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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Esquerdismo à beira de destruir a Suécia

O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.

Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos Suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correcto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).

Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.

No dia 18 de Outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em Novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada a estação de polícia em Uppsala.

Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.

Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista Sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:

Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.

Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipas SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:

Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada.Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.


Claramente, a Suécia esta a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correcto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia esta a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.

Fonte: http://bit.ly/2jAciyL

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Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objectivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo Nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.

Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população Nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo Nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e por tranquilidade.

Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de facto funcionar e aumentar a tranquilidade dos Europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção.  Portanto, podemos prever  que ou a Suécia se torna num estado-policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.

Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.
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- Medium.com

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O grandioso plano para a Europa

O plano da elite interacionamlista é bastante "simples":

- Controlar os nossos governos e as nossas fontes mediáticas

- Infiltrar as escolas e as universidades

- Indoutrinar a juventude

- Gerar a "culpa branca"

- Promover a diversidade

- Começar com guerras no Médio Oriente

- Criar "refugiados"

- Trazer para a Europa o maior número possível  de maometanos que alegam ser "refugiados".

- Os maometanos, devido à sua religião, nunca se irão integrar

- Isto vai dar início a guerras, crises económicas, inflação e criminalidade, levando a que os Europeus Nativos sofram durante anos e anos

Por esta altura a elite irá apresentar a "solução" que sempre almejou: um regime autoritário global com o expresso propósito de (alegadamente) "restaurar a ordem". Os Europeus estarão tão cansados das guerras e dos tumultos que irão aceitar esta ditadura globalista, até se aperceberem que os "restaradores da ordem" são essenciamente as mesmas pessoas que destruíram a ordem.. 

Este plano teve início há mais de 200 anos, e encontra-se quase completo. Os Europeus têm menos de 15 anos para reverter esta situação, e todos os anos as coisas vão ficando pior:

Amesterdão:


Estocolmo:



Outra zona da Suécia:



Roma (Itália):


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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Marxismo e o capitalismo: juntos a promover a imigração em massa

Por Todd Frobisher

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"

Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se  preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades.

Mas este livro é extremamente relevante para todas as classes, especialmente para aqueles que visam levar a cabo reformas na imigração, para os que são contra o multiculturalismo, e para os trabalhadores. Colocar no mesmo conjunto todos estes grupos díspares pode parecer algo estranho, mas essa "estranheza" acaba quando nos apercebemos qie TODOS estes grupos foram marcados para substituição e para desarticulação por parte da esquerda Marxista e por parte do Grande Capital.

Esta coligação esquerda-direita revela desprezo pelo seu próprio povo ao abandoná-lo para imoralidade da imigração descontrolada e para a não-democrática transformação social. O valor da obra de Bolton encontra-se na forma como ele mostra que este derrube da tradicional sociedade Ocidental, neste caso dos trabalhadores de colares azuis e brancos, foi planeado há muito tempo atrás, e não é algo que surgiu do nada.

Bolton demonstra que nos finais do século 19 e início do século 20, as forças laborais organizadas eram a vanguarda entusiasta que se opunha à imigração em massa. Na Austrália, eminentes líderes laborais tais como W. G. Spence, Joseph Chifley, e Arthur Caldwell formaram a linha da frente da oposição laboral à mão-de-obra barata do terceiro mundo (Bolton, pp. 20-25).

Longe de serem racistas, estes homens eram os defensores do trabalhador Australiano numa altura em que as organizações laborais desse pais estavam a dar início às suas actividades como força a ser levada em conta. De facto, naquela altura da história da "British Commonwealth", sem dúvida que a oposição mais eficaz à imigração em massa foi feita pelas forças laborais organizadas.

De maneira nenhuma esta liderança era composta por xenófobos e intolerantes, tal como eles seriam retratados pelos politicamente correctos média actuais. Para os líderes laborais, oposição à imigração era como proteger o sustento económico e social da classe operária da competição detrimental e injusta.

De forma bem convincente, Bolton mostra como os líderes do Grande Capital - tanto dentro como fora do governo - intencionalmente buscaram mão-de-obra barata estrangeira como estratégia de baixar os salários dos operários Brancos. Bolton demonstra que o antigo ministro da Columbia Britânica, Dunsmuir, uma pessoa que não era amiga das forças laborais, era um importante defensor da imigração de não-Brancos.

Este magnata do Grande Capital, que fazia parte do governo, buscou formas de importar mão-de-obra barata "coolie" [trabalhadores Hindus ou Chineses]  para a B.C. [British Columbia] especificamente para reduzir os salários dos operários Brancos. Com isto, ele planeava ajudar os seus amigos e aliados do Grande Capital a não pagar aos seus operários salarios decentes e que permitissem ter uma vida normal (Bolton, p. 35).

De facto, Bolton cita um artigo publicado pelo Immigration Watch Canada, ‘The 1907 Arrival of Many Low-Wage Labourers Precipitated the September 1907 Vancouver Asiatic Riot’, para mostrar a forma como Dunsmuir inflamou de forma intencional os operários Brancos ao substituí-los pela mais barata mão-de-obra Asiática.

Com frequência, a chegada da mão-de-obra coolie prognosticava outras repercussões negativas para os operários Brancos: violência física e intimidação. Isto normalmente tornou-se realidade para muitos trabalhadores nascidos no Canadá [Brancos]. Onde quer que a mão-de-obra coolie era instalada como forma de reduzir os salários e a subsistência dos Brancos, tal violência era comum na Austrália e no Canadá.

De modo consistente, Bolton reuniu evidências de que a liderança da Direita do Grande Capital era a promotora de tal competição económica e violência cujo propósito final era o de levar as empresas a poupar dinheiro, mesmo que isso fosse feito à custa da ausência de condições de segurança e ausência de salários com os quais se pudesse subsistir. Estas evidências são convincentes visto que mostram a direita política unida às forças da imigração em massa, ao multiculturalismo, e à globalização - num início  que remonta pelo menos 150 anos. Um operário pode perguntar hoje:

Porque é que o NDP e os Liberais [no contexto, significa "esquerdistas"] apoiam a imigração e o multiculturalismo?

A resposta: Porque (1) eles não querem perder o voto imigrante, e (2) a imigração não é, de qualquer forma, um legítimo tópico de crítica no sistema democrático actual. Ora, se um direitista fizesse aos Conservadores a mesma pergunta, será que ele obteria a mesma resposta? Parece que os Canadianos não estão no controle dos seus destinos.

De facto, se uma audiência moderna perguntasse qual era a diferença entre Dunsmuir e Stephen Harper, ou entre Justin Trudeau e Thomas Mulcair, sería possível ver que eles são todos espantosamente semelhantes no tópico da imigração. Parece que muito pouco mudou durante os últimos 100 anos.

Para os políticos da sociedade democrática, o dinheiro e os votos são os propósitos finais. Mas será que eles se preocupam com o destino cultural da sociedade anfitriã que eles alegam representar? Bolton responde com um "Não" firme.

Bolton vai mais longe.

Ele mostra como as acções de pessoas tais como Dunsmuir e os proponentes normais do multiculturalismo e da imigração em massa enquadram-se num esquema mais generalizado: o de transformar a humanidade em consumidores intercambiáveis, vazios de qualquer ligação cultural, racial ou religiosa, capazes de se ajustar a qualquer roda dentada financeira - em qualquer lugar do planeta. A verdadeira diversidade não tem lugar neste mundo visto que todas as diferenças humanas serão varridas.

Quão semelhante isto soa da utopia comunista, até que nos apercebemos que as forças de nivelamento do capitalismo democrático são quase idênticas. Sob esta luz, o comunismo e o capitalismo parecem ser lados diferentes da mesma moeda. Isto, obviamente, expõe o carácter verdadeiramente sinistro da agenda globalista.

Bolton mostra que a imigração em massa, o multiculturalismo, e o capitalismo nada mais são que ferramentas arquitectadas para gerar esta humanidade desenraizada - por enquanto camuflada sob o conforto material e as aparentes "escolhas" colocadas à disposição dos eleitores durante o tempo de eleições.

Recomendo vivamente que obtenham uma cópia do livro "Babel, Inc." Se por acaso és membro da classe operária, tens que ficar tremendamente preocupado com os perigos que a imigração em massa causam à segurança do teu emprego, ao teu rendimento, à competição económica, e preocupado com transformação da tua comunidade numa entidade irreconhecível.

Os operários não têm a mesma prosperidade económica que os seus pares das classes média e alta, e como tal, a opção da "fuga Branca" nem chega a ser possível para muitos operários. Para além disso, a falta de recursos económicos dificultam, ou impossibilitam, os trabalhadores de se organizarem com sucesso ao nível político como forma de avançarem com os seus interesses. Devido a isto, eles frequentemente têm que se agachar e aceitar a realidade tal como ela é, e não como eles gostariam que ela fosse. Resumidamente, os nossos líderes traíram-nos através da imigração em massa.

Mas a traição não acaba aqui. Os Canadianos das classes média e alta também sofrem visto que a riqueza e a mobilidade só os podem isolar das realidades da imigração em massa e da substituição económica por um tempo limitado. De modo geral, também eles têm que se agachar e aceitar a realidade não como ela é mas tal como ela foi arquitectada sem o seu consentimento.

Será, portanto, racional, os operários apoiarem a NDP que trabalha em favor desta substituição social e económica? Ou as pessoas da classe média apoiarem os Liberais e os Conservadores que têm a mesma agenda de substituição e competição voltada contra eles? Espero que depois de ler este ensaio vocês sejam capazes de responder com um claro e retumbante "NÃO".

Ofereço como solução para estes males que TODOS os Canadianos de origem Europeia, independentemente da classe, religião ou região, juntem esforços numa causa comum e avancem com os seus interesses. A realidade dos factos é que os políticos que eles elegeram não farão isso por eles visto que a sua preocupação são os ciclos eleitoras de 4 anos, financiamentos eleitorais, e votos - não a preservação da civilização Ocidental perante as forças da globalização.

O mínimo que podemos fazer é trabalhar por um mundo melhor e um sistema melhor do que o temos actualmente. Tal como Bolton mostra, nós no Ocidente estamos em rota de ruína cultural. Espero que este ensaio te tenha motivado a fazer a tua parte para reverter este tendência antes que seja tarde demais.




segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como destruir uma nação sem usar armas de fogo

Por Coronel Dan

Se por acaso tivesses o propósito de destruir uma nação poderosa, imersa numa filosofia originalmente poderosa, independente e totalmente oposta à tua - um país que não quisesses enfrentar militarmente - como é que farias as coisas? A resposta é simples; orquestra a sociedade para a destruir a partir de dentro. 

Embora isto possivelmente possa demorar mais tempo que uma vitória militar, e exigir mais paciência, os estragos seriam igualmente eficazes - se não mais ainda. Quando se destrói uma nação a partir do seu interior, usasse o seu próprio povo, e desde logo, nenhum sangue é derramado em combate e as infraestruturas físicas são mantidas intactas.

Em qualquer país, existem certas área-chave que determinam a forma como os cidadãos amadurecem, vivem, e desenvolvem as suas crenças. Esses são os pontos centrais que têm que ser atacados. No seu livro "On War", Clausewitz referiu-se a este conceito de identificar e focar-se nos pontos seleccionados como um ataque aos centros de gravidade.

O centro de gravidade é o tal elemento-chave que, quando controlado e destruído, irá prejudicar de forma considerável o teu adversário e isso é um factor crítico para tu  atingires o teu objectivo. Neste caso, quando se toma o controle ou se destrói o inimigo a partir do seu interior, a chave é atacar e controlar a mente dos seus habitantes - tens que moldar a forma como as pessoas olham para a vida e para os valores sobre quais a sua vida se fundamenta. Molda a sua mente e irás controlar o seu avanço. Controla o seu avanço, e serás capaz de as guiar até um caminho que desça até ao inferno.

Os centros de gravidade que eu iria moldar na orquestração da queda dum país a partir do seu interior são os responsáveis pela sua percepção da verdade, as suas gerações futuras, a ideologia política, o seu sentido de nacionalismo e, claro, a sua economia.

Para moldar a verdade, há que controlar os média: A maior parte das pessoas absorve o que elas sabem sobre a vida a partir dos grandes centros mediáticos, que pintam uma imagem que tem como propósito ser vista por todos. Se essa imagem é constantemente distorcida, as mentiras passam a ser aceitáveis - isto é, digam repetidamente mentiras suficientes e mais cedo ou mais tarde essas mentiras passam a ser um "facto".

Rodopiem e inventem, distorçam e influenciem usando as plataformas públicas - tais como a televisão, a rádio e a imprensa - e vocês serão capazes de manejar e controlar a mente da vasta maioria da sua população em qualquer área à vossa escolha.

Esta influência subversiva inclui 1) colocar um grupo contra o outro, como forma de gerar discórdia interna, 2) ridicularizar, desacreditar e colocar em causa os princípios morais e os valores nacionais do país como forma de destruir qualquer traço dum forte fundamento espiritual ou duma forte aliança, única àquela cultura nacional. Isto é mais fácil de ser feito se muitos dos alvos da vossa audiência se tiverem tornado preguiçosos, sem educação, mal-informado, sem capacidade de raciocinar e apática.

Para moldar as gerações futuras, controla as escolas: Indoutrina de forma progressiva as crianças com princípios que estão de acordo com a tua filosofia. Faz com que as gerações futuras fiquem mentalmente, fisicamente e espiritualmente fracas. Evita ensinar as crianças os factos básicos da sua própria história, da sua constituição ou dos seus direitos. Ensina-os que a agressividade natural está errada, e que o certo é ser dócil e submisso.

Ensina-os que qualquer fundamento moral, tais como os princípios da religião, é uma fraqueza a ser evitada em nome da liberdade, e cria uma nova definição de patriotismo de forma que este novo entendimento esteja de acordo com os teus pontos de vista.

Ensina-os a colocar de parte os antigos valores e as antigas tradições no interesse e em nome da sensibilidade - afinal de contas, não queremos que as pessoas se sintam ofendidas com as nossas crenças antiquadas e tradicionais, pois não? E as armas, oh, as armas são malignas, perigosas, e socialmente inaceitáveis - um mal que tem que ser erradicado da sociedade para o bem das crianças, obviamente.

Para moldar a filosofia política, infiltra-te no governo: Sempre que for possível, coloca pessoas favoráveis à tua filosofia nos mais elevados cargos - quanto mais elevados, melhor - de modo a que elas possam manejar a direcção do país dentro de cada sector do governo, prometendo soluções, oferendas e benefícios para todos. De certa forma, tu podes pender a legislação rumo ao aumento do controle do governo e da dependência da população perante esse mesmo governo - governo esse que tu estás a moldar.

Actualmente, se tu conseguires encher os tribunais com juízes nomeados que não serão responsabilizados perante a lei e perante a constituição, podes agir com impunidade virtual. 

A infiltração junto dos mais elevados cargos pode também ser empregue para enfraquecer as forças militares através de cortes orçamentais, restrições injustificáveis, degradando tanto a moral como a eficácia das forças militares. Um país sem uma forte força militar é como um touro sem chifres ou um tigre sem garras - indefensável e vulnerável.

Para moldar o sentido de nacionalismo, dilui a cultura e a língua: Uma sociedade forte tem os seus fundamentos numa cultura única e na língua comum. Dito de forma simples, e em última análise, a cultura e a língua é que definem e unem a nação. Se conseguires manipular estes dois elementos importantes através de acção legislativa e pressão social, podes enfraquecer os fundamentos de qualquer país. Como? Introduzindo e eventualmente forçando a aceitação do conceito multicultural bem como a recusa do uso da língua comum como a língua oficial.

Resumidamente, impede a assimilação cultural e fragiliza qualquer sentido de nacionalismo. Encoraja e orquestra o aparecimento duma sociedade mosaica, e não dum "melting pot", e serás capaz de, eventualmente, ferir de morte a estrutura nacional.

Para moldar a economia, gasta, gasta, gasta, e tributa, tributa, tributa: Um país com uma economia forte é financeiramente independente e pouco provável de olhar para o governo para o que quer que seja. Se as pessoas livres não dependem do governo, então o governo tem poucas formas de manobrá-las. Ao legislar largas somas de dinheiro dos bolsos do erário público, consegues atingir dois objectivos importantes:
  • Primeiro, crias dependentes junto dos negócios públicos e privados, que estão agora sujeitos à condições, regras e regulamentos que tu ditas.

  • Segundo, estás a colocar o país sob uma dívida insustentável, reduzindo o valor da sua moeda ao mesmo tempo que fragilizas a sua economia.

E, claro, para apoiar todo este gasto, dizes que as pessoas têm que "investir" nestes "benefícios" disponibilizados pelo governo de forma a que possas tributá-los incessantemente, tirando o dinheiro dos seus bolsos e a independência das suas vidas. Eventualmente, se tributares as pessoas o suficiente, irás oprimi-las financeiramente a tal ponto que elas passam a ser servas, sobrecarregando a estrutura económica até ao ponto do colapso.

Através duma manipulação paciente e inteligente, coordenando estes poucos centros de gravidade, tu podes - com o passar do tempo - tecer a queda até da nação mais poderosa que existe, usando os seus próprios cidadãos e os seus sistemas para orquestrar a sua destruição.

A ironia é que em apenas algumas gerações, as massas indoutrinadas ficarão convencidas que este caminho, que foi preparado para eles, verdadeiramente é o caminho esclarecido para a humanidade e irão de livre vontade ansiar pela viagem. Tu terás, assim, tomado conta dum poderosos rival sem no entanto ter derramada uma gota do teu sangue. (...)






quarta-feira, 8 de abril de 2015

Peter Hitchens e o propósito político e cultural da imigração

Por Peter Hitchens

Quando eu era um Marxista Revolucionário, nós todos éramos a favor da imigração; quanto mais, melhor. Isto não se prendia com o facto de gostarmos de imigrantes, mas sim porque não gostávamos da Grã-Bretanha. Nós [Marxistas] olhávamos para os imigrantes - qualquer que fosse a sua origem - como aliados contra a sóbria e estabelecida sociedade conservadora que o nosso país ainda era no final dos anos 60.

Para além disso, nós sentiamo-nos, oh, tão superiores ao povo aturdido - normalmente das partes mais pobres da Grã-Bretanha - que via a sua vizinhança subitamente transformada em comunidades supostamente "vibrantes". Se por acaso eles se atrevessem a expressar a mais tímida das objecções, nós chamávamos-lhes de intolerantes.

Os estudantes Revolucionários não eram oriundos de tais zonas "vibrantes"; segundo o que pude apurar, nós vínhamos de Surrey e de outras partes bonitas de Londres. Era possível nós vivermos nos lugares "vibrantes" durante alguns (normalmente esquálidos) anos, perto de relvados por aparar e caixotes de lixo cheios. Mas nós fazíamos isto como crianças irresponsáveis e transientes - e não como donos de casa, ou pais com filhos em idade escolar, ou como idosos em busca dum bocado de paz no final das suas vidas.

Quando nós terminávamos a universidade e começávamos a ganhar um bom dinheiro, nós normalmente caminhávamos rumo às partes mais dispendiosas de Londres e passávamos a ser muito cuidadosos em relação ao local onde os nossos filhos iriam estudar - uma escolha que nós alegremente negávamos aos pobres urbanos, os mesmos a quem acusávamos de "racismo".

O que é que nós sabíamos, ou era do nosso interesse, da grande revolução silenciosa que até por essa altura estava a transformar a vida dos pobres da Grã-Bretanha? Para nós, o que isso significava é que o patriotismo e a tradição poderiam ser sempre acusadas de serem "racistas". Também significava servos baratos para a nova classe média (pela primeira vez desde 1939), bem como restaurantes baratos e - mais tarde - construtores e canalizadores baratos a trabalharem de forma clandestina.

Não eram os nossos ordenados que estavam a ser afectados, e nem o nosso trabalho que estava a ser financeiramente removido do mercado do trabalho. Os imigrantes não faziam o tipo de trabalho que nós fazíamos e desde logo, eles não era uma ameaça para nós. A única ameaça poderia ter surgido do ofendido povo Britânico, mas nós poderíamos sempre silenciar os seus protestes sugerindo que eles eram fascistas dos dias de hoje.

Desde então, aprendi o quão rancoroso, hipócrita, pretensioso e arrogante eu era (e também o eram a maioria dos meus camaradas revolucionários). Eu vi lugares onde eu me sentia em casa a serem totalmente transformados num curto espaço de anos. Já imaginei o que seria envelhecer em ruas estreitas onde os meus vizinhos falavam uma língua diferente e onde eu me fosse sentido gradualmente mais solitário, e um estranho com voz trémula num mundo que eu conhecia mas que já não me conhecia.

Já me senti profundamente e desesperadamente arrependido por não ter dito ou feito nada em defesa daqueles cujas vidas foram voltadas do avesso, sem serem questionados, e que foram claramente avisados que, se reclamassem, seriam desprezados como parias. E já passei um bom tempo nas partes da Grã-Bretanha onde a  unintelligentsia revolucionária não vai.

Tais pessoas raramente - se alguma vez - visitam o seu país. Eles orbitam nas partes mais chiques de Londres e nos destinos de férias. Eles conhecem muito bem os Apeninos da Itália mas nada sabem dos Pennines do seu próprio país. Mas ao contrário de mim, a maior parte da geração dos anos 60 ainda mantém os mesmos pontos  de vista que eu tinha e - com a recente e honrada excepção de David Goodhart, o jornalista esquerdista transformado em chefe dum grupo de reflexão e que reconhece que ele estava errado - eles não irão mudar.

A pior parte disto tudo é a profunda hipocrisia. Mesmo nos meus dias de Trotskista eu já havia reparado que muitos dos imigrantes Asiáticos não eram, de facto, nossos aliados. Eles eram profundamente e de inabalavelmente religiosos. Eles eram socialmente conservadores. As suas atitudes em relação às raparigas e às mulheres eram, em muitos casos, quase medievais.

Muitos deles eram horríveis para com os Judeus e de uma forma que nós haveríamos de condenar de forma feroz se outra pessoa tivesse expressado essa opinião, mas que no caso deles nós conseguíamos perdoar e esquecer. Nós vimos recentemente um caso deste tipo no perturbador  embaraçoso episódio das palavras repentinas de lorde Ahmed relativas a uma fantasmagórica conspiração Judaica.

Mas lembro-me de ver, há cerca de 10 anos, numa loja muçulmana que se encontrava nas ruelas de Burnley, uma edição moderna das revoltantes palavras anti-Judaicas de Henry Ford "The International Jew", há muito renegadas pelo próprio Ford. É impensável que uma loja mainstream de qualquer parte da High Street pudesse vender este conteúdo tóxico.

Muitas pessoas recém-chegadas, embora nós como revolucionários as recebêssemos de braços abertos, sabiam ou preocupavam-se pouco ou nada pelas grandes causas liberais [esquerdistas] que todos nós defendíamos. Ou então essas pessoas eram hostis a essas causas. Muitas pessoas da esquerda irão mentir em relação a isto. George Galloway, o MP mais esquerdista do Parlamento, deve o seu lugar nesse mesmo Parlamento aos muçulmanos conservadores. Mas ele votou em favor do "casamento" homossexual. Seria interessante estar presente num reunião onde Galloway discute estas coisas com os seus constituintes.

Obviamente que todos os partidos políticos fazem compromissos mas há uma diferença enorme entre deixar de lado as diferenças e ignorar por completo o profundo choque de princípios. Este tipo de cinismo tem estado no centro de todo o acordo. Os imigrantes foram usados por aqueles que queriam transformar o país; eles tomaram as partes deles que gostam. e usaram-nas. Enquanto isso, ignoraram as partes que não gostavam.

O senhor Galloway gosta da oposição muçulmana à guerra no Iraque e o seu desdém pelo novo Partido Trabalhista (e boa sorte para ele), mas ele não gosta da sua posição em relação à moralidade sexual. O mesmo se aplica a muitos outros.

Uma das características mais marcantes da maioria dos imigrantes provenientes das Caraíbas é a sua forte e desenvergonhada fé Cristã, e o seu amor pela educação disciplinada. No entanto, a chegada de tais pessoas em Londres nunca foi usada como motivo para dizer que a nossa sociedade deveria ser mais Cristã, ou que as escolas deveriam ser melhor organizadas. Por essa altura, os esquerdistas revolucionários tinham a esperança de dizer adeus à Igreja, e estavam ocupados em expulsar a disciplina para fora das escolas. Portanto nunca ninguém disse "Vamos adaptar a nossa sociedade às exigências nos recém-chegados".

Eles tinham o tipo de exigências errado. Em vez disso, as autoridades fizeram um caso do comportamento duma minoria desses imigrantes, muitas vezes actividades atacadas pelos seus companheiros Afro-Caribenhos - homens que tomavam e vendiam drogas ilegais e que não foram preparados para respeitar a lei Britânica. Se o policiamento dessas pessoas poderia ser classificado de "racismo", então todas as leis relativas ao combate às drogas poderiam ser enfraquecidas, e a polícia passaria a estar sob o controle esquerdista.

É por isso que o assim-chamado "Motim de Brixton" em Abril de 1981 foi usado como alavanca para enfraquecer a polícia e minar as leis de combate as drogas, em vez de ser um motivo para restaurar a lei própria e a paz nessas partes de Londres.

Algo muito semelhante aconteceu com o Macpherson Report relativo ao assassinado de Stephen Lawrence. Poucas pessoas repararam que o relatório não só apelou para que as pessoas de outros grupos étnicos fossem policiadas em maneira distinta, como criticou o policiamento que não levava em conta a cor dos criminosos. Isto foi feito no interesse de quem? E não foi esta atitude, que diferentes tipos de comportamento se poderiam esperar por parte de grupos étnicos distintos, um preconceito racial?

Mas o que é que isso interessava, se isso estava de acordo com a agenda revolucionária de purgar a polícia dos tipos antiquados e conservadores? Estas mesmas forças destruíram Ray Honeyford, um director escolar que - muito antes de estar na moda - tentou enfrentar o politicamente correcto que existia dentro das escolas. Ele foi expulso do seu emprego e, obviamente, classificado de "racista".

Mas se os seus avisos tivessem sido ouvidos e aplicados, isso seria muito mais no interesse da integração e da igualdade genuína em Bradford. Da forma como as coisas estão, e qualquer visitante pode ver isso, os cidadãos muçulmanos e os não-muçulmanos de Bradford vivem em separados uns dos outros, raramente entrando em contacto uns com os outros. A maior parte da comunidade islâmica está totalmente fora se sintonia com o resto da sociedade Britânica.

Mais uma vez, os esquerdistas revolucionários haviam feito uma aliança cínica como forma de destruir a oposição conservadora. O seu maior aliado sempre foi o político Tory Enoch Powell que, num discurso estúpido e cínico em 1968, cheio de linguagem alarmista e polvilhado com expressões depreciativas e rumores inflamadores, definiu o debate em torno da imigração pelos 40 anos que se seguiram.

Graças a ele, e à sua incontestável tentativa de mobilizar uma hostilidade racial, os esquerdistas revolucionários viram o seu trabalho facilitado no processo de acusar o adversário de ser um Powellita.

Absurdamente, mesmo quando as fronteiras Britânicas estavam a ser demolidas pelo Governo de Blair e centenas de milhares de Europeus Brancos vieram trabalhar para aqui, ainda era possível acusar quem levantasse oposição de "racista". Não poderia ser mais óbvio que o problema não era a raça. O que fazia estes novos residentes diferentes dos locais era a cultura - língua, costumes, atitudes, e sentido de humor.

Em vez deles se adaptarem ao nosso modo de vida, nós é que nos estávamos a adaptar ao deles. Isto não era integração, mas sim uma revolução. Mas ninguém - especialmente os seus representantes eleitos - os queria ouvir visto que era assumido que eles eram Powellitas intolerantes, motivados por algum tipo de ódio irracional. Hoje acredito que o ódio irracional vem quase por completo da Esquerda liberal.

Obviamente que ainda há pessoas que têm preconceitos raciais estúpidos, mas a maior parte das pessoas preocupadas com a imigração são inocentes de tais sentimentos. A intolerância gritante e ofensiva chega-nos da elite mimada que se sente envergonhada do seu próprio país, desprezam o patriotismo que os outros têm e não têm nenhum neles mesmos.

Eles anseiam por uma horrível Utopia sem fronteiras onde o amor ao próprio país desapareceu, as amas são baratas e os ordenados das outras pessoas são baixos. Que pena que não pareça haver uma forma de expor estas pessoas e removê-las dos seus lugares de poder e influência. Porque se é para haver algum tipo de harmonia nestas ilhas, então ela só pode vir através dum grande esforço que nos une a todos, mais uma vez, num amor partilhado pelo país - o mais bonito e abençoado lote de terra do planeta.

- http://goo.gl/XL2WrH.

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O discurso de Enoch Powell:





sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quando o feminismo colide com a raça

Por Michael McGregor

Mais um dia que passou, mais um vídeo esquerdista que se tornou viral. Desta vez temos um episódio horrível duma jovem mulher a ser assediada na rua por uma série de homens. Filmado durante uma caminhada de 10 horas em várias partes de Nova York, o pequeno vídeo gerou a raiva previsível perante a opressão que as mulheres sofrem quando recebem pirosos e são elogiadas enquanto andam pela cidade.

Naturalmente, este clip de vídeo é o aríete de ataque perfeito com o qual se investir contra os homens - especialmente os homens Brancos - pela sua misoginia e pelo seu comportamento quase-de-violação. Dêem sinal de entrada às comparações com o #GamerGate bem como com outros episódios de homens a atacar as mulheres.

Mas há um gigantesco elefante na sala que está a receber pouca atenção: todos os homens a assediar esta mulher são Negros e Hispânicos. Em vez de ser um problema do "homem", isto parece ser mais um problema dos não-Brancos.....e é precisamente isso que isto é.

O problema do "assédio nas estradas" surgiu recentemente largamente devido à ascenção do número de Brancos com educação universitária nos infernais centros urbanos. Ao mesmo tempo que mais Brancos e Asiáticos se estão a mudar para dentro, nem todos os não-Brancos se estão a mudar para fora. Logo, nós temos agora mais mulheres que passaram quatro anos a aprender a teoria do género a dar de caras com minorias viris que não se importam nada com a etiqueta urbana dos elfos. Agora, sim, temos um problema de assédio nas ruas.

Levando em conta que estamos a lidar com elfos urbanos, o ângulo racial nunca será discutido. Em vez disso, a raiva será canalizada ao monolítico "patriarcado". Se por acaso estes assediadores chegam a ser retratados, há uma tentativa desesperada de mostrar que eles são de "todas as origens", ou que são camaradas elfos urbanos.

O segmento do The Daily Show sobre este fenómeno fez isso mesmo, e retratou todos os homens imagináveis a levar a cabo este tipo de comportamento. (Houve até uma mulher Negra como forma de mostrar como "os corpos negros" são objectificados.) O vídeo do BuzzFeedinverteu” os papéis do assédio e exibiu exclusivamente homens Brancos e Asiáticos com baixa Testosterona, implicando que estes são os responsáveis por esta grave injustiça.

O motivo que levou a que só fossem colocados homens Brancos é simples: eles são os únicos que irão prestar atenção a estas asneiras e a sua subjugação é o propósito do feminismo. É por isso que a cultura de violação e o #GamerGate dominam o discurso feminista mais do que o assédio de rua. É muito mais fácil conjurar vilões quando se está a lidar com video-jogadores nerds e rapazes de fraternidades universitárias. É muito mais difícil quando os perpetradores são as amorosas vítimas da opressão Branca.

A campanha intencional que tenta pintar este caso como um que se estende a todas as raças e a todas as classes (quando isso é falso) faz, então, perfeito sentido. Se não fosse assim, ficaríamos com um tópico que seria uma propaganda excelente para aqueles racistas arrepiantes. É neste ponto que o feminismo entra em rota de colisão com a verdade racial. Se o feminismo tem, de modo contínuo, promovido a noção de que os homens Brancos são aqueles que têm que ser temidos, um vídeo a demonstrar que não é bem isso que acontece pode causar alguma consternação,para dizer o mínimo.

Hanna Rosin está mais à frente ao notar na subversiva mensagem racial do video do assédio, ao mesmo tempo que passa o artigo inteiro a alegar que não é verdade que os não-Brancos são, em larga maioria, os perpetradores. A sua evidência? O segmento do The Daily Show. A sério, isso é tudo o que ela tem. A aspirante a actriz que estrelou no vídeo também usou a argumentação dos "homens de todas as origens" quando o seu vídeo refuta isso.

Embora actualmente seja alegado que durante as filmagens havia homens Brancos a assediar, essas passagens foram editadas e removidas porque elas não eram suficientemente escandalosas ou então o barulho de sirenes misteriosas bloquearam o seu assédio. Que choque. Não ficarei nada surpreso se este vídeo for re-editado de modo a incluir correctores de Wall Street loiros a lançar expressões como "Monta-te no meu *****, sua ****!"

Adicionalmente, há também a questão de como parar esta suposta ameaça. O grupo por trás da campanha, Hollaback!, quer que o Estado cavalgue em direcção a elas e prenda estes homens. Isto é bem irónico porque os mesmos esquerdistas que querem colocar um fim ao pare-e-reviste exigem agora que a polícia prenda os homens Negros por gritarem comentários injustificáveis.

Esta ideia rapidamente sairia pela culatra e haveria de gerar outro movimento - desta vez, por parte dos Negros e não das mulheres  privilegiadas. É também muito pouco provável que ela seja colocada em acção, mas isto demonstra que, mais uma vez, a mulher independente tem sempre que recorrer à opção “homens armados” sempre que está numa situação complicada.

Escusado será dizer isto, mas o assédio das ruas é um dilema enorme para as feministas. Embora os seus temas preferidos sejam abstractos (tais como a cultura de violação) e afectem poucas mulheres - se alguma - o assédio de rua tem impacto junto dum enorme grupo de mulheres. Tenho muito poucas dúvidas que deve ser aterrorizador ver grupos de Negros a abordá-las diariamente e ameaçá-las com uma violação. Entendo isto perfeitamente devido ao facto disto não ser um assunto feminista, mas sim um assunto racial.

Embora a sociedade nos diga para nos mudarmos para a cidade-grande mal terminemos a universidade, e que todos os problemas na América têm origem junto dos Brancos, e que não há nada a temer em relação aos não-Brancos, o assédio das ruas diz outra coisa totalmente diferente. Isto é a consequência de se viver numa sociedade multicultural onde não existe liberdade para se dizer a verdade racial. Consequentemente, seguimos com as explicações feministas embora dentro de nós estejamos bem cientes que elas são falsas.

E é por isso que isto continuará a ser um problema para a mulher Branca. Prevejo que a crítica de Rosin seja apenas o princípio da reacção contra este sucesso viral, e o mesmo será rapidamente denunciado pela sua não-intencional mensagem racial. Eles irão criar rapidamente uma versão totalmente Branca ou encontrar um bode expiatório Branco como forma de manter viva o argumento de "homens de todas as origens". Eles irão obscurecer a verdade e continuar a atacar o patriarcado e não os verdadeiros culpados da agressão: os não-Brancos e as normas culturais [raciais] distintas.

Você, leitor, como homem Branco, pode começar a pensar o que é que nós, como homens Brancos, podemos fazer para parar isto. Absolutamente Nada.

Estes elfos urbanos fizeram a sua cama, e agora é tempo delas dormirem nela. A maior parte delas viveu toda a sua vida em enclaves protegidos e nem por uma vez teve que interagir com um verdadeiro não-Branco. Sim, eles tiveram um simbólico amigo Negro, e tiveram a chance de conhecer Mexicanos inteligentes que conseguiram entrar na sua escola prestigiosa devido à acção afirmativa. Mas embora elas possam gostar da diversidade, elas nunca experimentaram a diversidade.

Sou um firme crente no oposto da teoria do contacto. Entrar em contacto com grupos distintos, particularmente Negros assobiadores, é mais provável que cause a que os Brancos se tornem racialmente mais conscientes do que se isolarem em subúrbios totalmente Brancos-como-o-lírio.

Talvez o assédio de rua esteja a abrir alguns poucos olhos na América para o verdadeiro problema racial. Talvez esteja a fazer com que mais mulheres Brancas fiquem junto do seu povo do que junto de outros grupos. Talvez esteja a causar a que elas façam perguntas que não é suposto elas fazerem.

O que quer que esteja a acontecer, uma coisa é certa: a prevalência do assédio de rua prende-se com a diversidade urbana. Se os elfos urbanos querem celebrar a diversidade, então deixem-nos celebrá-la de forma próxima e pessoal.

- http://goo.gl/Swg2XW

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Na Europa o problema de "assédio" nas ruas é, também, um problema racial e/ou cultural - como se pode ver no vídeo que se segue - mas os esquerdistas não querem seguir essa linha de pensamento sem que, com isso, destruam a frágil "aliança" esquerdista.




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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Dick Lamm e os 8 passos para destruir uma nação

Já conhecíamos Dick Lamm como antigo Governador do Colorado (Democrata) e nesse contexto, as suas palavras são particularmente pungentes. Há pouco tempo atrás ocorreu uma conferência em Washignton, DC, focada na sobre-população causada pela imigração.

O local da conferência estava preenchido pelas melhores e mais brilhantes mentes Americanas. Um brilhante professor universitário com o nome de Victor Davis Hansen falou do seu mais recente livro, "Mexifornia," explicando a forma como a imigração - tanto legal como ilegal - estava a destruir todo o Estado da Califórnia, e como ela (a imigração) iria marchar sobre todo o país e só parar quando tivesse destruído por completo o Sonho Americano.

Momentos mais tarde, Richard D. Lamm, antigo Governador do Colorado, levantou-se e fez um discurso assombroso sobre como destruir a América. A audiência ouviu  enfeitiçada à medida que ele descrevia 8 passos através dos quais isto poderia ser conseguido. Ele disse:

Se por acaso tu acreditas que os EUA são demasiado ricos, demasiado auto-suficientes, demasiado arrogantes, então vamos destruir a América. Não é difícil de fazer. Historicamente. nenhuma nação sobreviveu os estragos do tempo. Arnold Toynbee ressalvou que todas as grandes civilizações ascendem e caem e que "Uma autópsia da História iria mostrar que todas as grandes nações cometem suicídio".  E esta é a forma de levar isso a cabo.

Primeiro, para destruir a América, transformem o país num país bilíngue ou multilingue ou bicultural.

A História já demonstrou que nenhuma nação consegue sobreviver à tensão, ao conflicto ou ao antagonismo de duas ou mais línguas e culturas em competição. Para o indivíduo, é uma bênção ser bilíngue, mas para a sociedade, isso é uma maldição. O historicamente letrado Symour Lipset colocou as coisas desta forma:

As histórias de sociedades bilingues e biculturais que não se assimilam são histórias de tumulto, tensão e tragédia. O Canadá, a Bélgica, a Malásia e o Líbano enfrentam crises de resistência nacional onde minorias fazem pressão para obter mais autonomia, ou a independência. O Paquistão e o Chipre foram divididos. A Nigéria suprimiu uma rebelião étnica. A França enfrenta dificuldades com os Bascos, os Bretões e os Corsos.

Lemm continou dizendo: Segundo, para destruir a América,

Inventem o 'multiculturalismo' e encoragem os imigrantes a manter a sua cultura. Transformem a crença de que todas as culturas são iguais num artigo de fé - que não existem distinções culturais. Façam um artigo de fé a crença de que as taxas de abandono escolar dos Hispânicos e dos Negros deve-se exclusivamente ao preconceito da maioria. Qualquer outra explicação tem que ser rejeitada.

Terceiro:

Poderíamos tornar os Estados Unidos num "Quebeque Hispânico" sem muito esforço. A chave de tudo é celebrar a diversidade e não a unidade. Tal como Benjamin Schwarz disse recentemente no Atlantic Monthly: 'O aparente sucesso da nossa experiência multiétnica e multicultural pode ter sido atingido não através da tolerância mas sim da hegemonia. Sem o domínio que no passado determinava o etnocentrismo e o que significava ser Americano, só nos resta a tolerância e o pluralismo para nos unir."

Lamm disse ainda:

Eu haveria de encorajar todos os imigrantes a manter a sua língua e a sua cultura. Eu haveria de substituir a metáfora melting pot pela metáfora da saladeira. É importante garantir que temos várias subgrupos culturais a viver nos EUA a reforçar as suas distinções em não as suas semelhanças como os Americanos.

Quarto, eu iria fazer do nosso grupo demográfico em maior crescimento o grupo com menos formação. Eu iria acrescentar uma segunda subclasse, não-assimilada, sem-formação e antagónica à nossa população. Eu iria fazer com que esta subclasse tivesse uma taxa de abandono escolar na ordem dos 50%.

O meu quinto ponto para destruir a América seria fazer com que as grandes fundações e o grande capital disponibilizassem imenso dinheiro a estes esforços. Eu iria investir na identidade étnica, e iria estabelecer o culto da "Vitimologia". Eu iria fazer com que as minorias pensassem que a sua falta de sucesso é culpa da maioria. Iria dar início a uma industria dos queixosos, culpando os falhanços da minoria na maioria da população.

O meu sexto ponto para a destruição do América seria incluir dupla-nacionalidade, e promover lealdades divididas; eu iria celebrar a diversidade e não a unidade. Eu iria colocar um ênfase acrescido nas diferenças e não nas semelhanças. Um pouco por todo o mundo, as pessoas estão mais activamente envolvidas no ódio mútuo, quando não se estão a matar uns aos outros. Uma sociedade diversa, pacífica e estável é algo contra a maior parte dos precedentes históricos.

As pessoas subvalorizam a unidade que é necessária para manter uma nação unida. Olhem para os antigos Gregos. Os Gregos acreditavam que pertenciam à mesma raça; eles tinham a mesma língua, a mesma literatura e adoravam os mesmos deuses. Toda a Grécia participava nos jogos Olímpicos. Um inimigo comum, a Pérsia, ameaçou a sua liberdade, no entanto estes laços não foram suficientes para superar dois factores: o patriotismo local e as condições geográficas que fomentavam as divisões políticas. A Grécia caiu.

"E. Pluribus Unum", de muitos, um. Nessa realidade histórica, se colocarmos um ênfase no "Pluribus" e não no "Unum", iremos balcanizar a América tal como aconteceu no Kosovo.

Seguidamente, eu iria fazer com que todos os tópicos estivessem para além do aceitável; faria com que falar contra a seita da "diversidade" fosse um tabu. Iria arranjar uma palavra semelhante ao significado que a palavra "herético" tinha no século 16 de modo a acabar com a discussão e paralizar o pensamento. Palavras tais como "racista" ou "xenófobo" acabam com a discussão e com o debate.

Havendo feito da América um país bilíngue/bicultural, havento estabelecido o multiculturalismo, tendo grandes fundações a financiar a doutrina da "vitimologia". seguidamente eu iria tornar impossível a tarefa de fazer cumprir as leis da imigração. Iria criar um mantra: Visto que a imigração foi boa para a América no passado, então a imigração deve ser sempre boa. Iria gerar um simetria em cada imigrante individual e ignorar o impacto acumulado de milhões deles.

No último minuto do seu discurso, o Governador Lamm limpou o suor da sua testa. Seguiu-se um profundo silêncio. Finalmente, ele disse:

Por fim, eu haveria de censurar o livro de Victor Hanson Davis, "Mexifornia". O seu livro é perigoso porque ele revela o plano para se destruir a América. Se por acaso vocês pensam que a América merece ser destruída, não leiam este livro.

Não houve aplausos. Um medo congelante subiu suavemente, tal como uma nuvem, e pairou por cima de todos os que se encontravam na conferência. Todos os Americanos que se encontravam naquela sala sabiam que tudo o que Lamm havia enumerado estava a proceder de forma metódica, silenciosa, sombria, mas no entanto difusa por todos os Estados Unidos de hoje.

A discussão tem sido suprimida. Mais de 100 línguas estão a rasgar os fundamentos no nosso sistema de ensino e da nossa coesão nacional. Todas as culturas bárbaras que practicam mutilação genital feminina estão em crescimento à medida que celebramos a "diversidade". Os empregos Americanos estão a fugir para o Terceiro Mundo à medida que as grandes empresas criam um Terceiro Mundo nos EUA.

Reparem no que está a acontecer na Califórnia e em outros estados: milhões de imigrantes em crescimento. Isto é remanescente do livro de George "1984." Nessa história, três slogans estão gravados no edifício do Ministério da Verdade: "Guerra é paz," "Liberdade é escravatura," e "Ignorância é força."

O Governador Lamm caminhou de volta para o seu assento. Todas as pessoas de conferência aperceberam-se que a nossa nação e o futuro desta grande democracia estão em perigo, e a piorar rapidamente. Se nós não pararmos este monstro da imigração no espaço de 3 anos, ele irá varrer a Califórnia como um fogo florestal e destruir tudo o que lhe atravessar no caminho - especialmente o Sonho Americano. (...)









sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O plano Coudenhove-Kalergi e o genocídio dos Europeus

Por identità.com

A imigração em massa é um fenómeno cujas causas a elite ainda está inteligentemente a esconder ao público ao mesmo tempo que a propaganda multicultural tenta retratá-la como inevitável. Com este artigo tencionamos provar duma vez por todas que a imigração em massa não é um fenómeno espontâneo -  aquilo que a elite tenta apresentar como uma consequência inevitável da vida moderna - mas sim um plano concebido em torno duma mesa, preparado há décadas atrás, colocado em práctica com o propósito de destruir a face do continente Europeu.

A Pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de "integração Europeia" foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.

Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes - longe do olhar público -, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do "projecto para a integração Europeia".

Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.

Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento "Pan-Europeu" foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o  New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.

A essência do plano Kalergi

No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos futuros "Estados Unidos da Europa"  não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.

Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.

Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.

O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.

Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa].

Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.

O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de  “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.

Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Resumidamente, as políticas do plano Kalergi foram, e ainda são, a base para as políticas governamentais oficiais feitas com o propósito do genocídio dos Povos da Europa através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, antigo director da Organização Mundial de Saúde, prova que ele aprendeu bem a lição de Kalergi quando diz:

O que os povos por todo o lado têm que fazer é limitar as suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre as raças); isto tem como propósito a criação duma raça única no mundo controlada por uma única autoridade central.

Conclusões:

Se nós olharmos em nosso redor, o plano Kalergi parece estar totalmente realizado: enfrentamos uma fusão da Europa com o Terceiro Mundo e o casamento inter-racial produz anualmente jovens de raça mista - "As crianças de Kalergi". Sob a pressão dupla da má-informação e da estupefacção humanitária, promovida pelos média, os Europeus estão a ser ensinados a renunciar as suas origens e a sua identidade nacional.

Os servos da globalização estão a tentar-nos convencer de que negar a nossa identidade é um acto progressivo e humanitário, e que o "racismo" está errado, porque querem que sejamos consumidores cegos. Hoje mais do que nunca, é necessário contrariar as mentiras do Sistema e acordar o espírito revolucionário dos Europeus. Todos nós temos que olhar para a verdade, e ela é que a Integração Europeia significa genocídio. Não temos outra opção e a alternativa é o genocídio nacional.



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Feminismo Sueco ensombrado pela ascensão nacionalista


No seguimento das eleições Suecas de Domingo passado, as expectativas do grupo Feminist Initiative, o partido político explicitamente feminista mais forte do mundo, eram elevadas, mas quando os resultados desalentadores ficaram a ser conhecidos, muitas faces ficaram marcadas com lágrimas e os apoiantes tiveram que arranjar um lugar para sentar (provavelmente para evitarem uma lesão se por acaso viessem a desmaiar).
As eleições Suecas de Domingo passado ofereceram extremos emocionais suficientes capazes até de causar o detective distante e sem resposta do The Bridge, Saga Norén, a buscar uma cama para se deitar. Houve lágrimas quando as celebrações do partido Feminist Initiative (FI) causadas pela sondagem feita à saída dos locais de votação - que indicavam que o partido iria atravessar a marca dos 4%, necessário para dar ao partido, e pela primeira vez, um lugar no parlamento - se revelaram demasiado optimistas. A contagem final viu a fatia do partido FI fixar-se nos 3,1%, apesar do apoio de Pharrell Williams e de Benny Andersson (Abba), e isso não foi suficiente para assegurar um dos 349 lugares possíveis.
Do outro lado do espectro político, os Democraras Suecos - partido nacionalista que defende a causa dos Suecos indígenas - obtiveram ganhos consideráveis, aumentando a sua fatia dos eleitores para além dos 100% para 13% do total, tornando-se consequentemente no terceiro maior partido, muito graças ao apoio da juventude Sueca.
A Suécia socialmente liberal juntou-se a outros países Europeus ao passar a ter um partido de extrema-direita [sic] considerável, um que se opõe às generosas políticas de refugiados. “Hoje, a Suécia está chocada,” disse Haakan Bengtsson, director do grupo de reflexão Sueco Arena, depois do importante avanço dos Democratas Suecos (SD), que fizeram campanha em favor da redução radical da imigração. 
Num país que se orgulha da sua longa tradição [?] de receber os refugiados, nas eleições gerais de Domingo passado o partido perturbou o consenso e duplicou o seu apoio para quase 13%, passando a ser o terceiro maior partido do país após um só mandato no parlamento.
Isto confirma a minha tese de que, num futuro próximo, as políticas étnicas irão superar as políticas sexuais; isto dá-nos uma ideia clara do destino do feminismo Americano na nossa emergente sociedade pluralista. Inevitavelmente, o feminismo irá murchar na vinha à medida que os mais fortes laços nacionais e laços de clã começam a dominar a política.

Não há forma do feminismo alguma vez vir a formar uma bem sucedida coligação multicultural visto que o feminismo sempre foi um movimento da mulheres brancas a usar a sua influência como forma de extrair concessões dos seus próprios homens [homens brancos].

Não acreditam? Reparem na foto que se segue tirada durante uma festa do partido Feminist Initiative.


Viram algum Somali? Sírios? Paquistaneses? Não se vê um único chador

Como termo de comparação, eis aqui uma foto do Partido Social Democrata Sueco (partido esquerdista multicultural) durante uma demonstração.


* * * * * * *

O feminismo tem os dias contados, mas a julgar pelo que se vê entre as mulheres brancas ocidentais da classe média-alta (ou seja, 99,99% da elite feminista), nós ainda estamos nos anos 60, e o feminismo é a coisa mais fabulosa alguma vez inventada (logo a seguir à roda).

Como diz Price, o feminismo não irá sobreviver na própria cama e na própria cultura que ajudou a criar porque o feminismo, sendo uma ideologia criada para o benefício da mulher esquerdista, branca, e da classe média-alta, nunca iria sobreviver numa sociedade multicultural.

Invariavelmente, o feminismo será colocado de lado, e o antigos papéis sexuais serão restaurados à medida que os nativos Europeus começam a combater duma forma frontal a elite globalista e os "enriquecedores culturais".



sábado, 28 de junho de 2014

O ataque aos Húngaros

O Primeiro Ministro Húngaro Viktor Orbán foi atacado pelos média esquerdistas Alemães, que descreveram como um "escândalo" o facto dele ter sido recentemente honrado com o discurso de abertura no fórum "WDR Europa" em Berlim. O motivo pelos ataques prende-se com o facto de, no seu discurso, Orbán ter-se oposto à política suicida de imigração em massa para a Europa, e também pelos seus comentários prévios onde era dito que a sua nação iria introduzir políticas fiscais que iriam encorajar os jovens Húngaros, normais e heterossexuais, a ter mais filhos.

Segundo o artigo escrito por Barbara Rosenkranz (Partido Austríaco da Liberdade - Freiheitliche Partei Österreichs, FPÖ) no órgão de informação Austríaco com o nome de Unzernsuriet, Orbán disse no seu discurso que..

 ....a imigração em massa não é uma forma ajustada de resolver os problemas demográficos da Europa. A História já mostrou que uma civilização que não pode ser biologicamente mantida, desaparece. 

Devido a isto, o governo Húngaro tomou medidas para encorajar as famílias heterossexuais normais a ter filhos.

Criamos um novo sistema tributário que apoia as famílias.

O líder do partido Fidesz disse também que já esperava "resistência enorme" contra a sua política pró-família, anti-imigração junto da "classe política" da Europa. Há 3 anos atrás, num discurso feito no "Konrad Adenauer Foundation" na Alemanha, Orbán delineou desta forma a sua política familiar:

Quero deixar isto bem claro: o problema demográfico da Europa prende-se com o facto da sociedade estar a envelhecer, e estarem a nascer cada vez menos crianças. Consequentemente, inicialmente não seremos capazes de manter os nossos resultados económicos actuais. Depois, não seremos mais capazes de pagar impostos suficientes. Finalmente, não seremos mais biologicamente capazes de sustentar a nossa comunidade. Este é o problema que está, portanto, à nossa frente e que nós já sabiamos há muito tempo. Visto que a imigração não é solução e o governo Húngaro é contra a política da imigração em massa, nós propomos uma política familiar que irá permitir aos jovens superar os obstáculos de ter famílias grandes, de modo a que as gerações mais jovens sejam capazes de sustentar a comunidade.

A senhora Rosenkranz, que tem 10 filhos, prosseguiu descrevendo os comentários de Orbán de "plausíveis e razoáveis":

No entanto, ou devido a isso, os nossos vizinhos [Húngaros] são quase catalogados de 'estado pária' dentro da União Europeia(UE). Isto significa que quem quer que se coloque de modo firme do lado do futuro do seu país, pode, agora, esperar fazer inimigos dentro da UE.

A senhora Rosenkranz disse também que a política familiar do governo Austríaco está cheia de perigos:
A família tradicional não tem muita procura. Outros estilos de vida são publicidatos como "exemplares". Basta olhar para a imprensa e para a televisão para se ver o quanto que a imagem da família é vítima de caricaturas.

As palavras de Rosenkranz são uma óbvia referência ao homossexual travesti "Conchita Wurst", que é actualmente muito popular junto dos média sob controle.
Rosenkranz conclui dizendo:

Uma comparação entre as palavras de Orbán com o debate actual a decorrer na Áustria torna bastante claro que por aqui não está a ser promovida uma política familiar sustentável.


* * * * * * *

Dentro da União Europeia, medidas que visem manter a estrutura religiosa e étnica dos Europeus não é bem vinda visto que isso joga contra o poder dos poderosos banqueiros internacionais (que preferem uma Europa sem identidade étnica e sem identidade religiosa).



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