Mostrar mensagens com a etiqueta Feias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feias. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Como o feminismo destrói a beleza feminina

Já foi observado por várias pessoas que as mulheres feministas são, em média, menos atraente que as mulheres normais. A pergunta que ainda pode ficar por responder é se isto acontece por acaso ou por design.  O editor do blogue é de opinião que a segunda opção está mais de acordo com as evidências disponíveis.

Cabeça semi-rapada é aviso para se ficar o mais longe possível dela.



























A auto-destruição da mulher ocidental avança tal como planeado.

Fonte das fotos: 8chan /pol/Age Of Shitlords, e Antes Depois Da Federal.
------------------------------

- Minds.com
- Medium.com

domingo, 2 de março de 2014

Maria Kang e o ódio às mulheres que cuidam do seu corpo

Uma mulher da Califórnia, entusiasta de fitness e mãe de três rapazes, entrou em modo de defesa depois duma foto sua ter gerado um rol imenso de críticas no Facebook e ela ter sido acusada de envergonhar as mulheras gordas ["fat shamming"]. 

Na foto, Maria Kang, de 32 anos, aparece com um sutiã desportivo e uns calções pequenos - revelando uma figura incrivelmente tonificada e abdominais definidos - ao mesmo tempo que está rodeada pelos seus três filhos, hoje com 1, 3 e 4 anos de idade. Pairando  por cima da sua cabeça está a pergunta, "Qual é a tua desculpa?" [“What’s your excuse?”].

A foto tornou-se viral - com mais de 16 milhões de visualizações no Facebook - e gerou mais de 12,000 comentários. E embora a maior parte dos comentários tenham sido de apoio, ao estilo "assim é que é, miúda!", muitas outros foram enervados ataques pessoais ao assunto da foto, qualificando Maria com nomes que iam desde "detestável" e "falsa", e até péssima mãe e até intimidadora.

Mas Kang, numa entrevista exclusiva à Yahoo Shine, disse que fazer com que as mulheres se sentissem mal com elas mesmas é exactamente o contrário do que ela queria. "Queria inspirar as pessoas," disse ela, acrescentando que as palavras "Qual é a tua desculpa?" nada mais eram que populares palavras emprestadas que têm sido usadas em várias campanhas de “fitspiration”.

O que eu queria dizer era algo do tipo 'Eu sei que tu pensas que não tens tempo se por acaso tens filhos. Mas se eu consigo, tu também consegues'.

Maria Kang, do Sacramento, Califórnia, é uma antiga pageant queen e concorrente de aptidão ["fitness competitor"] que em 2007 fundou uma organização sem fins lucrativos com o nome de "Fitness Without Borders". Ela é também uma bulímica em recuperação. Kang diz que entende o porquê de algumas pessoas terem reagido duma forma tão defensiva:

Eu acho que as pessoas lutam contra o seu peso. E quando a isso se adiciona o facto de ser mãe - e a pressão que encaramos para obtermos tudo e ainda sermos tudo, incluindo pessoas em forma - as expectativas são bastante elevadas. Eu acho que algumas mães olharam para a foto e pensaram "Isto é ridículo".

Mas mesmo assim, diz Kang, "Senti uma frustração enorme. Ser chamada de péssima mãe e má pessoa realmente causou mágoa em mim."

Embora ela tenha postado a sua foto no Facebook há mais de um ano, Kang reparou que ela começou a ser mais partilhada nos últimos tempos e que ela estava a gerar um turbilhão de comentários negativos dirigidos a Kang. Devido a isso, ela voltou a postar a sua foto na sua conta do Facebook, para os seus 72,000 seguidores, associando a ela um pedido de desculpas - que, diz ela, na verdade é uma "não-desculpa":

Sinto muito que vocês tenham pegado numa imagem e que a tenham ressoado duma forma não negativa. Não entrarei em detalhes mas eu batalhei com a minha genética, desordens alimentares, trabalhar a tempo inteiro sendo dona de dois negócios, não tendo um ama-seca para os meus filhos, não sendo naturalmente magra e por não trabalhar como uma personal trainer. O que eu VOU dizer é isto: a forma como vocês interpretam as coisas não é problema meu. É vosso. O primeiro passo para que vocês possam tomar posse das vossas vidas, do vosso corpo e do vosso destino e TOMAR POSSE dos pensamentos que procedem da vossa própria cabeça. Não fui eu que os criei. Foram vocês. Portanto, se vocês querem continuar a "odiar" esta imagem, habituem-se a odiar muitas outras coisas para o resto das vossa vidas.

Este post gerou um frenesim de respostas negativas, incluindo:

- "Essas coisas pequenas e preciosas precisam muito mais duma mãe do que tu teres músculos glamorosos"
- "Não é que eu precise duma desculpa, sua idiota hipócrita, mas eis a minha . . .  fibromialgia."
- "Tu fazes parte do problema de envergonhamento de corpos que está a ocorrer na América do Norte e em outras partes do mundo."
- "Tu és uma intimidadora com um sentido super inchado de ti própria"

Muitos outros, no entanto, colocaram-se do lado de Kang afirmando coisas como "Nunca peças desculpa" e "Deixem a mulher em paz e cuidem das vossas vidas" e "Muito bem!" Como consequência do dilúvio de mensagens, Kang viu-se forçada a uma página FAQ sobre a sua vida pessoal, lugar onde ela respondeu a muitas das críticas e acusações que já se tornaram comuns na sua vida. Por exemplo,

* "Tu trabalhas?" (Sim, ela tem duas pequenas instalações residenciais para os idosos).
* "Tens alguma ama-seca?" (Não)
* "Esses filhos são teus?" ("Tenho que admitir que este foi o comentário mais cómico. Obviamente, os meus filhos têm tanto a aparência da mãe como do pai", escreve ela. "Tenho origens Malais, Chinesas e Filipinas. O meu marido é branco com origens Alemãs, Francesas, Norueguesas e Espanholas. Todos eles são meus filhos.")

Kang diz que faz exercício entre 5 a 6 dias por semana, o que inclui meia hora de treino muscular e meia hora de cárdio - correr, escadas, spin ou a aula de Zumba. Ela acrescenta ainda que, embora possa parecer espantoso que ela consiga fazer exercício de maneira regular ao mesmo tempo que educa 3 crianças, ela estrutura o seu tempo de maneira que tudo funcione. Ela não vê televisão, acorda às 6 da manhã, e enquanto está no parque com as crianças, "Estou a treinar. Não chego lá e sento-me com o meu iPhone." Para além disso, ela obtém bastante ajuda do seu marido David Casler.

Casler, que sofreu uma traumática lesão cerebral num ataque bombista no Iraque, onde ele trabalhou como segurança privado, já não é capaz de trabalhar. Em vez disso, ele faz voluntariado com a organização "Team Rubicon", que oferece ajuda em zonas de calamidade.

Esta não foi a primeira vez que uma mãe voltada para o treino físico causou comoção nas redes sociais. No mês passado, uma mãe-caseira de Los Angeles recebeu uma enxurrada de críticas depois de ter postado fotos suas a levantar pesos durante o treino CrossFit.

Kang conclui dizendo que muitas coisas da vida envolvem o controle da mente sobre a matéria - quer seja a recuperar de uma ataque como aquele que o seu marido sofreu, ou permanecer em forma ao mesmo tempo que se educam três rapazes. "Realmente, tudo se centra no sítio onde tu tens a tua mente," disse ela em referência às variadas formas como a sua foto foi interpretada.

Só espero que a pessoa que se sinta realmente sobrepujada possa ver que ela pode controlar o seu destino, e saber que não há desculpas para não se ter tempo para si própria.

* * * * * * *
Maria Kang foi vitima da polícia de pensamento feminista e "feministizada" que monitoriza as redes sociais - e a sociedade em si -  de modo a que nenhum pensamento ou imagem que de alguma forma coloca responsabilidade sobre os ombros das mulheres se torne demasiado popular ou "aceite". Responsabilizar algumas mulheres pelo facto delas terem peso a mais não é mais aceitável.

As mulheres bonitas, sendo o alvo preferencial da atenção masculina, são um dos muitos alvos do movimento feminista; reduzir o padrão de beleza das mulheres é muito importante para o movimento feminista visto que, quanto mais bonita for a mulher, mais atenção e cuidados ela terá dos homens, e menos ela irá precisar de depender do movimento feminista.

Portanto, o rejeição do "fat shamming" não ocorre porque as feministas se preocupam com as mulheres mas sim porque as feministas querem manter as mulheres dentro do movimento feminista.





quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O ataque às preferências masculinas

Elihu revela a verdade sobre o "padrão injusto".

Imaginem que uma mulher diz o seguinte:

“Quero casar com um homem que ganhe mais dinheiro que eu.”

“Eu nunca teria uma relação com um homem mais baixo que eu”

“Eu só tenho encontros românticos com [advogados/profissionais/músicos/homens destacados].”

Alguém tem algum tipo de objecção moral a alguma destas frases? Eu não. Certamente que mulher alguma sentiria algum tipo de vergonha em admiti-las publicamente.

Agora imaginem que estamos num lugar com homens e mulheres, e um homem diz isto

“Quero que a minha esposa fique em casa a cuidar dos filhos enquanto eu trabalho.”

“Não sou o homem mais bonito do mundo, mas nunca teria qualquer tipo de envolvimento com uma mulher feia.”

“Sei que já dormi com muitas mulheres, mas quero-me casar com uma virgem.”

“Não me quero casar com uma mulher da minha idade. Ew.”

Só vos digo isto: as sobrancelhas subiriam até níveis *altíssimos*.

Durante o curso da minha vida fui várias vezes acusado de ter um padrão duplo. No passado, eu engordei um bocado mas só queria envolver-me com mulheres em forma. Sou um homem promíscuo mas nunca me casaria com uma mulher promiscua. Agora que tenho 27 anos, não me vejo a ter encontros românticos com mulheres da minha idade para o resto da minha vida.

Sempre que eu digo isto em público, o que acontece ocasionalmente quando eu estou com um estado de espírito irreverente, sofre um coro de denuncias. Sou proclamado culpado pelo hediondo crime de PADRÃO DUPLO.

Mas como o primeiro grupo de exemplos demonstra, as feministas e os homens feministas não têm qualquer tipo de problemas com o padrão duplo. Eu tenho uma amiga que só faz sexo com jogadores da NHL, apesar dela não ser uma jogadora da NHL. Como é que ela se atreve a colocar os amantes num patamar que ela mesma não consegue atingir! Claramente, isto não acontece por um motivo de princípios.

A resposta: “Padrão Duplo" é código para Padrão Masculino.

Existem algumas qualidades que os homens valorizam mais nas mulheres, do que as mulheres nos homens: beleza física, juventude, castidade, capacidade de criar filhos. Homens destacados irão naturalmente tentar ter envolvimento sério com uma mulher que satisfaça estes requisitos.

Mas o valor do homem é determinado através de outros factores, tais como o status, a dominância social, o poder, o dinheiro e as conquistas. Inevitavelmente, os homens de valor elevado irão perseguir mulheres mais castas e mais capazes de mudar fraldas do que eles.

Quando as feministas gritam "Padrão duplo!", tudo o que elas querem é condicionar os homens destacados a colocar as mulheres feias, velhas, masculinizadas e promiscuas ao mesmo nível das mulheres bonitas, jovens, femininas e castas. E eu sinceramente não sei o porquê delas tentarem fazer isso. Será que alguém me pode ajudar nesta questão "difícil" ?


* * * * * * *

Embora discordando com o facto de Elihu se identificar como um homem promíscuo mas mesmo assim só pensar em casar com mulheres castas (isto é uma decisão moral distinta da natural preferência masculina por mulheres castas quando se fala em casamento), o que ele diz está essencialmente correcto: as feministas não só querem querem reduzir a beleza objectiva das mulheres bonitas, como querem condicionar TODOS os homens a olhar para TODAS as mulheres como "bonitas".

Isto, para além de ser um condicionamento injusto e limitador, é uma tentativa frustrada de controlar as preferências masculinas; só que esta tentativa é frustrada porque as mesmas não estão sujeitas a pressões sociais, mas estão firmemente embutidas na psicologia masculina.

(Até os homens esquerdistas preferem mulheres com um padrão de beleza e um estilo de vida longe do ideal propagado pelas feministas.)




terça-feira, 29 de outubro de 2013

O feminismo como um ataque à beleza feminina


Um dos objectivos não-declarados do feminismo é gerar nos homens sentimentos de culpa por estes considerarem algumas mulheres mais bonitas que as outras. As feministas, que se encontram na secção mais feia do espectro da beleza feminina, querem redefinir o conceito de beleza de modo a que elas sejam consideradas tão meritórias como as mulheres que são genuinamente bonitas.

Uma das formas de remover o valor estético das mulheres bonitas é enganando-as e fazendo-lhes acreditar que aquilo que os homens qualificam de objectivamente bonito nas mulheres nada mais é uma "construção social" subjectiva. Logo:
  • Ser elegantemente magra não é algo de belo; ser gorda é que é.
  • O cabelo longo não torna a mulher mais bonita; o cabelo curto à tropa ou cabelo curto masculinizado é que faz isso.
  • A pele impecável e cremosa não é digno das mulheres: ter tatuagens de caveiras e frases de teor obsceno é que dignificam o corpo feminino.
  • Saltos altos são feios; a mulher fica mais "atraente" andando de sandálias e sapatos próprios para os homens.
E assim por diante.

Ao mesmo tempo que as mulheres (desproporcionalmente lésbicas) da elite feminista se dedicam a fazer uma lavagem cerebral à população idiotizada, elas vão sendo bem sucedidas em enganar as mulheres bonitas de modo a que estas se tornem vítimas das tendências narcisistas que se encontram no seu ADN privilegiado. Quando estas mulheres bonitas dão início ao seu processo de auto-destruição estético (através da obesidade, dos cortes de cabelo pouco femininos e das tatuagens satânicas), elas não encontram qualquer tipo de resistência por parte da cultura.

Como consequência disso, passamos a ter mais "igualdade" na beleza feminina onde o próprio conceito de beleza foi violado e destruído. As mulheres menos belas são consequentemente (e artificialmente) colocadas ao mesmo nível das mulheres mais belas, e qualquer tentativa de se fazer aquilo que as mulheres fazem com os homens - isto é, separar os homens bonitos dos feios - é recebido com acusações de "machismo", "patriarcalismo" e até "apologia ao estupro".

"Beleza" feminista
A mesma ideia também se aplica ao sexo. Os homens foram criados com a tendência natural de não querer casar com mulheres promiscuas uma vez que elas são mais susceptíveis de levar a cabo uma traição (e, consequentemente, de aumentar as probabilidades dele investir os seus recursos em filhos que podem muito bem não ser seus). Por mais "divertido" que seja ter relações sexuais efémeras e inconsequentes com mulheres promiscuas, os homens irão sempre preferir casar com mulheres mais virginais e mais castas.

Mas quando se cria uma cultura onde a promiscuidade feminina é encorajada, celebrada e financiada (aborto), ao mesmo tempo que é dito às mulheres que elas podem dormir com quantos homens quiserem sem que isso modifique a opinião que os homens têm delas, é dado outro passo enorme rumo ao descalabro social. (E esse é o objectivo)

Como consequência destas medidas - desvalorização da beleza feminina e remoção de todo os estigmas sociais e religiosos associados à promiscuidade feminina - os homens actuais não só se vêm rodeados de mulheres que propositadamente anulam a sua beleza feminina, mas também se vêem rodeados de mulheres que erradamente acham que "o poder feminino" é aumentado à medida que ela vai disponibilizando o seu corpo a uma série de homens que olham para ela como nada mais que um pedaço de carne ambulante.

As feministas estão a ser bem sucedidas no seu propósito de diminuir a qualidade estética e o valor marital das mulheres ocidentais.

Vejam este vídeo gravado no momento exacto em que uma jovem cheia de tatuagens é confrontada pelos dois homens com quem ela mantinha relações sexuais.


Notaram em algo estranho? Ela nem se importa que tenha sido qualificada de "slut" (vadia, promiscua, etc) pelos homens que a apanharam na traição. Aparentemente ela não sente qualquer tipo de vergonha ou de culpa, e se nós olharmos atentamente para os seus gestos, parece que ela está fazer algo com o seu iPhone (provavelmente a mandar uma mensagem para um outro parceiro sexual). 

Ela sai da casa, sem qualquer tipo de remorso por ter tido relações sexuais fora do casamento com (pelo menos) dois homens diferentes, e continuará a sua senda de sexo casual com o próximo pobre coitado que a aceitar como "namorada". Claro que ele, também promíscuo (o que é tão errado como a promiscuidade feminina), não terá muito por onde escolher entre as mulheres actuais; como consequência disto, ele será levado a aceitar o passado sexual promíscuo da sua namorada visto que a maior parte das mulheres estão-se a tornar em promiscuas tatuadas.

O movimento que visa acabar com o "slut-shamming" (literalmente, "envergonhar as mulheres promiscuas") tem sido bem sucedido porque em vez dos homens escolherem as mulheres com base na beleza e na virtude (algo que é direito dos homens), eles vêem-se reduzidos a escolher companheiras entre as tatuadas promiscuas.

Para se ter noção do quão socialmente destrutivo o feminismo é, pensemos no que aconteceria se entre os homens surgisse um movimento social que visasse promover homens fisicamente fracos, homens sem gosto pela práctica de desporto, homens sem vontade de trabalhar, ou homens sem qualquer tipo de capacidade de estabelecer a sua liderança masculina sobre uma mulher. Quais seriam as consequências sociais de tal iniciativa? Melhor ainda, será que esse movimento receberia algum tipo de crédito junto dos próprios homens?

Quantas mulheres aceitariam que os homens lhes impusessem o que elas têm ou não têm que apreciar nos homens? Mas é precisamente isso que o movimento feminista está a tentar a fazer junto dos homens ocidentais ao impor um padrão de beleza que não só é mau para as mulheres (ao promover um estilo de vida fisicamente e espiritualmente inferior), como é uma clara tentativa de impedir que os homens exerçam o direito que eles têm de fazer juízos estéticos que estejam de acordo com a sua forma de ser.

Conclusão:

Motivada pela semântica feminista, a mulher colocou de lado a busca pela excelência física e moral, optando pela via mais fácil da destruição da sua figura feminina em nome duma luta contra a mitológica e inexistente "opressão do patriarcado". O que isto implica é que em vez de batalhar pelo aumento do seu valor marital e da sua beleza física, a mulher ocidental resolveu obedecer às suas líderes feministas (lésbicas, na sua maioria), reduzindo de forma colossal a sua própria figura feminina e a sua capacidade futura de manter um casamento estável. Todos perdem com isso - a mulher principalmente. 

Bem, talvez nem todos percam com isso.





sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


* * * * * * *
A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Feiómetro: aplicação para medir a beleza gera controvérsia

Um novo aplicativo que categoriza a feiúra das pessoas depois de fazer um scan às suas caras, gerou controvérsia nos EUA. A aplicação Ugly Meter, desenvolvida por dois homens americanos provenientes do Arizona, faz uma leitura da cara do utilizador e avalia o seu nível de atractividade.
O programa classifica a feiúra com base nos traços faciais tais como o tamanho do nariz ou a distância entre os olhos. Um dos criadores do Ugly Meter, Jo Overline, diz:
A forma como tens o cabelo ou se tens barba ou não é irrelevante. O programa centra-se na estrutura facial e como tal não há muito que se possa fazer em relação a isso. És o que és.
Alguns críticos afirmam que a aplicação é ofensiva e inapropriada, mas os criadores da mesma dizem que a mesma tem como propósito divertir as pessoas e como tal, não deveria ser levada a sério.A aplicação está disponível para iPhones e Android.
* * * * * * *
"Gerou controvérsia" é palavra em código para "padrões de beleza não sujeitos à engenharia social não são bem vindos."


quarta-feira, 25 de abril de 2012

O medo das feministas

Carreirismo feminista é plano B:
Esqueçam a ambição, segurança financeira e qualificações superiores Um controverso estudo concluiu que o verdadeiro motivo que leva as mulheres a buscar carreiras é o medo que elas têm de não serem suficientemente atraentes para encontrar um marido.

A equipa de pesquisa, composta por 3 mulheres e 2 homens, afirmou que, quando há escassez de homens, as mulheres são mais susceptíveis de escolher a pasta em vez do bebé.

Eles alegam ainda que, quanto mais normal ela for [isto é, menos atraente], mais ela é motivada para suceder no mercado de trabalho.

Há já algum tempo que foi observado que, quanto mais feia é a mulher, mais susceptível ela é de ser uma feminista. Paralelamente, foi sempre lógico que as mulheres que não conseguiam competir com outras mulheres segundo a forma tradicional tentassem alterar as regras do jogo.

Agora, temos algum tipo de evidências científicas que suportam a observação e a lógica, e isto pode ser muito útil para neutralizar a propaganda feminista que inunda as moças mais jovens desde que elas são meninas - encorajando-as a perder a sua juventude e fertilidade em busca de carreiras e não em busca de um parceiro com quem construir uma família.

A mensagem é simples e directa: o feminismo é para as derrotadas no jogo da Vida.

Fonte

* * * * * * *

O estudo aparentemente não diz (nem o autor do texto em cima diz), mas a verdade dos factos é que "não há escassez de homens" mas sim escassez de homens com vontade de casar com a mulher moderna.

Aparentemente, isto vai-se tornar num ciclo vicioso:

  • 1. Feministas indoutrinam as moças mais jovens.
  • 3. Elas, as moças, começam a acreditar que "há escassez de homens".
  • 5. Quando chegam aos 40 anos, solteiras, sem filhos, estéreis, mais feias do que no passado e amargas com a vida, tornam-se activistas feministas.
  • 6. Estas novas feministas indoutrinam a próxima geração de moças.
  • 7. Assim sucessivamente.

Obviamente, há uma forma de quebrar este ciclo mas duvido muito que a maior parte das mulheres esteja interessada nela.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Feminismo peludo

Na última quinta (15), os habitantes da cidade de Malmö, na Suécia, voltaram para casa com uma história cabeluda para contar aos filhos.

Um grupo formado por cerca de 40 feministas vestiu as suas t-shirts e camisas sem mangas e foi para a principal praça da cidade protestar contra as piadas a que as mulheres de sovaco cabeludo têm sido vítimas através da internet.

Atenção: elas não foram protestar pelo elevado número de mulheres que se vêem forçadas a criar os filhos sozinhas por terem sido convencidas pela elite feminista que o marido "não prestava", e nem foram protestar pelo facto do aborto matar proporcionalmente mais mulheres do que homens.

Nada disso.

Elas foram protestar por coisas que realmente são importantes para as mulheres: pêlos nas axilas.

Em uma passeata organizada pela Malmös Feministiska Nätverk - grupo feminista da cidade - as feministas gritaram slogans e disseram que não vão mais aturar nenhum preconceito – muito pelo contrário.

O movimento foi motivado por um programa de TV que, durante uma matéria sobre um festival de música, deu uma ênfase exagerada às axilas das mulheres suecas.

Anni Iris, uma das protestantes, afirmou:

Queremos mostrar a nossa posição ao lado de todas as mulheres que se sentiram ofendidas. Este protesto diz respeito aos papéis que são estipulados a cada género e é a favor de deixar as pessoas serem da forma que elas bem quiserem.

* * * * * * * * *

Se o propósito das feministas é tornar as mulheres o mais repelentes possíveis aos olhos dos homens, elas estão a dar os passos certos. As mulheres que valorizam a sua beleza têm que considerar eventos como este e questionarem-se se querem este tipo de mulheres perturbadas como suas representantes.

Claro que o propósito deste tipo de eventos é o mesmo de todo o tipo de eventos públicos da esquerda militante: intimidar a oposição e fazer uma demonstração de força. Da próxima vez que uma figura pública estiver em vias de fazer uma piada em torno de mulheres com axilas peludas - como é o seu direito - ele pensará duas vezes e o propósito desta manifestação terá sido atingido.

É por isso que é tão importante para a esquerda militante minimizar a Marcha para Jesus, que segundo se sabe, teve números acima dos 4 milhões de participantes, mas ao mesmo tempo propagar por todos os cantos do país a marcha de orgulho gay da aldeia mais próxima - como se esta tivesse sido assistida pelo presidente, todos os membros do senado, os juízes, os pastores mais renomeados e pela elite de todo o país (e talvez pela própria ONU).

Intimidação e propaganda. É assim que funciona a esquerda militante.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Gabrielle Shiner: "Escritoras feministas propagam pânico desnecessário"

Gabrielle Shiner lança duras críticas à feminista Naomi Wolf.

Há alguns dias atrás, na Newsnight da BBC, a escritora feminista Naomi Wolf alongou-se num discurso exaltado - e sem fundamento - sobre os perigos existentes com os implantes mamários. Só depois de ter despejado uma conjugação de argumentos em torno dos riscos médicos que ela diz estarem associados aos implantes mamários é que ela nos lembrou de dizer que não é uma cientista.

Como geralmente acontece quando as pessoas não têm a ciência do seu lado, a feminista recorreu à propagação do pânico como forma de compensar a sua falta de racionalidade, demonstrando as suas nobres habilidades como uma moralista condescendente.

Durante a sua aparência na televisão nacional, e em frente a uma audiência composta por mulheres que haviam recorrido à medicina para aumentar os seus seios, Wolf - autora do livro The Beauty Myth (o Mito da Beleza) - alegou que os implantes nos seios eram a causa de desordens no sistema auto-imunitário tais como a lúpus.

As suas alegações alimentaram um debate recorrente (em torno dos implantes nos seios) que teve início no início deste ano quando se descobriu que alguns implantes haviam sido feitos com silicone de classe industrial e não de classe médica.

Eu [Gabrielle Shiner] também não sou cientista mas eu sei como fazer a minha própria pesquisa. A Lupus Foundation of America, entre outras, claramente diz que, ‘não existem evidências científicas que demonstram uma relação causa-efeito entre implantes de silicone e lúpus.

Estudos mais demorados demonstraram que tais desordens no sistema auto-imunitário são igualmente comuns entre as mulheres sem implantes nos seios, removendo qualquer tipo de fundamento em torno da existência de relação de casualidade entre ambas.

Quando a ministra da saúde pública governamental Anne Milton tentou tranquilizar a audiência da Newsnight para a segurança dos implantes franceses, Wolf acusou-a de mentir às mulheres e de não ser competente para a sua posição.

O que aconteceu na Newsnight não foi uma passo firme para proteger as mulheres mas sim o reles uso de tácticas de medo contra as mulheres que querem alterar a sua aparência através da cirurgia plástica. Essencialmente, o que se encontra por trás deste debate sem sentido é o medo ridículo dos seios falsos tomarem conta dos aparentemente susceptíveis cérebros femininos.

Atiçar a histeria em torno dos implantes nos seios envergonha as mulheres e pressiona-as a rejeitar estes procedimentos tendo como base o medo e má informação e não a sua análise pessoal.

Naomi Wolf, e muitas outras incontáveis feministas, não só alegam estar num lugar moral superior, como se apresentam como as cavaleiras nas armaduras reluzentes que lutam para iluminar e pôr em liberdade as massas de donzelas ignorantes que internalizaram noções misóginas de beleza.

Mas não há nada de heróico em evitar um argumento racional e depender do bullying psicológico como forma de avançar uma agenda.

Naomi Wolf, e as outras, ficam histéricas com a ideia das mulheres serem socialmente impelidas a conformarem-se a um certo padrão de beleza. No entanto, estas feministas não se opõem ao conformismo das mulheres mas sim ao facto das mulheres se conformarem a padrões que as feministas não aprovam.

Não tendo motivos para justificar a sua posição moral em relação às outras, este ramo do feminismo recorre à fofoca amedrontadora e à retórica condescende como forma de manipular as mulheres e forçá-las a ajustarem-se à visão feminista.

Este tipo de feminismo inseriu toda uma narrativa de "exploração" em todo o espectro da vida cosmética. A cirurgia plástica, em particular, tende a ser usada como símbolo dos desastrosos efeitos da cultura misógina e não como situações onde mulheres pensantes e independentes recorrem a este procedimento pelos mais variados motivos.

Mas mesmo que acreditemos nesta história, onde é que traçamos um limite? Quando é que definir a nossa identidade estética e tentar ficar mais atraente se tornaram sinais de que os nossos cérebros foram totalmente dominados pelos homens?

As mulheres devem ser livres para tomar decisões por elas mesmas - e tratar os seus corpos da forma que elas queiram - sem enfrentar a raiva moralista do clã da Naomi Wolf. Qualquer pessoa que queira levar a cabo qualquer tipo de cirurgia deve-se inteirar dos riscos inerentes mas ser livre para exercitar o seu julgamento sem ser bombardeada com campanhas publicitárias sem fundamento proveniente de moralistas ultra-zelosas.

Em vez de descreverem as mulheres como incorrigíveis vítimas físicas e mentais da misoginia, as feministas deveriam deixar o histerismo para trás e tomar parte de debates racionais que respeitam os diversos valores das mulheres como indivíduos independentes.

[...]

A Naomi Wolf e o resto das elites femininas eruditas deveriam abandonar o papel de salvadoras e dialogar com as outras mulheres da forma inteligente e digna que nós merecemos.

* * * * * * * *

Mais um exemplo cabal que demonstra a natureza anti-mulher do feminismo. Curioso que ainda haja mulheres que se identificam com um movimento que lhes têm em tão pouca consideração.

Qual é o problema da mulher modificar o seu corpo (de forma saudável) de modo tornar-se mais atraente aos olhos dos homens? Desde quando é que querer ficar bonita para os homens é um sinal de "misoginia internalizada"?

É certo que uma desproporcional percentagem das feministas se identifica com o lesbianismo ("Feminism is the theory; lesbianism is the practice" - atribuída a Ti-Grace Atkinson), no entanto, a esmagadora maioria das mulheres, conscientemente ou não, busca atrair a atenção, o desejo e o carinho masculino.

Isto pode ser embaraçoso/problemático para as feministas (especialmente para as lésbicas) mas é algo que é fundamental para a continuação da espécie humana.

Portanto, esta demonização que as feministas fazem às mulheres que modificam o seu corpo segundo os gostos masculinos são contraproducentes e divisivos. Será que as feministas têm as mulheres em tão pouca consideração que não lhes reconheçam maturidade suficiente para tomar decisões em relação ao seu próprio corpo? Será preciso uma elite não-representativa para tomar decisões que são do foro pessoal?

Ou será o feminismo uma ideologia política que visa usar a mulher para atingir um fim político?

As feministas nunca foram tímidas em anunciar a destruição da unidade da família natural como um dos seus objectivos. Provavelmente a sua revolta perante comportamentos que aproximam os homens das mulheres faça parte do seu jogo de poder no seu plano de destruição da instituição mais importante duma sociedade funcional.

Símbolo que melhor descreve o feminismo.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Feministas tentam alterar os padrões de beleza

Uma feminista desenganada (pleonasmo) que deu início a um grupo do Facebook com o nome de “Pinup Girl Clothing” (nem perguntem; é estupidez) fez o upload duma foto de 5 mulheres com corpos muito menos que ideiais e justificou-se da seguinte:
Anda por aí mais uma dessas fotos do tipo “esta é mais sexy que esta” . . . . como tal nós gostaríamos de oferecer uma alternativa.
TODAS as mulheres são "genuínas" e não há forma errada de se ter um corpo.
♥ Vanessa
Há duas coisas que as feministas odeiam: padrões e homens que não sentem qualquer tipo de constrangimento em expressar o que gostam e não gostam no físico das mulheres.
Dado isto, vamos analisar a foto que demonstra a equivalência no nível de atracção existente entre mulheres com formas corporais . . . pouco convenientes.
O que nós temos aqui, da nossa esquerda para a direita:
1. mulher com um corpo sem ancas, tatuada de uma forma absurdamente repulsiva - provavelmente como forma de distracção.
2. mulher excessivamente gorda.
3. mulher magra cujo torso é demasiado longo em comparação com as suas pernas
4. mais uma amiga das calorias.
5. puma masculinizada.
Repararam no tipo de mulher que não está presente na foto?
O fotografo escolheu uma mulher absurdamente magra como forma de representar a mulher com as formas corporais que imediatamente despertam a atracção da maioria dos homens.
Se uma mulher magra e elegante como esta . . . .
. . . . . tivesse sido escolhida, as outras 4, quando comparadas com esta, estariam a quilómetros de distância em termos de beleza física.

Mesmo assim, a magra é a menos má do grupo. A mulher tatuada como um presidiário não é atraente de todo; as mulheres raramente se tornam mais atraentes após uma tatuagem. As duas amigas do prato também não sexualmente atraentes; a puma masculinizada não serve visto que a maioria dos homens não se sente atraído por mulheres com triceps bem definidos, ou abdominais que exibem os seis músculos. Uma minoria de homens gosta de corpos masculinizados e eles são mundialmente conhecidos como "homossexuais".

Eis aqui a verdade, nua e crua: a beleza possui um padrão mensurável. Aos olhos da esmagadora maioria dos homens, mulheres mais magras são mais atraentes que as gordas. Não há forma alguma de mudar este facto porque isto não é uma construção social; é algo que está embutido na forma de pensar masculina.

Dado isto, as feministas podem tirar quantas fotos quiserem de mulheres com 200 kg, ou mulheres com 20 kgs, que isso não vai alterar a forma de pensar (e desejar) dos homens. Podem até criar blogues glorificando as mulheres gordas que isso não vai mudar a psicologia masculina.

Quando se trata de corpos, há corpos bonitos, e há corpos feios. Há corpos atraentes e há corpos repelentes. Isto tanto é para os homens como é para as mulheres. O que se passa é que as feministas não querem aceitar isto. Qualquer acção que envolva dar poder aos homens tem que ser rejeitada, mesmo que esse poder signifique poder para achar algumas mulheres bonitas e outras não tão bonitas.
Esta tentativa de evitar a avaliação da figura feminina é típico da mentalidade esquerdista. Em vez adaptarem a sua forma de pensar à realidade, eles tentam alterar a realidade para que esta se acomode à sua ideologia.

Mas as coisas não funcionam assim.

Esta mulher . . .

. . . . . não tem um corpo igual ao desta mulher.
Seria interessante se as feministas entendessem isto.

A mensagem para os homens é simples: ceder aos "novos padrões" que as feministas tentam impor é admitir derrota. Da mesma forma que não vemos grupos masculinos a propagar que ter 120 kg, suar das mãos e ter mau hálito colocam o homem ao mesmo nível de quem cuida do seu corpo (exercício físico) e tem boa aparência, não se deve aceitar que nos ditem o que é que nós devemos ou não gostar quando se trata da beleza feminina.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT