O que a esquerdalha brasileira está a fazer com este gesto é garantir que as vozes conservadoras e militares sejam intimidadas até perderem peso social. A presidente brasileira Dilma Rousseff emocionou-se nesta quarta-feira, em Brasília, ao dar posse à Comissão da Verdade que ao longo dos próximos dois anos vai investigar os crimes da ditadura brasileira.Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, só o nome desta "comissão" mostra que nada mais é que propaganda. Se é a verdade que se quer averiguar, nenhum dos lados deveria começar auto-intitulando-se como a "comissão da verdade".
“Não nos move o revanchismo, o ódio nem o desejo de reescrever a história,É exactamente isso que move a esquerda militante através desta "comissão". Eles tem ódio aos militares, querem reescrever a história e querem vingança pelo facto dos militares terem atrasado o avanço do esquerdismo no Brasil.
mas mostrar o que aconteceu, sem camuflagem, sem vetos, por isso, muito me alegra estar acompanhada por todos os presidentes que me antecederam”, disse, perante José Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva.Se o propósito é mostrar o que aconteceu, então esta "comissão" tem que identificar e revelar que tipo de forças os militares combatiam. Esta ditadura não surgiu no vazio; ela tem um contexto e teve um propósito claro - impedir o avanço do comunismo assassino (o mesmo que causou mais de 100,000 mortes em Cuba, fora os mais de 100 milhões no resto do mundo).
Durante a ditadura militar (1964-1985), Dilma esteve presa três anos e foi torturada [sic].Eis aqui uma foto da Dilma depois de ter sido "torturada":
Reparem nas cicatrizes, nas mazelas e no esforço que ela tem de fazer para estar sentada. Sinceramente, esta é a cara de quem foi "torturada"?
O Brasil esperou décadas por uma investigação.
E ao dar posse oficial aos sete nomes que escolheu para liderar esse trabalho, a Presidente chorou: “A desinformação não ajuda a apaziguar. A sombra e a mentira não são capazes de promover a concórdia. O Brasil e a nação merecem a verdade.Se isto fosse verdade, a Dilma e a esquerdalha não identificaria esta comissão como a "comissão da verdade" uma vez que isso demonstra que ela Já SABE a verdade.
É como se disséssemos que existem filhos sem pais, mortos sem túmulos. Nunca, nunca mesmo pode existir uma voz sem história.Esperamos então que as vozes das pessoas que foram atacadas pela guerrilha esquerdista sejam ouvidas e os perpetradores se sentem como réus nesta "comissão da verdade".
Uma frase que se atribui a Galileu Galilei diz que ‘a verdade é filha do tempo, e não da autoridade’. Eu diria que a força pode esconder a verdade, mas o tempo acaba por trazer a luz, e esse tempo chegou.”Por "verdade" entenda-se "a verdade que a esquerda deseja". Eles não vão tocar nos crimes da guerrilha nem mostrar como um dos propósitos da "ditadura" brasileira era o de impedir o avanço dos comunistas.
A lista de sete nomes inclui a advogada que defendeu Dilma na ditadura Rosa Maria Cardoso da Cunha, aplaudida de pé durante a cerimónia, quando o seu nome foi chamado.Ou seja, alguém ideologicamente próxima da esquerda militante vai ser uma das "comissárias" no processo de "averiguação" da "verdade". E embora se esteja a analisar os factos, a "comissão" antecipadamente atribui a si mesma o título de "comissão da verdade". Ainda não foi feita a análise mas já se sabe onde está a verdade. Brilhante
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O que a Dilma e os esquerdistas estão a fazer aqui é o que os militares deveriam ter feito em relação aos comunistas: indoutrinar a nação contra a ideologia inimiga. A diferença fulcral é que enquanto que a "comissão da verdade" vai contar apenas parte da história (como forma de impedir a população de tomar conhecimento dos crimes das guerrilhas), os militares de 64 teriam apenas que citar factos para mostrar como o esquerdismo é assassino, intolerante e ladrão.
Infelizmente, e como diz o Olavo, os militares não se aperceberam que a guerra também era na cultura e como resultado ficaram anos no poder sem ilustrar ao povo o que eles viam como o motivo da ditadura.
Outra coisa que convém notar é o alegado número de mortos. Em 20 anos de "ditadura" 400 pessoas alegadamente inocentes perderam a sua vida. Não sendo algo que justifique ou minimize a morte de inocentes, 400 é provavelmente o número que Stalin, Mao ou mesmo o amigo da Dilma, Fidel Castro, mataram num só dia.


