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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem financia as "Femen" ?

A jovem entrou nas fileiras da organização, supostamente inspirada por suas ideias, participou pessoalmente nas acções topless, filmando o que ocorria com câmara oculta. Verificou-se que a essência da actividade das participantes resume-se à propaganda e dinheiro, que chega da Europa Ocidental e dos EUA.

Para revelar publicamente a essência do Femen, a jovem jornalista teve de realizar uma acção de auto-sacrifício, tornar-se participante das acções topless. Durante algumas semanas ensinaram-lhe a propaganda profissional – modo de conduta agressivo, habilidade em atrair a atenção dos jornalistas, representando uma vítima inocente. E o mais importante, expor os seios nus diante das câmaras.

A jovem estreou em topless em Paris, onde as participantes do Femen abriram recentemente seu novo escritório. Lá algumas jovens organizaram uma manifestação em seu estilo tradicional, isto é - despiram o peito diante de centro cultural islâmico. A jornalista afirma que sentiu literalmente na pele o ódio das pessoas, cujos sentimentos religiosos elas ofenderam intencionalmente: “A acção ocorre perto do centro cultural islâmico. E nós sentimos que a multidão estava disposta a nos despedaçar. Somente as objectivas dos colegas salvam-nos da represália."

A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.

Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.

Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipedia considera que o último é patrocinador do Femen.

Fonte
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Uma das formas de saber quem financia uma determinada organização é saber contra quem ela luta. No caso das Femen, não parece haver muitas duvidas.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Pussy Riot: Banda musical ou manobra de propaganda?


"Pelo que correu David, e pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha, e o matou, e lhe cortou com ela a cabeça"
1 Samuel 17:51

Isto não é algo que vêmos todos os dias: todos os média internacionais, estrelas da pop como Sting, Madonna e MacCartney, unidos em favor duma obscura banda punk russa. O jornal esquerdista The Guardian disse que "Isto é pior do que na era soviética", e as suas palavras ecoaram num dos bastiões neoconservadores (neocons) da América, a Freedom House, através da sua directora Susan Corke.

O grupo chama-se Pussy Riot, e elas foram presas por hooliganismo e profanação da Catedral de Moscovo - onde elas cantaram versos blasfemos atacando o presidente Putin. Na semana passada, elas foram condenadas a dois anos de prisão; elas não foram condenadas pela sua visão política, que elas haviam já expressado inúmeras vezes.

Pussy Riot não são uma banda. Elas nunca gravaram um CD e nunca deram um espectáculo. Na verdade, elas são um grupo comunista radical que adora Karl Marx e actua em honra do aniversário de Che Guevara. Elas são um dos ramos do grupo extremista "Voina" (que em russo, significa "guerra"), conhecido pelas imensas acções de propaganda nojentas e perigosas (desde 2002). ( ... )

Existem inúmeras evidências de que elas foram apoiadas pela elite ocidental. É interessante notar que a maior parte dos países possui leis similares contra ofensas às religiões, incluindo a Inglaterra - onde a pena é ainda mais severa - os EUA e até o Brasil, onde a acção pode resultar num ano de cadeia.

Campanha global contra a moralidade e a religião [ = Cristianismo]

Pussy Riot junta-se agora ao desnudado grupo ucraniano Femen, aos grupos "Marcha das Vadias", e às paradas gays que têm estado recentemente nas notícias. Sempre muito bem financiados, a sua agenda inclui o feminismo extremo, marxismo cultural e a destruição de todas as religiões tradicionais e valores familiares. O uso de "pontas de lança", agentes provocadores que acabam por se tornar em "vítimas" depois de confrontos intencionais. é uma táctica marxista cultural antiga.

A Rússia é agora um alvo especial desde que o país se tornou, de certa forma, mais nacionalista e mais conservador. Recentemente, a Rússia proibiu as paradas gays durante os próximos 100 anos, e São Petersburgo não permite propaganda que pode expor as crianças ao estilo de vida homossexual. Eles regulam e controlam também as ONGs que são financiadas por grupos estrangeiros, e, desde modo, cortando os braços da influência estrangeira na Rússia.

A evidência de que os órgãos de informação estrangeiros não se importam com a liberdade de expressão é que, virtualmente ao mesmo tempo, Julian Assange, que atingiu fama depois do incidente "Wikileaks", foi atirado aos cães. Houve até alguns rumores de que as forças inglesas iriam invadir a embaixada do Equador como forma de o prender. A Madonna certamente que não emitiu uma só palavra em sua defesa.

Putin, o enigma

Putin herdou um país em ruínas. A Rússia tinha uma expectativa de vida comparável a alguns países africanos pobres. Conhecido como um país com alguns prémios Nobel, a Rússia encontra-se agora atrás da Turquia em questões de níveis educacionais, e produz menos de 1.7% de todas pesquisas científicas publicadas no mundo.

A situação demográfica no país é abismal. A Rússia é o maior país do mundo, em termos de área geográfica, mas a sua população continua a decair diariamente. Considerando que a Rússia está em primeiro lugar no que toca a reservas naturais de gás, podemos ver que a Rússia é como um urso ferido, pronto para ser atacado pelas hienas.

É do conhecimento geral que Gorbatchev tinha planos para entregar a União Soviética nas mãos da elite da Nova Ordem Mundial (NOM). Sendo ele mesmo um ocultista, ele colocou virtualmente toda a riqueza do país no bolso dos banqueiros maçónicos e oligarquias que eram uma fachada para os interesses da família Rothschild. No entanto, ele menosprezou a força do KGB e da estrela Putin. Gorbachev poderia se mudar para São Francisco, mas os oficiais do KGB queriam manter o poder.

A Rússia marxista era, afinal, mais russa do que marxista. Mesmo durante os tempos Estalinistas, os russos sempre quiseram que o seu país fosse o líder do mundo comunista. Eles construíram uma burocracia estatal tão forte que resistiu ao fim do marxismo materialista. Putin (e o seu mentor Aleksandr Dugin) acreditavam ainda na promessa dum império Euroasiático liderado pela Rússia - marxista ou não.

Aparentemente Putin apercebeu-se que a Rússia se encontrava numa encruzilhada e que era necessária uma acção forte para salvar o país de mais rapina, e impedir a destruição dos privilégios da burocracia governamental (KGB). Ele confrontou-se com a oligarquia, e mandou muitos deles para a prisão, alinhou-se com a Igreja Ortodoxa e com o espírito patriótico do povo; isso explica o porquê dele ser tão amado por muitos russos.

Actualmente, a Rússia está mais concentrada no seu poder como nação, e na sua burocracia estatal, do que na propagação do marxismo. O marxismo materialista já passou o prazo de validade, e o marxismo cultural foi adoptado pela NOM e pela elite ocidental. É desta forma que eles controlam as sociedades.

Finalmente, convém lembrar que Putin não é nenhum anjo. Ele é, sem dúvida, um líder autoritário e a KGB encontra-se ainda activa em muitos países do mundo. O seu perfil é fascista. Não deixa de ser irónico que o marxismo cultural esteja a ser usado para atacar a Rússia, a mesma ferramenta que este país usou contra o ocidente durante décadas.

Conclusão

A mesma elite ocidental satânica está a usar ONGs para desestabilizar países que resistem à NOM e para fragilizar qualquer valor que dê poder ao indivíduo - tal como a família, o patriotismo e a religião. Usando uma estratégia típica da Escola de Frankfurt, este tipo de acção opera junto de opinadores, dos órgãos de informação, dos negócios de entretenimento e junto do sistema de educação. Eles fazem os possíveis para gerar a impressão de que a mudança desejada tem origens na sociedade em si ["grassroots origins"]. Em países integrados, esta agenda usa o politicamente correcto e o eco-nazismo (Greenpeace, WWF).

Até hoje, a alegada "Primavera Árabe" foi sem dúvida a mais bem sucedida aplicação desta estratégia. Pequenos grupos financiados pela elite - muitas vezes, através de George Soros e as suas muitas organizações - espalharam a dissensão na sociedade (tácticas marxistas). Nos países islâmicos, isto resultou com a ascenção ao poder da Irmandade Muçulmana, uma organização maçónica que trabalha para a NOM.

Agora, esta mesma elite tenta a mesma coisa na Rússia.

Parece que entre os russos, e provavelmente entre os chineses, existe uma resistência a uma NOM com base no ocidente. Este países têm variado entre o descontrole e momentos de ordem, mas o seu patriotismo e o seu isolamento fazem deles casos especiais.

A geopolítica ainda é relevante. Infelizmente, ambos os países mantiveram a sua soberania da NOM ocidental através de regimes autoritários, e no caso chinês, através dum regime assassínio. Se a Rússia, através de Putin, desviou-se da NOM sediada no ocidente, então podemos estar seguros que, de agora em diante, o conflito vai escalar.


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Como diz o texto, não deixa de ser irónico que grupos esquerdistas ocidentais se tenham tornado tão fortes e tão seguros de si que realmente se julguem capazes de enfrentar a Rússia.

Quem tem acompanhado o incidente desde o seu início rapidamente se apercebeu que o ódio destas feministas não era só contra Putin mas sim contra tudo aquilo que a Igreja Ortodoxa representa: valores tradicionais, moralidade, santidade da vida, sexualidade responsável e tudo o mais.

A escolha duma igreja para esta acção de propaganda não se justifica apenas pelo facto de Putin se ter alinhado com a Igreja Ortodoxa, mas também pelo tradicional ódio que os marxistas culturais nutrem pelo Cristianismo.



sábado, 18 de agosto de 2012

Justiça russa condena feministas que levaram a cabo crime de ódio contra Cristãos

Três membros da banda punk com o ofensivo (para as mulheres) nome de "Pussy Riot" [daqui em diante, apenas PRiot] foram sentenciadas a dois anos de cadeia por motivos de "hooliganismo motivado pelo ódio religioso". O veredicto pode ser recorrido em 10 dias.

A juíza do caso afirmou que o hooliganismo pode ser qualificado de crime quando as acções demonstram "desrespeito e desafio claro pelas normas aceites e pelos gostos de outrem", e quando "são levadas a cabo por um grupo numa conspiração." A juíza afirmou ainda que o "tribunal não confia no testemunho das rés" de que as suas acções não foram motivadas pelo ódio uma vez que "os seus gritos e cânticos foram considerados inquestionavelmente pelas vítimas como manifestações do seu ódio religioso."

As declarações das testemunhas que presenciaram a atitude das PRiot dentro da Catedral "Cristo o Salvador" (Moscovo), e que a qualificaram de "agressiva e insultuosa para os crentes", foram lidas enquanto os membros da banda ouviam. As advogadas de defesa Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich alegaram que o "protesto não foi anti-religioso mas sim político, feito como forma de chamar a atenção para as actividades da Igreja Ortodoxa durante a reeleição de Putin como presidente."

Por outro lado, o Ministério Público pediu 3 anos de prisão, alegando que a atitude das PRiot insultou todos os Russos Ortodoxos, e que as mulheres poderiam ser um perigo para a sociedade se não fossem enjauladas.

Um homem que normalmente prepara os cultos na igreja atacada, disse que as PRiot estavam vestidas de "forma imprópria" e "saltavam por todo o lado" à medida que gritavam "palavras blasfemas" (ex: "Maria, torna-te feminista!"). Para além disso, o homem disse que o propósito da banda era mesmo o de insultar os Cristãos.

Outro homem que também trabalha na igreja descreveu a luta física que ocorreu quando os guardas tentaram por término à performance, afirmando que as feministas "imitavam movimentos satânicos com as suas mãos" e que os congregantes "exigiram que a blasfémia terminasse."

Uma congregante Ortodoxa que trabalhou na catedral testemunhou que "as acções afectaram de modo profundo as suas convicções religiosas" ao mesmo tempo que outro homem disse que "sofreu danos morais."

Mais importante que isto, é o facto das testemunhas afirmarem que não ouviram as PRiot a gritar qualquer tipo de slogan político.

O vídeo do acto de ódio destas feministas pode ser visto aqui.



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Como é normal em situações onde os Cristãos são vítimas de ódio religioso, as feministas tentam de forma desesperada minimizar o ódio anti-Cristão que serviu da base às suas acções, ao mesmo tempo que tentam colocar estas satânicas "mulheres" sob o manto de "activistas pela democracia". Mas qualquer pessoa com 5 cm de cérebro se apercebe que esta tentativa está condenada ao fracasso. Elas foram condenadas por vandalismo MOTIVADO POR ÓDIO ANTI-CRISTÃO ("religioso") e não por se manifestarem contra Putin.

Tendo isto como base, de que forma é que as "cristãs" que se alinham com o feminazismo ficam no meio desta história? Se o movimento político, social e sexual com o qual tu te alinhas luta contra a fé que tu dizes professar, talvez seja a hora de escolheres uma a outra. Não há união entre feminismo e Cristianismo.

Outra coisa refutada pela notícia descrita em cima é o facto das feminazis afirmarem que o ódio das PRiot "era contra Putin e não contra os Cristãos". Se isto é assim, porque é que escolherem uma igreja para levar a cabo o seu ódio? Putin por acaso é padre? Putin tem algum cargo eclesiástico nesta igreja específica? Se isso aconteceu porque "a igreja apoiou Putin", então as PRiot poderiam ter escolhido muitas outras instituições que também deram apoio a Putin (bancos, músicos, etc).

Como é que elas sabiam que esta igreja específica deu apoio a Putin? Para além disso, seria muito mais lógico levar a cabo este tipo de iniciativas junto do local onde se encontra a presidência russa, e não numa pacífica igreja Cristã. Elas escolheram uma igreja porque, normalmente, os Cristãos não respondem de modo agressivo aos actos de violência motivados por ódio anti-Cristão. Mas talvez seja altura de mudar isso.

Por fim, por todo o mundo islâmico, mulheres muçulmanas são apedrejadas, violadas, queimadas, espancadas, decapitadas e outras coisas mais, mas as feministas ocidentais focaram-se que nem abelhas num caso onde as feministas foram condenadas (justamente) por levarem a cabo actos de vandalismo anti-Cristão. Este facto por si só demonstra o quanto as feministas realmente "se preocupam" com as mulheres, e como o seu movimento nada mais é que um movimento político anti-Cristão mascarado de "movimento das mulheres."

Mas se tu és feminista, por favor, continua dar o teu apoio a este movimento idiota. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas vão sendo apedrejadas em plena luz do dia e as tuas líderes - aquelas que te dizem o que pensar, como pensar, e como falar - nada fazem em relação a isso. Afinal de contas, é mais importante defender vândalos e promover o aborto do que salvar a vida de mulheres muçulmanas genuinamente oprimidas.




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