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sexta-feira, 17 de maio de 2013

O que é que acontece quando os homens bem sucedidos não se querem casar com a mulher moderna?

Um vislumbre fascinante para dentro da lógica da mulher moderna, que espera que o homem cumpra o seu papel de provedor, sem que ela cumpra o papel maternal associado à sua biologia:
O meu namorado é dono duma companhia que constrói aplicativos para os iPhone. No ano passado ele teve um lucro pessoal de mais de $650,000, só no salário. Este ano muito provavelemente ele terá o dobro disso. Eu, por outro lado, tenho um negócio em dificuldade o qual espero fazer crescer. 
O problema é que o meu namorado gasta muito dinheiro nos seus projectos, nas suas obras de caridade, nos seus investimentos, e nas suas actividades sociais - e gasta um tempo imenso a falar das coisas caras que quer comprar para si. 
Não é isto um bocado insensível da sua parte? Eu estou a trabalhar tanto! Eu sei que serei bem sucedida, mas não consigo sair e comprar - muito menos esbanjar - nesta altura da minha vida.

Nós já estamos juntos há 3 anos, e ele é suficientemente generoso ao pagar-me jantares e férias (como aquela que tivemos em França). Mas ele não se oferece para partilhar o seu sucesso. Todos sabemos que ele trabalhou imenso para ter o sucesso que tem, mas será que eu não tenho direito a parte dos seus lucros uma vez que já estamos juntos há três anos?
É suficientemente mau que o regime legal tenha encapsulado o Imperativo Feminino nas leis de forma que a mera sanção de um casamento estatal confira à mulher o direito de ficar com uma percentagem significativa dos bens do marido, embora já não forneça ao homem o direito ao corpo da mulher. Mas agora que os homens mais astutos evitam de forma crescente os riscos legais inerentes ao casamento, podemos observar para onde o Imperativo Feminino nos levará a seguir: o mero acto de passar algum tempo na proximidade dum homem passará a ser justificação suficiente para uma transferência de recursos financeiros.

É precisamente por isto que nenhum homem bem sucedido deve coabitar com uma mulher (porque o mero acto dela aceitar a coabitação é sinal de que ela não tem valores familiares firmes) a menos que ele esteja disposto a correr os riscos associados ao casamento actual. Tal como a pessoa que escreveu a carta diz, a mulher que se envolve com um homem sentirá que tem um direito intrínseco aos seus bens, independentemente da natureza exacta do seu envolvimento. 

E note-se no conselho que a colunista lhe dá: "Eu estou totalmente de acordo com as mulheres que usam todas as armas ao seu dispor para obter o que elas querem."

A parte interessante é
: será que ela acredita na igualdade? Qual é a diferença entre a posição que ela defende e a ideia de que o homem deve usar todas as armas ao seu dispor, incluindo a sua superior força física, para obter o que ele quer?

Fonte

* * * * * * *
Antigamente, se este homem bem sucedido quisesse usufruir da sexualidade desta mulher, ele teria que casar com ela e partilhar os seus recursos com a esposa. Hoje, graças ao colapso da moral Cristã, as mulheres disponibilizam a sua sexualidade aos homens bem sucedidos sem que exista qualquer tipo de vínculo matrimonial.  O que isto significa é que quando a mulher se envolve sexualmente com um homem com quem não tem um vínculo matrimonial, ela está a passar a uma mensagem específica que o homem assimila como algo do tipo "Esta mulher não serve para mãe dos meus filhos" ou "Ela não serve como esposa fiel". 

Uma das evidências muito fortes em favor desta posição é o facto deles estarem juntos há 3 longos anos, mas ele não lhe ter pedido em casamento. Para quê é que ele a pediria em casamento se ele já tem tudo o que ele quer dela sem, no entanto, ter qualquer vínculo legal?

As más notícias para as mulheres modernas, é que, uma vez que os homens já estão a ficar alertas para esta mudança na mentalidade feminina, eles não só evitam de todo o casamento, como se apressam a trocar de namorada - por uma mais nova e mais bela - quando se apercebem que a sua actual ultrapassou os 30 anos de idade e está a perder a sua beleza e juventude. E eles seguem fazendo isto até quando for possível. Um exemplo disto é Silvio Berlusconi.

Conclusão:
A ética moral vigente é benéfica para uma minoria de homens (os mesmos homens que instalaram essa mesma ética), e má para todas as mulheres e para a esmagadora maioria dos homens. Que pena que a maior parte das mulheres ainda não se tenha apercebido disso.
..



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Quando o "Sim" chega tarde demais

Esta é a história duma feminista que disparou sobre o próprio pé e a história em torno da duplicidade e hipocrisia das feministas. O que elas dizem às outras mulheres está totalmente desligado do que elas querem para si mesmas.

Jessica Bennett é uma escritora americana que conheceu o homem da sua vida quando ela tinha 23 anos. Quando ela tinha 24 anos, ele pediu-a em casamento de modo romântico e grandioso:

Eu amava-o desesperadamente. Eu sabia de forma segura que era com ele que eu queria ficar. Nós estávamos em harmonia e eu queria fazer uma moldura com as suas covinhas na bochecha.
Mas ela recusou-se a casar com ele uma vez que ela era uma feminista que estava orientada para a carreira profissional e para a independência. Mesmo assim, ele ficou com ela durante o tempo em que ela escrevia textos contra o casamento. Um dos artigos que ela escreveu colocou a infidelidade sob uma luz positiva; outro declarou o casamento uma instituição ultrapassada, inferior ao modelo Europeu de uniões de facto:
...quando estes casais independentes e igualitários decidem não casar, eles não perdem a estabilidade. Olhem para os casais Europeus: eles são mais felizes, menos religiosos e mais inclinados a acreditar que o casamento é uma instituição ultrapassada. Para além disso, a sua taxa de divórcio é uma fracção da nossa.
O que é que aconteceu ao namorado que queria tanto casar-se com ela? Qual foi a sua resposta ao facto da namorada escrever contra o casamento? Isto é o que transpirou da conversa entre eles:
Falei com meu namorado sobre o artigo, e ele girou os olhos. Garanti-lhe que o mesmo não se aplicava a nós, mas ele disse que já não importava. Através dos anos, explicou-me ele, eu tinha-o convencido de que ele também não acreditava no casamento.
Portanto, esta teoria em torno do casamento não se aplicava ao seu próprio relacionamento. O que ela queria e ansiava para o seu relacionamento era bem distinto do que ela queria para o resto da sociedade. No entanto, ela não conseguiu imunizar o seu relacionamento das suas crenças. O seu namorado acreditou no que ela disse, e perdeu a sua fé no casamento. E isto logo na altura em que ela começava a mudar a sua opinião e a aquecer a ideia do casamento:
Foi então que um dia, e num dos clichés mais usados que existe, comecei a sonhar acordada acerca do casamento ... Comecei a pensar no tipo de roupa que eu e ele usaríamos, quem estaria no casamento e se nós escreveríamos os nossos votos.

De forma tímida, falei no assunto, só para saber como é que ele se encontrava. Deitados na cama, perguntei: "Ainda queres ir avante? Não acreditas mesmo no casamento?"

"Eu casaria contigo Câmara Municipal," respondeu ele, mas nunca mais falou nisso.

Noutra situação, ele atirou-me o meu próprio argumento: "Porque é que temos que nos casar? É só um pedaço de papel."

Algum tempo depois, ele acabou comigo de forma abrupta e saiu de casa.

Tínhamos passado sete anos a viver num apartamento com 182 m2, em Nova Iorque, inseparáveis e interligados. No entanto, o nosso relacionamento acabou numa só noite. Não preciso qualquer discussão.
O que, agora, depois de passar todos aqueles anos a falar contra o casamento, levou a que ela disse-se que:

À medida que eu tentava fazer algum sentido do que se estava a passar, tive uma visão do porquê o pedaço de papel ser tão importante para ele. Sim, até pode ser uma tradição antiga e um ritual ultrapassado, mas era também um contracto.

Durante a altura em que ele empacotava as suas coisas, lembrei-me duma conversa que a minha co-autora da Newsweek tinha tido com a sua mãe em torno do meu artigo.

"Eu digo-te o porquê de precisares dum casamento" a mãe disse-lhe. "Torna as coisas mais difíceis para a pessoa que se quer ir embora."

Lembro-me que a dada altura nós rimo-nos das suas palavras. Legalmente requerer que alguém fique parece-me desespero e patético. Mas será que teria resultado? Nunca saberei.

O que aprendi foi isto: embora "e viveram felizes para sempre" pode até ser uma farsa, há qualquer coisa por trás da frase "Sim, aceito casar-me contigo."

* * * * * * *

Claro que há algo por trás da frase "Sim, aceito casar-me contigo." Chama-se "felicidade", coisa que as feministas têm privado a milhões de meninas impressionáveis afirmando que a instituição que melhor lhes protege é "antiquada" e "ultrapassada". Em vez disso, agora temos legiões de mulheres arrependidas por terem bebido do veneno Beauvoiriano devido a promessas de "independência" e "força".

Mas nem tudo são más notícias; graças ao feminismo, há cada vez menos gatos sem uma casa para viver, e mais mulheres disponíveis para cuidar deles.

Feminismo: aumentando o número de gatos com casa e comida grátis.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mãe ajuda filha de 13 anos a enviar fotos nuas para namorado

Uma norte-americana de 35 anos, residente em Duchesne, no estado do Utah, vai responder por três acusações de exploração sexual de menor depois de ter ajudado a filha de 13 anos a tirar fotografias despida e a enviá-las para o namorado, 17 anos mais velho.

O homem de 30 anos tinha oferecido um telemóvel à adolescente, colocando como condição que esta deveria fornecer-lhe imagens eróticas.

A mãe da jovem admitiu às autoridades que sabia que as fotografias seriam enviadas para o namorado, que vive a centenas de quilómetros, no estado do Oregon.

Fonte

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A falta que um pai faz.


sábado, 28 de abril de 2012

Uma história moderna envolvendo manipulação psicológica

História contada por amiga no seu blogue pessoal. Comentários pelo meio.
O meu ex marido teve uma namorada em 2009 que disse estar grávida dele quando ele a deixou e ela se viu desesperada.
Manipulação psicológica feminina (vêr aqui, aqui e aqui).
Nessa altura cheirou-me a esturro e disse-lhe que só podia ser mentira, que aquilo parecia mais um golpe para o prender (como é possível ainda haver gajas que fazem este tipo de coisas?)
Ninguém melhor que uma mulher para saber quando outra mulher está a mentir ou a usar a psicologia masculina como forma de obter algo dum homem.

Se não me falha a memória, James "The Amazing" Randi afirmou que todas as "debunking teams" (equipas que visam desmascarar alegações) deveriam ter entre si um mágico visto estes serem mestres da ilusão. Do mesmo modo, e uma vez que elas são melhores que eles a detectar mulheres mentirosas, talvez não seja má ideia colocar uma mulher ao corrente de factos que envolvem alegações provenientes duma ou mais mulheres.

ora vejamos:

- Engravidou de repente e mesmo no momento em que ele a deixou; (pelas minhas contas ela não podia estar do tempo que dizia estar)

Gravidez como forma de "prender" um homem é contra-produtivo (e injusto para o homem).
- Conversaram e ela decidiu pelo aborto porque já tinha uma menina pequenina e ele como ia deixá-la seria o melhor;
Ou seja, engravidou (alegadamente) de propósito como forma de prender o homem. Como forma de manipulá-lo, colocou nas mãos dele a vida do bebé que ela tinha tinha resolvido gerar dentro de si sem o consultar. Se a criança viesse a ser morta isso não seria responsabilidade dela mas dele por a ter rejeitado. Feminismo ao serviço da irresponsabilidade.
- Durante o processo ele, ao pensar que era mentira dela, enviou-lhe uma ecografia para ele ver que era verdade, por mms (ou seja foto pelo telemovel). Eu vi a eco a ver se via alguma data ou o nome dela mas a foto estava estrategicamente feita para não se ver esses dados.
Esconder os dados do "pai" da criança.
- Enquanto tratou de tudo no médico, nunca quis a companhia dele. Quando ele teimava, ela fugia e nem lhe respondia

- Mais tarde (quando viu que ele não voltava atrás) disse que o aborto estava feito e que nunca mais o queria ver à frente.

O plano falhou e ela (alegadamente, como se vai ver mais à frente) "matou" a criança.
Passaram 3anos e eles encontraram-se de novo. Mal ele a deixou, ela arranjou outro gajo. Engravidou logo desse gajo e hoje não sei se ainda está junta com ele.
Como as mulheres hoje em dia têm o controle total sobre a reprodução, é perfeitamente lógico assumir que ela disse ao novo namorado que "estava a tomar a pílula" ao mesmo tempo que, sem o consentimento deste, tentava engravidar. O homem provavelmente nem tinha planos de ter filhos mas nada disso importou para a sua namorada. Ela decidiu ter filhos, e como tal ele só tinha que obedecer concordar.

Mas o pior não é isso . . .

Confessou-lhe ontem que a história da gravidez tinha sido uma mentira....

jura!!!!
O aborto grátis, o feminismo e a descriminação legal contra os homens geraram uma mentalidade social onde certas mulheres não medem as consequências dos seus actos.

É moralmente condenável uma mulher resolver engravidar dum homem sem primeiro confirmar com ele se é de sua vontade.

Pior, quando chega a altura de suportar as despesas, o filho é ambos - e como tal o pai tem responsabilidades - mas quando se fala em matar a criança através do aborto, essa decisão é "só dela" visto que estamos a falar do "seu corpo" e da sua "sua escolha".

Há gente muito passada da cabeça, e há muito psicólogo sem emprego.
A sugestão dum psicólogo assume que isto é uma questão do foro clínico, mas não é. Ela não é maluca; ela é maligna, egoísta e com tendências assassinas. Ou seja, mais uma mulher tóxica (feminista).

E ainda existem mulheres que não entendem o porquê dos homens evitarem o casamento.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mulher descobre que não é boa ideia trair namorado tatuador. Actualização: FALSO?

ACTUALIZAÇÃO: 29/11/2011 - 22:44

Segundo um blogue americano, a notícia é falsa?


O tatuador Ryan Fitzgerald foi alvo dum processo legal no valor de $100,000 por parte da sua ex-namorada Rossie Brovent depois desta descobrir que, em vez de tatuar nas suas costas cenas das Crónicas de Narnia, o namorado tatuou uma imagem onde se vê um monte de excremento rodeado de moscas.

Aparentemente Ryan descobriu que Rossie o havia traído com um seu amigo de longa data (grande amigo!). Em vez de a confrontar, ele agiu como se nada se passasse ao mesmo tempo que planeava a vingança.

Originalmente, Rossie tentou processar o ex-namorado Ryan por motivos de ataque, mas o engenhoso tatuador tinha antecipado este passo. Devido a isto, ele embebedou-a com vinho e tequilla e causou que ela assinasse um formulário de consentimento onde ela declarava que o design seria "segundo o critério do artista".

Não há feed-back por parte da Rossie se a ilícita noite de paixão com o amigo de Ryan valeu a pena.

Moral da história: mulheres, nunca enganem o vosso namorado se ele for um tatuador.

Uma tatuagem de m . . . . .


Em relação às tatuagens.

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