quinta-feira, 7 de junho de 2018
E as mulheres polícias abatidas na Bélgica não revolta as feministas?
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Polícias Franceses manifestam-se contra a traição
Visto que o seu "patrão" lhes disse que eram melhor eles morrerem do que ferirem ou matarem os criminosos não-Europeus, os polícias começaram a levar a cabo demonstrações um pouco por toda a França.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Feministas querem tratamento preferencial e não igualdade
O processo legal federal alega que os resultados díspares,
constituem um padrão ou práctica que resiste a total empregabilidade das mulheres, ao privá-las dos seus direitos de igualdade de oportunidade laboral independentemente do sexo.O governo federal quer que as mulheres que não passaram nos testes físicos sejam compensadas.
Quer também que o município contrate algumas das mulheres que foram rejeitadas no passado e lhes ofereça antiguidade e compensação retroactiva.Não há qualquer evidência de que alguns dos 27% dos homens que não passaram nos testes físicos venham a ser contratados à mesma, e recebem compensações e promoções retroactivas. Aparentemente, só as mulheres é que merecem isto.
O que isto demonstra é que o verdadeiro impulso do feminismo não é a igualdade mas sim a misandria; para o feminismo, discriminar os homens é perfeitamente aceitável, se isso beneficiar as mulheres. Se há mais homens polícias do que mulheres polícia, então o sexo importa, e isso é intolerável para os esquerdistas.
É por isso que o impulso para se aumentar o número de mulheres nas forças de combate é problemático. Parece quase inevitável que os padrões sejam reduzidos de modo a que haja entradas e promoções iguais para as mulheres.
Mas o que é que acontece quando pessoas fisicamente incapazes têm acesso a empregos e actividades que dependem - e muito - da força física?
É mesmo necessário que os polícias sejam fisicamente aptos, fortes e agressivos? Às vezes, sim.
Um exemplo disto ocorreu em França no mês passado. Duas mulheres polícia intervieram numa discussão. Um dos homens derrubou uma das agentes, tirou-lhe a arama e matou-a. Depois disso, ele perseguiu a outra mulher-polícia, apanhou-a e matou-a.
Será que o criminoso estaria menos disposto a atacar dois homens polícia, fisicamente aptos e agressivos? Creio que a resposta é auto-evidente.
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O que as feministas pensam que ser polícia é:
Se, portanto, só uma elite masculina consegue chegar a esse patamar físico, porque é que se deveria colocar o resto da sociedade em perigo, baixando as exigências físicas para que pessoas fisicamente incapazes (tanto homens como mulheres) tomem parte destas actividades profissionais fisicamente exigentes? Deve a ideologia estar acima da biologia, ou deve a biologia tomar preeminência?
O que é mais importante: a segurança pública ou a sempre flutuante e perpétuamente insatisfeita vontade de feministas sedentas do estatuto e prestígio da elite masculina?
Pior que isso, é o facto destas mesmas feministas, que fazem testes físicos mais fáceis e que são universalmente protegidas de situações de maior dano físico, exigirem receber as mesmas compensações financeiras e as mesmas promoções que os homens. Ou seja, trabalham menos, correm menos riscos, são menos capazes, faltam mais ("alturas do mês"), mas exigem receber o mesmo que a elite masculina. Isto é o que os esquerdistas qualificam de "igualdade"?
terça-feira, 10 de abril de 2012
Mulher-polícia pede ajuda civil para prender um suspeito
Corajosamente seguindo-lhes o rasto (e seja notado que foi um acto corajoso - a maior parte das mulheres-polícia nem se daria ao esforço) ela deu início a perseguição de ambos, conseguindo-se manter no rasto dum deles. No entanto, ela começou a perder o contacto com o delinquente. Felizmente, um civil (homem) estava a sair do seu apartamento precisamente na altura em que o criminoso passava:
O suspeito correu em sentido ascendente uma sequência de degraus próximos a um complexo de apartamentos na 12300 block da 33rd Avenue Northeast. Precisamente na altura em que o suspeito passava em frente ao edifício, um residente saiu do seu apartamento. À medida que a oficial se aproximava, ela gritou para o residente "Polícia de Seattle. Pare esse homem!" O residente obstruiu o suspeito em fuga e derrubou-o ao chão sem qualquer tipo de lesão física. A mulher-policia deteve-o imediatamente.Esta é uma bonita história em torno dum cidadão que age de forma decisiva para parar um suspeito, mas é - ao mesmo tempo - um evento altamente incomum um polícia pedir ajuda dum civil na apreensão dum criminoso em fuga, especialmente se levarmos em conta que isto poderia ser perigoso para um civil desarmado e sem preparação para tal. No entanto, a mulher-polícia provavelmente precisava da ajuda.
Tenho sérias dúvidas que ela conseguisse deter e derrubar sozinha um homem jovem, agitado e violento. A questão que emerge deste incidente é se realmente vale a pena pagar às mulheres o mesmo salário que é pago aos homens quando, aparentemente, elas não estão fisicamente equipadas para levar a cabo o mesmo tipo de trabalho.
Sem dúvida que as mulheres-polícia podem ser eficazes em outro tipo de circunstâncias (por exemplo, discernir mentiras ditas por outras mulheres), mas será que devemos baixar os requerimentos só para que elas possam andar com um crachá e uma arma?
sábado, 24 de março de 2012
Pitbull ataca quatro polícias. Mulheres-polícia fazem-se notar pela ausência.
VEJA O VÍDEO.
O animal acabou por ser abatido, depois de morder as pernas e os braços de cinco polícias, três dos quais ainda se encontram hospitalizados. Um deles deverá precisar mesmo de um transplante de pele.
Segundo os moradores do bairro onde aconteceu o incidente, o cão "era perigoso" e já tinha atacado outro cão.
Os agentes feridos participavam na operação Big Wing, de localização de suspeitos de crime em Londres.
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O filme é sempre o mesmo: quando há uma situação perigosa e problemática, as "mulheres-polícia" fazem-se notar pela sua desconcertante mas previsível ausência.
Aparentemente as vozes que tanto gritam pela "igualdade" no acesso aos escritórios arejados e confortáveis, perdem a vitalidade feminista quando chega a altura de se disponibilizarem para enfrentar terroristas, animais potencialmente perigosos e manifestações públicas que podem causar danos físicos.
Façam um pequeno exercício: sempre que virem uma situação que pode resultar em danos físicos para os policias, esforcem-se para encontrar as "mulheres-polícia".
Descubra o gato a mulher polícia.
No entanto, embora elas estejam universalmente protegidas deste tipo de situações, as feministas exigem que mulheres que não fazem o mesmo treino físico, que não são colocadas nas mesmas situações de perigo e que não produzem o mesmo que os homens, recebam exactamente o mesmo ordenado no final do mês.
É isto que as feministas qualificam de "igualdade": fazer menos que os homens mas receber o mesmo que os homens.
"Venham-me prender, feministas."







