Mostrar mensagens com a etiqueta Manipulação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manipulação. Mostrar todas as mensagens

domingo, 24 de janeiro de 2016

Tudo o que eles têm é o medo

Por Jack Donovan

Os progressistas só têm um bom truque, e os homens continuam a ser enganados pelo mesmo. Eles chamam-te com frequência de cobarde de modo a que tu faças o que quer que esteja ao teu alcance para provares que não és um cobarde. Se eles querem que tu aceites um grupo de estrangeiros, eles chamar-te-ão de xenófobo como forma de tu colocares de parte qualquer reserva racional que possas ter em relação às motivações dos estrangeiros. A única forma de provares que não tens um medo irracional de estrangeiros é aceitando-os de braços abertos e sem questionar nada.

Se por acaso questionares a sanidade dum homem que não pode ser "quem ele realmente é" até que o seu pénis lhe seja cirurgicamente retirado, então chamar-te-ão de transfóbico. A única forma de provares que não tens medo de transsexuais é concordando que os transsexuais não só são mentalmente sãos, mas que também são heróicos e que deveriam ter permissão para entrar nas instalações sanitárias femininas.

Se por acaso tu rejeitas uma exigência feita por uma mulher, então "tu tens medo duma mulher forte". Esta acusação já foi repetida tantas vezes que uma facção considerável  da população parece mesmo acreditar que os homens estão, dentro de si, constitucionalmente temerosos duma mulher com "atitude. É provável que haja alguma verdade nisto, mas só porque os homens preferem evitar a realidade frustrante de que, independentemente do quão forte a mulher afirme ser, nenhum homem ou mulher irá perdoar o homem que nocautear uma mulher. Para provarem que não têm medo das mulheres, os homens  cedem e dão tudo o que as mulheres querem porque eles não são capazes de enfrentar as mulheres da mesma forma que enfrentam outros homens.

Os progressistas conseguem levar os homens a fazer o que eles querem ao manipularem o medo de terem medo, Quando esta manipulação passar a ser reconhecida, vocês irão começar a vê-la em quase todos os argumentos apelativos aos homens, e em toda a narrativa progressista que tem como tema os homens. A sua estratégia é a de retratar os homens, até mesmo homens que já demonstraram a sua coragem no campo de batalha ou num empreendimento legitimamente heróico onde eles enfrentaram e superaram o medo, como sendo essencialmente motivados pelo medo e pelos sentimentos de inadequação.

É tentador dizer que esta estratégia é um reflexo dos seus próprios medos - que eles são de tal forma definidos pelos seus medos e pelas suas fraquezas que não conseguem imaginar alguém a ser motivado por algo mais que o medo.

O progressivismo é promovido e aceite principalmente pelas mulheres, pelos educadores e pelos homens urbanos que tendem não só a ser fisicamente mais fracos, mas também a não ter qualquer tipo de treino em auto-defesa (e nem revelam têm interesse por isso). Racionalmente falando, é normal que estas pessoas tenham mais medo que os homens mais capazes. Mas isso nada mais é que tu e eu a pensarmos como homens.

Eles não olham para o mundo dessa forma; estas pessoas sempre viveram uma vida protegida; eles são os mansos que herdaram a terra, e tal como todas as crianças mimadas, eles não têm qualquer experiência em torno do que foi preciso para criar o mundo e nem do que é preciso para o manter. Tal como toda a herdeira que não se importa de onde vem o dinheiro desde que ela o possa gastar, eles não têm qualquer entendimento práctico da violência e nem do seu papel na manutenção da sua segurança.

Tal como escrevi no livro "O Código dos Homens", [Inglês: "The Way of Men"] durante a maior parte da história e da pré-história[sic], o papel social do homen tem sido orientado em torno do perímetro de defesa. Os homens estão adaptados para esse papel, e é razoável afirmar que os homens mais masculinos estarão mais interessados em avaliar as ameaças e tomar preparativos para lidar com elas.

Um dos meus melhores amigos instalou janelas à prova de balas na sua casa só porque para ele isso lhe parecia como a coisa mais óbvia de ser feita. Ele está naturalmente orientado para olhar para si como o guardião, para se preocupar com a protecção e com a defesa, até mesmo quando não existem ameaças imediatas e não há nada que precise de ser protegido. Ele não tem mais medo que as outras pessoas.

De facto, é provável que ele tenha menos medo que a maior parte das pessoas. Ele não está paranóico e nem tem qualquer tipo de obsessão com os preparativos de se lidar com o perigo; para ele, isto é divertido. Ele sente-se atraído por isto tal como os pintores se sentem atraídos por pinturas ou como os músicos se sentem atraídos pela música. Ele é bom no que faz e isto deixa-o feliz.

Pessoas que foram protegidas durante toda a sua vida e que não têm interesse pela defesa pessoal não se vêem no papel de guardiãs. Tal como as mulheres, as crianças e os enfermos, eles sempre viveram dentro do perímetro. Para os protegidos, o papel protector é "trabalho para outra pessoa". Eles sentem-se protegidos porque faz parte da sua natureza confiar noutras pessoas para garantirem a sua segurança.

Os homens masculinos olham para a violência como responsabilidade sua enquanto que os protegidos olham para a violência como responsabilidade de outra pessoa. As ameaças são tão abstractas para eles como a energia eléctrica o é para mim. O meu pai era electricista mas não faço ideia nenhuma de como aquilo funciona, e nem me preocupo com isso desde que a luz acenda quando eu carrego no interruptor. Não tenho medo das luzes se apagarem; nunca penso nisso; isso é trabalho para outra pessoa.

Não creio que os progressistas protegidos tenham medo da violência o tempo todo, e não creio que eles se apercebam do quão vulneráveis eles demonstram ser para resto das pessoas. Eles são os alvos mais arrosados, mais pelúcios, e mais macios de todos, mas eles não pensam na violência porque eles não crêem que é função sua lidar com ela. E eles não irão pensar nisso até que as luzes se apaguem. Quando as luzes se apagarem, eles irão reparar no quão vulneráveis e desamparados eles têm estado durante toda a sua vida. Eles irão ver o que todos nós fomos capazes de ver desde o início.


Deve ser por isso que eles parecem ficar tão traumatizados quando a violência ocorre, e tão "engatilhados" [inglês: "triggered"] quando, mais tarde, são feitas referências à violência. Quando tu estás à espera da violência, e alguém te supera, vais ficar zangado em relação a isso, mas tens uma forma de processar o evento; as coisas fazem sentido. No entanto, se tu sempre assumiste que a violência é algo que acontece com as outras pessoas e um dia ela acontece contigo, isto vai virar o teu mundo do avesso.

Devido à sua própria natureza, os homens masculinos têm medo de ter medo. Ou, melhor ainda, os homens têm um medo natural de serem vistos como pessoas que estão com medo. Aparentar medo significa perder no olhar-para-baixo circular que precede a violência. A vulnerabilidade precede a violência e dá a aparência de ser fácil. Este é um medo racional. Claro que ele pode-se desmoronar até à paranóia irracional, mas a menos que se tente misturar com a multidão, porque é que não gostarias de ter a aparência dum alvo difícil no meio dum rebanho de rapazes-de-pijama espoliados?

Os homens que andam em grupos não querem dar a aparência de vulnerabilidade pelos mesmos motivos. Dentro dum contexto de grupo, os homens não se querem associar com homens temerosos, com aparência vulnerável, porque os homens que emitem sinais de fraqueza ou vulnerabilidade causam a que todo o grupo pareça vulnerável. Aparentar medo diminui o teu valor dentro do grupo.

Por outro lado, demonstrar coragem faz de ti um membro mais valioso dentro do grupo. Os homens não querem ser vistos com alguém com medo porque o seu valor como homens - a sua identidade, a sua honra - está intimamente associada à reputação de estar disposto e ser capaz de processar e superar o medo,

A civilização moderna está vazia de oportunidades para os homens provarem a sua coragem perante os outros homens porque a civilização moderna eliminou muitos riscos, e, intencionalmente, a maioria dos homens tem que viver dentro do perímetro protegido. A eficácia do modernismo significa que não há muitas posições para guardião embora haja muitos guardiões.

Os homens perderam também oportunidades de se provarem a eles mesmos dentro de grupos de homens firmemente fechados porque os homens são forçosamente integrados com as mulheres em quase todos os aspectos da vida moderna. Eles são integrados com as mulheres nas escolas, no emprego, e em quase todos os ginásios ou escola de artes marciais. Como resultado desta integração, os laços entre os homens tendem a ser fracos, e poucos homens jovens tiveram oportunidades suficientes para construir uma genuína identidade masculina - um forte sentido de quem são dentro dos grupos masculinos.

Tal como as feministas astutamente salientaram, muitos homens modernos têm um sentido particularmente frágil do seu valor como homens. Eles têm pouca experiência em superar o medo, nenhuma reputação por demonstrar coragem, e nenhum sentido de pertencer a um grupo de outros homens. Estes homens estão cientes disso - conscientemente ou subconscientemente - e isso faz com que eles fiquem ansiosos.

Esta ansiedade em torno da sua masculinidade faz com que eles sejam fáceis de manipular com fobias inventadas e instigações sem base tais como "tu tens medo duma mulher forte".

O progressivismo é apresentado como um movimento revolucionário; a sua propaganda encoraja as pessoas a acreditar que estão a "enfrentar" algum tipo de mal poderoso, ou "dizer a verdade" aos poderes estabelecidos, o que só pode ser feito sem violência e com a impunidade relativa que os "rebeldes" desfrutam porque os seus propósitos ou são complementares ou não-ameaçadores para os objectivos daqueles que realmente têm o poder.

Quando os poderes estabelecidos te atacam com sacos de feijão, gás lacrimogéneo e balas de borracha, então tu não és uma ameaça séria para eles. Quando o poder estabelecido te vê como uma ameaça, eles enviam equipas S.W.A.T. e helicópteros Apache.

O progressivismo usa a linguagem da revolução violenta, mas tudo não passa de melodrama. Os pontos de vista progressistas são o establishment e, neste aspecto, conservadores. Por exemplo, já não é revolucionário ser contra o racismo (se é que alguma vez foi). Tem havido uma campanha sistemática na meio educacional, nos média, nos governos, e nas forças militares para dizer a todas as pessoas do mundo Ocidental que o racismo está errado.

Tu cresceste numa sociedade que foi integrada à força, e contra a vontade dos teus ancestrais, muito provavelmente antes até de teres nascido. Tu foste exposto a imagens positivas sobre as pessoas de outras raças, protegido das ideias negativas em relação às outras pessoas, e ensinado por todas as instituições que o racismo e os estereótipos de qualquer tipo estão errados.

Se por acaso tu hoje acreditas que o racismo está errado, e emprestando as palavras de Barack Obama, "Não chegaste aqui sozinho [....] Tu não construíste isso." Tu não usaste a "razão" para deixar de ser racista. Tu não és uma pessoa iluminada, nem sofisticada e nem evoluída. Tu acreditas exactamente naquilo que te foi dito para acreditares. Dá uma palmada nas tuas próprias costas.

Um pouco por todo o mundo Ocidental existem riscos financeiros e sociais para quem age de modo racista, ou age de modo que é visto como racista, ou tem ligações com pessoas racistas. Nos círculos sociais mainstream serás ostracizado. Se por acaso és uma celebridade, a tua carreira chega ao fim. Se por acaso pedires desculpa, ninguém irá acreditar em ti, e as pessoas vão falar disto para o resto da tua vida.

Os políticos mainstream qualificam-se uns aos outros de "racista" e entram em competição para se superarem uns aos outros na diversidade feel-good e no departamento que busca símbolos [raciais]. Se por acaso trabalhas para outra pessoa, se fores declarado como um "racista", isso pode fazer com que passes a ser não-empregável na era das pesquisas online.

Se tens um negócio, podes ser vítima de boicote, e as outras empresas podem cancelar as suas contas como forma de evitar qualquer tipo de associação contigo. Se és um académico, serás atacado pelos média e podes até perder o teu emprego por chegares a uma conclusão que parece ser racista, quer seja verdade ou não.

Na Europa, podes ser preso por dizer algo, ou escrever algo, abertamente racista ou "xenofóbico". Dizer algo que pode ser entendido como racista, ou algo depreciativo para com outro grupo, quer seja verdade ou não, requer coragem. Ser um "racista" ou um "xenófobo" exige tomates.

Não existem penalidades sociais, financeiras ou legais por se dizer que se é contra o racismo ou contra a xenofobia. Nenhuma. Os auto-proclamados "anti-fascistas" que querem ter uma erecção resultante do perigo de "lutar contra o racismo" têm, na verdade, que procurar as pessoas acusadas de racismo e atormentá-las na rua, esperando causar algum tipo de confronto.

E quando isto acontece, eles sabem muito bem que serão absolvidos de qualquer tipo de consequência legal por parte de advogados que ou se irão disponibilizar para "lutar contra o racismo" em seu favor nos tribunais e em regime pro bono, ou serão pagos por um certo número de organizações anti-racistas muito bem financiadas e muito bem estabelecidas.

Não é preciso coragem para se dizer que se é contra o racismo visto que não há riscos inerentes a essa posição. O anti-racismo, a integração orquestrada, o multiculturalismo, a pró-imigração, a anti-xenofobia, a anti-perfilagem, a anti-estereotipização, "a diversidade é a nossa força".......tudo isto são ideias do establishment e posições por defeito que são socialmente recompensadas e afirmadas. Os riscos só aparecem quando estas posições são desafiadas de uma forma ou outra.

Portanto, quem mesmo é que tem medo?

O mesmo pode ser dito do sexismo aberto, da homofobia, da transfobia e de qualquer iniciativa que os progressistas dizem que secretamente assusta de morte os homens. Quantos homens da política se atreveriam a dizer que as coisas estariam melhores se as mulheres não votassem ou se elas não tivessem sido encorajadas a buscar salário igual dentro da força laboral?

Na maior parte dos países é ilegal iniciar uma empresa que exclua as mulheres - como funcionárias ou como clientes - e aparentemente Deus não te irá ajudar se te recusares a fazer um bolo para um "casamento" entre duas lésbicas. Depois delas mancharem o teu nome nos média, elas darão entrada a um processo legal que te irá arruinar financeiramente.

Todos os funcionários masculinos de todas as grandes empresas sabem que podem ser despedidos por dizerem algo "insensível", ou algo que pode ser subjectivamente entendido por outra pessoa como algo "sexual" ou "ameaçador". Foi dito recentemente a um cliente meu (por parte do departamento dos recursos humanos) que ele era "demasiado masculino", e que ele deveria ser mais sexualmente fluído porque a "certeza em relação ao seu género" pode causar desconforto junto daqueles que estão incertos. Foi-lhe pedido que cortasse a barba e usasse roupas mais largas como forma de esconder a sua estrutura musculosa.(...)

Todos os estudantes e todos soldados do sexo masculino foram submetidos a horas e horas de treino em torno do assédio sexual e da sensibilidade cultural. Todos eles assinaram declarações e manuais onde se explicavam as penalidades por fazer ou mesmo implicar a coisa "errada". Eles sabem que serão punidos não só pelas instituições mas também pelas pessoas que consideram amigas, e mesmo até por membros familiares.

E é disso que eles têm medo.

Quando vejo uma mulher a dizer que é a favor dos direitos iguais, ou que ela pensa que as pessoas deveriam ajudar os refugiados, ou que ela é contra o racismo, eu olho para isso como empatia natural e como sinalização moral que tem como base o critério da sociedade onde ela vive. Em vez de levar em conta o facto de ser uma senhora, ou uma Cristã, ou virgem, ela está a salientar o único tipo de moralidade de pureza moral que toda a gente leva em conta neste império internacional do nada.

Quando um homem tem o cuidado de me dizer que é contra o racismo, o sexismo, a xenofobia, a homofobia ou a transfobia, o que quer que seja o tópico do dia, tudo o que eu vejo é medo. Ele tem medo de perder o emprego, de perder os clientes, de ser expulso da escola, de ser atacado pelos média, de ser processado, se perder a sua casa, de perder o apoio dos seus amigos e familiares, de perder a esposa ou a sua namorada.

Esse homem assinou os manuais, viu os vídeos e as apresentações em Powerpoint. Ele sabe as regras e ele viu o que aconteceu com os homens que as violaram. Muitos homens chegam a ter medo de pensar os pensamentos que os levam a dizer as palavras que os podem colocar em perigo. É assustador e eu entendo.

Só há cerca de dois anos é que passei a trabalhar por conta própria, e não há garantia que dure para sempre. Trabalhei durante 20 anos, assinando manuais e declarações de políticas internas. Assisti os vídeos obrigatórios. Não venho duma família abastada e nunca tive muito em termos de rede de segurança. Afinal de contas, temos que comer.

Mas onde é que as coisas terminam? Quantas mais fobias é que eles têm permissão de inventar como forma de explorar o nosso medo de ter medo? Quantas mais coisas impossíveis é que vamos concordar em acreditar? Quando parares de cair na mesma armadilha, quantas mais vezes é que vais acenar a tua cabeça e dizer as palavras que já não acreditas?

Quando eu vejo homens na televisão a discutir sobre quem é mais racista, sexista ou transfóbico, e a humilharem-se uns aos outros como se eles nunca tivessem dito ou pensado as mesmas coisas - hoje em dia, pundits políticos e até narradores desportivos passam os dias a fazer isto - tudo o que eu penso é "Que pessoas mais mentirosas, oportunistas e gananciosas!"

Quando eu vejo um homem a pedir desculpas por "palavras ofensivas", ou, pior, pedir desculpas às pessoas que "ficaram ofendidas pelas palavras", eu vejo um homem amedrontado e desesperado. Pode ser que ele esteja a proteger a sua família, os seus amigos ou até os seus empregados. Eu entendo e isso é legítimo. Mas com que frequência e durante mais quanto tempo é que ele vai continuar a humilhar-se dessa forma - fazendo súplicas públicas, supinando a sua mão estendida e aberta tal como um chimpanzé amedrontado?

Eu sei que fazer declarações que podem acabar com uma carreira talvez seja demais para a maior parte dos homens. E não faz sentido e nem há honra em debater com uma mulher sobre o que ela acredita a menos que estejam romanticamente envolvidos. Mas homens, vocês podem começar a se recusar a ter medo ao se recusarem a contar mentiras aos homens com quem lidam.

Parem de contar mentiras aos outros homens. Parem de assumir que os outros homens acreditam nas coisas que vocês não acreditam, e digam apenas o que vocês realmente acreditam. Se algum dos homens se sentir ofendido, e vos começar a dar um sermão - se ele começar a repetir todas as coisas que lhe foram ensinadas pelo sistema de ensino e pelos média - ignorem-no. Muito provavelmente vocês não tinham muito em comum, e ele soa como um idiota mesmo.

A vida é curta e o mundo está a ficar cada vez mais estúpido. Rodeiem-se com aliados que partilham os vossos valores.

E se por acaso derem convosco mesmos a dizer que apoiam coisas que nem se interessam só porque pensam que isso é o que as pessoas querem ouvir, tal como Patrick Bateman no filme "American Psycho" quando ele falou em acabar com o apartheid e com a corrida às armas nucleares, parem de fazer isso, seus sociopatas imbecis.

Se por acaso algum homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenófobos, acusem-no de ser fraco e medroso e de ser facilmente manipulado. Acusem-no de estar demasiado preocupado com ele mesmo para ter tempo para pensar pela sua cabeça ou dizer o que realmente pensa.

Não recuem. Não qualifiquem essas porcarias.

Se por acaso outro homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenofóbicos, admitam-no e façam com que o outro homem se sinta um idiota por urinar as calças por causa disso. Os progressistas querem-te convencer de que estás com medo e por isso é que não concordas com eles, mas a realidade dos factos é que a maior parte dos homens tem medo de discordar com eles.

Façam-nos assumir isso.

Os homens não têm medo de "mulheres fortes", ou de eunucos, ou do "casamento" homossexual, ou de "estrangeiros". Eles têm medo de falar abertamente porque têm medo das consequências sociais, financeiras, e em alguns casos, legais  Isso é medo real, e eles estão dolorosamente cientes disso. Façam-nos assumir isso. Chamem-nos de cobardes.

Mas se o fizerem, muito provavelmente é melhor ficarem preparados para receberem um soco na cara por parte dum homem que está realmente e profundamente assustado com o que significa ser chamado de racista, sexista, xenófobo, ou qualquer outra táctica para assustar que eles criaram para o manipular.

- http://bit.ly/1Uj6uV9



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Será que o marido precisa da permissão da esposa para fazer o que bem entender com o seu próprio corpo?

Aparentemente, sim, a julgar pelo incidente reportado aqui. Peter Lloyd narra os eventos.
....

Mulher britânica está a fazer campanha em favor do direito legal de vetar a escolha do marido de doar o seu sémen a um banco de esperma. A queixosa não identificada afirmou que o seu parceiro disponibilizou amostras do seu sémen a uma clínica registada depois de ter ficado stressado após o nascimento do filho de ambos.

Descontente, a mulher de Surrey contactou a "Human Fertilisation And Embryology Authority", alegando que as mulheres de Reino Unido (RU) deveriam poder negar o livre arbítrio dos maridos neste assunto, uma vez que o esperma é "um bem marital".

Ela está errada

Como activista pelos direitos dos homens [MRA] e alguém cuja mãe foi conselheira no "Liverpool's British Pregnancy Advisory Service", onde passei um tempo considerável da minha infância, eu dou grande importância [sic] à escolha. Mas a escolha é uma via de dois sentidos. A velha máxima "meu corpo, minha escolha" é uma que se aplica a ambos os sexos, e não só às mulheres.

O que o homem decide fazer com o seu esperma - a sua linhagem, ADN e personificação da sua liberdade reprodutiva - é decisão sua, e só sua, apesar do seu estado marital. E dado que a permissão do homem não é necessária para o término duma gravidez [assassinar o bebé], eu considero o pedido desta mulher particularmente ofensivo.

Sim, provavelmente ele tinha a obrigação moral de informar a sua esposa, mas certamente que ele não tinha - nem deve ter - qualquer tipo de obrigação legal. Afinal de contas, a mulher nunca deveria precisar da autorização do esposo para doar os seus próprios ovos [sic].

Claramente, este homem tomou a sua decisão livremente e dentro dos parâmetros rígidos do mundo médico. Paralelamente, ele nunca voltou atrás no seu consentimento, que é o cerne da questão. Bem, consentimento e controle do marido.

Esta mulher alega que está preocupada com o efeito psicológico que as crianças geradas pelo marido pode ter nela. Ela diz também que os tais filhos podem "perturbar" a sua família. Mas que razão horrível para negar alguém a chance de gerar de modo legítimo filhos: inconveniência.

Pessoalmente, eu [Peter Lloyd] suspeito que a mulher está zangada porque não pode aprisionar o marido. Há já algum tempo que a gravidez tem sido usada como trunfo na "guerra entre os sexos", como ela é conhecida. Mas, subitamente, há uma abertura jurídica na legislação.

Temos pena, mas isto não é motivo para alterar a lei, e alienar o direito do paciente em torno da confidencialidade, ou negar a oportunidade de gerar uma família, principalmente se levarmos em conta que os homens já sofrem de direitos insuficientes no que toca a paternidade. Normalmente, é negado aos homens o acesso aos seus filhos (embora sejam forçados a sustentá-los) e mesmo quando obtém aprovação legal para visitar os filhos, ela raramente é aplicada.

Do mesmo modo, levemos em conta o número de homens que são vítimas de fraude de paternidade [isto é, a mulher engravida de outro homem, mas mente e diz que o filho é do marido]. Os mesmos homens pedem teste de ADN aos recém-nascidos, apenas para o verem negado devido à falta de consentimento da esposa. Onde está a justiça nisto?

No ano passado, um homem viu o seu nome retirado da certidão de nascimento da sua filha apenas e só porque a mãe e a sua parceira [lésbica] queriam apagar qualquer vestígio do seu (crucial) envolvimento. Negar aos homens qualquer tipo de direito de paternidade é desumano. Obviamente que as mulheres também enfrentam os seus problemas no que toca à maternidade, mas ninguém está a tentar marginalizar os seus direitos.

Pessoalmente, eu suspeito que esta mulher quer controlar e limitar as escolhas do seu marido, quando ela se deveria questionar do porquê ele sofrer stress pós-traumático.

Se esta mulher for bem sucedida em alterar a lei, onde é que as coisas terminarão? Que outras partes do corpo é que o parceiro alegará co-possuir? Pode um homem impedir a mulher de ser barriga de aluguer? Pode uma mulher impedir o marido de fazer uma vasectomia?

O casamento ou se centra na possessão ou não se centra na possessão. Pessoalmente, eu acho que se centra na parceria, mas não creio que esta mulher acredite nisso. Por diversas vezes esta mulher foi citada a explicar como esta situação lhe afecta, e como isto não afecta o marido. Isto é um mau sinal.

Sim, isto pode ter repercussões nela, mas, para o bem ou para o mal, ela escolheu casar-se com ele. Simpatizo com o facto da decisão do marido poder afectá-la emocionalmente, mas a vida é assim. Isto não significa que alteremos a lei por causa disto. Mais importante ainda, a verdade mantém-se: o corpo do homem é escolha sua. E eu atirar-me-ei em frente do cavalo do (futuro) rei se isto algum dia mudar.

* * * * * * *

Peter Lloyd está errado ao equivaler a escolha do homem em doar o seu sémen com a "escolha" da mulher em fazer um aborto pelo simples facto do aborto matar outro ser humano, e a doação do sémen ser só isso: doar algo que é seu. Além disso, a doação do sémen é uma porta aberta para uma futura vida, enquanto que o aborto é o término duma vida. Não há equivalência nenhuma entre estas "escolhas."

Segundo, a notícia ressalva mais uma vez o que o autor dos vídeos do site ManWomanMyth.com alegou: algumas mulheres sentem-se intimidadas com a possibilidade dos homens possuírem áreas da sua vida que não podem ser influenciadas e manipuladas por elas. Para além delas já terem o controle total sobre a vida e a morte do filho de ambos, aparentemente algumas querem agora controle sobre o que o homem faz com o seu próprio corpo.

Neste caso, o motivo provavelmente prende-se com o aspecto financeiro:; quanto mais filhos o homem tiver, menos vai sobrar para ela e para o seu filho.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livro alega que as mulheres nazis eram tão violentas como os homens.

Mulheres que trabalharam sob as ordens de Hitler eram tão violentas como os homens, alega livro escrito em 2009. "Female Perpetrators; Women Under National Socialism" expõe o mito de que as mulheres que trabalharam para Hitler eram o sexo mais gentil e que elas apenas foram arrastadas pelas acções violentas dos homens.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.

Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:

A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.
Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.


O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".

A senhora Kompisch escreve:

Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.
Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.

Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.

Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.

Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .

No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.

Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.

Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.

Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.

Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.

Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".

O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.
Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.

. . .

A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.

Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.

A senhora Kompisch conclui:

A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.

* * * * * * *


sábado, 28 de abril de 2012

Uma história moderna envolvendo manipulação psicológica

História contada por amiga no seu blogue pessoal. Comentários pelo meio.
O meu ex marido teve uma namorada em 2009 que disse estar grávida dele quando ele a deixou e ela se viu desesperada.
Manipulação psicológica feminina (vêr aqui, aqui e aqui).
Nessa altura cheirou-me a esturro e disse-lhe que só podia ser mentira, que aquilo parecia mais um golpe para o prender (como é possível ainda haver gajas que fazem este tipo de coisas?)
Ninguém melhor que uma mulher para saber quando outra mulher está a mentir ou a usar a psicologia masculina como forma de obter algo dum homem.

Se não me falha a memória, James "The Amazing" Randi afirmou que todas as "debunking teams" (equipas que visam desmascarar alegações) deveriam ter entre si um mágico visto estes serem mestres da ilusão. Do mesmo modo, e uma vez que elas são melhores que eles a detectar mulheres mentirosas, talvez não seja má ideia colocar uma mulher ao corrente de factos que envolvem alegações provenientes duma ou mais mulheres.

ora vejamos:

- Engravidou de repente e mesmo no momento em que ele a deixou; (pelas minhas contas ela não podia estar do tempo que dizia estar)

Gravidez como forma de "prender" um homem é contra-produtivo (e injusto para o homem).
- Conversaram e ela decidiu pelo aborto porque já tinha uma menina pequenina e ele como ia deixá-la seria o melhor;
Ou seja, engravidou (alegadamente) de propósito como forma de prender o homem. Como forma de manipulá-lo, colocou nas mãos dele a vida do bebé que ela tinha tinha resolvido gerar dentro de si sem o consultar. Se a criança viesse a ser morta isso não seria responsabilidade dela mas dele por a ter rejeitado. Feminismo ao serviço da irresponsabilidade.
- Durante o processo ele, ao pensar que era mentira dela, enviou-lhe uma ecografia para ele ver que era verdade, por mms (ou seja foto pelo telemovel). Eu vi a eco a ver se via alguma data ou o nome dela mas a foto estava estrategicamente feita para não se ver esses dados.
Esconder os dados do "pai" da criança.
- Enquanto tratou de tudo no médico, nunca quis a companhia dele. Quando ele teimava, ela fugia e nem lhe respondia

- Mais tarde (quando viu que ele não voltava atrás) disse que o aborto estava feito e que nunca mais o queria ver à frente.

O plano falhou e ela (alegadamente, como se vai ver mais à frente) "matou" a criança.
Passaram 3anos e eles encontraram-se de novo. Mal ele a deixou, ela arranjou outro gajo. Engravidou logo desse gajo e hoje não sei se ainda está junta com ele.
Como as mulheres hoje em dia têm o controle total sobre a reprodução, é perfeitamente lógico assumir que ela disse ao novo namorado que "estava a tomar a pílula" ao mesmo tempo que, sem o consentimento deste, tentava engravidar. O homem provavelmente nem tinha planos de ter filhos mas nada disso importou para a sua namorada. Ela decidiu ter filhos, e como tal ele só tinha que obedecer concordar.

Mas o pior não é isso . . .

Confessou-lhe ontem que a história da gravidez tinha sido uma mentira....

jura!!!!
O aborto grátis, o feminismo e a descriminação legal contra os homens geraram uma mentalidade social onde certas mulheres não medem as consequências dos seus actos.

É moralmente condenável uma mulher resolver engravidar dum homem sem primeiro confirmar com ele se é de sua vontade.

Pior, quando chega a altura de suportar as despesas, o filho é ambos - e como tal o pai tem responsabilidades - mas quando se fala em matar a criança através do aborto, essa decisão é "só dela" visto que estamos a falar do "seu corpo" e da sua "sua escolha".

Há gente muito passada da cabeça, e há muito psicólogo sem emprego.
A sugestão dum psicólogo assume que isto é uma questão do foro clínico, mas não é. Ela não é maluca; ela é maligna, egoísta e com tendências assassinas. Ou seja, mais uma mulher tóxica (feminista).

E ainda existem mulheres que não entendem o porquê dos homens evitarem o casamento.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

* * * * * * *

Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Como funciona a manipulação psicológica

Alguns detalhes desta história tiveram que ser deixados de fora devido a sua natureza obscena.

Eu e a minha namorada temos ambos 30 anos e ambos temos bons empregos e bons salários. Estamos juntos há 5 anos.

Eu amo-a muito. Francamente, ela é a mulher mais bonita que eu alguma vez vi. Ela poderia facilmente ser uma modelo. Numa escala de 1 a 10, ela é um 10. Sempre que ela vai a rua recebe vários piropos - quer eu esteja junto a ela ou não.

Eu, por outro lado, não sou assim tão atraente embora não tenha dificuldade em arranjar mulher. Sou acima da média (7/10) e, embora eu me cuide, não sou suficientemente atraente para ser um modelo.

Em traços gerais, a nossa relação tem sido fantástica. Nenhum de nós foi infiel e ambos estamos muito apaixonados. Eu pelo menos amo-a muito muito muito.

No entanto, os últimos 6 meses têm sido stressantes. Temos trabalho muito, e embora tenhamos posto de parte uma quantidade razoável de dinheiro para comprar a nossa primeira casa, tem sido raro qualquer um de nós chegar a casa antes das 10 da noite.

Basicamente, temos estado exaustos e negligentes em relação à nossa intimidade sexual e a nossa relação. Isto tem acontecido estritamente devido ao tempo e ao cansaço. Os nossos sentimentos não se alteraram uma vírgula.

Avancemos até cerca de 2,5 meses atrás para a altura em que ambos fomos convidados para reuniões de amigos distintas em partes distintas do país. Foi uma grande oportunidade para ambos libertarmos um bocado da pressão acumulada depois de trabalharmos de forma tão árdua durante alguns meses.

No entanto, estávamos desapontados por não podermos estar juntos.

Demos um beijo de despedida um ao outro, cada um disse o quanto amava o outro e o quanto sentiria saudades.

E lá fomos nós para partes separadas do país.

A este ponto podemos dizer que tivemos fins de semanas BEM DIFERENTES. O seu envolveu ir a uma festa onde - segundo ela - um homem muito bem parecido se aproximou dela. Segundo a minha namorada, quase todas as mulheres da festa ficavam excitadas só de olhar para ele. Ela ficou muito contente que ele a tivesse aproximado.

Ela não tinha nada planeado, mas todos bebiam bastante durante a festa e ela acabou na cama com ele . . . . DURANTE A MAIOR PARTE DO FIM DE SEMANA.

Quando ela voltou, ela era a namorada mais cuidadosa que poderias imaginar. Eu ainda estava demasiado cansado para ter relações sexuais com ela, mas ela foi literalmente uma mulher stepford durante as meses que se seguiram. Estupidamente pensei que isso acontecia porque ela havia sentido saudades minhas e que me amava muito.

Avancemos mais alguns dias até ao momento em que ela começou a chorar e a dizer que não poderia suportar continuar a viver uma mentira. Isto, claro, motivado pelo facto de ter descoberto que estava grávida. Não há a MÍNIMA possibilidade do filho ser meu.

Ela agora é a mulher mais arrependida e mais assustada que poderias ver. Ela até me pediu para agredir-lhe fisicamente só porque ela está tão zangada e chateada por me ter traído. Ela fará QUALQUER coisa que eu queira só para as coisas voltarem a ser como eram.

Por acaso até é um bocado perturbador. Ela está assustada e literalmente a tremer perante a possibilidade de eu deixá-la.

Se eu for honesto comigo mesmo, acho que a maior parte do seu medo centra-se no bebé. Ela chora porque não se pode vêr livre dele [isto é, matar o bebé] e está cheia de medo em mantê-lo e criá-lo sozinha.

Eu fiquei literalmente entorpecido e de coração partido.

Eu virei-me para ela e disse que, antes de podermos avançar, eu precisava da verdade. Isto é, ou ela me revelava practicamente todos os segundos do que aconteceu durante esse fim de semana ou eu ia-me embora. Não só eu sabia que isto era uma espada de dois gumes, como sabia que a realidade e os factos poderiam destruir-me. Mas eu sou uma daquelas pessoas que não pode não saber.

Os factos eram eram tão horríveis que me deixaram literalmente enjoado. Eu cheguei mesmo a vomitar. Basicamente, a minha namorada foi a estrela pornográfica pessoal deste homem.

Eis alguns factos:

  • Foi o sexo mais agressivo que ela alguma vez experimentou e ela adorou todos os minutos do mesmo. Foi o melhor que ela já teve.
  • Ela teve vários e poderosos orgasmos durante o seu fim de semana na cama.
  • Eles não usaram qualquer tipo de protecção (obviamente).
  • Ele deu-lhe algumas palmadas (não com muita força). Basicamente, ele ensinou o BDSM à minha namorada durante esse fim de semana. Fantástico.
  • Ele gravou algumas cenas com a câmara do seu telemóvel. Portanto, algures por aí há um vídeo da minha namorada a agir como uma estrela pornográfica num reles quarto de hotel.

Portanto, Reddit, não é que eu não tenha pensado nas implicações da minha pergunta, mas de certeza que o meu coração foi destroçado.

Devido ao que se passou, neste momento tenho uma namorada que está grávida dum modelo masculino BDSM, e que está tão arrependida do que fez que fará qualquer coisa que eu lhe diga de modo a que eu possa superar o que se passou e ficar com ela.

Basicamente, posso lhe tratar como bem entender, desde que nunca a deixe. Posso odiá-la para o resto da minha vida desde que nunca a abandone.

Há já algum tempo que falávamos em casar e ter filhos e ela está desesperada que eu me comprometa a isso. Ela não só continua a prometer que vai passar o resto da sua vida a compensar-me, como afirma que vai ser a esposa mais perfeita alguma vez poderia querer.

Nem sei o que pensar agora. Sinto-me como se todos os nervos do meu corpo tivessem sido alvo de um curto-circuito, deixando-me totalmente dormente.

O meu primeiro instinto foi fazer as malas e ir-me embora logo após ela sair para o emprego. Não sou o tipo de homem para criar o filho de outro homem, especialmente agora que sei como ele foi concebido.

Temos mais 2 meses de arrendamento da casa e eu posso facilmente mudar-me para um outro canto do país, com o emprego que tenho. Estou muito grato por esse facto uma vez que posso ir-me embora e nunca mais falar com ela ou ouvir falar dela.

O único problema é que estou terrivelmente apaixonado por ela. Sinto que nunca vou superar este amor. Estou hesitante.

O que achas, Reddit? É possível superar uma situação semelhante a esta? Eu simplesmente não posso criar o filho do outro gajo. Não posso.

O meu pensamento está disperso. Pensamentos racionais seriam muito bem vindos agora.


Sinceramente, não sei qual é o problema em tomar uma decisão num caso deste.

Não são ainda casados e mal ela se encontra longe dele, engravida de outro homem. Qual é a dificuldade em ver que ela não serve para ele, nem para qualquer outro homem honesto e sincero?

Este jogo psicológico que ela está a levar a cabo só vai funcionar se ele quiser. Toda esta atitude de "eu faço tudo o que quiseres" vai terminar mal ela se encontre com o anel no dedo e tenha o nome dele.

Tudo o que ele vai fazer é passar a mensagem de que a sua auto-estima é tão reles que nem se deixa afectar pelo facto da sua namorada ter sido rodada por um "pick up artist" durante um fim de semana. E todos sabemos o que as mulheres pensam de homens com baixa auto-estima.

Como dizem os comentadores da notícia, ela quer alguém que cuide do filho; ela não se importa com os sentimentos dele. Pior, embora ela tenha agido como se tivesse sentido mal pelo que fez (manifesto pela sua mudança de atitude quando voltou do fim de semana), é bem provável que ela só tenha revelado a verdade apenas e só porque a biologia seguiu o seu curso e ela engravidou.

Que garantia tem ele de que ela admitiria a verdade se não tivesse engravidado?

Outra coisa que convém notar é que ela não teve tempo para se fartar do "caso" de fim de semana. Uma vez que ela gostou tanto do outro homem, que garantia tem o namorado que ela não sentirá "saudades" e irá em busca dele?

Claro que isto nem leva em conta o facto dela ter posto a vida dele em risco ao ter relações sexuais sem protecção com um homem que é claramente um "profissional". Ela foi egoísta até ao extremo sem levar em conta as consequências dos seus actos.

Agora que ela engravidou, quer que um dos inocentes nesta história (o outro é o bebé) fique PRESO a uma mulher que agiu como uma "actriz" pornográfica durante um fim de semana com um homem que mal conhecia.

Repito: qual é a dificuldade em tomar uma decisão?



sábado, 8 de outubro de 2011

10 estratégias de manipulação

Escrevo aqui no site a pedido dos amigos do twitter as 10 estratégias de manipulação através da mídia para manter o público alienado, escrito pelo linguista Noam Chomsky .



1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO-
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT