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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Os "refugiados" Góticos

Por Vox Day

Durante o Verão passado, um certo número de pessoas normalmente sensíveis ficaram chocadas quando eu disse que os governos Europeus teriam sido sensatos se tivessem afundado os barcos que estavam a atravessar o Mediterrâneo. A maior parte destas pessoas apercebem-se agora que os povos da Europa estariam em melhor situação se os seus governos tivessem colocado de lado o argumento "é moralmente correcto ajudar estes pobres e indefesos refugiados" e tivessem cumprindo com a sua responsabilidade de defender as suas fronteiras nacionais.

Mas a minha opinião não se baseia na crueldade insensível, mas sim no conhecimento da História. Estava a ler o livro "O Império Bizantino" de Charles Oman, e a seguinte passagem chamou a minha atenção, pressagiando a situação actual. Irão notar que o Verão passado não foi a primeira vez que refugiados em perigo receberam permissão para atravessar a fronteira, e, tal como sugere o relato de Oman, não será a primeira vez que os povos cujos governos os traíram pagam um preço amargo por esse falhanço.

Vejam só a história comovente de pessoas em apuros, sem culpa alguma, em busca de refúgio devido a um ataque não provocado levado a cabo por um adversário terrível.

Por volta de 372 AD os Hunos, uma enorme horde Tártara proveniente de zonas além do Don e do Volga, apareceram subitamente em terras a norte do Euxine [Mar Negro], e começaram a avançar para ocidente. A primeira tribo que se encontrava no seu caminho, a raça nómada com o nome de Alanos, foi quase totalmente exterminada. Depois disto, eles avançaram sobre os Góticos.

Os Ostrogodos levaram a cabo uma tentativa desesperada de defesa da linha de Dniester contra os selvagens invasores - "homens com faces que dificilmente poderiam ser chamadas de faces, mas sim pedaços de carne preta com pequenos pontos em vez de olhos; pequenos em estatura, mas ágeis e activos, hábeis na equitação, de ombros largos, bons com as flechas, obstinados e orgulhosos, escondendo por trás duma forma pouco humana a ferocidade duma besta selvagem."

Mas o inimigo que o historiador Gótico descreve nestes termos pouco convidativos era demasiado forte para os Teutões do Este. Os Ostrogodos foram esmagados e forçados a tornarem-se vassalos dos Hunos (excepto um remanescente que abriu caminho lutando até à costa Valáquiana, perto dos pântanos do Delta do Danúbio).

Depois disto, os Hunos abateram-se sobre os Visigodos. A onda invasora intensificou-se; o rio Bug e o rio Prut não foram obstáculos para os enxames de arqueiros nómadas, e os Visigodos, sob a liderança do Duque Fritigerno, caíram em desânimo, juntamente com as suas esposas e os seus filhos, as suas carruagens, o seu gado e os seus rebanhos, até que deram por si com as suas costas contra o Danúbio.

Renderem-se ao inimigo era mais terrível para os Visigodos do que renderem-se aos seus irmãos orientais; estes eram mais civilizados, a maior parte era Cristã, e a possibilidade de sofrer a escravatura sob selvagens parecia ser mais intolerável para eles.

Empurrados contra o Danúbio e contra a fronteira Romana, os Visigodos, em desespero, enviaram um pedido de travessia ao Imperador. Um escritor contemporâneo descreve a forma como eles se colocaram: "Toda a multidão que havia escapado da selvagaria assassina dos Hunos - não menos de 200,000 homens em idade militar, sem contar com as mulheres, os velhos e as crianças - encontravam-se na margem do rio, estendendo as suas mãos em pranto sonoro, lamentando a sua calamidade, e prometendo que se iriam comprometer fielmente com a aliança imperial se pelo menos o favor lhes fosse concedido."

Quem entre vocês seria tão insensível, tão cruel, e negar o refúgio a centenas de milhares de mulheres e crianças que fogem de alguns dos guerreiros mais selvagens que a História já registou no que toca a matança de inocentes? Certamente que o Imperador Romano não seria assim tão insensível, embora ele tenha estado bem ciente do perigo potencial e tenha tomado as precauções necessárias.

A proposta dos Góticos deixou [o Imperador Flávio Júlio] Valente cheio de consternação. Era difícil dizer o que era mais perigoso: recusar a passagem a 200,000 homens armados desesperados devido a  inimigo selvagem nas suas costas, ou admiti-los para dentro da linha dividida pelo rio e para a fortaleza que protegia essa fronteira, com a obrigação implícita de encontrar terra para eles.

Depois de muitas dúvidas, ele escolheu a última opção: se os Góticos lhes dessem reféns e abdicassem das suas armas, eles seriam transportados para além do Danúbio e receberiam permissão para se fixarem como súbitos dentro do império.

Não é esta a escolha moral? Dar-lhes refúgio, mas desarmá-los de modo a que eles não causem demasiados problemas? Não é isso que vocês fariam, sendo vocês pessoas boas e morais, sensatas e cautelosas?

Os Góticos aceitaram os termos, abdicaram dos filhos dos chefes como reféns, e avançaram através do rio o mais rapidamente que a flotilha Romana do Danúbio lhes permitiu. Mas mal chegaram a Moesia os problemas começaram. Os oficiais Romanos tentaram inicialmente desarmar os imigrantes, mas os Góticos estavam pouco dispostos a abdicar das mesmas, e, consequentemente, ofereceram subornos avultados como forma de permitir que ficassem com as armas: em clara desobediência às ordens do Imperador, os subornos foram aceites e os Góticos ficaram com as armas.

Outras disputas rapidamente começaram.... Fritigerno, com muitos dos seus nobres, estava a jantar com o Conde Lupicino na povoação de Marcianopólis no preciso momento em que Góticos esfomeados tentaram pilhar o mercado à força. Uma parte dos soldados Romanos tentou afastá-los mas rapidamente foram maltratados ou mortos.

Ao ouvir o tumulto e ao saber a sua causa, Lupicino irresponsavelmente ordenou aos seus soldados que agarrassem e matassem Fritigerno e os outros convidados do banquete. Os Góticos puxaram das suas espadas e abriram caminho para fora do palácio. Depois de cavalgar para o mais próximo acampamento dos seus seguidores, e depois de contar a sua história, mandou que eles pegassem nas suas armas e que lutassem contra Roma.

Depois disso, seguiu-se um ano de luta desesperada ao longo do Danúbio, e também no declive nortenho das Balcãs. Os Góticos, esfomeados há já muitos meses, assolados pela extorsão e pelo sofisma a que haviam sido sujeitos, rapidamente mostraram que o antigo espírito bárbaro estava levemente coberto pela aparência Cristã, fé a qual haviam convertido no último meio-século.

A luta centrou-se numa repetição dos grandes raids do terceiro século: as aldeias foram roubadas, e os campos abertos foram devastados ao bom velho estilo, e a luta não ficou menos feroz devido ao facto de muitos escravos fugidos e outros marginais entre a população provincial se terem unido aos invasores.

Portanto, em vez dos Góticos terem sido massacrados e escravizados pelos Hunos, os Romanos foram massacrados, as suas povoações destruídas, e as suas terras devastadas. Ninguém poderia de maneira alguma adivinhar que isto poderia acontecer, certo? Mesmo assim, era a coisa moralmente de fazer porque, refugiados, certo?

Mas esperem! As coisas ficam ainda melhores, e o final é tão ajustado que mais parece uma fábula de Esopo do que eventos históricos reais:

No ano de 378 AD o corpo principal dos Góticos conseguiu forçar as linhas das Balcãs, e não estavam muito longe de Adrianópolis quando o Imperador tomou a decisão de os atacar com um esplêndido exército composto por 60,000 homens. 

Toda a gente esperava ouvir falar duma vitória porque a reputação de invencibilidade ainda se agarrava às legiões, e depois de 600 anos de guerra, a disciplinada infantaria de Roma, robur peditum, cujos momentos altos já duravam desde as guerras Púnicas, ainda era considerada superior (quando manuseada de maneira relativamente acertada) a qualquer quantidade de bárbaros selvagens.

Flávio Júlio Valente encontrou o corpo principal dos Góticos acampado num grande "laager", numa planície a norte de Adrianópolis. Depois de algumas negociações abortivas, Valente desenvolveu um ataque à sua parte frontal, quando de repente uma enorme massa de cavaleiros avançou contra o flanco Romano. Esta era a força principal da cavalaria Gótica, e ela estava aforragear à distância. Mal ela recebeu notícia da luta, ela avançou directamente para o campo de batalha.

Alguns esquadrões Romanos que cobriam o flanco esquerdo do exército do Imperador foram abalroadas dos seus cavalos e espezinhadas. Depois disto, os Góticos varreram a infantaria da ala esquerda, "enrolaram-na", e empurraram-na para o centro. O impacto foi de tal magnitude que as legiões e os grupos de soldados foram empurrados uns para cima dos outros, gerando uma confusão desesperada.

Todas as tentativas de se firmar uma posição falharam, e no espaço de alguns minutos, a esquerda, o centro e as reservas eram uma massa indistinguível. Os guardas imperiais, as tropas leves, os lançadores, os auxiliares, e a infantaria das linhas foram presas juntas e num amontoado que crescia a cada instante que passava.

A cavalaria Romana viu que o dia estava perdido, e como tal, cavalgou dali para fora sem qualquer esforço adicional. Foi então que a infantaria abandonada se apercebeu do horror da sua posição: igualmente incapazes de se desdobrar ou "voar", eles tiveram que ficar no mesmo sítio, esperando ser cortados.

Os homens não conseguiam levantar os braços para desferir golpes devido à  forma compacta como se encontravam. As lanças estalavam à direita e à esquerda, e quem as tinha na mão estava incapaz de as levantar para a posição vertical; muitos soldados foram esmagados na confusão.

Foi para dentro desta massa trêmula que os Góticos cavalgaram, usando as lanças e as espadas contra o inimigo indefeso. Só depois de 40,000 homens terem caído que o desbaste das fileiras permitiu que os sobreviventes desobstruíssem o caminho e seguissem a cavalaria na fuga. Deixaram para trás, mortos no campo, o Imperador, os Grão-Mestres da Infantaria e da Cavalaria, o Conde do Palácio, e 35 comandantes de forças distintas.

A batalha de Adrianópolis foi a derrota mais terrível sofrida por um exército Romano desde Cannae, uma matança que foi correctamente comparada pelo historiador contemporâneo Ammianus Marcellinus. O exército do Este foi quase todo ele aniquilado, e nunca mais se reorganizou segundo as linhas Romanas antigas.

Seria apropriado que os Obamas e as Merkels do mundo sofressem destinos semelhantes às mãos dos refugiados que eles salvaram. Seis anos apenas depois de permitirem que centenas de milhares de refugiados pobres e desperados atravessassem o rio e chegassem à segurança das terras Romanas, o Imperador Flávio Júlio Valente e 50,000 dos seus melhores soldados foram mortos por eles.

Dezassete anos mais tarde, Alarico I, o Gótico, governava sobre o norte e "vagueava por toda a parte, desde o Danúbio até às portas de Constantinopla, e da Constantinopla até à Grécia, tomando resgates ou assaltando todas as povoações com as quais se deparava, até os Góticos estarem cheios de bens pilhados."

38 anos depois dos Góticos terem atravessado o Danúbio, Alarico o Gótico saqueou Roma. Temos que observar que desta vez os eventos podem não demorar 38 anos.

E é por isto, mais caros moralistas de coração terno, que temos sempre que afundar os malditos barcos.

Fonte: http://bit.ly/2mxQsN6

* * * * * * *

Note-se que no caso de Alarico e do saque e destruição de Roma, estamos a falar de dois ou mais povos Europeus que practicavam a mesma Fé e que eram, essencialmente, geneticamente semelhantes. No caso dos modernos falsos "refugiados", estamos a falar de povos com outra religião e de outro grupo étnico.

Se os Europeus puderam tratar outros Europeus da forma descrita em cima, porque é que as pessoas pensam que os invasores maometanos irão agir de forma distinta, especialmente se levarmos em contra a longa história islâmica de invasão, conquista e pilhagem? 

Tal como já havíamos visto noutro texto, imigração é invasão e é guerra. Quem é a favor da imigração islâmica, é a favor da guerra na Europa. E guerra é o que vamos ter na Europa.

Lucas no Minds.

Lucas no Gab.



domingo, 4 de setembro de 2016

Direita Alternativa: 16 Pontos


1. A direita alternativa situa-se ideologicamente à direita. Socialistas não pertencem à direita alternativa. Progressistas não pertencem à direita alternativa. Liberais não pertencem à direita alternativa. Comunistas, marxistas, marxistas culturais e neoconservadores não pertencem à direita alternativa.

2. A direita alternativa é uma alternativa ao movimento conservador vigente nos EUA, cujos princípios se encontram nominalmente encapsulados nos 10 princípios conservadores de Russel Kirk, mas que acabou por regredir para o progressismo. É também uma alternativa ao libertarismo.

3. A direita alternativa não é uma atitude defensiva e rejeita o conceito da derrota nobre e íntegra. É uma filosofia ofensiva vanguardista, em todas as acepções do termo. A direita alternativa acredita na vitória através da persistência e de um estado de harmonia com a ciência, a realidade, a tradição cultural e as lições da História.

4. A direita alternativa crê que a civilização ocidental é o auge das conquistas da Humanidade e apoia os seus três pilares fundamentais: o Cristianismo, as nações europeias e o legado greco-romano.

5. A direita alternativa é aberta e declaradamente nacionalista. Apoia todos os nacionalismos e o direito de todas as nações a existirem de forma homogénea e não adulterada pela invasão e imigração estrangeiras.

6. A direita alternativa é anti-globalista. Opõe-se a todos os grupos que pugnam pelos ideais e objectivos globalistas.

7. A direita alternativa é anti-igualitária. Rejeita a noção de igualdade pelo mesmo motivo que rejeita a noção de unicórnios e duendes, ciente de que a igualdade entre humanos não existe em qualquer forma observável, seja ela científica, legal, material, intelectual, sexual ou espiritual.

8. A direita alternativa apoia o método científico. Aceita as conclusões vigentes do método científico, mas compreende que a) estas conclusões estão sujeitas a serem revistas no futuro, b) a ciência é susceptível à corrupção, e c) o dito consenso científico não é baseado em ciência, mas em democracia, e que, como tal, é intrinsecamente não-científico.

9. A direita alternativa acredita que a política se subordina à cultura, que, por sua vez, se subordina à identidade.

10. A direita alternativa opõe-se ao governo ou domínio de qualquer grupo étnico nativo por qualquer outro, sobretudo na terra natal do povo dominado. A direita alternativa opõe-se à obtenção de influência excessiva de qualquer grupo étnico não-nativo numa sociedade, seja através do nepotismo, do tribalismo ou de qualquer outro método.

11. A direita alternativa compreende que a diversidade aliada à proximidade leva à guerra.

12. A direita alternativa não quer saber o que dela pensam.

13. A direita alternativa rejeita o livre comércio internacional e a liberdade de circulação que o livre comércio exige. Os benefícios do livre comércio intranacional não são prova dos benefícios do livre comércio internacional.

14. A direita alternativa crê que há que assegurar a existência dos povos de ascendência europeia e um futuro para as crianças de ascendência europeia.

15. A direita alternativa não crê na superioridade geral de qualquer raça, nação, povo ou subespécie. Cada raça, nação, povo e subespécie tem as suas próprias forças e fraquezas, e detém o direito soberano de viver em paz na cultura nativa que prefere.

16. A direita alternativa é uma filosofia que valoriza a paz entre as várias nações do mundo e que se opõe a guerras que se destinam a impor os valores de uma nação noutras, bem como tentativas de exterminar nações individuais através da guerra, do genocídio, da imigração ou assimilação genética.

Em suma, a direita alternativa é uma ideologia ocidental que acredita na ciência, na história, na realidade, o direito das nações genéticas a existirem e a governarem-se de acordo com os seus próprios interesses..




terça-feira, 2 de junho de 2015

O passado sexual tem consequências (embora muitas mulheres pensem que não)

Modificado a partir do original de Vox Day e Rollo Tomassi

Rollo Tomassi justapõe de modo astuto o conselho de Sheryl Sandberg dirigido às mulheres - delas passarem os melhores anos da sua vida com os machos Alpha e depois contentarem-se em casar com machos Beta ou Gammas - com a experiência real duma mulher que viu o seu passado a ser revelado de forma inesperada para o seu marido.

A história é a mesma de sempre: durante os seus anos universitários (e provavelmente durante o período anterior a esse) a esposa esteve envolvida em várias cenários sexuais com vários colegas universitários - várias vezes.

Estes cenários sexuais incluíam menages-a-trois e coisas que nem vale a pena mencionar.

Num belo dia, o marido deu por si a saber todo o passado sórdido da sua esposa através dum amigo comum (que provavelmente também se "serviu" dela).

Quando a sua esposa ficou a saber que o seu marido havia tomado conhecimento do seu passado, ela publicou um texto (entretanto apagado), falando tudo aquilo que é normal em situações deste tipo. Ela estava "com medo" e "assustada" com a reacção dele, e temia que ele pudesse pedir o divórcio. O texto que se segue é o segundo texto que ela fez sobre esse assunto:
Até esta manhã, nós ainda não dormimos na mesma cama e nem dissemos mais do que 10 palavras um para o outro. Quando acordei, ele andava dum lado para o outro com dois cafés na mão. Fez-me sentar na nossa mesa da cozinha e finalmente abriu-se para mim.

Basicamente, ele sente que foi "enganado" (palavras dele) neste casamento, dizendo que ele nunca me iria namorar, e muito menos casar, se ele soubesse o que sabe hoje. A ideia que ele tinha de mim havia sido irremediavelmente danificada e ele já não me via "como alguém digna de ser sua esposa". (estou a citá-lo, o idiota!)

Para além do aspecto sexual, ele dise que já não confia em mim porque "escondi algo tão importante" dele durante toda a nossa relação. Nada do que eu pudesse dizer ou fazer o poderia convencer que esses erros passados não são reflexo da pessoa que eu sou hoje. Ele não estava zangado comigo, não me chamou de vadia e nem nada desse tipo. 
Nem por uma vez ele levantou a sua voz, e parte de mim gostaria que ele tivesse levantado a voz, embora eu não consiga dizer o porquê. Senti como se estivesse a ser despedida dum emprego.

E portanto, é assim. Vamo-nos separar. O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar as suas costas para mim sem pensar duas vezes. Ele nem teve a decência de discutir comigo previamente; aparentemente, ele visitou o seu advogado durante a semana e o "processo está em andamento" (palavras suas). Conhecendo-o como eu o conheço, nada o fará mudar de posição.

O meu marido é dono de vários negócios e nunca se casaria sem um acordo pré-nupcial. Eu assinei, pensando do fundo do meu coração que ele nunca, NUNCA, o iria usar. Bem, ele tinha a porcaria do documento esta manhã. Ele disse que pagaria o que restava dos meus empréstimos estudantis, coisa que ele não estava "legalmente obrigado a fazer".

Embora eu esteja grata por isso, vou-me encontrar com o meu advogado durante esta semana para ver se o acordo pode ser alterado no tribunal. Nós construímos uma vida juntos, dei-lhe 5 dos melhores anos da minha vida, e fui 100% fiel a ele; não mereço ser lançada fora como se fosse um pedaço de lixo.

E é isto. A minha vida voltada do avesso no espaço duma semana devido a algo que eu fiz há mais de 10 ANOS, ANTES DE EU O TER CONHECIDO.  É tremendamente asinino. O interessante é que, enquanto eu escrevia o post original, dentro da minha cabeça eu já sabia que ele tinha terminado tudo comigo. Ele já acabou com amizades e com parcerias profissionais por menos.
Tal como Rollo salienta:

Uma das desconexões primárias que as mulheres foram condicionadas a acreditar durante a sua Fase de Epifania é que o "homem bom" estará disposto a perdoar e esquecer as suas indescrições passadas. Na sua viagem de auto-exploração e auto-descoberta, as mulheres são encorajadas e adoptar uma dissonância cognitiva bastante apurada entre as pessoas em quem elas convenientemente se tornam e quais deveriam ser as consequências do seu passado.

Embora se espere que os homens assumam as suas responsabilidades como homens, e se espere que assumam as consequências dos seus falhanços, as mulheres da Fase da Epifania são encorajadas a convencerem-se a elas mesmas de que elas tornaram-se em pessoas diferentes - alguém que era "muito diferente" da pessoa que ela era durante os Anos Festivos.

O seu marido sente-se enganado porque ele foi enganado; enganado depois de descobrir a dupla personalidade da sua esposa pré e pós Fase da Epifania.

Parece que este cavalheiro está totalmente certo, e tardio, em relação à total falta de carácter da sua esposa, e ele está a fazer o que está certo em ver-se livre dela o mais rapidamente possível. Não só ela escondeu o seu passado a ele, mas agora que ela foi apanhada, ela está a tentar encontrar uma forma de escapar do acordo que ela concordou fazer, embora ele esteja a ir mais além das suas obrigações legais ao pagar os empréstimos estudantis dela (alguém está surpreendido que uma mulher como ela ainda tenha dívidas?)

O seu Imperativo Feminino do direito ao revisionismo histórico e ao estilo de vida a que ela estava habituada foi violado, e em vez de admitir os seus erros, ela está furiosa com as consequências dos mesmos.

As mulheres gostam sempre de pensar que o seu passado é irrelevante, o que é claramente estúpido se levarmos em conta que o passado informa-nos quem e o que é que somos hoje. E esse passado só pode ser totalmente entendido e aceite se for admitido; mentir em relação a ele é um absurdo porque,  mais cedo ou mais tarde, a maior parte das mentiras são eventualmente expostas.

Nem todas as pessoas são de visão curta o suficiente para viverem para o dia de hoje;  a maior parte das mulheres não se quer casar com homens desse tipo visto que esses homens tendem a não ser de confiança e tendem a ser incapazes de sustentar as esposas e as crianças.

Esperar que um homem com uma visão tão clarividente, capaz de fundar com sucesso múltiplos negócios e insistir que a mulher assine um acordo pré-nupcial, reaja como um músico cheio de drogas que não se lembra do dia de ontem, ou é incapaz de pensar para além do dia de amanhã, é um tipo de dissonância cognitiva que faz com que as mulheres da Fase de Epifania se coloquem numa posição problemática.

- http://goo.gl/5FKAtz

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Graças à internet, os homens podem ter um vislumbre mais correcto da natureza feminina agora que ela se encontra livre dos constrangimentos religiosos e das normais sociais - e a imagem que se está a consolidar na mente dos homens não é das melhores. Isso talvez explique o porquê dos homens estarem gradualmente a evitar o casamento, preferindo em seu lugar a vida reclusa (ou, pior ainda, a vida de "PUA").

O que interessa reter é que os homens não têm obrigação nenhum de aceitar relacionamentos sérios com mulheres que viveram a vida sexual que o feminismo lhes diz que lhes pertence. Apesar das tentativas constantes de alterar a psicologia masculina de modo a que esta abandone a sua preferência natural por mulheres castas, a realidade dos factos é que a esmagadora maioria dos homens não quer ter um relacionamento sério com uma mulher com um passado sexual "frutífero".

O feminismo está a deixar as mulheres ocidentais num estado permanente de alienação onde elas realmente pensam que o seu comportamento está livre que qualquer crítica ou censura precisamente porque são mulheres.

Note-se que a mulher citada no texto realmente acredita que os eventos que se desenrolaram "há mais de 10 anos" nunca deveriam ser levados em conta nos dias de hoje. O que ela aparentemente não entende é que 1) esse passado altera (reduz) de forma drástica e seu valor marital e 2) o facto dela ter escondido essa informação ao marido revela que ela estava ciente que isso afectaria a forma como ele olha para ela.

Note-se também na forma como ela diz que "O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar-me as suas costas sem pensar duas vezes" sem no entanto se aperceber que a aliança do casamento se baseia na verdade e na honestidade - coisas que ela não exibiu ao ocultar o seu sórdido passado sexual ao seu "suposto parceiro-para-toda-a-vida".

Resumidamente: as mulheres são (obviamente) livres para escolher como viver a sua vida, mas os homens são mais livres ainda para rejeitar mulheres que não estão de acordo com o seu critério marital. Isto não é "machismo", nem "opressão" e nem "dualidade de critérios"; isto nada mais é que a biologia a superar a ideologia.



quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sexualidade feminina e a "protecção" do Estado

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" Jeremias 6:23

As mulheres modernas odeiam de todo o facto da restrição da sexualidade feminina ser um elemento fundamental para a civilização. Mas o facto é que se a sua sexualidade  não for restringida pelos pais e pelos maridos, homens que querem o seu bem, então a sua sexualidade será repetidamente abusada por homens que não querem o seu bem - e não há nada que as mulheres possam fazer em relação a isso.

E elas podem colocar de lado a hipótese do Estado ser seu "protector" porque o Estado tem "outras prioridades"  politicamente mais vantajosas para si. Isto é algo que as mulheres podem começar a ver, levando em conta o que aconteceu em Rotherham:

Vicky, hoje com 27 anos e a estudar para ser paramédica, é uma das inúmeras jovens aliciadas por gangues predatórios de homens Paquistaneses que tiveram permissão para deambular por South Yorkshire  com impunidade quase total durante este tempo todo. 
Ela lembra-se de ser levada de noite de táxi do centro da povoação, na parte final de Ship Hill, onde multidões se juntam perto de takeaways e raparigas menores são vistas como alvos fáceis.

“Nós vínhamos para nos divertirmos na noite, e eles ficavam à nossa espera nos seus carros,” diz Vicky.
 
“As minhas amigas já os conheciam antes de eu os conhecer, e haviam dito que eles tinham cervejas e coisas desse tipo. Nós éramos levadas para aquelas casas grandes em Rotherham e Sheffield e eles tentavam sempre dar-nos algo para beber e drogas. Eu estive "contaminada" algumas vezes, visto que em algumas ocasiões eles deram-me ecstasy e cocaína . Eu sabia o que eles queriam de mim. Ainda me lembro de ser chamada de "gori suja" [Calão Paquistanês em referência à mulher branca] que é o que eles costumavam dizer de nós.

“Houve uma ocasião em que eu fiquei "tocada" com algo e acabei por ficar no estado certo. Tinha 15 anos e tentei caminhar para casa, mas não consegui chegar à porta. O meu pai atirou café sobre mim para ver se eu acordava. Depois disso, eu fugi durante duas semanas.
 
Uma das minhas amigas foi com um homem e acabou por ser levada durante alguns dias e violada. Ela disse o que lhe aconteceu à polícia mas nada foi feito em relação a isso.
Note-se que ela fugiu do único homem que não queria nada dela a não ser o seu bem. À medida que a civilização Ocidental entra em declínio, todas as protecções nas quais a mulher moderna deposita a sua confiança, na sua busca por liberdade sexual absoluta, irão desaparecer.

Se a mulher moderna realmente prefere ser uma gori suja e não uma esposa, uma filha, e uma mãe com a sua sexualidade restrita, então existem milhões de bárbaros dispostos a drogá-la e a violá-la logo de seguida.

Claro que o facto dela ter que ser drogada e sexualmente violada indica que essa não era uma escolha que ela faria com conhecimento de causa se ela realmente entendesse as consequências de se escolher a protecção dum governo indiferente em vez da protecção do homem que quer o seu bem.

O Estado não te vai proteger. Esta é a mensagem que tem que ser dita às jovens mulheres. O Estado não se preocupa contigo e, independentemente do que as tuas líderes feministas te digam, o Estado não te irá proteger.

O melhor protector que a mulher tem - e pode vir a ter - é o homem que quer o seu bem físico, emocional e psicológico (pai, marido, irmão mais velho, etc) - isto é, exactamente a pessoa que as feministas tanto atacam.

Algumas feministas começam a notar que algo não está a correr como planeado, mas recusam-se a identificar a causa do problema (esquerdismo).

Ler também: A autonomia acima da segurança

Modificado a partir do original de Vox Day



sábado, 8 de novembro de 2014

Mulheres são mais susceptíveis de preferir um homem como chefe

Por Vanessa Wong e Natalie Kitroeff

As mulheres que batalham para que haja uma presença alargada de mulheres nos níveis mais elevados da administração empresarial enfrentam pelo menos um obstáculo: a maior parte dos funcionários não as quer lá. Apenas 1/5 das pessoas inquiridas pela Gallup durante esta semana preferiu uma mulher como patrão, e não um homem. Um terço preferiu um homem como patrão, e os restantes não tinham opinião.

A pesquisa, que recolheu respostas junto de mais de 1,032 adultos a viver nos EUA, apurou que as mulheres eram mais susceptíveis que os homens de preferir um homem como chefe: 39% das mulheres queriam ser lideradas por um homem, comparados com os 26% de homens que preferiram ter um homem como patrão. Nos 60 anos que a Gallup já leva a cabo esta pesquisa, as mulheres nunca preferiram ter uma mulher como chefe.


A ausência de fé na liderança feminina junto de algumas mulheres pode estar parcialmente relacionada à amplamente propagada percepção negativa das mulheres em cargos de liderança, algo documentado em estudos científicos e pormenorizadamente no livro de Lean In, de Sheryl Sandberg (Directora de operações da Facebook).

Uma crescente pilha de evidências sugere que as mulheres não confiam, e podem minar, o trabalho de ouitras mulheres. Numa pesquisa levada a cabo em 2010 junto de 142 secretárias legais, nenhuma preferiu trabalhar para uma mulher (cerca de 47% não tinha preferência). Um post do blogue HBR ressalva que os homens ainda dominam a industria legal, e se "tens como plano engatar o teu vagão a uma estrela em ascenção, os homens são a melhor aposta."

Uma pesquisa de 2011 apurou que 95% das mulheres sentia que havia sido minada por parte de outra mulher pelo menos uma vez durante a sua vida profissional. Num estudo de 2008, as mulheres que trabalhavam para supervisoras sofriam mais stress do que aquelas que trabalhavam para homens supervisores, reportou o Wall Street Journal.

Um dos motivos que pode levar a que as mulheres desconfiem uma das outras é o facto de poderem sofrer sanções por se ajudarem mutuamente. Um estudo de Julho levado a cabo junto de centenas de mulheres executivas apurou que as mulheres seniores que trabalham de modo a avançar as carreiras de outras mulheres recebem avaliações mais negativas por parte dos seus superiores.

Seria tentador assumir que a tendência irá mudar à medida que a geração mais jovem ascende nos rankings, mas os dados da Gallup sugerem, no entanto, que muitos que fazem parte da geração milenar [aqueles que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000] continuarão a preferir não ter uma mulher em cargos de liderança. 



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As mulheres são mais susceptíveis que os homens de preferir ter um homem como chefe (e não uma mulher). De que forma é que as feministas tencionam resolver este "problema"?

Como sempre, o feminismo encontra-se repleto de inconsistências internas (algo comum nas ideologias que não acreditam numa verdade absoluta): se as próprias mulheres não querem ter mulheres como chefes, então de que forma é que uma verdadeira feminista pode apoiar a ideia de que deveriam existir mais mulheres chefes? Certamente que o feminismo não pode ser uma ideologia que força as mulheres a aceitar coisas que elas não querem.

Para as pessoas que estão mais alertas em relação à psicologia feminina, não existe qualquer tipo de dicotomia: as mulheres estão sempre em competição intra-sexual e como tal, dentro do ambiente de trabalho as mulheres olham para as outras mulheres como rivais pela atenção masculina. Para além disso, é mais difícil para uma mulher assegurar a sua posição tendo uma mulher como chefe do que tendo um homem.


Portanto, sempre que o movimento feminista exigir a presença mais mulheres em cargos de liderança, temos que levar em consideração que essa posição não é mantida pela maioria das mulheres.






terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promiscuidade feminina e felicidade matrimonial

Daily Mail

Segundo uma nova pesquisa levada a cabo pelo National Marriage Project, mais de metade das mulheres que só haviam tido relações sexuais com o marido actual sentiam-se bastante satisfeitas no seu casamento. Mas esta percentagem caiu para 42% mal as mulheres que haviam tido relações sexuais com pelo menos 2 parceiros, e caiu 22% para as mulheres que tinham tido 10 ou mais parceiros.

Com os homens, o seu número de parceiras sexuais não parece influenciar a felicidade que eles sentem dentro do casamento. Os pesquisadores disseram que o estudo mostrou que o sexo com muitos parceiros "pode ser arriscado" se a mulher está em busca dum casamento de qualidade. O mesmo estudo conclui:

Lembrem-se de que aquilo que vocês fazem antes de casar parece ter um impacto notável na vossa vossa futura vida matrimonial.

Os dados recolhidos foram apresentados no artigo 'Before 'I Do': What Do Premarital Experiences Have to Do with Marital Quality Among Today’s Young Adults?', e publicados na Universidade da Virginia.

O relatório, escrito por Galena K Rhoades e Scott M Stanley, defende que a primeira conclusão a ser retirada do estudo é "O que acontece em Las Vegas, não fica em Las Vegas". Segundo eles, isto significa que as nossas experiências passadas, especialmente no que toca ao amor, estão directamente associadas à nossa futura qualidade matrimonial.

Os pesquisadores disseram que as mulheres que tiveram mais parceiros sexuais tinham mais dificuldades em firmar-se no compromisso com o esposo uma vez que estavam cientes das alternativas. Eles acrescentaram também que quantos mais as pessoas passam por separações, mais susceptíveis elas são de terem uma "visão mais apodrecida do amor", o que pode afectar os relacionamentos futuros. O relatório diz:

Muitos da geração YOLO ("you only live once" = "Só Se Vive Uma Vez") acreditam que o que acontece na juventude não irá afectar o seu futuro, mas a nossa pesquisa revela algo totalmente diferente. Isto não significa que o sexo antes do casamento irá condenar o casamento, mas o sexo com muitos parceiros distintos pode ser arriscado para alguém que busca um casamento de qualidade.

Ter tido mais relacionamentos amorosos antes do casamento significa também ter mais experiências de separação. Uma história de múltiplas separações pode fazer com que as pessoas tenham uma visão mais pobre do amor e dos relacionamentos.

O estudo apurou também que os casais que haviam tido mais do que 150 convidados no casamento tinham uma qualidade matrimonial superior com o passar do tempo:

Somos de opinião de que isto centra-se no facto de se fazer uma declaração pública de compromisso e ter um apoio comunitário. Quanto mais apoio o casal tiver, mais eles serão capazes de navegar através das ocasionais águas conturbadas associadas ao casamento.

O estudo analisou os relacionamentos duma amostra nacional representativa na América composta por 1,294 homens e mulheres solteiros com idades entre os 18 e os 24. Os pesquisadores acompanharam-nos durante um período de cinco anos. Por essa altura, 418 estavam casados. Apenas 23% das pessoas que se casaram durante a pesquisa havia mtido sexo apenas e só com a pessoa com quem se tinham casado.

..

Este tipo de informação ressalva a importância de casar com uma mulher com um número de parceiros sexuais baixo ou igual a zero, especialmente para a maioria dos homens que não se enquadram dentro da definição de "macho alfa". Cada parceiro adicional que a mulher teve aumenta as probabilidades dela ser uma Viúva dum Alfa (ver mais embaixo), e apenas estar a ficar com um homem por não ter mais opções (e vir a qualificar o teu casamento de "insatisfatório").

Este tipo de informação é uma que as mulheres também têm que levar em conta. O custo do sexo fora do casamento é uma redução da felicidade matrimonial na ordem dos 21%, na eventualidade dela vir a sentir-se altamente realizada no casamento. E o custo da promiscuidade pré-matrimonial é uma redução na ordem dos 58%, na eventualidade de vir a existir felicidade matrimonial.

Isto não significa que o homem deve rejeitar automaticamente a mulher que já teve mais do que 10 parceiros sexuais; afinal, há 25% de hipóteses dela sentir-se feliz no casamento. No entanto, essas probabilidades não são suficientes para dar tranquilidade a um homem com a intenção de casar.

"Viúva dum Alfa" ou "Viuvez Alfa" é a descrição dum comportamento observado nas mulheres, e não algo criado com o propósito de assombrar os maridos com um estatuto sexual-social baixo.

O Steve já está comigo há 50 anos, e Ron há 47, mas nenhum deles é o homem com quem me casei, e nunca mais falei com eles desde que tinha os meus 20 anos. Ao mesmo tempo, não há a mínima dúvida que isso perturbou o meu casamento com o Olly, o homem que tem estado ao meu lado há 40 anos.

Dei por mim a pensar neles à medida que lia a pesquisa que nos informava que as mulheres que eram promiscuas antes do casamento eram mais infelizes no matrimónio do que as mulheres que entraram virgens para o casamento. A minha primeira reacção foi: porque é que as coisas são assim?

Eu sempre acreditei que um bocado de experiência, tanto no amor como no sexo, era algo benéfico para o nosso entendimento do que realmente queremos quando escolhemos um parceiro para toda a vida. Ter uma história a qual se referir - assentar sem ter uma ideia do que o mundo tem para oferecer - parece ser uma receita para o desastre e não para a satisfação.No entanto, não dá para negar que os meus antigos parceiros fizeram sentir a sua presença no meu casamento - chegando até a colocar em causa o meu compromisso.

Segundo Susan Nolen-Hoeksema, psicóloga de Yale e autora do livro Women Who Think Too Much, as mulheres, muito mais do que os homens, são muito mais susceptíveis do que os homens a pensar no rumo que a sua vida teria tomado se elas tivessem ficado com alguns dos parceiros mágicos da altura - se a excitação teria ficado, e se isso teria produzido um relacionamento muito mais satisfatório que o actual.

Da forma como eu vejo, estas fantasias são fantasmas poderosos, assombrando as zonas ocultas da nossa psique, prontos a manifestarem-se e a causar problemas, se lhes dermos essa chance. Certamente que o meu casamento fica assombrado quando, depois da primeira década de casamento com o Olly, pequenas coisas que na altura nada mais eram que imperfeições passaram a ter um significado maior.

Note-se que a Viuvez Alfa não se centra primariamente no sexo, embora seja aí que os fantasmas dos Alfas se formem. Mesmo depois de 40 anos de casamento, esta mulher ainda se encontra presa às memórias de dois homens em particular que causaram uma impressão duradoura na sua psique sexual; nem chegar a ser surpreendente que um deles a tenha deixado porque achava a fidelidade como algo "difícil".

E note-se que a insegurança masculina não é responsável pelo facto das mulheres literalmente colocarem em causa o seu compromisso de quase meio século devido a experiências sexuais passadas. O facto simples e facilmente observável é que mulheres com experiência sexual têm mais dificuldade em estabelecer uma ligação com o marido e viver de acordo com os compromissos matrimonias. Isto não quer dizer que é impossível ela fazer qualquer uma das duas, mas sim que isso é um desafio enorme para que ambas as partes têm que reconhecer e ultrapassar - especialmente a esposa.

Para o homem com intenções matrimoniais, a forma mais lógica de evitar este tipo de complicações é ignorar as mulheres com uma experiência sexual proibitiva, e focar a atenção nas mulheres castas

Fonte do comentário: http://bit.ly/1u1ljCc

* * * * * * *

Quanto mais parceiros sexuais a mulher tem, menores são as probabilidades dela (e não o marido) se sentir satisfeita no casamento. A lógica leva-nos a inferir que a mulher que realmente quer um casamento de qualidade, guarda-se para o seu futuro marido. Como o feminismo defende não existir qualquer tipo de consequência negativa na promiscuidade feminina, nós podemos inferir também que e o feminismo não quer que a mulher tenha um casamento feliz.

Mas isso já nós sabemos





sábado, 3 de agosto de 2013

O desporto feminino como parasita do génio masculino

Por Vox Day

O apelo em favor duma versão feminina da Volta à França é uma demonstração da forma como as mulheres no geral tendem a parasitar sobre a criatividade masculina:

"O que veio primeiro, a galinha ou o ovo?" Sigam a minha linha de pensamento porque esta frase batida pode ser aplicada ao ciclismo feminino. Há anos que os críticos alegam que uma versão feminina da Volta à França não teria qualquer tipo de audiência ou patrocínio. Sem um (a galinha) certamente que não teremos o outro (o ovo). E vice-versa.

Mas reparando no que tem acontecido nas últimas semanas, a primeira "razão" que os críticas dão para não se dar início a uma corrida feminina - uma suposta falta de audiência - é quase de certeza falsa. Teve início no princípio deste mês uma petição apelando para o início duma Volta à França feminina e ela conta já com 70,000 assinaturas (e em crescimento). Certamente que se os activistas conseguirem provar que existe audiência, o ovo - patrocínio - se seguirá, correcto?

Chega de comparações entre o ovo e a galinha por agora. O meu ponto de vista é simples. A petição em questão foi iniciada por várias mulheres-chave do mundo do ciclismo - incluindo a antiga campeã do mundo e vencedora Olímpica Emma Pooley bem como a vencedora Olímpica de corrida de rua Marianne Vos – e já obteve um enorme impulso num curto espaço de tempo.

Com Chris Froome nas notícias durante as últimas semanas a pedalar para a glória na Volta à França, este parece ser o momento certo para uma corrida feminina.

Pensemos um pouco nisto: o que é que impede estes 70,000 assinantes da petição de criar uma Volta a França feminina no momento que eles assim o desejarem? Eles podem fazer exactamente o que Henri Desgrange fez em 1903: obter o patrocínio dum jornal, atrair 60 participantes, e levar a cabo a corrida. Não existe nada a impedir as pessoas de fazer exactamente isso.

De facto, existem já várias corridas femininas que contam com mais participantes que a Volta à França original. De modo geral, essas corridas tendem a ser mais curtas, mas, se assim o desejarem, os directores dessa hipotética Volta à França feminina podem sempre aumentar a duração da corrida.

Em vez disso, o que as mulheres [igualitárias] querem é que o Tour de France leve a cabo uma versão feminina da mesma, pague o mesmo prémio que é pago aos homens, e que gere a ilusão de que a corrida feminina é do interesse dos entusiastas e digno do mesmo respeito. 

Os directores do Tour estão a fazer o mais certo ao ignorarem pura e simplesmente estas parasitas, mas o mais certo seria declarar que o Tour não é um evento masculino nem feminino, mas sim uma corrida igualmente aberta a todos os homens e mulheres que se consigam qualificar. Se eles quiserem ser particularmente cruéis, eles podem aceitar uma dada equipa feminina e demonstrar o quão longe ela avançaria.

A NBA teria poupado muito dinheiro se, em vez de esbanjar milhões com a WNBA [ed: a versão feminina da NBA] , tivessem criado uma equipa all-star 100% feminina e a colocassem na NBA. Isso provavelmente seria hilariante, mas provavelmente venderia mais bilhetes do que a WNBA alguma vez vendeu.

A maneira mais defensiva de se lidar com igualitárias é forçá-las a lidar com a genuína igualdade, e desde logo esfregar o facto das diferenças biológicas na sua cara. Isto não as impedirá de falar no "impacto díspar", ou no não-existente privilégio e outros contos de fadas esotéricos "aprendidos" nos cursos de "Estudos Femininos". Mas tudo isto são fugas para os factos. 

Claro que a melhor forma de lidar com estas parasitas igualitárias é mandar-lhes dar uma volta e esperar que elas criem a sua própria organização.

O verdade dos factos é que já houve uma Tour de France feminina entre 1984 e 2009, e tal como todos as ligas desportivas que envolvem mulheres a practicar desportos masculinos, foi um fracasso total. 

* * * * * * *
"Concordar e amplificar" é uma forma válida de exigir que as igualitárias revelem o seu bluff. 

* Se querem tomar parte nas forças militares, certamente que não verão com maus olhos a criação dum batalhão militar 100% feminino, e enviado para o Afeganistão ou para o Iraque.

* Se as capacidades policiais femininas são virtualmente idênticas às dos homens (alegação confirmada pela sua luta em favor do "salário igual", o que supõe capacidades iguais), então não há problemas em enviar só mulheres para as manifestações mais perigosas das cidades. Se se faz isso com os homens, porque não com as mulheres?

Onde estão as igualitárias?
* Se as capacidades físicas das mulheres são iguais às dos homens, então não há problemas em competirem uns contra as outras. Formar ligas desportivas mistas seria o pináculo da igualdade feminista. Quantas feministas estão dispostas a lutar por essa "igualdade"? Nenhuma, porque as feministas não querem igualdade mas tratamento especial sempre que possível (por via do facto de ser mulher), e "igualdade" quando lhes é rentável.

A realidade dos factos é que existem desportos que, pela sua própria natureza, não foram feitos para as mulheres. Isto não significa que as mulheres não os podem practicar, mas sim que elas nunca os practicarão tão bem como os homens. Uma vez que elas nunca os practicarão tão bem como os homens, as igualitárias não podem de maneira nenhuma esperar que exista entusiasmo igual para esse desporto tal como existe quando o mesmo desporto é practicado por homens.

No caso da Tour de France, incapazes de gerar publicidade com o seu próprio esforço, elas querem que o esforço masculino (na criação e atracção de público) seja a cama financeira onde os seus anti-naturais sonhos (ou desilusões) igualitários se deitem confortavelmente e a sua ideologia misândrica se veja "validada".





terça-feira, 19 de março de 2013

Os relutantes racistas esquerdistas


Uma mulher esquerdista admite de modo relutante que o vibrante multiculturalismo e a imigração em massa lhe estão a tornar numa racista relutante:
Durante os anos 90, quando eu aqui cheguei, esta parte de Acton era uma área tradicional da classe operária. Hoje, não há qualquer indício desse tipo de comunidade - essa palavra tão estimada pela Esquerda. No seu lugar, isto foi transformado num gigantesco campo de transição, e não é o lar de ninguém. A escala da imigração dos últimos anos criou comunidades por toda a cidade de Londres que não precisam - nem querem - interagir com aqueles que não fazem parte da sua comunidade.

As coisas nem sempre foram assim: desde os anos 90 do século 19 que milhares de operários Judeus, Irlandeses, Afro-caribenhos, Asiáticos e  Chineses, entre outros, chegaram à capital, muitas vezes substituindo a população indígena. Sim, havia racismo odioso evidente e discriminação, não nego isso, mas, através dos anos, acredito eu, nós conseguimos gerar uma mistura feliz de incorporações e aspirações mutuas, com pessoas distintas a caminhar sobre os mesmos pavimentos, mas a regressar para casas distintas - algo que os Americanos chamam de "segregaçaõ do pôr-do-sol".

Mas actualmente, apesar dos sonhos multiculturalistas, a segregação intencional está a ser cada vez mais ecoada pela população branca - o número de pessoas brancas a abandonar as nossas cidades está a aumentar. Eu mesma já tomei a decisão de abandonar a minha área de residência, seguindo os passos de muitos dos meus vizinhos.

Eu realmente não quero ir. Trabalhei arduamente para chegar a Londres, para arranjar um bom emprego e para comprar uma boa casa, e com tal, gostaria de ficar aqui. Mas sinto-me estrangeira nestas estradas, e todas as "boas zonas", com estradas seguras, boas casas e cafés aprazíveis, estão bem para além das minhas capacidades financeiras.


Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

É triste que eu me esteja a mudar não por razões positivas, mas para fugir de algo. Se algum dia alguém me perguntar, será que serei capaz de dizer a verdade? Não posso fingir que estou preocupada com as escolas locais, e como tal, talvez diga que é por uma oportunidade de ter uma conversa com alguém sobre a cerca do jardim. Mas na realidade, eu já não preciso de uma desculpa: a imigração em massa está a fazer de todos nós racistas relutantes.
Não é de estranhar que as vozes esquerdistas que mais defendem as glórias da imigração vivam em áreas quase 100% brancas (ou seja, muito monoculturais). Pior, muitos líderes das minorias (tais como Al Sharpton) evitam viver em áreas que "vibram" com o multiculturalismo e a imigração que ele mesmo promove.


Ao mesmo tempo que isto acontece, milhares de idiotas úteis, defensores da imigração em massa e do controle de armas - que não têm meios de viver onde vive a elite esquerdista, rodeados de seguranças e brancos ricos -  fogem das suas comunidades multiculturais em direcção às comunidades que outros esquerdistas passaram os últimos 50 anos a atacar. As suas acções falam mais alto que as suas palavras, e a suas palavras são muito mas segregacionistas e racistas do que as palavras alguma vez ditas pelas pessoas que estes mesmos esquerdistas qualificam de "racistas".

* * * * * * *

A imigração em pequenos números tende a fortalecer a sociedade; a imigração em massa, por outro lado, nada mais é que invasão. Ela destrói a sociedade através da ocupação, perturbação e substituição da população indígena pela população colonizadora.

O mais horrível desta história não é o facto desta idiota útil finalmente se aperceber que as politicas esquerdistas que ela tem defendido durante quase toda a vida são socialmente destrutivas, mas sim o facto desta destruição social ser algo planeado, pensado e levado a cabo. E um dos propósitos desta destruição via imigração está bem patente no que esta idiota útil afirmou:

Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

Ou seja, com a imigração em massa gera-se um fosso permanente entre os muito ricos (esquerdistas) e o resto do povo, consolidando assim o poder da esquerda militante, e precavendo qualquer subversão futura das forças políticas vigentes. Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, "pobre não faz revolução", e como tal, quanto mais pobre for a sociedade, melhor é para a elite esquerdista.

Outra coisa notável dos idiotas úteis é que eles só se apercebem do erro da sua visão do mundo quando a SUA VIDA choca com os interesses da elite esquerdista dominante. Sem dúvida que esta mulher aliou a sua voz à dos marxistas culturais quando estes acusavam de "racismo" todos aqueles que avisavam a Inglaterra dos perigos da imigração em massa. Hoje, depois da SUA VIDA ter sido afectada com essa imigração em massa, é que ela começa a ver que quem lançou os avisos tinha razão.

A mente do esquerdista é mesmo assim: solíptica, egocêntrica e egoísta; a realidade só o é de facto se ela se estiver de acordo com as suas experiências pessoais diárias. Se o idiota útil não sentir na pele os perigos dos quais ele é avisado, ele não vai mudar a sua visão do mundo. Como disse Yuri Bezmenov, só quando bota esquerdista se firma no seu pescoço é que o idiota útil se apercebe que foi enganado pelas mesmas pessoas que financiavam o seu moviimento.   


O depoimento desta mulher esquerdista é apenas mais um da crescene onda de insatisfação por parte dos indígenas brancos europeus. Uma vez que a elite esquerdista não tem planos para mudar a sua forma de agir, é seguro afirmar que este tipo de confissões esquerdistas cresçam exponencialmente.



sábado, 23 de fevereiro de 2013

Liz Jones lamenta o fim da era do cavalheirismo


Caras mulheres, deixem-me afirmar que a era do cavalheirismo morreu! Ontem, enquanto saia dum parque de estacionamento em ­Kensington, Londres, descobri que a direcção-assistida do meu BMW havia deixado de funcionar. O carro pura e simplesmente não se mexia. Felizmente eu encontrava-me num beco sem saída e não numa autoestrada.

Parei e tentei empurrar o carro. . . . Enquanto isso, liguei os quatro-piscas. Perto de mim encontrava-se um edifício cheio de homens com casacos fluorescentes, parados e sem demonstrar o minimo interesse em me ajudar. Eles conseguiam ver o meu apuro quando levantei o capô do carro e olhei para o motor.

Voltei para o carro, peguei no telemóvel e liguei para os serviços de assistência da BMW para resolver o problema do carro. Enquanto isso, eu chorava. Nenhum dos homens se incomodou para me ajudar. Em vez disso, sabem o que o homem Britânico fez? Três taxistas passaram por mim, agitando os seus punhos e praguejando contra mim. Nem se dava o caso de eu estar a bloquear o trânsito ou coisa que se pareça.

Outro condutor saíu do seu carro e encostou o seu punho contra o meu. "Sua vaca!" gritou ele. [ed: em inglês lê-se ‘You f****** cow!’]

No meio disto tudo, um homem, responsável pelo parqueamento, chamou-me a atenção batendo ligeiramente no vidro do passageiro. "Não consigo ouvi-lo," disse eu. "Porque é que você não bateu no vidro do condutor?"  Sabem o que ele disse? "Para fazer isso, eu teria que me colocar na estrada, o que poderia causar a que eu fosse atropelado."

O porteiro que se encontrava à porta do Kensington Close Hotel aproximou-se para ver o que poderia fazer. Ele disse que este tipo de coisas não eram de todo incomuns. O porteiro aparentava ter perto de 70 anos, o que explica muito. São os jovens - até aos 40 anos - que se comportam como palhaços/desajeitados [inglês: "louts"].

Eu dantes pensava que era só o meu ex-marido que deixava que eu colocasse gasolina no carro enquanto ele ficava sentadinho e quentinho, no lugar do passageiro, mas se esta minha experiência pode ser extrapolada, então posso dizer que o comportamento do meu marido é um fenómeno geracional. Tal como disse James May esta semana (Top Gear) os jovens perderam a sua masculinidade ao não serem capazes de consertar nada. E esta perda de bons modos é muito pior.

Jovens trabalhadores britânicos, vocês deveriam ter vergonha! Será que este tipo de homem asneirento venceu-nos a guerra? Nós não precisamos de mais porta-aviões; precisamos sim, de homens que não sejam porcos, ignorantes e rudes.

* * * * * * *

Voz Day acrescenta:

Tenho que admitir, sinto-me encorajado com o comportamento do homem inglês moderno em relação ao sexo igual. No passado, os homens desceriam em massa para ficar com a honra de ter ajudado uma mulher forte e independente em apuros. Actualmente, a geração mais nova nem pestaneja quando vê uma mulher em lágrimas e a agir de maneira desesperada como forma de obter alguém que lhe resolva o problema. Isto é muito inspiracional!

No entanto, quando elas são reduzidas a uma poça frenética devido à sua incapacidade de lidar com um motor de combustão interna, não chega ignorar o sexo igual e, como dito pelo PM Britânico, o sexo mais talentoso. Em tais casos, eu acho que o dever realmente exige que apontemos o dedo e soltemos gargalhadas ruidosas.

O Código de Cavalheirismo Moderno:
  1. Eu não servirei nem reconhecerei o imperativo feminino.
  2. Eu respeitarei de forma rigorosa todas as alegações femininas em torno da igualdade e evitarei tratá-las de maneira, forma ou modo diferente daquele que trataria um homem.
  3. Se por acaso eu me deparar com uma mulher forte e independente a chorar em público, não ocultarei a minha satisfação.
* * * * * * *
Como é normal, a mulher moderna só se apercebe que há algo de errado com os homens quando isso lhes aflige pessoalmente. Enquanto os homens são prejudicados pelo sistema de ensino, ou pelo sistema prisional, ou ainda pelos serviços de saúde, mulheres modernas, fortes e independentes como a Liz Jones não escrevem editoriais para o Daily Mail a apontar para esses factos. Só quando isso lhes perturba a vida de modo pessoal é que a mulher sob o feitiço da ética social actual - feminismo - se apercebe que há algo de errado.

Outra coisa que convém notar é que o comportamento do homem moderno é consequência directa da forma como as mulheres agem para com eles. Dito de outra forma, se a Liz Jones correctamente observa que os homens modernos não estão minimamente motivados para agir de forma "cavalheiresca" para com as mulheres, todas as Liz Jones deste mundo têm que tentar saber o que é que levou a esta mudança de comportamento. O sintoma está identificado; resta agora apontar as causas.

Antigamente, na era do "patriarcado opressor", muito dificilmente uma mulher se acharia na situação em que Liz se encontrou sem ser ajudada por vários homens. Isso é o normal porque os homens têm grande satisfaçao em ajudar, proteger e cuidar das mulheres. No entanto, se toda uma cultura se dedica a criticar o comportamento genuinamente masculino (que inclui - mas não se limita - agir de forma protectora em relação as mulheres), é mais do que óbvio que os homens não se sentirão minimamente motivados para agir de uma forma que é considerada "machista", "preconceituosa" e "antiquada".

Portanto, se as mulheres querem o homem de antigamente, elas têm que agir como antigamente. Na era da igualdade, a mulher vai ser tratada tal como ela quer: como igual.

Forte e independente

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