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domingo, 11 de junho de 2017

Estado Islâmico "aparece" nas Filipinas depois de Duterte se opôr aos banqueiros internacionais

Por Shepard Ambellas

A cidade Filipina com o nome de Marawi encontra-se actualmente sob ataque por parte do Estado Islâmico, e os militantes levantaram a sua bandeira sobre a cidade à medida que os soldados governamentais, a polícia, e os pessoas do público em geral lutam até à morte. Os militantes raptaram um padre Católico e dezenas de congregantes à medida que varriam a cidade, destruindo e queimando quase tudo o que se cruzava no seu caminho.

O chefe policial foi decapitado pelos extremistas Islâmicos depois de ter sido parado num ponto de controle. Em resposta ao cerco, o presidente Filipino Rodrigo Duterte declarou a lei marcial na zona de Mindanao durante os próximos 60 dias à medida que se espera que a batalha intensifique.

A invasão do Estado Islâmico chega depois do Presidente Duterte ter-se comprometido em Abril último a "erradicar todos os traços da criminalidade financeira dos Rothschild" do país depois de ter anunciado que não se irá mais sujeitar à chantagem financeira dos Estados Unidos ou dos Rothschilds. Eis o que reporta a Your News:

O presidente, que alega ter morto com as suas próprias mãos líderes de cartéis, não é pessoa que se deixa intimidar, e está agora determinado a colocar um ponto final na corrupção financeira que assola o seu país, prometendo "expulsá-los como abutres que são".

A "Asian Banking & Finance" reportou em Fevereiro último como os Rothschild haviam planeado estabelecerem-se nas Filipinas como forma de entrarem na região:

Na Ásia, os Rothschilds levam a cabo investimento bancário, banca privada, e serviços que envolvem capital de risco. Os Rothschilds colocaram os seus olhos sobre as Filipinas devido ao aumento do número de abastados no país.

A "Rothschild Singapore Ltd" recebeu permissão governamental para estabelecer agência representativa nas Filipinas, e ela irá adoptar o nome "Rothschild (Singapore) Ltd, Philippines".

O "Bangko ng Pilipinas", o banco central, afirmou que a agência se irá limitar a funções promocionais. No entanto, as agências representativas há muito que são usadas pelos bancos como precursores do estabelecimento de operações bancárias num país.

A "Rothschild Singapore" buscou autorização pela primeira vez (para fundar uma agência representativa) em Janeiro de 2011 o que foi visto como um voto de confiança para o potencial de gestão de riqueza nas Fiipinas.

Actualmente, só existem 3 países no mundo que ainda não se encontram subjugadas ao sistema bancário dos Rothschild:
1. Cuba
2. Coreia do Norte
3. Irão.
Para além disto, Duterte afirmou no Outono do ano passado que o ex-presidente Barack Obama é "um filho da p---", o que pode ter atraído mais animosidade contra ele.

Como consequência da violência levada a cabo pelo Estado Islâmico, o Presidente Duterte regressou mais cedo de Moscovo onde ele pediu um ligeiro empréstimo aos Russos como forma de comprar material bélico pesado mais moderno.

"Tenho que comprar [armas], portanto se você me puder disponibilizar um pequeno empréstimo," disse o Presidente Duterte a Vladimir Putin, que acenou a cabeça em concordância no encontro de Terça-Feira.

Duterte disse que as armas que ele encomendou aos Estados Unidos são de inferior qualidade que as armas do Estado Islâmico , e que ele preciso de poder de fogo para lidar com os extremistas. (...)

Fonte: http://bit.ly/2ruA6e0

* * * * * * *

Mais uma vez se confirma o ditado: "all war are banker wars". Todas as guerras são causadas pelos banqueiros. E note-se em quem concorda com esta frase:


O "Estado Islâmico" é um grupo terrorista composto por homens de várias nações, criado, financiado e defendido pelos globalistas como forma de os usar contra países que não se alinham com a vontade do bloco Anglo-Sionista. Por isso é que o "Estado Islâmico" só está activo em países que estão a agir contra a vontade desse dito bloco.

Soubemos há pouco tempo que o "Estado Islâmico" supostamente levou a cabo um ataque terrorista no Irão, mas, por exemplo, Israel, alegado "inimigo morta do islão", nunca foi alvo de ataques por parte do Estado Islâmico.

Nem Israel, nem a Arábia Saudita e nem qualquer país que esteja a adoptar comportamentos aprovados pela elite globalista será alguma vez alvo de ataques por parte do "Estado Islâmico" (a menos que tal ataque tenha como propósito uma militarização ainda maior da sociedade, como está a acontecer na Europa onde após cada ataque terrorista as elites "pensantes" avançam com mais polícias nas ruas como se isso fosse resolver o terrorismo islâmico).

(ACTUALIZAÇÃO)

Vasculhando pelo Mindsvi algo que se ajusta na perfeição ao que se sabe sobre os globalistas


...
Depois do Facebook ter apagado várias contas minhas (o que causou a perda da primeira página "Perigo Islâmico" que tinha, por essa altura, mais de 30,000 seguidores), irei gradualmente cortar com o uso dessa rede social totalmente globalista.  Devido a isso, este blogue vai continuar com a sua actividade normal (mas com mais posts), mas em vez de publicitar os posts no Facebook, os mesmos serão publicitados nos sítios linkados a seguir:


https://www.minds.com/LucasViriato https://gab.ai/LucasViriato || https://medium.com/@LucasViriato 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O feminismo lucra com a não-existente "cultura de estupro"


Fonte

(...)

É o feminismo o principal promotor dos estupros contra as mulheres, pois o estupro aumenta o poder do movimento feminista de duas formas: 

1) Primeiro, dando às feministas privilégios legais que elas usam para acusar algum desafeto de tê-las estuprado e assim tirando homens não submissos do caminho delas.

2) Segundo, divulgando ao máximo essa propaganda da mulher coitadinha vítima de estupro é um meio importante de conseguir milhões de mulheres medrosas para apoiar o feminismo.

São mulheres que não estudam o feminismo em profundidade e acabam caindo na teia da militância feminista, apoiando as causas feministas só porque na imaginação dela, o feminismo vai protegê-la de algum homem-lobo-mau estuprador.

Contudo, as líderes feministas pulam de felicidade quando vêem a noticia de que uma mulher foi estuprada, porque elas poderão usar essa notícia como propaganda para a sua ideologia.

As feministas até inventam que são estupradas para atrair a atenção e prender homens desafetos, conforme uma pesquisa feita no fórum de Justiça de São Paulo, mais de 80% das denúncias de estupro são comprovadamente falsas.

Milhares de homens hoje em dia mofam em prisões, sofrendo abusos físicos de outros presos e guardas, porque foram acusados por alguma mulher de tê-la estuprado, APESAR DE NA VERDADE ELES NUNCA TEREM ESTUPRADO ELAS.

Quando nós vemos as estatísticas do enorme número de homens falsamente acusados de estupro, nós começamos a montar o quebra-cabeça para entender o verdadeiro objetivo do movimento feminista e particularmente da Marcha das Vadias: Elas querem chamar a atenção das mulheres para esse poderoso método de eliminação de homens indesejáveis: Basta uma mulher ir numa delegacia, fazer um B.O dizendo que foi estuprada por algum homem, e pronto!! Voilá!!

Você conseguiu destruir a vida de um homem desafeto usando menos de 15 minutos do seu dia, ou seja, ainda dá tempo até de ir no cabeleireiro!! (...)


* * * * * * *

Repetindo o que já foi dito por outras pessoas, o propósito das Marchas da Vadias é intimidar os homens de bem (aqueles que nunca violariam uma mulher) e não "acabar com os estupros".

Uma forma mais ou menos directa de se ver isso é perguntar as feministas se as taxas de violação sofreram algum tipo de decréscimo desde que as marchas da vadias tiveram início. A feminista de rua (a idiota útil do esquerdismo que mostra os peitos na rua como forma de "diminuir com os estupros") ficará confusa com a pergunta porque ela já se mentalizou de que o propósito das marchas não é combater a violência contra as mulheres nem reduzir os estupros. Mas isso já é problema dela.

Se não houve qualquer variação nas violações, então que dizer da eficácia das Marchas das Vadias?...


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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem financia as "Femen" ?

A jovem entrou nas fileiras da organização, supostamente inspirada por suas ideias, participou pessoalmente nas acções topless, filmando o que ocorria com câmara oculta. Verificou-se que a essência da actividade das participantes resume-se à propaganda e dinheiro, que chega da Europa Ocidental e dos EUA.

Para revelar publicamente a essência do Femen, a jovem jornalista teve de realizar uma acção de auto-sacrifício, tornar-se participante das acções topless. Durante algumas semanas ensinaram-lhe a propaganda profissional – modo de conduta agressivo, habilidade em atrair a atenção dos jornalistas, representando uma vítima inocente. E o mais importante, expor os seios nus diante das câmaras.

A jovem estreou em topless em Paris, onde as participantes do Femen abriram recentemente seu novo escritório. Lá algumas jovens organizaram uma manifestação em seu estilo tradicional, isto é - despiram o peito diante de centro cultural islâmico. A jornalista afirma que sentiu literalmente na pele o ódio das pessoas, cujos sentimentos religiosos elas ofenderam intencionalmente: “A acção ocorre perto do centro cultural islâmico. E nós sentimos que a multidão estava disposta a nos despedaçar. Somente as objectivas dos colegas salvam-nos da represália."

A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.

Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.

Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipedia considera que o último é patrocinador do Femen.

Fonte
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Uma das formas de saber quem financia uma determinada organização é saber contra quem ela luta. No caso das Femen, não parece haver muitas duvidas.


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