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domingo, 28 de outubro de 2012

Não existe igualdade nas penas de prisão



Se és um criminoso condenado, a melhor coisa que podes ter a teu favor é o teu sexo. Um estudo recente levado a cabo pela professora assistente da Universidade de Michigan, Sonja Starr, apurou que, nos tribunais federais, os homens são alvo de penas de prisão mais longas, mesmo que eles tenham levado a cabo crimes iguais aos cometidos pelas mulheres.

O estudo reportou que, em média, os homens recebem penas de prisão 63% mais elevadas que as penas de prisão conferidas às mulheres.

Sonja Starr descobriu também que as mulheres que são presas por um crime, são significativamente mais susceptíveis de evitar acusação formal e condenação, e duas vezes mais susceptíveis de evitar encarceramento, se condenadas.

Outra pesquisa descobriu evidências do mesmo fosso entre os sexos, embora Starr afirme que a disparidade possa ser ainda maior do que a previamente suspeitado uma vez que outros estudos não levaram em conta os acordos feitos antes dos julgamentos e outros passos jurídicos dados pelos sistemas de justiça criminal antes das condenações.

Um estudo de 2009 sugere que esta diferença existe porque "os juízes tratam as mulheres de uma forma mais permissiva por motivos prácticos, tais como as acrescidas responsabilidades no cuidado de crianças."

[...]

Fonte

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Curioso que cuidar de crianças seja motivo suficiente para conferir às mulheres penas mais reduzidas, mas as mesmas crianças já não sejam razão suficiente para explicar a disparidade existente nos salários. Dito de outra forma: se alguém alega que um dos motivos que gera a diferença salarial entre homens e mulheres é o facto das mulheres serem as principais responsáveis pelas crianças e, devido a isso, escolherem ficar mais tempo junto dos seus próprios filhos, essa explicação não é suficiente.

Isto revela a tradicional duplicidade do esquerdismo: as mulheres são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa a isso é ir para a prisão, mas já não são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa é passar 9 horas fechada num escritório. As crianças parecem ser, assim, peões neste jogo de poder e nesta guerra cultural sem trincheiras.

Pondo de parte este tratamento preferencial dado à "mulher oprimida", seria importante saber se as mulheres sem filhos recebem penas de prisão análogas às recebidas pelos homens no geral. Não tendo neste momento qualquer forma de confirmar ou refutar esta hipótese, pode-se especular e afirmar que a disparidade provavelmente se mantém porque o que causa a que as mulheres recebam penas mais leves não é o facto de terem filhos mas o facto de serem mulheres.

Escusado será dizer isto, mas o movimento misândrico com o nome de "feminismo" não se envolve na luta pela "igualdade nas penas de prisão" porque o feminismo não têm em mente a igualdade entre os sexos, mas - entre outras coisas - tratamento preferencial para as mulheres. Pior ainda, este movimento que supostamente luta pela "igualdade" não tem problemas alguns em defender publicamente que as mulheres não deveriam ir para a prisão precisamente por serem mulheres.

Portanto, quando uma feminista fala em "igualdade entre homens e mulheres", ela não fala em igualdade de responsabilidades  entre os sexos, mas só na "igualdade" de privilégios. Para uma feminista, "igualdade" significa tratamento preferencial sempre que possível, e tratamento idêntico, se for proveitoso.

Outra coisa que convém notar é o que as feministas pensam das mulheres: quando as feministas se esforçam para separar a mulher das consequências dos seus actos (ao desenvolver esforços que visam prevenir que a mulher cumpra penas de prisão), não estão elas a dizer que as mulheres não devem ser responsabilizadas pelo que fazem? Se sim, então o que é que esse movimento realmente pensa das mulheres?
A mulher, segundo o feminismo




terça-feira, 2 de outubro de 2012

União Europeia quer 40% dos conselhos de administração compostos por mulheres

Nos termos da proposta, as empresas com mais de 250 trabalhadores ou com mais de 50 milhões de euros de receitas terão de reportar anualmente a composição, por géneros, dos seus conselhos de administração. As que não cumprirem a quota obrigatória serão alvo de coimas administrativas ou deixarão de ser elegíveis a ajudas estatais e a concursos públicos.

As cotadas europeias serão obrigadas, a partir de 2020, a reservar pelo menos 40% dos seus assentos nos conselhos de administração às mulheres. Se assim não for, terão de pagar coimas e poderão ser alvo de outras sanções. Isto nos termos de uma proposta que está a ser delineada pela Comissão Europeia.

Esta proposta legislativa, a que o “Financial Times” teve acesso, destina-se a combater aquilo que os responsáveis europeus consideram ser um grave desequilíbrio de géneros nos 27 Estados-membros da UE.

Os dados da União Europeia revelam que, em Janeiro, as mulheres representavam apenas 13,7% das posições nos conselhos de administração das grandes empresas cotadas, refere o “FT”.

Se bem que alguns países da UE – França, Itália, Espanha e Holanda – tenham já adoptado as suas próprias quotas nacionais, esses limites têm enfrentado forte resistência por parte do Reino Unido e da Suécia. No entanto, prossegue o jornal britânico, a proposta (que deverá ser formalmente apresentada pela comissária europeia da Justiça, Viviane Reding [na foto], no próximo mês) poderá ser adoptada através do processo de aprovação por maioria que vigora na UE, o que significa que nem o Reino Unido nem a Suécia poderão vetar a sua entrada em vigor.

Nos termos da proposta, as empresas com mais de 250 trabalhadores ou com mais de 50 milhões de euros de receitas terão de reportar anualmente a composição, por géneros, dos seus conselhos de administração. As que não cumprirem a quota obrigatória serão alvo de coimas administrativas ou deixarão de ser elegíveis a ajudas estatais e a concursos públicos.

Viviane Reding decidiu avançar com esta legislação depois de observar que o programa voluntário não melhorou o equilíbrio no número de homens e mulheres nas administrações das empresas.

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O uso do governo para o avanço dos grupos protegidos é uma medida socialmente destrutiva muito do agrado dos marxistas culturais. Eis algumas reacções a esta "medida":







Os movimentos que promovem o injusto e ofensivo sistema de quotas não se preocupam com nada disto porque o propósito não é ajudar a mulher mas destruir a ordem social.

sábado, 4 de agosto de 2012

Hipocrisia feminista é revelada quando as mulheres ganham mais que os homens

As notícias que nos chegam em torno as diferenças salariais são estas:
Segundo o U.S. Census Bureau, mulheres solteiras com idades compreendidas entre os 22 e os 30 ganham, em média, $27,000 por ano. Isto é 8% mais que os homens na mesma faixa etária.
Qual foi a reacção dos média em relação à esta diferença salarial? Será que houve condenação geral seguida de ranger de devido à desigualdade e à injustiça social? Claro que não. O que foi dito é que isto é o inevitável resultado do esforço e da ambição das jovens mulheres.

Genesis Hernandez, que estuda Inglês e Arte Culinária na "Miami-Dade College", não fica surpreendida quando ouve que as mulheres solteiras na casa dos 20 ganham mais do que os homens.

A mulher tem mais ambição para estudar, obter qualificações e ser alguém. Para mim, é realmente importante obter a minha qualificação.
Genesis nada disse se o facto das mulheres na casa dos 20 ganharem mais do que os homens era um exemplo de discriminação contra os homens; ela assumiu que o sucesso feminino se deve ao seu esforço e dedicação.
A educação é a chave. Tanto a Time Magazine como a USA Today afirmam que mais mulheres que homens estão nas universidades. Mal estejam lá, as mulheres são mais susceptíveis de se licenciarem ou obter qualificações avançadas.
Jorge Oquendo, de 28 anos, diz:
Tenho duas irmãs e ambas estão na universidade. Muitas raparigas hoje em dia vão e ficam nas universidades.
A modelo Amber Lawson não esperava ouvir que as mulheres [solteiras] estão a ganhar mais que os homens:
É bom ouvir que as mulheres estão a colocar a cabeça no seu lugar. Pensei que seria basicamente a mesma coisa, mas se calhar os homens seguem a corrente.
Mas o que é que acontece quando os homens "não seguem a corrente", motivam-se, começam a assumir responsabilidades familiares e fixam-se numa ética de trabalho mais forte? Nessa altura, os homens começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres, e elas começam a desinvestir nas suas carreiras profissionais.

Será que os órgãos de comunicação louvam os homens pela sua forte ética de trabalho quando os homens na casa dos 30 e 40 começam a ganhar mais dinheiro que as mulheres? Obviamente que não. Esta situação é, sim, apresentada como uma enorme "injustiça social" que tem que ser rectificada através duma intervenção estatal.

Mais uma vez, temos o mesmo problema de sempre: como os homens são atacados como "opressores" nesta sociedade sob o controle do esquerdismo, as suas conquistas são sempre o resultado de algum vantagem injusta - "sexismo" ou "discriminação" - ao mesmo tempo que as conquistas femininas são sempre resultado do seu trabalho e dedicação.

Não se pode aceitar nem ser-se defensivo em relação a isto. Se os homens acabam por trabalhar mais duramente, e por mais mais horas, e, como consequência, começam a ganhar mais dinheiro, isso deve ser apresentado como algo de positivo que os homens podem fazer. Se os homens ficam a ganhar 1 dólar por cada 80 céntimos que as mulher produzem, isso deve ser visto como resultado da ética laboral dos homens e não como discriminação institucionalizada.

Finalmente, é triste que a Genesis Hernandez pense que seja preciso ter um curso ou uma qualificação universitária para se ser "alguém." O ser humano vale muito mais que a sua carreira profissional.

Fonte


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Feministas querem tratamento preferencial e não igualdade

Departamento policial do Texas foi acusado de discriminação contra as mulheres ao exigir que elas façam os mesmos testes físicos que os homens fazem. Segundo se sabe, 63% dos homens passa nos testes enquanto que só 19% das mulheres passa.

O processo legal federal alega que os resultados díspares,

constituem um padrão ou práctica que resiste a total empregabilidade das mulheres, ao privá-las dos seus direitos de igualdade de oportunidade laboral independentemente do sexo.
O governo federal quer que as mulheres que não passaram nos testes físicos sejam compensadas.
Quer também que o município contrate algumas das mulheres que foram rejeitadas no passado e lhes ofereça antiguidade e compensação retroactiva.
Não há qualquer evidência de que alguns dos 27% dos homens que não passaram nos testes físicos venham a ser contratados à mesma, e recebem compensações e promoções retroactivas. Aparentemente, só as mulheres é que merecem isto.

O que isto demonstra é que o verdadeiro impulso do feminismo não é a igualdade mas sim a misandria; para o feminismo, discriminar os homens é perfeitamente aceitável, se isso beneficiar as mulheres. Se há mais homens polícias do que mulheres polícia, então o sexo importa, e isso é intolerável para os esquerdistas.

É por isso que o impulso para se aumentar o número de mulheres nas forças de combate é problemático. Parece quase inevitável que os padrões sejam reduzidos de modo a que haja entradas e promoções iguais para as mulheres.

Mas o que é que acontece quando pessoas fisicamente incapazes têm acesso a empregos e actividades que dependem - e muito - da força física?

É mesmo necessário que os polícias sejam fisicamente aptos, fortes e agressivos? Às vezes, sim.

Um exemplo disto ocorreu em França no mês passado. Duas mulheres polícia intervieram numa discussão. Um dos homens derrubou uma das agentes, tirou-lhe a arama e matou-a. Depois disso, ele perseguiu a outra mulher-polícia, apanhou-a e matou-a.

Será que o criminoso estaria menos disposto a atacar dois homens polícia, fisicamente aptos e agressivos? Creio que a resposta é auto-evidente.

Fonte

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O que as feministas pensam que ser polícia é:


O que realmente é:


Ser polícia ou bombeiro, ou soldado ou mesmo marinheiro é, pela própria natureza das actividades, algo que deveria ser feito exclusivamente pelos homens. Mesmo entre os homens, só uma elite dos mesmos é fisicamente apta para tal.

Se, portanto, só uma elite masculina consegue chegar a esse patamar físico, porque é que se deveria colocar o resto da sociedade em perigo, baixando as exigências físicas para que pessoas fisicamente incapazes (tanto homens como mulheres) tomem parte destas actividades profissionais fisicamente exigentes? Deve a ideologia estar acima da biologia, ou deve a biologia tomar preeminência?

O que é mais importante: a segurança pública ou a sempre flutuante e perpétuamente insatisfeita vontade de feministas sedentas do estatuto e prestígio da elite masculina?

Outra coisa que convém notar é o silêncio feminista perante esta óbvia discriminação contra os homens. Se - como nos é dito - as feministas apenas e só querem a mitológica igualdade, porque é que, ao mesmo tempo, querem níveis de exigência inferiores àqueles que são aplicados aos homens? Para quando uma revolta feminista contra esta desigualdade na forma como os homens e as mulheres são tratados?

Pior que isso, é o facto destas mesmas feministas, que fazem testes físicos mais fáceis e que são universalmente protegidas de situações de maior dano físico, exigirem receber as mesmas compensações financeiras e as mesmas promoções que os homens. Ou seja, trabalham menos, correm menos riscos, são menos capazes, faltam mais ("alturas do mês"), mas exigem receber o mesmo que a elite masculina. Isto é o que os esquerdistas qualificam de "igualdade"?


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Justiça condena homem a pagar indemnização à filha por não lhe ter dar dado amor

Numa decisão inédita, o Supremo Tribunal de Justiça brasileiro deu razão a uma mulher de 38 anos que deverá agora receber 80 milhões de euros por "abandono afectivo".

Luciane de Oliveira Souza, 38 anos, quis mostrar "que não se deixa uma pessoa abandonada, rejeitada" e avançou para a justiça para obter uma compensação desse abandono de que acusa o pai.

"Ele nunca esteve presente na minha vida", repete a professora, 12 anos depois de ter sido conhecida a sentença do tribunal, que condenou Antimónio Carlos Jamas dos Santos a pagar o equivalente a 80 milhões de euros por abandono afectivo.

"Eu sentia falta de ele se importar comigo, de ir buscar-me, conhecer-me, saber mais sobre mim, sobre as minhas coisas, de assistirmos a um filme juntos, conversarmos, comermos juntos uma vez por outra. Uma criança sente falta dessas coisas", recorda.

Luciane Souza relembra também que tentou que o pai estivesse presente no seu casamento, mas que "não houve essa aproximação".

O pai recusou-se a falar à imprensa brasileira, mas o seu advogado já anunciou que vai recorrer da decisão do Supremo, alegando que foi a mãe da filha que impediu os contactos.

Fonte

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Uma mulher pode matar o filho que carrega no seu ventre impunemente, mas um homem é obrigado a pagar pelo facto duma mulher SENTIR que o pai deve ser financeiramente punido pelos anos que esteve ausente. Isto é a misandria institucionalizada (aquela que as feministas alegam não existir mas que secretamente esperam que exista).

Se esta mulher de 38 anos acha que está feita justiça com esta decisão, então não era o amor do pai que ela queria. O amor dum pai não tem preço.


quarta-feira, 7 de março de 2012

O Marxismo Cultural Feminista de Bruxelas

Mais uma vez assistimos à omnisciente União Europeia a velar pelo equilíbrio das nossas sociedades, cheias de tendências obstinadas, que carecem de um tutor. Se já é banal assistirmos às regulamentações caricatas diariamente, desta vez elas trazem consigo os laivos do feminismo sedento de tratamento preferencial; referimos-mos assim às quotas por género.

Sendo uma das bandeiras sobejamente conhecidas nos últimos anos, sob alçada de recomendações internacionais, revela-se agora na União Europeia a ambição de punir empresas que não promovam mais mulheres nos cargos de administração de empresas.

Uma modalidade mais frequente das quotas por género é aquela que ganha terreno facilmente no âmbito da representação política, contando com a obrigatoriedade na Constituição ou na lei eleitoral de alguns países, como a Eslovénia, Bélgica e Franca, ou com a adesão voluntária por parte de alguns partidos, no caso de países como Alemanha, Noruega e Suécia.

Se este critério pode levantar muitas questões nestes casos, a aplicação de imposições e punições por parte de uma autoridade como a Comissão Europeia, atropelando instituições democráticas nacionais e imiscuindo-se nas decisões de empresas, revela-se ultrajante.

Os objectivos são agora declarados abertamente pela Comissária Europeia para a Justiça, Viviane Reding, que já em Setembro de 2011, num encontro de escolas de gestão afirmava:

Todos temos de contribuir para que os nossos talentos femininos considerem seguir esse percurso em primeiro lugar. Fico particularmente satisfeita com o envolvimento das escolas de gestão europeias neste processo. Tranquiliza me ver que o sector da educação está seriamente empenhado em atacar as raízes desta desigualdade.
O seu desejo tornado público passa pelo comprometimento das empresas em aumentarem o número de mulheres nos conselhos de administração, numa meta de 30%, até 2015, e 40% até 2020.

A Comissão Europeia autoproclama-se com autoridade para avaliar progressos de empresas que enveredem por este caminho para então ponderar medidas futuras caso o "progresso" registado não seja suficientemente satisfatório, derivando daí o seu plano implacável contra os tão tenebrosos constrangimentos que teimem em continuar.

Toda esta estratégia vem pisar as bases fundamentais de uma sociedade livre, numa economia de mercado pois começa, desde logo, por contrariar a igualdade de oportunidades.

A igualdade de oportunidades nada tem a ver com acertos falsificados de resultados; a igualdade de oportunidades é a completa abertura e liberdade, no ponto de partida, para fazer vingar as capacidades próprias sem interferência do Estado, num meio com constrangimentos próprios que são sentidos por todos e que irá premiar os mais aptos, incentivando os restantes a deslocarem-se para outras potenciais oportunidades.

Esta proposta (aliás, ameaça) de quotas é uma machadada na meritocracia quando ousa tentar corrigir a distribuição de mulheres e homens através do favorecimento das primeiras.

Considerando-as como grupo oprimido, parecem merecer agora um suposto "ajuste de contas" com a história, onde tudo é lícito, incluindo a redução de representação dos elementos do sexo masculino que tenham conquistado os seus cargos, revertida para o acréscimo falseado na percentagem feminina.

No caso de os empresários assistirem ao avanço desta proposta, ver-se-ão impedidos de continuar a escolher os seus colaboradores com base na produtividade de cada um e a promover o benefício mútuo. Estarão limitados na capacidade de concederem oportunidades aos indivíduos mais habilitados a aplicarem plenamente o seu esforço em determina função e, por outro lado, serão constrangidos a integrar elementos femininos numa condescendência que trabalha para cumprir as estatísticas.

Não é racional que um empresário não contrate mulheres e/ou promova uma das suas colaboradoras quando vê sinais de vantagem para a empresa e para os seus lucros. Da mesma forma, é lógico que as diferenças salariais decorrem da produtividade de homens e de mulheres e se existissem razões para deixar de se registar essa desigualdade, os empresários seriam os primeiros a decidir pela alteração, de forma a incentivar os mais competentes a continuarem a colaborar e não escaparem para outro contrato mais atractivo.

O que esta proposta vem preconizar mais uma vez é a proibição da discriminação, forma voluntária pela qual os indivíduos, de igual para igual, escolhem ou recusam associar-se a outros, consoante as suas preferências, necessidades, laços pessoais, etc...

O impedimento ao acto de rejeição/escolha pode afectar a própria harmonia social de associação pacífica ao contrariar o curso natural da organização e delegação de poder nas empresas e ao forçar o desmantelamento da ordem que o empresário definiu como útil.

Mas, acima de tudo, é um factor de desmotivação interna, obviamente ignorado pelo corpo europeu centralizado que define valores homogéneos à força, ditando prazos para consumar a sociedade perfeita.

A ideia de que é necessário procurar uma proporcionalidade estatística como ponto de equilíbrio é negar que existem desigualdades em consequência de diferentes características pessoais e de desempenho e pretende, somente, usar o discurso igualitário para fazer avançar legislação favorável, envolta na típica justificação de complexidade social que só a burocracia do Estado pode vencer.

Numa sociedade livre, cabe ao proprietário escolher contratações e demissões, no sentido que potencie mais a sua vantagem competitiva no mercado, enquanto o pretensioso discurso oficial do "longo caminho a percorrer" incorre somente em desperdícios ao tentar aplicar receitas contra a divisão do trabalho e diversidade voluntária.

As quotas por género, ao ignorarem indivíduos e circunstâncias concretas, no tempo e no espaço, soam como reparações de guerra que o sexo oposto parece estar obrigado perpétuamente a pagar.

"So far as Feminism seeks to adjust the legal position of woman to that of man, so far as it seeks to offer her legal and economic freedom to develop and act in accordance with her inclinations, desires, and economic circumstances—so far it is nothing more than a branch of the great liberal movement, which advocates peaceful and free evolution.

When, going beyond this, it attacks the institutions of social life under the impression that it will thus be able to remove the natural barriers, it is a spiritual child of Socialism.

For it is a characteristic of Socialism to discover in social institutions the origin of unalterable facts of nature, and to endeavour, by reforming these institutions, to reform nature"

Ludwig von Mises


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vendedores e vendedoras

Um pequeno exercício visual. Vejam como as vendedoras são representadas e a forma distinta como os vendedores o são.

Comecemos pelo sexo fraco.











E agora vejam como os vendedores (homens) são representados.






E a minha favorita...


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Discriminação contra os homens na polícia sueca

Dezenas de homens apresentaram denúncias de discriminação sexual com um Ombudsman de Igualdade da Suécia (DO), depois de terem sido negados à admissão na Academia de Polícia Nacional da Suécia.
O ombudsman tem recebido cerca de 80 reclamações de homens alegando que não foram admitidos nos programas de formação da polícia por causa de seu género.
As queixas vêm na esteira de uma iniciativa do Centro para a Justiça (Centrum för rättvisa) de examinar suspeitas de que os esforços de recrutamento da academia de polícia colocaram candidatos do sexo masculino em desvantagem em relação aos candidatos do sexo feminino.
De acordo com o Centro, pode haver "milhares" de casos de discriminação sexual.
Na sua análise, o Centro revelou que, durante vários anos seguidos, as academias de polícia têm admitido o mesmo número de homens e mulheres, apesar do fato de que menos de 40 por cento dos candidatos eram mulheres e que elas geralmente têm um desempenho pior na linguagem e em partes físicas de testes de admissão.
Fonte

Como diz um dos comentadores da notícia original, se nós precisarmos da protecção policial para salvaguardar a nossa integridade física bem como a dos nossos familiares, preferimos sempre que seja um homem forte do que uma mulher - por mais forte que ela seja.
É ridícula a forma como a cultura ocidental está a feminizar as forças policiais e as forças militares (bem como as crianças, como se pode vêr neste texto) quando essas instituições requerem a força física de machos.
É um absurdo mas a cultura ocidental, dominada pelo marxismo cultural, tornou-se absurda.
Pronta para combater o crime

domingo, 10 de julho de 2011

As mulheres fazem o trabalho mais difícil

A feminista Helen Fisher declara:
As mulheres são animais mais robustos porque elas têm a tarefa mais árdua da Terra: criar bebés pequenos e indefesos ao mesmo tempo que levam a cabo uma multiplicidade de tarefas.
Criar bebés pequenos é a tarefa mais árdua da Terra? Sim, claro.

É por isso que até as babuínas a executam. Na selva. E nuas!

Aliás, TODOS OS MAMÍFEROS executam a "tarefa mais árdua da Terra".

Usando esta "lógica" feminista, a Dr Helen vai sem dúvida dizer que a ovulação é um sinal de elevada inteligência, e pintar as unhas é marca de génio.

Mas é este tipo de "ciência marxista", politicamente correcta, que usurpa o lugar da verdadeira ciência e dá mau nome aos centros académicos. Isto é feito como forma de denegrir os homens ao mesmo tempo que reforça de forma fraudulenta as qualidades da mulher.

Segundo o feminismo, as fêmeas de todas as espécies eram, aparentemente, todas maravilhosas. Os machos apenas parasitavam nelas.

Este tem sido o tema recorrente, duma forma ou doutra, desde os anos 1970. Sem se saber bem como, foram descobertos defeitos novos no homem, e "encontradas" qualidades nunca antes dominantes entre as mulheres.

Curiosamente, as novas qualidades que as feministas atribuem às mulheres nada mais são que as qualidades que as mesmas removeram aos homens: força, independência, criatividade, capacidade de pensamento abstracto, etc.

Feminismo: Forte, inteligente e independente até as coisas se tornarem mais complicadas.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Acto de urinar irá para a justiça

Visto no blog "Canal do Búfalo"

por Jonathan Tisdall

Escola na Noruega decide que os alunos terão que sentar no vaso quando forem urinar.


O líder do partido Democrata da Noruega,, um grupo dissidente do partido Progressita, Vidar Kleppe, está revoltado com a escola Dvergsnes, localizada em Kristiansand na Noruega, porque ela obriga os alunos a sentarem no vaso na hora de urinar.

Kleppe acusa a escola de brincar com as leis divinas, e ele quer que este assunto seja debatido no comitê executivo do conselho local, informa o jornal Dagbladet .

“Quando os garotos são negados a urinar da maneira natural, da maneira que garotos fazem por gerações, isto é desafiar as leis divinas”, Kleppe disse ao jornal.

A diretora Anne Lise Gjul da escola Dvergsnes preferiu não comentar as declarações e os planos de Kleppe de fazer protestos políticos e diz que lamenta se alguém se sentiu ofendido com a proibição dos garotos urinarem em pé.

Gjul disse a NRK (Canal Norueguês de Notícias) que os jovens simplesmente não tinham “boa pontaria”, e o objetivo é ter um banheiro limpo tanto para meninos e meninas.

fonte: http://www.aftenposten.no/english/local/article1474158.ece

sábado, 25 de junho de 2011

Áustria: 4 em cada 5 acusações de violação são falsas


Em cada 5 acusações de violação, 4 são falsas. Quem o afirma são as autoridades da Baixa Áustria. Leo Lehrbaum,, autoridade policial dessa zona austríaca, diz:
Nós investigámos todos os casos cuidadosamente de modo a que nenhum caso seja deixado à margem.
Todos os dias ele é confrontado com formulários trágicos de abuso sexual e ele sabe o quanto a vítima sofre com as consequências - mesmo décadas depois. Muitas só ganham coragem para começar com processos legais anos depois do ocorrido.
Como é óbvio, nós tentamos esclarecer tudo, mas muitos casos já prescreveram portanto, o perpetrador não pode mais ser chamado a justiça.
É por isso que Lehrbaum aconselha:
Façam sempre queixas às autoridades. Quanto menos tempo tiver passado, maiores são as chances de apanharmos o violador devido aos resquícios de ADN.
As mulheres e as crianças não devem ter medo uma vez que todos têm o direito de serem interrogados por uma mulher polícia.

No entanto, independentemente de todos os casos de abuso, ele notou um desenvolvimento desconcertante durante as suas investigações:

Em média, por cada 5 queixas, 4 são invenções.

Problemas Psicológicos ou Medo da Gravidez.

A acusadora mais jovem de tal crime tinha apenas 12 anos. Tais fabricações são frequentes durante a puberdade e adolescência. Os motivos variam. Lehrbaum diz:
Em alguns casos existem problemas psicológicos profundos que precisam de ser analisados por um perito.
Frequentemente, a acusação é um grito por atenção devido a factos como problemas na escola, problemas com os pais ou problemas no emprego.

Aqui, o oficial da polícia austríaca apela a que os pais falem mais com os filhos e não os abandonem dizendo "Agora não tenho tempo. Falamos amanhã."

Ele está mais preocupado com os casos onde mulheres jovens fingem terem sido violadas como forma de se vingarem de alguém - ou porque foram rejeitadas ou porque a relação não evoluiu como elas pretendiam.

Frequentemente tais acusações são "mentiras brancas" criadas em resposta a encontros sexuais não planeados e sem protecção que podem ocorrer depois duma festa ou depois duma ida à discoteca - muitas vezes sob influência de álcool. Elas agora ficam preocupadas com uma possível gravidez ou outra consequência pessoal.
Ele fica particularmente triste quando, durante o processo de divórcio ou durante o combate pela custódia dos filhos, a falsa acusação é usada como forma de se atingir um fim.
Durante as pesquisas, quando falamos em detalhe sobre o incidente, ficamos a saber bastante cedo que a acusadora embaraça-se em declarações contraditórias, e então admitem que os eventos não decorreram como elas inicialmente alegaram.

Com muita regularidade, elas apercebem-se do que estão a fazer e que toda a história é imprópria.

As acusadoras muitas vezes não se percebem que as suas "fantasias" são um crimes sério.
Uma queixa contra um perpetrador desconhecido é uma simulação dum crime, punível com uma sentença que pode chegar aos 6 meses. Uma falsa queixa contra um pessoa particular é difamação, punível com uma pena que pode chegar aos 5 anos na cadeia.
Fonte

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Caso sintomático de descriminação contra os homens

Um casal foi preso por actividade sexual consensual numa praia pública em frente a pessoas que jantavam num restaurante próximo.

A fiança foi fixada em $10,000 para o homem, e $2,500 para a mulher.

Isto é "igualdade" segundo o feminismo.

Os comissários anti-homem que infestam o sistema legal da maioria dos países ocidentais estão a ficar cada vez mais corajosos.

Seria bom ver as feministas, qualquer feminista, a explicar o motivo pelo qual a diferença de fiança não é descriminação.

Fonte


Os culpados (uns mais do que os outros, aparentemente).

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