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quarta-feira, 27 de maio de 2015

O Dólar Maçónico

Por Laura Wood

Embora a implantação da educação pública e secular tenha sido historicamente um dos propósitos do movimento secreto anti-Cristão com o nome de Maçonaria, que reclama para si figuras tão importantes tais como George Washington e Benjamin Franklin, é interessante notar que as crianças sejam ensinadas quase nada sobre esta seita poderosa e sobre a sua influência junto dos fundadores dos Estados Unidos.

Quantos estudantes aprendem sobre o Grande Selo e o simbolismo presente na nota do dólar? Nunca fui ensinada nada sobre isso. Mas, também, essa é a forma como supostamente as coisas devem funcionar.

A construção da Nova Ordem Mundial, ou da Novus Ordo Seclorum, tal como ela chamada no dólar - uma ordem onde a religião  genuína é abolida e onde todas as nações do mundo são combinadas numa irmandade universal segundo os princípios Maçónicos, uma ordem onde os dias de festa em honra de heróis da santidade tais como São José são uma memória distante - requer sigilo.

Consequentemente, quase todos os dias, o Grande Selo passa pelas nossas mãos e nós estamos ignorantes do seu sinistro significado. Os Maçons gostam de chamar de "teóricos da conspiração" qualquer pessoa que realmente veja o significado - uma repreensão bem eficaz visto que os Americanos bem intencionados e sociáveis não querem ser vistos como malucos.

Os símbolos do Grande Selo, que estão presente na nota do dólar, claramente têm o propósito de incorporar as crenças daqueles que fundaram os Estados Unidos da América. O actual design do Grande Selo foi aprovado pelo congresso no dia 20 de Junho de 1782, e o selo foi introduzido na nota do dólar em 1935. O uso contínuo e  oficial dos símbolos Maçónicos nos dias actuais indica que estas crenças continuam a estar no coração do establishment dos Estados Unidos.

Quais eram as crenças dos fundadores dos Estados Unidos? Numerosas fontes [aparentemente] externas à Maçonaria reportam que a maioria dos fundadores Americanos e signatários da Constituição dos Estados Unidos eram Maçons. O material anti-maçónico alega repetidamente que quase todos os pais fundadores dos Estados Unidos eram membros duma Ordem Maçónica.

Fontes oficiais que se encontram dentro da Maçonaria alegam, em oposição, que alguns dos fundadores da América eram Maçons, mas que nem todos o eram - para além de afirmarem que o estatuto de Maçons de muitos alegados Maçons fundadores dos Estados Unidos não pode ser provado de forma conclusiva.

A escola de pensamento mencionada em cima é confirmada por relatórios muito bem documentados provenientes de fontes Maçónicas autoritárias; logo, Manly Palmer Hall, um Maçon de 33º Grau, escreveu: "Dos cinquenta e cinco membros da Convenção Constitucional, todos, exceptuando cinco, eram Maçons.”[3]

Um dos lados do Grande Selo mostra uma antiga pirâmide Egípcia, por baixo dum triângulo que tem um olho. O brilhante olho dentro do triângulo certamente que é um símbolo Maçónico famoso e comum, embora as fontes Maçónicas prefiram negar isto.

O Olho Que Tudo Vê ..... é um dos símbolos espirituais Maçónicos mais importantes, e o distinto Maçon George Washington, o primeiro presidente ds Estados Unidos da América, usava-o orgulhosamente estampado sobre o seu avental Maçónico.

A parte frontal do Grande Selo exibe um Águia, que também é um símbolo importante dentro da tradição Maçónica. O uso do olho brilhante no triângulo, rodeado de raios de luz, no selo oficial do Ordo Templi Orientis, confirma o significado oculto deste símbolo

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Como o feminismo promove (e lucra) com o sofrimento da mulher

Baseado num texto de W. F. Price

À medida que mergulho nas estatísticas, a inacreditável irresponsabilidade das políticas feministas convencionas no Ocidente tornam-se cada vez mais claras. Na semana passada demonstrei que a violações e as agressões sexuais de todo o tipo poderiam ser substancialmente reduzidas garantido que o pai biológico das crianças tenha a possibilidade de as proteger. No entanto, eu nunca esperaria que isto tivesse outra implicação importante: as mulheres que ficam com os seus maridos são muito menos susceptíveis de sofrer violência doméstica do que as solteiras.


Aparentemente, o lugar mais seguro que existe para a mulher é a casa matrimonial, a viver com o seu marido. Isto aplica-se às mulheres com ou sem crianças, e as diferenças são dramáticas:
  • Uma mãe solteira a viver sozinha com as suas crianças é 13 vezes mais susceptível de ver vítima de violência doméstica do que uma mulher casada.
  • As mulheres casadas sem filhos são as mais seguras de todas: o seu risco é cerca de 3% daquele que as mães solteiras enfrentam, e 10% daquele que as mulheres solteiras sem filhos enfrentam.
  • O maior grupo de risco são as mulheres separadas - aquelas que escolhem acabar com os seus casamentos.
Tenho a certeza de que o risco durante a separação é real, mas eu ficaria muito desconfiado dessas estatísticas, visto que durante a separação e durante os procedimentos de divórcio, as acusações voam de um lado para o outro e certamente que isso aumenta os números de alguma forma. No entanto, em todas as situações de lares "estáveis",  as mães solteiras encontram-se num risco maior.

Portanto, parece que a típica mulher vítima de violência doméstica, não é a esposa tímida inserida num lar patriarcal, mas sim uma "empoderada mãe solteira". Semelhantemente, o típico homem que é violento para a companheira não é o marido manipulador mas o amante "bad boy".  O que facilmente se pode concluir destes dados é que a melhor forma de proteger as mulheres da violência doméstica é garantido que o maior número possível de mulheres fique em casamentos estáveis com o seu marido a viver sob o mesmo telhado.

Quantas vezes é que já ouvimos as proponentes feministas, activistas "contra" a violência doméstica, a afirmar uma coisa destas? Nunca. De facto, o seu propósito primário parece o de criar o maior número possível de mães solteiras, o que, invariavelmente, irá aumentar as taxas de violência doméstica ao colocar as mulheres em situações pouco seguras. 

As feministas estão mais interessadas em remover as mulheres de ambientes seguros e atira-las para ambientes que, segundo o Bureau of Justice Statistics, são claramente perigosas, do que fortalecer a instituição que, efectivamente, aumenta a segurança das mulheres: o casamento (1 homem + 1 mulher).

Porque é que as feministas preocupam-se tão pouco com o bem estar da mulher? Porque é que elas buscam a imposição de medidas que colocam em perigo as mulheres e as crianças, ao mesmo tempo que alegam ser as suas salvadoras?

A resposta vergonhosa para estas questões é que a fragilização da condição da mulher é politicamente (e economicamente) rentável para as feministas. Ao gerarem os problemas e ao se posicionarem como as "salvadoras", elas garantem uma posição de alguma importância para si mesmas. Isto é análogo ao médico que envenena as pessoas como forma de ser ele a disponibilizar a cura, aumentando a sua reputação (e a sua fortuna).


Só há uma forma de lidar com as feministas: expondo-as como as fraudes que elas são. Já é hora dos homens pararem de colocar a responsabilidade dos assuntos familiares nos ombros daquelas cujo interesse único é ajudarem-se a elas mesmas. É preciso apontar as óbvias implicações das políticas familiares, e, durante isso, ignorar as acusações fúteis que as feministas ocasionalmente atiram sobre o resto da sociedade por esta não satisfazer os seus desejos políticos e (principalmente) económicos.

Voltemos estas acusações contra elas. Se elas vos identificarem como membros do "lobby abusador", ressalvem que as políticas anti-família das feministas são responsáveis por mais violência contra as mulheres do que aquela violência que tu alguma vez seria capaz de fazer, mesmo que agisses de forma agressiva com uma mulher diferente todos os dias, até ao final da tua vida.

Colocando de lado os argumentos e a responsabilidade, é realmente triste ver que as soluções para as coisas que temos discutido há anos sejam tão auto-evidentes, mas tão amplamente ignoradas. 

Repito, podemos ver que as mulheres e as crianças estão mais seguras com homens que as amam e que querem a sua segurança, mas a sociedade investe muito do seu esforço financeiro tentando separar o homem da sua família.

Fonte: http://ow.ly/qTXFM



quinta-feira, 18 de julho de 2013

O feminismo lucra com a não-existente "cultura de estupro"


Fonte

(...)

É o feminismo o principal promotor dos estupros contra as mulheres, pois o estupro aumenta o poder do movimento feminista de duas formas: 

1) Primeiro, dando às feministas privilégios legais que elas usam para acusar algum desafeto de tê-las estuprado e assim tirando homens não submissos do caminho delas.

2) Segundo, divulgando ao máximo essa propaganda da mulher coitadinha vítima de estupro é um meio importante de conseguir milhões de mulheres medrosas para apoiar o feminismo.

São mulheres que não estudam o feminismo em profundidade e acabam caindo na teia da militância feminista, apoiando as causas feministas só porque na imaginação dela, o feminismo vai protegê-la de algum homem-lobo-mau estuprador.

Contudo, as líderes feministas pulam de felicidade quando vêem a noticia de que uma mulher foi estuprada, porque elas poderão usar essa notícia como propaganda para a sua ideologia.

As feministas até inventam que são estupradas para atrair a atenção e prender homens desafetos, conforme uma pesquisa feita no fórum de Justiça de São Paulo, mais de 80% das denúncias de estupro são comprovadamente falsas.

Milhares de homens hoje em dia mofam em prisões, sofrendo abusos físicos de outros presos e guardas, porque foram acusados por alguma mulher de tê-la estuprado, APESAR DE NA VERDADE ELES NUNCA TEREM ESTUPRADO ELAS.

Quando nós vemos as estatísticas do enorme número de homens falsamente acusados de estupro, nós começamos a montar o quebra-cabeça para entender o verdadeiro objetivo do movimento feminista e particularmente da Marcha das Vadias: Elas querem chamar a atenção das mulheres para esse poderoso método de eliminação de homens indesejáveis: Basta uma mulher ir numa delegacia, fazer um B.O dizendo que foi estuprada por algum homem, e pronto!! Voilá!!

Você conseguiu destruir a vida de um homem desafeto usando menos de 15 minutos do seu dia, ou seja, ainda dá tempo até de ir no cabeleireiro!! (...)


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Repetindo o que já foi dito por outras pessoas, o propósito das Marchas da Vadias é intimidar os homens de bem (aqueles que nunca violariam uma mulher) e não "acabar com os estupros".

Uma forma mais ou menos directa de se ver isso é perguntar as feministas se as taxas de violação sofreram algum tipo de decréscimo desde que as marchas da vadias tiveram início. A feminista de rua (a idiota útil do esquerdismo que mostra os peitos na rua como forma de "diminuir com os estupros") ficará confusa com a pergunta porque ela já se mentalizou de que o propósito das marchas não é combater a violência contra as mulheres nem reduzir os estupros. Mas isso já é problema dela.

Se não houve qualquer variação nas violações, então que dizer da eficácia das Marchas das Vadias?...


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sexta-feira, 17 de maio de 2013

O que é que acontece quando os homens bem sucedidos não se querem casar com a mulher moderna?

Um vislumbre fascinante para dentro da lógica da mulher moderna, que espera que o homem cumpra o seu papel de provedor, sem que ela cumpra o papel maternal associado à sua biologia:
O meu namorado é dono duma companhia que constrói aplicativos para os iPhone. No ano passado ele teve um lucro pessoal de mais de $650,000, só no salário. Este ano muito provavelemente ele terá o dobro disso. Eu, por outro lado, tenho um negócio em dificuldade o qual espero fazer crescer. 
O problema é que o meu namorado gasta muito dinheiro nos seus projectos, nas suas obras de caridade, nos seus investimentos, e nas suas actividades sociais - e gasta um tempo imenso a falar das coisas caras que quer comprar para si. 
Não é isto um bocado insensível da sua parte? Eu estou a trabalhar tanto! Eu sei que serei bem sucedida, mas não consigo sair e comprar - muito menos esbanjar - nesta altura da minha vida.

Nós já estamos juntos há 3 anos, e ele é suficientemente generoso ao pagar-me jantares e férias (como aquela que tivemos em França). Mas ele não se oferece para partilhar o seu sucesso. Todos sabemos que ele trabalhou imenso para ter o sucesso que tem, mas será que eu não tenho direito a parte dos seus lucros uma vez que já estamos juntos há três anos?
É suficientemente mau que o regime legal tenha encapsulado o Imperativo Feminino nas leis de forma que a mera sanção de um casamento estatal confira à mulher o direito de ficar com uma percentagem significativa dos bens do marido, embora já não forneça ao homem o direito ao corpo da mulher. Mas agora que os homens mais astutos evitam de forma crescente os riscos legais inerentes ao casamento, podemos observar para onde o Imperativo Feminino nos levará a seguir: o mero acto de passar algum tempo na proximidade dum homem passará a ser justificação suficiente para uma transferência de recursos financeiros.

É precisamente por isto que nenhum homem bem sucedido deve coabitar com uma mulher (porque o mero acto dela aceitar a coabitação é sinal de que ela não tem valores familiares firmes) a menos que ele esteja disposto a correr os riscos associados ao casamento actual. Tal como a pessoa que escreveu a carta diz, a mulher que se envolve com um homem sentirá que tem um direito intrínseco aos seus bens, independentemente da natureza exacta do seu envolvimento. 

E note-se no conselho que a colunista lhe dá: "Eu estou totalmente de acordo com as mulheres que usam todas as armas ao seu dispor para obter o que elas querem."

A parte interessante é
: será que ela acredita na igualdade? Qual é a diferença entre a posição que ela defende e a ideia de que o homem deve usar todas as armas ao seu dispor, incluindo a sua superior força física, para obter o que ele quer?

Fonte

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Antigamente, se este homem bem sucedido quisesse usufruir da sexualidade desta mulher, ele teria que casar com ela e partilhar os seus recursos com a esposa. Hoje, graças ao colapso da moral Cristã, as mulheres disponibilizam a sua sexualidade aos homens bem sucedidos sem que exista qualquer tipo de vínculo matrimonial.  O que isto significa é que quando a mulher se envolve sexualmente com um homem com quem não tem um vínculo matrimonial, ela está a passar a uma mensagem específica que o homem assimila como algo do tipo "Esta mulher não serve para mãe dos meus filhos" ou "Ela não serve como esposa fiel". 

Uma das evidências muito fortes em favor desta posição é o facto deles estarem juntos há 3 longos anos, mas ele não lhe ter pedido em casamento. Para quê é que ele a pediria em casamento se ele já tem tudo o que ele quer dela sem, no entanto, ter qualquer vínculo legal?

As más notícias para as mulheres modernas, é que, uma vez que os homens já estão a ficar alertas para esta mudança na mentalidade feminina, eles não só evitam de todo o casamento, como se apressam a trocar de namorada - por uma mais nova e mais bela - quando se apercebem que a sua actual ultrapassou os 30 anos de idade e está a perder a sua beleza e juventude. E eles seguem fazendo isto até quando for possível. Um exemplo disto é Silvio Berlusconi.

Conclusão:
A ética moral vigente é benéfica para uma minoria de homens (os mesmos homens que instalaram essa mesma ética), e má para todas as mulheres e para a esmagadora maioria dos homens. Que pena que a maior parte das mulheres ainda não se tenha apercebido disso.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A importância da violência doméstica dentro da agenda feminista

Por THE TRUTH

O homem é o motor da violência de um modo geral e esse é o grande argumento utilizado pelas feministas. E elas não estão erradas, pois as estatísticas provam que o homem mata muito mais do que a mulher.

O grande problema disso tudo, é que as  feministas usam a violência contra a mulher como um pacote que engloba causas menores questionáveis. A estratégia utilizada pelas feministas é eficiente, pois isso cria um medo do estigma terrível nos seus críticos. As feministas usam questões delicadas e importantes como um  escudo protector de políticas potencialmente sexistas. Por isso, criticar publicamente o feminismo é pedir para ser estigmatizado.

Elas possuem toda uma logística que analisa o conteúdo de tudo o que publicado na mídia e qualquer coisa que prejudique as suas políticas, são censuradas. A violência contra a mulher é uma cavalo de tróia político que as feministas usam para implantar tudo o que elas querem. Elas defendem qualquer coisa tendo como escudo as causas delicadas. Logo, ninguém pode criticá-las, pois criticá-las é o mesmo que ser insensível e desdenhar de coisas importantes e sérias.

Muitas mulheres acham que eu estou estimulando a violência contra a mulher. Elas acham que os homens vão ler os posts daqui e vão sair por aí batendo em mulher. Só que a função do masculinismo é justamente evitar a violência contra a mulher e impedir que homens usem a ignorância como uma desculpa para agredir mulheres.

Não quero fazer revolução alguma, pois não acredito em revolução. O secularismo é fortíssimo e o masculinismo é uma gota no oceano. Portanto, não serei eu que mudarei a mentalidade das mulheres. A função do masculinismo é esclarecer os homens, apenas isso. Não quero mudar as mulheres, pois não tenho essa capacidade. As influências midiáticas são muito mais fortes do que qualquer coisa escrita aqui.

As feministas enxergam perigos aonde eles não existem. Se elas acham que vou prejudicar a causa delas, ou arruinar as políticas delas, então que elas saibam que não tenho esse poder todo. Não tenho poder de influenciar mulheres, quanto mais poder de acabar com algo que está além do feminismo, pois o feminismo é apenas parte do secularismo promovido pelo capitalismo. Nem mesmo o feminismo tem controle sobre si mesmo. Quem determina os rumos do feminismo é o processo de secularização da sociedade.

A principal forma de criticar o feminismo é justamente acabar com os álibis que elas usam como causa que justifica todas as causas. A violência contra a mulher é um álibi que as feministas usam para justificar qualquer coisa. É por isso que o fim da violência contra a mulher é a causa masculinista mais importante. Se a violência contra a mulher acabar, o feminismo perde toda a sua potência e todas as suas causas menores questionáveis perdem a força justificadora.

A maioria das feministas que escrevem aqui no blog usam a mesma retórica manjada. Elas dizem o seguinte: “As mulheres podem fazer isso ou aquilo, mas os homens matam mulheres!” A retórica das feministas expõe exactamente o que é a sociedade secular. Vale tudo na sociedade secular, menos matar, ou agredir fisicamente. As mulheres fazem tudo, mas não matam, logo elas possuem mais credibilidade do que os homens. Essa linha de raciocínio delas é eficiente e produz mais impacto na sociedade do que qualquer reivindicação masculina.

Os maiores inimigos do masculinismo são os homens que batem, agridem e matam mulheres, pois eles favorecem o vitimismo das feministas e prejudicam homens que não possuem nada a ver com o que eles fizeram. O crime de alguns homens prejudica todos os homens enquanto classe.

As feministas usam a causa nobre do fim da violência contra a mulher como um meio de promoção de outras causas que não possuem nobreza alguma. Os homens que matam mulheres reforçam políticas feministas que jamais teriam a força que possuem se não fosse o peso dessas causas maiores mais delicadas.

As feministas usam a violência contra a mulher como argumento principal para a criação de leis que prejudicam todos os homens, inclusive muitíssimos homens que nunca bateram em mulher e que são incapazes de agredir ou matar mulheres. O homem que incentiva a violência contra a mulher é inimigo dos homens, pois ele está ajudando a criar leis que vão reprimir e censurar cada vez mais os homens. A guerra contra as feministas é uma grande armadilha, pois a guerra reforça estereótipos.

Elas querem homens irritados e nervosos, pois os homens nessa situação reforçam o estereótipo que está no subconsciente das pessoas. Esse estereótipo diz que o homem não presta em si mesmo e que ele precisa ser cada vez mais reprimido, censurado e controlado. Quando os homens ficam nervosos com as feministas, elas dizem o seguinte: “Estão vendo, são esses mesmos homens que batem, agridem e matam mulheres!” Elas exploram esse tipo de argumento de modo exaustivo.

Não adianta o homem ficar nervoso e falar as coisas sem pensar nas conseqüências políticas. Elas querem isso mesmo, pois qualquer nível de agressividade verbal reforça o estereótipo do homem como criminoso.  Ou seja, elas podem agredir os homens verbalmente à vontade, mas se o homem ficar nervoso, pronto, ele será enquadrado no estereótipo do machão violento.

Por último, quero evitar uma falsa acusação. Não estou dizendo que as feministas apóiam a violência contra a mulher. O que eu disse é que as feministas se aproveitam de causas importantes, nobres e delicadas e usam essas causas para justificar inúmeras coisas que não possuem relação alguma com essas causas maiores. Paradoxalmente, o fim dessas causas maiores deixariam as feministas sem força argumentativa, pois elas não poderiam apoiar mais as políticas delas numa visão de periculosidade do sexo masculino.



segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Quais os motivos por trás da falsa acusação?

Fonte

"Porque é que uma mulher acusaria falsamente um homem de violação?" - Esta pergunta é frequentemente feita pelas pessoas e pelos grupos que querem inflacionar o número de violações. A resposta mais directa é "Porque não?" Se os seres humanos mentem por qualquer motivo, porque não mentiriam em torno da violação? Mas mesmo assim, eis aqui uma lista de motivos que levam uma mulher a destruir a vida dum homem, acusando-o falsamente de "violação":
1. Vingança e raiva.
A mulher sente-se "usada" pelo homem depois de ter tido relações sexuais com ele - ou então o namorado acaba o namoro - e como vingança acusa-o de a ter "violado."
2. Álibi.
Por vezes a mulher vem dum ambiente familiar puritano e quando as pessoas descobrem que ela esteve envolvida em actividade sexual, ela mente e afirma ter sido "violada." Ou então alega estar inocente, embora tenha estado envolvida em adultério. Ou então ela engravidou e quer justificar um aborto junto duma comunidade pró-vida.
3. Dinheiro.
Acusar celebridades de "violação" pode levar a um acordo legal onde o (falsamente) acusado pode ser forçado a pagar elevadas somas de dinheiro.
4. Chamar a atenção ou auto-decepção.
Isto é comum nas pessoas que sofrem de Transtorno de Personalidade Limítrofe, ligeiramente relacionada com a hipocondria e/ou a síndrome de Munchausen.
5. Divórcios ou batalhas em torno da custódia dos filhos.
Acusar o marido (ou o parceiro) de violação ou violência doméstica serve de munição adicional na dissolução do casamento ou na vitória da guerra da custódia dos filhos.
6. Pseudo-ciência.
"Terapia da Memória Recuperada" e outras modas encorajam uma histeria em massa de falsas acusações.
7. Racismo.
Durante a era da segregação, as mulheres brancas frequentemente vitimizavam os homens negros alegando terem sido vítimas dos seus avanços sexuais. O incidente com o nome de "The Scottsboro Boys" é um caso famoso onde mulheres, em sintonia com racistas, usaram a falsa acusação de violação como forma de linchar "legalmente" 9 negros.
8. Forçar competição entre os homens.
Ao alegarem que são vítimas, as mulheres colocam os homens a lutar uns contra os outros. Os homens que adquirem o seu poder vitimizando outro homens, usam a desculpa de "proteger as mulheres de violação" como forma de atacar outros homens. Por outras palavras, as mulheres que alegam serem vítimas de violação, e dependerem do poder estrutural para as "proteger", são vítimas do jogo sexista mais antigo que existe. O incidente com o nome de "The Emmett Till Case" é um exemplo notório deste comportamento.
9. Sistema Judicial Criminal corrupto.
Advogados de acusação frequentemente criam uma reputação de serem "duros com o crime" acusando homens e mulheres com crimes sexuais inexistentes.  Veja-se o caso "William Hetherington."
10. Histeria em massa.
Uma combinação de repressão sexual, paranóia e psicologia de grupo ou multidão frequentemente conduz a desilusões em massa onde os inocentes são acusados dos crimes mais estranhos. O caso da McMartin Preschool é um exemplo típico e repugnante que demonstra como pessoas inocentes podem ser falsamente acusadas de crimes. Existe uma história longa em torno disto - desde a caça às bruxas até ao linchamento de negros americanos. A histeria em massa em torno dos crimes sexuais pode ser a mais recente manifestação.
11. "Elevar a consciência".
Por vezes, as feministas inventam histórias de violação como forma de "alertar" as outras mulheres do perigo do abuso sexual. Eis aqui um caso onde uma feminista foi acusada de levantar uma falsa acusação de violação.

Um estudo revela que 41% do total de casos dispostos casos de violação foram oficialmente declarados falsos durante um período de 9 anos - isto é, após admissão da acusadora que nenhuma violação havia ocorrido e que a acusação era, portanto, falsa. Os números variavam de ano para ano - desde 27% num ano para 70% noutro.

Alegações de violação e abuso sexual normalmente são exageradas, chegando-se ao ponto de dizer que uma em cada quatro mulheres universitárias serão vítimas de violação ou tentativa de violação. Mas a realidade é bastante diferente. Por exemplo, A California State University Northridge reporta o seguinte número de ofensas sexuais durante o ano de 2003:

Crime #
Violação 4
Violência sexual 12
Violação de menores 1
Total 17

Dezassete casos numa população de várias dezenas de milhares indicam uma baixa incidência de ofensas sexuais numa universidade- Note-se que não há qualquer indicação que revele quantas das vítimas eram homens, ou quantas mulheres haviam entre os perpetradores. O ponto óbvio é que tanto homens e mulhere cometem crimes,, e ambos mentem terem sido vítimas de violência sexual.

A justiça nunca é colocada em práctica através de cruzadas sem sentido,

Porque é que isto é importante? Porque;
As falsas acusações significam que as vidas de pessoas inocentes serão destruídas.
As falsas acusações cansam o sistema judicial com casos falsos.
As falsas acusações já foram usadas por racistas como forma de atacar as minorias étnicas.
As falsas acusações são usadas para criar um estereótipo de homens como violadores e mulheres como vítimas
As falsas acusações criam uma histeria em massa e uma mentalidade de turba.
As falsas acusações são por vezes usadas por homens poderosos como forma de reforçar o seu poder, adoptando a mentalidade "mulher = vítima."
As falsas acusações dão apoio ao complexo "industrial de prisão" e a criminalização duma geração.
As falsas acusações significam que pessoas inocentes verão as suas vidas destruídas. Sim, estou a repetir isto porque tem que ser repetido: a falsa acusação de violação destrói vidas inocentes.

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Alguns casos:
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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem financia as "Femen" ?

A jovem entrou nas fileiras da organização, supostamente inspirada por suas ideias, participou pessoalmente nas acções topless, filmando o que ocorria com câmara oculta. Verificou-se que a essência da actividade das participantes resume-se à propaganda e dinheiro, que chega da Europa Ocidental e dos EUA.

Para revelar publicamente a essência do Femen, a jovem jornalista teve de realizar uma acção de auto-sacrifício, tornar-se participante das acções topless. Durante algumas semanas ensinaram-lhe a propaganda profissional – modo de conduta agressivo, habilidade em atrair a atenção dos jornalistas, representando uma vítima inocente. E o mais importante, expor os seios nus diante das câmaras.

A jovem estreou em topless em Paris, onde as participantes do Femen abriram recentemente seu novo escritório. Lá algumas jovens organizaram uma manifestação em seu estilo tradicional, isto é - despiram o peito diante de centro cultural islâmico. A jornalista afirma que sentiu literalmente na pele o ódio das pessoas, cujos sentimentos religiosos elas ofenderam intencionalmente: “A acção ocorre perto do centro cultural islâmico. E nós sentimos que a multidão estava disposta a nos despedaçar. Somente as objectivas dos colegas salvam-nos da represália."

A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.

Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.

Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipedia considera que o último é patrocinador do Femen.

Fonte
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Uma das formas de saber quem financia uma determinada organização é saber contra quem ela luta. No caso das Femen, não parece haver muitas duvidas.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


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Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


sábado, 4 de agosto de 2012

Hipocrisia feminista é revelada quando as mulheres ganham mais que os homens

As notícias que nos chegam em torno as diferenças salariais são estas:
Segundo o U.S. Census Bureau, mulheres solteiras com idades compreendidas entre os 22 e os 30 ganham, em média, $27,000 por ano. Isto é 8% mais que os homens na mesma faixa etária.
Qual foi a reacção dos média em relação à esta diferença salarial? Será que houve condenação geral seguida de ranger de devido à desigualdade e à injustiça social? Claro que não. O que foi dito é que isto é o inevitável resultado do esforço e da ambição das jovens mulheres.

Genesis Hernandez, que estuda Inglês e Arte Culinária na "Miami-Dade College", não fica surpreendida quando ouve que as mulheres solteiras na casa dos 20 ganham mais do que os homens.

A mulher tem mais ambição para estudar, obter qualificações e ser alguém. Para mim, é realmente importante obter a minha qualificação.
Genesis nada disse se o facto das mulheres na casa dos 20 ganharem mais do que os homens era um exemplo de discriminação contra os homens; ela assumiu que o sucesso feminino se deve ao seu esforço e dedicação.
A educação é a chave. Tanto a Time Magazine como a USA Today afirmam que mais mulheres que homens estão nas universidades. Mal estejam lá, as mulheres são mais susceptíveis de se licenciarem ou obter qualificações avançadas.
Jorge Oquendo, de 28 anos, diz:
Tenho duas irmãs e ambas estão na universidade. Muitas raparigas hoje em dia vão e ficam nas universidades.
A modelo Amber Lawson não esperava ouvir que as mulheres [solteiras] estão a ganhar mais que os homens:
É bom ouvir que as mulheres estão a colocar a cabeça no seu lugar. Pensei que seria basicamente a mesma coisa, mas se calhar os homens seguem a corrente.
Mas o que é que acontece quando os homens "não seguem a corrente", motivam-se, começam a assumir responsabilidades familiares e fixam-se numa ética de trabalho mais forte? Nessa altura, os homens começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres, e elas começam a desinvestir nas suas carreiras profissionais.

Será que os órgãos de comunicação louvam os homens pela sua forte ética de trabalho quando os homens na casa dos 30 e 40 começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres? Obviamente que não. Esta situação é, sim, apresentada como uma enorme "injustiça social" que tem que ser rectificada através duma intervenção estatal.

Mais uma vez, temos o mesmo problema de sempre: como os homens são atacados como "opressores" nesta sociedade sob o controle do esquerdismo, as suas conquistas são sempre o resultado de algum vantagem injusta - "sexismo" ou "discriminação" - ao mesmo tempo que as conquistas femininas são sempre resultado do seu trabalho e dedicação.

Não se pode aceitar nem ser-se defensivo em relação a isto. Se os homens acabam por trabalhar mais duramente, e por mais mais horas, e, como consequência, começam a ganhar mais dinheiro, isso deve ser apresentado como algo de positivo que os homens podem fazer. Se os homens ficam a ganhar 1 dólar por cada 80 céntimos que as mulher produzem, isso deve ser visto como resultado da ética laboral dos homens e não como discriminação institucionalizada.

Finalmente, é triste que a Genesis Hernandez pense que seja preciso ter um curso ou uma qualificação universitária para se ser "alguém." O ser humano vale muito mais que a sua carreira profissional.

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Justiça condena homem a pagar indemnização à filha por não lhe ter dar dado amor

Numa decisão inédita, o Supremo Tribunal de Justiça brasileiro deu razão a uma mulher de 38 anos que deverá agora receber 80 milhões de euros por "abandono afectivo".

Luciane de Oliveira Souza, 38 anos, quis mostrar "que não se deixa uma pessoa abandonada, rejeitada" e avançou para a justiça para obter uma compensação desse abandono de que acusa o pai.

"Ele nunca esteve presente na minha vida", repete a professora, 12 anos depois de ter sido conhecida a sentença do tribunal, que condenou Antimónio Carlos Jamas dos Santos a pagar o equivalente a 80 milhões de euros por abandono afectivo.

"Eu sentia falta de ele se importar comigo, de ir buscar-me, conhecer-me, saber mais sobre mim, sobre as minhas coisas, de assistirmos a um filme juntos, conversarmos, comermos juntos uma vez por outra. Uma criança sente falta dessas coisas", recorda.

Luciane Souza relembra também que tentou que o pai estivesse presente no seu casamento, mas que "não houve essa aproximação".

O pai recusou-se a falar à imprensa brasileira, mas o seu advogado já anunciou que vai recorrer da decisão do Supremo, alegando que foi a mãe da filha que impediu os contactos.

Fonte

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Uma mulher pode matar o filho que carrega no seu ventre impunemente, mas um homem é obrigado a pagar pelo facto duma mulher SENTIR que o pai deve ser financeiramente punido pelos anos que esteve ausente. Isto é a misandria institucionalizada (aquela que as feministas alegam não existir mas que secretamente esperam que exista).

Se esta mulher de 38 anos acha que está feita justiça com esta decisão, então não era o amor do pai que ela queria. O amor dum pai não tem preço.


domingo, 29 de abril de 2012

Homem pagou pensão alimentícia durante 13 anos pensando que a filha era sua

Mulher que, durante 13 anos, causou a que o antigo parceiro acreditasse que ele era o pai da sua filha, foi presa. A mentirosa de 47 anos, que, como é comum quando o criminoso é uma criminosa, não pode ser identificada por nome, enganou o homem e ficou com cerca de 59.819 euros (79,237 dólares) seus, gastando a quantia em educação privada e prendas caras.

Quando ela compareceu perante o Caernarfon Crown Court (norte do País de Gales), admitiu 15 ofensas de engano. Apesar dos pedidos de clemência por parte da filha, o juiz disse que não tinha escolha senão condená-la a 20 meses de prisão:

Emocionalmente, os tentáculos da sua decepção espalharam-se para longe e para todo o lado. O apelo da sua filha, feito como forma de evitar que eu a mande para a prisão, é comovedor e pode-se entender o porquê dela o fazer. Mas o tribunal tem que levar a cabo o seu trabalho público de punir aqueles que se comportam de forma criminosamente errada como você se comportou durante um largo período de tempo.

Não sinto que possa concordar com aqueles apelos (...).

O juiz disse que a mãe, que é de Conwy county, e que tinha observado "todas estas tragédias a evoluir, tem que suportar uma responsabilidade pesado devido a isso".

O advogado do Ministério Público (MP) afirmou que a vítima e a acusada haviam-se conhecido durante os anos 90. Semanas depois do relacionamento ter terminado, ela ligou para ele e combinaram um encontro na casa dos pais dela. Aí, ela disse que estava grávida e mentiu afirmando que ele era o pai da criança por nascer.

O homem passou 3 dias com ela no hospital, esperando pelo nascimento. O representante do MP disse:

Ele pensava que tinha uma filha e imediatamente começou a tratá-la como tal. A sua família tratava-a como tal. O verdadeiro pai foi deixado fora da situação.
Pouco depois do nascimento da filha, o homem deu início a um relacionamento com outra mulher, que se tornou sua esposa e com quem ele teve filhos.
A fraude que ocorreu durante os anos privou-o (a si e a sua família) de largas somas de dinheiro que, de outro modo, poderiam usufruir.
Ele pagou o infantário, as despesas escolares, as despesas médicas e a dívida de 3,683 euros (4,876 dólares) da mãe. Só no ano de 2008 é que dois amigos mútuos - um deles sabendo a verdade desde a altura em que a mulher estava grávida - disseram toda a verdade à vítima.
Sem surpresa alguma, ele sentiu-se chocado e inerte.
Um dos amigos disse que, ainda na altura em que ela estava grávida, tinha testemunhado a acusada e a sua irmã discutindo - a irmã exigindo a acusada que dissesse à vítima que ele não era o verdadeiro pai. A acusada havia dito que a vítima tinha posses e como tal poderia sustentar a criança.
Ela [a acusada] tinha andado numa escola privada e como tal, queria que a criança tivesse o mesmo privilégio.
Ela queria presentes caros para a criança - agora com 13 anos - como forma dela se manter ao mesmo nível que os seus amigos escolares.

Depois da notícia bombástica, o teste de paternidade foi ordenado pelo tribunal.

Claramente ele passou por muito, inclusive ter que lidar com a muito séria falsa alegação feita pela acusada à polícia.
Elen Owen, advogada de defesa, disse que a sua cliente tinha muitas dívidas e como tal não estava em posição para pagar a dívida. A advogada disse ainda que a fraude não foi financeiramente motivada (?!!).

Quando o juiz perguntou à advogada o porquê da sua cliente ter feito o que fez, a advogada disse:

Porque ela estava numa montanha russa e não havia altura certa para revelar a verdade a alguém que pensava ser o pai da criança. Ela estava practicamente numa posição impossível no que toca a ser totalmente honesta.
Entretanto, a vitima, um homem de meia idade, esteva presente no tribunal. Depois da sentença, ele abandonou o tribunal juntamente com a sua esposa, recusando-se a tecer qualquer tipo de comentário.

Fonte

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Eventos como este geralmente passam por baixo do radar feminista e como tal, têm que ser os MRAs a divulgá-la.

Esta notícia encerra em si practicamente tudo o que há de mau com o sistema da pensão alimentícia, esquerdismo e ganância feminista.

Para começar, se a mulher tem 47 anos e a menina tem 13, isto significa que a mulher engravidou dele quando tinha 33/34 anos. Mesmo tendo essa idade, ela ainda variava de parceiro sexual como como quem troca de roupa. No espaço de 2/3 meses esta mulher conseguiu ter (pelo menos) 2 parceiros sexuais distintos sem que um deles soubesse da existência do outro (como parceiro sexual).

Depois de ter engravidado sabe-se-lá-de-quem, ela escolheu o parceiro sexual com melhores posses em detrimento do genuíno pai da criança. Ou seja, contrariamente ao que a advogada de defesa diz (e em oposição ao que um dos amigos da vítima disse) a motivação primária (e provavelmente, única) foi a financeira. Ela pôs as suas necessidades financeiras acima da verdade e dos sentimentos do homem . . . . durante 13 anos!

A advogada diz ainda que "não havia altura certa para revelar a verdade". Treze anos são 156 meses, 4680 dias e 112320 horas. Durante esse tempo nunca houve "uma altura certa"? Qual é a altura certa para se dizer a um homem que a criança que ele está a sustentar não é sua?

Aparentemente a mentirosa ainda acusou o homem de "falsa alegação" quando este exigiu um teste de paternidade. Mesmo na eminência de ver a sua mentira desmascarada ela tentou culpar o homem por a ter posto em causa.

Outra coisa que convém reparar é a fragilidade do homem perante as mulheres tóxicas. Confiar numa é receita para o desastre. Contrariamente ao que se aconselha ao homem actual - rodeado que está por um elevado número de mulheres subscritoras das mentiras feministas - o homem acreditou no que esta mulher lhe disse e pagou por esse erro durante mais de uma década (literalmente).

Talvez a solução para isto seja o pai requisitar um teste de paternidade logo na altura do nascimento da criança. Se a mulher oferecer algum tipo de resistência, então pode ser que a criança que ele pensa ser sua seja de outro homem.



Governo descobre fraude de R$ 113 mil após mulher publicar fotos de viagem no Facebook

Andrea Raftis, 24, pediu benefícios ao governo inglês por ser mãe solteira de duas crianças que não tinha como sustentar – ela não teria nenhuma fonte de renda. Autoridades, no entanto, viram no Facebook fotos da mulher em uma viagem exótica ao Egipto, durante o período em que ela já recebia os benefícios. Segundo o jornal “The Sun”, ela embolsou cerca de 37 mil libras (cerca de R$ 113,6 mil) com o golpe.

Depois de encontrar as fotos no Facebook, as autoridades descobriram ainda que Andrea mora com o marido, Fawad Rahimi. Ele tem uma pizzaria e duas propriedades alugadas em uma região nobre de Londres. A mulher mora na cidade de New Malden, no condado de Surrey.

Ainda de acordo com o “The Sun”, as fraudes começaram em 2007. No tribunal de Croydon Crown, Andrea declarou-se culpada das duas acusações de fraude.

Ela foi condenada a oito meses de prisão, mas cumprirá a pena com 200 horas de serviço comunitário. Além disso, ela terá de devolver ao governo toda a quantia que embolsou.

Fonte

Cavalgando à custa do Estado.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sedutora "loira e bonita" leva mangina à ruína

A paixão ardente de António, nome fictício, 57 anos, por uma brasileira "loura e bonita", de 28 anos, acabou por o levar à ruína. Em quatro anos ficou sem 160 mil euros, as poupanças da família, dois carros e a casa onde reside, no concelho de Porto de Mós, que estava paga e tem agora uma hipoteca. Sentindo-se burlado, apresentou queixa no Ministério Público.

"Dei-lhe tudo quanto me pediu, ela tem-me levado o dinheiro todo, mesmo depois de ter voltado para o Brasil, há dois anos", contou António ao CM, confessando que se apaixonou "perdidamente". "Acreditei que ela vinha para Portugal ter comigo, ela diz-me que vem no Natal e eu até já lhe paguei o bilhete de avião".

Desde finais de 2007, quando a conheceu através de um anúncio num jornal, António pagou várias cirurgias de aumento do peito à sua amada e comprou um café, em Leiria, para ela explorar com uma sobrinha, a quem pagou 20 mil euros pela festa de casamento com um português.

Mas o estabelecimento acabou vendido e o dinheiro usado para comprar uma loja de pronto-a-vestir, em Salvador da Baía, onde a jovem brasileira está a residir desde há dois anos.

Há alguns meses, ela veio a Portugal e comprou quatro mil euros em roupa, que António pagou, com o argumento de que "daria bom lucro no Brasil".

"Eu sei que é uma paixão maluca, o meu objectivo era ficar com ela, agora nem sei", conta António, adiantando que "ainda este mês lhe enviou "dinheiro para o Brasil, por ela lhe ter dito: "Se gostas de mim prova-o, arranja-me mais dinheiro".

Ao ver-se na penúria, abandonado pela mulher e pela filha, António admite a custo ter sido enganado. Já fez três queixas, por burla, no Ministério Público, desistindo das duas primeiras.

Fonte


Só demorou 4 anos para se aperceber que estava a ser burlado. Pelo menos ela não engravidou de outro homem e fingiu que este pobre coitado era o pai - forçando-o assim a pagar pensão alimentícia para o resto da sua vida.

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