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sábado, 28 de março de 2015

A revolta de Rebecca contra o feminismo

Por Rebecca

Já sou uma seguidora das suas palavras há já muito tempo. Visto que você era das poucas pessoas a expor o movimento feminista, tomei a decisão de lhe pedir um conselho. Sou uma mulher jovem - com 20 anos, para ser mais exacta; li o seu material a revelar o feminismo como uma revoltante obra de engenharia social e fico contente por ter lido o que li antes do feminismo me ter arruinado a vida.

Antes de encontrar o seu site, eu era uma feminista que já estava a seguir o caminho auto-destrutivo que é encorajado pela actual sociedade mainstream; nomeadamente, o de ser uma "mulher forte e independente" que coloca a sua carreira antes de tudo o resto, e assim por diante. Basicamente, eu era feminista normal, enganada e idiota útil. Agora que já li os seus maravilhosos artigos, passei a conhecer a verdade e tenho estado a limpar a minha alma da indoutrinação feminista que a sociedade me deu.

Por vezes os meus esforços param subitamente devido à forma como as mulheres femininas são vistas e tratadas nesta sociedade revoltante; todas as pessoas odeiam mulheres femininas, e sempre que há uma oportunidade de falar mal delas, toda a gente fala. As idióticas mulheres feministas constantemente agem como se elas fossem melhores que as mulheres tradicionais mais femininas; elas agem como se elas fossem mais espertas e, de forma geral, melhores, minimizando sempre os meus propósitos - tais como os de querer ser uma esposa e uma mãe, e querer criar uma família feliz e saudável. Uma feminista enganada qualificou as mulheres que tomam a decisão de ficar em casa a cuidar dos seus filhos de drenos, isto é, como pessoas que drenam os recursos da sociedade.

Os assim chamados "homens" actuais são igualmente maus e também se encontram sob uma lavagem cerebral idiótica. Também eles agem como se as mulheres que dedicam as suas vidas a criar uma família, e a educar crianças, fossem idiotas, de mentes fracas, cabeças no ar, e assim por adiante. Os homens actuais falam coisas más sobre as mulheres femininas mas ficarão impressionados e apoiarão as mulheres não-femininas, masculinizadas, feministas alfas que levaram uma lavagem cerebral e escolheram dedicar a sua vida à escravatura salarial --- oopss, digo, a serem independentes e a tentar construir uma carreira.

Por exemplo, os homens olham para as mulheres femininas, tradicionais, que ficam em casa e que se dedicam a educar os seus filhos e a serem boas esposas para homens fortes, como mulheres inferiores, perdas de tempo, estúpidas, preguiçosas e parasitas. Mas eles olham para as mulheres enganadas que se alistam nas forças militares ou que trituram as suas vidas em algum emprego (especialmente num emprego masculino) como tudo de bom que existe no mundo, maravilhosas, e tudo o que as mulheres têm que ser.

Os homens actuais gostam quando as mulheres agem como os homens; os homens também perseguem as mulheres alfa, masculinizadas, dominantes e feministas para relacionamento e para casamento.

Os homens tradicionais masculinos são também gozados e menosprezados pela sua hedionda sociedade - tanto pelos "homens" como pelas mulheres. Sempre que as criaturas modernas andrógenas se cruzam com um verdadeiro homem masculino, elas sentem a necessidade de atacar a essência da sua existência - desde a forma como ele anda (como um homem e não como um idiota efeminizado), até às suas crenças tradicionais. Tudo em redor dos homens masculinos é gozado e atacado, e os homens masculinos sofrem o inferno nesta sociedade feia, mas as mulheres femininas sofrem mais.

E por fim, temos os média a exibir de modo constante a narrativa das mulheres anti-femininas: programas de televisão, filmes, livros, vídeos de música, programas infantis, livros aos quadradinhos com heroínas feministas masculinizadas que lançam para bem longe o seu papel feminino e caracterizam-no como algo inferior. Ver as mulheres femininas a serem atacadas, menosprezadas, rebaixadas e desrespeitadas todos os dias e de todas as formas possíveis por parte dos simplórios enganados por vezes é tão difícil.

Devido a estas coisas, viro-me para si para ajuda espiritual, aconselhamento e encorajamento. Por favor, ajude-me a entender que os idiotas da sociedade actual - tanto os homens como as mulheres - estão errados e que a mulher tradicional feminina é um ideal maravilhoso que deve ser apreciado, amado e respeitado.

Por favor, ajude-me a elevar-me para cima da tóxica narrativa anti-feminina que circunda a sociedade actual, e ajude-me a entender que ela está errada e que o papel da mulher tradicional feminina, que dedica a sua vida a criar um lar e uma família com um homem forte, é um papel valoroso digno da admiração que teve no passado distante.

Por favor, ajude-me porque é tão desencorajador ouvir os idiotas rir de forma contínua sobre o quão "estúpidas" as mulheres são porque elas não se conformam com a insípida vida feminista de CARREIRA DINHEIRO TRABALHO DINHEIRO COMPETIR QUE NEM UM ROBÔ.

As suas palavras serão muito apreciadas!!

- http://goo.gl/Ls4aat


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Na verdade, a Rebecca não precisa de aconselhamento porque ela já se apercebeu da natureza satânica do feminismo; tudo o que ela precisa agora é de encontrar exemplos reais de mulheres femininas, tementes a Deus e que andam nos caminhos do Senhor, e as probabilidades dela se tornar totalmente imune ao veneno da sociedade aumentam.

Há no entanto uma coisa que a Rebecca falha em entender (que não afecta de maneira nenhuma a sua análise do feminismo): os homens não perseguem as mulheres masculinizadas para casamento, mas só para sexo casual. Normalmente, quanto mais a mulher adopta o comportamento masculino, mais promiscua ela se torna - muito porque muitas mulheres que adoptam o comportamento masculino erradamente pensam que os homens valorizam o sucesso sexual das mulheres da mesma forma que as mulheres valorizam os homens que conseguem ter sexo com muitas mulheres.

O facto dos homens terem uma rejeição universal por mulheres promiscuas é tão óbvio que até os homens esquerdistas preferem casar com mulheres femininas e castas (e não com as masculinizadas feministas que eles supostamente tanto "apoiam").



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao Marxismo Cultural

Por Mark Richardson

O estado Francês está a atacar a família tradicional, mas existe uma resistência contínua por parte de milhares de homens e mulheres Franceses. O ataque não tem sido particularmente subtil, tal como reportei aqui, citando um debate no Senado Francês onde o Ministro pela Família admitiu que ele estava a tentar levar a cabo uma "revolução silenciosa." Um senador declarou então que o fim em vista era "levar a que a família fosse removida da fantasia uma esposa, um marido e um filho", e lidar com o problema da "família hetero-patriarcal-branca idealizada". Outro senador deu a sua opinião desta forma:
A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "pai-mãe-filho" é um modelo danificado.
A foto de baixo foi retirada duma demonstração que decorreu em Paris no Domingo contra a política familiar do Governo Francês. Os organizadores estimam que cerca 500,000 pessoas participaram, embora a polícia dê um numero bem menor mas mesmo assim significante de 80,000 pessoas.


Esta é uma foto emblemática e fantástica: a bandeira da família tradicional está a ser levantada de forma bem visível, ao lado das cores da França. Ela representa a determinação de manter a cultura da vida familiar onde os papéis tanto do pai e da mãe são considerados vitais - e não dispensáveis.

A manifestação foi também contra a imposição da teoria de género nas escolas Francesas. O estandarte que se segue diz "Não à Teoria de Género".


O que é a Teoria de Género? Marguerite Peeters explica:
Segundo os engenheiros sociais que têm vindo a fabricar a Teoria de Género desde os anos 50, a identidade feminina e a identidade masculina, a estrutura ontológica da mulher como esposa, mãe e educadora, a complementaridade antropológica entre o homem e a mulher, a paternidade, a heterossexualidade  ("Heteronormatividade", dominante em todas as culturas), o casamento e a família tradicional não existiriam por si mesmos, não seriam bons neles mesmos, mas  seriam sim construções sociais: fenómenos sociológicos, funções sociológicas construídas através do tempo, estereótipos a serem desconstruídos através da educação e através da cultura visto que são discriminatórios e contrários à igualdade.
O Governo Francês já começou a implementar a política ("O ABCD da Igualdade") como forma de avançar com o processo de desconstruir o género. Isto deu origem a um protesto efectivo onde os pais retiraram os seus filhos das escolas um dia por mês. Em algumas escolas, cerca de 1/3 dos estudantes foi retirado.
Milhares de pais Franceses mantiveram os seus filhos em casa na Segunda-Feira depois de avisos de que as escolas estavam a dar inicio a aulas de "teoria de género" que iriam ensinar os alunos de que eles poderiam escolher a sua identidade sexual. O governo foi forçado a negar o que ele havia chamado de rumores "totalmente falsos" de que as crianças seriam ensinadas de que a sexualidade nada mais era do que "construção social", depois dum boicote nacional às aulas.
É difícil aceitar que as alegações são falsas quando o ABDC da Igualdade é explicado desta forma:
O programa disponibiliza conselhos detalhados online aos professores em torno da forma como eles podem colocar em causa a visão que as pequenas crianças têm do que é tipicamente visto como algo "para meninas" ou "para rapazes". Ao encenarem contos de fadas, por exemplo, os rapazes devem ser encorajados a desempenhar o papel do Capuchinho Vermelho e as raparigas o papel do lobo.

O programa também apela os professores que encorajem uma reflexão em torno dos assuntos de género em outras áreas tais como a educação física, as artes e a história. O governo sugere que eles podem examinar o quadro de Renoir com o nome "Madame Charpentier et ses enfants", e ressalvar que a pobre Mrs. Charpentier é forçada pelas convenções sociais a usar o espartilho sufocante, e que era comum os pequenos rapazes, tal como as pequenas raparigas, usar vestidos. Nas aulas de História, o ABCD da Igualdade sugere aos professores que ressalvem que Louis XIV usava saltos altos e fitas.
E temos ainda coisas como estas:
Em Junho passado gerou-se um clima de raiva quando o sindicato dos professores primários sugeriu que os alunos lessem um livro chamado "O papá usa um vestido", onde se conta a história dum pugilista que se torna num dançarino de ballet.
E uma reportagem por parte da IGAS (General Inspectorate of Social Affairs) recomenda
"..que se substitua os termos "rapazes" e "raparigas" pelos termos neutros "amigos" ou "crianças", que conte histórias onde as crianças têm dois pais ou duas mãe, etc." Segundo o relatório, o propósito é o de "prevenir a diferenciação sexual e a interiorização por parte das crianças da sua identidade sexual.".
Esta é uma agenda que tem que ser resistida e milhares de Franceses estão a fazer exactamente isso.

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Este tipo de notícia confirma mais uma vez o que já havia sido dito no passado: a estratégia primária da esquerda ocidental é o Marxismo Cultural.

A França encontra-se mergulhada numa profunda crise económica, e o governo Socialista actualmente no poder parece ter piorado as coisas. Levando isto em conta, seria mais sensato por parte Hollande e do Partido Socialista Francês desenvolver medidas que promovem o desenvolvimento económico; em vez disso o governo esquerdista Francês opta promover e financiar doutrinas e ideologias que visam colocar em causa a identidade sexual  das crianças.

Se alguém ainda tem dúvidas de que a promoção do homossexualismo e do feminismo é feita por motivos meramente políticos, as acções dos Socialistas Franceses são bem reveladoras. E essa "promoção" é feita com um propósito bem claro:

"Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados com está proposta dos comunistas. Quais são as bases da família actual, a família burguesa? O capital, o ganho individual. Em sua plenitude a família só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família entre os proletários e a prostituição publica. A família burguesa desvanece-se totalmente com o desvanecer de seus complementos, e uma e outra com o desvanecer do capital"
(Karl Marx escreveu na sua obra Manifesto Comunista em 1848)
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quanto mais tempo um homem dedica às tarefas domésticas, menos relações sexuais tem

Um estudo publicado na edição de Fevereiro da Revista de Sociologia norte-americana afirma que quanto mais tempo um homem dedicar às tarefas domésticas, como cozinhar ou ir às compras, menos relações sexuais mantém.

E o inverso é verdade, caso dê mais atenção ao automóvel ou à jardinagem, garante o estudo "Igualidade, trabalho doméstico e frequência das relações sexuais no casamento".

As conclusões do trabalho "sugerem a importância dos papéis tradicionalmente atribuídos a cada um dos sexos na frequência das relações sexuais num casamento heterossexual".

De acordo com Sabino Kornrich, investigador do instituto Juan March de Madrid que dirigiu o estudo, "os casais nos quais há uma maior participação do homem nas tarefas tradicionalmente atribuídas às mulheres afirmam ter um menor número de relações sexuais".

"Da mesma maneira, os casais em que o homem se ocupa de tarefas tradicionalmente consideradas masculinas - jardinagem, pagar faturas ou ocupar-se do automóvel - afirmam manter relações sexuais com maior frequência do que no caso anterior.

"Existe uma espécie de encenação sexual bem definida pelo género, na qual comportar-se de acordo com o género a que se pertence é importante para a criação do desejo sexual e a realização do acto", acrescentou Kornrich, coautor do estudo com os sociólogos da Universidade de Washington Julie Brines e Katrina Leupp.

Mas as conclusões do estudo, baseado num questionário feito a 7.002 pessoas, não devem incitar os homens a deixar o aspirador, referiu.

"Recusar participar nas tarefas domésticas provoca conflitos entre o casal e a insatisfação das mulheres", o que também está ligado à actividade sexual, advertiu o investigador.






quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Romeu e Julieta segundo o feminismo

Fonte

 
Phyllida Lloyd, directora de cinema inglesa e responsável por filmes tais como Mamma Mia! e The Iron Lady, voltou a ser notícia depois de se queixar que as peças de Shakespeare têm mais papéis masculinos do que femininos.

A sua solução passa por aceitar este facto como algo imutável (uma vez que o autor da peça já morreu), e seguir tranquilamente com a sua vida sugerir que a União Europeia  aprove leis que forcem as companhias de teatro a empregar exactamente o mesmo número de homens e mulheres, o que exige um casting para os papéis "cego ao género" (isto é, o sexo dos actores não seria levado em conta para o casting, o que pode causar que a personagem de Romeu seja desempenhada por uma mulher, e a de Julieta por um homem):

Provavelmente a União Europeia legislará sobre isto brevemente . . . Acredito que alguém envergonhará as companhias de teatro. 
Deveria ser dito apenas que eles têm que ter uma propagação de emprego 50/50, e decidir mais tarde como fazer os papéis. Se isso significa um casting "gender-blind", alguns só com mulheres, outros só com homens, isto não é ciência espacial, e acho que eles poderiam-se divertir.
Sem surpresa alguma, Phyllida é uma lésbica, o que explica parcialmente o seu entusiasmo em distorcer os géneros no teatro. Mas as suas exigências estão de acordo com a ideia esquerdista de que o nosso sexo, como qualidade pré-determinada, deveria tornar-se irrelevante.

Isto leva-nos a Virginia Valian, académica americana; ela defende que as mulheres são impedidas de avançar mais na sua vida devido às suas qualidades femininas (especialmente as tendências maternais), mas aceita que tais qualidades têm algumas bases na Biologia. 
 
Qual é a sua solução, então? Ela acredita que, apesar de estar alicerçado na Biologia, o nosso sexo pode mesmo assim tornar-se irrelevante. O que nós temos que fazer, diz ela, é lutar contra o nosso sexo biológico da mesma forma que lutamos contra uma doença biológica.
Não aceitamos a Biologia como algo final. . . . Tomamos vacinas, somos inoculados, e somos medicados. . . . Proponho que adoptemos a mesma atitude em relação às nossas diferenças sexuais.
Ela não celebra as diferenças sexuais biológicas; ela quer erradicá-las como se elas fossem uma doença.  Note-se também a queixa comum de que a feminidade é um "destino biológico" (em vez de auto-criada).

Finalmente, a citação de Valian vem dum artigo de Christina Hoff Sommers que vale a pena ler. Nele discutem-se os esforços que a Suécia está a levar a cabo como forma de dissolver as distinções sexuais - incluindo a leitura que é feita nas escolas primárias de Estocolmo.
Contos de fadas clássicos como Cinderella e A Branca de Neve foram substituídos por contos de duas girafas do sexo masculino que tomam conta de ovos de crocodilo abandonados.
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Como é normal, o feminismo avança com a sua agenda 1) impondo leis sobre toda a sociedade, e 2) usando o "shamming" como forma de condicionar quem quer que resista.

Outra coisa que deve ser problemática para as feministas é saber que algumas das suas líderes consideram as naturais características femininas como algo que atrasa o "avanço" das mulheres. (Por "avanço" das mulheres entenda-se "avanço das mulheres segundo o feminismo") Ou seja, ser mulher é mau para o feminismo; o bom é ser homem (?).

Com uma mentalidade destas, não é de surpreender que o feminismo seja controlado por lésbicas.





domingo, 25 de novembro de 2012

O egoísmo por trás da inversão dos papéis sexuais

Talvez este seja um dos motivos por trás da feminização do homem.

Qualquer pessoa - homem ou mulher - que aspire ascender para a posição de topo como director-executivo (C.E.O. = chief executive officer) precisa dum largo sistema de apoio. A professora de Administração de Empresas de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, afirmou o seguinte num artigo presente no New York Times:

Era costume dizer que os homens precisavam duma mulher em casa e de outra mulher no escritório - a tradicional secretária. Hoje, as mulheres [que querem ser CEOs] precisam da mesma coisa: uma assistente no trabalho e um marido caseiro, ou pelo menos, um marido flexível e apoiante.

Quando lhe perguntaram o que é que os homens poderiam fazer para ajudar a mulher a avançar no seu papel de liderança, a srª Kanter, autora do influente “Men and Women of the Corporation,” respondeu, "Lavar a roupa."

Ainda existe um estigma social sobre o marido caseiro, ou o marido não-tão-bem-sucedido, que as mulheres não enfrentam. Os peritos em administração de empresas afirmam que isso tem que mudar se as mulheres querer ser proporcionalmente representadas com números e talento nos empregos de topo.
Kanter acrescenta:

As mulheres nunca dirão, 'O meu marido não foi tão bem sucedido como poderia ter sido porque esteve a apoiar-me'. Isso seria visto como uma tentativa de rebaixá-lo. Mas quando as coisas são invertidas, os homens dizem, 'Realmente, ela ajudou-o.' As pessoas dizem 'Não é uma maravilha que ele tenha alguém que lhe permita focar-se no trabalho?'

Isto é culturalmente valorizado.

As estatísticas sugerem que as pessoas que aspiram chegar ao topo dos empregos empresariais têm que ter um marido/mulher, parceiro/a ou alguém disposto a dedicar-se à sua carreira.

Embora isto seja senso comum, o mesmo senso comum normalmente vai de férias quando se fala em namoros e relacionamentos. Embora os machos alfa se sintam atraídos pelas mulheres alfa [mulheres bonitas], os relacionamentos mais comuns e mais bem sucedidos ocorrem quando os parceiros têm papéis distintos. Se ambos trabalham 60 horas por semana, ninguém tem algo para dar ao relacionamento.

Um/a director-executivo precisa mesmo duma parceira/dum parceiro paciente, apoiante e compreensivo/a que fique ao seu lado. Por isso é que este é um princípio fundamental do meu treino em torno de relacionamentos: namorem pessoas que sejam vossas complementares e não vossos clones.

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Esta é sem dúvida uma hipótese interessante. As mulheres masculinizadas (feministas) aspiram obter o prestígio, poder e rendimento dos machos alfa sem ser através do casamento, como era no passado. Mas para concretizarem as suas aspirações profissionais, elas precisam que alguém fique em casa e dê o apoio necessário à sua carreira. Como elas não querem ficar, tem que ser outra pessoa.

Portanto, um dos propósitos da feminização do homem, para além de torná-lo numa cópia aberrante da mulher - e desde logo mais facilmente subjugado por ela - é "educá-lo" de modo a que ele venha a preencher o lugar doméstico deixado vazio pela mulher carreirista.

O que isto demonstra é que, contrariamente ao que foi dito durante grande parte dos últimos 30/40 anos, existem papéis claros e distintos dentro do casamento.  O que se passa é que, embora não exista qualquer tipo de movimento masculino que vise separar os homens do seu papel tradicional, dentro dum casamento tradicional, existem vários movimentos esquerdistas que tentam "libertar" a mulher dos seus papéis tradicionais, colocando o homem feminizado no seu lugar.

Ou seja, o feminismo é que uma ideologia que visa separar a mulher das suas responsabilidades sociais (maternidade, educação, esposa fiel)  ao mesmo tempo que apregoa combater em favor duma efémera e mentirosa a "igualdade." Essencialmente, elas não estão dispostas a desempenhar os papéis associados ao seu sexo, mas querem reter as regalias que são associadas às mulheres que querem desempenhar o mesmo papel que elas se recusam a desempenhar.

Como fiz F. Roger Devlin:

(...) nunca foram as mulheres em si que desfrutaram de elevado estatuto mas sim os papéis sociais associados a elas - primordialmente, os papéis de mãe e de esposa. Nascer fêmea (ou macho) é meramente um facto natural sem qualquer valor moral intrínseco; mas levar a cabo papéis sociais envolve esforço e, muitas vezes, sacrifício.

Consequentemente, o respeito conferido às mulheres não era um direito de nascença, mas sim algo reservado às mulheres que realizavam as suas obrigações femininas. Entre estas obrigações, a fidelidade matrimonial era de importância suprema - tanto assim que na nossa língua, termos gerais como a virtude e a moralidade têm sido especificamente usados para se referirem à fidelidade sexual nas mulheres. Isto não se deve a puritanismo irracional, como os apóstolos da emancipação imaginavam, mas sim ao reconhecimento de que tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa.

Conclusão:

Ficamos a saber, portanto, que, para além de toda a sinistralidade associada à educação "sem género", existe também uma elevada dose de vaginocentrismo tão característica do movimento feminista. Os homens estão a ser alterados não porque havia algo de extraordinariamente errado neles, mas sim porque o "novo homem" serve melhor aos interesses da elite esquerdista e feminista. (Tudo gira em volta do que é bom para a elite feminista, mesmo que seja mau para as mulheres)

O consolo de quem se levanta contra este movimento misândrico é a certeza de que, devido à sua natureza anti-natural (e não só), estas medidas e atitudes anti-homem não durarão muito tempo. Quando a elite esquerdista - aquela que financia o feminismo - finalmente obtiver o que quer , eles livrar-se-ão do movimento feminista e voltarão a impor o mais estrito patriarcado.

Por essa altura não haverá mais "marchas das vadias", nem promoção do carreirismo junto das mulheres. Quando essa hora chegar, as feministas comuns abrirão os olhos, e verão que foram duplamente enganadas - tanto pela elite globalista como pela elite feminista. Mas para elas, infelizmente, já vai ser tarde demais.

Não erreis; Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso, também, ceifará.
Gálatas 6:7
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sábado, 17 de novembro de 2012

É seguro casar com uma carreirista?


SEMELHANTEMENTE vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que, também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte das suas mulheres sejam ganhos, sem palavra  
1 Pedro 3:1

Fonte

Estudo da Cornell University revela que os divórcios são mais elevados entre as mulheres que possuem ordenados superiores aos do marido (mais elevadas taxas de infidelidade). Para além disso, tanto o homem como a mulher sentem-se mais à vontade quando o homem é o ganha-pão principal do lar.

Parcialmente falando, as taxas de divórcio parecem ser determinadas por quem veste as calças na família. Se é a esposa, então, segundo o estudo em cima referido, isso pode gerar problemas.

Não é preciso ser um cientista para verificar o que este estudo está a revelar, e isso é: quando a mulher tem uma marido caseiro, e quando ela recebe mais dinheiro que o marido, a relação rapidamente se desequilibra e os papéis sexuais ficam totalmente alterados. Mas os pesquisadores da Cornell University produziram um estudo que dá legitimidade ao óbvio: se a esposa recebe mais dinheiro que o marido, se ela é a principal ganha-pão da família, e se a mulher tem um marido caseiro, o seu casamento tem mais probabilidades de terminar do que se o inverso for verdade.

O estudo claramente mostrou que as taxas de divórcio são mais elevadas junto dos homens que fazem menos dinheiro que as esposas. Para começar, os homens cujas esposas tinham um rendimento superior eram mais susceptíveis de trair a esposa. . . . . Semelhantemente, as mulheres cujo rendimento é superior ao do marido são mais susceptíveis de trair o marido (...).

Tudo isto aumentou as probabilidades de divórcio para o casal e como tal, o divórcio é mais elevado para os casais neste grupo de estudo controlado.

No entanto, o reverso não é acontece uma vez que quando o homem ganha mais do que a esposa, é menos provável o casamento acabar em divórcio e ela é menos susceptível de trair o esposo.

Pode também ser inferido do estudo de Cornell que se ambas as partes ganham essencialmente o mesmo dinheiro, os problemas de infidelidade, insatisfação e adultério continuam a existir. Algo no ADN masculino (e provavelmente também no feminino), exige que ele faça mais dinheiro, que seja o ganha-pão principal da casa de modo a que ele se sinta 1) poderoso, 2) no controle dos eventos e, basicamente, 3) que se sinta como um homem. (...)

Podemos perturbar a Natureza o mais que conseguirmos, mas há coisas fundamentais que nunca serão alteradas. (...)

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Segundo autor do texto de cima, o Daily Mail diz que o motivo que leva o homem caseiro a trair a esposa carreirista é a presença de "mulheres apetitosas no parque de diversões". No entanto, o mesmo texto diz que, para além da mulher carreirista ser mais susceptível de trair o marido, ela é também mais susceptível  de se sentir insatisfeita com o mesmo. Supostamente, o motivo que gera a desproporcional taxa de adultério feminino junto das carreiristas não é a presença de "homens apetitosos no local de trabalho", nem a sua aparente inabilidade para conter os seus instintos hipergâmicos, mas sim a sua "insatisfação" com o marido caseiro.

Portanto, ficamos a saber que o responsável pela infidelidade masculina é o homem, e o responsável pela infidelidade feminina também é o homem.

Não deixa de ser curioso que os dados confirmem que o modelo familiar funcional, ordenado e desejável é precisamente aquele que foi a norma durante mais de 2000 anos no mundo ocidental: homem-provedor e actor principal na esfera extra-doméstica; mulher-educadora, dona e senhora da esfera doméstica.

Biologia supera ideologia e não há nada que possa ser feito em relação a isso.

O que nós podemos aprender com estudos como este, e respondendo à pergunta que serve de título ao post, é que, se o homem estiver a considerar enveredar pelo matrimónio, ele tem que forçosamente colocar de lado as mulheres carreiristas, e escolher a mulher mais tradicional.





domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um hospício chamado Suécia

No jardim infantil sueco com o nome de "Egalia" os funcionários evitam palavras como "ele" ou "ela" mas tratam as crianças como "amigos" em vez de "rapazes" e "raparigas". Desde a cor e a localização dos brinquedos até à escolha dos livros, todos os detalhes foram cuidadosamente planeados de modo a garantir que as crianças não "caiam" nos estereótipos de género.

Jenny Johnsson, professora de 31 anos, diz:

A sociedade espera que as raparigas sejam femininas, simpáticas e bonitas ao mesmo tempo que espera que os rapazes sejam másculos, duros e frontais. Egalia dá-lhes a fantástica oportunidade de ser o que eles bem entender.
O jardim infantil público que abriu no ano passado no distrito liberal de Sodermalm (Estocolmo) e que está dirigido a crianças com idades entre 1 a 6 anos, está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos de arquitectar a igualdade entre os sexos desde a mais tenra idade.

Quebrar os papéis de género é um dos propósitos mais importantes no currículo nacional dirigido aos jardins infantis, algo que tem como justificação a noção de que mesmo um país igualitário como a Suécia dá "avanços" aos rapazes em detrimento das raparigas.

Para equilibrar as coisas, muitos jardins infantis contratam "pedagogos de género" [?!!] como forma ajudar os educadores a identificar linguagens e comportamentos que "arriscam" reforçar estereótipos.

Alguns pais alegam que as coisas já foram longe demais. Uma obsessão com a remoção dos papéis de género, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim infantil. Tanja Bergkvist, blogueira de 37 anos e uma das vozes suecas mais importantes na luta contra o que ela identifica de "loucura de género" afirma:

Os papéis distintos não são problemáticos desde que eles sejam igualmente valorizados.
Aqueles que estão determinados a destruir os papéis de género "afirmam que existe uma hierarquia onde tudo que os rapazes fazem recebe um valor superior, mas eu [Tanja] pergunto-me: quem é que decide o que é que tem um valor superior?"
Porque é que brincar com carros tem um valor superior?
Na escola Egalia - cujo nome tem conotações com a "igualdade" - os rapazes e as raparigas brincam juntos na cozinha infantil, agitando utensílios de plástico e fingido cozinhar.

Os tijolos da Lego e os outros blocos de construção são intencionalmente colocados perto da cozinha de brincar como forma de garantir que as crianças não constroem qualquer tipo de barreira mental entre cozinhar e construir.

A directora Lotta Rajalin ressalva que a Egalia coloca um ênfase especial na construção dum ambiente tolerante das pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transgéneras. Duma das prateleiras ela tira um livro que conta a história de duas gifafas macho que estavam tristes por não terem filhos - até que eles se deparam com um ovo de crocodilo abandonado.

Quase todos os livros lidam com "casais" homossexuais, mães solteiras e crianças adoptadas. Não há "Branca de Neve" ou "Cinderela" ou outro conto infantil clássico visto como promotor de estereótipos.

Jay Belsky, psicólogo infantil na University of California, disse que não só não está ciente de qualquer outra escola como a Egalia, como questiona se isto é algo certo para ser levado a cabo.

O tipo de coisas que os rapazes gostam de fazer - correr e transformar pedaços de pau em espadas - vão ser reprovadas. Portanto a neutralidade de género é, no pior dos cenários, a castração da masculinidade.

* * * * * * *

Como disse um blogueiro americano, sempre que ouvirmos alguém falar em "neutralidade de género", podemos ter a certeza que a masculinidade está a ser extirpada duma criança. O propósito da neutralidade de género não é a "igualdade", uma vez que eles mesmos admitem que existem distinções biológicas entre machos e fêmeas, mas sim o condicionamento psicológico dos rapazes.

Sem surpresa alguma, este tipo de medidas geram os "homens" previsíveis:





sábado, 21 de abril de 2012

LEGOs para meninas irrita feministas

A companhia dinamarquesa por trás dos blocos de construção em plástico, amados pelas crianças desde 1949, teve uma reunião com um grupo feminista de Brooklyn devido ao facto deste último estar "perturbado" com uma linha de produção destinada a apelar as raparigas.

A nova "LEGO Friends” foi posta no mercado em Dezembro último contendo a LadyFigs - mais curvilíneas que os tradicionais blocos em forma de caixa da LEGO para rapazes. Os conjuntos incluem uma banheira de hidromassagem, uma piscina infantil, um salão de beleza, uma padaria ao ar livre e um "conversível fixe" - bem como uma oficina de inventor.

Mas o Movimento SPARK [feministas] opôs-se ao "LadyFigs," por este ser anatomicamente correcta o que, segundo o mesmo grupo, hipersexualiza as raparigas.

Ou seja, segundo este grupo feminista, construir uma boneca feminina anatomicamente correcta, de alguma forma faz com que as crianças se ponham a pensar em . . . . sexo.

Por aqui se vê a mente suja e porca deste grupo feminista. Isto é análogo a dizer que construir um boneco com barbas de alguma forma pode levar as crianças a pensar em sexo. Nenhuma pessoa normal olha para uma boneca anatomicamente correcta e pensa em sexo. As feministas, pelos visto, sim.

Dana Edell, directora-executiva do grupo feminista diz:

Elas [as bonecas] possuem pequenos seios e possuem cabelo elegante. E isto perturba-me quando penso que é esta a imagem que eles querem que as meninas vejam.
Edell diz também que se opõem ao que ela qualifica de estereótipos dos tempos livres das meninas:
O que isto faz é dizer às meninas que isto é o importante para elas. As meninas não estão a construir naves espaciais mas sim a tratar das unhas.
Mas nem todos pensam que a LEGOs para meninas deveria deixar os pais preocupados.

O Dr. Leonard Sax, autor do livro "Why Gender Matters: What Parents and Teachers Need to Know About the Emerging Science of Sex Differences," disse que as diferenças de género são naturais e que embora algumas meninas possam preferir os LEGOs tradicionais, não há nada de errado em oferecer as raparigas uma versão mais girl-friendly.

Segundo Sax, até os animais selvagens exibem linhas de género desde a mais tenra idade.

Estes grupos femininos em particular estão desconectados da realidade no seu desejo de promover a ideia de que as diferenças de género são ensinadas pelo patriarcado ou pela socialização.
Sax, que também escreveu "Boys Adrift"e "Girls on the Edge," afirmou o seguinte à FoxNews.com:
A sexualização de crianças sem dúvida que é um assunto importante mas isto não faz parte dele.
Para grande desespero das feminazistas, a companhia pode dar mais atenção aos clientes do que aos críticos. Michael McNally (LEGO) disse à Foxnews.com que a linha direccionada às raparigas está a vender bem e a gerar feedback positivo por parte dos pais.

Ou seja, a empresa está contente com o produto, as meninas estão felizes com o produto, e os pais das meninas também. As únicas pessoas que não estão contentes com o facto das meninas fazerem o que lhes dá alegria, são as feministas.

Mas até aqui, tudo bem: há muitas coisas com as quais eu não concordo mas que tolero porque fazem parte da liberdade alheia.

As feministas, no entanto, não só não estão contentes com a felicidade alheia, como querem reajustar o universo de modo a que este fique da forma que *elas* querem. A felicidade de pais, crianças e produtores é totalmente irrelevante e/ou secundário.

Outras pessoas juntaram-se ao grupo dos admirados pelas acções das feministas, e demonstraram surpresa por alguém se opor à decisão dos criadores do brinquedo de providenciar uma linha de produtos mais diversificada.

Nicole Ciandella, do blogue, Free-MarketFeminism.com, afirma:

Entendo que elas se sintam ofendidas pela forma limitada e antiquada como a LEGO feminizou a nova linha - com características e cores femininas - mas elas [as feminazis] deveriam aceitar o facto da LEGO estar a oferecer novas escolhas às famílias e às crianças.

O grupo SPARK parece opor-se a qualquer expressão da feminidade tradicional e antiquada, mas porquê? Não deveriam os pais ter a opção de comprar brinquedos que melhor expressem a masculinidade tradicional, a feminidade tradicional e tudo pelo meio?

Ciandella disse ainda que a companhia não está a sugerir que as meninas se limitem aos brinquedos femininos, mas sim a disponibilizar mais opções aos pais das meninas.
A beleza do mercado livre é que permite aos consumidores fazer as suas próprias escolhas em torno do ambiente que eles desejam criar para as suas casas.
A feminista Edell, no entanto, afirma que espera dizer aos executivos da LEGO que se foquem em produzir brinquedos que alarguem de igual modo a "mente e a criatividade" das meninas e dos rapazes (?!!).
O nosso mundo tornou-se mais sexualizado e a indústria dos brinquedos seguiu o mesmo caminho.

* * * * * * *

Três vivas ao mercado livre na destruição de patologias sociais mascaradas de "direitos humanos". Dentro de cada feminista encontra-se uma ditadora. Em caso de dúvidas, perguntem aos executivos americanos da LEGO.

De certa forma, a feminista Edell tem razão quando afirma que o mundo tornou-se mais sexualizado. Muito (ou toda) dessa sexualização de crianças é feita por líderes e figuras publicas com os quais as feministas se identificam politicamente e ideologicamente.

O problema é que, como afirmou o Dr Sax, a objecção das feministas não é em torno da sexualização das crianças mas sim com o facto do brinquedo estar a ressalvar o que qualquer pessoa que já cuidou de crianças sabe: há distinções óbvias e claras entre as preferências de cada sexo. Essas preferências, como disse Sax, não são consequência da socialização nem do "patriarcado" mas sim da genética com a qual todos nós nascemos.

As feministas, no seu esforço de apagar as linhas divisórias entre os sexos ("O objectivo da revolução feminista é a eliminação das distinções sexuais." Shulamith Firestone (The Dialectic of Sex, 1972, p.11)) sentem-se incomodadas quando essas distinções naturais são socialmente vincadas através de palavras, actos e gestos.

Conclusão:

Para finalizar, façam um pequeno exercício. Em baixo vê-se uma das figuras que a LEGO disponibilizou para as meninas. À medida que olham para ela, lembrem-se que quando as doentes mentais e feministas da SPARK olham para ela, elas pensam em meninas semi-nuas.

As feministas da SPARK pensam em sexo quando que olham para esta imagem.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Noruega: O Paradoxo da Igualdade dos Sexos

A Noruega é considerada o país modelo da igualdade. Mas, tal como em qualquer outro país do mundo, também lá as distribuições profissionais entre homens e mulheres são desiguais.

A brigada académica dos estudos de género e feminismos apressa-se a explicar que a culpa é da educação e dos valores “conservadores” da sociedade e que são estes que precisam de ser combatidos.

Para elucidar a questão, neste documentário, um jornalista norueguês foi falar com cientistas sociais e naturais que lidam com as diferenças biológicas entre sexos e recolheu provas dessas diferenças.

Confrontados com as mesmas, os académicos feministas negaram-nas, mantendo que os seres humanos são tábuas rasas. Com que base? Quando o jornalista pergunta uma académica feminista qual é a sua base científica para negar que existam diferenças comportamentais biológicas entre homens e mulheres, ela responde: ”digamos que tenho uma base teórica”.

Ou seja, por outras palavras, ela leu Marcuse, Adorno e todos os derivados da Escola de Frankfurt e ficou convencida.

Assim se conclui novamente que, independentemente dos factos, o igualitarismo radical ideológico predominante na academia ocidental não precisa da ciência nem da realidade, nem, em última instância, do bom senso.



domingo, 1 de abril de 2012

França: chamar uma mulher de 'Mademoiselle' é "condescendente e sexista"

Concílio francês aboliu a palavra 'Mademoiselle' de todos os documentos oficiais por este ser supostamente "condescendente e sexista".

O subúrbio parisiense Fontenay-sous-Bois afirmou que o termo 'Mademoiselle'- o equivalente francês para o inglês 'miss' - descrimina as mulheres ao lhes perguntar para revelar se são casadas ou não. De agora em diante, os homens e as mulheres apenas terão que colocar um visto nas zonas onde se é perguntado se são macho ou fêmea.

Oficiais da vila aproveitaram o embalo e baniram de todos os documentos também o termo 'nom de jeune fille' (nome de solteira) por alegarem que o mesmo é "arcaico" e possui "conotações com a virgindade" (???!). Em vez disso, às mulheres que alteraram os seus apelidos apenas lhes será perguntado o "nome de nascimento".

Um porta-voz do concílio afirmou:

Não há qualquer tipo de motivo válido que obrigue as mulheres a revelar o seu estado civil enquanto os homens não tenham que fazer o mesmo. Isto é antiquado e injusto.
Outra localização (Cesson-Sevigne) baniu também o termo 'mademoiselle' devido a pressões provenientes de grupos femininos locais (feministas).

Fonte

* * * * * * *

Aparentemente não há muito que fazer nas terras do Asterix.


segunda-feira, 19 de março de 2012

Feminismo peludo

Na última quinta (15), os habitantes da cidade de Malmö, na Suécia, voltaram para casa com uma história cabeluda para contar aos filhos.

Um grupo formado por cerca de 40 feministas vestiu as suas t-shirts e camisas sem mangas e foi para a principal praça da cidade protestar contra as piadas a que as mulheres de sovaco cabeludo têm sido vítimas através da internet.

Atenção: elas não foram protestar pelo elevado número de mulheres que se vêem forçadas a criar os filhos sozinhas por terem sido convencidas pela elite feminista que o marido "não prestava", e nem foram protestar pelo facto do aborto matar proporcionalmente mais mulheres do que homens.

Nada disso.

Elas foram protestar por coisas que realmente são importantes para as mulheres: pêlos nas axilas.

Em uma passeata organizada pela Malmös Feministiska Nätverk - grupo feminista da cidade - as feministas gritaram slogans e disseram que não vão mais aturar nenhum preconceito – muito pelo contrário.

O movimento foi motivado por um programa de TV que, durante uma matéria sobre um festival de música, deu uma ênfase exagerada às axilas das mulheres suecas.

Anni Iris, uma das protestantes, afirmou:

Queremos mostrar a nossa posição ao lado de todas as mulheres que se sentiram ofendidas. Este protesto diz respeito aos papéis que são estipulados a cada género e é a favor de deixar as pessoas serem da forma que elas bem quiserem.

* * * * * * * * *

Se o propósito das feministas é tornar as mulheres o mais repelentes possíveis aos olhos dos homens, elas estão a dar os passos certos. As mulheres que valorizam a sua beleza têm que considerar eventos como este e questionarem-se se querem este tipo de mulheres perturbadas como suas representantes.

Claro que o propósito deste tipo de eventos é o mesmo de todo o tipo de eventos públicos da esquerda militante: intimidar a oposição e fazer uma demonstração de força. Da próxima vez que uma figura pública estiver em vias de fazer uma piada em torno de mulheres com axilas peludas - como é o seu direito - ele pensará duas vezes e o propósito desta manifestação terá sido atingido.

É por isso que é tão importante para a esquerda militante minimizar a Marcha para Jesus, que segundo se sabe, teve números acima dos 4 milhões de participantes, mas ao mesmo tempo propagar por todos os cantos do país a marcha de orgulho gay da aldeia mais próxima - como se esta tivesse sido assistida pelo presidente, todos os membros do senado, os juízes, os pastores mais renomeados e pela elite de todo o país (e talvez pela própria ONU).

Intimidação e propaganda. É assim que funciona a esquerda militante.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Linda Chavez: Quem limita as escolhas femininas são as feministas

Linda Chavez desmascara as mentiras feministas.

Horror dos horrores! A Lego apresentou uma nova linha de brinquedos propositadamente dirigida às meninas. Eu nunca estaria ciente desta controvérsia se a mesma não fosse o tópico de conversa no talk-show da PBS "To The Contrary" (compostos exclusivamente por mulheres), onde eu apareço frequentemente.

O facto de ainda estarmos a debater os prós e contras de permitir que os rapazes e as raparigas prefiram tipos distintos de brinquedos revela muito sobre o falhanço do movimento feminista.

A Lego, que comercializa edifícios em plástico de tudo - desde veículos da "Guerra das Estrelas" a pirâmides egípcias - nunca havia lançado uma linha de produtos dirigida às raparigas. Os novos brinquedos incluem o "Salão de Beleza Borboleta", a "Pastelaria ao ar livre da Stephenie", e a "Casa da Oliva" - todas elas contendo reconhecidas características femininas (cabelo longo e traços faciais femininos, etc) ao contrário das figuras acocoradas e assexuadas que normalmente caracterizam muitos dos outros conjuntos que a companhia comercializa.

Mais importante ainda, estes brinquedos retratam as meninas a levar a cabo actividades e funções tradicionalmente femininas: arranjar o cabelo, fazer bolos e cuidar das crianças.

A companhia afirma que introduziu esta nova linha de brinquedos devido à procura dos clientes. Aparentemente as meninas (ou as suas mães) não fazem fila para comprar "Fangpyre Wrecking Balls" ou "Os Piratas das Caraíbas". No entanto, as feministas afirmam que o verdadeiro motivo por trás desta linha de brinquedos é reforçar os estereótipos de género e limitar as aspirações das meninas.

Na verdade, são as feministas que querem limitar as escolhas das meninas. A sua mensagem para as meninas e para as jovens mulheres é: se tu não fores exactamente igual aos homens, então não tens os mesmos direitos.

Apesar do sucesso quase total do movimento feminista em redefinir os termos do debate cultural, as feministas não foram capazes de convencer a maioria das meninas a brincar com cowboys do espaço ou lançadores de mísseis. [Porque será?]

Tendo sido mãe de 3 rapazes e avó de mais 6 rapazes e 3 raparigas, eu [Linda Chavez] estou ciente que as diferenças de personalidade e de gostos normalmente estão presentes desde o nascimento. Embora os gostos de ambos os sexos variem dentro dum largo espectro, raro é o rapaz que não goste de construir algo e destruí-lo logo a seguir, e rara é a rapariga que tenha interesse nestas coisas.

Dado isto, porque é que uma companhia que espera incrementar os seus lucros não se aproveita destas distinções? Qual é o mal em criar brinquedos que apelam ao cliente que quer cozinhar bolos?

Desde que nós não forcemos as raparigas a nunca brincar com os brinquedos de acção [soldados, etc] no lugar das princesas, ou nunca digamos aos rapazes que eles devem brincar com armas e nunca com bonecas , não estamos a limitar as opções de qualquer um dos géneros.

A verdadeira escolha significa deixar as pessoas gravitar rumo ao que elas querem, e não ao que algumas ideologias querem que elas queiram.

. . . . . . . . . .

Em poucas palavras a Linda Chavez desmascarou a natureza ditatorial do feminismo. Segundo esta ideologia nojenta, as companhias não podem construir brinquedos que apelem ao que as meninas já gostam de fazer (brincar com bonecas, etc) nem ao que os rapazes já gostam de fazer (brincar com soldados, naves, carros, etc) porque isso seria reforçar "estereótipos de género".

Ou seja, fornecer um serviço que vai de acordo aos gostos inatos e biológicos do ser humano seria, segundo o feminismo, promover uma forma de pensar que supostamente é-nos imposta pela socialização. O facto das crianças nascerem já com estes gostos não parece ser relevante.

Segundo o feminismo, portanto, nós temos que nos tornar propositadamente burros, fingindo que ambos os sexos obtêm igual gratificação pessoal desenvolvendo actividades em torno de bonecas e soldados, e impedir, assim, o normal desenvolvimento das crianças rumo ao que elas gostam.

A ideologia feminista toma preeminência sobre a a felicidade das crianças. Alguém se admira que se identifique uma ideologia assim como uma ideologia cheia de ódio à humanidade?

Obviamente que o verdadeiro medo das feministas em relação a estes brinquedos centra-se no seu alcance futuro. Se as meninas crescem sabendo que o que genuinamente produz gratificação na vida da mulher não é passar horas e horas fechada num escritório frio e distante, mas sim rodeada dos seus filhos na sua própria casa, é muito provável que ela coloque de lado a mitologia feminista e busque um homem com quem ela possa levar a cabo o nobre e louvável sonho de ser mãe.

Mas as feministas não querem isto; elas querem as mulheres fora de casa e longe do papel de mãe.

Quem agradece são as grandes companhias visto que assim ficam com mais mão-de-obra disponível e, desde logo, pagam menos aos seus funcionários. O Estado também agradece uma vez que, com mais pessoas no mercado de trabalho, mais pessoas há a quem cobrar impostos.

Para uma ideologia que supostamente seria aliada do socialismo, o feminismo está a dar uma grande ajuda ao capitalismo. Será que a comum feminista sabe disto?



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