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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O feminismo como um ataque à beleza feminina


Um dos objectivos não-declarados do feminismo é gerar nos homens sentimentos de culpa por estes considerarem algumas mulheres mais bonitas que as outras. As feministas, que se encontram na secção mais feia do espectro da beleza feminina, querem redefinir o conceito de beleza de modo a que elas sejam consideradas tão meritórias como as mulheres que são genuinamente bonitas.

Uma das formas de remover o valor estético das mulheres bonitas é enganando-as e fazendo-lhes acreditar que aquilo que os homens qualificam de objectivamente bonito nas mulheres nada mais é uma "construção social" subjectiva. Logo:
  • Ser elegantemente magra não é algo de belo; ser gorda é que é.
  • O cabelo longo não torna a mulher mais bonita; o cabelo curto à tropa ou cabelo curto masculinizado é que faz isso.
  • A pele impecável e cremosa não é digno das mulheres: ter tatuagens de caveiras e frases de teor obsceno é que dignificam o corpo feminino.
  • Saltos altos são feios; a mulher fica mais "atraente" andando de sandálias e sapatos próprios para os homens.
E assim por diante.

Ao mesmo tempo que as mulheres (desproporcionalmente lésbicas) da elite feminista se dedicam a fazer uma lavagem cerebral à população idiotizada, elas vão sendo bem sucedidas em enganar as mulheres bonitas de modo a que estas se tornem vítimas das tendências narcisistas que se encontram no seu ADN privilegiado. Quando estas mulheres bonitas dão início ao seu processo de auto-destruição estético (através da obesidade, dos cortes de cabelo pouco femininos e das tatuagens satânicas), elas não encontram qualquer tipo de resistência por parte da cultura.

Como consequência disso, passamos a ter mais "igualdade" na beleza feminina onde o próprio conceito de beleza foi violado e destruído. As mulheres menos belas são consequentemente (e artificialmente) colocadas ao mesmo nível das mulheres mais belas, e qualquer tentativa de se fazer aquilo que as mulheres fazem com os homens - isto é, separar os homens bonitos dos feios - é recebido com acusações de "machismo", "patriarcalismo" e até "apologia ao estupro".

"Beleza" feminista
A mesma ideia também se aplica ao sexo. Os homens foram criados com a tendência natural de não querer casar com mulheres promiscuas uma vez que elas são mais susceptíveis de levar a cabo uma traição (e, consequentemente, de aumentar as probabilidades dele investir os seus recursos em filhos que podem muito bem não ser seus). Por mais "divertido" que seja ter relações sexuais efémeras e inconsequentes com mulheres promiscuas, os homens irão sempre preferir casar com mulheres mais virginais e mais castas.

Mas quando se cria uma cultura onde a promiscuidade feminina é encorajada, celebrada e financiada (aborto), ao mesmo tempo que é dito às mulheres que elas podem dormir com quantos homens quiserem sem que isso modifique a opinião que os homens têm delas, é dado outro passo enorme rumo ao descalabro social. (E esse é o objectivo)

Como consequência destas medidas - desvalorização da beleza feminina e remoção de todo os estigmas sociais e religiosos associados à promiscuidade feminina - os homens actuais não só se vêm rodeados de mulheres que propositadamente anulam a sua beleza feminina, mas também se vêem rodeados de mulheres que erradamente acham que "o poder feminino" é aumentado à medida que ela vai disponibilizando o seu corpo a uma série de homens que olham para ela como nada mais que um pedaço de carne ambulante.

As feministas estão a ser bem sucedidas no seu propósito de diminuir a qualidade estética e o valor marital das mulheres ocidentais.

Vejam este vídeo gravado no momento exacto em que uma jovem cheia de tatuagens é confrontada pelos dois homens com quem ela mantinha relações sexuais.


Notaram em algo estranho? Ela nem se importa que tenha sido qualificada de "slut" (vadia, promiscua, etc) pelos homens que a apanharam na traição. Aparentemente ela não sente qualquer tipo de vergonha ou de culpa, e se nós olharmos atentamente para os seus gestos, parece que ela está fazer algo com o seu iPhone (provavelmente a mandar uma mensagem para um outro parceiro sexual). 

Ela sai da casa, sem qualquer tipo de remorso por ter tido relações sexuais fora do casamento com (pelo menos) dois homens diferentes, e continuará a sua senda de sexo casual com o próximo pobre coitado que a aceitar como "namorada". Claro que ele, também promíscuo (o que é tão errado como a promiscuidade feminina), não terá muito por onde escolher entre as mulheres actuais; como consequência disto, ele será levado a aceitar o passado sexual promíscuo da sua namorada visto que a maior parte das mulheres estão-se a tornar em promiscuas tatuadas.

O movimento que visa acabar com o "slut-shamming" (literalmente, "envergonhar as mulheres promiscuas") tem sido bem sucedido porque em vez dos homens escolherem as mulheres com base na beleza e na virtude (algo que é direito dos homens), eles vêem-se reduzidos a escolher companheiras entre as tatuadas promiscuas.

Para se ter noção do quão socialmente destrutivo o feminismo é, pensemos no que aconteceria se entre os homens surgisse um movimento social que visasse promover homens fisicamente fracos, homens sem gosto pela práctica de desporto, homens sem vontade de trabalhar, ou homens sem qualquer tipo de capacidade de estabelecer a sua liderança masculina sobre uma mulher. Quais seriam as consequências sociais de tal iniciativa? Melhor ainda, será que esse movimento receberia algum tipo de crédito junto dos próprios homens?

Quantas mulheres aceitariam que os homens lhes impusessem o que elas têm ou não têm que apreciar nos homens? Mas é precisamente isso que o movimento feminista está a tentar a fazer junto dos homens ocidentais ao impor um padrão de beleza que não só é mau para as mulheres (ao promover um estilo de vida fisicamente e espiritualmente inferior), como é uma clara tentativa de impedir que os homens exerçam o direito que eles têm de fazer juízos estéticos que estejam de acordo com a sua forma de ser.

Conclusão:

Motivada pela semântica feminista, a mulher colocou de lado a busca pela excelência física e moral, optando pela via mais fácil da destruição da sua figura feminina em nome duma luta contra a mitológica e inexistente "opressão do patriarcado". O que isto implica é que em vez de batalhar pelo aumento do seu valor marital e da sua beleza física, a mulher ocidental resolveu obedecer às suas líderes feministas (lésbicas, na sua maioria), reduzindo de forma colossal a sua própria figura feminina e a sua capacidade futura de manter um casamento estável. Todos perdem com isso - a mulher principalmente. 

Bem, talvez nem todos percam com isso.





sábado, 15 de junho de 2013

Mulheres promiscuas não querem amizade com mulheres promiscuas


Fonte: Science Daily

Estudo levado a cabo pela Universidade de Cornell apurou que mulheres em idade universitária qualificaram as suas colegas promiscuas - definidas como as mulheres que tiveram 20 ou mais parceiros sexuais antes de chegar aos 25 anos (!!) - de um modo mais negativo do que as colegas femininas mais castas. Para além disso, as mulheres olharam para as mulheres promiscuas como pessoas inadequadas para uma amizade.

Surpreendentemente, a preferência por mulheres castas como amigas permaneceu mesmo quando a mulher inquirida alegou ter uma atitude mais liberal em torno do sexo casual, ou quando ela mesma havia tido um elevado número de parceiros sexuais.

Tradução: as mulheres promiscuas não querem fazer amizade com mulheres promiscuas. 

Por outro lado, junto dos homens, e após análise aos dados recolhidos, não se verificou qualquer tipo de padrão ou uniformidade: não houve preferência pelos sexualmente mais permissivos ou pelos menos permissivos quando lhes foi perguntado em torno de 10 atributos duma amizade. A percepção dos homens era também muito dependente da sua própria promiscuidade. Os homens promíscuos favoreciam os homens sexualmente menos experientes em apenas uma métrica: quando eles viam os outros homens promíscuos como potenciais ameaças para o seu relacionamento.

Previsivelmente, o estudo tentou de alguma forma falar no "padrão duplo":

O que foi apurado com o estudo sugere que, embora a atitude cultural e social em torno do sexo casual se tenha tornado mais relaxada nas últimas décadas, as mulheres ainda enfrentam um padrão duplo que envergonha as mulheres "vadias" ao mesmo tempo que celebra os homens "conquistadores", afirmou a autora-chefe Zhana Vrangalova, uma pós-graduada da Universidade de Cornell na área de desenvolvimento humano.

É preciso ver que quem celebra os homens "conquistadores" são as próprias mulheres - dando-lhes motivos para eles serem considerados conquistadores ao se submeterem à sua "conquista".

Outra coisa que é preciso ver é que não existe um "padrão duplo", mas sim padrões diferentes para seres diferentes. Ser uma mulher promiscua não envolve qualquer tipo de esforço: basta ir para a janela mais próxima, gritar que fará sexo com os primeiros 10 homens que lhe forem bater à porta, e assim se sucederá - mesmo que ela seja uma mulher de beleza mediana e de físico mediano. Agora, para um homem mediano ter 10 parceiras sexuais num ano é preciso algum tipo de esforço.

(Atenção que isto não é a validação da promiscuidade masculina, por via do esforço que ela exige, e nem a condenação unilateral da promiscuidade feminina, que não envolve qualquer tipo de esforço ou "conquista". O ponto das linhas de cima é o de ressalvar que é logicamente inválido tentar usar o mesmo padrão e a mesma métrica para aferir comportamentos de seres fundamentalmente distintos como o são o homem e a mulher.)

O estudo, intitulado "Birds of a Feather? Not When it Comes to Sexual Permissiveness" [Tradução do sentido: "Farinha do Mesmo Saco? Não Quando se Fala da Permissividade Sexual] e publicado na edição online de "Journal of Social and Personal Relationships", alega que tal isolamento social por parte das mulheres promiscuas pode-lhes colocar em maiores riscos no que toca aos problemas psicológicos e à saúde física.

Tradução: Não deixem de lado as mulheres promiscuas.

"As mulheres sexualmente permissivas são ostracizadas por serem "fáceis" embora os homens com um elevado número de parceiras sexuais sejam vistos com um sentimento de realização," disse Vrangalova said. "O que nos surpreendeu neste estudo é o quanto as mulheres promiscuas rejeitam a amizade de outras mulheres promiscuas - estas são as pessoas de quem se pensaria serem as únicas em cuja direcção as promíscuas poderiam recorrer como forma de obter algum apoio."

Vrangalova acrescentou ainda que as pesquisas demonstram que os homens olham para as promiscuas como mulheres inadequadas para os relacionamentos de longa duração, deixando estas mulheres fora de muitos círculos sociais.

Há uma forma rápida de resolver isto: é só elas deixarem de ser promiscuas.

"A consequência disto é que estas mulheres encontram-se realmente isoladas" disse Vrangalova. Ela sugere que seja feita uma pesquisa futura para determinar com quem é que ela [a mulher promiscua] pode formar amizades - talvez os homens heterossexuais ou os homens homossexuais aceitem melhor o seu comportamento.

Note-se mais uma vez que em nenhuma altura a pesquisadora-chefe coloca a hipótese das mulheres promiscuas abandonarem esse estilo de vida; para ela, a promiscuidade feminina, por mais socialmente destrutiva que ela seja, veio para ficar, e como tal o resto do universo tem que aceitar esse facto. Ou seja, não houve julgamento nenhum do comportamento promíscuo, mas sim um julgamento das pessoas (grupo esse onde estão incluídas outras mulheres promiscuas) que não aceitam criar laços com as mulheres promiscuas.

Para o estudo em si 751 estudantes universitários forneceram informação em torno do seu passado sexual e da sua opinião sobre o sexo casual. Eles leram uma vinheta quase idêntica em torno duma homem ou duma mulher, sendo a única diferença o número de parceiros sexuais do carácter em questão (2 ou 20). Os pesquisadores pediram que os inquiridos avaliassem a pessoa segundo uma lista de factores de amizade, tais como cordialidade, competência, moralidade, estabilidade emocional e simpatia geral.

Junto das participantes femininas - independentemente da sua própria promiscuidade - observou-se que elas viam as mulheres sexualmente mais permissivas de um modo mais negativo em 9 dos 10 atributos de amizade, julgando-as de modo mais favorável só na sua extroversão. 


Homens sexualmente promiscuos apenas identificaram duas medidas -  1) alguém que protege a parceira e 2) alguém que desdenha a sexualidade - onde eles favoreciam os homens sexualmente menos activos como amigos, não mostrando qualquer tipo de preferência ou preferindo os homens promiscuos em 8 das variáveis; mesmo os homens sexualmente mais modestos prefeririam os potenciais amigos sexualmente não-permissivos em apenas metade das variáveis.

Vrangalova é de opinião de que preocupações evolutivas podem levar os homens e as mulheres a desaprovar os promiscuos e as promiscuas como amigos e amigas. Supostamente eles podem estar a tentar proteger o seu relacionamento. No caso das mulheres promiscuas que rejeitam amizade com mulheres promiscuas, Vrangalova sugere que elas podem estar a tentar criar alguma distância entre elas e qualquer espécie de estigma que está associado à amizade que esse tipo de mulheres.

Os autores reportaram que os dados apurados podem ajudar os pais, os professores, os conselheiros, os profissionais de saúde e todos aqueles que trabalham com jovens que se podem deparar com algum tipo de isolamento social devido à sua actividade sexual.

Sim, os dados apurados podem ser usados dessa forma. Ou então eles podem ser usados para aumentar ainda mais o número de motivos para a mulher não adoptar a promiscuidade sexual como algo normal para si (ou para qualquer pessoa).

Conclusão:


Provavelmente o dado mais importante deste estudo é o facto das mulheres (incluindo as promiscuas) não quererem mulheres promiscuas como amigas. 

Agora, se as mulheres (mesmo as promiscuas) não as querem como amigas, porque é que os homens as haviam de querer como esposas?



terça-feira, 18 de setembro de 2012

A vadia e a mulher honrada


Há algumas noites atrás foi criticado por uma feminista quando esta se encontrava a promover o estilo de vida das vadias (promiscuidade, vadiagem, "sluthood"). Vocês já conhecem este tipo de pessoas: são as mesmas que dizem coisas como "ela não é uma promiscua mas sim sexualmente emancipada" ou "ela apenas está a explorar a sua sexualidade e a conhecer-se melhor."

Aparentemente, nos dias de hoje as vadias são pessoas que nós devemos admirar, respeitar e talvez emular. Eu sei que actualmente qualquer idealista sente a necessidade de me qualificar de alguém com "ódio." Isto faz-me rir uma vez que não sabia que o acto de odiar, por si só, era uma coisa má. Para além disso, não deixa de ser estranho odiar as pessoas que odeiam, ao mesmo tempo que alegam ter uma posição moral superior.

Deixando o sarcasmo de lado, eis aqui as minhas 5 razões para tratar as vadias com desrespeito. Lembrem-se que sempre que eu [Jason] uso a palavra "vadia", a palavra "vadio" [ou "cafajeste"] ajusta-se da mesma forma. Foquei-me nas vadias porque existe um movimento organizado e bem financiado a promover as vadias embora não exista um análogo em relação aos vadios.
  • 1. As Vadias são Hedonistas
O que motiva as vadias não são os valores tais como a paciência, moderação, empreendimento ou lealdade, mas sim a egocêntrica devoção em torno das suas "partes cor de rosa." Para uma vadia, as outras pessoas não têm outro propósito que não seja o de objecto de "esfreganço." As vadias e os vadios normalmente envolvem-se em actos sexuais e são posteriormente descartados pelos outros uma vez que, para além de serem um objecto sexual, eles não têm mais nada a oferecer à sociedade.
[ed: Neste ponto, discordo com o autor do texto. Embora seja verdade que nenhum homem honrado quer ter qualquer relacionamento sério e duradouro com uma vadia [=promiscua], o reverso não acontece. Isto é, muitas mulheres querem ter relacionamentos sérios e duradouros com homens que elas sabem serem vadios, mulherengos, cafajestes e sexualmente promíscuos]

O que eu acho hilariante é o facto das vadias admoestarem as pessoas que as abandonam - depois de as terem usado sexualmente - como se elas não fizessem o mesmo com outras pessoas. Obviamente, se elas valorizassem algo mais que o prazer físico, poderia até ser que elas iniciassem algum tipo de conversa com os outros, ou exibissem algum tipo de talento que pudesse ser usado como moeda de troca com a presença alheia.
  • 2. As Vadias Não São de Confiança
As vadias pensam que tudo o que os homens querem é sexo, no entanto não conseguem explicar o facto dos homens terem relações sexuais com elas e depois nunca mais voltarem a ter contacto com elas. A resposta é simples: se tu és um homem, gostaria de te casar com uma mulher com quem tiveste relações sexuais logo no primeiro encontro?

Todos os homens sabem que, qualquer mulher que têm relações sexuais pouco depois de conhecer o homem, pode fazer o mesmo sem qualquer tipo de remorso com teu melhor amigo, com o homem do leite, ou outro qualquer.

Realmente, os homens querem sexo (e muito) mas se isso fosse a única coisa no seu pensamento, as vadias seriam admiradas por todos - e não só pelos homens pedintes de sexo (derrotados da vida).
  • 3. As Vadias São Aborrecidas
Já tiveste algum tipo de conversa interessante com uma vadia cujo assunto não revolvesse o sexo, ou a própria vadia e as coisas que elas faz para se mimar? Não? Não estou admirado. O motivo é simples: se tu estás obcecada com coisas como prazeres carnais, então não vais ter tempo ou auto-controle para te dedicar a coisas como filosofia, política e ciência.

Provavelmente o motivo que leva muitos homens jovens a pensar que as mulheres são vazias, enfadonhas e obcecadas consigo mesmas seja o facto destes mesmos homens passarem tanto tempo a falar com vadias convencidas.
  • 4. As Vadias Propagam Doenças
1 em cada 4 americanos é portador duma DST (Doença Sexualmente Transmissível). Se todas as pessoas praticassem sexo seguro, fiel e monogâmico, as DSTs não existiriam. O facto delas existirem, bem como o próprio facto de serem tão comuns, prende-se com as vadias. É tão simples como isso.

Antigamente as vadias eram espancadas e condenadas à morte precisamente por serem vadias - porque propagar doenças infectuosas numa era anterior à chegada da medicina moderna era um acto assassino. É também por isto que as pessoas supersticiosas associaram as doenças com moralidade deviana: e eles tinham razão! Qualquer pessoa disposta a matar-se e a matar outros só pelo sexo é uma pessoa mentalmente deficiente.
  • 5. As Vadias Não Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa que tenha como prioridade na sua vida a busca de prazer dificilmente é uma pessoa de quem se possa esperar honestidade e abertura em relação às suas intenções e acções. Na verdade, a mentira e a decepção parecem ser as únicas capacidades que as vadias parecem determinadas em aprender. E estas mentiras não são só verbais - embora elas levem a cabo muitas mentiras deste tipo - mas também mentiras com o seu corpo: linguagem corporal sedutora, cosmética, sutiãs "push-up", etc . . . Mentir em torno da sua saúde sexual, mentir em torno do seu interesse sexual nos homens, mentir em torno das suas posses e estatuto.

Essencialmente, as vadias são mulheres que sabem que são as derrotadas da vida, e como tal buscam desesperadamente um homem com quem gerar descendência o mais depressa possível uma vez que elas não esperam estar cá por muito tempo. Felizmente, na idade dos contraceptivos, as vadias estão rapidamente a retirar os seus genes da "piscina genética."
.....

Vamos agora comparar estas cinco características com outro tipo de mulher: a honrada.

A honrada é uma mulher sofisticada com um calibre moral robusto. A mulher honrada pode ser quase uma miragem nos dias de hoje, mas isto prende-se com o facto dos órgãos de comunicação estarem apaixonados pelas vadias, e considerarem-nas o arquétipo da mulher. No entanto, a mulher honrada fica genuinamente ofendida se for qualificada de "vadia." Para além disso, convém notar que as mulheres honradas, tal como as vadias, existem em todos os estratos sociais.
  • 1. A Mulher Honrada é Uma Pensadora
Muitas pessoas pensam que a capacidade de aprender tarefas complexas e repetir frases é evidência suficiente em favor da tese de que tal pessoa pode pensar. Considere-se o facto de ser possível ensinar um chimpanzé a operar máquinas complexas, mas não ser possível ensinar o mesmo chimpanzé a reparar a máquina quando esta se avaria. Nós realmente pensamos que só porque alguém é capaz de operar uma máquina, ela é inteligente.

Não.

A inteligência é a capacidade de reparar, inventar e planear coisas - não só a mera capacidade de operar com as mesmas. Na realidade, existem muitas pessoas na nossa sociedade que mais não são que chimpanzés com a habilidade de falar. Para mim, quando eu conheço uma pessoa pela primeira vez, nada distingue melhor uma pessoa pensadora duma idiota que a sua habilidade de olhar para além do "hoje" e do "aqui."

As vadias não conseguem pensar para além do seu próximo encontro sexual uma vez que, para elas, o prazer físico é o propósito final das coisas. Ao contrário delas, a mulher honrada pensa 10, 20, 30 ou mais anos para a frente. O que é que ela quer da vida? Como é que ela o vai atingir? Será que ela terá amigos e segurança no futuro? Como é que ela pode garantir estas coisas? Foi a pensar desta forma que os novos recursos e as inovações vieram a existir.

Devido a isto, a melhor forma de se saber se estamos a falar com uma mulher honrada, é perguntar-lhe os planos para o futuro. Se ela der uma resposta vaga do tipo "Não sei ainda / Que pergunta mais chata," então tens aí a primeira pista de que podes estar a falar com uma vadia.
  • 2. A Mulher Honrada é de Confiança
A mulher honrada sabe que, se ela quer que o homem fique com ela, ela não pode oferecer sexo o tempo todo. Elas precisam de ter satisfação em fazer outras coisas com as pessoas, e mesmo cuidar delas. A mulher honrada tem o desejo de ser agradável, companheira e independente porque ser irritante, interesseira e dependente não é a chave para se ser uma amiga de confiança. Se tu não és de confiança hoje, como é que podes esperar que as outras sejam confiantes em relação a ti?

Se uma mulher está constantemente a pedir a tua ajuda, ao mesmo tempo que pensa que o seu dourado e mágico órgão sexual é a solução para tudo, então esta é a segunda pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 3. A Mulher Honrada é Interessante
A honrada tem interesse pelo mundo à sua volta. Ela tem passatempos, lê livros, tem opiniões próprias em torno de assuntos políticos, pode explicar o funcionamento das coisas, e pode-te ensinar um vasto leque de coisas.

Como contraste, a vadia, para além da sua própria pessoa como o seu tema de conversa favorito, só tem o sexo como passatempo. Se a mulher com quem estás a conversar não parece ter opinião formada em relação a nada, não sabe fazer nada de útil, e passa o tempo a falar de si, então esta é a terceira pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 4. A Mulher Honrada Não Propaga Doenças
As mulheres honradas são cuidadosas; elas não dormem com qualquer um, e ninguém dorme com ela uma hora depois de a ter conhecido. As mulheres honradas pensam nas consequências dos seus actos: "É este homem seguro? É este homem um engatador? É este um homem honrado? É este homem um corajoso ou um covarde?"

A honrada quer olhar por si, pela sua família e pela sua comunidade. Espalhar DSTs ou doenças genéticas tendo relações sexuais com qualquer homem disposto a isso é prejudicial para si, para a família e para a comunidade.

Enquanto isso, a vadia pensa: "Será ele sexualmente avantajado? Será que ele terá relações sexuais sempre que eu quiser? Será que ele me deixa fazer o que eu quiser com ele?"

Se a mulher com quem tu falas gosta de anunciar o número de vezes que já teve sexo, o número de pessoas com quem já teve sexo, e os diferentes sítios onde ela já teve relações sexuais - completamente ignorante do que são as DSTs - ou acredita que o aborto é apenas outra forma de controlo de natalidade, esta é a tua quarta evidência de que ela é uma vadia.
  • 5. As Honradas Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa com auto-controle suficiente para resistir ao sexo hoje na esperança de ter melhor sexo no futuro, é uma pessoa com capacidade moral para viver segundo os seus princípios. A mulher que não é capaz de resistir a tentação de abrir as pernas sempre que a oportunidade apareça, é uma pessoa sem força no carácter. Não interessa o quão elevados os seus princípios sejam, quando a oportunidade aparecer, esta vadia vai-se ver livre de ti, se isso lhe for vantajoso. Esta é a quinta e última evidência de que podes estar a falar com uma vadia.

* * * * * * *

O autor do texto não aludiu a isto directamente, mas há outras coisas que podem ser acrescentadas:
  • A mulher honrada não precisa de ser Cristã, e a vadia muitas vezes é alguém que tem uma aparência Cristã.
  • A mulher honrada, embora podendo não ser Cristã, não vê propósito algum na ofensa a essa fé. A vadia, embora muitas vezes se identifique como "Cristã", toma parte em eventos e "manifestações" que têm como expresso propósito a ofensa ao Cristianismo.
  • A mulher honrada gera paz e harmonia. A vadia gera conflitos e divisões.
  • A mulher honrada pode não ser bonita, mas é feminina. A vadia, embora possa ser bonita, é rude, agressiva, pouco feminina e genuinamente repelente.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa

E elas gostam dele bem-humorado, de olhos claros e, de preferência, que pague sempre a conta

Uma pesquisa da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, realizada com 4 mil mulheres e 3 mil homens, contesta o padrão de que a mulher de sonho tem de ser loira.

Segundo a mesma, ela é enfermeira, tem curvas e é morena, de preferência com cabelos longos e ondulados.

Já o homem perfeito é médico, tem olhos claros e está sempre de bom humor.

O estudo aponta ainda que a maioria dos homens não se sente atraído por modelos de passerelle e 75% dos questionados acredita que um sorriso bonito transforma uma simples mulher numa grande sedutora.

Nota máxima também para quem sabe cozinhar, já elas gostam que eles a levem para jantar fora e paguem a conta.

Nove entre dez mulheres olham para homens que as fazem rir e não se preocupam com o histórico sexual do parceiro, já o homem faz contas de cabeça sobre quantos já passaram pela mulher que tem diante de si.

-Fonte-


Coisas a reter deste estudo:
  • As mulheres não se preocupam com o número de parceiras sexuais que o homem já teve.
  • Para grande desespero das igualitárias, os homens preocupam-se com o número de parceiros sexuais que a mulher já teve. Nenhum homem quer para esposa uma mulher com um passado sexual "frutífero":

1. Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promiscuas?
2. Promiscuidade pré-matrimonial prepara caminho para adultério
3. Feminista chocada por descobrir que os homens não se querem casar com promiscuas

  • Os homens não se sentem atraídos pelos esqueletos andantes pelas mulheres das passareles. Isto é muito importante porque, contrariamente ao que os homossexuais que controlam o mundo da moda pensam, a esmagadora maioria dos homens não se sente atraído por mulheres que parecem rapazinhos esfomeados.
  • A preferência por enfermeiras provavelmente centra-se na aura feminina que as enfermeiras geralmente têm. Não tem nada a ver com o número de enfermeiras bonitas (se assim fosse, as mulheres das passareles estariam à frente) mas sim com a feminidade.

    Por mais incrível que isto possa parecer, os homens são mais atraídos pela feminidade do que pela beleza.

    Há mulheres bonitas mas sem feminidade e há mulheres não tão bonitas mas que se tornam bonitas e atraentes devido à sua feminidade.

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