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sábado, 9 de junho de 2018

A maçonaria e o genocídio

A maçonaria ofereceu ao mundo estas revoluções sangrentas:

- O assassinato de 17 mil sacerdotes (padres) e 30 mil religiosos durante o ano 1789, primeiro ano da Revolução Francesa;

- A morte de 250 mil Católicos durante a Batalha de Vendéia entre os anos de 1793 e 1796 (1/4 de milhão de Católicos em apenas 3 anos) somente porque rejeitaram e resistiram à república maçónica, quando os maçons derrubaram a Monarquia Católica;

- Financiou a Revolução comunista na Rússia em 1917;

- A morte de 30 mil Cristeros (Católicos) no México entre os anos de 1926 e 1929;

- O assassinato de meio milhão de Católicos entre os anos de 1936 e 1939 durante a Revolução Comunista na Espanha;

- A maçonaria utilizou a república para destronar os Reis Católicos e levar o caos ao povo Cristão para que posteriormente pudesse implantar o seu liberalismo sobre os escombros, e levar à apostasia as nações!

Nota:

- Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista de 1848 a mando da maçonaria; ele era maçom do grau 31;

- Lenine entrou na maçonaria em 1914 na loja mais subversiva: Das Nove Irmãs;

- Trotsky em 1917 entrou na maçonaria judaica na loja B'nai B'rith.

Além de tudo isto, a maçonaria está por trás do financiamento e promoção do aborto da união homossexual, através do alto escalão da NOM (Nova Ordem Mundial).

Fonte: http://bit.ly/2JpdTY7
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O sangue da opressão

Feministas emancipadas adoptaram uma nova forma "original" de combater o patriarcado opressor: usar calças brancas manchadas com o sangue da sua menstruação. O texto que se segue foi escrito por uma feminista.

Sangre Menstrual, grupo artístico espanhol, veio para as ruas usando calças brancas e calções brancos manchados com o sangue da sua menstruação, como forma de dar apoio ao seu "Manifesto pela Visibilidade do Período". O grupo escreveu o manifesto como forma de ressalvar que, ao tentarmos esconder o nosso período, uma função corporal perfeitamente natural, estamos a tomar parte no sistema patriarcal e, de modo efectivo, a punir-mo-nos por sermos mulheres.

Mas porquê? Porque é que a menstruação nos deixa tão desconfortáveis?

As senhoras da "The Red Web Foundation" estão a trabalhar de modo a promover uma abordagem mais positiva e saudável em relação à menstruação através da educação, de produtos saudáveis para a menstruação, e da criação duma comunidade que olha de forma positiva para o período. E o seu trabalho não poderia ter chegado em melhor altura. Afinal de contas, alguma vez ouviram uma mulher a dizer, de forma animada, "Oh, nem posso esperar" A Tia Flo* está quase a visitar-me!"? Não; em vez disso ouvimos murmúrios e lamentações em torno do aproximar da "maldição".

[*"Flo" é um jogo de palavras com a palavra "flow" que, neste contexto, significa "fluxo"]

De facto, a "Red Web Foundation" declara desta forma a razão da sua existência:

Visto que na cultura mainstream a menstruação é frequentemente mal entendida e muitas vezes é considerada inconveniente, pode ser difícil para as mulheres ou para as meninas encontrar informação compreensiva e orientação acerca do seu corpo e do seu lugar no mundo como mulher.

A menstruação foi socialmente construída para ser um período de castigo associado ao início da vida de mulher, e embora nós possamos usar isto como uma oportunidade para celebrar o que significa ser mulher. optamos por deplorar a dor e o desconforto do sangramento das nossas partes femininas.

Na sua curta dissertação "Se os Homens Pudessem Menstruar", Gloria Steinem analisa o sexismo por trás do negativismo em torno do período. Ela pergunta, por exemplo, o porquê da habilidade de gerar vida não ter levado Freud a teorizar sobre a "inveja do útero" em vez da "inveja do pénis". Ela constrói também, e de modo gráfico, o mundo que surgiria....

.... se subitamente, e de modo mágico, os homens pudessem menstruar e as mulheres não. Claramente, a menstruação tornar-se-ia num evento masculino invejável e digno: os homens iriam-se vangloriar do quão longo e do quanto. Os jovens rapazes falariam disso como o invejado início da masculinidade. Presentes, cerimónias religiosas, jantares familiares, e despedidas de solteiro iriam marcar o dia.

Generais, políticos de direita, e fundamentalistas religiosos iriam citar a menstruação ("men-struation") como prova de que só os homens poderiam servir a Deus e servir o país em combate ("Tu tens que dar sangue para tirar sangue"), ocupar cargos políticos ("Pode a mulher ser propriamente feroz sem um ciclo mensal governado pelo planeta Marte?"), ser padres, pastores, o Próprio Deus ("Ele deu o Seu sangue pelos nossos pecados"), ou rabinos ("Sem a purga mensal de impurezas, as mulheres estão imundas")... Os programas de Tv iriam falar do assunto de forma aberta.

Claro que os intelectuais iriam oferecer os argumentos mais morais e lógicos. Sem o dádiva biológica de medir o ciclo da lua e dos planetas, como pode a mulher dominar qualquer disciplina que exija o senso de tempo, do espaço e da matemática - ou a habilidade de medir o que quer que seja? Na filosofia e na religião, como é que as mulheres iriam compensar o facto de estarem desligadas do ritmo do universo? Ou a sua falta duma morte simbólica e ressurreição todos os meses?

Resumidamente, iríamos descobrir, tal como já deveríamos ter descoberto, que a lógica está no olhar do lógico.

Leiam a dissertação inteira aqui!

Portanto, sim, o nosso período pode ser desagradável. As cólicas podem ser dolorosas. As nossas emoções ficam descontroladas. Mas a nossa menstruação faz parte do que é ser uma mulher; não é isso algo que deve ser celebrado?

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Sem dúvida que ser mulher é algo que deve ser celebrado - tal como ser homem - mas, claramente, existem outras maneiras de celebrar o facto de nascer com cromossoma XX do que andar com calças manchadas com o sangue da menstruação. E como o sangue da menstruação só aparece durante alguns dias do mês, seria interessante saber de que forma é que as feministas "celebram" o facto de ser mulher durante o resto do mês.





sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Abuso sexual de menores: “Pensava que não era crime”

Um homem, natural do Equador, abusou sexualmente de uma criança do sexo feminino -12 anos de idade - alegando que tal acto não é considerado crime no seu país.

A Audiência Providencial de Sevilha, em Espanha, condenou a três anos de prisão e ao pagamento de uma indemnização de 3 mil euros o jovem de nacionalidade equatoriana que abusou sexualmente de uma menina de 12 anos em casa dos seus tios sem que tivesse noção de que esta conduta constituía crime, "ao fazer parte da mentalidade do seu país de origem que as relações sexuais com uma mulher desde o momento do seu desenvolvimento são impunes".

Na sentença, consultada pela Europa Press, a primeira secção do Tribunal Providencial de Sevilha condena o violador - com 31 anos - como autor de um delito continuado de abusos sexuais no qual acorre um erro vencível de proibição por ignorar que um contacto carnal com uma menor de 12 anos é sempre crime. Erro que "pode ser evitado empregando um diligência objetiva e subjetivamente exigível".

A Audiência Providêncial considera provado que a menor, nascida em Janeiro de 1998, passou o Verão de 2010 em casa dos tios - La Algaba -, vivenda na qual o acusado, "por ser primo da tia da vítima, acudia com frequência", chegando mesmo a pernoitar com a menor.

Assim, "e conhecido" que a menor tinha apenas 12 anos, o responsável "aproveitou que os restantes moradores não se apercebessem e levou-a para um dos compartimentos da casa penetrando-a, ato que voltou a realizar dias depois".

É de acrescentar que o violador, "com grave e indevida ignorância, não teve consciência de que em Espanha esta conduta constituía crime, pois fazia parte da mentalidade do seu país que as relações sexuais com a mulher podem acontecer desde a sua adolescência sem punição".

A violação foi descoberta depois da mãe da menor se ter apercebido de algumas alterações na personalidade da criança. Procedeu então à denúncia desta calamidade.

Para além da prisão e da indemnização, a Audiência impôs ainda a proibição do acusado se aproximar a menos de 300 metros da menor.

Fonte
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Sempre muito elucidativo observar a forma como as teses "todas as culturas são moralmente iguais" ou "não existem verdades absolutas" desaparecem quando essas posições são levada até à sua consequência lógica.

Segundo o relativismo moral da era vigente, porque é que um imigrante se deve submeter ao código moral do país anfitrião? Não é isso uma forma implícita de afirmar que a moralidade do país que recebe os imigrantes é superior a dos imigrantes?

E ao se afirmar a superioridade moral duma cultura sobre a outra, não se está a refutar teses basiilares do multiculturalismo?



domingo, 9 de setembro de 2012

A Inquisição e os ateus


Levando em conta a quantidade de vezes que este assunto é levantado durante conversas e debates online com ateus comuns, é curioso que o livro de Richard Dawkins “The God Delusion” falhe em detalhar os "horrores" da Inquisição Espanhola. O falecido Christopher Hitchens evitava falar neste assunto, tal como o evita Daniel Dennett. Só o palhaço da "razão", Sam Harris, é suficientemente néscio para engolir a lenda antiga à medida que ele tenta qualificar as inquisições colectivas como um dos dois "episódios mais sombrios da história da fé."

No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica

Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.

A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.

Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Christians que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.)

Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel.

Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.

Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.

O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.

Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.

Mas o evento mais infame foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.

Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias

  • A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
  • Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
  • A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
  • O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus.

À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.

Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.

Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.

É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.

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Resumindo: o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas espanhóis em apenas 1 ano (1936) é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola durante 345 anos. E convém lembrar que os mortos da esquerdalha espanhola só inclui o clero. Só Deus sabe quantos mais Católicos foram assassinados pelos adeptos do "mundo melhor" (revolucionários assassinos).

História é poder mas o seu efeito só é sentido por quem está ciente dos eventos. A esquerdalha organizada tem capitalizado pontos em favor do seu anti-Cristianismo usando o "fantasma" da inquisição como a única alternativa aos seus planos. No entanto, o que a História revela é que, se há alguém que deve ser temido, é o esquerdista com poder político.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Violência doméstica: mulher que asfixiou até à morte os dois filhos menores condenada a 30 anos

A britânica que, em Maio de 2010, asfixiou até à morte os dois filhos menores num hotel de Lloret de Mar, Girona, Espanha, foi condenada, esta terça-feira, a 30 anos de prisão.

Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.

O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Fonte

Matou os filhos.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Espanha: multiculturalismo e imigração trazem de volta a lepra


E, eis que veio um leproso e O adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.
E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.

Mateus 8:23

Lepra, doença há muito esquecida, volta a reaparecer na Europa. Desta vez, ela vem de forma distinta - sem colónias de leprosos ou estigmatização desumana mas com infecções esporádicas (que é o mais importante segundo o ponto de vista epidemiológico).

Apesar do facto da doença continuar a ser "bastante incomum", os médicos fornecem avisos de forma a que as pessoas fiquem alertas. A esmagadora maioria da população nunca viu a lepra durante a sua vida, no entanto, um estudo recente da "London Hospital for Tropical Diseases" avisou que há um atraso de 80% nos diagnósticos, o que aumenta o risco dos infectados poderem vir a sofrer condições físicas sérias devido à doença.

Entre 15 a 25 casos de lepra são diagnosticados todos os anos na Espanha. No ano passado 25 pessoas contraíram a doença, e há mais de 450 pacientes no centro médico de Alicante.

A maior parte dos casos espanhóis encontram-se entre os imigrantes que, asseguramente, chegaram ao país já com estas doenças nos seus corpos.

De modo global, metade das vítimas infectadas vive na Índia. Há também fontes de infecção em Angola, Brasil, Madagáscar, Moçambique, Nepal, a República Central Africana, o Congo e a Tanzânia.

A doença é causada por uma bactéria, a Mycobacterium leprae. Em 1981 a WHO recomendou uma terapia conjunta composta por três drogas (Terapia Multidroga = Multidrug therapy — TMM): Dapson, Rifampicin and Clofamizin.

A WHO explica:

Esta combinação de drogas mata o patógeno e cura o paciente. A TMM é segura e eficiente, e pode ser administrada facilmente onde quer que o paciente se encontre.

A droga encontra-se disponível para todos os pacientes em forma de drageias e pode ser tomada mensalmente.

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Nem é preciso dizer isto, mas se o governo espanhol se determina a limitar a imigração proveniente de áreas onde as pessoas possuem maiores probabilidades de contrair a lepra, ele será qualificado de "racista" e "xenófobo" uma vez que o politicamente correcto encontra-se acima da saúde pública. Dado isto, e embora o resto do mundo faça o mesmo, os europeus não são livres para proteger a sua cultura e a sua saúde sem que com isso sejam qualificados de "racistas".


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Empresário espanhol cria curso de prostituição

Um empresário de espanhol resolveu criar um curso de prostituição para ensinar os conceitos básicos a quem quer ter sucesso na área. Nas primeiras aulas serão abordadas questões relativas à história da profissão, a legislação e uma análise da crise económica do país.

Nas aulas práticas, será dada atenção ao Kamasutra e dicas de como agradar aos clientes.

O curso custa cerca de 100 euros e tem a duração de oito dias, divididos entre aulas práticas e teóricas. Até ao momento, já se inscreveram mais de 100 pessoas, a maioria do sexo masculino.

Segundo o empresário e prostituto Brandom Morales, depois de frequentarem o curso, os alunos ficam aptos a dar cursos sobre esta temática.

Fonte

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Civilização ocidental continua a sua lenta queda até a destruição total.



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Confrontos com a polícia nas manifestações anti-Cristãs em Madrid

Com a imprevisibilidade dum nascer do Sol, os Cristofóbicos e anti-Cristãos "laicos" espanhóis manifestam-se contra o líder da maior denominação Cristã do mundo. As desculpas são sempre as mesmas, mas todos sabemos os verdadeiros motivos.


Desta vez a polícia espanhola já estava avisada. Para além dos dentes de alho, água-benta e estacas de madeira, a polícia trouxe consigo algo que lhes permitisse lidar com estes raivosos contra Deus da única forma que eles merecem: à paulada.

Um dos comentadores da edição do facebook da notícia diz:

Anti-Cristã não. Anti-Crise. Um Pais como Espanha, com 25% de desemprego e uma crise profunda, gasta uma fortuna para um encontro religioso? Não me parece intolerância, parece-me indignação.
Sim, nada revela genuína "indignação" do que atacar uma pessoa que nada tem a ver com a forma desastrosa que os esquerdistas, socialistas, aborcionistas, pró-sodomia espanhóis estão a governar o seu país. Se querem cortar nas despesas, que tal começar no corte ao aborto? Não só isso é puro assassinato de pessoas frágeis e inocentes, como tem que ser pago pelos contribuintes - muitos deles Católicos.


O encontro entre os manifestantes da marcha laica, que protestam contra o financiamento público da Jornada Mundial da Juventude em Madrid, e os peregrinos acabou com várias detenções e confrontos com a polícia, escreve a imprensa espanhola.

O El Mundo dá conta de um manifestante ["laico"] detido por ter agredido um polícia com uma garrafa e escreve que as autoridades tiveram de se insurgir contra vários membros da marcha laica para que abandonassem a Puerta del Sol.

O El País fala de uma tarde de constante tensão que acabou com seis homens ["laicos"] e duas mulheres ["laicas"] detidos na sequência de confrontos com a polícia.

Há também registo de um grupo de manifestantes laicos que atacaram com pontapés cerca de duas dezenas de católicos, lançando também objectos contra os agentes policiais.

A polícia foi obrigada a proteger os peregrinos desde a saída do metro até à rua Arenal, o primeiro dos acessos à Puerta del Sol.

SOL

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sexo seguro: versão socialista

Os esquerdistas que (des)governam o que resta da Espanha finalmente debruçam-se sobre o problema da prostituição. Solução? Forçá-las a vestirem-se como trabalhadores das construções.
Aparentemente a luminosidade oferecida pela luz vermelha não é suficiente para atrair as atenções sobre as "operárias do sexo".

Havendo sido multadas pelas autoridades locais alegadamente por serem um perigo para os veículos em movimento, as prostitutas de Els Alamus começaram a usar casacos de elevada visibilidade.

Quando as prostitutas encontrarem a morte por se lançarem à mercê da parte mais suja da sociedade (homens que buscam prazer sexual nelas), os coletes reflectores vão tornar mais fácil as buscas policiais.

Claramente, banir a prostituição é uma relíquia do passado, do tempo em que não tínhamos a tecnologia dos coletes reflectores.

spanish-prostitutes.jpg
Segurança em primeiro lugar

Por mais que os esquerdistas e os militantes ateus nos digam que "não precisamos de Deus para sermos boas pessoas", as evidências parecem indicar exactamente o contrário. Quanto mais anti-Cristã se torna um país, mais baixos são os valores morais e mais decadentes são os hábitos lá presentes.

O filósofo católico Olavo de Carvalho já afirmou (por outras palavras) o que vou dizer mais é sempre bom repetir: a religião Judaico-Cristã tem sido uma força de elevação, dignificação e preservação da espécie humana. Destruir esse firme fundamento é preparar a sociedade para a degeneração total até ser conquistada por outra ideologia.

Na Europa não é difícil ver quais vão ser os pagãos que Deus vai usar para destruir a Europa anti-Cristã (Muçulmanos). Nos EUA parece que a legião que vai ser o instrumento de julgamento de Deus é uma mistura de miúdos brancos mimados da classe média e alta (enganada pelo esquerdismo), criminosos hispânicos e alguns segmentos da comunidade afro-americana.

E onde é que nós cristãos nos encontramos no meio desta decadência total?

Nós encontra-mo-nos onde sempre nos encontramos: em Cristo.

O mundo à nossa volta é análogo ao mundo pré-Diluviano e Cristo é a Nova Arca da Salvação. Todos aqueles que estão em Cristo vão subir acima das ondas do julgamento, mas aqueles que confiam na sua própria "bondade" vão ser submergidos e atirados no fogo eterno para sempre (inferno). Para sempre!

Portanto, como cristãos e redimidos pelo Sangue do Cordeiro, nada temos que temer. Quer morramos quer vivamos, SOMOS DO SENHOR.

"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor."
Romanos 14:8

domingo, 10 de julho de 2011

Felizmente os Espanhóis Eram Intolerantes

No dia 13 de Agosto de 1521, Hernando Cortez subverteu o império Asteca levando à rápida queda do culto a Huitzilopochtli - o mais importante deus do panteão asteca. Huitzilopochtli não só era o deus nacional dos astecas, como era também o deus da guerra. Ele exigia sangue humano como forma de adoração.

Em dias festivos, as vítimas teriam o seu coração arrancado, oferecido ao Sol (Huitzilopochtli era também o deus do Sol) e atirado ao fogo. O corpo seria atirado pelo templo abaixo, mais tarde esfolado, entalhado e comido. A pele seria posteriormente usada como camisa durante as festividades religiosas.

Os astecas acreditavam que sem sacrifícios humanos aos seus deuses, não só o mundo chegaria ao fim como também as suas plantações não produziriam o desejado. Esta crença criou uma enorme procura por sacrifícios humanos e manteve os astecas em guerras perpétuas com os seus vizinhos. Prisioneiros de guerra e criminosos eram constantemente necessários para os sacrifícios.

Portanto, a sua religião era uma religião bélica porque as suas crenças religiosas impeliam-nos para a guerra.

Felizmente para o mundo, Cortez e os espanhóis não eram tolerantes, multiculturalistas e relativistas morais. Se fossem, no nome da tolerância religiosa, os deuses astecas seriam venerados até hoje. Em vez disso, Cortez ordenou que os seus templos fossem convertidos em igrejas. Aqueles que resistiam aos novos senhores eram sentenciados com a pena comum do século 16: execução.

Se os deuses astecas ainda fossem venerados hoje como o eram no século 16, o que é que os multiculturalistas diriam? Provavelmente qualquer coisa como isto:

Tu até podes não concordar com o costume asteca de sacrifícios humanos e do uso de pele humana como casaco, mas nós não os podemos julgar. Lembra-te: o que parece mau para ti é bom para os outros.

Em vez disso, desfrutemos a rica tapeçaria humana de religiões e culturas distintas.

A propósito, se por acaso visitares Tenochtitlan (Cidade do México) nos dias das suas festividades, leva uma armadura. Não vais querer perder a tua pele carteira por lá.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Templo histórico em Espanha profanado com rito satânico

O Bispado de Almeria (Espanha) iniciou os trabalhos de reabilitação da antiga igreja de Las Salinas de Cabo de Gata, profanada durante o último fim de semana com grafitis simulam um rito satânico.

O templo, construído 1907, permanecia fechado ao culto desde ano 2004 pelo risco de desmoronamentos. O acto de vandalismo ocorreu depois da vitória da diocese em um longo litígio judicial com uma empresa privada que tentou convertê-lo em discoteca e centro turístico enquanto se esperava a permissão oficial das autoridades de Andaluzia para iniciar a reabilitação da igreja como lugar de culto, entretanto concedida.

Na segunda-feira 7 de Março, o interior do templo amanheceu cheio de figuras e grafitis esotéricos satânicos.

O plano de marginalização dos Cristãos continua a avançar tal como pretendido pelos arquitectos do marxismo cultural. Só resta saber qual é a ideologia que vai preencher o vazio deixado pelo Cristianismo. Olhando para a evolução demográfica, não é difícil saber qual.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Protesto contra a profanação de uma capela na Espanha!

Fonte


Portanto, como Eu vivo, diz o Senhor Deus, certamente, porquanto profanaste o Meu Santuário com todas as tuas coisas detestáveis, e com todas as tuas abominações, também Eu te diminuirei, e o Meu olho não te perdoará, nem também terei piedade.
(EZEQUIEL 5:11)

Na vizinha Espanha, a capela da Universidade de la Complutense foi profanada. Segundo a notícia do Shalom, “70 jovens foram a uma capela da Universidade Complutense de Madrid proferindo insultos contra a Igreja Católica, o Papa e o clero, enquanto algumas garotas que faziam parte da profanação se despiram da cintura para acima ao redor do altar ante os aplausos do resto”.

O Hazteoír também noticiou. Os actos de vandalismo e profanação foram “cometidos por uma associação de estudantes da Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia da Universidade Complutense, em Madrid, no último dia 10″. Aqui podem ser vistas algumas fotos o acto não foi realizado às escondidas mas, ao contrário, foi alardeado e divulgado pelos próprios manifestantes.

Clique aqui
para protestar contra esta blasfémia, exigindo ao reitor da Universidade:
1) a identificação dos estudantes que participaram do vandalismo;
2) o auxílio à polícia na obtenção do material que comprove o crime;
3) o encerramento desta citada associação de estudantes;
4) a expulsão do líder (máximo responsável) da manifestação.

Das insidias diabólicas, livrai Senhor a Vossa Santa Igreja!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Violação e vingança OU quando a lei falha

Uma mãe espanhola decidiu tomar a justiça nas suas mãos depois de ter sido provocada pelo homem que violou a sua filha de 13 anos. A mulher ensopou o homem com petróleo e lançou fogo sobre ele.

Antonio Cosme Velasco Soriano, de 69 anos, recebeu uma sentença de apenas 9 anos depois de ter raptado a rapariguinha na rua (quando esta fazia compras para a sua mãe) e a ter violado enquanto lhe apontava uma faca. Não havia dúvidas que Soriano era culpado mas parece que a sentença é o resultado de um acordo.

Durante um período de libertação de 3 dias, Antonio Soriano aproveitou o tempo para voltar à sua casa em Benejúzar. Enquanto estava por lá, cruzou-se com a mãe da vítima. Antes de entrar num bar local, o pedófilo aproveitou a ocasião para lançar piadas dizendo coisas do tipo "Como é que está a sua filha?"

A mãe da criança abusada voltou ao bar, encarou o pedófilo de modo a que ele a visse, sacou da garrafa que trazia debaixo do braço, molhou-o com o líquido e ateou o fogo.

Como consequência do ataque, Soriano sofreu queimaduras na ordem dos 60% . Sobreviveu durante 11 dias dolorosos antes de morrer.

A mãe fugiu para Alicante onde foi presa na mesma tarde. Quando apareceu no tribunal no dia seguinte, ela foi saudada por uma multidão que gritava "Bravo!" e "Muito bem!"

A mulher alega não ter lembrança do ataque.

Fonte


Notícias como esta são a consequência óbvia da perda de confiança nas autoridades legais.

O que é que um pai ou uma mãe, frustrados por verem que o homem que violou a sua criancinha de 13 anos não só foi sentenciado com uma pena ridícula, como ainda aproveita o tempo para provocar a mãe da vítima, fariam numa situação desta? Desespero, como é óbvio. O desespero leva-nos a agir de forma irracional e emotiva (o que só gera más consequências.)

Agora imaginem uma sociedade inteira totalmente desesperada e revoltada com a forma como os governantes usam a lei para privilegiar certos grupos em detrimento de outros. Não serão eles também motivados a agir de forma irracional? Provavelmente.

E então se nós soubermos que há uma elite ideológica interessada em ter uma população a agir assim? Não faz sentido, certo? Afinal, qual é o líder que quer vêr o seu próprio povo a agir sem pensar? Ora, o líder que tem em mente a "restauração da ordem" através do poder centralizado nas mãos do mesmo grupo que semeou as sementes do desespero.

Sim. é exactamente esse o propósito dos ataques do esquerdismo às leis que emanam da lei romana e/ou com fundamento na superior moral Judaico-Cristã. Eles visam espalhar uma atmosfera de impotência e de desespero, que por sua vez conduzem a actos irreflectidos, que por sua vez "obriga" os esquerdistas a tomar o poder absoluto para "restaurar a ordem".

Escusado será dizer que, uma vez com o poder nas mãos, só uma revolução (muitas vezes, violenta) os tira de lá.

Se nós olharmos para algumas sentenças dos governos esquerdistas como passos para a futura implantação duma ditadura esquerdista, as coisas começam a fazer sentido.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Feministas odeiam Cristãos


Em Espanha, os ataques e ofensas aos católicos estão-se a agravar à medida que os grupos radicais aumentam a sua agressividade. Os assaltos às capelas universitárias em todo o país ou a convocatória de uma "procissão ateia" em Madrid cuja referência é o incêndio de igrejas durante a II Républica, são só alguns exemplos.

No último ataque, e provavelmente o mais grave tendo em conta como foi reivindicado, foi a tentativa de incendiar uma igreja em Barcelona nos finais de Março. Os responsáveis deste último ataque vangloriaram-se. Num site na internet publicou-se um texto do grupo feminista que reivindica o ataque.

Encoberto pelo anonimato, neste site de grupos esquerdista afirma-se que

"na noite de terça-feira, 22 de Março, para quarta-feira 24, um grupo de mulheres incendiámos a porta principal de seis metros, da igreja situada na praça de Sarriá."

Acrescentam que

"embora também constasse dos nossos objectivos criar dano material, e assim aconteceu, esta acção é principalmente simbólica. A Igreja simboliza e representa a opressão histórica e actual sobretudo contra nós enquanto mulheres, decidindo sobre os nossos corpos e os nossos papéis sociais nesta sociedade patriarcal."
As feministas que reivindicam este crime prosseguem com o seu ódio aos católicos e afirmam no texto onde se auto-incriminam,
"com esta acção, oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores: 3 litros de gasolina, que arderam iluminando a escuridão da noite".
Orgulhando-se do delito continuam
"queremos dedicar este gesto a todas aquelas mulheres mortas pela moral do perdão e da submissão, a todas as meninas abusadas e a todas as mulheres que não se conformam com o papel que lhes é imposto".
Por isto, "incentivam todas as rebeldes de dia e de noite" a atacar igrejas. "A única igreja que ilumina é aquela que arde", termina o texto.

Não é o primeiro ataque a esta igreja. O reitor, padre Manuel Valls, assegura que o incêndio da enorme porta de madeira do templo é o quinto ataque que recebem em três anos sem que a polícia tenha identificado qualquer responsável.

Aqueles que julgam que o motivo por trás deste ataque a edifícios Cristãos tem alguma coisa a ver com o tratamento que as mulheres receberam por parte dos Cristãos está enganado. Esta iniciativa feminista militante tem como propósito destruir a única força com expressão mundial que luta pela sanidade na sexualidade e pela dignidade da vida humana a partir da concepção: o Cristianismo.

A sua raiva é contra o Cristianismo. A alegação de que isto é uma vingança por algo que foi alegadamente feito no passado é uma mentira grosseira porque se a preocupação feminista fosse o bem estar das mulheres, elas voltariam-se contra a ideologia político-religiosa que mais maltrata as mulheres: o islão.

Onde está o ódio feminista contra os muçulmanos que queimam muçulmanas por estas quererem aprender? Onde estão as feministas a incendiar mesquitas, lugares onde se ensina que a mulher pode ser espancada pelo marido se este assim o quiser? (Alcorão 4:34).

A guerra das feministas é contra o Cristianismo. Elas escondem-se por trás das mulheres porque não tem a coragem de revelarem publicamente o seu ódio à família, à vida intra-uterina e a sanidade sexual.

Mas elas que continuem com as suas fogueiras e se habituem a elas uma vez que o seu destino eterno vai ser também uma fogueira.

sábado, 16 de abril de 2011

Ódio anti-Católico em Espanha ao serviço do marxismo cultural

Em Espanha, as associações e movimentos revolucionários do ateísmo e anticristianismo por um mundo melhor, já estão a levar a sua teoria à prática: 
Igreja em Barcelona, após incêndio provocado por um grupo ateu.

"A única igreja que ilumina é a que arde. A luta continua" Mensagens escritas na parede exterior de uma igreja.

"Ardereis como em 36" Ameaça escrita na parede uma igreja, recordando os feitos dos ateus na Guerra Civil.
Panfleto " A única Igreja que ilumina é a que arde" , difundido pelas associações ateístas espanholas.

O lema está a ser espalhado nas ruas:


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"A única igreja que ilumina é a que arde em chamas"


"Esta é a nossa oferta", reprodução deste cartaz:


Movimento gay espanhol usa o logotipo da igreja a arder nas suas convocatórias de provocação a católicos.

Caixas de fósforos, o merchandising do ateísmo por um mundo mais pacífico

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«Oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores:
3 litros de gasolina que arderam iluminando a escuridão da noite ( * )
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...." assaltaremos as igrejas para vender as suas jóias e incendiar as cruzes. A única igreja que ilumina é a que arde"
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«Somos uma frente ideológica para castigar exclusivamente a consciência católica.

A "procissão ateia" percorrerá as ruínas das Escolas Pias, incendiadas pela Frente Anarquista Ibérica no início da Guerra Civil Espanhola.

Acrescenta o porta-voz dos Ateos en lucha: "Essa Igreja foi queimada pelo povo de Madrid, na revolta que houve contra a República; para nós é uma referência indispensável." ( * )

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Comentário do Jairo:
É preciso ser estúpido para acredtar que o "ateísmo por um mundo melhor", o inventor do terrorismo bombista suicida, é o caminho para a paz no mundo. Toda a ideologia que define um alvo como inimigo da humanidade e de um futuro de prosperidade global, implica a classificação desse inimigo como merecedor de violência..

É por isso que os ateus militantes portugueses ficam caladinhos que nem ratos perante esses crimes dos seus camaradas espanhóis. São só ateus a cometerem excessos, numa luta de legítima defesa contra a pior coisa à face da Terra.

Como os poderiam condenar? Por mais crimes que um ateu cometa para mudar o mundo, eles estarão sempre legitimados. A religião fez sempre pior, e o fim da religião possibilitará o maior bem.

Se o fanático ateu não acreditasse na sua crença por um mundo melhor como incapaz de produzir violência por ódio fanático (seja fingindo que ele não existe, relativizando-o ou legitimando a violência em nome de outra coisa), não seria fanático.



[Meu comentário]: No ano de 1936 os ateus militantes espanhóis mataram mais de 6000 Católicos. Num só ano os militantes ateus mataram mais seres humanos do que 400 anos de Inquisição. No entanto estes mesmos militantes alegam que o mundo seria "melhor" se a "religião" (=Cristianismo) fosse erradicada e substituída pelo naturalismo e evolucionismo.

Olhando para o comportamento dos militantes ateus, e o silêncio dos seus irmãos ideológicos por todo o mundo, alguém ainda leva a sério pessoas que tenham tal ódio contra a ideologia mas perfeita que o mundo já conheceu, nomeadamente, o Cristianismo? Onde está Sam Harris? Onde está o Richard Dawkins?

Neste momento os Cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo. A pergunta impõe-se: porque é que o mundo é tão rápido a condenar a "violência" de Israel contra os terroristas muçulmanos, mas totalmente silenciosos em condenar o ódio anti-Cristão que se alastra pelo mundo ocidental?

A explicação é simples: os marxistas que controlam as instituições mundiais não condenam esse ódio anti-Cristão porque eles tem planos para levar a cabo a sua própria versão da Solução Final em relação aos Cristãos. Só que estes pobres coitados são tão ignorantes da História que nem sabem contra Quem estão a lutar.

E, caindo em terra, ouviu Uma Voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que Me persegues?
Actos 9:4

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O multiculturalismo falhou

Citação:


PARIS (AFP) – O presidente francês Nicolas Sarkozy declarou na 5ª Feira que o multiculturalismo falhou, juntando-se assim a um crescente número de líderes mundiais que condenou esta filosofia.

"A minha resposta é, claramente, sim, é um falhanço" afirmou Sarkozy numa entrevista televisiva quando foi perguntado àcerca das políticas que promovem a noção de que as sociedades anfitriãs devem receber e encorajar os distintos grupos religiosos e culturais.

"Claro que nós todos temos que respeitar as diferenças, mas nós não queremos....uma sociedade onde as comunidades vivem lado a lado.

"Se alguém vem até França, ela aceita integrar-se numa única comunidade, que é a comunidade nacional, e se tu não queres aceitar isso, então não podes ser bem vindo na Françe" afirmou o presidente da direita.

Curioso que os órgãos de informação tratam sempre de identificar as motivações políticas de alguém que se revolta contra a destruição da sua própria cultura.

Outra citação em torno da mesma temática:

O primeiro ministro britânico David Cameron, a chanceler alemã Angela Merkel, o ex-primeiro ministro australiano e o ex-primeiro ministro espanhol Jose Maria Aznar também disseram recentemente que as políticas multiculturais não foram bem sucedidas na assimilação dos imigrantes.

Angela Merkel disse em Outubro passado que os esforços em prol do multiculturalismo na Alemanha "falharam rotundamente".
Claro que Merkel, Aznar e Howard provavelmente não sabem quem foi Gramsci, e nem sabem que o multiculturalismo não era suposto "funcionar" mas sim "destruir". Sim, destruir a cultura judaico-cristã e as tradições vigentes, colocando uma cultura contra a outra até que os líderes comunistas se vissem "obrigados" a tomar conta do poder para "impor a ordem".

Mas há mais:

Cameron anunciou na semana passado que a política multicultural que o seu país tem seguido é um falhanço, apelando a uma melhor integração dos jovens muçulmanos como forma de combater o extremismo local.
O que Cameron não entende é que as minorias muçulmanas não querem ser assimiladas, e os esquerdistas que controlam a Inglaterra não querem que eles se assimilem. Os esquerdistas trouxeram-nos para Inglaterra precisamente porque eles são diferentes do resto da população. E enquanto forem distintos, irão sempre votar em larga maioria nos partidos de esquerda - exactamente o que eles (os esquerdistas) querem.

Conclusão:

O multiculturalismo parece ser benéfico (e quão bom seria se todos nós fossemos tolerantes e cosmopolitas). Mas à luz da história da humanidade, é absurdamente claro que é uma utopia ingénua. Se tu encorajas as pessoas a colocar ênfase nas diferenças entre elas, então elas irão dividir-se em clãs segundo essa base. Posteriormente, os clãs serão rivais e irão olhar uns para os outros com desconfiança.

É inevitável, mas como já vi alguns cristãos afirmar, o multiculturalismo é apenas uma fachada. O propósito nunca foi a "co-existência" pacífica, mas sim a criação de "guerra de classes" como forma de avançar com o socialismo.


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