiado trabalhoso. Para quê levar em conta o que a mulher quer quando se pode practicar desporto, masturbar, e jogar jogos de vídeo a partir do conforto do quarto?

Jack Donovan, escritor sediado em Portland que já escreveu vários livros sobre homens e sobre a masculinidade, cada um deles tornando-se um sucesso de culto, diz que o fenómeno já se encontra endémico dentro da população adulta:

Vejo muitos homens jovens que de outra forma estariam a ter encontros e a casar, a desistir das mulheres. Ou então a desistirem da ideia de ter uma esposa e uma família. Isto ocorre tanto junto dos homens que seriam tradicionalmente desajeitados com as mulheres como também junto daqueles que não são de maneira nenhuma desajeitados com as mulheres.

Eles fizeram uma análise custo-benefício e aperceberam-se que é uma péssima ideia. Eles sabem que se investirem num casamento, a sua esposa pode levar tudo o que é deles apenas e só devido a um capricho.

Quase todos os homens tomaram parte em seminários anti-violação e seminários anti-assédio sexual obrigatórios, e eles sabem que podem ser despedidos, expulsos ou presos tendo como base a palavra de qualquer mulher. Eles sabem que, na maioria das situações, eles são culpados até prova em contrário.

Donovan coloca as culpas pelo que os homens sentem às portas do actual movimento feminista e pelo que ele vê como a sua falta de sinceridade:

Os homens jovens que estão a batalhar imenso estão também confusos porque eles operam sob a presunção de que as feministas estão a batalhar em boa fé. Na verdade, elas estão envolvidas numa luta sexual, social, política e status económico de tudo-ou-nada - e elas estão a vencer.

Os média permitem que as feministas radicais definam todos os debates em parte porque o sensacionalismo atrai mais cliques do que qualquer tipo de discurso equilibrado. As mulheres podem dizer virtualmente qualquer coisa sobre os homens - independentemente do quão humilhante for - e receber um misto de aplausos e vaias de apoio.

Certamente que esta tem sido a experiência de várias coligações masculinas nos média recentemente, quer tenham sido cientistas enraivecidos pelas denuncias feministas ao Dr  Matt Taylor, ou jogadores de jogos de vídeo a fazer campanha sob a bandeira de ética de imprensa que viram o seu movimento atacado e qualificado de "grupo de ódio misógino" por parte dum mentiroso grupo de feministas guerreiras e por parte dos assim chamados "guerreiros da justiça social".

Donovan tem alguns pontos de vista que explicam o porquê de ter sido fácil para as feministas triunfar nas batalhas mediáticas:

Devido ao facto dos homens instintivamente quererem proteger as mulheres e assumir o papel de heróis, se um homem escreve algo que tentativamente é uma crítica, ele é criticado tanto pelos homens como pelas mulheres como um tipo de canalha extremista.

A maior parte dos "estudos masculinos" e livros e blogues centrados nos "direitos dos homens" que não são explicitamente pró-feministas encontram-se carregados de desculpas e apologias dirigidas às mulheres.

Livros tais como "The Myth of Male Power" e sites tais como "A Voice for Men" são os monstros favoritos das feministas mas só porque eles salientam a hipocrisia feminista na sua busca pela "igualdade"

Ao contrário das feministas modernas, que estão a criar um fosso entre os sexos os "Activistas dos Direitos dos Homens" ["Men’s Rights Activists"] "realmente parecem querer igualdade sexual", diz ele. Mas os autores focados nos direitos dos homens e os académicos masculinos estão constantemente a caminhar com cuidado como forma e garantir que não dêem a impressão de serem radicais.

Do lado feminino, não há existe este tipo de cuidado, obviamente, com aquilo que ele chama de “feministas hipster” tais como Jessica Valenti do The Guardian a andar por todo o lado com uma t-shirt onde se ê: "Eu banho-me nas lágrimas masculinas".

“Eu sou uma pessoa crítica do feminismo,” diz Donovan. "Mas nunca andaria por aí com uma t-shirt a dizer, “EU FAÇO AS MULHERES CHORAR.” Isso daria a impressão de eu ser um patife e alguém que quer intimidar os outros."

É opinião dos académicos, dos sociólogos e de escritores como Jack Donovan que uma atmosfera de hostilidade implacável e jocosa dirigida aos homens por parte de figuras mediáticas privilegiadas da classe média, mais uns poucos colaboradores masculinos dentro do projecto feminista, que tem sido parcialmente responsável por uma geração de rapazes que simplesmente já não se importa.

Na segunda parte iremos conhecer alguns homens que "abandonaram", desistiram do sexo e dos relacionamentos, e mergulharam na vida solitária ou na cultura lad cheia de álcool. E iremos descobrir também que as verdadeiras vítimas do feminismo moderno são obviamente, as próprias mulheres, que estão mais sozinhas e mais insatisfeitas que alguma vez estiveram.

- http://goo.gl/V5oRGU



quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sexualidade feminina e a "protecção" do Estado

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" Jeremias 6:23

As mulheres modernas odeiam de todo o facto da restrição da sexualidade feminina ser um elemento fundamental para a civilização. Mas o facto é que se a sua sexualidade  não for restringida pelos pais e pelos maridos, homens que querem o seu bem, então a sua sexualidade será repetidamente abusada por homens que não querem o seu bem - e não há nada que as mulheres possam fazer em relação a isso.

E elas podem colocar de lado a hipótese do Estado ser seu "protector" porque o Estado tem "outras prioridades"  politicamente mais vantajosas para si. Isto é algo que as mulheres podem começar a ver, levando em conta o que aconteceu em Rotherham:

Vicky, hoje com 27 anos e a estudar para ser paramédica, é uma das inúmeras jovens aliciadas por gangues predatórios de homens Paquistaneses que tiveram permissão para deambular por South Yorkshire  com impunidade quase total durante este tempo todo. 
Ela lembra-se de ser levada de noite de táxi do centro da povoação, na parte final de Ship Hill, onde multidões se juntam perto de takeaways e raparigas menores são vistas como alvos fáceis.

“Nós vínhamos para nos divertirmos na noite, e eles ficavam à nossa espera nos seus carros,” diz Vicky.
 
“As minhas amigas já os conheciam antes de eu os conhecer, e haviam dito que eles tinham cervejas e coisas desse tipo. Nós éramos levadas para aquelas casas grandes em Rotherham e Sheffield e eles tentavam sempre dar-nos algo para beber e drogas. Eu estive "contaminada" algumas vezes, visto que em algumas ocasiões eles deram-me ecstasy e cocaína . Eu sabia o que eles queriam de mim. Ainda me lembro de ser chamada de "gori suja" [Calão Paquistanês em referência à mulher branca] que é o que eles costumavam dizer de nós.

“Houve uma ocasião em que eu fiquei "tocada" com algo e acabei por ficar no estado certo. Tinha 15 anos e tentei caminhar para casa, mas não consegui chegar à porta. O meu pai atirou café sobre mim para ver se eu acordava. Depois disso, eu fugi durante duas semanas.
 
Uma das minhas amigas foi com um homem e acabou por ser levada durante alguns dias e violada. Ela disse o que lhe aconteceu à polícia mas nada foi feito em relação a isso.
Note-se que ela fugiu do único homem que não queria nada dela a não ser o seu bem. À medida que a civilização Ocidental entra em declínio, todas as protecções nas quais a mulher moderna deposita a sua confiança, na sua busca por liberdade sexual absoluta, irão desaparecer.

Se a mulher moderna realmente prefere ser uma gori suja e não uma esposa, uma filha, e uma mãe com a sua sexualidade restrita, então existem milhões de bárbaros dispostos a drogá-la e a violá-la logo de seguida.

Claro que o facto dela ter que ser drogada e sexualmente violada indica que essa não era uma escolha que ela faria com conhecimento de causa se ela realmente entendesse as consequências de se escolher a protecção dum governo indiferente em vez da protecção do homem que quer o seu bem.

O Estado não te vai proteger. Esta é a mensagem que tem que ser dita às jovens mulheres. O Estado não se preocupa contigo e, independentemente do que as tuas líderes feministas te digam, o Estado não te irá proteger.

O melhor protector que a mulher tem - e pode vir a ter - é o homem que quer o seu bem físico, emocional e psicológico (pai, marido, irmão mais velho, etc) - isto é, exactamente a pessoa que as feministas tanto atacam.

Algumas feministas começam a notar que algo não está a correr como planeado, mas recusam-se a identificar a causa do problema (esquerdismo).

Ler também: A autonomia acima da segurança

Modificado a partir do original de Vox Day



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Marxismo cultural: rumo a uma sociedade totalitária

Por Figueiredo de Souza (PT-BR)
 
É estrategicamente relevante para o regime democrático de governo que a sociedade brasileira saiba o que é o marxismo cultural. Partimos da hipótese de que se trata de um movimento ideológico criado a partir da Escola de Frankfurt na Alemanha, que pretende implantar a revolução marxista por meio da transformação da cultura ocidental, deturpando a espiritualidade e impondo o materialismo.

O marxismo cultural, conhecido no meio acadêmico como aquilo politicamente correto (PC), é uma sub-ideologia do marxismo que foi dividida em marxismo econômico e marxismo cultural. O Marxismo Econômico defende a ideia de que a História é determinada pela propriedade dos meios de produção. Enquanto o Marxismo Cultural defende a idéia de que a História é determinada pelo Poder através do qual, grupos sociais (para além das classes sociais) definidos pela raça, sexo, etc., assume o poder sobre outros grupos.

O método de análise utilizado pelo Marxismo Econômico é baseado no “Kapital” de Marx (economia coletivista marxista), o Marxismo Cultural utiliza o desconstrucionismo filosófico e epistemológico explanado por ideólogos marxistas como Jacques Derrida, que seguiu Martin Heidegger, que bebeu muita coisa em Friederich Nietzsche.

O “Desconstrucionismo” é um método através do qual se retira o significado de um texto para se colocar a seguir o sentido que se pretende para esse texto. Citamos como exemplo a mutação normativa que interpreta a Constituição Federal de uma forma que admita o casamento de homossexuais.

Gramsci e outros marxistas culturais entendem que existem na sociedade os grupos sociais “bons” e os grupos sociais “maus”. No grupo dos “bons” incluem as mulheres feministas, os negros e os homossexuais que são classificados como sendo “vítimas” e por isso, são considerados, independentemente do que façam ou deixem de fazer. Citamos como exemplo o fato de que um crime praticado por um homossexual é visto como “uma atitude de revolta contra a sociedade opressora”; o mesmo crime praticado por um heterossexual de raça branca é classificado como um “ato hediondo de um opressor”.

No Marxismo Cultural, o “macho branco” é o equivalente ideológico da “burguesia” no Marxismo Econômico, expropria direitos de cidadania, retira direitos básicos a uns cidadãos para, alegadamente, dar direitos acrescidos e extraordinários a outros cidadãos, baseados na cor da pele, sexo ou aquilo a que chamam de “orientação sexual”. Nesta linha está à concessão de quotas de admissão, seja para o parlamento, seja no acesso a universidades ou outro tipo de instituições, independentemente de critérios de competência e de capacidade.

O sucesso de expansão do Marxismo Cultural deve-se a três razões simples: a primeira é que as teorias econômicas marxistas são complicadas de entender pelo cidadão comum; a segunda razão é porque o Marxismo Cultural critica por criticar, pratica a crítica destrutiva até a exaustão; a terceira razão é que o antropocentrismo do marxismo econômico falhou como sistema social e econômico, em todo o mundo; resta ao Marxismo a guerrilha cultural.
Portanto, sem querer esgotar o tema, o que se passa hoje na sociedade ocidental, não é muito diferente do que se passou na União Soviética e na China, num passado recente. Assistimos ao policiamento do pensamento, a censura das ideias, rumo a uma sociedade totalitária.



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Superior capacidade para a infidelidade


Quase todas as mulheres que traem o companheiro/marido nunca são apanhadas, embora 1/5 dos homens seja.

Embora as infidelidades de homens famosos como jogadores de futebol encham as manchetes dos tablóides, cada vez mais as mulheres traem os parceiros, mas não são apanhadas.

Uma pesquisa recente apurou que quase 100% das mulheres que trai o parceiro nunca é apanhada, mas os homens não são tão bons a cobrir os rastos (com 17% a admitir terem sido apanhados).

A pesquisa levada a cabo num site de encontros românticos para casados, descobriu que 95% das mulheres  e 83% dos homens confessou ter levado a cabo encontros ilícitos sem que o parceiro (ou a parceira) descobrisse.

UndercoverLovers.com questionou 3,000 homens e 3,000 mulheres se os seus parceiros sabiam que eles haviam sido infiéis, e verificou que em termos globais, em 89% das vezes o conjugue nunca soube de nada.

Segundo o Dr David Holmes, psicólogo na Manchester Metropolitan University, as mulheres estão a levar a cabo mais actos de infidelidade do que em qualquer outra era da história, mas elas comportam-se de forma totalmente diferente quando traem. Estudos recentes sugerem que perto de 20% dos homens e 15% das mulheres é infiel. O Dr Holmes diz:

As mulheres mentem melhor que os homens porque psicologicamente, elas são mais sofisticadas. Emocionalmente, elas  planeiam as coisas e constroem estratégias, enquanto que os homens são mais impulsivos.



A grande diferença é que as mulheres são melhores a esconder os seus casos de infidelidade.  Se olharmos para os dados da paternidade, mesmo usando dados conservadores, ficamos a saber que entre 8 a 15 porcento das crianças não foram geradas pelo homem que pensa que é o pai delas.

Emily Pope da Undercover Lovers, que possui mais de 650,000 membros, disse:
Muitos dos nossos membros, tanto masculinos como femininos, têm estado a namoricar há anos sem serem apanhados. Estudos já revelaram que as mulheres são melhores mentirosas que os homens, portanto não é surpresa alguma que as adúlteras sejam melhores que os adúlteros.

* * * * * * *
Por alguma razão as sociedades mais bem sucedidas da história do Homem exerciam um controle rígido sobre a sexualidade, especialmente sobre a sexualidade feminina.

Os comentários são mais ou menos o que seria de esperar. Eis três:







quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Escritor asiático afirma que o multiculturalismo fragmenta a sociedade

Na palestra anual "Milton K. Wong" realizada na UBC, o autor britânico Kenan Malik condenou as políticas multiculturais europeias.

O que o multiculturalismo faz não é dar poder às comunidades minoritárias mas sim dar poder aos alegados líderes comunitários - que ganham poder não porque representam a sua comunidade, mas sim porque têm uma relação com o Estado.

Ele revelou como as políticas da cidade inglesa de Birmingham "geraram conflitos" ao fomentarem competição entre as minorias étnicas por recursos. Em vez de priorizarem as necessidades. disse Malik, distintos "grupos guarda-chuva" que representavam as comunidades tentaram maximizar os seus interesses.

Mal o poder politico e os recursos financeiros são distribuídos por etnia, então as pessoas começam a olhar para si como membros dessa etnia e só como membros dessa etnia.

Imagina que tu és um homem secular oriundo do Bangladesh a viver em Birmingham. Tu não olhas para tu como muçulmano. Tu podes até nem olhar para ti como alguém oriundo do Bangladesh. No entanto, com o passar do tempo, tu começas a olhar para ti nesses termos não só porque essas identidades te dão acesso a poder, influência e recursos, mas também porque essas identidades possuem uma realidade social através da constante afirmação e confirmação.

É dessa forma que as pessoas olham para ti, e como consequência passa a ser a forma como olhas para ti.


Isso, diz Malik, leva a que esse tal homem do Bangladesh tema e tenha ressentimento contra os Africanos oriundos da Caraíbas, contra os Sikhs e contra os Irlandeses, parcialmente porque eles estão em competição consigo no acesso ao poder e aos recursos, mas também porque a sua identidade bangladesa precisa de ser vista como distinta das identidades dos outros grupos.

As consequências disto são o que o grande economista com ascendência indiana Amartya Sen chamou de "monoculturalismo pluralístico" - uma politica impelida pelo mito de que as sociedades são constituídas por uma série de culturas distintas e homogéneas que gravitam umas em redor das outras.

O livro de Amartya Sen, "Identity and Violence: The Illusion of Destiny" (2006) , avisou dos perigos da redução das pessoas para parte da sua identidade - tal como a religião - à custa da multiplicidade da sua identidade, incluindo a classe, o nível de educação, ocupação, passatempos e local de residência.

Sen alegou no seu livro que, depois dos ataques do 11 de Setembro, este "reducionismo" levou políticos tal como o antigo PM Tony Blair a conferir poder imenso aos líderes religiosos para falar em nome das comunidades.

Na sua palestra, Malik colocou ênfase no facto dele viver numa sociedade menos insular e mais cosmopolitana, e no facto dele detestar o racismo. Mas ele alegou também que as políticas multiculturais do governo Europeu fazem da sociedade segmentada uma realidade. [ed: É esse um dos propósitos do multiculturalismo.]

Em Birmingham o resultado [destas políticas] foi o de aumentar as divisões entre a comunidade negra e a comunidade asiática de tal maneira que se geraram conflitos intercomunitários.

Ele continuou afirmando que a controvérsia em torno das imagens de Maomé, feitas por um caricaturista dinamarquês em 2005, estava ligada às políticas multiculturais que reforçam a noção de que as vozes mais conservadoras e reaccionárias são as vozes "autênticas" da comunidade. Ele afirmou ainda que "não há proibição universal islâmica em torno da representação do Profeta" [sic] e que era comum retratá-lo até tempos modernos. Entre os Xiitas, ainda são feitas imagens de Maomé.

A publicação dos cartoons, em Setembro de 2005, não causou reacção imediata, nem mesmo na Dinamarca. Os jornalistas, desapontados com a ausência de controvérsia, entraram em contacto com um certo número de imãs para saber a sua resposta.

Um dos primeiros a ser contactado, Ahmed Abu Laban, "aproveitou o evento dos cartoons para se transformar no porta-voz dos muçulmanos dinamarqueses." Malik acrescentou que os cartoons só se tornaram numa controvérsia depois de alguma pressão por parte dos Sauditas e 4 meses de campanha.

Por aquela altura, a organização de Abu Laban atraía apenas 1,000 dos 180,000 muçulmanos para as rezas de Sexta-Feira. Mas uma vez que Abu Laban era famoso no país por ter dado o seu apoio ao ataque de Osama bin Laden às torres do "World Trade Center", ele era a pessoa ideial para ser contactada pelos jornalistas.

"Os liberais ocidentais passaram a ver figuras como Abu Laban como as genuínas e autênticas vozes dentro do islão," disse Malik. E é por isso que eles olham para os cartoons como algo ofensivo. Como consequência desta forma de pensar, diz Malik, as vozes progressivas dentro das comunidades são paulatinamente marginalizadas. Elas passam a ser consideradas "muito ocidentais, seculares ou progressivas demais para genuinamente pertencerem à comunidade."

Malik alegou também que o desejo liberal de exibir respeito por todas as culturas e crenças leva a que seja feito um policiamento ao discurso público como forma de reduzir as fricções entre as culturas.

Parece que uma das ironias de se viver numa sociedade pluralista é que a preservação da diversidade requer que deixemos menos espaço para a diversidade de pontos de vista. . . . Deixando de lado a questão se há ou não algo de errado em ofender - e eu acho que não há - o problema com esta linha de argumento é que o que é geralmente considerado uma ofensa para uma comunidade, é sim um debate dentro da comunidade.


* * * * * * *

Se o multiculturalismo não funciona, a lógica leva-nos a concluir que o mais sensato é dar término a todos os passos que visam colocar lado a lado pessoas que, aparentemente, não querem estar lado a lado. Mas pacificamente dar término a um processo social, político e ideológico é difícil sem primeiro que os autores de tal processo revelem o porquê de o terem instalado.

Malik lamenta o facto das manobras multiculturais fragmentarem a sociedade sem saber que esse é o objectivo. Quem lançou as bases para a imigração em massa de grupos religiosos e culturais não assimiláveis com a cultura ocidental, sabia perfeitamente que tal influxo de estrangeiros perturbaria não só perturbaria a ordem social, como geraria conflitos comunitários. Aliás, foi com os olhos colocados nessas tensões sociais futuras que as portas da Europa e dos EUA foram abertas à imigração em massa.

Devido a isto, ficar surpreso com o facto do multiculturalismo gerar sociedades balcanizadas, é o mesmo que ficar surpreso por um homem morrer depois de dar um tiro na sua própria cabeça: era esse o objectivo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mulher e sociedade

As grandes mentiras
da nossa sociedade:

Discriminação sexual das mulheres
Violência conjugal contra as mulheres
Direito exclusivo das mulheres sobre a vida dos filhos
...

No dia 13 de Outubro de 2001, num programa noticioso de uma estação de televisão portuguesa sobre um marido que assassinou a sua esposa, a jornalista falava em "um assassinato que começou por uma discussão por um prato de arroz!" A nossa sociedade ocidental está tão embebida neste espírito feminista, ou feminazista, que das pessoas que comigo falaram, ninguém notou a tendenciosidade desta notícia, ficando todos muito indignados por um assassinato "por um prato de arroz".

É claro que um assassinato é sempre um crime condenável (e punível!), mas não importará ao julgar este marido, saber até que ponto teria chegado a provocação ou agressividade da mulher na discussão que, segundo a jornalista, "começou com um prato de arroz"? E se tivesse sido a mulher que assassinasse o marido devido a uma discussão iniciada por um prato de arroz? Certamente a maioria dos espectadores teria pensado que esta teria agido em legítima defesa ou devido à pressão de provocações.

Também num programa noticioso da televisão portuguesa, foi referido que um homem agrediu mortalmente à facada a sua ex-esposa de quem tinha um filho. Nunca os jornalistas se preocuparam em esclarecer que razões teriam levado o homem, tido pelos seus conhecidos por pessoa calma e de bem, a cometer tal acto tresloucado.

Da minha experiência de vida e estudos efectuados, este homem teria sido sujeito a fortes humilhações ou provocações, para cometer este crime. Não seria dever dos jornalistas esclarecer este facto? Não constituiria esta averiguação uma forma de responsabilizar o lado feminino, evitando deste modo no futuro, este tipo de crimes horrendos?

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão. No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos!

Outro exemplo, este de um extracto mais baixo da sociedade. Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade. Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto.

Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se dos seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa. Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

Num jornal nacional de 14 de Julho de 2001 aparece numa notícia com título Pena Suspensa para Infanticida em Setúbal, em que a mulher "... soltou do útero o filho de nove meses, rompeu o cordão umbilical e, poucos minutos depois, asfixiou-o."

Pensaria-se, talvez, que esta mulher foi condenada a alguns anos de prisão, "... mas o tribunal decidiu pronunciá-la por infanticídio conforme a doutrina jurídica aplicada nestes casos, com uma moldura penal mais leve de um a cinco anos de prisão, porque o acto foi praticado sob o efeito perturbador do parto ..." e "por fim o tribunal decidiu suspender a pena".

Fica a pergunta, se tivesse sido o pai a cometer o infanticídio qual teria sido a condenação e as atenuantes possíveis? Perante esta amostra dos milhares de casos equivalentes que ocorrem na nossa sociedade, pergunta-se onde está a igualdade dos sexos?

As associações feministas (quantas viver às expensas do erário público), alegadamente para defender a igualdade entre homens e mulheres, proliferam em Portugal e fazem valer a sua propaganda junto de políticos, tribunais, instituições policiais e meios de comunicação social.

Isto numa sociedade:

  • onde 90% da violência global é exercida contra homens.
  • onde as mulheres dominam completamente as resoluções dos tribunais quando há conflitos com homens, obtendo dos tribunais resoluções favoráveis em caso de falsas acusações de violência ou de violação (que segundo mostram todos os estudos constituem a maioria).
  • que criou condições para que o divórcio passasse de uma solução pontual para resolver situações de incompatibilidade, a um banal negócio feminino com a humilhação e depauperamento de homens e destruição de vida familiar de crianças.
  • onde (indicam todos os estudos sociológicos), é mais a mulher (e não o homem como alguns grupos propagandeiam) que é autora e perpetradora de violência familiar e mesmo conjugal.
  • onde as mulheres ocupam uma percentagem reduzidíssima dos prisioneiros e onde há uma tendência crescente para descriminalizar os crimes predominantemente femininos, como o aborto e o infanticídio. É ignorada ou tolerada a violência feminina, ou desculpabilizada com argumentos hormonais ou psiquiátricos.
  • em que para os mesmos crimes, nos casos em que há punição, os homens têm punição duas a três vezes mais longa.
  • onde a violação sexual, correspondente a menos de 1% dos crimes da nossa sociedade, é o único crime de género mais cometido por homens, mas a provocação e o assédio sexual são atitudes predominantemente femininas. Mesmo assim na pedofilia as mulheres marcam posição de relevo, sendo responsáveis por cerca de 12% de todos os abusos sexuais com crianças.
  • onde todas as profissões que envolvam risco de vida ou de invalidez são deixadas para os homens, concretamente a prestação de serviço militar em teatro de guerra (não na secretaria ou na enfermaria), construção civil, actividade mineira, pesca, etc.
  • onde os homens trabalham em média mais 3,5 horas semanais que as mulheres (somando a profissão e o trabalho doméstico)
  • onde mais de 90% dos acidentes mortais vitimam homens.
  • onde só os homens são obrigados à prestação de serviço ao estado, concretamente o serviço militar obrigatório.
  • onde menos homens que mulheres frequentam a universidade.
  • mais homens que mulheres cometem suicídio.
  • os homens vivem menos tempo que as mulheres.
  • o sistema de protecção social gasta mais com as mulheres que com os homens.
  • muitos mais homens que mulheres vivem sem abrigo nas ruas das grandes cidades.

...........

As associações feministas têm tido o papel de protecção indiscriminada das mulheres quaisquer que sejam os seus actos, conferindo-lhes deste modo um atestado de inferioridade intelectual, e promovendo a violência, a guerra entre os sexos, a destruição familiar e o sofrimento de crianças.

Só em Portugal temos 20 000 divórcios por ano. 80% destes são pedidos pelas mulheres, a quem os tribunais atribuem a casa, o recheio, e uma pensão de alimentos. Uma pensão de alimentos a ser paga pelo abandonado e humilhado homem. Este é obrigado a esta carga financeira ao mesmo tempo que é espoliado de todos os seus bens e do contacto dos seus filhos. As crianças vêm assim partir o pai, o seu herói de quantos serões a fazer "cavalinho" no seu colo. 30% das nossas crianças crescem assim.

É preciso dar às mulheres igualdade de dignidade e responsabilidade no matrimónio e na sociedade.

Aborto.

O aborto é uma questão muito polémica, muito complexa, e que suscita fracturas muito sérias na sociedade. Mas esta complexidade é psicológica, não é uma complexidade real. Polémica como foi a escravatura. Na questão da escravatura muitos argumentos se alinharam de ambas as partes, aqui e ali os confrontos entre dois partidos causaram mortes e guerra, e nem por isso a questão era realmente complexa. A abolição da escravatura foi possível porque muitas pessoas sucumbiram a uma complexidade artificial que levantou uma cortina de fumo por trás da qual os esclavagistas manobravam eficazmente. No caso do aborto passa-se exactamente o mesmo.

A questão do aborto é uma questão essencialmente técnica e nesses termos terá de ser vista. O processo de diversão e confusionismo, já de tal forma ganhou terreno que aquilo que deveria ser conhecido de todos é afinal ignorado pela maior parte.

Por muito que feministas, magistrados, políticos e outros demagogos discutam convenientemente outros momentos para o inicio da vida do ser humano sem nunca chegarem a uma conclusão, biologicamente esta começa no momento da fecundação (momento em que o espermatozóide se une ao óvulo) e poucas horas depois, ainda antes de chegar ao útero, já este ser humano comunica com a mãe.

Não está correcto tirar a vida a este ser humano que desde a concepção pede para viver, e que é uma potencial criança para nos dar alegrias, e um potencial adulto para nos dar a mão na nossa velhice.

É sabido há muito que o aborto é um perfeito desastre para a saúde mental e física da mulher. As mulheres que abortam (legal ou ilegalmente), principalmente a primeira gravidez, têm o dobro das probabilidades de desenvolver cancro da mama. Complicações a longo prazo incluem infertilidade, aumento do risco de gravidez ectópica, aborto espontâneo e parto prematuro.

A nível psicológico, ao longo da vida, estas mulheres sofrem alucinações relacionadas com o aborto, sonhos em que são visitadas pelo bebé morto, tendência ao abuso de drogas, tendências suicidas, inibição sexual e depressões.

Os estudos mostram que pelo menos 70% das mulheres que abortam acreditam que o aborto é imoral. Na maioria dos casos, as mulheres que abortam violam as suas consciências devido a pressões de outras pessoas ou às suas próprias circunstâncias.

Mais de 80% das mulheres com problemas pós-abortivos referem que teriam levado a gravidez até ao fim se tivessem condições e mais apoio das pessoas com quem convivem.

É sádico que milhares de mulheres façam anualmente abortos contra a sua vontade para agradar a alguém ou devido a pressões dos seus companheiros sexuais, pais, assistentes sociais ou conselheiros, exercidas precisamente durante a gravidez, isto é, um período de maior vulnerabilidade. Será a isto que certas organizações apelidam de "direito de optar"?

Antes do aborto os pais deveriam ver figuras que representassem o feto no respectivo estado de desenvolvimento e deveriam ser informados dos efeitos colaterais dos abortos. Sem isto, ninguém está capacitado para fazer uma opção consciente.

A oposição à mentalidade dominante trás a censura dos "bem-pensantes" mas o coração dos grandes homens e mulheres acabará por reconhecer a beleza da verdade e a necessidade de justiça.

Fonte


Currículo do formador

Jacinto Rolha Castanho é professor efectivo do ensino básico e secundário, membro de algumas instituições anti-feministas e de protecção à família e estudante do fenómeno do feminismo na sociedade ocidental e das suas consequências sociais. É monitor de educação sexual no âmbito do programa americano Teen Star (Sexuality Teaching in the context of Adult Resposability) certificado pela Pontificia Universidad Catolica de Chile e pelo Movimento de defesa da Vida e formador certificado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Contactos:

jacinto.castanho@clix.pt

fax: ++351. 243619616

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Empresário espanhol cria curso de prostituição

Um empresário de espanhol resolveu criar um curso de prostituição para ensinar os conceitos básicos a quem quer ter sucesso na área. Nas primeiras aulas serão abordadas questões relativas à história da profissão, a legislação e uma análise da crise económica do país.

Nas aulas práticas, será dada atenção ao Kamasutra e dicas de como agradar aos clientes.

O curso custa cerca de 100 euros e tem a duração de oito dias, divididos entre aulas práticas e teóricas. Até ao momento, já se inscreveram mais de 100 pessoas, a maioria do sexo masculino.

Segundo o empresário e prostituto Brandom Morales, depois de frequentarem o curso, os alunos ficam aptos a dar cursos sobre esta temática.

Fonte

* * * * * * *

Civilização ocidental continua a sua lenta queda até a destruição total.



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A igualdade sexual é socialmente insustentável

A lógica começa a conduzir outros a concluir o que outros escritores haviam já declarado tempos atrás: a igualdade sexual não é socialmente viável.

A pergunta então torna-se no seguinte: o que é que vamos abdicar? A formação de famílias? Igualdade sexual?

(Por "igualdade sexual" eu quero dizer a crença de que as mulheres deveriam, legalmente, economicamente e educacionalmente ser iguais aos homens. Por "liberdade sexual" eu quero dizer a ausência de sanções e sentimentos de culpa e repressões psicológicas.)

Parece-me que não podemos de forma alguma ter as três de uma forma sustentável, e (e esta é a parte que me preocupa) podemos até não ter mais do que uma delas.

Se abdicamos da formação de famílias, acaba-se o jogo; seremos conquistados demograficamente por culturas que não abdicam da reprodução. Portanto, este ponto está fora de questão.

Seguindo a lógica, o futuro demográfico vai pertencer às culturas que (1) ou abandonam a liberdade sexual (2) ou abandonam a igualdade sexual (ou abandonam ambas).

Mas estas opções não são simétricas. Lembrem-se que o problema com a economia sexual actual não é simétrica. Não são as mulheres que estão a evitar o casamento mas sim os homens.

Consequentemente . . . as hipóteses de se reverter a liberdade sexual são próximas de zero. Os homens não precisam de jogar segundo esses termos por motivos bioenegéticos simples (ter relações sexuais com uma mulher tornou-se bastante fácil).

Por sua vez, as mulheres pós-pílula não têm demonstrado vontade em fazer os homens jogar esse jogo (mais sexo para elas também).

Devido a isto, chego à conclusão que não gosto: a igualdade sexual é insustentável. Se as mulheres não conseguem comprar um casamento com o sexo, elas terão que oferecer a submissão no seu lugar.

Esta táctica combina muito bem com o desejo hipergâmico das mulheres - se o poder social dos homens é automaticamente superior ao das mulheres, mais homens-potenciais-maridos ficam disponíveis para elas se "casarem para cima".

Não tenho uma mulher submissa e nunca quis uma; gosto de mulheres fortes e independentes. Fico, portanto, horrorizado ao chegar à conclusão de que um patriarcado sexualmente repressivo pode, afinal, ser melhor para o sucesso reprodutivo da maioria das mulheres do que a igualdade relativa que elas possuem agora.

Mas é para aí que a lógica nos leva.


O autor do post (Eric S. Raymond) tem alguns comentários dignos de serem lidos.

A tragédia do feminismo é que esse movimento, ao destruir o casamento (por alegadamente, "oprimir" as mulheres) e ao promover a promiscuidade sexual entre as mulheres, está a preparar o caminho para a chegada de culturas verdadeiramente opressivas para a mulher.

Como diz o autor do post, não são as mulheres que não se estão a casar mas os homens. Vendo bem as coisas, porque é que eles se casariam se eles podem ter tudo o que querem da mulher sem ter qualquer tipo de vinculo?

Os homens são, essencialmente, tão promíscuos agora como o eram no passado. A diferença é que no passado as mulheres valorizavam-se de forma eficiente ao só enveredarem pela vida sexual depois de casadas. Hoje, graças às ideologias que visam destruir o casamento, as mulheres "entregam o ouro ao bandido" com ou sem o vínculo do casamento. Isto desvaloriza-as aos olhos dos homens, e leva a que eles as rejeitem como dignas de cuidarem da sua descendência.

A isto acresce-se o facto do sistema legal ocidental prejudicar os homens em caso de divórcio. Para um homem ocidental, o casamento pode ser a ruína financeira.

Resumindo: ou a igualdade sexual continua, o que vai invariavelmente significar a destruição da civilização ocidental, ou acaba-se com a dita igualdade sexual.

Mais uma vez, as mulheres têm que decidir qual o caminho que elas querem seguir.


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