Fonte: http://bit.ly/2JpdTY7
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No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica
Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.
A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.
Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Christians que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.)
Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel.
Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.
Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.
O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.
Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.
Mas o evento mais infame foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.
Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias
À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.
Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.
Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.
É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.
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Resumindo: o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas espanhóis em apenas 1 ano (1936) é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola durante 345 anos. E convém lembrar que os mortos da esquerdalha espanhola só inclui o clero. Só Deus sabe quantos mais Católicos foram assassinados pelos adeptos do "mundo melhor" (revolucionários assassinos).
História é poder mas o seu efeito só é sentido por quem está ciente dos eventos. A esquerdalha organizada tem capitalizado pontos em favor do seu anti-Cristianismo usando o "fantasma" da inquisição como a única alternativa aos seus planos. No entanto, o que a História revela é que, se há alguém que deve ser temido, é o esquerdista com poder político.
Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.
O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Apesar do facto da doença continuar a ser "bastante incomum", os médicos fornecem avisos de forma a que as pessoas fiquem alertas. A esmagadora maioria da população nunca viu a lepra durante a sua vida, no entanto, um estudo recente da "London Hospital for Tropical Diseases" avisou que há um atraso de 80% nos diagnósticos, o que aumenta o risco dos infectados poderem vir a sofrer condições físicas sérias devido à doença.
Entre 15 a 25 casos de lepra são diagnosticados todos os anos na Espanha. No ano passado 25 pessoas contraíram a doença, e há mais de 450 pacientes no centro médico de Alicante.
A maior parte dos casos espanhóis encontram-se entre os imigrantes que, asseguramente, chegaram ao país já com estas doenças nos seus corpos.
De modo global, metade das vítimas infectadas vive na Índia. Há também fontes de infecção em Angola, Brasil, Madagáscar, Moçambique, Nepal, a República Central Africana, o Congo e a Tanzânia.
A doença é causada por uma bactéria, a Mycobacterium leprae. Em 1981 a WHO recomendou uma terapia conjunta composta por três drogas (Terapia Multidroga = Multidrug therapy — TMM): Dapson, Rifampicin and Clofamizin.
A WHO explica:
Esta combinação de drogas mata o patógeno e cura o paciente. A TMM é segura e eficiente, e pode ser administrada facilmente onde quer que o paciente se encontre.A droga encontra-se disponível para todos os pacientes em forma de drageias e pode ser tomada mensalmente.
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Nem é preciso dizer isto, mas se o governo espanhol se determina a limitar a imigração proveniente de áreas onde as pessoas possuem maiores probabilidades de contrair a lepra, ele será qualificado de "racista" e "xenófobo" uma vez que o politicamente correcto encontra-se acima da saúde pública. Dado isto, e embora o resto do mundo faça o mesmo, os europeus não são livres para proteger a sua cultura e a sua saúde sem que com isso sejam qualificados de "racistas".
Um empresário de espanhol resolveu criar um curso de prostituição para ensinar os conceitos básicos a quem quer ter sucesso na área. Nas primeiras aulas serão abordadas questões relativas à história da profissão, a legislação e uma análise da crise económica do país.* * * * * * *
Civilização ocidental continua a sua lenta queda até a destruição total.
Desta vez a polícia espanhola já estava avisada. Para além dos dentes de alho, água-benta e estacas de madeira, a polícia trouxe consigo algo que lhes permitisse lidar com estes raivosos contra Deus da única forma que eles merecem: à paulada.
Um dos comentadores da edição do facebook da notícia diz:
Anti-Cristã não. Anti-Crise. Um Pais como Espanha, com 25% de desemprego e uma crise profunda, gasta uma fortuna para um encontro religioso? Não me parece intolerância, parece-me indignação.Sim, nada revela genuína "indignação" do que atacar uma pessoa que nada tem a ver com a forma desastrosa que os esquerdistas, socialistas, aborcionistas, pró-sodomia espanhóis estão a governar o seu país. Se querem cortar nas despesas, que tal começar no corte ao aborto? Não só isso é puro assassinato de pessoas frágeis e inocentes, como tem que ser pago pelos contribuintes - muitos deles Católicos.
O encontro entre os manifestantes da marcha laica, que protestam contra o financiamento público da Jornada Mundial da Juventude em Madrid, e os peregrinos acabou com várias detenções e confrontos com a polícia, escreve a imprensa espanhola.
O El Mundo dá conta de um manifestante ["laico"] detido por ter agredido um polícia com uma garrafa e escreve que as autoridades tiveram de se insurgir contra vários membros da marcha laica para que abandonassem a Puerta del Sol.
O El País fala de uma tarde de constante tensão que acabou com seis homens ["laicos"] e duas mulheres ["laicas"] detidos na sequência de confrontos com a polícia.
Há também registo de um grupo de manifestantes laicos que atacaram com pontapés cerca de duas dezenas de católicos, lançando também objectos contra os agentes policiais.
A polícia foi obrigada a proteger os peregrinos desde a saída do metro até à rua Arenal, o primeiro dos acessos à Puerta del Sol.
Aparentemente a luminosidade oferecida pela luz vermelha não é suficiente para atrair as atenções sobre as "operárias do sexo".Quando as prostitutas encontrarem a morte por se lançarem à mercê da parte mais suja da sociedade (homens que buscam prazer sexual nelas), os coletes reflectores vão tornar mais fácil as buscas policiais.Havendo sido multadas pelas autoridades locais alegadamente por serem um perigo para os veículos em movimento, as prostitutas de Els Alamus começaram a usar casacos de elevada visibilidade.
Claramente, banir a prostituição é uma relíquia do passado, do tempo em que não tínhamos a tecnologia dos coletes reflectores.
O filósofo católico Olavo de Carvalho já afirmou (por outras palavras) o que vou dizer mais é sempre bom repetir: a religião Judaico-Cristã tem sido uma força de elevação, dignificação e preservação da espécie humana. Destruir esse firme fundamento é preparar a sociedade para a degeneração total até ser conquistada por outra ideologia.
Na Europa não é difícil ver quais vão ser os pagãos que Deus vai usar para destruir a Europa anti-Cristã (Muçulmanos). Nos EUA parece que a legião que vai ser o instrumento de julgamento de Deus é uma mistura de miúdos brancos mimados da classe média e alta (enganada pelo esquerdismo), criminosos hispânicos e alguns segmentos da comunidade afro-americana.
E onde é que nós cristãos nos encontramos no meio desta decadência total?
Nós encontra-mo-nos onde sempre nos encontramos: em Cristo.
O mundo à nossa volta é análogo ao mundo pré-Diluviano e Cristo é a Nova Arca da Salvação. Todos aqueles que estão em Cristo vão subir acima das ondas do julgamento, mas aqueles que confiam na sua própria "bondade" vão ser submergidos e atirados no fogo eterno para sempre (inferno). Para sempre!
Portanto, como cristãos e redimidos pelo Sangue do Cordeiro, nada temos que temer. Quer morramos quer vivamos, SOMOS DO SENHOR.
"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor."
Romanos 14:8
Em dias festivos, as vítimas teriam o seu coração arrancado, oferecido ao Sol (Huitzilopochtli era também o deus do Sol) e atirado ao fogo. O corpo seria atirado pelo templo abaixo, mais tarde esfolado, entalhado e comido. A pele seria posteriormente usada como camisa durante as festividades religiosas.
Os astecas acreditavam que sem sacrifícios humanos aos seus deuses, não só o mundo chegaria ao fim como também as suas plantações não produziriam o desejado. Esta crença criou uma enorme procura por sacrifícios humanos e manteve os astecas em guerras perpétuas com os seus vizinhos. Prisioneiros de guerra e criminosos eram constantemente necessários para os sacrifícios.
Portanto, a sua religião era uma religião bélica porque as suas crenças religiosas impeliam-nos para a guerra.
Felizmente para o mundo, Cortez e os espanhóis não eram tolerantes, multiculturalistas e relativistas morais. Se fossem, no nome da tolerância religiosa, os deuses astecas seriam venerados até hoje. Em vez disso, Cortez ordenou que os seus templos fossem convertidos em igrejas. Aqueles que resistiam aos novos senhores eram sentenciados com a pena comum do século 16: execução.
Se os deuses astecas ainda fossem venerados hoje como o eram no século 16, o que é que os multiculturalistas diriam? Provavelmente qualquer coisa como isto:
Tu até podes não concordar com o costume asteca de sacrifícios humanos e do uso de pele humana como casaco, mas nós não os podemos julgar. Lembra-te: o que parece mau para ti é bom para os outros.Em vez disso, desfrutemos a rica tapeçaria humana de religiões e culturas distintas.
A propósito, se por acaso visitares Tenochtitlan (Cidade do México) nos dias das suas festividades, leva uma armadura. Não vais querer perder a tua
pelecarteira por lá.
Uma mãe espanhola decidiu tomar a justiça nas suas mãos depois de ter sido provocada pelo homem que violou a sua filha de 13 anos. A mulher ensopou o homem com petróleo e lançou fogo sobre ele.Antonio Cosme Velasco Soriano, de 69 anos, recebeu uma sentença de apenas 9 anos depois de ter raptado a rapariguinha na rua (quando esta fazia compras para a sua mãe) e a ter violado enquanto lhe apontava uma faca. Não havia dúvidas que Soriano era culpado mas parece que a sentença é o resultado de um acordo.
Durante um período de libertação de 3 dias, Antonio Soriano aproveitou o tempo para voltar à sua casa em Benejúzar. Enquanto estava por lá, cruzou-se com a mãe da vítima. Antes de entrar num bar local, o pedófilo aproveitou a ocasião para lançar piadas dizendo coisas do tipo "Como é que está a sua filha?"
A mãe da criança abusada voltou ao bar, encarou o pedófilo de modo a que ele a visse, sacou da garrafa que trazia debaixo do braço, molhou-o com o líquido e ateou o fogo.
Como consequência do ataque, Soriano sofreu queimaduras na ordem dos 60% . Sobreviveu durante 11 dias dolorosos antes de morrer.
A mãe fugiu para Alicante onde foi presa na mesma tarde. Quando apareceu no tribunal no dia seguinte, ela foi saudada por uma multidão que gritava "Bravo!" e "Muito bem!"
A mulher alega não ter lembrança do ataque.
○Fonte○
O que é que um pai ou uma mãe, frustrados por verem que o homem que violou a sua criancinha de 13 anos não só foi sentenciado com uma pena ridícula, como ainda aproveita o tempo para provocar a mãe da vítima, fariam numa situação desta? Desespero, como é óbvio. O desespero leva-nos a agir de forma irracional e emotiva (o que só gera más consequências.)
Agora imaginem uma sociedade inteira totalmente desesperada e revoltada com a forma como os governantes usam a lei para privilegiar certos grupos em detrimento de outros. Não serão eles também motivados a agir de forma irracional? Provavelmente.
E então se nós soubermos que há uma elite ideológica interessada em ter uma população a agir assim? Não faz sentido, certo? Afinal, qual é o líder que quer vêr o seu próprio povo a agir sem pensar? Ora, o líder que tem em mente a "restauração da ordem" através do poder centralizado nas mãos do mesmo grupo que semeou as sementes do desespero.
Sim. é exactamente esse o propósito dos ataques do esquerdismo às leis que emanam da lei romana e/ou com fundamento na superior moral Judaico-Cristã. Eles visam espalhar uma atmosfera de impotência e de desespero, que por sua vez conduzem a actos irreflectidos, que por sua vez "obriga" os esquerdistas a tomar o poder absoluto para "restaurar a ordem".
Escusado será dizer que, uma vez com o poder nas mãos, só uma revolução (muitas vezes, violenta) os tira de lá.
Se nós olharmos para algumas sentenças dos governos esquerdistas como passos para a futura implantação duma ditadura esquerdista, as coisas começam a fazer sentido.
No último ataque, e provavelmente o mais grave tendo em conta como foi reivindicado, foi a tentativa de incendiar uma igreja em Barcelona nos finais de Março. Os responsáveis deste último ataque vangloriaram-se. Num site na internet publicou-se um texto do grupo feminista que reivindica o ataque.
Encoberto pelo anonimato, neste site de grupos esquerdista afirma-se que
"na noite de terça-feira, 22 de Março, para quarta-feira 24, um grupo de mulheres incendiámos a porta principal de seis metros, da igreja situada na praça de Sarriá."
Acrescentam que
"embora também constasse dos nossos objectivos criar dano material, e assim aconteceu, esta acção é principalmente simbólica. A Igreja simboliza e representa a opressão histórica e actual sobretudo contra nós enquanto mulheres, decidindo sobre os nossos corpos e os nossos papéis sociais nesta sociedade patriarcal."
"com esta acção, oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores: 3 litros de gasolina, que arderam iluminando a escuridão da noite".
"queremos dedicar este gesto a todas aquelas mulheres mortas pela moral do perdão e da submissão, a todas as meninas abusadas e a todas as mulheres que não se conformam com o papel que lhes é imposto".
A sua raiva é só contra o Cristianismo. A alegação de que isto é uma vingança por algo que foi alegadamente feito no passado é uma mentira grosseira porque se a preocupação feminista fosse o bem estar das mulheres, elas voltariam-se contra a ideologia político-religiosa que mais maltrata as mulheres: o islão.
Onde está o ódio feminista contra os muçulmanos que queimam muçulmanas por estas quererem aprender? Onde estão as feministas a incendiar mesquitas, lugares onde se ensina que a mulher pode ser espancada pelo marido se este assim o quiser? (Alcorão 4:34).
A guerra das feministas é contra o Cristianismo. Elas escondem-se por trás das mulheres porque não tem a coragem de revelarem publicamente o seu ódio à família, à vida intra-uterina e a sanidade sexual.
Mas elas que continuem com as suas fogueiras e se habituem a elas uma vez que o seu destino eterno vai ser também uma fogueira.
Igreja em Barcelona, após incêndio provocado por um grupo ateu.
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| "Ardereis como em 36" Ameaça escrita na parede uma igreja, recordando os feitos dos ateus na Guerra Civil. |
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| Panfleto " A única Igreja que ilumina é a que arde" , difundido pelas associações ateístas espanholas. O lema está a ser espalhado nas ruas: |
| "A única igreja que ilumina é a que arde em chamas" |
| "Esta é a nossa oferta", reprodução deste cartaz: |
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| Movimento gay espanhol usa o logotipo da igreja a arder nas suas convocatórias de provocação a católicos. |
| Caixas de fósforos, o merchandising do ateísmo por um mundo mais pacífico |
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...." assaltaremos as igrejas para vender as suas jóias e incendiar as cruzes. A única igreja que ilumina é a que arde"
«Somos uma frente ideológica para castigar exclusivamente a consciência católica.A "procissão ateia" percorrerá as ruínas das Escolas Pias, incendiadas pela Frente Anarquista Ibérica no início da Guerra Civil Espanhola.
Acrescenta o porta-voz dos Ateos en lucha: "Essa Igreja foi queimada pelo povo de Madrid, na revolta que houve contra a República; para nós é uma referência indispensável." ( * )
É por isso que os ateus militantes portugueses ficam caladinhos que nem ratos perante esses crimes dos seus camaradas espanhóis. São só ateus a cometerem excessos, numa luta de legítima defesa contra a pior coisa à face da Terra.
Como os poderiam condenar? Por mais crimes que um ateu cometa para mudar o mundo, eles estarão sempre legitimados. A religião fez sempre pior, e o fim da religião possibilitará o maior bem.
Se o fanático ateu não acreditasse na sua crença por um mundo melhor como incapaz de produzir violência por ódio fanático (seja fingindo que ele não existe, relativizando-o ou legitimando a violência em nome de outra coisa), não seria fanático.
Olhando para o comportamento dos militantes ateus, e o silêncio dos seus irmãos ideológicos por todo o mundo, alguém ainda leva a sério pessoas que tenham tal ódio contra a ideologia mas perfeita que o mundo já conheceu, nomeadamente, o Cristianismo? Onde está Sam Harris? Onde está o Richard Dawkins?
Neste momento os Cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo. A pergunta impõe-se: porque é que o mundo é tão rápido a condenar a "violência" de Israel contra os terroristas muçulmanos, mas totalmente silenciosos em condenar o ódio anti-Cristão que se alastra pelo mundo ocidental?
A explicação é simples: os marxistas que controlam as instituições mundiais não condenam esse ódio anti-Cristão porque eles tem planos para levar a cabo a sua própria versão da Solução Final em relação aos Cristãos. Só que estes pobres coitados são tão ignorantes da História que nem sabem contra Quem estão a lutar.
E, caindo em terra, ouviu Uma Voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que Me persegues?
Actos 9:4
Citação:
| PARIS (AFP) – O presidente francês Nicolas Sarkozy declarou na 5ª Feira que o multiculturalismo falhou, juntando-se assim a um crescente número de líderes mundiais que condenou esta filosofia. "A minha resposta é, claramente, sim, é um falhanço" afirmou Sarkozy numa entrevista televisiva quando foi perguntado àcerca das políticas que promovem a noção de que as sociedades anfitriãs devem receber e encorajar os distintos grupos religiosos e culturais. "Claro que nós todos temos que respeitar as diferenças, mas nós não queremos....uma sociedade onde as comunidades vivem lado a lado. "Se alguém vem até França, ela aceita integrar-se numa única comunidade, que é a comunidade nacional, e se tu não queres aceitar isso, então não podes ser bem vindo na Françe" afirmou o presidente da direita. |
Outra citação em torno da mesma temática:
| O primeiro ministro britânico David Cameron, a chanceler alemã Angela Merkel, o ex-primeiro ministro australiano e o ex-primeiro ministro espanhol Jose Maria Aznar também disseram recentemente que as políticas multiculturais não foram bem sucedidas na assimilação dos imigrantes. Angela Merkel disse em Outubro passado que os esforços em prol do multiculturalismo na Alemanha "falharam rotundamente". |
Mas há mais:
| Cameron anunciou na semana passado que a política multicultural que o seu país tem seguido é um falhanço, apelando a uma melhor integração dos jovens muçulmanos como forma de combater o extremismo local. |
É inevitável, mas como já vi alguns cristãos afirmar, o multiculturalismo é apenas uma fachada. O propósito nunca foi a "co-existência" pacífica, mas sim a criação de "guerra de classes" como forma de avançar com o socialismo.