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sábado, 26 de dezembro de 2015

As mulheres estão a superar os homens mas não onde realmente conta

Por Martin van Creveld

Levando em conta as notas, primeiro nas escolas e depois nas universidades, as mulheres estão a superar os homens. Para alguns, este facto, que supostamente chega depois de milénios de subjugação e opressão, é uma bênção. Mas outros há que olham para este facto como um sinal de perigo que aponta para a feminização da sociedade que, sob o risco de perder a competitividade com outras nações mais viris, é algo que tem que ser evitado a todo o custo.

Mas é isto verdade?

Cinquenta e dois anos depois de Betty Friedan ter levantado o estandarte da revolta, só 5% dos chefes de estado são mulheres; segundo a lista da Forbes relativa aos 10 executivos empresariais mais bem pagos dos Estados Unidos, nenhum deles é uma mulher. Olhando mais abaixo na lista, a situação não é muito diferente. A diferença de rendimento é tão grande hoje como o era no tempo dos Romanos onde, levando tudo em conta, as escravas valiam cerca de 2/3 dos que valiam os escravos.

Factos semelhantes poderiam ser citados indefinidamente, e eles mostram que, hoje, e como sempre foi o caso, quanto mais nós subimos na hierarquia, menos mulheres encontramos. Se levarmos a cabo alguns cálculos, e assumido que a tendência actual se mantém, só no espaço de 150 anos é que a diferença de rendimento terá o seu fim. Isto, claro, se isso algum dia vier a acontecer, algo que eu duvido muito.

Como é que podemos explicar estes factos? A interpretação padronizada, avançada por inúmeros feministas um pouco por todo o mundo, é discriminação. Esta ideia tem a vantagem de conferir às mulheres a oportunidade de se sentarem num ponto moralmente mais elevado. Para além disso, esta explicação permite também que as mulheres perturbem e cheguem até a intimidar os homens - dentro e fora dos tribunais; há poucas coisas mais difíceis de refutar, e poucas coisas mais susceptíveis de destruir a carreira profissional dum homem, que a acusação de ter discriminado uma funcionária.

A dificuldade com este argumento é que em todos os países desenvolvidos as mulheres são a maioria da população. A sua percentagem dentro do número de pessoas a trabalhar está também muito próxima da percentagem masculina. A forma como, dentro duma democracia, a maioria pode discriminar uma minoria é fácil de explicar; partes da Constituição Americana foram feitas precisamente para impedir isso. Este facto faz com que a explicação seja pouco provável. A menos que - como vamos ver de seguida, vamos ver que há motivos para pensar assim - sejam as próprias mulheres a discriminarem-se a elas mesmas.

Seguem algumas possíveis explicações:

1. As notas não significam assim tanto como as pessoas pensam.

Se sim. porque é que há mais de um século as mulheres têm tido melhores notas que os homens? Pode-se alegar que as qualidades necessárias para se ter sucesso na escola - principalmente a habilidade de ficar quieta e a habilidade de repetir o que o professor diz - são muito diferentes das qualidades necessárias para se triunfar na vida. Levemos em conta as carreiras de pessoas muito bem sucedidas tais como Bill Gates e Steven Jobs, duas pessoas que abandonaram a universidade antes de mudarem o mundo.

Ou ainda o caso de George Bush, Jr., um aluno medíocre que, é dito, só conseguiu terminar o curso em Harvard devido ao dinheiro do pai; e muitos outros exemplos poderiam ser citados, tanto do passado como do presente.

2. Nas escolas, tal como nas universidades, as mulheres tendem a escolher áreas que estão associadas a rendimentos mais baixos.

Estas são as áreas das humanísticas, áreas de ensino, trabalho social, e assim por adiante - áreas que são, ou pelo menos são vistas, como fáceis e "macias". Isto causa a que, e tal como dito por um estudioso, "as evidências à nossa disposição indiquem que as mulheres são menos conhecedoras que os homens em áreas da finança pessoal, e estes achados parecem ser verdade para uma variedade de populações."

As tentativas de se mudar esta situação, motivando as mulheres a seguir carreiras dentro da ciência e da tecnologia, remontam pelo menos até aos anos 30, quando Estaline tentou, sem sucesso, usar o seu punho de ferro em favor destas iniciativas.

3. Em média, e obviamente em relação aos homens, as mulheres são menos competitivas e menos motivadas a serem "bem sucedidas".

Um motivo possível para isto é o facto delas terem menos testosterona nos seus corpos; outro, que elas podem sempre escolher sair do mercado de trabalho encontrando um homem que pague a renda. O contrário não acontece. As estatísticas claramente mostram que casamentos onde a mulher ganha mais que o homem são muito mais susceptíveis de acabar do que aqueles onde isso não acontece. Citando as palavras dum conhecido meu, "por duas vezes me casei com uma mulher que ganhava mais do que eu - e por duas vezes elas divorciaram-se de mim"

4. Continuando com este argumento, Douglas Kinnaird, director-administrativo de consultoria de recrutamento da "MacDonald Kinnaird", alega que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas:

"Cinquenta e três porcento dos advogados licenciados são mulheres, e 52% dos contabilistas licenciados são mulheres. Em média, durante os últimos 25 anos, a resposta feminina que temos tido às propostas de emprego publicitadas é na ordem dos 3.7%; portanto, por cada 100 candidatos de empregos, só 3 são mulheres. Para mim, isto revela que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas."

[Ed: Seria interessante saber para que tipo de emprego as outras mulheres contabilistas e advogadas se estão a candidatar]

5. Sheryl Sandberg, Directora de Operação dentro da Facebook, e uma das poucas mulheres que se tornou bilionária por mérito próprio, explica que há três motivos que explicam o baixo número de mulheres em posições empresariais de topo.

O primeiro é o bom velho chauvinismo masculino. Os homens não queriam contratar mulheres, mas, e de modo fascinante, em alguns casos, as mulheres não queriam trabalhar para outras mulheres. Elas lá devem ter os seus motivos.

O segundo motivo era o de que, quando a proposta de emprego surgia internamente, as mulheres não se candidatavam; isto de certa forma ajusta-se bem com o ponto anterior.

O terceiro motivo era o de que a maior parte das pessoas avança nas empresas porque há um mentor que lhes prepara o caminho e lhes encoraja. No entanto. os homens de escalão mais elevado já não estão disponíveis para fazer isto junto das mulheres jovens devido às possíveis fofocas, ou pior. Vejam mais sobre isto no meu post com o título de “Here They Go Again,” do dia 28.5.2015.

6. Ainda existem, na nossa sociedade, muitos empregos que exigem força física, capacidade para lidar com o lixo, e disposição para enfrentar o perigo.

O número de mulheres que entram nestes empregos é virtualmente nulo; isto permite que homens com menos educação formal façam mais dinheiro, até mesmo mais dinheiro que mulheres com melhores qualificações profissionais.

7. A vontade de engravidar, dar à luz, e educar crianças, sob pena de se tornar um dos pontos mortos da natureza., ainda é muito forte.

É verdade que a idade em que as mulheres têm o primeiro filho está a subir, mas mesmo assim, 4 em cada 5 mulheres irá ter um ou mais filhos a dada altura das suas vidas, e irá investir tempo e energia a educá-los. Isto explica o porquê das mulheres, que durante a fase inicial das suas carreiras ganham o mesmo que os homens, tenderem a ficar para trás com o passar do tempo. Isto também explica o porquê das mulheres "mais bem sucedidas" serem mais susceptíveis de terem menos filhos.

8. Cada vez mais homens estão a abandonar uma sociedade que eles consideram estar em rota de auto-destruição, preferindo em vez disso observar as coisas de longe [termo em inglês é "going GALT"].

Eles não vão para a universidade, eles não buscam uma carreira, e recusam-se a casar. Tal como era o caso na maior parte da África pré-moderna, e com relativa frequência continua a ser o caso nos dias de hoje, eles formam uniões temporárias com as mulheres - com o nome de “hooking up” - antes de as abandonarem com os filhos que elas podem vir a ter (ao mesmo tempo que eles passam de uma mulher para a próxima).

O resultado disto, nas palavras da autora Ruth Sidel, é "as mulheres e as crianças ficam para o fim". Deixadas sem protecção masculina, essas mulheres são as mais pobres e as menos bem sucedidas de toda a população.

Resumindo: as mulheres podem estar a ter melhores resultados nas escolas, mas elas não estão a ter melhores resultados onde realmente interessa, isto é, na vida. É assim que as coisas estão, e assim que as coisas vão ficar por mais algum tempo.
~ http://bit.ly/1mDhJwQ



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como a lei do divórcio gerou uma nação de bastardos

Por Henry Dampier

A lei do divórcio actual colocou a autoridade legal nas mãos das esposas, retirando-a das mãos dos esposos. Em termos legais, todos os casais são casais liderados pelas esposas, especialmente se levarmos em conta a forma como os tribunais familiares normalmente operam.

As muitas mudanças nos Estados Unidos iniciadas durante a década 70 causaram inúmeros debates entre a esquerda e a direita mainstream; as causas da diminuição do regresso ao trabalho, o aumento do custo de vida, o aumento do caos social, e a incapacidade do Estado de cumprir com as suas obrigações de longo prazo, e muitos outros tópicos.

Dentro da política popular, ambos os lados políticos concordam que a liberdade para se levar a cabo um divórcio é um direito básico, e que dar poder às mulheres através do sistema legal é, ao mesmo tempo, algo moralmente correcto e algo necessário.

Isto contradiz o que era defendido de forma geral antes dessa altura, em todos os lugares excepto nos países Comunistas, e mesmo assim, só por alturas da Revolução Russa.

A classe média, e todas as classes com propriedades, não podem sobreviver muitos anos dentro deste regime legal familiar. O motivo por isto é que cada novo divórcio divide os bens que de outra forma iriam para as crianças; isto impede a apreciação desses bens, priva as crianças da sua herança legítima, e permite que uma classe inteira de intermediários vampíricos redistribua o capital dos homens para as mulheres.

As crianças que resultam destas uniões encontram-se frequentemente arruinadas, e a vida familiar torna-se num conjunto legalmente ordenado de dar-e-receber de crianças, duma debilitada metade da família para a outra metade da família, igualmente debilitada, desperdiçando recursos que de outra forma poderiam ser usados na construção da prosperidade comum.

A emancipação sexual é incompatível com a continuação do que é tradicionalmente entendido como a classe média. No princípio, os revolucionários assassinaram os aristocratas, que eram poucos em número, e era bastante fácil privá-los das suas propriedades e das suas vidas. O extermínio da burguesia tem-se provado como um projecto mais complicado visto que a Civilização Ocidental não parava de os gerar em número considerável, e a causar a que eles estivessem satisfeitos com eles mesmos.

Para destruir a classe média, era preciso destruir a sua cultura, a sua moralidade, a sua religião, e o seu relacionamento com as suas crianças. Para se atingir este objectivo, os revolucionários aliciaram os homens para longe das suas tarefas com promessas de sexo fácil com inúmeras parceiras. Às mulheres foi prometido poder, autonomia, dinheiro para os seus filhos ilegítimos, e liberdade. Este arranjo causou a que estejamos viver numa nação de bastardos.

Muitos milhões de homens competentes, saudáveis, e moralmente correctos foram destituídos pelas suas mulheres através dos tribunais familiares. Eles foram privados da sua propriedade; os seus filhos foram privados de pais e duma herança. A sociedade Americana foi privada das famílias fortes que eram a sua marca, graças à subversão consciente de revolucionários, psicólogos, advogados, escritores, e muitos políticos que tornaram isso possível.

A vida familiar Americana tornou-se perigosa; financeiramente, moralmente, e emocionalmente. Sem a orientação dos pais, o domínio de polícias brutais e das suas sombrias reflexões, e de criminosos organizados, avançam para dominar as ruas.

Existem muitas coisas que podem ser ditas sobre os sistemas políticos, mas esses argumentos centram-se no narcisismo de diferenças mínimas quando comparados ao sistema legal patriarcal e as alternativas bárbaras. Se a lei não atribui a autoridade permanente ao pai, então a lei tem que depender de "executores" tirânicos como forma e implementar a vontade do Estado em seu lugar.

O que é preciso para restaurar o estado de direito é o que sempre foi preciso para manter a lei: é reinstalar os pais como o meio principal através do qual a lei se faz sentir neste mundo de coisas reais, e não só no mundo das ideias. A alternativa é a tirania caprichosa tanto de cima como e baixo.

http://bit.ly/1GPQpon



quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A mágoa de Melanie Notkin: 42 anos, sozinha e sem filhos.

Por Melanie Notkin

Para uma mulher solteira, a mágoa de não ter filhos não é aceite. A mágoa atingiu-me aos trinta e poucos anos sem qualquer aviso.

Segundo tudo o que parecia, a minha vida era fantástica, ou muito próxima de o ser. Tinha um bom emprego em Nova York, bons amigos, e alguns encontros românticos. Mas também houve momentos, dias e noites de solidão, em que eu chorava. Eu soluçava. Eu deitava-me na cama durante horas e horas, com lágrimas a correrem sobre a minha almofada. Eu estava de luto mas nem sabia.

Havendo experimentado o mesmo sentimento há já alguns anos, hoje sei que a mágoa devia-se ao facto de não ter filhos; ou, dito de forma mais pungente, devia-se à perda do bebé que nunca tive nos meus braços. Por aquela altura da minha vida, eu esperava já estar casada e ser mãe de pelo menos duas crianças. Mas eu estava muito longe disso: ainda estava solteira.

Cruzar-me uma nova mãe (e o seu filho) enquanto passeava pela Broadway mexia com o meu útero. E só o facto de ver uma mulher inchada, grávida de ou 8 meses, fazia com que a minha pequena estatura se sentisse invisível e pequena. A tristeza que eu sentia durante a altura do meu período era mais profunda que hormonal. Eu estava a chorar a perda de mais uma chance de ter a vida familiar que sempre havia sonhado ter.

E eu sofria sozinha.

Sofrimento por não ter sido capaz de ter filhos é aceitável para casais que estão a atravessar por um momento de infertilidade biológica. Sofrimento por não ter filhos por se ser uma mulher solteira que se encontra na casa dos trinta ou quarenta não é aceite. Em vez disso, é assumido que nós não entendíamos que a nossa fertilidade tem um tempo de vida limitado e que nós fomos descuidadas com a possibilidade.

Somos chamadas de "mulheres carreiristas" como se tivéssemos acabado a faculdade, queimado os nossos sutiãs, e tivéssemos começado a nossa carreira profissional como forma de exibir algum tipo de músculo feminista. Ou, é assumido que não estávamos a "tentar o suficiente", ou fomos "demasiado esquisitas". A moda mais recente é assumir que nós não queremos filhos porque não congelamos os nosso ovos, porque não adoptamos, ou porque não tivemos um filho quando éramos mulheres solteiras.

Este tipo de mágoa, mágoa que não é aceite ou que é silenciosa, é referida como uma mágoa desprivilegiada. É o tipo de mágoa que nós sentimos não ter permissão para sentir porque a perda não é clara e nem é entendida. Nós não perdemos um irmão, um esposo ou um parente. Mas as perdas que os outros não entendem podem ser tão poderosas como as perdas que são socialmente aceites.

Deixem-me ser bem clara: quando já passamos os 35 anos, estamos de coração partido por causa do homem que esperávamos que fosse "o tal", já não temos um bom encontro romântico há um bom tempo, ou vemos as nossas amigas mais próximas grávidas com o segundo ou o terceiro filho, é duro. É desarmante. E por vezes, é insustentável.

Eu sempre gostei de estar perto de bebés; nunca me fartava dos meus sobrinhos e sobrinhas recém-nascidos. Não tendo filhos meus, sentia como se o mundo, e de forma bem brusca, estava a avançar e eu estava a ficar para trás.

Passar a ter 40 anos ajudou. A antecipação de passar a ter 37....38....39, e continuar solteira, estava a criar mais ansiedade que qualquer outra coisa na minha vida. Mal atingi os 40, apercebi-me que apesar dos meus sonhos (e apesar do meu profundo desejo biológico e emocional de ser mãe), eu ainda estava feliz pelas outras coisas da minha vida. Ser uma tia era (e muito provavelmente sempre será) a minha maior alegria. Dar início ao meu próprio negócio, tornar-me autora e realizar o meu potencial profissional tem sido extremamente recompensador.

Hoje tenho 42 anos, e avancei calmamente com a minha vida. Tornar-me mãe por esta altura seria uma surpresa bastante feliz. Claro, ainda tenho os meus momentos. A paz de espírito conquistada com tanto esforço pode ser interrompida por uma inesperada embalagem enviada por uma agência de Relações Públicas a enviar-me roupa de bebé para promoção. (....) Ou quando as pessoas assumem que eu nunca quis filhos porque não tenho nenhum. Ou quando ficam surpreendidos quando digo que quero.

Ou, pior ainda, quando presumem que estou mais feliz por não ter filhos ou mais afortunada por não ter que me "preocupar com filhos". Algumas pessoas chegam até a chamar-me de "sem-filhos" - termo cunhado por aqueles que escolheram não ter filhos e não têm o desejo de ter filhos - só porque eu "escolhi" esperar pelo amor.

Não só tenho que lidar com a minha infertilidade circunstancial, como tenho que defender o meu desejo de me casar com alguém por quem me encontro apaixonada antes de conceber. Tenho que defender o porquê de não ser mãe quando isso era o que eu mais queria.

A mágoa de nunca me ter tornado mãe é uma que eu nunca vou superar, ao contrário da mágoa que senti há 23 anos atrás quando perdi a minha mãe. Mas tal como esse tipo de mãgoa, ela já não é constante ou activa. Sim, eu ainda tenho a esperança de vir a conhecer o homem que venha a ter o desejo de ter uma filho comigo, e que está preparado para atravessar comigo os tratamentos que eu posso vir a precisar para que isso aconteça. Ou que esteja pronto para sofrer comigo se por acaso isso não funcionar.

Mas, de forma geral, eu prossigo, buscando o amor. Felizmente, não há limite temporal biológico para esse sonho. De forma cuidada, eu nutro a esperança de ainda vir a ter a chance de ter o meu bebé nos meus braços - e que eu ainda seja atraente para os homens que querem ter filhos.

Sei que não estou sozinha; faço parte das 18% de mulheres Americanas com idades compreendidas entre os 40 e 44 que não têm filhos. A Pew Research relata que metade das mulheres deste grupo escolheu esse destino - escolheram não ter filhos. Mas o resto de nós - cerca de 1 milhão de mulheres Americanas com idades compreendidas entre os 40 e os 44 e sem filhos - sofre com a infertilidade biológica ou circunstancial.

A forma como escolhemos seguir com a vida apesar desta mágoa é o foco do nosso e "viveram felizes para sempre". E, se posso dizer, tenho planos de fazer com que o meu "feliz" seja mesmo para sempre. E se tudo correr bem, não estarei sozinha.

http://bit.ly/1M5Z2fZ.



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Germaine Greer descobre que activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Como o feminismo prejudica a saúde das mulheres

Por Christian Jay

As feministas deliberadamente condenaram as mulheres à morte ao desencorajarem o casamento. Isto já ocorre há tanto tempo que hoje em dia esse é um  comportamento padrão que se revelará fatal para as mulheres de todas as idades.

Os factos sempre estiveram à sua disposição - nomeadamente, que o casamento acarreta consigo uma vasta gama de vantagens para ambos os sexos, e que isso funcionou tão bem no passado que a maior parte das doenças que a mulher actual sofre eram virtualmente ausentes ou minoritárias no passado. Hoje em dia, essas doenças encontram-se dominantes.

Entre estas doenças incluem-se a depressão, o consumo de drogas e o cancro da mama - tudo isto consequência do facto das feministas terem exigido que as mulheres não se casem, ou que sejam mães solteiras.

Escusado será dizer isto, mas estar numa relação impedia muitos dos problemas psicológicos e médicos dos quais as mulheres hoje em dia padecem devido ao facto delas terem ido enganadas e ludibriadas pelas feministas como forma de destruir a família.

O motivo principal por trás desta ataque à família prende-se com o facto dos casais serem mais conservadores nas suas intenções de voto, e não serem fanáticos esquerdistas tal como acontece hoje em dia com tantos solteiros ou com aqueles que esperam casar até ser "conveniente".

As mulheres por si só são mais susceptíveis de votar em partidos socialistas visto que estes prometem mais benefícios e vantagens para as mulheres (e estas sentem-se como princesas vítimas de vitimização imaginária).

Aparentemente, o casamento desempenhou um papel importante no seu bem estar e na sua saúde mental. A injecção de esperma é (e era) uma das principais razões para isto visto que ele tem uma vasta gama de substâncias que equilibram a hiperactiva montanha russa das emoções femininas. Existem muitos estudos disponíveis neste site e em muitos outros blogues que irão demonstrar que é isso que acontece.

Ficamos a saber agora de outra vantagem (desconhecida até recentemente) de estar numa relação: o simples acto de acariciar os seios aparentemente não era só para o prazer da pessoa, como ficamos entretanto a saber, mas sim para diminuir as probabilidades desta vir a ter cancro na mama. Só mulheres numa relação poderiam ter a certeza de levar a cabo esta actividade de forma consistente,

É ou não é estranho que as feministas, no seu entusiasmo, tenham condenado as mulheres para a sua destruição ao usarem a sua ignorante forma de pensar para interferir na vida delas? Isto leva-nos a ver que o gigantesco aumento do cancro da mama pode ser colocado totalmente aos pés das feministas consequência da sua indiferença, ignorância e flagrante estupidez.

Foram elas que desencorajaram e exigiram que as mulheres ignorassem o casamento, e o deixassem de lado, sem se aperceberem dos benefícios que tais uniões haviam conferido às mulheres.

~ ~ ~ http://bit.ly/1FTQRvk

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Como já houve oportunidade de dizer, tudo aquilo que as feministas exigem que a mulher faça, é detrimental para ela (embora seja benéfico para a elite feminista e para o governo). A esmagadora maioria das civilizações da história da humanidade viram algo de socialmente benéfico no casamento, mas as feministas realmente acham que o que elas "descobriram" no século 20 é superior a toda a história da humanidade.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

A natureza agridoce da igualdade sexual

Por Suzanne Venker

No dia 1 de Maio, escrevi um artigo para a FoxNews.com onde falei do porquê os homens não se estarem a casar. Nele, citei vários motivos para este fenómeno, sendo um deles o facto das mulheres estarem a ir para a cama de forma indiscriminada, e reduzindo desde logo o campo de solteiros elegíveis. "O porquê dos homens não se casarem contigo" ainda é um dos artigos ainda em foco na Fox News dez dias depois dele ter sido postado, e eu já recebi muitos emails por parte de leitores, tanto de homens como de mulheres. 

Ironicamente, dois dias depois do artigo ter sido publicado, o New York Times publicou artigo vencedor deste ano do concurso "Modern Love College Essay". A autora é Jordana Narin, e o título do seu artigo é “No Labels, No Drama, Right?” (Eis aqui uma entrevista na NPR om a Narin. Vale a pena ouvir e não é longa).

Aluna do 2º ano da Universidade da Colúmbia, a menina Narin obviamente que não tem planos de se casar, mas tal como todas as mulheres, ela está em busca de amor. Por uma ligação.

A essência do seu artigo honesto e directo é que, entre as pessoas da sua geração, está a ficar cada vez mais difícil encontra o amor.

Já ninguém sabe o que as outras pessoas pensam, e, diz ela, isto prende-se parcialmente à acção da tecnologia. É verdade que enviar mensagens SMS nunca pode tomar o lugar da interacção humana, mas o problema da geração de Narin começou muito antes das SMS.

No seu artigo, Narin fala de "Jeremy", um homem que ela conheceu online e com quem ela mais tarde teve relações sexuais. Ela escreve:

Eu disse que a minha geração será lembrada pelos nossos relacionamentos indiferentes, e pelos romances rudimentares. Nós envolvemo-nos. Nós enviamos um sext [ed: text + sex]. Nós arrastamos o ecrân para a direita. Enquanto isso, evitamos etiquetas e tentamos enterrar as nossas emoções.... Até hoje, se eu por acaso deixo escapar um nome na presença do meu pai, a sua resposta é, "Vocês estão a ter um caso estável?"

"Hoje em dia as pessoas não têm casos estáveis," eu explico. "Ninguém mais fala assim. E ninguém mais faz isso. As mulheres hoje em dia têm mais poder, e nós não desejamos só um homem. Nós mantemos as opções aberta e nós estamos no controle."

Mas será que estamos?

Eu tenho pairado sobre a mesma pessoa durante os últimos 4 anos. Será que eu posso de forma honesta qualificar-me a mim mesmo de empoderada se sou incapaz  partilhar com ele os meus sentimentos? Será que as minhas opções podem ser mais limitadas do que já são? Será possível eu estar com menos controle do que o pouco que tenho?

Não, menina Narin, não é possível tu teres menos controle do que o pouco que já tens. A vossa geração está sob a errónea pressuposição de que (a) os homens e as mulheres são iguais, isto é, a mesma coisa, e como tal, ambos podem desfrutar de sexo sem compromisso, e que (2) a promiscuidade é algo emancipador. Ambas as pressuposições são mentiras flagrantes.

Eu poderia escrever sobre as diferenças entre a biologia masculina e a biologia feminina, tal como fiz neste post, não vou fazer isso. Em vez disso, deixem-me usar uma história como exemplo. Tu insistes que as pessoas de hoje já não se encontram "divididas por género" e que as mulheres não "anseiam por uma ligação" com apenas um homem.

Se isto é verdade, porque é que as mulheres têm que "enterrar as suas emoções" quando se envolvem com um homem? Porque é que a afeição de Jeremy "elevou-se como uma promessa"? Porque é que tu tens "pairado" sobre ele durante os últimos quatro anos?

Porque tu és uma mulher e não um homem.

As mulheres são seres românticos e relacionais, e os homens estão construídos para reagir a isto! Mas eles não respondem a uma mulher que age como um homem. Mal tu vais para a cama com um homem que não está apaixonado por ti, acabaste com o poder que tinhas para o fazer ficar.

O homem pode ir para a cama com uma mulher por quem ele não está apaixonado e sair dessa situação ileso. Tu, por outro lado, não podes. Não é esse o tema de inúmeros livros e filmes? Podes chamar a isso de injusto, mas se tens que problemas. tens que colocar esse problema perante Deus, ou a Mãe Natureza, dependendo dos teus pontos de vista espirituais.

O artigo de Narin prova que a igualdade sexual é agridoce. O feminismo pode ter ajudado as mulheres a avançar no emprego, mas o mesmo feminismo arruinou os seus relacionamentos com os homens [ed: tal como era suposto].  Enquanto as mulheres agirem como os homens, todas quentes, agitadas e sem vontade de compromisso, elas nunca irão encontrar o que buscam.

E o que elas buscam, embora elas tenham desprezo em admitir, é amor.


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Um comentador do blogue Alphagameplan fez o seguinte comentário:

O feminismo é um morto a cambalear. Tudo o que esse movimento tem como forma de controlar os homens, e mantê-los dentro da prisão feministas, é o shamming (acto de envergonhar os homens) e o governo (curiosamente, entidade composta maioritariamente por homens).

Mas hoje em dia, e de modo crescente, o shamming já não funciona, e os homens estão-se a desligar da sociedade como forma de evitar emaranhamentos com o governo; se tu não te casas, então não te podes divorciar, e se não vives em coabitação, então não podes ver metade dos teus bens apropriados; se não tens filhos então não podes ser forçado a pagar pensão alimentar; se não entras dentro do mundo empresarial, então não podes ser acusado de "assédio"; e se não tens encontros amorosos, tu reduzes de modo drástico as probabilidades de vir a ser vítima duma falsa acusação de violação.

Tudo isto são pontos ameaçadores presentes no mundo moderno que não existiam antes do feminismo. O facto das mentes fracas feministas terem pensado que os homens continuariam a viver como se estas ameaças não existissem diz muito sobre elas. E durante os últimos 50 anos os homens de facto foram vivendo. mas isso agora acabou.

Agora, os homens estão a fazer o que sempre fizerem, isto é, a pesquisar o meio ambiente, a entendê-lo e a viver de forma racional segundo esse meio ambiente. E de modo incremental, isto significa viver uma vida sem levar em conta o que as mulheres querem. Isto não significa viver sem sexo, sem relacionamentos ou sem companhia feminina, mas sim que o investimento que os homens fazem nestas áreas será drasticamente reduzido.

À medida que o feminismo vai reduzindo o valor das mulheres (aos olhos dos homens), os homens estão a reduzir a quantidade de tempo, esforço, atenção e dinheiro que eles estão dispostos a gastar nos decadentes "benefícios" que a mulher traz para a sua vida.

Mas a notícia chocante é que o custo do feminismo, inicialmente sustentado pelos homens, e depois pelas crianças, está actualmente a ser passado para as mulheres. Um número recorde de mulheres vivem sozinhas, um número recorde de mulheres não têm filhos, um número recorde encontra-se dependente de medicação psiquiátrica, um número recorde enfrenta agora uma vida inteira de escravatura salarial em empregos que elas não podem abandonar. E mesmo assim, o feminismo distorce estas consequências como escolhas de vida da mulher e como coisas "empoderadoras".

No entanto, quando as mulheres declaram os seus níveis de felicidade, em todas as classes, raças e estratos demográficos a sua felicidade é inferior à sua felicidade por alturas em que a mesma começou a ser contabilizada há 50 anos atrás. Mais revelador ainda, e pela primeira vez, a felicidade feminina é inferior à masculina.


Mas não é preciso ler 'The Paradox of Declining Female Happiness' para saber isto. Falem com alguém que faça parte do crescente grupo das mulheres sem filhos com 30 ou 40 anos de idade pessoalmente -  e não em grupo - para ficarem a saber da VERDADEIRA história, o VERDADEIRO efeito do feminismo no mundo VERDADEIRO. Estas mulheres não se importam com o feminismo; elas só querem saber para onde foram os maridos decentes, aliás, para onde foram os homens decentes - QUALQUER homem decente. Quase de certeza que eles, enojados com o que o feminismo fez às mulheres, pura e simplesmente afastaram-se.

A realidade dos factos é que os homens não querem lutar contra as mulheres visto que isto encontra-se em oposição ao cerne do que significa ser um homem. Mas o feminismo lançou os homens para dentro duma guerra que eles não começaram e nem queriam. Chegamos a um ponto onde as feministas alegam ter "vencido" guerras que os homens nunca chegaram a aparecer para lutar.

E mesmo agora, à medida que as feministas empurram as coisas para níveis cada vez mais absurdos, e à medida que mais e mais restrições estão a ser colocadas sobre o comportamento normal masculino, e quando definições cada vez mais insanas de "violação" e "agressão" estão a ser criadas como medidas desesperadas de, de alguma forma, colocar as mulheres como vítimas perpétuas - mesmo agora - os homens recusam-se a se alistar para uma batalha real.

Isto revela de forma profunda o quanto que os homens não querem lutar contra as mulheres.

O som da batalha final dos sexos não será ouvida nas estradas e nem nas legislaturas. Não será televisionada e nem será reportada. Não haverá bandeiras levantadas e nem paradas vitoriosas. Porque ela já está em progresso. Está a acontecer em nosso redor à vista de todos - de todos aqueles que têm olhos para ver.

E os homens estão a colocar em práctica  a mais devastadora de todas as armas - a indiferença. Nesta batalha final, vence quem se importar menos. Chegou a hora de se colherem os frutos do feminismo, e para as mulheres, o fruto será o mais amargo de todos.

Palavras mais sensatas não poderiam ser ditas. O feminismo "venceu", os homens as mulheres, e as crianças perderam. O estado ganhou, a sociedade perdeu. O divórcio venceu, o casamento está destruído. As mulheres são ensinadas a não confiar nos homens (sem que nada sustente essa desconfiança), ao mesmo tempo que os homens aprendem a não confiar nas mulheres (e com bons motivos para não o fazer, devido à guerra gerada pelo feminismo). O futuro está ameaçado, e o passado é uma memória cada vez mais distante.

Quem planeou, financiou e colocou em práctica o feminismo sabia que isto acabaria assim. Que pena que as mulheres só agora estejam a ver o mal que o feminismo gerou.



terça-feira, 2 de junho de 2015

O passado sexual tem consequências (embora muitas mulheres pensem que não)

Modificado a partir do original de Vox Day e Rollo Tomassi

Rollo Tomassi justapõe de modo astuto o conselho de Sheryl Sandberg dirigido às mulheres - delas passarem os melhores anos da sua vida com os machos Alpha e depois contentarem-se em casar com machos Beta ou Gammas - com a experiência real duma mulher que viu o seu passado a ser revelado de forma inesperada para o seu marido.

A história é a mesma de sempre: durante os seus anos universitários (e provavelmente durante o período anterior a esse) a esposa esteve envolvida em várias cenários sexuais com vários colegas universitários - várias vezes.

Estes cenários sexuais incluíam menages-a-trois e coisas que nem vale a pena mencionar.

Num belo dia, o marido deu por si a saber todo o passado sórdido da sua esposa através dum amigo comum (que provavelmente também se "serviu" dela).

Quando a sua esposa ficou a saber que o seu marido havia tomado conhecimento do seu passado, ela publicou um texto (entretanto apagado), falando tudo aquilo que é normal em situações deste tipo. Ela estava "com medo" e "assustada" com a reacção dele, e temia que ele pudesse pedir o divórcio. O texto que se segue é o segundo texto que ela fez sobre esse assunto:
Até esta manhã, nós ainda não dormimos na mesma cama e nem dissemos mais do que 10 palavras um para o outro. Quando acordei, ele andava dum lado para o outro com dois cafés na mão. Fez-me sentar na nossa mesa da cozinha e finalmente abriu-se para mim.

Basicamente, ele sente que foi "enganado" (palavras dele) neste casamento, dizendo que ele nunca me iria namorar, e muito menos casar, se ele soubesse o que sabe hoje. A ideia que ele tinha de mim havia sido irremediavelmente danificada e ele já não me via "como alguém digna de ser sua esposa". (estou a citá-lo, o idiota!)

Para além do aspecto sexual, ele dise que já não confia em mim porque "escondi algo tão importante" dele durante toda a nossa relação. Nada do que eu pudesse dizer ou fazer o poderia convencer que esses erros passados não são reflexo da pessoa que eu sou hoje. Ele não estava zangado comigo, não me chamou de vadia e nem nada desse tipo. 
Nem por uma vez ele levantou a sua voz, e parte de mim gostaria que ele tivesse levantado a voz, embora eu não consiga dizer o porquê. Senti como se estivesse a ser despedida dum emprego.

E portanto, é assim. Vamo-nos separar. O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar as suas costas para mim sem pensar duas vezes. Ele nem teve a decência de discutir comigo previamente; aparentemente, ele visitou o seu advogado durante a semana e o "processo está em andamento" (palavras suas). Conhecendo-o como eu o conheço, nada o fará mudar de posição.

O meu marido é dono de vários negócios e nunca se casaria sem um acordo pré-nupcial. Eu assinei, pensando do fundo do meu coração que ele nunca, NUNCA, o iria usar. Bem, ele tinha a porcaria do documento esta manhã. Ele disse que pagaria o que restava dos meus empréstimos estudantis, coisa que ele não estava "legalmente obrigado a fazer".

Embora eu esteja grata por isso, vou-me encontrar com o meu advogado durante esta semana para ver se o acordo pode ser alterado no tribunal. Nós construímos uma vida juntos, dei-lhe 5 dos melhores anos da minha vida, e fui 100% fiel a ele; não mereço ser lançada fora como se fosse um pedaço de lixo.

E é isto. A minha vida voltada do avesso no espaço duma semana devido a algo que eu fiz há mais de 10 ANOS, ANTES DE EU O TER CONHECIDO.  É tremendamente asinino. O interessante é que, enquanto eu escrevia o post original, dentro da minha cabeça eu já sabia que ele tinha terminado tudo comigo. Ele já acabou com amizades e com parcerias profissionais por menos.
Tal como Rollo salienta:

Uma das desconexões primárias que as mulheres foram condicionadas a acreditar durante a sua Fase de Epifania é que o "homem bom" estará disposto a perdoar e esquecer as suas indescrições passadas. Na sua viagem de auto-exploração e auto-descoberta, as mulheres são encorajadas e adoptar uma dissonância cognitiva bastante apurada entre as pessoas em quem elas convenientemente se tornam e quais deveriam ser as consequências do seu passado.

Embora se espere que os homens assumam as suas responsabilidades como homens, e se espere que assumam as consequências dos seus falhanços, as mulheres da Fase da Epifania são encorajadas a convencerem-se a elas mesmas de que elas tornaram-se em pessoas diferentes - alguém que era "muito diferente" da pessoa que ela era durante os Anos Festivos.

O seu marido sente-se enganado porque ele foi enganado; enganado depois de descobrir a dupla personalidade da sua esposa pré e pós Fase da Epifania.

Parece que este cavalheiro está totalmente certo, e tardio, em relação à total falta de carácter da sua esposa, e ele está a fazer o que está certo em ver-se livre dela o mais rapidamente possível. Não só ela escondeu o seu passado a ele, mas agora que ela foi apanhada, ela está a tentar encontrar uma forma de escapar do acordo que ela concordou fazer, embora ele esteja a ir mais além das suas obrigações legais ao pagar os empréstimos estudantis dela (alguém está surpreendido que uma mulher como ela ainda tenha dívidas?)

O seu Imperativo Feminino do direito ao revisionismo histórico e ao estilo de vida a que ela estava habituada foi violado, e em vez de admitir os seus erros, ela está furiosa com as consequências dos mesmos.

As mulheres gostam sempre de pensar que o seu passado é irrelevante, o que é claramente estúpido se levarmos em conta que o passado informa-nos quem e o que é que somos hoje. E esse passado só pode ser totalmente entendido e aceite se for admitido; mentir em relação a ele é um absurdo porque,  mais cedo ou mais tarde, a maior parte das mentiras são eventualmente expostas.

Nem todas as pessoas são de visão curta o suficiente para viverem para o dia de hoje;  a maior parte das mulheres não se quer casar com homens desse tipo visto que esses homens tendem a não ser de confiança e tendem a ser incapazes de sustentar as esposas e as crianças.

Esperar que um homem com uma visão tão clarividente, capaz de fundar com sucesso múltiplos negócios e insistir que a mulher assine um acordo pré-nupcial, reaja como um músico cheio de drogas que não se lembra do dia de ontem, ou é incapaz de pensar para além do dia de amanhã, é um tipo de dissonância cognitiva que faz com que as mulheres da Fase de Epifania se coloquem numa posição problemática.

- http://goo.gl/5FKAtz

* * * * * * *

Graças à internet, os homens podem ter um vislumbre mais correcto da natureza feminina agora que ela se encontra livre dos constrangimentos religiosos e das normais sociais - e a imagem que se está a consolidar na mente dos homens não é das melhores. Isso talvez explique o porquê dos homens estarem gradualmente a evitar o casamento, preferindo em seu lugar a vida reclusa (ou, pior ainda, a vida de "PUA").

O que interessa reter é que os homens não têm obrigação nenhum de aceitar relacionamentos sérios com mulheres que viveram a vida sexual que o feminismo lhes diz que lhes pertence. Apesar das tentativas constantes de alterar a psicologia masculina de modo a que esta abandone a sua preferência natural por mulheres castas, a realidade dos factos é que a esmagadora maioria dos homens não quer ter um relacionamento sério com uma mulher com um passado sexual "frutífero".

O feminismo está a deixar as mulheres ocidentais num estado permanente de alienação onde elas realmente pensam que o seu comportamento está livre que qualquer crítica ou censura precisamente porque são mulheres.

Note-se que a mulher citada no texto realmente acredita que os eventos que se desenrolaram "há mais de 10 anos" nunca deveriam ser levados em conta nos dias de hoje. O que ela aparentemente não entende é que 1) esse passado altera (reduz) de forma drástica e seu valor marital e 2) o facto dela ter escondido essa informação ao marido revela que ela estava ciente que isso afectaria a forma como ele olha para ela.

Note-se também na forma como ela diz que "O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar-me as suas costas sem pensar duas vezes" sem no entanto se aperceber que a aliança do casamento se baseia na verdade e na honestidade - coisas que ela não exibiu ao ocultar o seu sórdido passado sexual ao seu "suposto parceiro-para-toda-a-vida".

Resumidamente: as mulheres são (obviamente) livres para escolher como viver a sua vida, mas os homens são mais livres ainda para rejeitar mulheres que não estão de acordo com o seu critério marital. Isto não é "machismo", nem "opressão" e nem "dualidade de critérios"; isto nada mais é que a biologia a superar a ideologia.



sábado, 9 de maio de 2015

O choro das idiotas úteis feministas

Os relatos que se seguem chegam-nos de duas feministas que se sentiram mal por verem um homem que se identifica como "mulher" a tomar parte dum evento feminista, e, segundo se sabe, se ter identificado como "transsexual lésbico", e ter-se envolvido amorosamente com uma mulher (??!).

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LESBOFOBIA E SILENCIAMENTO DE MULHERES NO EME.

Algumas moças já fizeram relatos ao voltarem do EME ontem a noite, eu cheguei tão exausta psicologicamente que não consegui escrever sobre, mas vamos lá.


O EME deveria ser um espaço acolhedor e seguro para as mulheres que lá estavam presentes, eu imaginei que seria um espaço trans-inclusivo, e foi.

Havia um homem, que vive como homem, que é lido como homem socialmente, e que usava barba até chegar no evento, e que decidiu, após chegar no evento que era mulher-trans e lésbica.


Quando eu cheguei ao evento, eu não vi essa pessoa, algumas mulheres me procuraram dizendo "tem um homem aqui! isso é absurdo" até que eu o vi. Ao chegar lá, ele tirou a barba, e decidiu que o nome dele era Helena, depois parece que ele não gostou do nome e mudou o nome pra Luisa, depois pra Heloisa, e enfim, as amigas dele o chamavam de Luis.




Muitas mulheres lésbicas que estavam comigo estavam desconfortáveis com a situação, depois descobrimos que a saia que ele usava era de uma moça do próprio alojamento que havia emprestado, pois fora dali, Luisa/Helena/Heloisa/Luis não usava saia, nem batom, fora dali Luisa/Helena/Heloisa/Luis era um homem branco, classe média, universitário que namorava uma menina, que estava presente no evento, porem até então não sabiamos que esse homem se dizia lésbica, as coisas foram aparecendo conforme o tempo foi passando la dentro.

Muitas mulheres com que eu tive contato lá dentro, expuseram seu desconforto, mas tinham MEDO de falarem qualquer coisa e parecerem preconceituosas, algumas se sentiram culpadas por se sentirem desconfortáveis dentro do banheiro aonde 1.000 mulheres tomavam banho e trocavam de roupa e deveriam se sentir seguras, porque Luisa/Helena/Heloisa/Luis estava lá dentro, tomando banho com elas, trocando de roupa com elas. Mulheres heterossexuais também se sentiram invadidas e expostas, mulheres lésbicas se sentiram coagidas, e ridicularizadas com aquela situação.

Durante o evento eu e algumas feministas radicais discutimos o quão problemático era aquilo.

Eu queria ressaltar, que ao chegarmos no evento, eu e minha noiva estávamos arrumando nossas coisas, e uma moça da organização do EME veio até ela, supondo que ela era trans - o que eu achei absurdo, ela não é obrigada a performar feminilidade, ela é lésbica, ela NÃO é trans- e disse que havia um banheiro EXCLUSIVO para trans, e explicou pra ela como ela faria pra usa-lo. Haviam cerca de 10 pessoas trans no evento, inclusive um "homem-trans" que nasceu como mulher, foi socializado como mulher, e corria risco de ser estuprada tanto quanto as outras mulheres do evento, e essas pessoas usaram o banheiro exclusivo para elas, pessoas aparentemente transicionadas, enquanto Luisa/Helena/Luis o homem que estava com uma saia emprestada de uma das companheiras do evento, e que fez a barba somente ao chegar ao evento, insistia em usar o mesmo banheiro e alojamento que as outras mulheres do evento (por que será né?) enfim.

Ouve um sarau na noite de sabado 2/05/2015 aonde esse homem estava presente, e de repente quando vimos ele estava beijando uma mulher lá dentro, não foi um selinho, não foi um simples beijo, ele estava beijando ela loucamente, aquilo foi desesperador para A MAIORIA DAS MULHERES, mulheres que eu nem conhecia se revoltaram, mulheres que estavam no mesmo alojamento, que trocaram de roupa na frente desse homem, se sentiram invadidas, nós lésbicas, e feministas radicais tentamos intervir de forma pacífica, cantando alto, pra que todas soubessem que aquilo não iria passar em branco, e Luisa/Helena/Heloisa/Luis, RIU da nossa cara, quando isso aconteceu, rolou um conflito, e algumas moças vieram conversar conosco, não quiseram nos ouvir, disseram que ele sofria mais que todas nós, que ele era "lesbica" e que a gente devia parar com o preconteito e transfobia, mulheres lésbicas se desesperaram, choraram, gritaram com toda força que aquilo ali era lesbofobia, que dizer que existe falo-lésbico é cultura de estupro, é discurso que propaga a violência, que estavamos nos sentindo com medo, coagidas, não quiseram ouvir, não quiseram ouvir !!! Afinal, um homem que decidiu se identificar como mulher dentro do evento, sofria mais que todas nós.

Durante esse conflito dentro do Sarau, VARIAS, VARIAS, VARIAS mulheres vieram até nós, lésbicas,feministas radicais, feministas partidárias, feministas anarquistas, feministas que seguem correntes divergentes ao feminismo radical prestar apoio, dizer que tambem não concordavam com aquilo,, e quando vimos eramos cerca de 50 mulheres expondo o medo e o desconforto com esse homem. 50 mulheres mostraram sua indignação com aquilo, a maioria era lésbica, 50 MULHERES FORAM IGNORADAS E SILENCIADAS.

Uma moça foi ameaçada no banheiro, por outra mulher que estava defendendo Luisa/Helena/Heloisa/Luis. Uma mulher negra e lésbica foi chamada de desumana. Mandaram eu, e mais algumas compas lésbicas "irmos tomar no cú".

Conseguimos nos organizar politicamente, fomos pra fora do sarau, e fizemos uma plenária, expomos o quanto estávamos coagidas ali dentro, expomos que nos sentimos invadidas e decidimos que faríamos uma intervenção no dia seguinte, domingo 03/05/2015. Chamamos a organização do evento, e uma das organizadoras nos disse que teríamos um espaço pra falar, que queria por escrito um texto, pautando o desconforto daquelas mulheres, para que ela pudesse levar pra mesa do EME, e que nós teríamos local de fala.

Nós ficamos a madrugada inteira discutindo, e tendo cuidado em como elaboraríamos esse texto, durante a madrugada algumas meninas foram dormir, eu, Andressa e Fernanda ficamos até as 7 da manhã concluindo os textos, fizemos um texto geral, que englobava todas as mulheres, e fizemos um texto falando sobre a lesbofobia e a cultura de estupro que tava rolando. Nós não dormimos, nós estávamos exaustas, mas não podíamos deixar que aquilo passasse em branco, que mais uma vez lésbicas fossem silenciadas e agredidas num espaço que deveria ser feminista.

De manhã, todas nós nos reunimos de novo, revisamos os textos de forma coletiva, procuramos a organização pra mostrar, conforme o combinado, e mais uma vez prometeram um local de fala para nós. Depois de toda a organização ler os textos, decidiram que supostamente não teria mais plenária, os ônibus das companheiras envolvidas na nossa auto-organização, decidiram sair mais cedo. Fomos silenciadas, mais uma vez.

50 mulheres que tiveram coragem de expor seu medo, foram silenciadas, sendo a maioria lésbica, eu tenho certeza que haviam mais mulheres desconfortáveis e não tinham coragem de falar. Chegaram relatos até nós de mulheres que não estavam conosco, mas que pediram "pelo amor de deus" pra que não falássemos nada, porque não queriam ser vistas como preconceituosas.

O medo é a arma do patriarcado, UM homem, silenciou 50 mulheres, precisou de UM homem, pra que 50 mulheres, a maioria sendo lésbica se sentisse com medo, e tivesse a necessidade de nos organizarmos num evento para que ele fosse retirado de lá, 50 mulheres unidas, não conseguiram tirar UM HOMEM de um espaço FEMINISTA. UM homem, colocou a vida e a segurança de 1.000 mulheres em risco.


- https://goo.gl/rKSPuZ

---------------------

Essa postagem é uma crítica a UNE, ao EME e toda a organização.

Inicio esse texto já citando que foi uma irresponsabilidade da UNE e um descaso com a vida das mulheres e das crianças que estavam presentes no EME permitirem que um homem, branco, heterossexual, que defende pedofilia em rede social ( no seu perfil pessoal) , que é racista,que coage mulheres a se relacionarem com ele, que agride mulheres psicologicamente, entrasse e permanecesse no evento, mesmo com várias mulheres expondo seu desconforto e seu medo.


A UNE deveria NO MÍNIMO ter investigado quem era esse homem antes de permitir a entrada dele no espaço, no alojamento aonde tinham mulheres e crianças, e no banheiro.

Quando nós saímos do EME revoltadas, nossa denuncia era de lesbofobia e de propagação de cultura de estupro, nossa denuncia era focando em como mulheres se sentiram desconfortáveis e invadidas, e tiveram suas denúncias legitimas ignoradas, depois de nossas denuncias com relação a isso, chegaram até nós, e publicamente no facebook outras denúncias, com provas, aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis DEFENDE PEDOFILIA, aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis SE DIZ NEGRA. Aonde Luisa/Heloisa/Helena/Luis COAGE UMA MULHER A SE RELACIONAR COM ELE.

A UNE não teve a menor preocupação com a segurança das mulheres e crianças presentes no EME, pois bastou um homem dizer que se auto-identificava como mulher, que a UNE abriu os braços pra ele, pois ele chegou ao evento de BARBA, ele chegou ao evento com suas vestimentas normais, e DENTRO do alojamento uma moça emprestou uma saia pra ele. O nome, ou melhor, os nomes que ele usou no evento alegando ser "seu nome social" nem poderia ter sido usado.

De acordo com o Decreto 51.180, que dispõe a inclusão e o uso do nome social de pessoas TRAVESTIS e TRANSEXUAIS (uma vez que a aparência das pessoas TRAVESTIS e TRANSEXUAIS não corresponde ao nome civil das mesmas), o nome social só se torna válido com o documento/carteira de nome social adquirido no Posto Central de de Identificação Civil. a Une é ligada ao Mec e o Mec aprovou a lei de nome social em universidades e escolas, porem a UNE não se preocupou em verificar se Luisa/Heloisa/Helena/Luis realmente era uma mulher trans e se tinha um nome social.

Agora imaginem, QUALQUER HOMEM que chegasse até o EME e dissesse que se auto-identificava como mulher IRIA ENTRAR NO EVENTO, IRIA DIVIDIR O ALOJAMENTO E O BANHEIRO, QUALQUER HOMEM, o que faz a UNE pensar que estupradores e pedófilos não mentiriam sobre serem trans pra estar num espaço aonde mil mulheres estão? aonde mil mulheres tomam banho e trocam de roupa? O que faz a UNE pensar, que Luisa/Heloisa/Helena/Luis não fez isso?

Crianças também foram postas em risco com a presença desse homem que diz que sexualização infantil é um conceito criado, que defende pedofilia. Eu exijo um pronunciamento da UNE que colocou a vida de 1.000 mulheres e de várias crianças em risco, e que nos silenciou quando reclamos e nos unimos em 50 mulheres alegando medo e desconforto.


- https://goo.gl/kRZREs

* * * * * * *

Basicamente o que nós temos aqui são duas feministas que aparentemente não se apercebem das consequências lógicas da sua filosofia de vida. Se ser mulher é algo que a pessoa pode declarar (independentemente da biologia), então não há nada de errado no facto dum homem com barbas, que se veste como homem e que tem namorada, passar a identificar-se como "mulher" dentro dum evento feminista.

Claro que as lésbicas podem não gostar da presença dum homem no meio delas (porque as lésbicas normalmente e correctamente olham para os homens com interesse por  mulheres como concorrentes pela atenção feminina), mas, obviamente, os sentimentos são irrelevantes. Se o "género" é algo que pode ser declarado, então qualquer pessoa pode-se declarar o que ela bem quiser.

E porquê parar no "género"? Segundo se sabe, este homem branco também se declarou como "mulher negra", e como tal, passou automaticamente a fazer parte de dois "grupos protegidos": mulheres e minorias étnicas.

Neste processo todo, pode-se dizer que a única pessoa que entendeu bem a estrutura do esquerdismo cultural foi precisamente o homem que 1) se identificou como "mulher negra", 2) invadiu o evento e 3) se envolveu posteriormente com uma feminista. Pensando bem, se calhar o motivo que levou as feministas lésbicas a não ver com bons olhos a presença do homem no evento pode muito bem ter sido o facto dele ser um concorrente sexual.

As mulheres que se identificam como feministas e que dão o seu apoio à causa lgbt estão, literalmente, a cavar a sua cova porque, numa guerra entre o movimento feminista e os activistas homossexuais, as feministas perdem facilmente.

Entretanto, os comentários das feministas foram mais ou menos o que se poderia esperar:








Conclusão:

Parece que as feministas não gostam do desconstrucionismo quando o mesmo é usado contra elas e contra a sua ideologia, mas isso é algo que elas têm que resolver entre si.

Entretanto.....

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Feministas furiosas com a sugestão de que a redução do consumo de álcool diminui a violência sexual

O Dr. Stephen Joel Trachtenberg, presidente-emérito e actual professor de serviço público na The George Washington University (GWU), tornou-se no mais recente alvo da raiva feminista nas redes sociais ao sugerir que a educação em torno do consumo de álcool pode ajudar a prevenir ataques sexuais nas universidades.

Durante um episódio do Diane Rehm Show na semana passada, Trachtenberg participou num painel de discussão em torno da Vida Grega nas universidades Americanas, onde sugeriu que consumo excessivo de álcool é um factor a levar em conta nos casos de má conduta sexual.

Parte do problema é o facto de termos homens que se aproveitam de mulheres que bebem demasiado, e o facto de haver mulheres que bebem demasiado.... Temos que educar as nossa filhas e os nosso filhos nesse aspecto.

Embora Trachtenberg tenha antecedido os seus comentários dizendo que as pessoas deveriam encorajar mais as mulheres a não beber em excesso "sem tornar as vitimas responsáveis pelo que acontece", as estudantes e os grupos femininos inundaram o Twitter, qualificando os seus comentários de "irresponsáveis", e acusando-o de "grosseiramente culpar a vítima", e ser um "apologista da violação".

Sally Kaplan, recém graduada da GWU e coordenadora da aliança pacífica na organização sem fins lucrativos com o nome de Peace Alliance, criou uma petição usando a plataforma online com o nome de Change.org como forma de exigir que Trachtenberg “emita um pedido de desculpas à comunidade da GWU” e equipare o seu e os esforços de outros estudantes que são levados a cabo de modo a que seja contratado um “Survivors Advocate” a tempo inteiro na universidade.

A petição apela também à universidade que forneça "melhores apoios aos estudantes universitários, incluindo mais prevenção, intervenção, educação e recursos para a advocacia de sobrevivência". Ironicamente, e num artigo publicado pelos administradoores no dia seguinte ao dia em que Trachtenberg fez as suas declarações, a universidade promoveu um evento de prevenção aos ataques sexuais patrocionado pelo Centro para a Prevenção do Álcool e das Drogas da universidade.

Seguindo o Campus Safety Magazine, “pelo menos 50 por cento das violações sexuais entre os estudantes universitários está associado ao uso de álcool.”

Numa coluna publicada em Outubro último, Emily Yoffe, contribuinte do blogue Slate.com, explicou que um "mal colocado medo de culpar as vítimas de alguma forma tornou inaceitável avisar as inexperientes jovens mulheres de que quando elas bebem,potencialmente, elas se estão a colocar em perigo.”

Sejamos absolutamente claros: os perpetradores são os únicos responsáveis pelo crime que comentem, e eles têm que ser trazidos à justiça. Mas nós falhamos perante as mulheres ao não lhes avisar que quando elas se colocam sem defesas, coisas terríveis lhes podem acontecer.


* * * * * * *
Uma coisa torna-se cada vez mais óbvia: tudo aquilo que é bom, saudável e benéfico para as mulheres é algo que as feministas tentam a todo o custo destruir. A coisa mais natural do mundo é dizer às crianças para 1) não falar com estranhos, 2) não aceitar comida de pessoas que não conhecem, e, essencialmente, 3) não se colocarem em situações potencialmente perigosas. Mas uma coisa que é normal ser dita às crianças (sem que ninguém seja acusado de "culpar as vítimas") não pode ser dito às mulheres modernas.

Dito de outra forma, as mulheres actuais exigem que todas as consequências das suas escolhas sejam colocadas sobre os outros, e não nelas próprias, mesmo se nós levarmos em conta que se as crianças agissem desta forma, elas seriam correctamente alertadas para o seu comportamento irracional. A mulher moderna, escondida por trás das mentiras feministas, quer as regalias e o estatuto de adulta, mas exige responsabilidades inferiores às responsabilidades que são exigidas às crianças.

Qualquer pessoa sabe que o culpado da violação e o violador, mas qualquer pessoa sabe também (ou deveria saber) que a responsabilidade da prevenção é da mulher (ou do homem, ou da criança, ou de quem quer que seja vítima de algum tipo de violência sexual). Mas aparentemente, isto é algo que não se pode dizer às mulheres modernas. 

As feministas fomentam as mulheres a levar a cabo comportamentos de risco ao mesmo tempo que culpam os outros quando as previsíveis consequências ocorrem. Isto é assustador para qualquer pessoa que queira ter uma vida conjugal normal, ou tenha planos de ter algum tipo de relacionamento com uma mulher. Ninguém quer casar ou estar perto duma pessoa que não coloca  limites ao seu comportamento, ou que não tente tomar as decisões correctas - quer seja homem ou mulher. Todas as pessoas desejam como parceira ou parceiro de vida alguém que assume as responsabilidades das suas escolhas, sem que faça papel de vítima como forma de fugir às suas responsabilidades.

Esta atitude irresponsável da maioria das mulheres modernas pode, de certa forma, isto pode explicar o porquê dum significativo número de mulheres e virtualmente todas as feministas olharem com bons olhos para a horrível e nojenta práctica do aborto (matança de bebés inocentes, o maior genocídio da história da humanidade). Neste tópico, as mulheres querem sexo recreativo mas não querem a responsabilidade que o sexo pode produzir (nova vida). Consequentemente, quem paga pelo "erro" não é a mulher, mas sim o bebé que sofre com a falta de cuidado da sua procriadora.

Resumindo: o feminismo não quer ajudar as mulheres, e nem que tornar a sua vida mais segura; o que o feminismo quer é separar as mulheres das consequências das suas más acções. Que pena que tantas mulheres olhem para este movimento político como uma pedra de apoio.



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