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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Submarinos feminizados




Os submarinos da Royal Navy serão acomodados com sistemas de ventilação de emergência como forma de lidar com a hipotética presença de mulheres grávidas. Quem o diz é Philip Hammond (Secretário de Defesa), que confirmou também que a liderança militar gastará mais de £3milhões em medidas que visavam tornar o ambiente dos submarinos mais "female-friendly" .

Este anúncio chegou depois de ter sido reportado que as mulheres teriam permissão para servir as forças militares nos submarinos, quebrando uma tradição com mais de 100 anos. As oficiais terão permissão para se alistar nos submarinos da classe Vanguard, que transportam o dispositivo anti-nuclear "Trident".

Dois anos mais tarde (2015) será a vez das mulheres com patente inferior, que terão a oportunidade de servir nos submarinos da classe Astute "caçador-assassino" avaliados em  £1.2 biliões [métrica anglo-saxónica].

As mulheres não têm tido permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que o dióxido de carbono do ar reciclado possa danificar a sua fertilidade; no entanto, um relatório feito por peritos da "Naval Medicine" concluiu que os receios de saúde eram "sem fundamento".

As marinheiras grávidas, no entanto, continuarão a não ter permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que os fumos causem danos na criança não-nascida. [ed: o inglês diz "unborn child"]

O Secretário de Defesa Philip Hammond declarou perante a Câmara dos Comuns que os submarinos receberiam um sistema de ventilação de emergência para qualquer mulher que fique a saber que está grávida. Muito provavelmente serão tanques de oxigénio portáteis. A marinheira usará esta reserva de oxigénio, contendo níveis baixos de dióxido de carbono, até que ela seja retirada do submarino.

Parte dos £3milhões serão usados para construir instalações sanitárias e instalações de repouso distintas para as mulheres. Isto é quase o dobro do dinheiro que seria necessário para conferir medalhas de ouro aos heróis do "Artic convoys" da Segunda Guerra Mundial. O sr Hammond disse ainda:

Haverá um custo tanto na construção de acomodações próprias como também na disponibilização de reservas de oxigénio de emergência para as mulheres que descubra estar grávida durante a sua estadia no submarino, e possa assim respirar a partir duma reserva de ar discreta até que ela possa ser clinicamente evacuada.

O único motivo que impedia as mulheres de prestar serviço nos submarinos era o risco que supostamente existia para a sua saúde. Tornou-se, entretanto. claro que esse risco não existe.

As mulheres que forem servir nos submarinos serão submetidas a testes de gravidez antes de tomarem parte na equipa náutica, e 7 dias depois de já estar a servir. O propósito é o de eliminar as mulheres que não sabiam que poderiam estar grávidas.Uma fonte naval disse: 

As probabilidades duma mulher ir grávida para o alto mar são minúsculas, mas queremos ter a certeza de que tomamos todos os passos necessários para evitar essa situação. Não se pode garantir que isso não vai acontecer, mas as marinheiras de hoja são profissionais de topo. Se elas tencionam tomar parte duma equipa de marinheiros de submarinos, então é pouco provável que se arrisquem a tomar parte em comportamentos que podem resultar numa gravidez.

O levantar desta proibição, que dá como finalizada um dos últimos bastiões 100%-masculinos das Forças Armadas, é consequência das actividades dos grupos que lutam por "igualdade de oportunidades" [ed: mas não igualdade de responsabilidades].  As mulheres já servem nos barcos da Royal Navy há cerca de duas décadas, altura em que a proibição foi cancelada.

* * * * * * *
Construir submarinos emasculados em nome duma cientificamente inexistente "igualdade" é deixar que a ideologia sirva de guia para as forças armadas. Como é impossível satisfazer a sede de igualdade que as igualitárias têm, elas não irão descansar enquanto os submarinos não forem todos pintados de cor de rosa.



sábado, 29 de setembro de 2012

Será que as mulheres estão melhor adaptadas ao mundo actual?



No meu artigo anterior, Zykos deixou o seguinte comentário:
O que a realidade nos mostra é que as mulheres não se estão a adaptar de maneira nenhuma. Quantas vezes nós ouvimos dizer que as mulheres estão esmagadas sob o peso de tantas "responsabilidades"? Sim, ela "tem" que fazer tudo o que está listado em cima, e ainda tem que ter uma carreira profissional, e o marido não a está a ajudar. em nenhuma destas "tarefas".
Elas podem mentir a elas mesmas e afirmar que nunca quiseram este tipo de fardos mas ao aceitarem a autoridade (que, nesta cultura chega de forma natural, especialmente depois da chegada dos filhos), elas implicitamente aceitaram a responsabilidade correspondente.
Como resultado disto, as mulheres encontram-se mais infelizes e os homens estão mais suicidas. Mas pelo menos todos eles podem fingir que são cristãos. 
Este é um ângulo muito bom ; o que eu me apercebi é que é tipico acusar os homens por  estes não se adaptarem quando na verdade não só foram as mulheres que se recusaram a adaptar e aceitar os seus papéis, como deram início a este mundo feminizado onde já não há lugar para os homens.. 

Há não muito tempo atrás o mundo funcionava com a precisão dum relógio, com as mulheres na esfera doméstica e os homens na esfera mundial. Foi então que as mulheres decidiram que estavam aborrecidas e alteraram as regras do jogo para sempre.

O novo mundo que elas criaram é um onde a maioria das mulheres não só têm que trabalhar, mas também cuidar das crianças. No entanto, como disse o comentador Zykos, as mulheres não conseguem lidar com todas estas "responsabilidades", e como tal, estão mais stressadas do que alguma vez estiveram.

As mulheres forçam e envergonham os homens para que estes façam mais trabalhos em casa e cuidem mais das crianças, mas será que não são as mulheres que têm que se adaptar  ao mundo que elas criaram?  Portanto, quem é que não se está a adaptar?

As mulheres tomaram a decisão de complicar a sua própria vida e agora recusam-se a adaptar à realidade das suas decisões. “Ter tudo” requer um ajuste à realidade de "fazer tudo". Obviamente que é mais conveniente depositar a responsabilidade de "fazer tudo" sobre os homens de modo a que as mulheres possam "ter tudo".
 
Portanto, chegamos à situação actual onde parece que as mulheres se estão a adaptar melhor, mas é fácil adaptar quando és tu que fazes e modificas as regras.

Superficialmente, gerou-se a imagem de que as mulheres são as pessoas que melhor se adaptam; mas na realidade, elas estão a desmoronar e em vez de admitirem que fizeram um erro, que elas não podem ter tudo e fazer tudo, elas direccionam os seus verdadeiros sentimentos de não terem sido capazes de se adaptarem ao mundo que elas criaram para os homens. É então que se espera que os homens apanhem os bocados e se adaptem a este mundo feminizado cheio de empregos feminizados.

É suposto as mulheres serem as ajudantes dos homens, mas elas criaram um mundo onde se ajudam-se a elas mesmas.

....

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mulher-polícia: "Não irei trabalhar durante os próximos 4 meses. Partiram-me o coração."

Uma mulher pertencente aos quadros da da Met (Metropolitan Police) pediu baixa remunerada alegando estar de "coração partido" depois de ter sido abandonada por um homem depois deste reatar a relação com a sua ex-mulher. Segundo se sabe, a detective ficou devastada depois do amante ter voltado para a sua esposa.

O par havia iniciado a coabitação depois de se terem conhecido no local de trabalho - e depois do casamento dele se ter desmoronado. Mas depois de terem começado a viver juntos numa casa com o valor de £500,000 (+/- €406,883), ele regressou para a sua esposa. O relacionamento entre os dois oficiais durou relativamente 3 meses.

A mãe solteira (uma criança) aparentemente pediu baixa remunerada devido ao stress, e não voltou para o seu emprego - que tem um salário anual de £45,000 (€57.446/ano).

O "The Sun" reportou que a Scotland Yard está a oferecer apoio total à detective e uma fonte disse o seguinte ao jornal:

A organização não a deixará sozinha de modo a que ela deambule pela casa, afogando na mágoa. Ela está a ser regularmente acompanhada e visitada.
Pete Smythe, presidente da "Met Police Federation", afirmou ao MailOnline:
Se ela pediu dispensa, então ela já foi observada por um profissional que concordou que ela não se encontra em condições de trabalhar. No que concerne as regras, ela estará a receber o ordenado por inteiro durante seis meses, seguindo-se metade do ordenado até aos 12 meses, e depois pára de receber. Existem procedimentos que podem levar à sua dispensa permanente [despedida] mas depois dos 4 meses, é relativamente difícil.

Assumo que a MET lhe está a oferecer aconselhamento. Nunca tinha visto um caso parecido a este.

John O'Connor , antigo Comandante da MET, qualificou a situação de "absurda." Ele disse ainda:
Quatro meses é muito tempo para se estar dispensada por motivos de coração partido. Até parece que ela se encontra a sofrer pela perda dum ente familiar.
Um porta-voz da MET disse que a força policial não comenta assuntos pessoais.

Fonte

* * * * * * *

Qualificar esta situação de ridícula é uma "under-statement". Não é concebível confiar na sobrevivência duma sociedade que permite que pessoas - homens ou mulheres - deixem que as emoções pessoais afectem de forma tão profunda o seu desempenho profissional.

Por motivos tão subjectivos como "coração partido", esta mulher vai ficar - no mínimo - um terço do ano sem trabalhar, mas a receber como se estivesse a trabalhar.



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Escola chinesa incentiva masculinidade para acabar com "meninos mariquinhas"

Notícia antiga mas mesmo assim relevante.

Um colégio para machos. Preocupada com a mudança de comportamento dos rapazes , uma escola chinesa decidiu colocar em prática uma iniciativa chamada 'Procurando Homens de Verdade'. A ideia é justamente 'incentivar a masculinidade' de seus alunos.

Segundo a Qinlinglu Elementary School, que fica na cidade de Zhengzhou, os meninos devem agir mais como homens e menos como maricas. Assim, eles são ensinados a agir de forma mais masculina e são obrigados a jurar que são 'homens de verdade', relata o jornal Daily Dahe.

Wang Jianhua, professor da escola há 14 anos, disse que os garotos estavam apresentando cada vez mais um comportamento de mulherzinha. "O jogo favorito era pular corda, que é uma brincadeira de menina", explica o professor. "E os meninos são muito frágeis. Uma pequena bronca e eles já estavam chorando alto".

Em contrapartida, Wang disse que as meninas estavam cada vez mais selvagens. "Elas gostavam de lutar e adoptavam características cada vez mais fortes", disse.

Agora, a escola pretende contratar mais professores do sexo masculino para dar aos meninos exemplos de homens fortes. "As mães tendem a ser responsáveis pelos filhos em casa. Na China, devido à política de um só filho, os pais são excessivamente protectores e como tal, acabam estragando seus próprios filhos", explica Cao Jianping, o director da escola.

Com a masculinização dos rapazes chineses e a feminização dos homens europeus e americanos, em caso de guerra, quem vencerá?


sábado, 22 de outubro de 2011

As mulheres liberadas são infelizes. Está supreso?

Por Margaret C. Galitzin

Traduzido por Andrea Patrícia

Na semana passada, fui convidada a visitar a capital de um país praticamente desconhecido chamado Lapônia. É uma cidade bem agradável, de clima temperado, sem mosquitos e com uma baixa taxa de criminalidade. O povo, porém, é um pouco diferente.

Os homens da Lapônia adotaram cores e vestuário femininos

Os homens desse país estavam seguindo uma moda popular que tomou conta do país há quarenta anos em que eles tentaram parecer mais delicados e femininos. A mídia e máquinas de propaganda da Lapônia estavam claramente por trás da tendência: roupas de homens em tons pastéis e estampas delicadas seguiram as linhas fluidas e macias do vestuário das mulheres.

Tricô e acolchoados para homens proliferaram. Um locutor anunciou com orgulho que aquelas típicas profissões femininas eram agora dominadas pelos homens: 85% de manicures, cabeleireiros, babás, costureiros e faxineiros domésticos eram homens. Aulas de balé também foram preenchidas com os meninos e homens.

Os meninos encheram as aulas de balé

O ambiente calmo da cidade apresentava um cenário idílico repleto de homens pacíficos, domesticados. No entanto, vim a saber, os homens não estavam felizes. Pesquisas mostraram que, apesar de a moda para os homens evitar os seus traços masculinos e abraçar características femininas, esses homens estavam descontentes. Os homens da Lapônia estavam deprimidos, buscando tratamento psiquiátrico, e geralmente insatisfeitos com a vida.

Por que isso não é surpreendente? Quando os homens negam sua natureza e tentam ser o que não são, nós encontramos o resultado esperado: frustração, desequilíbrios mentais, insatisfação e infelicidade.

Agora, quando eu aplico a minha experiência na Lapônia aos Estados Unidos, eu vejo que não é muito diferente na medida em que nós mudamos os sexos – ao contrário dos homens que tomam o lugar das mulheres, aqui as mulheres estão tomando o lugar dos homens.

De fato, para o último meio século, as mulheres nesse país têm de engolir os mitos do feminismo – que deveriam agir e se vestir como homens, deixar a casa e entrar no mundo dos negócios, ocupar postos de trabalho profissional, competir nos esportes – e tudo o mais no mundo do “homem”.

A busca para ser como os homens e alcançar a igualdade em todas as esferas tornaria as mulheres mais felizes e realizadas. Esta foi a suposição geral por trás do mito. E assim as mulheres se tornaram policiais e entraram nas forças armadas. Tornaram-se motoristas de ônibus, caminhão e taxistas. Elas inundaram as escolas de medicina, engenharia e direito e ocuparam as mesas de trabalho em escritórios comerciais. Elas entraram no mundo das finanças, tornando-se gerentes de bancos, corretoras e planejadores de investimento. Elas praticam esportes masculinos como basquete, futebol e até artes marciais* e boxe. Elas se tornaram financeiramente independentes, “sexualmente liberadas” e psicologicamente livres.

As mulheres entraram no exército e se tornaram corretoras da bolsa, mas são infelizes

De acordo com toda a propaganda com a qual temos sido bombardeados com durante os últimos quarenta anos, a mulher deve ser feliz, certo? Errado. Dois relatórios recentemente apresentaram resultados mostrando que as mulheres têm se tornado cada vez mais infelizes desde 1972. Parece que o feminismo não abriu o caminho que muitas mulheres pensaram que abriria.

Um estudo, “The Paradox of Declining Female Happiness” [O Paradoxo da diminuição da Felicidade Feminina], foi realizado pelos economistas Betsey Stevenson e Justin Wolfers. Eles devidamente notam que as mulheres americanas são mais parecidas com os homens do que eram há quarenta anos: Elas trabalham fora de casa, vão para a faculdade, controlam a sua fertilidade e praticam esportes profissionais. Não obstante, as chamadas conquistas da era feminista deixaram as mulheres em grande infelicidade.

Na década de 1960, as mulheres americanas declararam-se mais felizes, em média, do que os homens. Hoje, a felicidade das mulheres caiu tanto em termos absolutos quanto relativamente aos homens. (1).

O segundo relatório foi uma sondagem especial realizada pela Fundação Rockefeller e pela revista Time. Comparando os resultados de hoje com uma pesquisa similar sobre a situação das mulheres americanas realizadas em 1972, somos informados de que há quarenta anos, 1/3 das mulheres eram trabalhadoras – agora quase todas são. Elas constituem 57% dos estudantes de faculdade. As mulheres compõem 15% do Exército – um aumento de 2% desde 1972. Hoje elas são representadas no Gabinete, na legislatura e no Supremo Tribunal de Justiça. (2)

Há também outras estatísticas que mostram as consequências negativas do feminismo: Em 1970 a maioria das crianças cresceram com uma mãe dona-de-casa, agora cerca de 30% o fazem. Hoje, 39% de todos os nascimentos são de mães solteiras, comparado com 12% em 1972, graças a este fenômeno assim como da devastação criada pelo divórcio, 23% das crianças vivem com uma mãe solteira. Além disso, apesar de mais mulheres trabalharem fora de casa, elas continuam a ser a principal responsável por cuidar dos filhos e trabalhar dentro da casa. (3)

O relatório da Time conclui que a mulher americana liberada de 2009 está definitivamente mais poderosa – mas também, sem dúvida, menos feliz.

Você está surpreso? Para mim, a surpresa não é que hoje as mulheres são infelizes. Qualquer um com os olhos abertos pode ver isso no dia-a-dia e ao falar com as mulheres modernas. A novidade é que estudos confiáveis de grande escala estão realmente relatando o fato. Até agora, esta verdade tinha sido cuidadosamente coberta para promover o feminismo. É um sinal de esperança ver se este nevoeiro vai começar a levantar.

Como os homens na Lapônia, a mulher moderna que tem seguido a moda do feminismo nestas últimas décadas, têm sido enganadas pelas suas mentiras. Uma mulher não foi feita para ser como um homem, ela foi feita para ser sua companheira. Ela tem sua própria natureza e vocação da maternidade que Deus deu especialmente para ela. Se ela vai contra a sua natureza, ela não vai ser como os homens. Ela vai perder a sua delicadeza, dignidade e auto-respeito. Ela vai se tornar uma mulher insatisfeita, frustrada e infeliz.

_____________________________

1. The Paradox of Declining Female Happiness, edição on-line.
2. 2. “The State of the American Woman,” TIME magazine, 26 de outubro de 2009, pp 24-33.
3. Ibid.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Discriminação contra os homens na polícia sueca

Dezenas de homens apresentaram denúncias de discriminação sexual com um Ombudsman de Igualdade da Suécia (DO), depois de terem sido negados à admissão na Academia de Polícia Nacional da Suécia.
O ombudsman tem recebido cerca de 80 reclamações de homens alegando que não foram admitidos nos programas de formação da polícia por causa de seu género.
As queixas vêm na esteira de uma iniciativa do Centro para a Justiça (Centrum för rättvisa) de examinar suspeitas de que os esforços de recrutamento da academia de polícia colocaram candidatos do sexo masculino em desvantagem em relação aos candidatos do sexo feminino.
De acordo com o Centro, pode haver "milhares" de casos de discriminação sexual.
Na sua análise, o Centro revelou que, durante vários anos seguidos, as academias de polícia têm admitido o mesmo número de homens e mulheres, apesar do fato de que menos de 40 por cento dos candidatos eram mulheres e que elas geralmente têm um desempenho pior na linguagem e em partes físicas de testes de admissão.
Fonte

Como diz um dos comentadores da notícia original, se nós precisarmos da protecção policial para salvaguardar a nossa integridade física bem como a dos nossos familiares, preferimos sempre que seja um homem forte do que uma mulher - por mais forte que ela seja.
É ridícula a forma como a cultura ocidental está a feminizar as forças policiais e as forças militares (bem como as crianças, como se pode vêr neste texto) quando essas instituições requerem a força física de machos.
É um absurdo mas a cultura ocidental, dominada pelo marxismo cultural, tornou-se absurda.
Pronta para combater o crime

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Acto de urinar irá para a justiça

Visto no blog "Canal do Búfalo"

por Jonathan Tisdall

Escola na Noruega decide que os alunos terão que sentar no vaso quando forem urinar.


O líder do partido Democrata da Noruega,, um grupo dissidente do partido Progressita, Vidar Kleppe, está revoltado com a escola Dvergsnes, localizada em Kristiansand na Noruega, porque ela obriga os alunos a sentarem no vaso na hora de urinar.

Kleppe acusa a escola de brincar com as leis divinas, e ele quer que este assunto seja debatido no comitê executivo do conselho local, informa o jornal Dagbladet .

“Quando os garotos são negados a urinar da maneira natural, da maneira que garotos fazem por gerações, isto é desafiar as leis divinas”, Kleppe disse ao jornal.

A diretora Anne Lise Gjul da escola Dvergsnes preferiu não comentar as declarações e os planos de Kleppe de fazer protestos políticos e diz que lamenta se alguém se sentiu ofendido com a proibição dos garotos urinarem em pé.

Gjul disse a NRK (Canal Norueguês de Notícias) que os jovens simplesmente não tinham “boa pontaria”, e o objetivo é ter um banheiro limpo tanto para meninos e meninas.

fonte: http://www.aftenposten.no/english/local/article1474158.ece

sábado, 7 de maio de 2011

Feminização da Sociedade

Um simples anúncio de roupas acertou um ponto nervoso nos EUA esta semana. A confecção J.Crew, a favorita da primeira-dama Michelle Obama, publicou um anúncio em que uma mãe aparece pintando as unhas dos pés do filho, um menino de 5 anos, com esmalte rosa.

“Sorte minha. Eu acabei tendo um filho cuja cor preferida é rosa. Unhas dos pés são mais divertidas com pintura neon”, disse o anúncio que continua no site da J.Crew. O anúncio mostra a presidente e diretora de criação da marca, Jenna Lyons. E aparece no link “Jenna’s Picks”.

O anúncio ganhou a blogosfera na internet logo depois que o psiquiatra Keith Ablow o criticou na frente das câmeras da Fox News: “Esse é um exemplo dramático de como a nossa cultura está estimulando o abandono de todo e qualquer traço de identidade sexual”, disse Ablow.

A ONG conservadora Media Research Center foi ainda mais longe em seu comentário: “É um clássico exemplo de propaganda que celebra as crianças transexuais”, disse.

Mas nem todo mundo criticou o anúncio. Vários internautas usaram o Twitter para apoiar o “direito da J.Crew de expressar as suas opiniões”. E a americana Jeanne Sager, autora do blog “The Stir”, fez uma proposta aos conservadores:

Olhem a foto da J.Crew novamente. O que vocês veem? Vocês veem esmalte nos dedos de um menino? Ou vocês veem um menino chamado Beckett, com lindos cachos louros, e uma mãe que aparenta amar essa criança da melhor maneira possível? Porque é isso o que eu vejo. [...]
(Brasil com Z)
Fonte


Com que então quando ela olha para a foto duma mãe a pintar de cor de rosa as unhas do filho tudo o que ela vê é "uma mãe que aparenta amar essa criança"? Ok. Vamos usar a mesma lógica simplista para outra foto.

Reparem na foto seguinte:

O que é que vocês vêem? Há nela algo de repulsivo e perturbador? Usando a lógica da Jeanne Sager, não.

Tudo o que essa foto tem são dois homens a trabalhar juntos e gatos perto uns aos outros. Segundo a forma de pensar da Jeanne Sager, "é isso que eu vejo".

Claro que no mundo real tanto a foto dos gatos como a foto do rapaz cujas unhas foram pintadas de cor de rosa são perturbadoras por motivos óbvios. A tentativa da Sager de reduzir o choque de ver uma mãe a feminizar o seu próprio filho como apenas "uma mãe que aparenta amar essa criança" é ridícula principalmente quando nós todos sabemos que ela está bem ciente que essa imagem é perturbadora.

Os esquerdistas, tendo declarado guerra a toda ordem moral, social, biológica e psicológica imposta na Criação por Deus, tentam agora apagar as normais linhas divisoras entre os homens e as mulheres. Como não conseguem fazer isso com os adultos, começam a atacar as crianças.

Os demónios odeiam as crianças e por isso é que fazem tudo por tudo para dominar os seus desejos desde tenra idade. É por isso que vêmos o lobby sodomita a tentar programar as crianças "antes de serem afectadas pelos valores paternos", e vêmos feministas a tentarem sexualizar a raparigas tendo em vista os resultados mais do que previsíveis em favor da gravidez indesejada (e consequente aumento da probabilidade de se fazer um aborto).

Tudo isto faz parte do Plano de transformação da sociedade humana tendo em vista a futura sujeição à Nova Ordem Mundial (NOM). Por trás desse plano estão os mesmos radicais da extrema-esquerda que durante o século 20 tentaram destruir as sociedades democráticas e implantar o comunismo o no seu lugar.

Mas o que a maior parte destes esquerdistas não sabe é que por trás deles estão milhões de demónios a usá-los como peões no seu ataque ao Cristianismo. Não é por acaso que Nesta Webster diz:

"O intuito final da revolução mundial não é o socialismo, nem o próprio comunismo; não é a transformação do sistema econômico presente, nem a ruína da civilização sob o ponto de vista material.

A revolução desejada pelos chefes é moral e espiritual; é uma anarquia de idéias, em virtude da qual ruirão todas as bases estabelecidas há dezanove séculos, serão espezinhadas todas as tradições veneradas e, mais do que tudo, deverá ser obliterada a ideia cristã"
O propósito dos esquerdistas é a remoção do Cristianismo e a implantação duma nova espiritualidade, mas o propósito dos demónios é destruição do ser humano.

Em cima eu disse"a maior parte destes esquerdistas" porque estou certo que há uma grande percentagem de esquerdistas que conscientemente sabe que o trabalho que estão a levar a cabo é o que a corja de demónios quer. Os maçónicos, os satanistas e muitos outros ocultistas dedicaram-se a seguir os anjos caídos na esperança de receber algum tipo de gratificação no tal "novo mundo" pós-Cristão que alegadamente vai dominar o futuro.

Só que estes, tal como os primeiros esquerdistas, estão a ser enganados. Tudo o que vão conseguir é um bilhete só de ida para a perdição e tormento eternos.

domingo, 1 de maio de 2011

Grupo homossexual quer que crianças em idade primária se vistam como mulheres e que dancem como cheerleaders

Um pacote escolar dirigido aos professores (e suportado pelas agências governamentais) defende que os rapazes das escolas primárias deveriam ser encorajados a usar vestidos ou a dançar com pompons na equipa de cheerleader.

O pacote foi produzido pela organização Stonewall, o grupo sodomita líder do movimento homossexual na Grã-Bretanha.
Quem mais estaria interessada em usar o aparelho de Estado para incutir nos rapazes a noção de que homens a usar roupa de mulher é perfeitamente normal senão um grupo homossexual?
O DVD que acompanha o pacote, e suportado pela "Training and Development Agency" (TDA), mostra professores primários a dar os "melhores conselhos prácticos" baseados na sua experiência.
Espera lá. O pacote da Stonewal visa colocar rapazes vestidos de mulher. Que "experiência" é que os professores tem nisso?
Um dos professores diz no DVD que os alunos deveriam ser ensinados a resistir aos valores dos seus pais e avós.
Ah, cá está o verdadeiro propósito do marxismo cultural: a destruição das instituições Judaico-Cristãs e da moral que serviu de base para o sucesso do ocidente.

Um dos professores entrevistados no vídeo encoraja rapazinhos a usar vestidos enquanto outro diz que é "maravilhoso" que rapazes dancem com pompons no clube das cheerleaders. Sim, porque não há nada de suspeito no facto de "professores" primários imaginar rapazinhos vestidos de mulher ou com roupa de cheerleader. Nojento.

De acordo com algumas fontes, o grupo sodomita Stonewall recebeu cerca de £25,000 em financiamento por parte da TDA (organização governamental criada pelo Departamento de Educação). Como se isso não fosse suficiente nojento, temos ainda o ridículo do Departamento de Educação consultar os sodomitas da Stonewall como forma de reverem o planeamento para as aulas de educação sexual.

O pacote de treino para professores recomenda que se usem livros escolares pró-homossexualismo para as aulas de leitura. Sim, porque se há coisa que as crianças das escolas primária precisam de saber é sobre formas de usar o seu ânus como forma de obter prazer sexual.

Um dos livros, Tango Makes Tree, é sobre um pinguim que é criado por dois pinguins macho. Outro é chamado de "The Sissy Duckling" e mostra dois príncipes que se apaixonam e vivem para sempre como Rei e Rei.

Agenda.

O pacote da Stonewall sugere que se ponham as crianças a teatralizar tais livros em peças escolares. Se houver tempo, pode-se ensinar um pouco de Matemática e Gramática às crianças.

Esta campanha é suportada por 70 organizações incluindo departamentos Governamentais e autoridades locais.

Perturbador.

As escolas e as autoridades locais foram encorajadas a usar o material pró-sodomita como forma de demonstrar que estão de acordo com o "Equality Act 2010". A mesma obriga as instituições públicas a promover a igualdade. Aparentemente ninguém parou para pensar se promover a agenda sexual de um grupo específico da sociedade contradiz de alguma forma a noção de "igualdade".

Para haver verdadeira "igualdade" os grupos que são contra a agenda da Stonewall deveriam ter o mesmo "espaço de antena" não só para mostrar os malefícios do vício da homossexualidade, como também para exibirem os benefícios médicos, sociais, psicológicos e espirituais para a restrição da sexualidade dentro dum casamento monogâmico e heterossexual. Mas como acho que todos já sabemos, os grupos que os marxistas culturais promovem não visam a "igualdade" mas sim a supremacia cultural (ou, usando palavras marxistas, a hegemonia cultural).

Mike judge, do Instituto Cristão disse:

Os pais pagadores de impostos esperam que uma educação decente seja dada aos seus pequenotes. Vestir os rapazes como mulheres e pô-los nas equipas de cheerleaders não é bem o que os pais tem em mente.

Mas o mais perturbador é que estas escolas ensinem aos filhos que eles devem resistir os valores dos pais e dos avós.


A tendência dos portugueses é dizer que tais coisas nunca irão acontecer em Portugal. Ai não? O que é que lhes faz pensar assim? Será que eles são ingénuos e anjinhos o suficiente para pensar que as coisas em Inglaterra aconteceram de repente?

O lobby sodomita faz as coisas por etapas e condiciona o público pouco a pouco. Eles sabem que se forem revelar o seu plano na sua integralidade o público vai rejeitá-los. Como tal, eles vão avançando pé ante pé até a consciência social estar cauterizada contra o terrível vício da homossexualidade.

Vejam como estes indivíduos querem sexualizar as crianças em favor do seu vício. Mas o que é que os homossexuais sabem das necessidades das crianças? Regra geral os homossexuais não tem experiência nenhuma em cuidar de crianças, portanto, porque é que o que a Stonewall "propõe"/impõe não levanta logo suspeitas?

Tal como disse em cima, é preciso ter em vista o propósito final da agenda homossexual. O que eles querem não é "igualdade" mas supremacia cultural de modo a que ninguém seja livre para criticar o seu comportamento. Mas eles sabem que isso não vai acontecer com os que agora são adultos (uma vez que esses foram educados numa cultura onde havia um réstia de moralidade).

Devido a isso, o lobby sodomita põe-se a jeito para condicionar a próxima geração de pessoas. E onde está a próxima geração? Ora, nas escolas primárias.

Além disso, convém não esquecer que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso infantil. Portanto esta sexualização das crianças também lhes prepara o caminho para a normalização futura da pedofilia (ou, como vai ser conhecida num futuro próximo, "relacionamentos intergeracionais").

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A adoração do feminino

"Homens" perdem tempo a fazer um vídeo onde "pedem desculpa" por serem homens às mulheres. Fico ansiosamente à espera da sequela, onde todos os "homens" envolvidos neste vídeo pedem desculpa por respirarem o mesmo ar que todos os outros humanos respiram.

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