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sábado, 30 de novembro de 2013

Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?

Uma história perturbante chega-nos de Oregon. Um homem de 18 anos encontra-se na prisão, acusado de ter abusado sexualmente de 4 raparigas da escola secundária. Ele admite ter tido relações sexuais com elas, mas afirma que todas elas foram consensuais. Para além disso, ele afirma que as acusações levantadas contra ele não são justas, uma vez que todas as raparigas eram menores quando os alegados crimes ocorreram, mas ele também era menor. No entanto, ele foi legamente acusado e elas não.

Falando da partir do local onde se encontra preso, ele afirmou:

E eu tomei parte em actividade sexual com estudantes demasiado novas para dar o seu consentimento. Bem, eu também era demasiado novo para dar o meu consentimento. Portanto, se eu sou demasiado novo para dar o meu consentimento, e elas são demasiado novas para dar o consentimento, porque é que só eu é que devo assumir a responsabilidade pelo que fizemos?

Ele diz que passaram-se meses depois que os alegados crimes ocorreram, e ele nunca ouviu falar de algum tipo de problema em relação a isso. Só quando ele fez 18 anos é que alguns detectives vieram ao seu trabalho e prenderam-no onde ele se encontrava. Consequentemente, ele foi despedido.

Walter (o nome do rapaz) diz que teme ir para a prisão, e está preocupado com o facto de que, se for considerado culpado, ele se tenha que registar como agressor sexual. E mesmo que seja ilibado, as acusações permanecerão com ele para o resto da sua vida. Ele disse que tem estado na prisão há já duas semanas e ainda não falou com um advogado.
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Tudo isto é o seu lado da história. Até pode ser que ela as tenha, de facto, violado. Mas se o que ele diz é verdade, isto lembra-nos o infame caso da Milton Academy, que ocorreu em  Massachusetts há já alguns anos, quando uma jovem de 15 anos teve relações sexuais com vários rapazes menores no balneário dos rapazes. Todos eles tinham 16 anos. Os rapazes, e só os rapazes, foram expulsos e acusados de violação, e obrigados pelo tribunal a pedir desculpas públicas à rapariga e à sua família, e forçados a executar serviço comunitário.

Alan M. Dershowitz, professor de Direito e advogado de defesa cuja filha frequentou a Milton Academy, disse o seguinte:

Como critério de acusação, eu nunca vi uso mais sem sentido que este. A ideia de que estes jovem devem ser catalogados de 'violadores' ao mesmo tempo que a rapariga  é definida como 'vítima' é um absurdo.

Leiam as linhas que se seguem, se querem sentir o vosso sangue ferver. Os rapazes de 16 anos foram forçados a ler a desculpa à rapariga e à família, em tribunal aberto, como parte do seu acordo legal.  Um dos rapazes foi forçado a ler o seguinte:

Não passa um dia desde o incidente sem que eu deseje ter tido mais respeito por ti, por mim e por todos os envolvidos. Entendo que ao tomar parte do incidente eu coloquei-me numa situação perigosa que nenhum de nos alguma vez imaginou.

Outro rapaz leu:

Todos os dias arrependo-me muito do que aconteceu. Todos os dias eu penso no quão magoada tu deves estar, e em como deve estar perturbada a tua família. Mais do que tudo neste mundo, eu gostaria de poder voltar o tempo atrás. . . . Tudo o que posso fazer agora é pedir as minhas desculpas sinceras e genuínas pelas minhas acções e desejar-te felicidades na vida.

A família da rapariga permaneceu no tribunal ouvindo tudo de cara fechada enquanto os rapazes eram publicamente castrados da sua masculinidade.

Fonte

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"Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?" Ora, porque, no fundo no fundo, as mulheres (e os tribunais) sabem que os homens são responsáveis pelo comportamento feminismo. É dever dos homens  exercer algum tipo de controle sobre o comportamento feminino, e isso é algo bem embutido na psicologia feminina - isto é, elas sabem que os homens devem ter algum poder e autoridade sobre elas e sobre o que elas fazem.

O problema é que a cultura actual rejeita a noção do homem como controlador dos actos femininos, mas espera que ele continue a responsabilizar-se pelo mesmo comportamento sobre o qual ele não tem autoridade.

Quando uma mulher bebe e tem um acidente rodoviário, ela é 100% responsabilizada pelas consequências, mas se ela bebe, e tem sexo CONSENSUAL com um homem, e se arrepende posteriormente (vergonha), a "culpa" é dele (pela vergonha dela, e não pelo sexo). A "vergonha" da mulher tem unm preço, e esse preço tem que ser pago pelos homens.

Deve ser também por isso que a violência doméstica entre mulheres receba tão pouca publicidade, mas a proporcionalmente inferior violência doméstica de homens para mulheres receba tanta atenção.

Se a mulher actual puder culpar um homem pelo seu mau comportamento, ela assim o fará.

É também por isso que a cultura de vitimismo do feminismo é tão bem sucedida entre as mulheres. Essencialmente, o feminismo é atribuir aos homens a culpa de todo o mal que ocorre (e supostamente ocorreu) com algumas mulheres, mesmo que esse "mal" seja inteiramente causado pelas escolhas voluntárias das mulheres:
  • "Eu bebi, e dormi com vários homens. Onde estavam os homens para me impedir disto? Maldito patriarcado!"
  • "Faltei várias vezes ao emprego e outra pessoa foi promovida no meu lugar. A culpa, obviamente, não é minha, mas sim dos homens que não me impediram de faltar tanto. Vou processar a empresa!"
Mudando de assunto (e daí talvez não), uma jovem mulher levou a cabo um acto sexual em público (com um homem), mas depois, envergonhada com o que VOLUNTARIAMENTE fez, disse que foi "violada". Aparentemente o homem é culpado pela vergonha que ela sente e como tal, ele tem que pagar por isso. Abençoada tecnologia que permitiu que as fotos circulassem por todo o mundo antes dum juiz (ou juíza) poder perder tempo a ler os documentos legais da "acusação".

Um pouco por todo o mundo, existem mulheres envergonhadas pelo que fizeram no passado, buscando um homem a quem atribuir culpar. Esse homem podes muito bem ser tu.

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Abuso sexual de menores: “Pensava que não era crime”

Um homem, natural do Equador, abusou sexualmente de uma criança do sexo feminino -12 anos de idade - alegando que tal acto não é considerado crime no seu país.

A Audiência Providencial de Sevilha, em Espanha, condenou a três anos de prisão e ao pagamento de uma indemnização de 3 mil euros o jovem de nacionalidade equatoriana que abusou sexualmente de uma menina de 12 anos em casa dos seus tios sem que tivesse noção de que esta conduta constituía crime, "ao fazer parte da mentalidade do seu país de origem que as relações sexuais com uma mulher desde o momento do seu desenvolvimento são impunes".

Na sentença, consultada pela Europa Press, a primeira secção do Tribunal Providencial de Sevilha condena o violador - com 31 anos - como autor de um delito continuado de abusos sexuais no qual acorre um erro vencível de proibição por ignorar que um contacto carnal com uma menor de 12 anos é sempre crime. Erro que "pode ser evitado empregando um diligência objetiva e subjetivamente exigível".

A Audiência Providêncial considera provado que a menor, nascida em Janeiro de 1998, passou o Verão de 2010 em casa dos tios - La Algaba -, vivenda na qual o acusado, "por ser primo da tia da vítima, acudia com frequência", chegando mesmo a pernoitar com a menor.

Assim, "e conhecido" que a menor tinha apenas 12 anos, o responsável "aproveitou que os restantes moradores não se apercebessem e levou-a para um dos compartimentos da casa penetrando-a, ato que voltou a realizar dias depois".

É de acrescentar que o violador, "com grave e indevida ignorância, não teve consciência de que em Espanha esta conduta constituía crime, pois fazia parte da mentalidade do seu país que as relações sexuais com a mulher podem acontecer desde a sua adolescência sem punição".

A violação foi descoberta depois da mãe da menor se ter apercebido de algumas alterações na personalidade da criança. Procedeu então à denúncia desta calamidade.

Para além da prisão e da indemnização, a Audiência impôs ainda a proibição do acusado se aproximar a menos de 300 metros da menor.

Fonte
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Sempre muito elucidativo observar a forma como as teses "todas as culturas são moralmente iguais" ou "não existem verdades absolutas" desaparecem quando essas posições são levada até à sua consequência lógica.

Segundo o relativismo moral da era vigente, porque é que um imigrante se deve submeter ao código moral do país anfitrião? Não é isso uma forma implícita de afirmar que a moralidade do país que recebe os imigrantes é superior a dos imigrantes?

E ao se afirmar a superioridade moral duma cultura sobre a outra, não se está a refutar teses basiilares do multiculturalismo?



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Violência doméstica: mulher que asfixiou até à morte os dois filhos menores condenada a 30 anos

A britânica que, em Maio de 2010, asfixiou até à morte os dois filhos menores num hotel de Lloret de Mar, Girona, Espanha, foi condenada, esta terça-feira, a 30 anos de prisão.

Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.

O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Fonte

Matou os filhos.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mais uma predadora sexual

Mulher de 41 anos pode vir a ser presa por alegadamente ter tido relações sexuais com um adolescente desde a partir dos seus 13 anos. Karen Lee Carstens ofereceu-se para tomar conta do rapaz quando a sua amiga - mãe do rapaz - foi hospitalizada.

Segundo as autoridades policiais, a predadora deu início às actividades íntimas com o adolescente quando este tinha 13 anos, o que eventualmente deu lugar a relações sexuais com ele em várias ocasiões, na sua casa no Texas.

Documentos legais revelaram que, durante a altura em que eles tinham relações sexuais sem protecção, o adolescente estava mais preocupado que a predadora com a possibilidade dela vir a engravidar. Segundo os mesmos documentos, o rapaz "chorou, acreditando que ela havia engravidado [a predadora] mas [Karen Carstens] assegurou-o a que não se preocupasse" visto que o seu ciclo menstrual teria início em breve.

A vítima disse ainda que a mulher havia pedido silêncio total em torno do assunto uma vez que se se soubesse, ela teria problemas.

O caso [sic] começou quando Karen Lee se ofereceu para tomar conta do rapaz de 13 anos durante o tempo em que a mãe seria tratada no Houston hospital. O rapaz disse que, quando a relação [sic] começou, a mesma envolvia apenas o contacto com os seios da predadora e com os genitais, mas que progrediu para sexo oral. (...)

O caso [sic] terminou em 2009 quando Karen Lee mudou-se para fora da área de Houston. Carstens, agora com 41 anos e a viver em Maryland, foi acusada pelas autoridades de Houston de agressão sexual a uma criança.

Fonte

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Tal como dito aqui, sempre que o abuso sexual é feito por uma mulher mais velha, os jornalistas tendem a qualificar isso de "caso" ou "relacionamento". Mesmo que tenha sido "consensual" (se é que se pode chamar de "consensual" a decisão duma criança de 13 anos), isto não foi um "caso" ou um "relacionamento"; isto foi um abuso sexual.

As feministas cuja propaganda depende em colocar as mulheres como perpétuas vítimas e os homens como perpétuos agressores, não costumam lidar muito bem com a informação de que as mulheres podem ser tão abusadoras como os homens. O seu financiamento depende do vitimismo feminino e como tal, elas não aceitam opiniões contrárias.


sábado, 5 de maio de 2012

Mãe grava vídeos sexuais com o próprio filho e envia-lhe fotos suas nua

Uma mãe foi acusada de incesto depois de ter sido encontrada num hotel com o filho adolescente e na posse de vídeos sexuais de ambos. A polícia afirmou que o rapaz de 16 anos tinha no seu telemóvel videos onde se via a mãe Mistie Atkinson a levar a cabo sexo oral com ele.

A polícia recuperou também fotos nuas da mulher de 32 anos que ela havia enviado ao filho mal a sua relação ilícita teve inicio (princípio do ano). O rapaz, que vive com o pai - que tem guarda exclusiva - estava ciente que Atkinson é a sua mãe biológica.

Os registos legais não revelam a dimensão do contacto pessoal que ambos tinham antes deles darem início ao caso, mas os investigadores afirmarem que Mistie não tinha direitos de guarda sobre o rapaz.

Atkinson e o filho adolescente foram encontrados num quarto de motel em Ukiah, California, no dia 2 de Março. Ela foi mais tarde lançada na prisão de Napa County e acusada de incesto, copulação oral com um menor, contacto com um menor para ofensa sexual e envio de material prejudicial para um menor.

A polícia afirmou que os vídeos contidos no telemóvel do rapaz datam de 3 e 4 de Fevereiro últimos. Para além disso, para além de ter enviado fotos nuas de si própria para o rapaz, Mistie trocou com ele mensagens sexualmente explícitas ao mesmo tempo que falavam em fugir juntos.

Os registos legais mostram que o pai obteve uma providência cautelar contra Atkinson.

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O alegado incesto [alegado?!!] tem paralelo com outro caso onde Aimee Louise Sword, de Waterford. Michigan, usou a internet para localizar o filho que ela havia dado para adopção quando este era bebé.

Depois de o ter localizado, ela deu início a uma relação sexual com o mesmo até que, passados muitos meses, os guardiões legais descobriram tudo. Sword declarou-se como culpada e foi sentenciada a um mínimo de 9 anos de prisão.

Durante a sua audiência, Sword pediu desculpas ao tribunal e à criança, explicando que não entendia o porquê dela se ter comportado da forma como se comportou e que iria pedir ajuda profissional.

[Curioso que ela nunca se tenha lembrado de "pedir ajuda profissional" enquanto estava em liberdade.]

Fonte

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Como é normal quando um abuso sexual envolve uma mulher mais velha e um menor, o incidente é qualificado pelos média de "um caso" - como se de um romance se tratasse - e não como um evento onde uma mulher adulta abusou dum menor.

Claro que se os papéis fossem inversos - isto é, no lugar da mulher estivesse um homem adulto e no lugar do rapaz estivesse uma adolescente - mesmo que actividade sexual fosse "consensual", os média dificilmente qualificariam isso de "caso", mas qualificariam o incidente por aquilo que realmente é: abuso de menores.

Curioso também que o Daily Mail diga o "rapaz estava ciente que Atkinson é a sua mãe biológica". Sim, e depois? A responsabilidade do incidente é da mulher , independentemente do rapaz estar ciente que Atkinson é a sua mãe biológica.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Um homem de 34 anos abandonou a mulher para se casar, segundo a tradição cigana, com uma menina de 13 anos, que já engravidou. A denúncia foi feita por Andreia Gomes, uma imigrante brasileira, também de 34 anos, casada com o suspeito – e confirmada pelo patriarca do acampamento em Vale Formoso, Covilhã.

Tiago Gomes tem estado fora da região "em negócios", mas, de acordo com o seu pai, Manuel Gomes, "a situação não tem nada de estranho". "O meu filho não estava bem com a mulher, que o tratava mal, e deixou-a", explicou ao CM, justificando o relacionamento com a menor, que já está grávida: "Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Além disso, Manuel Gomes releva o facto de a "a rapariga já ter vivido um ano com outro cigano". "Nem foi o meu filho que a desonrou", destaca. À face da lei portuguesa, os contactos sexuais com menores de 14 anos são crime.

Ainda a 17 de Maio deste ano, o Tribunal de Montemor-o-Velho condenou um jovem de 18 anos a quatro anos e meio de prisão, suspensa por igual período, por ter raptado uma prima, de apenas 11 anos, com quem se casou segundo a tradição cigana. A menor foi levada de Santa Maria da Feira, onde vivia, a 14 de Abril de 2009, com a conivência de familiares do ‘noivo’ também julgados.

"Eu não podia saber uma coisa destas e ficar calada. Já fiz queixa às autoridades e espero que a polícia investigue o caso porque isso é crime", salienta Andreia Gomes, mostrando a certidão de casamento.

A mulher apresentou uma queixa na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) há mês e meio e entregou de novo uma carta na comissão, na última sexta-feira, onde volta a acusar o marido de querer "fazer uma vida dupla" – com ela e com a menor.

A CPCJ da Covilhã está a investigar a denúncia e já pediu à GNR para averiguar a situação descrita por Andreia Gomes.

Fonte

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Segundo o credo do multiculturalismo, o que este homem fez é perfeitamente aceitável. Se nenhuma cultura é superior a outra, e se não há forma absoluta de se classificar comportamentos morais provenientes de outras culturas, com que base se pode dizer que o que este homem fez está errado?

Se o multiculturalista diz que isto está errado porque é ilegal, então ele defende que o que é moralmente correcto é o que é legal. Isto implica que se o multiculturalista vivesse na Alemanha nacional-socialista dos anos 30, ele não veria nada de mal no anti-semitismo prevalecente na altura visto vez que era "legal".



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