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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Duas mulheres espancam rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Homem feminista descobre que as feministas não toleram diferenças de opinião

Por InsideMAN

Em Fevereiro último, Tanveer Ahmed, um psiquiatra e um comediante, e alguém que foi escolhido para ser uma das 2,000 celebridades masculinas para a campanha feminista White Ribbon (criada com o propósito de lidar com a violência contra as mulheres na Austrália), escreveu um artigo salientando o facto dos homens serem esquecidos no debate em torno da violência doméstica.

O artigo provocou uma ofensa junto das feministas, gerando uma furiosa e, em última análise, bem sucedida campanha para a sua demissão como embaixador da White Ribbon. A InsideMAN foi a primeira publicação do Reino Unido a reportar a história, e aqui Tanveer descreve nas suas palavras o que acontece quando um homem feminista se atreve a falar contra a irmandade. Este artigo apareceu pela primeira vez na edição imprensa da revista "The Spectator", Austrália.

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Tenho sido consideravelmente enfraquecido desde que falei sobre o enfraquecimento dos homens. Vadeando pelas águas traiçoeiras, virulentas, e carregadas de estrogénio do feminismo moderno, aprendi que a guerra dos géneros são vistas por muitos como uma guerra do tudo-ou-nada, algo parecido ao poker ou à negociação de derivados.

Depois de escrever para o Australian durante o mês passado sobre a limitada discussão que existe em torno do enfraquecimento masculino no contexto da violência doméstica, fui vítima de uma orgia de abuso, ameaças e total má-representação dos meus pontos de vista. Estes ataques foram dissiminados nos órgãos mediáticos convergentes - online, sistemas móveis e pela televisão.

‘Fui chamado de misógino’

O artigo foi parcialmente uma resposta às minhas próprias experiências de ver parentes e pacientes que haviam sido violentos para os parceiros. Eu desprezava-os enquanto era criança e enquanto era adolescente, mas com mais maturidade e educação, vim a entender que a sublevação social que havia sido forçada sobre eles devido à migração era uma forma de humilhação.

Fui chamado de misógino e culpador de mulheres. Mensagens ameaçadoras foram deixadas no local onde exerço a minha profissão. Devido aos ataques públicos ao meu carácter, as enfermeiras do meu hospital psiquiátrico em Sydney ocidental chamaram-me à parte para aplicar sobre mim as técnicas de aconselhamento. "Você irritou algumas pessoas, doutor. Você está bem?" Este encontro ocorreu no preciso momento em que alguns pacientes reais ameaçavam causar danos a si próprios na enfermaria.

Depois de sugerir que a violência é uma expressão de stress subjacente, fui transformado num agressor de mulheres e misógino que ainda se agarrava ao patriarcado. Está tudo bem quando se tenta entender aqueles sancionados como vítimas bona fide oprimidos pelo poder, mas aqueles que são vistos como opressores privilegiados não têm o direito de serem alvo de acções de esclarecimento.

A saga recebeu mais atenção devido ao facto de eu estar intimamente associado ao movimento "White Ribbon", uma campanha onde os homens usam uma fita em forma de loop em torno do seu peito, e encorajam outros homens a não atacar as mulheres. A minha cara foi uma das cinco a estar presente nesta campanha.

Eu cheguei a ir para o Paquistão, há alguns anos atrás, como forma de expandir a campanha por lá, financiada pela AusAid. Encontrei-me com furtivos activistas masculinos na cosmopolita cidade de Lahore, com vítimas femininas na bastião do Sufismo em Multan, e com radicais que foram agitados  com a noção da violência contra a mulher chegar a ser estigmatizada na capital da madrasah do Paquistão, a cidade do deserto com o nome de Bahawalpur.

Uma ‘aparência de racionalidade’

Entretanto, as feministas Ocidentais continuam focadas em tópicos da elite tais como o pagamento das mulheres que fazem parte de conselhos directivos, ou os salários de actrizes milionárias de Hollywood, tal como lamentado pela Patricia Arquette durante os Óscares.

A polemista da Fairfax, Clementine Ford, descrita por Andrew Bolt como "uma feministas qualquer com tatuagens visíveis", criticou os meus pontos de vista por usar a mais engenhosa e mais privilegiada ferramenta do patriarcado, a "aparência de racionalidade". Ela ilustrou o ridículo do feminismo moderno quando este é criticado por ser um movimento com ódio aos homens escrevendo:

Não tenho tempo para os sentimentos coitadinho-de-mim dos homens.

Duas noites depois do meu artigo ter sido publicado, Tim Watts falou no Parlamento federal em favor da minha demissão. Eu observei surpreso com tudo isto. Uma tele-conferência de emergência foi levada a cabo com os administradores da White Ribbon. Eles exigiram uma declaração de esclarecimento, apenas para publicarem um comunicado de imprensa no dia seguinte delineando a forma como a CEO Libby Davies se encontrava chocada e lamentava os meus pontos de vista.

Eu não lamentava os meus pontos de vista, mas sim que eles haviam sido totalmente mal-representados. A contradição foi salientada ainda mais pelo conselheiro científico-chefe da White Ribbon da Austrália, o Dr Michael Flood, que havia co-escrito vários artigos por toda a região confirmando a fragilização dos homens como um factor em crescimento por trás da violência contra as mulheres.

Traidor de classe e colaborador

Um grupo Britânico que milita pelos direitos dos homens publicou uma história com o título ‘Global feminism goes into meltdown as male supporter reveals he has a mind of his own.’

Um grupo paralelo, e derivado, também chamado de White Ribbon (focado na violência contra ambos os sexos) e iniciado pela fundadora global dos abrigos para mulheres, Erin Pizzey, escreveu no seu site uma carta aberta de apoio. Fiquei a saber mais tarde que o movimento White Ribbon local se encontrava envolvido numa batalha legal com o site Canadiano por este usar o nome sem permissão. Senti-me como uma criança recém-adoptada no meio de discussões de divórcio.

As vítimas masculinas de violência enviaram-me as suas histórias de abuso e convidaram-me para falar na vindoura conferência em Toronto focada na masculinidade moderna - todas as despesas pagas. Vários académicos locais escreveram-me, sob condições estritas de anonimato, para me dizerem o quão difícil era falar abertamente e cientificamente em torno deste assunto nos seus departamentos.

O colega psiquiatra e escritor Marxista, o Dr Tad Tietze, disse-me que eu era visto por algumas secções da Esquerda como o "Tio Tom", termo usado para qualificar traidores raciais. Isto causou algum impacto porque a minha esposa e a minha família haviam feito piadas em torno do facto da minha crescente intolerância para com comida carregada de chilli ser um sinal de que eu me estava a tornar num coco: escuro por fora, branco por dentro.

Fui condenado por me fazer amigo de outros traidores da minha estirpe, Judeus com ódio a si mesmos, Negros domésticos e bananas - aquelas pessoas exteriormente Chinesas mas que estão desejosas por adoptar os maneirismos da classe média Branca como forma de suavizar a sua ascensão social.

O site da White Ribbon continuou a ser alvo de ataques com posts a exigir a minha demissão. Apesar o grupo ser sobre homens, as centenas de posts enraivecidos vinham exclusivamente de mulheres. No dia seguinte, a White Ribbon emitiu um comunicado afirmando que os apelos para a minha demissão eram tão persistentes que eu havia sido contactado para sair.

Num reviravolta final em perfeito acordo com a natureza totalitária de todo o episódio, para que eu fosse readmitido, eu teria que me submeter a um programa de recompromisso para garantir que os meus pontos de vista estavam de acordo com o movimento. Eu guardei a minha fita branca numa gaveta no porão, e timidamente voltei para o meu emprego, não mais como embaixador da causa, e voltei a escrever prescrições para drogas psico-activas.


Dr Tanveer Ahmed é um psiquiatra, comentador mediático, e autor
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sábado, 28 de março de 2015

A revolta de Rebecca contra o feminismo

Por Rebecca

Já sou uma seguidora das suas palavras há já muito tempo. Visto que você era das poucas pessoas a expor o movimento feminista, tomei a decisão de lhe pedir um conselho. Sou uma mulher jovem - com 20 anos, para ser mais exacta; li o seu material a revelar o feminismo como uma revoltante obra de engenharia social e fico contente por ter lido o que li antes do feminismo me ter arruinado a vida.

Antes de encontrar o seu site, eu era uma feminista que já estava a seguir o caminho auto-destrutivo que é encorajado pela actual sociedade mainstream; nomeadamente, o de ser uma "mulher forte e independente" que coloca a sua carreira antes de tudo o resto, e assim por diante. Basicamente, eu era feminista normal, enganada e idiota útil. Agora que já li os seus maravilhosos artigos, passei a conhecer a verdade e tenho estado a limpar a minha alma da indoutrinação feminista que a sociedade me deu.

Por vezes os meus esforços param subitamente devido à forma como as mulheres femininas são vistas e tratadas nesta sociedade revoltante; todas as pessoas odeiam mulheres femininas, e sempre que há uma oportunidade de falar mal delas, toda a gente fala. As idióticas mulheres feministas constantemente agem como se elas fossem melhores que as mulheres tradicionais mais femininas; elas agem como se elas fossem mais espertas e, de forma geral, melhores, minimizando sempre os meus propósitos - tais como os de querer ser uma esposa e uma mãe, e querer criar uma família feliz e saudável. Uma feminista enganada qualificou as mulheres que tomam a decisão de ficar em casa a cuidar dos seus filhos de drenos, isto é, como pessoas que drenam os recursos da sociedade.

Os assim chamados "homens" actuais são igualmente maus e também se encontram sob uma lavagem cerebral idiótica. Também eles agem como se as mulheres que dedicam as suas vidas a criar uma família, e a educar crianças, fossem idiotas, de mentes fracas, cabeças no ar, e assim por adiante. Os homens actuais falam coisas más sobre as mulheres femininas mas ficarão impressionados e apoiarão as mulheres não-femininas, masculinizadas, feministas alfas que levaram uma lavagem cerebral e escolheram dedicar a sua vida à escravatura salarial --- oopss, digo, a serem independentes e a tentar construir uma carreira.

Por exemplo, os homens olham para as mulheres femininas, tradicionais, que ficam em casa e que se dedicam a educar os seus filhos e a serem boas esposas para homens fortes, como mulheres inferiores, perdas de tempo, estúpidas, preguiçosas e parasitas. Mas eles olham para as mulheres enganadas que se alistam nas forças militares ou que trituram as suas vidas em algum emprego (especialmente num emprego masculino) como tudo de bom que existe no mundo, maravilhosas, e tudo o que as mulheres têm que ser.

Os homens actuais gostam quando as mulheres agem como os homens; os homens também perseguem as mulheres alfa, masculinizadas, dominantes e feministas para relacionamento e para casamento.

Os homens tradicionais masculinos são também gozados e menosprezados pela sua hedionda sociedade - tanto pelos "homens" como pelas mulheres. Sempre que as criaturas modernas andrógenas se cruzam com um verdadeiro homem masculino, elas sentem a necessidade de atacar a essência da sua existência - desde a forma como ele anda (como um homem e não como um idiota efeminizado), até às suas crenças tradicionais. Tudo em redor dos homens masculinos é gozado e atacado, e os homens masculinos sofrem o inferno nesta sociedade feia, mas as mulheres femininas sofrem mais.

E por fim, temos os média a exibir de modo constante a narrativa das mulheres anti-femininas: programas de televisão, filmes, livros, vídeos de música, programas infantis, livros aos quadradinhos com heroínas feministas masculinizadas que lançam para bem longe o seu papel feminino e caracterizam-no como algo inferior. Ver as mulheres femininas a serem atacadas, menosprezadas, rebaixadas e desrespeitadas todos os dias e de todas as formas possíveis por parte dos simplórios enganados por vezes é tão difícil.

Devido a estas coisas, viro-me para si para ajuda espiritual, aconselhamento e encorajamento. Por favor, ajude-me a entender que os idiotas da sociedade actual - tanto os homens como as mulheres - estão errados e que a mulher tradicional feminina é um ideal maravilhoso que deve ser apreciado, amado e respeitado.

Por favor, ajude-me a elevar-me para cima da tóxica narrativa anti-feminina que circunda a sociedade actual, e ajude-me a entender que ela está errada e que o papel da mulher tradicional feminina, que dedica a sua vida a criar um lar e uma família com um homem forte, é um papel valoroso digno da admiração que teve no passado distante.

Por favor, ajude-me porque é tão desencorajador ouvir os idiotas rir de forma contínua sobre o quão "estúpidas" as mulheres são porque elas não se conformam com a insípida vida feminista de CARREIRA DINHEIRO TRABALHO DINHEIRO COMPETIR QUE NEM UM ROBÔ.

As suas palavras serão muito apreciadas!!

- http://goo.gl/Ls4aat


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Na verdade, a Rebecca não precisa de aconselhamento porque ela já se apercebeu da natureza satânica do feminismo; tudo o que ela precisa agora é de encontrar exemplos reais de mulheres femininas, tementes a Deus e que andam nos caminhos do Senhor, e as probabilidades dela se tornar totalmente imune ao veneno da sociedade aumentam.

Há no entanto uma coisa que a Rebecca falha em entender (que não afecta de maneira nenhuma a sua análise do feminismo): os homens não perseguem as mulheres masculinizadas para casamento, mas só para sexo casual. Normalmente, quanto mais a mulher adopta o comportamento masculino, mais promiscua ela se torna - muito porque muitas mulheres que adoptam o comportamento masculino erradamente pensam que os homens valorizam o sucesso sexual das mulheres da mesma forma que as mulheres valorizam os homens que conseguem ter sexo com muitas mulheres.

O facto dos homens terem uma rejeição universal por mulheres promiscuas é tão óbvio que até os homens esquerdistas preferem casar com mulheres femininas e castas (e não com as masculinizadas feministas que eles supostamente tanto "apoiam").



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

10 formas através das quais a elite ataca a masculinidade

Por Paul Joseph Watson

Os homens enfrentam actualmente um ataque frontal aos seus direitos, à sua saúde e à sua cultura duma forma que nunca aconteceu no passado. A guerra à masculinidade nunca foi tão brutal - mas não é uma guerra que esteja a ser levada a cabo pelas mulheres. O ataque vem directamente do topo à medida que o establishment desesperadamente tenta emascular e enfraquecer os homens de modo a forçar as mulheres a depender mais do Estado, permitindo assim que mais poder seja centralizado e que o governo aumente mais a sua influência. Eis aqui 10 formas através das quais o Estado declarou guerra à masculinidade e aos homens:

1) Contagem de Esperma.

A contagem de esperma entre os homens diminui drasticamente durante os últimos 50 ano, especialmente durante os últimos 25 anos. Em alguns países Europeus a contagem de esperma caiu quase 1/3 desde 1989. Parte da queda pode ser explicada como consequência da exposição aos pesticidas, desreguladores endócrinos tais como o   Bisphenol A, bem como a muitos horrores artificiais que invadem cada vez mais as nossas água e a nossa comida. Muitas pessoas já fizeram a ligação entre a queda da contagem de esperma com os apelos públicos feitos por muitos elitistas para uma drástica redução da população mundial em 95%. Pesquisas já demonstraram que a  sub-população, e não sobre-população, será a maior crise demográfica do século 21 como resultado do facto dos seres humanos não estarem a atingir a taxa de substituição de 2.1.

2) Guerra Química a “Feminizar” os Rapazes

Segundo alguns cientistas, a exposição ao ftalatos, que se encontram em muitos plásticos, está a "feminizar" os rapazes ao bloquear a normal testosterona e a causar anormalidades genitais. Segundo um relatório da BBC News, “Rapazes que foram expostos a um elevado nível destes enquanto se encontravam no útero eram menos susceptíveis de brincar com carros, com comboios e com armas, ou de participar em jogos mais 'viris' tais como lutas de recreio". Segundo Elizabeth Salter-Green, directora do grupo activista CHEM Trust, os ftalatos eram o genuíno "alterador de sexo" visto que ele leva à uma redução de "comportamento masculino".

3) Degradação de Exemplos Masculinos Positivos

Enquanto que há 50 anos atrás, a publicidade, Holllywood e a televisão estavam repletas de exemplos masculinos positivos que poderiam servir de exemplo aos homens, hoje em dia a indústria do entretenimento frequentemente caracteriza os homens, na melhor das hipóteses, como seres sem noção, idiotas e trapalhões (Homer Simpson, Everybody Loves Raymond, Married With Children), ou, na pior das hipóteses, como predadores sexuais agressivos.

Uma vez que a publicidade está principalmente voltada para as mulheres, os homens dos spots publicitários são normalmente retratados como emasculados e idiotas estupefactos. Os homens que crescem a consumir este tipo de conteúdo, desenvolvem-se a pensar que isto é aceitável e normal, e a aspirar possuir estes traços de personalidade. Ao fazerem isso, eles são roubados da sua natural masculinidade, e têm dificuldade em atrair mulheres fisicamente bonitas, que obviamente têm uma repulsa natural por tal comportamento. A indústria do entretenimento está largamente sob o controle dos homens, confirmando mais uma vez o facto desta guerra à masculinidade ser uma guerra top-down, e que pouco ou nada dela se centra na guerra entre os homens e as mulheres.

4) Doença Metrossexual

A segunda vaga do feminismo foi uma criação do establishment e o seu núcleo pouco ou nada está relacionado com as genuínas preocupações das mulheres. O feminismo radical propositadamente confunde os papéis sexuais e faz com que os homens se sintam apreensivos em exercer a sua masculinidade, temendo serem vistos como "arrogantes" ou "agressivos" para as mulheres. Isto contribuiu para o aparecimento duma geração de homens "metrossexuais" promíscuos, pouco dispostos a ter um relacionamento sério com as mulheres, incapazes de satisfazer as necessidades básicas femininas de saúde, companhia, e desestabilizando assim a sociedade ao dificultarem a tarefa feminina de encontrar parceiros para toda a vida com quem ela queira ter filhos.

5) Marxismo Cultural

A segunda vaga do feminismo, controlada pelo establishment [masculino], avança também com a doutrina do marxismo cultural; esta doutrina alega que a opressão emerge das sociedades e das culturas patriarcais, e não do governo. Os governos apreciam o marxismo cultural porque lhes absolve de toda a culpa, no entanto, a verdadeira fonte de opressão sempre foi o Estado. Ao culpar os homens ou a cultura ocidental (que foi principalmente moldada pelos homens), o Estado esconde a sua própria responsabilidade.

6) O Mito de que "Os Homens Recebem Mais"

O establishment promulga o mito de que os homens recebem mais que as mulheres, e que isso é causado pela discriminação (o que alimenta as doutrinas feministas em torno da forma como o sistema patriarcal oprime as mulheres nos postos de trabalho). Na verdade, a "diferença salarial" de 19% entre os dois sexos nos Estados Unidos podem ser explicadas por um certo número de razões que de maneira nenhuma está relacionada com a discriminação, incluindo o facto dos homens trabalharem mais horas semanais e eles normalmente procurarem os trabalhos menos desejáveis (que pagam mais).

Consequentemente, os homens são 93% das mortes em local de trabalho apesar de serem apenas 54% da força laboral. 94% dos suicídios anuais em locais de trabalho têm como vítimas os homens. O establishment esconde estes números incrivelmente altos em torno das mortes em locais de trabalho porque eles contradizem por completo o mito de que o mercado de trabalho discrimina ss mulheres.

7) A Armadilha do “Privilégio”

Os estatistas, os colectivistas e os seus porta-vozes nos média e no establishment, alegam que o homem ocidental (em particular o homem branco) não pode expressar uma opinião válida em qualquer assunto relacionado a uma "minoria" (tal como o feminismo e a imigração) porque ele tem um "privilégio". Este ponto de argumentação em torno do "privilégio" é uma armadilha que os esquerdistas e as feministas usam como forma de tentar limitar a liberdade de expressão. Essencialmente, o que eles estão a defender é ridícula noção de que o ponto de vista dum homem não tem valor devido à cor da sua pele, o seu sexo, ou o seu país de origem. Esta posição é claramente racista mas a mesma é usada pelos esquerdistas como forma de silenciar os seus adversários ideológicos e as vozes masculinas.

8) O Sistema Legal Discrimina contra os Homens

Tanto nos divórcios como nos procedimentos de custódia das crianças, é amplamente reconhecido que os tribunais favorecem as mulheres e discriminam os homens. Os homens são frequentemente atacados com pensões alimentícias onerosas, mesmo que a mulher seja capaz de trabalhar e obter um bom salário (ed: mesmo que o filho não seja dele, ele pode ir para a prisão]. Nos EUA, os homens só recebem a custódia dos seus filhos em cerca de 10 per cento dos casos de divórcio. A ironia em torno deste sistema é que ele foi instituído por outros homens, ressalvando mais uma vez como a guerra aos homens está a ser feita não pelas mulheres, mas sim pelo establishment controlado por homens.

9) A Masculinidade é Uma Palavra Suja

A feminista dissidente Camille Paglia escreveu um artigo para o Wall Street Journal onde ela avisou, "O que estamos a observar actualmente é a forma como uma civilização comete suicídio”. Paglia referia-se à forma como o ataque às virtudes masculinas, levado a cabo pelo establishment, ameaça causar uma desestabilização na sociedade devido ao facto de cada vez menos homens serem capazes de desempenhar os papéis tradicionalmente "masculinos" no mercado de trabalho. Paglia dá como exemplos de ataques à masculinidade escolas que fazem cortes nos intervalos, os esforços feitos para se negar as distinções biológicas entre o homem e a mulher, e a caracterização esquerdista das opiniões controversas de "discurso de ódio". "A masculinidade está a tornar-se em algo que só é imitada através de filmes. Não resta mais nada. Hoje em dia, não há espaço para algo que seja realmente masculino," avisa Paglia, acrescentando que os homens mais jovens não têm "exemplos de masculinidade."

10) Violência Doméstica Contra os Homens

Embora as mulheres tenham â sua disposição inúmeras redes de segurança prontas para lhes dar assistência se por acaso elas forem vítimas de violência doméstica, os homens practicamente não têm nenhuma - apesar do facto da violência doméstica contra os homens ser um problema enorme e em crescimento. No Reino Unido, por exemplo, 44% da violência doméstica é contra os homens, e mais homens casados sofrem violência doméstica por parte das suas esposas do que as mulheres casadas. Ao mesmo tempo que a violência contra as mulheres é ressalvada constantemente pelos média, a violência contra os homens é um tópico inexistente.

Conclusão:

Uma sociedade totalitária só consegue sobreviver se a população masculina foi castrada, emasculada e desprivilegiados. Com esta barreira natural contra a tirania removida, a elite pode centralizar o poder e avançar com a sua tirania colectivista sem sofrer qualquer tipo de oposição. É por isso que os homens e a masculinidade estão a ser alvo de ataques a todos os níveis - e é também por isso que os homens e as mulheres se devem unir para lutar contra este inimigo comum. 

Fonte: http://bit.ly/1qNFhsJ

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Embora as mulheres não sejam o motor nem as financiadoras primárias da guerra à masculinidade, elas pactuam com ela (para a sua própria destruição) ao repetirem constantemente os slogans sem nexo que a elite feminista lhes alimenta (sem se aperceberem que a elite feminista nada mais é que um agente ao serviço dos homens do  Estado).



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao Marxismo Cultural

Por Mark Richardson

O estado Francês está a atacar a família tradicional, mas existe uma resistência contínua por parte de milhares de homens e mulheres Franceses. O ataque não tem sido particularmente subtil, tal como reportei aqui, citando um debate no Senado Francês onde o Ministro pela Família admitiu que ele estava a tentar levar a cabo uma "revolução silenciosa." Um senador declarou então que o fim em vista era "levar a que a família fosse removida da fantasia uma esposa, um marido e um filho", e lidar com o problema da "família hetero-patriarcal-branca idealizada". Outro senador deu a sua opinião desta forma:
A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "pai-mãe-filho" é um modelo danificado.
A foto de baixo foi retirada duma demonstração que decorreu em Paris no Domingo contra a política familiar do Governo Francês. Os organizadores estimam que cerca 500,000 pessoas participaram, embora a polícia dê um numero bem menor mas mesmo assim significante de 80,000 pessoas.


Esta é uma foto emblemática e fantástica: a bandeira da família tradicional está a ser levantada de forma bem visível, ao lado das cores da França. Ela representa a determinação de manter a cultura da vida familiar onde os papéis tanto do pai e da mãe são considerados vitais - e não dispensáveis.

A manifestação foi também contra a imposição da teoria de género nas escolas Francesas. O estandarte que se segue diz "Não à Teoria de Género".


O que é a Teoria de Género? Marguerite Peeters explica:
Segundo os engenheiros sociais que têm vindo a fabricar a Teoria de Género desde os anos 50, a identidade feminina e a identidade masculina, a estrutura ontológica da mulher como esposa, mãe e educadora, a complementaridade antropológica entre o homem e a mulher, a paternidade, a heterossexualidade  ("Heteronormatividade", dominante em todas as culturas), o casamento e a família tradicional não existiriam por si mesmos, não seriam bons neles mesmos, mas  seriam sim construções sociais: fenómenos sociológicos, funções sociológicas construídas através do tempo, estereótipos a serem desconstruídos através da educação e através da cultura visto que são discriminatórios e contrários à igualdade.
O Governo Francês já começou a implementar a política ("O ABCD da Igualdade") como forma de avançar com o processo de desconstruir o género. Isto deu origem a um protesto efectivo onde os pais retiraram os seus filhos das escolas um dia por mês. Em algumas escolas, cerca de 1/3 dos estudantes foi retirado.
Milhares de pais Franceses mantiveram os seus filhos em casa na Segunda-Feira depois de avisos de que as escolas estavam a dar inicio a aulas de "teoria de género" que iriam ensinar os alunos de que eles poderiam escolher a sua identidade sexual. O governo foi forçado a negar o que ele havia chamado de rumores "totalmente falsos" de que as crianças seriam ensinadas de que a sexualidade nada mais era do que "construção social", depois dum boicote nacional às aulas.
É difícil aceitar que as alegações são falsas quando o ABDC da Igualdade é explicado desta forma:
O programa disponibiliza conselhos detalhados online aos professores em torno da forma como eles podem colocar em causa a visão que as pequenas crianças têm do que é tipicamente visto como algo "para meninas" ou "para rapazes". Ao encenarem contos de fadas, por exemplo, os rapazes devem ser encorajados a desempenhar o papel do Capuchinho Vermelho e as raparigas o papel do lobo.

O programa também apela os professores que encorajem uma reflexão em torno dos assuntos de género em outras áreas tais como a educação física, as artes e a história. O governo sugere que eles podem examinar o quadro de Renoir com o nome "Madame Charpentier et ses enfants", e ressalvar que a pobre Mrs. Charpentier é forçada pelas convenções sociais a usar o espartilho sufocante, e que era comum os pequenos rapazes, tal como as pequenas raparigas, usar vestidos. Nas aulas de História, o ABCD da Igualdade sugere aos professores que ressalvem que Louis XIV usava saltos altos e fitas.
E temos ainda coisas como estas:
Em Junho passado gerou-se um clima de raiva quando o sindicato dos professores primários sugeriu que os alunos lessem um livro chamado "O papá usa um vestido", onde se conta a história dum pugilista que se torna num dançarino de ballet.
E uma reportagem por parte da IGAS (General Inspectorate of Social Affairs) recomenda
"..que se substitua os termos "rapazes" e "raparigas" pelos termos neutros "amigos" ou "crianças", que conte histórias onde as crianças têm dois pais ou duas mãe, etc." Segundo o relatório, o propósito é o de "prevenir a diferenciação sexual e a interiorização por parte das crianças da sua identidade sexual.".
Esta é uma agenda que tem que ser resistida e milhares de Franceses estão a fazer exactamente isso.

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Este tipo de notícia confirma mais uma vez o que já havia sido dito no passado: a estratégia primária da esquerda ocidental é o Marxismo Cultural.

A França encontra-se mergulhada numa profunda crise económica, e o governo Socialista actualmente no poder parece ter piorado as coisas. Levando isto em conta, seria mais sensato por parte Hollande e do Partido Socialista Francês desenvolver medidas que promovem o desenvolvimento económico; em vez disso o governo esquerdista Francês opta promover e financiar doutrinas e ideologias que visam colocar em causa a identidade sexual  das crianças.

Se alguém ainda tem dúvidas de que a promoção do homossexualismo e do feminismo é feita por motivos meramente políticos, as acções dos Socialistas Franceses são bem reveladoras. E essa "promoção" é feita com um propósito bem claro:

"Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados com está proposta dos comunistas. Quais são as bases da família actual, a família burguesa? O capital, o ganho individual. Em sua plenitude a família só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família entre os proletários e a prostituição publica. A família burguesa desvanece-se totalmente com o desvanecer de seus complementos, e uma e outra com o desvanecer do capital"
(Karl Marx escreveu na sua obra Manifesto Comunista em 1848)
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sábado, 25 de janeiro de 2014

Publicação Socialista: Podemos mudar o mundo através do aborto e do "casamento" homossexual

"O ladrão não vem senão para roubar, matar, e destruir"
João 10:10

Por Ben Johnson

Uma publicação do movimento internacional socialista declarou explicitamente a promoção do aborto e do "casamento" homossexual como frente de batalha de uma campanha mais abrangente para "substituir o capitalismo global" pelo marxismo.

A confissão foi feita Segunda-Feira, num artigo intitulado "Como Podemos Mudar o Mundo?", escrito por Todd Chretien no "Trabalhador Socialista", publicação da Internacional Socialista, organização que orgulhosamente se fundamenta na "tradição dos revolucionários socialistas Marx, Lenin e Trotsky."

O artigo versava supostamente sobre o 50º aniversário da marcha liderada por Martin Luther King em Washington, acabando no entanto por celebrar as agendas liberais do marxismo cultural para os jovens, mulheres e minorias - os mesmos grupos aos quais Barack Obama apelou durante as campanhas de 2008 e 2012.

O artigo cita a contribuição de inúmeros "jovens", incluindo Martin Luther King, Marx, Engels, Che Guevara, Nelson Mandela, Malcom X, membros do Partido Comunista, "Panteras Negras", um cidadão que constou lista dos "10 mais procurados pelo FBI" , etc.

A juventude de hoje, deseja Chretien, fará a revolução socialista levantando uma guerra contra a Família. "Analisando as estatísticas por idade, raça e género, constatamos os poderes a temer", escreveu. "Cerca de 68% das pessoas entre os 18 e os 34 anos, 60% das mulheres e 60% dos negros apoiam o "casamento" homossexual - comparativamente a 46% das pessoas acima dos 50 anos, 49% dos homens e 53% dos brancos. Estas diferenças geralmente colocam uma série de questões."

Os nascidos depois de 1981 representam a única geração cuja maioria é favorável ao "casamento" homossexual. Enquanto isso, apenas 38% do maior grupo demográfico norte-americano, os que nasceram entre 1943 e 1964, apoiam a redefinição de casamento. Contudo, o socialista avisa que "à medida que temos vitórias reais relacionadas com "igualdade" no casamento", junto com a política de amnistia de Obama para imigrantes ilegais, "estamos a perder terreno no acesso ao aborto".  O autor pede aos leitores para terem em atenção o "preço pago pelas mulheres que vivem nos 87% de municípios norte-americanos sem serviços de abortos."  "A comunista Elizabeth Flynn", acrescentou, "defendia que a «justiça» reprodutiva e o socialismo andavam de mãos dadas".

De facto, também pensava assim a fundadora da Planned Parenthood, Margaret Sanger. Quando morreu, em 1966, o NY Times descreveu-a com uma "trabalhadora activa do Partido Socialista" cujos "amigos incluíam radicais de todos os espectros".

Na verdade, as estatísticas indicam que a grande divisão relacionada com o aborto não é geracional mas religiosa. Uma sondagem do Washington Post do último mês concluiu que cerca de dois terços dos Católicos e Protestantes que frequentam igrejas semanalmente são pro-vida. Já cerca de 72% dos não-religiosos apoiam o aborto em todos ou pelo menos em alguns casos.

Ainda que Martin Luther King tenha condenado explicitamente a filosofia marxista,  Chretien citou-o no seu apelo por uma "distribuição fraterna da riqueza" e para que "toda a estrutura da sociedade fosse mudada". O artigo é o mais recente exemplo do apoio do  movimento internacional socialista ao aborto e ataque à Família, com base nos fundamentos do Comunismo. No Manifesto Comunista, Marx e Engels expuseram o seu plano para "a abolição da família", substituindo "o ensino doméstico pelo socialista" ( escolas públicas), e a monogamia por uma "comunidade legal e aberta de mulheres" (partilha de "esposas" comuns)

Os socialistas modernos continuam a defender o ódio à família ao detalhe. Recentemente, o Partido Revolucionário Comunista liderou uma caravana pelos "direitos" do aborto, concedendo prémios a proprietários que proclamem "Executantes de abortos são heróis".

Na conferência da Internacional Socialista de 2012, no último Verão, manifestantes revoltados entoaram "Aborto livre a pedido! Yes we can!

Em Junho, o Partido Comunista da Austrália apelou aos seus membros para que façam "greve" ao Cristianismo através do apoio ao "casamento" homossexual.

Em Maio, Mariela Castro, sobrinha de Fidel e responsável pela "educação" sexual cubana, encorajou Barack Obama a legalizar o "casamento" homossexual.

Apenas um desejo cego de destruição da Família e a sua substituição pelo Estado pode explicar que os marxistas cubanos, que aprisionam e executam homossexuais, promovam ao mesmo tempo a agenda LGBT. O objectivo do Comunismo não são os "direitos" homossexuais, mas o ataque à família.
_________

Nota: aborto, "casamento" gay e destruição da família são do interesse e promovidos por outras forças políticas globalistas para além do Marxismo.

Tradução: Jairo Filipe

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O ataque às preferências masculinas

Elihu revela a verdade sobre o "padrão injusto".

Imaginem que uma mulher diz o seguinte:

“Quero casar com um homem que ganhe mais dinheiro que eu.”

“Eu nunca teria uma relação com um homem mais baixo que eu”

“Eu só tenho encontros românticos com [advogados/profissionais/músicos/homens destacados].”

Alguém tem algum tipo de objecção moral a alguma destas frases? Eu não. Certamente que mulher alguma sentiria algum tipo de vergonha em admiti-las publicamente.

Agora imaginem que estamos num lugar com homens e mulheres, e um homem diz isto

“Quero que a minha esposa fique em casa a cuidar dos filhos enquanto eu trabalho.”

“Não sou o homem mais bonito do mundo, mas nunca teria qualquer tipo de envolvimento com uma mulher feia.”

“Sei que já dormi com muitas mulheres, mas quero-me casar com uma virgem.”

“Não me quero casar com uma mulher da minha idade. Ew.”

Só vos digo isto: as sobrancelhas subiriam até níveis *altíssimos*.

Durante o curso da minha vida fui várias vezes acusado de ter um padrão duplo. No passado, eu engordei um bocado mas só queria envolver-me com mulheres em forma. Sou um homem promíscuo mas nunca me casaria com uma mulher promiscua. Agora que tenho 27 anos, não me vejo a ter encontros românticos com mulheres da minha idade para o resto da minha vida.

Sempre que eu digo isto em público, o que acontece ocasionalmente quando eu estou com um estado de espírito irreverente, sofre um coro de denuncias. Sou proclamado culpado pelo hediondo crime de PADRÃO DUPLO.

Mas como o primeiro grupo de exemplos demonstra, as feministas e os homens feministas não têm qualquer tipo de problemas com o padrão duplo. Eu tenho uma amiga que só faz sexo com jogadores da NHL, apesar dela não ser uma jogadora da NHL. Como é que ela se atreve a colocar os amantes num patamar que ela mesma não consegue atingir! Claramente, isto não acontece por um motivo de princípios.

A resposta: “Padrão Duplo" é código para Padrão Masculino.

Existem algumas qualidades que os homens valorizam mais nas mulheres, do que as mulheres nos homens: beleza física, juventude, castidade, capacidade de criar filhos. Homens destacados irão naturalmente tentar ter envolvimento sério com uma mulher que satisfaça estes requisitos.

Mas o valor do homem é determinado através de outros factores, tais como o status, a dominância social, o poder, o dinheiro e as conquistas. Inevitavelmente, os homens de valor elevado irão perseguir mulheres mais castas e mais capazes de mudar fraldas do que eles.

Quando as feministas gritam "Padrão duplo!", tudo o que elas querem é condicionar os homens destacados a colocar as mulheres feias, velhas, masculinizadas e promiscuas ao mesmo nível das mulheres bonitas, jovens, femininas e castas. E eu sinceramente não sei o porquê delas tentarem fazer isso. Será que alguém me pode ajudar nesta questão "difícil" ?


* * * * * * *

Embora discordando com o facto de Elihu se identificar como um homem promíscuo mas mesmo assim só pensar em casar com mulheres castas (isto é uma decisão moral distinta da natural preferência masculina por mulheres castas quando se fala em casamento), o que ele diz está essencialmente correcto: as feministas não só querem querem reduzir a beleza objectiva das mulheres bonitas, como querem condicionar TODOS os homens a olhar para TODAS as mulheres como "bonitas".

Isto, para além de ser um condicionamento injusto e limitador, é uma tentativa frustrada de controlar as preferências masculinas; só que esta tentativa é frustrada porque as mesmas não estão sujeitas a pressões sociais, mas estão firmemente embutidas na psicologia masculina.

(Até os homens esquerdistas preferem mulheres com um padrão de beleza e um estilo de vida longe do ideal propagado pelas feministas.)




terça-feira, 29 de outubro de 2013

O feminismo como um ataque à beleza feminina


Um dos objectivos não-declarados do feminismo é gerar nos homens sentimentos de culpa por estes considerarem algumas mulheres mais bonitas que as outras. As feministas, que se encontram na secção mais feia do espectro da beleza feminina, querem redefinir o conceito de beleza de modo a que elas sejam consideradas tão meritórias como as mulheres que são genuinamente bonitas.

Uma das formas de remover o valor estético das mulheres bonitas é enganando-as e fazendo-lhes acreditar que aquilo que os homens qualificam de objectivamente bonito nas mulheres nada mais é uma "construção social" subjectiva. Logo:
  • Ser elegantemente magra não é algo de belo; ser gorda é que é.
  • O cabelo longo não torna a mulher mais bonita; o cabelo curto à tropa ou cabelo curto masculinizado é que faz isso.
  • A pele impecável e cremosa não é digno das mulheres: ter tatuagens de caveiras e frases de teor obsceno é que dignificam o corpo feminino.
  • Saltos altos são feios; a mulher fica mais "atraente" andando de sandálias e sapatos próprios para os homens.
E assim por diante.

Ao mesmo tempo que as mulheres (desproporcionalmente lésbicas) da elite feminista se dedicam a fazer uma lavagem cerebral à população idiotizada, elas vão sendo bem sucedidas em enganar as mulheres bonitas de modo a que estas se tornem vítimas das tendências narcisistas que se encontram no seu ADN privilegiado. Quando estas mulheres bonitas dão início ao seu processo de auto-destruição estético (através da obesidade, dos cortes de cabelo pouco femininos e das tatuagens satânicas), elas não encontram qualquer tipo de resistência por parte da cultura.

Como consequência disso, passamos a ter mais "igualdade" na beleza feminina onde o próprio conceito de beleza foi violado e destruído. As mulheres menos belas são consequentemente (e artificialmente) colocadas ao mesmo nível das mulheres mais belas, e qualquer tentativa de se fazer aquilo que as mulheres fazem com os homens - isto é, separar os homens bonitos dos feios - é recebido com acusações de "machismo", "patriarcalismo" e até "apologia ao estupro".

"Beleza" feminista
A mesma ideia também se aplica ao sexo. Os homens foram criados com a tendência natural de não querer casar com mulheres promiscuas uma vez que elas são mais susceptíveis de levar a cabo uma traição (e, consequentemente, de aumentar as probabilidades dele investir os seus recursos em filhos que podem muito bem não ser seus). Por mais "divertido" que seja ter relações sexuais efémeras e inconsequentes com mulheres promiscuas, os homens irão sempre preferir casar com mulheres mais virginais e mais castas.

Mas quando se cria uma cultura onde a promiscuidade feminina é encorajada, celebrada e financiada (aborto), ao mesmo tempo que é dito às mulheres que elas podem dormir com quantos homens quiserem sem que isso modifique a opinião que os homens têm delas, é dado outro passo enorme rumo ao descalabro social. (E esse é o objectivo)

Como consequência destas medidas - desvalorização da beleza feminina e remoção de todo os estigmas sociais e religiosos associados à promiscuidade feminina - os homens actuais não só se vêm rodeados de mulheres que propositadamente anulam a sua beleza feminina, mas também se vêem rodeados de mulheres que erradamente acham que "o poder feminino" é aumentado à medida que ela vai disponibilizando o seu corpo a uma série de homens que olham para ela como nada mais que um pedaço de carne ambulante.

As feministas estão a ser bem sucedidas no seu propósito de diminuir a qualidade estética e o valor marital das mulheres ocidentais.

Vejam este vídeo gravado no momento exacto em que uma jovem cheia de tatuagens é confrontada pelos dois homens com quem ela mantinha relações sexuais.


Notaram em algo estranho? Ela nem se importa que tenha sido qualificada de "slut" (vadia, promiscua, etc) pelos homens que a apanharam na traição. Aparentemente ela não sente qualquer tipo de vergonha ou de culpa, e se nós olharmos atentamente para os seus gestos, parece que ela está fazer algo com o seu iPhone (provavelmente a mandar uma mensagem para um outro parceiro sexual). 

Ela sai da casa, sem qualquer tipo de remorso por ter tido relações sexuais fora do casamento com (pelo menos) dois homens diferentes, e continuará a sua senda de sexo casual com o próximo pobre coitado que a aceitar como "namorada". Claro que ele, também promíscuo (o que é tão errado como a promiscuidade feminina), não terá muito por onde escolher entre as mulheres actuais; como consequência disto, ele será levado a aceitar o passado sexual promíscuo da sua namorada visto que a maior parte das mulheres estão-se a tornar em promiscuas tatuadas.

O movimento que visa acabar com o "slut-shamming" (literalmente, "envergonhar as mulheres promiscuas") tem sido bem sucedido porque em vez dos homens escolherem as mulheres com base na beleza e na virtude (algo que é direito dos homens), eles vêem-se reduzidos a escolher companheiras entre as tatuadas promiscuas.

Para se ter noção do quão socialmente destrutivo o feminismo é, pensemos no que aconteceria se entre os homens surgisse um movimento social que visasse promover homens fisicamente fracos, homens sem gosto pela práctica de desporto, homens sem vontade de trabalhar, ou homens sem qualquer tipo de capacidade de estabelecer a sua liderança masculina sobre uma mulher. Quais seriam as consequências sociais de tal iniciativa? Melhor ainda, será que esse movimento receberia algum tipo de crédito junto dos próprios homens?

Quantas mulheres aceitariam que os homens lhes impusessem o que elas têm ou não têm que apreciar nos homens? Mas é precisamente isso que o movimento feminista está a tentar a fazer junto dos homens ocidentais ao impor um padrão de beleza que não só é mau para as mulheres (ao promover um estilo de vida fisicamente e espiritualmente inferior), como é uma clara tentativa de impedir que os homens exerçam o direito que eles têm de fazer juízos estéticos que estejam de acordo com a sua forma de ser.

Conclusão:

Motivada pela semântica feminista, a mulher colocou de lado a busca pela excelência física e moral, optando pela via mais fácil da destruição da sua figura feminina em nome duma luta contra a mitológica e inexistente "opressão do patriarcado". O que isto implica é que em vez de batalhar pelo aumento do seu valor marital e da sua beleza física, a mulher ocidental resolveu obedecer às suas líderes feministas (lésbicas, na sua maioria), reduzindo de forma colossal a sua própria figura feminina e a sua capacidade futura de manter um casamento estável. Todos perdem com isso - a mulher principalmente. 

Bem, talvez nem todos percam com isso.





sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Porque é que as feministas atacam a família?




A contemporânea guerra cultural e politica contra a família tem várias causas, sendo o feminismo a mais significante. As feministas da "Primeira Vaga" do início do século 20 não eram de todo contra a família. De facto, uma das suas exigências era a de que a lareira e a casa deveriam ser o domínio da mulher (Referencia). Foi só com a segunda vaga de feminismo - nos finais dos anos 60 - que o ataque feminista à família teve início.

Neil Lyndon, no seu livro de 1992 com o título  'No More Sex War', provavelmente foi o primeiro a rastrear as origens da segunda vaga do feminismo até à ideologia Marxista. Vale a pena lembrar o argumento de Lyndon.

Durante os anos 60 ocorreu uma vaga de assassinatos de elevada notoriedade: os Kennedys, Martin Luther King, Malcolm X, e assim por diante. Estes eventos, como ressalva Lyndon, cheiravam a corrupção e conspiração, mas o establishment político encolheu os ombros e não fez nada.

Aqueles que estavam preocupados aperceberam-se então que a Direita política não estava interessada; eles foram, para todos os efeitos, levados para a Esquerda em busca de soluções, e no contexto da Guerra Fria, a Esquerda politica significava o bloco Sino-Soviético. Como diz Lyndon, “Não tinhamos para onde ir senão para Leste”.

A Guerra Fria estava na sua força máxima e os jovens da classe média do mundo ocidental tornaram-se politicamente envolvidos em assuntos tais como a guerra do Vietname e os movimentos civis dos negros americanos. Existia um fosso geracional radical entre esta juventude e os seus progenitores, chegando até a um ponto de incompreensão mútua. Os jovens não encontraram nada na cultura política dos seus pais que lhes desse as respostas que eles buscavam. De facto, a cultura política dos seus pais era frequentemente identificada como a causa dos problemas.

As músicas populares da altura reflectiam estes sentimentos. A canção de David Bowie com o nome ‘Changes’  incluia frases como:

"Que desorganização! Vocês deixaram-nos mergulhados nela até ao pescoço" [“What a mess. You’ve left us up to our necks in it”]

 Havia um slogan popular nos lábios da juventude radical: não confiar em alguém com mais de 30 anos.

A geração jovem dos anos 60, que Lyndon identifica como a "Nova Esquerda", buscou inspiração na China e na União Soviética, adoptando o  Marxismo-Leninismo-Maoismo. O Marxismo tornar-se-ia na visão política de muitos dos jovens, incluindo as feministas, e Lyndon tenta identificar a forma como isto aconteceu.

De forma resumida, Karl Mark descreveu a sociedade em termos de luta entre classes económicas diferentes: os poderosos e "burgueses" donos das empresas, e as alienadas classes operárias do "proletariado". Marx declarou que "toda a história é a história da luta política". Devido a isto, ele viu a sociedade humana como uma caracterizada essencialmente pelo constante conflito entre grupos com interessses irreconciliáveis.

 A análise social de Marx foi enquadrada em termos de classes económicas, mas isto, alega Lyndon, foi adaptado pelo movimento dos Panteras Negras de modo a que ficasse enquadrado em termos raciais.

Em vez de termos uma sociedade onde ocorria uma luta de classes, os Panteras Negras olharam para o problema como uma luta entre raças. Isto, alega Lyndon, foi o ponto de partida da natureza fascista do pensamento da Nova Esquerda.

Por sua vez, este pensamento foi adoptado pelo movimento feminista da altura. A sociedade foi representada por elas em termos quasi-Marxistas como sendo uma luta histórica de sexo contra sexo, onde ao homem era conferido o papel do poderoso burguês e à mulher o papel do "proletariado" oprimido.

Portanto, Lyndon alega que as feministas dos finais dos anos 60 e inícios dos anos 70 foram fortemente influenciadas pelos direitos civis negros. Muitas historiadoras feministas concordariam. É interessante notar que John Lennon e Yoko Ono escreveram uma canção com o título ‘Woman is the nigger of the world’.

O slogan "O Pessoal é Político" é frequentemente associado ao feminismo, mas Lyndon alega que ele teve início junto dos Panteras Negras. Curiosamente, Jung Chang em Wild Swans atribui a expressão ao próprio Mao Tse Tung, de quem os Panteras Negras obtiveram a expressão, sendo mais tarde adoptada pelas feministas.

Esta mutação final da teoria Marxista para dentro da arena da política sexual foi a última grande modificação de paradigma na forma de pensar da Nova Esquerda. Consequentemente, esta é a herança ideológical que perdura até aos nossos dias.

Esta adopção por parte da teoria Marxista foi sem dúvida o motivo mais significativo por trás do ataque feminista à família.  É preciso levar em conta que por esta altura a pílula contraceptiva e o aborto seguro [sic] e legal encontravam-se disponíveis. Isto significava que pela primeira vez, as mulheres poderiam controlar a sua própria fertilidade. Antes disso, ter relações sexuais significava correr o risco de engravidar; desmantelar a família não era uma opção nessas circunstâncias. De certa forma, foi a pílula que tornou um ataque à família algo possível de se levar a cabo.

Marx, a família e a experiência soviética

De forma a entender o ataque feminista à família, é necessário entender o pensamento Marxista em torno do assunto. Marx, que viveu durante a revolução industrial, ficou impressionado com os feitos da produção mecânica. Ele olhava para as pessoas apenas como mais um componente dentro dum sistema de economia politica, e acreditava que, à nascença, o ser humano era um 'folha em branco' - o nosso pensamento era determinado pelo nosso ambiente e não por nada inerente. Ele via a família como um resquício de uma vida pastoral antiga, que não se enquadrava na idade das máquinas. Porque não industrializar também a produção de crianças?

Na década com início em 1840 Engels, colaborador de Marx, escreveu  'A origem da família, propriedade privada e do Estado' [The origins of the family, private property and the State]. Nele, Engels alega que o operário das fábricas serve os interesses do capital, e a sua esposa serve os interesses do operário. Tal como ele é um escravo da máquina da fábrica, ela é escrava dele. Ela é mal paga enquanto garante que o operário é capaz de trabalhar.  Ela tem também que gerar novos trabalhadores. Desta forma, ela serve os interesses do capitalismo.

Portanto, Engels caracteriza a família de uma forma desumana e altamente politicizada. Este livro tornou-se muito influente junto das feministas dos anos 60, e é, desde então, uma das razões principais por trás do ataque feminista à família.

A ideia da filhos industrializados foi levada até à sua conclusão lógica - e satirizada - no livro clássico de Aldous Huxley com o nome de "Brave New World".

Dominic Lawson, no seu ensaio "You can blame it all on Karl Marx" descreve como estas ideias foram tentadas - e abandonadas - pela União Soviética:

Nos primeiros anos da União Soviética houve uma genuína tentativa, melhor descrita por Ferdinand Mount no livro "The Subversive Family", de aplicar o pensamento Marxista à família. Lunacharski, o Comissário da Educação, declarou que "O nosso problema actual é acabar com a família é libertar a mulher do cuidado de crianças . . . . os termos "os meus pais", "os nossos filhos" gradualmente cairão em desuso."

Isto, alegou claimed Lunacharski, permitirá a transição para "a tal sociedade pública abrangente que substituirá a lareira doméstica, sim, essa unidade familiar que se distancia da sociedade. Um Comunista genuíno evitará tal emparelhamento matrimonial permanente e buscará satisfazer as suas necessidades através duma liberdade baseada em relacionamentos mútuos ... de modo a que seja impossível determinar quem é aparentado com quem. Isto é uma construção social."

As consequências desta política foram exactamente as mesmas que a "construção social" que observamos hoje em dia em algumas partes das nossas cidades: caos social, filhos abandonados, e um aumento rápido de doenças venéreas.

O Partido Comunista da União Soviética rapidamente começou a abandonar a visão familiar Marxista. Novas leis foram introduzidas que compeliam os cônjuges divorciados - e não o Estado - a contribuir para a sustento dos seus filhos. O divórcio foi dificultado e tornado mais dispendioso.

As feministas do início dos anos 70 estavam obviamente ignorantes das experiências soviéticas em torno da engenharia familiar - ou então escolheram ignorá-las. Erin Pizzey descreve a experiência de se juntar ao movimento feminista em 1971:

O meu primeiro encontro deixou-me cheia de dúvidas. O mesmo foi mantido num casa muito classe-média em Chiswick e eu olhei para os cartazes de Mao  nas paredes da sala de estar. Quando me perguntaram o porquê de eu estar ali, eu disse que o meu marido era um repórter televisivo e devido a isso raramente estava em casa; como tal eu sentia-me sozinha e isolada com os meus dois filhos.
O seu problema não é o seu isolamento mas o seu marido. Ele oprime-a e é um capitalista.
Eu ressalvei o facto dela também ter uma mensalidade da casa para pagar, e que longe de ser um "opressor", o meu marido tinha ficado em casa a tomar conta das crianças enquanto eu ia à reunião. O marido dela encontrava-se numa reunião sindical a organizar a fábrica "Brentford Biscuit", com a ajuda das suas qualificações em Ciência Política, como forma de preparar a revolução vindoura. 

O que a mulher não sabia é que eu era filha dum diplomata. Nasci na China e viajei o mundo inteiro com o meu pai. Também trabalhei para o Ministério das Relações Exteriores e estava bem ciente das atrocidades da Rússia e da China.

Depois, durante o chá, foi-nos assegurado que as mulheres eram um grupo minoritário. Eu ressalvei que as mulheres são 52% da população mundial. Foi-me dado o pequeno livro vermelho de Mao e uma cópia da revista SHREW magazine. Levei-a para casa e fiquei horrorizada com o ódio que a mesma vomitava contra os homens.

Pizzey foi eventualmente expulsa porque se recusou a condenar os homens e a família.

Através da leitura da literatura do Movimento das Mulheres, apercebi-me que aquelas milhares de mulheres a trabalhar em áreas educativas, bem como as jornalistas e as produtoras televisivas, encontravam-se determinadas em destruir a vida familiar inglesa. "Façam do pessoal algo político" era um dos seus estandartes. Como consequência disso, milhares de mulheres violentas e perturbadas atacaram as mulheres que se encontravam felizes no seu estilo de vida. Encontros secretos foram realizados (quase tudo era feito em segredo) e eu recebi uma carta . . . "você não deveria trabalhar no escritório ou frequentar algum dos colectivos."



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