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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rumo à ditadura


O Concílio Nórdico recebeu recomendações provenientes dum painel de peritos em favor da proibição de discurso anti-feminista nos países Nórdicos (Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega). O "painel de peritos" era composto por feministas radicais e homens pró-feminismo. 

O relatório foi escrito nas línguas Nórdicas (excepto o Finlandês) e algumas partes em inglês.

No relatório, o discurso anti-feminista e o discurso de ódio de extrema-direita dirigido aos imigrantes é tratado como parte do mesmo movimento. O MRM ("Men's Rights Movement") é qualificado como parte do extremismo da direita. O relatório tem um sumário em inglês (página 35) onde se lê:
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.") 
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes. 
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas. 
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade. 
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas opiniões. Os editores de comentários online têm a especial responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas não são apoiados ou legitimados.")
9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar. 
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.

* * * * * * *
Basicamente o que isto significa é que se os países Nórdicos adoptarem as "recomendações" dos grupos feministas, a liberdade de expressão nesses países, que já não é nada por aí além, morre de vez.




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O fim da socialmente construída "Teoria do Género"?

Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers (uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar o "NIKK Nordic Gender Institute".

O NIKK tem sido o navio-almirante (inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases "científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais "sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da "Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo onde o carácter irremediavelmente anti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.

O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os "estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira, etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões "masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.).

De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.

No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso, ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA - requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares cientistas Noruegueses.

Como seria de esperar, os resultados da falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.

Harald filmou as reacções dos cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega, mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.

Para piorar as coisas, a falsidade da "Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes) para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".

Espera-se agora que a lição seja ouvida nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta ideologia ainda reina nos corredores de poder.

Para ver o documentário de Harald por inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que foi  apropriadamente escolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.

Parte 1 – ”The Gender Equality Paradox
Parte 2 – ”The Parental Effect
Parte 3 – ”Gay/straight
Parte 4 – ”Violence
Parte 5 – ”Sex
Parte 6 – ”Race[REMOVIDO]
Parte 7 – ”Nature or Nurture..

Fonte




quarta-feira, 10 de abril de 2013

Multiculturalismo e a destruição da confiança


Os Dinamarqueses são as pessoas fiáveis e que mais confiam do mundo. Os historiadores e os pesquisadores acreditam que a natureza dinamarquesa de confiar nos outros vem do tempo dos Vikings uma vez que a sua economia doméstica baseava-se simplesmente na confiança: se tu vives numa altura em que não existem polícias nem tribunais, e confias as tuas peles de animais a um comerciante, tens que ter a certeza de que ele te pagará quando voltar - regresso esse que pode ocorrer meses depois ou mesmo anos mais tarde.

A confiança é muito importante para o funcionamento duma economia. Segundo alguns pesquisadores, "uma mudança negativa na ordem dos 10 percento no nível de confiança junto da população causará uma mudança negativa de meio porcento no crescimento económico." Tanto os Vikings como qualquer outra pessoa que já emprestou ou pediu dinheiro emprestado sabe que a confiança é fundamental quando se fala em finanças. Sem a confiança, ou não haverá acordos ou muitos recursos serão investidos em seguradoras, advogados e burocratas.

Acredita-se também que a confiança é um pré-requisito para a felicidade (Trust Hormone Associated With Happiness, Happiness flows from trust - etc.). A confiança aumenta o sentimento de segurança, e a menos que estejas em busca de algum tipo de excitação, sentir-se seguro é fundamental para se sentir feliz. Não é de admirar que as pessoas que mais confiam são também as pessoas mais felizes.

A Confiança e os Valores Comuns

É mais fácil confiar nas pessoas se tu as conheces. É por isto que os homens de negócios fazem os possíveis para se deslocarem e se encontrarem com os clientes pessoalmente. Se sabes que a outra pessoa partilha dos mesmos valores básicos, tu já sabes muito sobre essa pessoa - porque tu sabes muito sobre ti próprio. A partilha de valores significa que as pessoas se conhecem umas as outras, e conhecer umas as outras aumenta a confiança. É por isto que os gangues criminosos - que se baseiam num elevado nível de confiança - são quase sempre monoculturais (e não multiculturais).

O que é que acontece, portanto, quando pessoas com raízes culturais distintas e valores religiosos díspares vivem lado a lado? Naturalmente que o nível de confiança desce. Como forma de preservar a confiança, e os muitos benefícios que chegam através deste sentimento e experiência, os grupos distintos vivem juntos em enclaves, separados dos demais. É importante as pessoas sentirem-se "em casa" - mas o que é que constitui "sentir-se em casa"? É o sentimento de viver rodeado por um ambiente e cultura reconhecíveis e onde não é preciso comunicar excessivamente para se chegar a um entendimento mútio e, desde logo, atingir um nível de confiança aceitável.

Um decréscimo na confiança leva a um decréscimo nos sentimentos de segurança e felicidade. Tal como o psicólogo Abraham Maslow mostrou na sua   hierarquia das necessidades, e tal como todos nós aprendemos com os altos e baixos da nossa própria vida, o facto de não termos as nossas necessidades básicas satisfeitas leva a que nos foquemos mais nas nossas necessidades primordiais e deixemos de lado o bem estar das pessoas em nosso redor. Portanto, um decréscimo na confiança significa um aumento do egoísmo. 

Os proponentes do multiculturalismo podem pensar que estão a trabalhar em favor de sociedades mais confluentes - com cidadãos mais tolerantes - ao desenvolverem esforços legais contra as fronteiras nacionais e, desde logo, forçando-nos a viver lado a lado com pessoas e culturas que desconhecemos. Mas os seus esforços são claramente contraproducentes uma vez que o resultado é a segregação cultural e pessoas mais focadas em si mesmas. O segmento multiculti claramente é deficiente no conhecimento da natureza humana, e as suas bonitas teorias deixam de lado as experiências diárias, as teorias psicológicas amplamente estabelecidas e os factos em si.

A Multicultura destrói a confiança

É perfeitamente compreensível que pessoas que chegam de culturas onde é necessário ser mais egoísta para sobreviver tenham menos motivos para confiar nos outros, e resolvam, em seu lugar, explorar a boa vontade e a confiança dos outros. O mesmo se aplica a pessoas que fazem parte de confissões religiosas que defendem que as pessoas com outras religiões não merecem o mesmo respeito.Uma amostra recente levada a cabo pelas autoridades fiscais dinamarquesas junto dos imigrantes somalis revelou que 92 porcento deles foge ao pagamento dos impostos. Em média, anualmente eles enganam a Dinamarca em cerca de 8,300 USD. Isto é possível devido ao sistema dinamarquês Tast-Selv ("digite você mesmo") que permite aos contribuintes inserir no sistema o seu rendimento. É um sistema construído com base na confiança e feito com o propósito de poupar tempo e dinheiro.

Para além disto, estamos também a observar um aumento alarmante dos assim-chamados roubos de engano, cometidos pelos estrangeiros e pelos imigrantes. Aqui os ladrões, normalmente disfarçados de policias ou auxiliares de enfermagem, enganam os donos duma casa e entram dentro das suas respectivas casas. Este tipo de crime explora a natureza de confiança dos Dinamarqueses/Ocidentais.

As elevadas e alarmantes taxas de evasão fiscal e fraudes sociais entre os imigrantes não-ocidentais, especialmente entre os muçulmanos, é bem conhecida mas o politicamente correcto impede as pessoas de falar.  Uma gigantesca investigação levada a cabo em Høje-Taastrup, Dinamarca, revelou que 75 percento de todas as fraudes sociais são feitas por imigrantes - os outros países têm problemas semelhantes.

Conclusão:

A confiança torna as pessoas mais felizes e os países mais ricos; deixar entrar no país pessoas provenientes de culturas sem a mesma base na confiança tornam esta força (a confiança) numa das nossas maiores fraquezas. O multiculturalismo corrói a confiança, a pedra angular da felicidade, do bem estar económico e da coesão social - e portanto, destrói todo o nosso estilo de vida.
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domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





quarta-feira, 16 de maio de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa (em Odense) para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros seus vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Chegamos à conclusão que não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

. . . . . . . .

A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir Cristãos, trazendo consigo o mesmo ódio anti-Cristão que exibem nos seus países de origem. O governo do país onde eles agora vivem recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por estes se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito - em vez de gerar a imaginada harmonia entre os grupos culturais?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é practicamente impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos? Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram, isto é, destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

Pena é que a maior parte dos europeus ainda não se tenha apercebido que os seus líderes - aqueles que foram eleitos para proteger os interesses europeus - planeiam a destruição da sua própria forma de vida.


terça-feira, 24 de abril de 2012

Multiculturalismo: importando a deficiência

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelos teóricos pro-imigração maometana quando os primeiros afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC - há alguns anos atrás - revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis por 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é practicamente o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes (mentais e físicos) muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

* * * * * * *

Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos sejam legalizados e adoptados por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.


sábado, 6 de agosto de 2011

Países "ateus" do norte da europa pactuam com o bestialismo


Levítico 20:15-16
Quando, também, um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.



Aparentemente os países que os ateus gostam de louvar como exemplo de sociedades "funcionais" apesar da sua alegada irreligiosidade, são, ao mesmo tempo, países que não só normalizaram por completo o auto-destrutivo comportamento homossexual, como também não parecem ter problemas com o sexo entre seres humanos e animais.

Na Escandinávia, onde o "casamento" homossexual é legal, o bestialismo também é legal. E porque não? Afinal, ter relações sexuais com animais não é apenas mais uma "escolha de vida"? Se calhar as pessoas que abusam tem relações sexuais com os animais já nasceram assim, e portanto não há nada a fazer senão legalizar.

Para quê proibir esta prática se as pessoas vão continuar a ter relações íntimas com os animais à mesma? O que é que vocês preferem: que as pessoas tenham sexo com estes animais em lugares sem condições ou em lugares com boas condições?

Aparentemente, na Dinamarca há um enorme mercado uma enorme procura por parte de clientes estrangeiros (especialmente da Noruega) destes bordéis para animais. Ambos os países (já tinha dito que são, segundo os bulistas, países ateus?) tem falhas nos seus sistemas legais, o que torna tais estabelecimentos perfeitamente legais. A única proibição que tanto a Dinamarca e a Noruega tem é que os animais não "sofram". Claro que isto depende da definição que cada um tem do que é "sofrer".

Através da internet nós podemos ver que os donos de animais dinamarqueses abertamente publicitam o facto de terem animais com os quais os clientes podem ter relações sexuais. Como é perfeitamente legal, segundo o jornal dinamarquês "24timer" nem a polícia nem outras instituições terminam com esta prática vergonhosa.

Durante as entrevistas feitas aos donos dos animais, foi reportado que os animais envolvidos possuem "anos de experiência" e que os animais "querem" ter sexo. Não foi dito como é que eles sabem disso, mas sendo um país com (alegadamente) maioria ateísta, eles lá sabem o que dizem.

Torunn Knævelsrud, chefe da secção dentro da "Norwegian Food Safety Authority" que analisa o bem estar dos animais, não pôde excluir a hipótese de tais bordéis serem legais na Noruega. "É difícil dizer sim ou não" afirmou a Knævelsrud ao jornal Aftenposten.

De acordo com as leis vigentes na Dinamarca e na Noruega, enquanto as necessidades básicas como comida e abrigo foram supridas, e se não houver evidência de danos físicos ou sofrimento por parte dos animais, bordéis animais são perfeitamente legais.

Knævelsrud diz ainda:

Até pode ser que os animais nem se importem, mas está presente na natureza dos casos que os animais irão frequentemente ser vítimas de lesões, stress ou sofrimento conectado aos actos sexuais com humanos. De qualquer das formas, eles ou são agarrados, ou assustados ou sofrem dores e lesões físicas.
Uma nova regulamentação por parte da "Norwegian Animal Protection Act" está em consideração, e tem havido propostas por parte da "Norwegian Animal Welfare Alliance" entre outras para que o envolvimento sexual entre humanos e animais seja proibido.
Estes actos provocam repulsa moral. A questão é se a imoralidade deveria ser ilegalizada.
Esta frase em cima encapsula tudo o que há de mau no ateísmo. Como não tem um Ponto de Referência para comportamentos morais, as sociedades secularizadas ficam sem argumento absoluto contra comportamentos claramente auto-destrutivos como a homossexualidade ou o bestialismo.

De acordo com a reportagem do jornal dinamarquês "24timer", alemães, holandeses, suecos e noruegueses visitam os bordéis, e um site dedicado ao bestialismo alega que muitos dos clientes do bordéis dinamarqueses são provenientes da Noruega.

Não sei se notaram que a lista de clientes destes bordéis contém maioritariamente pessoas provenientes de países fortemente secularizados (Holanda, Alemanha, Suécia, etc). Coincidência? Sim, deve ser. Ou talvez não.


Um agricultor que vende o sexo animal está extremamente surpreendido que as pessoas viagem para tão longe para praticar o bestialismo. Obviamente que este agricultor está surpreendido porque não sabe até onde o ser humano pode descer quando está na busca de prazeres não-naturais.

Um dono de um cavalo disse:

Os clientes dizem-nos que é muito mais simples comprar sexo animal na Dinamarca do que nos seus próprios países.
Mas isto é tudo inocente, certo?
Um relatório do Instituto de Criminologia da Universidade de Oslo mostrou que os veterinários noruegueses estão cientes de pelo menos 124 casos de abuso de animais na Noruega. O relatório diz ainda que 22% dos veterinários noruegueses suspeitam ou estão seguros que eles já trataram animais que tinham sido vítimas de abuso sexual por parte de humanos.

Conclusão:

Há muitas coisas que poderiam ser ditas aqui (as consequências de rejeitar a Bíblia, as consequências de abrir a porta a novas definições de "casamento", o que isto pode significar na luta contra a pedofilia, etc, etc) mas acho que a história é horrível o suficiente.

Eis aqui o link onde se pode ler esta notícia. Pode ser útil para se usar contra os ateus que tentem usar o argumento de que países com um forte "ateísmo orgânico" possuem uma população mais feliz e melhores níveis de vida.

Até pode ser que sim, mas nunca viagem para lá com o vosso animal de estimação.

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