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quinta-feira, 17 de maio de 2012

"Ex"-terrorista chora ao dar posse à "comissão" que vai "investigar" crimes da ditadura

O que a esquerdalha brasileira está a fazer com este gesto é garantir que as vozes conservadoras e militares sejam intimidadas até perderem peso social.
A presidente brasileira Dilma Rousseff emocionou-se nesta quarta-feira, em Brasília, ao dar posse à Comissão da Verdade que ao longo dos próximos dois anos vai investigar os crimes da ditadura brasileira.
Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, só o nome desta "comissão" mostra que nada mais é que propaganda. Se é a verdade que se quer averiguar, nenhum dos lados deveria começar auto-intitulando-se como a "comissão da verdade".
Não nos move o revanchismo, o ódio nem o desejo de reescrever a história,
É exactamente isso que move a esquerda militante através desta "comissão". Eles tem ódio aos militares, querem reescrever a história e querem vingança pelo facto dos militares terem atrasado o avanço do esquerdismo no Brasil.
mas mostrar o que aconteceu, sem camuflagem, sem vetos, por isso, muito me alegra estar acompanhada por todos os presidentes que me antecederam”, disse, perante José Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva.
Se o propósito é mostrar o que aconteceu, então esta "comissão" tem que identificar e revelar que tipo de forças os militares combatiam. Esta ditadura não surgiu no vazio; ela tem um contexto e teve um propósito claro - impedir o avanço do comunismo assassino (o mesmo que causou mais de 100,000 mortes em Cuba, fora os mais de 100 milhões no resto do mundo).
Durante a ditadura militar (1964-1985), Dilma esteve presa três anos e foi torturada [sic].
Eis aqui uma foto da Dilma depois de ter sido "torturada":

Reparem nas cicatrizes, nas mazelas e no esforço que ela tem de fazer para estar sentada. Sinceramente, esta é a cara de quem foi "torturada"?

O Brasil esperou décadas por uma investigação.
O "Brasil" ou a esquerda militante?
E ao dar posse oficial aos sete nomes que escolheu para liderar esse trabalho, a Presidente chorou: “A desinformação não ajuda a apaziguar. A sombra e a mentira não são capazes de promover a concórdia. O Brasil e a nação merecem a verdade.
Se isto fosse verdade, a Dilma e a esquerdalha não identificaria esta comissão como a "comissão da verdade" uma vez que isso demonstra que ela Já SABE a verdade.
É como se disséssemos que existem filhos sem pais, mortos sem túmulos. Nunca, nunca mesmo pode existir uma voz sem história.
Esperamos então que as vozes das pessoas que foram atacadas pela guerrilha esquerdista sejam ouvidas e os perpetradores se sentem como réus nesta "comissão da verdade".
Uma frase que se atribui a Galileu Galilei diz que ‘a verdade é filha do tempo, e não da autoridade’. Eu diria que a força pode esconder a verdade, mas o tempo acaba por trazer a luz, e esse tempo chegou.”
Por "verdade" entenda-se "a verdade que a esquerda deseja". Eles não vão tocar nos crimes da guerrilha nem mostrar como um dos propósitos da "ditadura" brasileira era o de impedir o avanço dos comunistas.
A lista de sete nomes inclui a advogada que defendeu Dilma na ditadura Rosa Maria Cardoso da Cunha, aplaudida de pé durante a cerimónia, quando o seu nome foi chamado.
Ou seja, alguém ideologicamente próxima da esquerda militante vai ser uma das "comissárias" no processo de "averiguação" da "verdade". E embora se esteja a analisar os factos, a "comissão" antecipadamente atribui a si mesma o título de "comissão da verdade". Ainda não foi feita a análise mas já se sabe onde está a verdade. Brilhante

* * * * * * *

O que a Dilma e os esquerdistas estão a fazer aqui é o que os militares deveriam ter feito em relação aos comunistas: indoutrinar a nação contra a ideologia inimiga. A diferença fulcral é que enquanto que a "comissão da verdade" vai contar apenas parte da história (como forma de impedir a população de tomar conhecimento dos crimes das guerrilhas), os militares de 64 teriam apenas que citar factos para mostrar como o esquerdismo é assassino, intolerante e ladrão.

Infelizmente, e como diz o Olavo, os militares não se aperceberam que a guerra também era na cultura e como resultado ficaram anos no poder sem ilustrar ao povo o que eles viam como o motivo da ditadura.

Outra coisa que convém notar é o alegado número de mortos. Em 20 anos de "ditadura" 400 pessoas alegadamente inocentes perderam a sua vida. Não sendo algo que justifique ou minimize a morte de inocentes, 400 é provavelmente o número que Stalin, Mao ou mesmo o amigo da Dilma, Fidel Castro, mataram num só dia.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Peru: Curandeiro com 180 caveiras em casa

A polícia peruana descobriu na segunda-feira 180 crânios humanos que estavam na posse de um curandeiro, que foi detido no centro de Lima.

As autoridades do Peru informaram que os crânios eram utilizados em sessões de espiritismo e magia negra e eram comercializados pelo curandeiro, identificado como Augusto Cisneros Quispecondori, de 31 anos.

A polícia está a investigar a origem dos crânios, que terão sido roubados do cemitério local, e confiscou também produtos que se encontravam na posse do curandeiro "sem licença" para comercialização, como polvos alegadamente mágicos.

O curandeiro incorre numa pena de prisão até seis anos, por tráfico de restos humanos e ofensa à memória dos mortos.


Segundo o multiculturalismo, não há nada de errado com esta práctica uma vez a crítica a culturas alheias assume que a nossa é melhor ou "a certa". No mundo pós-moderno, os conceitos de certo e errado são construções abstractas e voláteis (excepto quando nós somos vitimizados).

Pior do que isto é saber que governos que supostamente deveriam trabalhar para manter a sanidade mental da sociedade que os elegeu, dão apoio a religiões pagãs como forma de atacar a influência Cristã no mundo ocidental.

Multiculturalismo

sábado, 12 de março de 2011

Dilma defende religiões africanas mas esquece-se dos Católicos

Brasil condena intolerância religiosa na ONU

Apenas as religiões africanas e a fé Bahai foram citadas

Júlio Severo
A missão brasileira na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra fez nesta quinta-feira uma declaração enfática, condenando a intolerância religiosa no mundo. O posicionamento foi manifestado durante a sessão sobre “liberdade de religião e crenças” do Conselho de Direitos Humanos, cuja 16ª reunião ocorre desde o final de Fevereiro.
A declaração oficial, lida na sessão principal do dia no Conselho de Direitos Humanos, diz: “O Brasil deplora veementemente todas as ações de discriminação e incitação ao ódio religioso que vêm ocorrendo em várias partes do mundo. Muitas vidas inocentes foram perdidas por causa da intolerância e da ignorância”.
Embora o Brasil seja o maior país católico do mundo, os representantes do governo da Dilma na ONU não se lembraram de deplorar o assassinato na semana passada do católico Shahbaz Bhatti, único ministro cristão no governo do Paquistão. Os diplomatas brasileiros também não se lembraram de mencionar os quase 200 mil assassinatos por ano de cristãos no mundo inteiro. A maioria desses assassinatos é cometida em países muçulmanos. Em segundo lugar, vem o marxismo.

Mesmo sendo o Cristianismo hoje de longe a religião mais perseguida no mundo, o documento do governo da Dilma só mostrou uma preocupação selectiva do Brasil com a situação dos seguidores de certas religiões que são alvos de discriminação em diversas partes do mundo, como as crenças de origem africana e a fé Bahai. “O Brasil reitera seu compromisso de assegurar uma sociedade plural, tolerante e livre. A liberdade de religião e de crenças é um direito fundamental garantido pela Constituição do país”.
De acordo com a revista Veja, o texto é uma das acções mais representativas do Brasil em um importante fórum internacional nos últimos ano, mostrando que o Brasil está “dando mais importância aos direitos humanos”.
Contudo, embora a estratégia tenha mudado, o que o governo da Dilma fez foi prosseguir a política do governo Lula, que já vinha defendendo abertamente na ONU o candomblé e outras religiões afros.
Com informações da revista Veja.

Do ponto de vista do marxismo cultural, faz todo o sentido ignorar o sofrimento dos cristãos de todo o mundo, uma vez que o Cristianismo é inimigo do marxismo. Não interessa à Dilma nem ao Sócrates colocar os cristãos na posição de vítimas sob pena destes poderem daí retirar dividendos políticos. É isso que os homossexuais tem feito com estrondoso sucesso: colocarem-se na posição de "vítimas" como forma de avançar com legislação que proteja o seu estilo de "vida".

Há alguns dias atrás ficamos a saber que a União Europeia também tem dificuldades em condenar ataques terroristas quando as vítimas são cristãos. A ONU, uma das maiores organizações marxistas culturais do mundo, não lhes fica atrás.

O Cristianismo é um obstáculo a remover, segundo os marxistas culturais, portanto, o que Dilma fez faz todo o sentido.

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