domingo, 9 de agosto de 2015
A ascensão do autoritarismo transsexual
quarta-feira, 1 de julho de 2015
A ascensão do Estado-Policial feminista
A zona perigosa
Todos os casais passam por momentos de stress, especialmente se têm filhos. Hoje em dia, a mulher que tem um acesso de raiva pode mandar o marido para a prisão simplesmente ligando para o 911. Para além disso, ela pode ter esta ameaça sobre a cabeça do seu marido. Medidas como esta fazem com que as forças policias fragilizem a liderança masculina.
Um marido chamou a sua esposa de "preguiçosa", e a vizinha disse que ela deveria "ensinar-lhe uma lição". Então, ela chamou a polícia e mentiu, dizendo que o marido a havia dado uma chapada. "Ela agora precisa de ajuda com as crianças e nós temos que viver longe um do outro," disse ele à saída do julgamento. "Ela está muito perturbada e arrependida pelo que fez."
Um advogado da Legal Aid disse que "as mulheres fazem falsas acusações como doidas". Não há pena legal por fazer isto. Um homem viu a sua esposa de direito comum a acusar-lhe como forma de o expulsar da casa. Da parte da trás do carro da polícia, ele viu-a sobre a relva com o seu namorado.
Outro homem ouviu a polícia a "bater-lhe a porta de casa" por volta das duas da manhã, depois dele ter terminado a relação com a sua namorada nessa mesma noite. Ela havia-o acusado de ter neutralizado os braços dela (quando ela o esta estava a agredir). Ele teve um conta legal bem robusta, e arriscou-se a perder o emprego. A maior parte destes casos são "congelados" (depois de muitas presenças no tribunal) porque a mulher não quer testemunhar ou o caso é resume-se à palavra dele contra a dela.
Bem vindos à Nova Ordem Mundial
Esta política faz com que as pessoas fiquem habituadas com a interferência policial dentro das suas vidas, e esta é a marca duma ditadura. Hoje em dia, ter uma discussão com esposa é um crime. "As paredes têm ouvidos", disse um casal. Eles foram presos depois dum vizinho ter ouvido vozes mais exaltadas. Uma testemunha confirmou que o casal nunca se chegou a tocar, mas a polícia ignorou isso por completo.
Este tipo de coisas faz com que as pessoas percam todo o respeito pela lei. "É suposto vivermos num país livre, mas já não é isso que sentimos", disse-me um homem. Esta política é uma aparência de funcionalidade que beneficia polícias, terapeutas, prisões, tribunais e advogados. Para além disso, este tipo de política aumenta a dimensão da burocracia e esta burocracia tem participação económica na nova ordem mundial da elite
Em Winnipeg, que é onde eu vivo, metade dos 1200 polícias encontra-se focada na violência doméstica. O chefe-policial Jack Ewatski disse o seguinte à Winnipeg Free Press:
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Como a Revolução Francesa influenciou o Nacional Socialismo e o Comunismo
But to be young was very heaven!" ~ (William Wordsworth)
(A sua perspectiva no início da Revolução Francesa; este espírito de entusiasmo não durou muito tempo)
A Revolução Francesa é claramente um dos eventos centrais da Civilização Ocidental - um período da história cujos personagens e eventos sempre me fascinaram. Em comparação, a muito mais moderada Revolução Americana foi muito menos influente no mundo de então - embora tenha sido mais bem sucedida e menos sangrenta. Posso dizer que a Revolução Americana foi mais bem sucedida porque foi mais moderada e menos assassina que a Revolução Francesa.
Mas ironicamente, a Revolução Francesa foi uma revolução fracassada: A Liberté, Egalité, e a Fraternité rapidamente evoluíram para a imponente figura de Robespierre, e para o seu Reino de Terror, à medida que a revolução ficou fora de controle e começou a matar-se a si mesma.
Inicialmente, os monarquistas foram decapitados, a seguir os Girondinos moderados, e por essa altura a violência e a suspeita estavam totalmente fora de controle à medida que a revolução se devorava a ela mesma. Na minha opinião, depois deles terem começado a decapitar os Girondinos moderados, era uma questão de tempo até todos acabarem na guilhotina.
Vinte e seis anos depois da "Declaração dos Direitos do Homem" ter sido escrita, um Bourbon encontrava-se mais uma vez no trono como Rei de França - isto é que eu tenho em mente quando digo que a Revolução falhou.
Começando em 1793, a França já teve nada menos que 11 constituições subsequentes; ao mesmo tempo, os Estados Unidos ainda usam a sua primeira constituição. Isto é o que eu qualifico de moderação e estabilidade política. O legado destas revoluções é totalmente distinto em estilo, substância e em consequência.
Durante um voraz e irracional trecho de paranóia revolucionária, 1,376 indivíduos foram guilhotinados em apenas 47 dias. As últimas palavras da Girondina moderada Mme. Jeanne Roland de la Platiere, antes da morte na guilhotina, foram:
Na minha opinião, ela colocou as coisas da forma certa. Ou ainda Camille Desmoulins, a escrever da prisão para a sua esposa:
Sempre preferi os moderados Montesqieu e Lafayette no lugar de Robespierre e dos seus radicais colegas. Sem surpresa alguma, eles não se deram assim tão bem na Revolução Francesa, o que é um exemplo perfeito da lei de Gresham da moralidade política: o mal expulsa o bem à medida que todos se tornam corruptos, ao mesmo tempo que a vida política se torna não muito diferente da guerra Hobbesiana de todos contra todos num "desejo perpétuo e incansável de poder, que só termina com a morte."
With feast-days, old men from the chimney-nook,
The maiden from the busom of her love,
The mother from the cradle of her babe,
The warrior from the field - all perished, all
Friends, enemies, of all parties, ages, ranks,
Head after head, and never heads enough
For those that bade them fall. - William Wordsworth
Wordsworth veio a sofrer a desilusão dos jovens revolucionários de todas as eras que descobrem que, ao derramarem um oceano de sangue, eles causaram com frequência males maiores.
Se a Revolução Francesa foi o fim dos privilégios monárquicos e dos privilégios aristocráticos, e a emergência dos direitos democráticos comuns, ela foi também o início do governo totalitário moderno e da execução em larga-escala dos "inimigos do Povo" por parte de entidades governamentais impessoais (o "Comité da Segurança Pública" de Robespierre). Este legado atingiu o seu ponto mais elevado com a trágica chegada dos Nazis Alemães e dos Comunistas Soviéticos e Chineses durante o século 20.
De facto, Rousseau foi chamado de o precursor dos pseudo-democratas modernos tais como Estaline e Hitler, e as suas "democracias do povo". O seu apelo para que, se for necessário, os "soberanos" forcem os homens a serem livres no interesse da "Vontade Geral", soa mais como Licurgo de Esparta e não como o pluralismo de Atenas; o legado de Rousseau é Robespierre bem como os radicais Jacobinos (do Terror que se seguiu), que o adoraram de modo apaixonado.
Durante o século 20, a sua influência fez-se sentir através da acção dos tiranos que iriam fomentar as paixões igualitárias das massas não no interesse da justiça social mas sim do controle social.
Olhemos para Rousseau como o génio literário que foi e apreciar a sua contribuição para a história; olhemos para a sua filosofia política com grande cepticismo.
Será que se pode forçar uma pessoa a ser livre? Será que uma pessoa - ou um pequeno grupo de pessoas - pode claramente discernir o que é a "Vontade Geral" que representa todas as pessoas?
Não é isto, na práctica, um apelo à ditadura? Será que podemos ler "O Contrato Social" e encontrar nele algum do espírito de Atenas e da democracia parlamentar? Eu não consigo. Tudo isto parece-me mais ao estilo de Esparta bem como ao estilo do igualitarismo austero da sociedade colectivista e das justificações ideológicas dos regimes terríveis do totalitarismo moderno.
Rousseau pressagia a ascenção do movimento Romântico nas artes e causou a sensação entre os aristocratas de França dos Bourbons. Alegadamente Napoleão disse mais tarde:
Estaline e Hitler poderiam dizer o mesmo ao reconhecerem a sua dívida pelo conceito de "o Soberano" a Rousseau e à sua identificação mística com as pessoas. Duzentos anos mais tarde nós só temos milhões e milhões de inocentes assassinados em "nome do povo", etc. ad nauseam.
Robespierre olhou para Rousseau como um pai espiritual. Se eu pudesse escolher o menor de dois males, eu teria escolhido os diplomatas oportunistas tais como Maurice de Talleyrand de França, Clemens Metternich da Áustria, Czar Alexandre da Rússia, ou o Lord Castlereagh da Inglaterra e não Napoleão, e a França Revolucionária, visto que Napoleão foi apenas a semente que iria florescer no século 20 nas pessoas de ditadores dinâmicos tais como Adolf Hitler e José Estaline.
"Ninguém pode governar sem culpa," alegou São Justo. Isto pode ser verdade, mas a violência política é o pior dos males deste século, repleto de crimes espectaculares, e que eu saiba, Robespierre foi o primeiro intelectual Europeu a avançar com a ideia absurda de que o terror é a melhor e a mais eficaz forma de estabelecer a "justiça".
A Revolução Francesa foi a morte merecida do antigo sistema monárquico Europeu. Infelizmente, em demasiados locais os governos que tomaram o lugar dos regimes antigos foram tão maus ou piores que aqueles que os haviam precedidos (Desde Napoleão, a Lenine até aos fascistas).
O caos e a violência que Napoleão ajudou a materializar só nos últimos 50 anos (esperemos nós) é que foi removida do sistema Europeu. Que nós possamos aprender com o passado de modo a que não façamos os mesmos erros. Que o século 20 (e o terror Jacobino) seja um aviso! (...)
Fonte: http://bit.ly/VtRbQC
sábado, 10 de maio de 2014
A imigração e o estalinismo Sueco
Se o fiasco da Mozilla fez com que as pessoas pensassem que apoiar o verdadeiro casamento nos EUA era arriscado, tentem levantar algum tipo de oposição à imigração na Suécia. É bem provável que se lembrem da história que envolveu o The Journal News em Nova York, que em 2012 publicou os nomes e as moradas de homens do município que conferem licenças para porte de armas. Sabe-se agora que um jornal Sueco fez o mesmo contra alguns dos seus cidadãos que são contra a imigração. Mas enquanto que o The Journal News recebeu críticas duras pelas suas acções, na Suécia são as vítimas que estão a ser alvo de críticas. Pamela Geller, jornalista, reporta:
Não é de admirar que o tópico da imigração seja um assunto controverso na Suécia. Havendo sido no passado um país homogéneo com uma das taxas de crime mais baixas do mundo, as ondas de imigração muçulmana estão, actualmente, a transformar a Suécia naquilo que um relatório das Nações Unidas qualificou de país do Terceiro Mundo. Daniel Greenfield (Frontpage Mag) revela estes ventos de mudança:
A Suécia tem hoje o segundo maior número de violações sexuais, logo após a África do Sul, que ao se centrar em 53.2 por cada 100,000, é seis vezes mais elevada que a dos EUA. As estatísticas mostram agora que 1 em cada 4 mulheres Sueca será violada.
Setenta e sete porcento destas violações é cometida por "estrangeiros"; enquanto que a larga maioria dos violadores são muçulmanos, a larga maioria das vítimas são nativas Suecas. E estes números, segundo dizem os críticos, são estimativas provavelmente inferiores à realidade feitas por autoridades que preferem, de todo, branquear o problema.
Para além disso, os muçulmanos e os Suecos são de facto o confronto cultural por excelência, combinando uma cultura notoriamente patriarcal que coloca ênfase na modéstia feminina com a sua antítese: uma sociedade secular, libertina, super-feminista e hedonista. Enquanto que as mulheres muçulmanas usam hijabs, e por vezes burkas inteiros, a Suécia é melhor definida pela promiscuidade; enquanto que a lei Sharia reina suprema na maior parte de Dar al-Islam, as feministas Suecas já propuseram medidas tais como "o Imposto Masculino" (uma taxa especialmente feita para os homens como forma de compensar os custos da "violência masculina"), e já fizeram pressão politica para que os urinóis sejam removidos das escolas devido à teoria de que a forma típica como os homens respondem ao apelo da natureza é simbólico da dominação masculina.
Os críticos afirmam que este libertanismo e radicalismo esquerdista, tão distante dos muçulmanos tradicionais, apenas intensifica o seu desprezo pela cultura Sueca e é usado para justificar a violência contra "a decadente mulher Ocidental."
E depois há a violência mais visível. Tal como na França e em todo o lado, os muçulmanos a viver na Suécia queimaram edifícios e centenas de carros durante o ano passado (num tumulto centrado no subúrbio de Estocolmo com o nome de Husby). E actualmente, muitos dos Judeus Suecos temem vir a ser vítimas de violência e como tal, estão a abandonar o país.
A exacerbar a hostilidade muçulmana por outras culturas, afirmam alguns críticos, estão os apelos religiosos para a subjugação dos infiéis. E frequentemente eles citam como evidência o que o embaixador de Tripoli Sidi Haji Abdrahaman disse a Thomas Jefferson em 1785 depois de ter sido questionado do porquê do seu estado Berbere estar a atacar barcos Americanos. Tal como registou Jefferson,
Em contraste com este extremo chauvinismo religiosos e cultural encontra-se a devoção Sueca ao multiculturalismo. A imigração na Suécia tornou-se sacrossanta e é apoiada como um dogma ao mesmo tempo que quem se coloca contra ela pode sofrer perseguição. Tal como notou a CBNS News no princípio deste mês num artigo com o título de "Suécia Soviética? Nação Modelo Escorrega para o Terceiro Mundo",
E se for possível "provar" que tu não apoias a imigração, "então és excluído do jogo", afirma Jalving. O que é que ser excluído do jogo significa? A jornalista Ingrid Carlqvist explica que tu te tornas num pária, declarando, "Se eles te apontam o dedo e dizem que és racista, então perdes o emprego, a carreira profissional, e podes até perder a tua família. Ficas sem futuro.”
Carlqvist fala com base na sua experiência pessoal; depois de ter fundado o jornal online crítico da imigração Dispatch International com o colega Lars Hedegaard, ela abandonou a Suécia temendo perseguição. Ainda mais arrepiante é a razão pela qual o plano da jornalista de criar um jornal físico não ter avançado. Como explica Carlqvist, "E se o carteiro visse que tinhas uma cópia desse jornal? E se o teu vizinho visse? Eles poderiam pensar que eras racista ou que tu odeias os muçulmanos." Como diz a CBN, "A Suécia tornou-se numa nação onde alguns pontos de vista são demasiado arriscados até para serem lidos."
Ou até falados.
Num gesto que faz lembrar a Alemanha Nazi, Jalving diz-nos que os pais Suecos aconselham os seus filhos a não revelar as suas opiniões políticas devido aos receios delas virem a destruir os seus futuros. Outros jornalistas disseram à CBN duma "atmosfera Estalinista" na Suécia, um clima que inspirou a radio-jornalista ex-Sueca Amun Abdullahi a regressar para a sua Somália nativa depois de 23 anos a viver na Suécia. Ela afirma que a Suécia é mais perigosa que Mogadíscio porque "Aqui não se pode dizer a verdade" - "as pessoas são silenciadas."
E o que dizer da assimilação? É uma palavra feia na Suécia. A CBN escreve, citando Jalving:
Mas os críticos dizem que, neste caso, "Nazi" parece ser uma projecção. E quer essas "elites" aprendam ou não que se deve ter cuidado com o que se deseja, parece que eles não terão que se preocupar por muito mais tempo com a cultura Sueca que eles tanto odeiam. Carlqvist sumariza as coisas desta forma:
Tínhamos um bom país, um país rico, um país agradável, e dentro de alguns anos esse país deixará de existir..
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Rumo à ditadura
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.")
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes.
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas.
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade.
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas opiniões. Os editores de comentários online têm a especial responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas não são apoiados ou legitimados.")9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar.
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Tribunal Europeu proíbe críticas à União Europeia
O mais importante tribunal da UE determinou que a Comissão Europeia tinha o "direito" de despedir Bernard Connolly (economista britânico demitido em 1995 por ter escrito uma crítica à integração monetária Europeia com o nome de "The Rotten Heart of Europe" ["O Apodrecido Coração da Europa"].)
Este caso tem implicações mais abrangentes em torno da liberdade de expressão que se podem alargar para cidadãos da UE que não trabalham para a burocracia de Bruxelas.
No entanto, o tribunal colocou de lado um argumento levantado há 3 meses pelo advogado-geral, Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, que implicitamente afirmou que as críticas levantadas por Bernard Connolly contra a UE eram semelhantes a uma blasfémia extrema e, como tal, não era discurso protegido.
O sr Connolly, que se viu na obrigação de arcar com os custos legais da Comissão Europeia, disse que o processo não foi o que se poderia qualificar de uma audiência justa. Ele diz:
Fonte
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Discriminação na adopção
Para se saber o quão bem sucedida foi a perversão marxista na Inglaterra basta ver um líder "conservador" a atacar um partido de direita com argumentos esquerdistas.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
ONU quer controlar a internet
Uma das formas mais eficazes de estragar a internet é colocá-la a cargo da Nações Unidas (ONU). Infelizmente, é precisamente isso que essa organização totalitária quer.A ONU está a mover-se de forma decidida de modo a obter o controle total sobre a internet. A proposta, que tem o apoio de países mundialmente conhecidos pela liberdade de expressão tais como a China, a Rússia, a Arábia Saudita, o Irão (juntamente com a Índia e o Brasil), daria o controle da internet a uma organização da ONU com o nome de "International Telecommunication Union." Esta talvez seja a maior ameaça que a internet, livre e aberta, sofre em anos.
Na conferência da ONU que se vai realizar em Dubai, em Dezembro próximo, representantes de 193 nações irão debater esta proposta. Os Estados Unidos e muitos países europeus estão de modo firme contra esta proposta mas não se sabe se, por esta altura, eles possuem os votos necessários para travar os projectos da ONU.
Ao contrário do Conselho de Segurança, não há vetos quando se fala do que procede da ITU. Disto se conclui que os EUA podem não conseguir impedir que a controle mundial da internet seja oferecido à ONU. Os EUA podem-se retirar de qualquer novo tratado, mas isto poderia resultar numa balcanização da internet.
Se a ONU consegue tomar controle da internet, podemos esperar uma nova era de censura, impostos e vigilância. Isto seria absolutamente catastrófico para a livre circulação do comércio e de informação por todo o globo.
Infelizmente, muitos regimes repressivos estão insatisfeitos com a forma como a internet opera actualmente. Como tal, estes países estão a trabalhar de modo a que possam usar o poder da ONU para taxar, regular e censurar a internet. Não é preciso dizer isto, mas tal situação seria um desastre para a liberdade.
O controle total da internet por parte da ONU seria um pesadelo, e como tal, isso tem que ser resistido a todos os níveis.
Prontos para decidir o que podes ou não publicar na internet.
sábado, 30 de junho de 2012
Sinisterismo: Religião Secular da Mentira
O livro de Bruce Walker "Sinisterism: Secular Religion of the Lie", é apresentado como uma proposta para se "olhar para o que nós chamamos de ideologia política," rejeitando palavras como "revolucionário" ou "reaccionário", ou ainda "Esquerda" e "Direita". Esta não é uma análise nova em torno das teorias políticas, havendo já sido aludida por Ayn Rand. Para além disso, nos anos 70 Robert Ringer atacou a esquerda e a direita americana como "demopublicanos" - embora ele o tenha feito sem as conotações religiosas que Walker introduz.
Walker começa com uma tese geral:
A raça humana é composta por dois grupos de pessoas: um grupo é aquele que busca o poder - de modo justo ou (preferencialmente) de modo desonesto - e o outro grupo somos todos nós, o resto da humanidade, pessoas normais e decentes que apenas querem viver a sua vida sem possuir os corpos, as mentes, as possessões ou as almas dos outros.Com isto, ele une num só todos os grupos que buscam o poder - uma forma de pensar também usada pelos Objectivistas e pelos Libertários.
Depois de atacar a dicotomia "esquerda-direita" como não tendo sentido algum, ele tenta projectar a maior parte do conflito politico actual como uma guerra contra os Judeus e os Cristãos uma vez que a sua fé baseia-se em certos princípios éticos e morais que interferem com a fome de poder que caracteriza os sistemas autoritários e as tendências sociais que conduzem a eles.
A estas tendências sociais e a estes sistemas sedentos de poder Walker dá o nome se Sinisterismo, definido como uma religião sem Deus e em guerra contra a genuína fé.
A maior parte do que Walker discute está declarado na frase "Religião Secular da Mentira", que faz parte do título. O que isto parece indicar é o simples facto de que, como forma de obter e manter o poder, os líderes usam de decepção.
Isto é primeiramente ilustrado referenciando o livro de George Orwell "1984", com o seu famoso lema governamental "Liberdade é Escravidão".
O seu ponto é o de mostrar como, com a simples alteração do significado que as pessoas associam às palavras ou aos conceitos, muda-se a sua forma de pensar e a forma de olhar para o mundo. Repete isso de forma eficiente e terás o controle da população.
Uma discussão infelizmente breve é feita em redor da forma como isto foi feito na URSS, mas muito pouco é dito sobre a forma como isto está a ser feito nos Estados Unidos com o declínio dos padrões educacionais e o relativismo moral.
Ambos os tópicos necessitam de maior exposição no contexto do século 21.
Em vez disso, Walker leva-nos para o mundo das seitas do poder de Hitler, Mussolini e Estaline, com especial ênfase na Alemanha Nazi e na Itália Fascista. Aqui, ele mostra como a maior parte do registo histórico foi enlameado por educadores e historiadores que ignoram o que foi escrito durante nos anos 1930 - que demonstram que a maior parte do que fomos levados a acreditar não é verdade.
Os Nazis não são Fascistas e a Alemanha Nazi nem sempre foi inimiga mortal do regime de Estaline. O pacto de não-agressão entre Alemães e Soviéticos fica, assim, muito bem explicado; a fome de poder dos sistemas políticos, que eram tão similares apesar das suas fachadas distintas, torna-se óbvia.
Depois de discutir estes tópicos com grande detalhe, Walker dá início à examinação da relação Judaico-Cristã através da História, começando em Roma, passando pela Idade Média e acabando na 2ª Grande Guerra. Como um realista, Walker assevera que os Judeus e os Cristãos não são diferentes do resto da humanidade - capazes de fazer o bem e fazer o mal, cometer erros e corrigirem-se a eles mesmos. Ele sugere que, em jeito de análise, houve mais coisas boas do que coisas más, o que provavelmente está correcto.
Particularmente importante é o seu tratamento da posição da Igreja Católica durante a Idade Média, que se diferenciava do comportamento dos oportunistas políticos e dos líderes mafiosos.
De modo breve ele discute o mito da Espanha tolerante durante a ocupação muçulmana, o papel dos Cristãos no avanço científico e a sua contribuição na ascensão do método cientifico moderno.
Ainda mais importante é a secção contendo a discussão de Walker em como o declínio da fé Cristã, e o aumento da imoralidade - durante os finais do século 19 e princípios do século 20 - permitiram que o Nazismo chegasse ao poder. De forma cuidada e detalhada, Walker mostra como os Nazis perseguiram os Cristãos da mesma forma que perseguiram os Judeus uma vez que no seu âmago, o Nazismo era uma religião secular - venerando o homem no lugar de Deus.
Walker ilustra também a íntima ligação entre o Nazismo, o Islão e, de certa forma, o Hinduísmo militante.
Esta discussão culmina numa examinação de assuntos em torno do bem e do mal na sociedade, e como segundo esta metodologia, a psicologia é a forma errada de examinar o comportamento de pessoas como Hitler.
Embora mais uma vez isto nos leve de volta para algumas investigações históricas, consequentemente isto leva-nos para o estudo do que está no cerne da questão, isto é, a relação entre o poder e o abuso. Isto culmina numa discussão em torno do porquê os regimes sedentos de poder não gostarem da religião Judaico-Cristã e da forma como eles propagam os mitos de ódio para os seus próprios propósitos.
Walker finaliza cobrindo a relação Judaico-Cristã nos Estados Unidos, alguns factos em torno dos Puritanos, e a relação entre vários Pais Fundadores com o Judaísmo e o Cristianismo.
* * * * * * *Este ódio que os totalitários e "revolucionários" nutrem pelo pela fé Judaico-Cristã não é acidental, coisa que mesmo os não-esquerdistas e não-Cristãos certamente já notaram. Existem princípios Bíblicos que jogam contra a sede de poder dos ditadores, sendo o mais óbvio a existência Duma Autoridade Moral acima do Estado. Como os sedentos de poder querem para si o papel de "autoridade suprema" [algo que muitos deles não são tímidos em afirmar], a noção de Alguém acima do Estado é perfeitamente repugnante.
Aqui o crítico pode afirmar que o islão - que Walker coloca do lado dos sinisteristas - também acredita que o seu deus está acima do Estado, mas isto não é assim tão linear. No islão, o líder (califa) da comunidade muçulmana ("Ummah") é também o líder religioso. Ou seja, no islão, não há maior autoridade que o califa porque ele, supostamente, já está a fazer o que o deus do islão ordena. No islão não há "divisão de poderes"; todo o poder está na mão do califa ["Estado"].
Levando isto em conta, é fácil entender o fascínio que Hitler nutria pelo islão:
Foi nosso infortúnio estarmos sob a religião errada. A religião maometana seria muito mais compatível connosco do que o Cristianismo. Porque é que teve que ser o Cristianismo com a sua mansidão e flacidez?Como consequência do seu apreço pelo islão, Hitler desdenhou um dos momentos mais importantes da História europeia apenas e só porque a superior civilização ocidental foi salva da invasão maometana quando Carlos Martel derrotou os seus exércitos na Batalha de Tours:Adolfo Hitler - 28 de Agosto de 1942
Se Carlos Martel não tivesse sido vitorioso em Poitiers - como sabes, o mundo havia já caído nas mãos dos Judeus; o Cristianismo é uma coisa sem força! - então provavelmente nós teríamos sido todos convertidos ao maometanismo (islão), a fé que glorifica o heroísmo e abre o 7º Céu apenas e só para o guerreiro valoroso.
Se as coisas tivessem evoluído assim, as tribos Germânicas teriam conquistado o mundo. Apenas o Cristianismo impediu-os de fazer isso. (Adolfo Hitler - 28 de Agosto de 1942)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
"Ex"-terrorista chora ao dar posse à "comissão" que vai "investigar" crimes da ditadura
O que a esquerdalha brasileira está a fazer com este gesto é garantir que as vozes conservadoras e militares sejam intimidadas até perderem peso social. A presidente brasileira Dilma Rousseff emocionou-se nesta quarta-feira, em Brasília, ao dar posse à Comissão da Verdade que ao longo dos próximos dois anos vai investigar os crimes da ditadura brasileira.Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, só o nome desta "comissão" mostra que nada mais é que propaganda. Se é a verdade que se quer averiguar, nenhum dos lados deveria começar auto-intitulando-se como a "comissão da verdade".
“Não nos move o revanchismo, o ódio nem o desejo de reescrever a história,É exactamente isso que move a esquerda militante através desta "comissão". Eles tem ódio aos militares, querem reescrever a história e querem vingança pelo facto dos militares terem atrasado o avanço do esquerdismo no Brasil.
mas mostrar o que aconteceu, sem camuflagem, sem vetos, por isso, muito me alegra estar acompanhada por todos os presidentes que me antecederam”, disse, perante José Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva.Se o propósito é mostrar o que aconteceu, então esta "comissão" tem que identificar e revelar que tipo de forças os militares combatiam. Esta ditadura não surgiu no vazio; ela tem um contexto e teve um propósito claro - impedir o avanço do comunismo assassino (o mesmo que causou mais de 100,000 mortes em Cuba, fora os mais de 100 milhões no resto do mundo).
Durante a ditadura militar (1964-1985), Dilma esteve presa três anos e foi torturada [sic].Eis aqui uma foto da Dilma depois de ter sido "torturada":
Reparem nas cicatrizes, nas mazelas e no esforço que ela tem de fazer para estar sentada. Sinceramente, esta é a cara de quem foi "torturada"?
O Brasil esperou décadas por uma investigação.
E ao dar posse oficial aos sete nomes que escolheu para liderar esse trabalho, a Presidente chorou: “A desinformação não ajuda a apaziguar. A sombra e a mentira não são capazes de promover a concórdia. O Brasil e a nação merecem a verdade.Se isto fosse verdade, a Dilma e a esquerdalha não identificaria esta comissão como a "comissão da verdade" uma vez que isso demonstra que ela Já SABE a verdade.
É como se disséssemos que existem filhos sem pais, mortos sem túmulos. Nunca, nunca mesmo pode existir uma voz sem história.Esperamos então que as vozes das pessoas que foram atacadas pela guerrilha esquerdista sejam ouvidas e os perpetradores se sentem como réus nesta "comissão da verdade".
Uma frase que se atribui a Galileu Galilei diz que ‘a verdade é filha do tempo, e não da autoridade’. Eu diria que a força pode esconder a verdade, mas o tempo acaba por trazer a luz, e esse tempo chegou.”Por "verdade" entenda-se "a verdade que a esquerda deseja". Eles não vão tocar nos crimes da guerrilha nem mostrar como um dos propósitos da "ditadura" brasileira era o de impedir o avanço dos comunistas.
A lista de sete nomes inclui a advogada que defendeu Dilma na ditadura Rosa Maria Cardoso da Cunha, aplaudida de pé durante a cerimónia, quando o seu nome foi chamado.Ou seja, alguém ideologicamente próxima da esquerda militante vai ser uma das "comissárias" no processo de "averiguação" da "verdade". E embora se esteja a analisar os factos, a "comissão" antecipadamente atribui a si mesma o título de "comissão da verdade". Ainda não foi feita a análise mas já se sabe onde está a verdade. Brilhante
* * * * * * *
O que a Dilma e os esquerdistas estão a fazer aqui é o que os militares deveriam ter feito em relação aos comunistas: indoutrinar a nação contra a ideologia inimiga. A diferença fulcral é que enquanto que a "comissão da verdade" vai contar apenas parte da história (como forma de impedir a população de tomar conhecimento dos crimes das guerrilhas), os militares de 64 teriam apenas que citar factos para mostrar como o esquerdismo é assassino, intolerante e ladrão.
Infelizmente, e como diz o Olavo, os militares não se aperceberam que a guerra também era na cultura e como resultado ficaram anos no poder sem ilustrar ao povo o que eles viam como o motivo da ditadura.
Outra coisa que convém notar é o alegado número de mortos. Em 20 anos de "ditadura" 400 pessoas alegadamente inocentes perderam a sua vida. Não sendo algo que justifique ou minimize a morte de inocentes, 400 é provavelmente o número que Stalin, Mao ou mesmo o amigo da Dilma, Fidel Castro, mataram num só dia.











